Caju/País já exportou 37 mil toneladas de castanha
Bissau, 19 Jun 26 (ANG) – O
Presidente da Associação dos Intermediários de Negócios da Guiné-Bissau(AIN-GB)
disse hoje que, até ao momento em que falava , a Guiné-Bissau já havia exportado
37 mil toneladas da castanha de caju, das 200 mil já armazenadas em Bissau.
Aquele responsável disse
que, até ao momento, já foram declaradas 70 mil toneladas prontas para a
exportação, realçando que a previsão total de exportação para a campanha 2026 é
de 200 mil toneladas.
“De acordo com os dados das
Delegacias Regionais do Comércio, foram
registadas cerca de 25 mil toneladas da castanha nos armazéns nas regiões e
apesar do medo de haver pouca produção este ano registado no iniciou da campanha, em certas zonas já ultrapassamos
a espectativas do Governo”, disse.
O presidente da Associação
dos Intermediários de Negócios admite que, mesmo com a queda de produção , o
país vai atingir uma quantidade superior
aos 200 mil toneladas. ”Isso significa que
quando houver boa produção, a capacidade produtiva pode atingir 400 mil
toneladas”, disse.
Sambú pede ao Governo para
cumprir na íntegra os diplomas que
regulamentam atividades de comercialização deste produto estratégico.
Por seu turno, o ministro do
Comércio e Indústria, Jaimentino Có
realçou a importância do encontro que visa entre outros objetivos, harmonizar
os dados das diferentes instituições que
trabalham na fileira de caju, durante o processo da campanha, nomeadamente, o
Ministério do Comércio, das Finanças, da Agricultura e outras.
Có disse que a campanha está
a correr muito bem até ao momento, apesar de reconhecer a necessidade de se
melhorar alguns aspectos sobretudo a
fiscalização junto às fronteiras terrestres, para estancar a fuga da castanha
para os países vizinhos.
“Há fenómenos que fujam ao
nosso controlo: casos da má colheita, alterações climáticas e outros. Mas o que
podemos fazer, casos de contrabando e
outros comportamentos que vão pôr em causa as metas estipuladas, temos
que atuar com mão dura”, disse o ministro.
Jaimentino Có declarou que não há marcha atrás no processo da
castanha, e segundo explicou, as castanhas que estão nos armazéns, por exemplo,
em Bula, não podem ser retiradas para Ingoré, São Domingos, frisando que, quem
desafiar, será punido conforme a lei, e os meios de transporte que utilizou
para contrabando será confiscado. ANG/MSC/ÂC//SG









