Política/”Os primeiros 100 dias deste governo devem ser vistos como definição de um novo rumo para a Guiné-Bissau”, diz Ilidio Vieira Té
Bissau, 23 Fev 26 (ANG) – O
Primeiro-ministro de Transição (PMT), disse segunda-feira que, os primeiros 100
dias do seu Governo, devem ser vistos como período de estabilização,
organização, e definição de um novo rumo para a Guiné-Bissau.
“A governação destes 100
dias foi guiada por uma ideia simples: estabilizar , reformar e finalmente
desenvolver o país. A título pessoal, encarrei este período como um grande
desafio de responsabilidade histórica, porque o país precisava de serenidade,
diálogo e sentido do Estado”, salientou o PM.
Vieira Té disse que os 100 dias de governação se assentaram em três
pilares fundamentais, nomeadamente a estabilidade política e institucional, a
responsabilidade financeira, e a autoridade e funcionamento do próprio Estado.
Assegurou que o Governo continuará a pagar salários com
prontidão à todos os funcionários públicos em ativo.
“O pagamento de salário,
passará por enquanto a ser efetuada com as mãos, como forma de ajudar o Governo
a detectar funcionários não presentes no
local de serviço mas que até então recebem no final do mês”, referiu o Chefe do
Governo.
Vieira Té
disse que o Governo
continua até então, a manter diálogo com a CEDEAO e a União Africana. “As organizações que
suspenderam a Guiné-Bissau declararam claramente o desrespeito ao país, por
isso, não podem exigir o respeito do povo guineense”, disse.
Falando de eleições, Ilídio
Vieira Té referiu que o Presidente da
República de Transição, Horta Inta-a marcou as próximas eleições gerais para o dia
06 de Dezembro de corrente ano, e que o
Governo optou que seja feita a atualização progressiva dos cadernos eleitorais, em vez de se começar tudo de novo.
No que se refere a formação
de um Governo de Inclusão Nacional defendeu que tem demostrado total abertura
para a formação de um Governo Inclusivo, e que para o efeito foi formalizado
convites aos diferentes partidos políticos, mas que a Coligação PAI-Terra Ranka liderado por
Domingos Simões Pereira e o Partido da Renovação Social (PRS), (Ala do Fernando
Dias da Costa) recusaram a proposta..
Disse que, mesmo com essa
recusa continuam abertos a receção daqueles que pretendem integrar o Governo de
Inclusão Nacional, para se trabalhar para o desenvolvimento da Guiné-Bissau. ANG/LLA/ÂC//SG

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