Economia/Director-geral do CFE diz que a instituição registou 743 novas empresas em 2025 contra 598 de 2024
Bissau, 02 Fev 26 (ANG) – O
Diretor-geral do Centro de Formalização de Empresas (CFE), informou esta
segunda-feira que a instituição que dirige registou no ano passado 743 novas empresas
contra 598 de 2024, correspondendo a um crescimento global de 24,25 por cento.
Aquele
responsável disse na ocasião que esse crescimento foi marcado pelo fortalecimento do empreendedorismo
nacional, avanço do empreendorismo feminino, diversificação setorial e expansão
territorial gradual, que consolidaram o processo de formalização da economia
nacional.
Segundo
explicou, o tempo médio para abertura de uma empresa na Guiné-Bissau é atualmente
de aproximadamente cinco horas.
Baldé
diz que isso se deve a ganhos relevantes
de simplificação e eficiência dos procedimentos administrativos.
“Durante
este período não se verificou o encerramento formal de empresas, mas foram
realizadas 49 alterações, face a 68 em 2024, representando uma redução de 27,94
por cento, o que indica maior estabilidade das estruturas empresariais” ,disse.
Umaro
Baldé salientou que empresas nacionais tiveram um crescimento de mais de 46,36
por cento, pois saíram de 330 em 2024
para 483 em 2025, e acrescentou que, as empresas
estrangeiras tiveram uma queda de 3,85 por cento, saindo de 208 para 200 e que as
empresas mistas de nacionais e estrangeiros mantiveram em 60 empresas nestes
dois anos.
No
que refere a distribuição de empresas por género, as empresas de titularidade
masculina subiram 17,80 por cento ou seja de 472 em 2024 para 556 em 2025.
Disse
que as empresas de titularidade feminina
cresceram em 63,86 por cento deslocando das 83 por cento no ano 2024 para 136
no ano 2025, e que as empresas de
composição mista cresceram 18,60 por
cento em 2025 passando de 43 para 51.
Umaro
Baldé disse que apesar da concentração no Setor Autónimo de Bissau (SAB), é
observada uma expansão progressiva nas
regiões, uma vez que o SAB tinha 540 empresas registadas em 2024, mas que subiu
para 644 em 2025, correspondendo a mais 19,26 por cento, Biombo tinha em 2024,
23 empresas e em 2025 tem 45, um aumento de 95,65 por cento.
Afirmou
que, a região de Cacheu saiu de 9 para
17 empresas, um crescimento de 88,89 por cento, Oio que tinha registado três
empresas em 2024, agora tem 15 crescendo 400 por cento, Quinará que não teve
nenhuma empresa registada em 2024 e em 2025 conta com quatro e Bolama-Bijagós
caiu em 25 por cento, saindo de quatro para três empresas.
Destaca-se,
segundo Baldé, que os sectores com maior crescimento pontual em 2025 foram a educação,
com 95 por cento, a indústria, 87,50 por cento, pescas, 63,64 por cento, agricultura,
58,33 por cento, construção civil e obras públicas, 36,36 por cento e por último
prestação de serviços que cresceu 33,33 por cento.
Baldé
realçou que o comércio geral
import/export manteve-se como setor mais representativo em termos absolutos,
com 297 empresas correspondendo a mais de 9,19 por cento.
Quanto
a emissão de Alvarás revelou que, em 2025, foram emitidos 705 Alvarás para o
setor do comércio igual a 8,46 por cento,10 no para o setor industrial correspondendo
a menos 61,54 por cento, 2 2 alvarás para turismo, que correspondem a 200 por cento.
Falando
da emissão de cartões de empreendedor, o Diretor-geral do CFE disse que foram
emitidos 289 cartões contra 143 em 2024, representando um crescimento de 102,10
por cento. ANG/MSC/ÂC//SG










