segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Índia


Mais de 400 mortos nas inundações em Kerala
Bissau,  20 ago 18(ANG) – Mais de 400 pessoas morreram na sequência das inundações que atingiram Kerala, na Índia, as mais graves em 100 anos naquele estado do sul do país, de acordo com um balanço feito hoje pelas autoridades.
As chuvas torrenciais que têm caído em Kerala, desde 08 de Agosto, provocando deslizamentos de terra, inundações repentinas e o colapso de pontes e estradas pararam hoje e à medida que o nível das águas foi descendo foram revelados novos corpos de vítimas.
Cerca de 725 mil pessoas tiveram que se refugiar em 5.645 centros de apoio, disse o chefe do governo local Pinarayi Vijayan, à imprensa no domingo.
Milhares de soldados do Exército, da Marinha e da Força Aérea foram mobilizados para resgatar aqueles que estão isolados pelas águas.
A contaminação de fontes de água potável e as más condições de higiene fazem as autoridades temerem o surgimento de doenças e já há equipas de saúde no terreno a monitorizar a situação, esclareceram as autoridades.
Os danos causados pelas inundações estão estimados, até ao momento, em três mil milhões de dólares (cerca de 2,6 mil milhões de euros).
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, já prometeu que vão ser disponibilizados 70 milhões de dólares (cerca de 61 milhões de euros) para ajudar a colmatar as consequências das cheias.
O estado de Kerala, procurado pelos turistas devido às praias rodeadas de palmeiras e às plantações de chá, é afectado anualmente por fortes chuvas na época das monções.
ANG/Inforpress/Lusa

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Saúde pública


Reino de Marrocos doa materiais ao Hospital Principal Militar Sino/Guineense 

Bissau, 17 Ago 18 (ANG) - O Hospital Principal Militar Sino/Guineense beneficiou de lotes de materiais de laboratório, de reanimação, neonatologia aparelhos de diagnósticos, incubadores, camas, central de oxigênio com alimentação á distancia, equipamentos modernos para sala de emergência médica, entre outros, doados hoje pelo Reino de Marrocos.

 O acto de entrega do referido donativo contou com a presença do ministro da Defesa Nacional, do Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas e as representações diplomáticas de Portugal e Senegal.

Na ocasião, o Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, Biague Na N´tan elogiou a cooperação com o Marrocos que, segundo disse,  em pouco tempo  está a dar os seus frutos. 

“Atualmente, temos médicos do Hospital Militar que estão a receber formação nesse país e  quando voltarem vão encontrar  materiais para os seus trabalhos. Brevemente, enviaremos cerca de 16 estudantes na área de saúde para aquele país”, afirmou Biague Na N´tam.

Disse que a dinâmica e capacidade de fazer melhor deve prevalecer nas Forças Armadas e para todo o ramo das forças armadas inclusive no Hospital Militar.

Pediu aos técnicos de saúde para amarem a sua profissão e conservarem os materiais recebidos, bem como  animarem os pacientes, acrescentando que deseja que o Hospital Militar seja uma prioridade para as Forças Armadas e ao povo guineense em geral.

Por seu turno, o ministro da Defesa Nacional, Eduardo Costa Sanhá congratulou-se com o trabalho desenvolvido pela equipa de técnicos marroquinos que  instalaram os equipamentos no hospital.

Disse ainda que as Forças Armadas do país encontram-se num processo de transformação irreversível, garantindo que os militares estão a mudar para melhor servir o  país e povo. 

ANG/DMG/ÂC//SG

Infraestruturas




Bissau,17 Ago 18 (ANG) - As obras de construção de uma autoestrada na Guiné-Bissau, orçadas em 16,5 milhões de dólares com financiamento da República Popular da China, deverão iniciar-se brevemente, segundo um comunicado do Ministério das Obras Públicas, Construções e Urbanismo divulgado terça-feira em Bissau.

O documento refere que o titular da pasta, Óscar Barbosa e o embaixador da China no país, Jin Hongjun, mantiveram um encontro onde entre outros assuntos convergiram na necessidade de dar início aos trabalhos deste projeto que vai ligar Bissau à localidade de Safim, a cerca de 15 quilómetros de distância a norte da capital.

A nota adianta que as duas partes falaram dos trabalhos preliminares que deverão ser feitos, nomeadamente a identificação das propriedades e residências que serão afetadas ao longo do troço e  do valor das respectivas indemnizações.

Os trabalhos serão levadas a cabo por empresas da China e contarão com a mão-de-obra local, diz o comunicado de imprensa que, no entanto, não precisou a data exata do início dos trabalhos.

A autoestrada em causa, “uma obra de engenharia moderna”, segundo o antigo embaixador da China na Guiné-Bissau, Wang Hua, terá três faixas de rodagem em cada um dos sentidos e iluminação própria.

 ANG/Macauhub