sexta-feira, 22 de maio de 2026

Ambiente/IBAP assinala dia Mundial da Biodiversidade com promoção de palestra envolvendo estudantes universitário

Bissau, 22 Mai 26 (ANG) – O Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP), promoveu hoje uma palestra com os estudantes Universitários sob o lema, “Agir Localmente Para um Impacto Global”., para assinalar o 22 de Maio,  dia Mundial da Biodiversidade.

“Os 22 anos da existência do IBAP foram bastante positivos, porque tivemos uma evolução significativa, contando sempre com o apoio do Governo, no cumprimento da nossa missão”, descreveu Aissa Regala de Barros, em declarações à imprensa.

Acrescentou que  apesar de várias conquistas alcançadas neste setor, o IBAP também enfrenta  problemas  de sustentabilidade financeira. “ Mais de 90 por centos dos funcionários são  cobertos pela Função Pública”, disse.

Outra dificuldade apontada pela Aissa Regala tem a ver com a mudança de geração de funcionários, devido o aproximar do período de aposentação da maioria dos seus funcionários da instituição.

A DG do IBAP referiu que ao nível mundial, a situação  da biodiversidade não está favorável, por isso, a IBAP procura sempre transmitir  mensagens de proteção do ambiente, em cada ano que celebra, o dia Mundial da Biodiversidade.

No que tem a ver com as áreas protegidas, Aissa  disse que apesar de muitas dificuldades enfrentadas neste domínio, o IBAP, até então continua a trabalhar com determinação, para manter a proteção das áreas e espécies ameaçadas.

O IBAP envolveu este ano quatro Universidades de Bissau nas celebrações do dia Mundial  da Biodiversidade. ANG/LLA//SG

         

Sociedade /Primeiro-ministro diz  que a estabilidade e o futuro da Guiné-Bissau dependem da capacidade do país de colocar a juventude no centro das políticas públicas

Bissau, 22  Mai 26(ANG)  – O Primeiro-ministro  disse, esta sexta-feira, que a estabilidade política,  paz social e o desenvolvimento nacional dependem, diretamente, da capacidade do país de colocar  a juventude no centro das políticas públicas, seja na  economia assim como na   governação.

Ilídio Vieira Té falava na abertura oficial do “Diálogo Nacional da Juventude e Governo de Transição”, promovido pela Rede Nacional das Associações Juvenis (RENAJ), e que reúne, em Bissau, cerca de 500 jovens provenientes de diferentes regiões do país.

O chefe do Governo apontou a  mobilização juvenil evidenciada no encontro como prova de que “a juventude guineense não quer ser apenas espectadora da história nacional mas também participante ativa na  construção do futuro da Guiné-Bissau”.

 Vieira Té reconheceu que os jovens continuam a enfrentar enormes desafios estruturais, entre os quais o desemprego, a  falta de oportunidades, as dificuldades de acesso à educação de qualidade e à formação profissional, bem como a limitada participação em instâncias de  decisão.

“Ignorar estas dificuldades representa um risco para o futuro do país. Um país que abandona a sua juventude está, na prática, a comprometer o seu próprio futuro”, advertiu.

O Chefe do Executivo disse ainda  que a estabilidade nacional não poderá ser alcançada apenas através de entendimentos políticos, sublinhando que “a verdadeira estabilidade constrói-se quando os jovens acreditam no país, sentem que têm futuro e encontram oportunidades para trabalhar, estudar, empreender e viver com dignidade.

Té prometeu  analisar, “com seriedade”, as conclusões que vão sair desse diálogo para, progressivamente,  transformá-las em instrumentos de políticas públicas.

Disse  que nenhum Governo conseguirá, sozinho, resolver todos os problemas da juventude, e que, para o efeito, pede  um esforço colectivos, envolvendo famílias, escolas, organizações juvenis, autoridades religiosas e tradicionais, setor privado, parceiros internacionais e a própria juventude.

O também ministro das Finanças  apelou aos jovens para continuarem a defender a paz, o diálogo, a unidade nacional e os valores democráticos, e para que rejeitem  qualquer forma de violência ou divisão política, étnica ou religiosa.

“A juventude deve ser a principal força de reconciliação, modernização e transformação positiva da Guiné-Bissau”, afirmou.

O presidente da RENAJ Abulai Djaura, por sua vez, destacou a importância do Dialogo Nacional da Juventude com o Governo.

“Compreendemos que, independentemente de cada um estar a trabalhar no seu lado, é preciso que as autoridades nacionais interagissem com os jovens, porque existem muitos problemas no país, entre os quais o emprego jovem, promoção de empreendedorismo,  a emigração por várias razões,  e percebemos que é necessário haver uma interação entre gerações”, disse o líder da juventude guineense.

Acrescentou que é por isso que a RENAJ decidiu organizar este encontro, para debater os problemas que a juventude guineense enfrenta.

Abulai Djaura disse esperar que no final do encontro saísse recomendações que vão permitir a continuidade do dialogo entre os jovens e o Governo, assim como com a comunidade internacional, para a resolução dos problemas que afetam a juventude guineense.

Pede realização de concursos públicos para entrada na Administração Pública, a  descentralização da administração, para a redução do êxodo de jovens das regiões para Bissau, local onde há mais oportunidades.

O “Diálogo Nacional da Juventude e Governo de Transição” deve decorrer entre 22 e 23 de Maio e visa a produção de  um documento consolidado de recomendações políticas destinadas a reforçar a participação juvenil na governação e na construção da estabilidade nacional. ANG/LPG//SG

 China/Shenzhen, vila de pescadores, se tornou a capital mundial dos drones

Bissau, 22 Mai 26 (ANG) - Enquanto os drones se tornaram uma ferramenta indispensável na sociedade moderna, a China confirma sua liderança nesse setor.

Shenzhen é o coração dessa indústria emergente, representada na 10ª edição de um congresso mundial que tem início nesta quinta-feira (21). Mais de 1200 empresas de centenas de países participam apresentando seus produtos. 

É difícil acreditar que há menos de 50 anos Shenzhen ainda era uma vila de pescadores perto de Hong Kong. A política de abertura sob a presidência de Deng Xiaoping permitiu transformá‑la em uma das primeiras zonas económicas especiais.

Em um território onde tudo precisava ser construído, a cidade desenvolveu sua própria cadeia de inovação. Durante anos, atraiu capitais e tecnologias do Ocidente e hoje é um ator central na competição estratégica entre grandes potências.

Na quinta-feira, russos em busca de interceptadores de drones se misturavam a empreendedores atentos às mais recentes tecnologias industriais. Aviões e veículos não tripulados de todos os tamanhos, dispositivos de detecção com antenas e sistemas anti interferência dignos de filmes de ficção científica estavam expostos na abertura do Congresso Mundial de Drones.

A supremacia das empresas chinesas se impõe em novos setores, da agricultura às infraestruturas, passando pelos equipamentos militares. Um desses exemplos é a DJI, criada em Shenzhen em 2006, domina o mercado mundial de drones comerciais com uma participação próxima de 80%.

 

 A empresa também representa mais da metade do mercado de softwares de aplicação ligados aos drones. Os drones são um símbolo importante do crescimento de Shenzhen, que se tornou o "Vale do Silício chinês.

 

Os aparelhos que voam em alta altitude dependem de pequenos ímãs potentes e outros componentes cruciais amplamente disponíveis no ecossistema industrial chinês, sem equivalente em eficiência e variedade em outros lugares.

“Quando você precisa de um componente, tem centenas de opções diferentes (na China)”, declarou um expositor, Javier Balaguer, da empresa espanhola de consultoria e serviços Applus+ Laboratories. “Se você tem acesso direto” a esses produtos, “tudo fica muito mais fácil”, disse à AFP esse especialista em drones.

No entanto, a importância que os drones assumiram na guerra na Ucrânia também desperta preocupações. Pequim afirma apoiar o uso civil da tecnologia de drones e ter implementado controles de exportação para evitar a proliferação de armas.

 

 No entanto, o duplo uso de tecnologias comerciais e militares cria uma zona cinzenta difícil de controlar além das fronteiras.

A AFP conversou com três ucranianos, um dos quais destacou que a tecnologia de drones se tornou “uma necessidade diária” desde o início da guerra.

 

“A China domina toda a cadeia de suprimentos”, especialmente a “das peças magnéticas difíceis de encontrar na Ucrânia”, afirmou um deles, que preferiu não se identificar.

 

A AFP encontrou nesta quinta‑feira participantes estrangeiros vindos da União Europeia, do Oriente Médio e do Sudeste Asiático, atraídos pela expertise de Shenzhen em áreas tão diversas quanto manutenção de infraestruturas, vigilância aérea ou monitoramento de corridas automobilísticas.

Os organizadores anunciaram que esperam 150 mil visitantes este ano. Balaguer, da Applus+ Laboratories, disse à AFP que percebeu que a dimensão do evento explodiu nos últimos três anos. Segundo ele, a nova tendência deste ano é a tecnologia antidrones.

A diretora‑geral da empresa chinesa Yinyan General Aviation, Wu Yingjie, explicou que seu trabalho consiste em implantar “contra medidas antidrones” ao longo da fronteira chinesa.

A empresa de Wu está sediada na cidade de Nanning (sudoeste), a menos de 150 quilômetros da fronteira com o Vietnã. As tecnologias de contramedidas são usadas para detecção, reconhecimento e combate a voos não autorizados, acrescentou.

“Foi por causa da guerra na Ucrânia que o mundo descobriu a indústria de contramedidas  antidrones”, afirmou. ANG/RFI / AFP

Cooperação/Japão e UNICEF disponibilizam 720 mil dólares para apoiar crianças afetadas pela crise climática na Guiné-Bissau

Bissau, 22 Mai (ANG) - O Governo do Japão e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciaram um novo programa avaliado em 720 mil dólares americanos, equivalente a mais de 430 milhões de francos CFA, destinado a reforçar o acesso à educação, água, saneamento, higiene e nutrição de emergência, pelas crianças afetadas pela crise climática na Guiné-Bissau.

A iniciativa, segundo um comunicado à imprensa da UNICEF, à que a ANG teve acesso hoje, apresentada em Bissau, vai beneficiar cerca de 184 mil crianças e mais de 238 mil membros das comunidades nas regiões de Bafatá e Oio, ao longo dos próximos 12 meses.

Segundo o UNICEF, a Guiné-Bissau ocupa atualmente a quarta posição mundial no Índice de Risco Climático para Crianças, figurando entre os países onde os menores enfrentam riscos extremamente elevados devido às alterações climáticas.

Segundo o comunicado, fenómenos recentes, como chuvas intensas, inundações e ventos fortes, provocaram danos em escolas, destruíram infraestruturas de água e saneamento e agravaram o risco de malnutrição infantil.

O representante do UNICEF na Guiné-Bissau, Inoussa Kabore, considerou que o apoio do Governo japonês chega num momento decisivo, sublinhando que os choques climáticos agravaram as desigualdades na educação, nutrição e saúde.

Kabore disse que o financiamento permitirá garantir escolas mais seguras, acesso à água potável e serviços nutricionais essenciais para milhares de crianças.

No setor da educação, o programa prevê a reabilitação de seis escolas afetadas pelas inundações, beneficiando cerca de 2.500 alunos.

O comunicado refere que as infraestruturas serão adaptadas para resistir melhor aos impactos climáticos e incluirão instalações sanitárias separadas por sexo, com condições adequadas para higiene menstrual, promovendo maior inclusão e segurança para as raparigas.

Também será promovida formação em gestão de emergências para conselhos escolares, reforçando a capacidade de resposta à futuras crises.

Na componente de água, saneamento e higiene, cerca de 60 comunidades participarão em avaliações participativas para redução do risco de desastres, com identificação de vulnerabilidades e elaboração de mapas comunitários de risco.

O programa inclui ainda a distribuição de kits de higiene de emergência em escolas e comunidades para reforçar a preparação em situações de crise.

No domínio da nutrição, mais de 15 mil crianças, sobretudo menores de cinco anos e em idade escolar, terão acesso a rastreio nutricional, prevenção e tratamento da malnutrição, incluindo desparasitação, suplementação alimentar, aconselhamento e medicamentos essenciais.

Dados apresentados pelo UNICEF indicam que 28 por cento das crianças menores de cinco anos sofrem de atraso no crescimento, enquanto que 53 por cento vivem em situação de pobreza alimentar severa.

Além das intervenções directas, UNICEF apoiará as comunidades na elaboração de planos locais de ação climática, com foco na proteção das fontes de água e na promoção de práticas ecológicas que reduzam a vulnerabilidade a futuros choques ambientais.

O Embaixador do Japão para o Senegal e Guiné-Bissau, Takeshi Akamatsu, disse que o apoio reflete o compromisso do Japão com a proteção das crianças em contextos vulneráveis e com o fortalecimento da resiliência das comunidades.

A contribuição japonesa está alinhada com os  compromissos internacionais assumidos pelo país no âmbito da Cimeira do G7 de Hiroshima, da TICAD 9 e do Quadro de Sendai para a Redução do Risco de Desastres.

ANG/LPG//SG

 Cultura / Odete Semedo recomenda leitura de obras literárias no Fórum UNESP inclusive  para compreender a Guiné-Bissau

Bissau, 22 Mai 26 (ANG) - A escritora guineense Odete Costa Semedo recomenda leitura de  obras literárias  na sua intervenção no âmbito do Fórum da Universidade Estadual Paulista (UNESP) 50 Anos e da 8.ª Feira do Livro  desta instituição académica, um dos maiores encontros culturais e académicos do Brasil.

Segundo as informações publicadas no portal cultural, “Guigui”, o evento decorreu no Memorial da América Latina, em São Paulo, e reuniu escritores, investigadores e personalidades internacionais ligadas à literatura, ciência e cultura, contando com a participação de mais de 200 editoras e descontos mínimos de 50 por cento em livros.

 Na sua intervenção, Odete Semedo destacou a obra “A Última Tragédia”, do escritor guineense Abdulai Silá, que classificou de um “clássico da literatura da Guiné-Bissau” e sublinhou a sua importância para a compreensão da sociedade e da realidade do país.

A autora recomendou a leitura do livro “A Vida Verdadeira” de Domingos Xavier, de José Luandino Vieira, considerando a leitura dessa obra especialmente pertinente face ao momento atual vivido pela Guiné-Bissau, pela sua forte mensagem de consciência social, resistência e reflexão política.

Questionada sobre obras que ajudam a pensar e repensar a relação com a língua portuguesa, Odete Semedo apontou  o seu livro “As Mandjuandadi”, que enaltece a importância da língua e da identidade cultural africana na construção do pensamento contemporâneo.

O Fórum Unesp 50 Anos integrou um amplo debate internacional sobre literatura, cultura e língua portuguesa.

O evento contou também com a participação de outras figuras de destaque, entre elas José Eduardo Agualusa, Ailton Krenak e o vencedor do Prémio Nobel da Literatura Mo Yan. ANG/LPG//SG

            EUA/ FMI defende novo modelo de crescimento para África

Bissau, 22 Mai 26 (ANG) – O Fundo Monetário Internacional (FMI) defendeu na quinta-feira um novo modelo de crescimento para a África, baseado em investimento privado e reformas estruturais, em um contexto global marcado pela redução da margem orçamentária.

Em uma análise intitulada "A África precisa de um novo começo em termos de crescimento", a instituição financeira internacional considera que o modelo de crescimento impulsionado principalmente pelo investimento público está agora mostrando suas limitações, em um contexto de dívida elevada, custos de empréstimo crescentes e ajuda externa decrescente.

"Com a deterioração da situação global e a redução da margem de manobra política, a região precisa de um novo modelo de crescimento que atraia investimento privado, impulsione a produtividade e crie empregos de melhor qualidade para uma força de trabalho jovem em rápida expansão", enfatiza o Fundo.

A análise se concentra mais especificamente na África Subsaariana, onde o FMI acredita que o ritmo atual de crescimento continua insuficiente para permitir uma melhoria significativa nos padrões de vida.

Nesse contexto, o FMI defende uma reorientação gradual do modelo econômico regional, em favor de um crescimento impulsionado mais pelo investimento privado, ganhos de produtividade e criação de empregos, do que apenas por gastos públicos.

A instituição sediada em Washington também destaca a importância de reformar as empresas públicas, particularmente nos setores de energia e transporte, argumentando que tarifas artificialmente mantidas abaixo dos custos reais enfraquecem a capacidade de investimento e penalizam a qualidade dos serviços.ANG/Faapa

 

 Dia Mundial das Abelhas/ “Extinção de abelhas no mundo, constituiria risco para sobrevivência humana no planeta”, diz perito guineense

Por Queba Coma - Correspondente da ANG em Portugal”

Lisboa, 22 Mai 26 (ANG) O Engenheiro guineense de Apicultura disse que se as abelhas se extinguirem no mundo a sobrevivência humana no planeta terra estará em risco.


 Adolfo Gomes Sá, falava em entrevista ao Correspondente da ANG em Portugal, no âmbito da comemoração, esta semana, do Dia Mundial das Abelhas sob o lema:” “Abelhas juntas pelas Pessoas e pelo Planeta – Uma Parceria que Sustenta Todos Nós”.

Sá sustenta que,  para além da produção de mel, estes insectos desempenham um “papel muito importante” de polinização, ou seja, são responsáveis pela fecundação das células das flores femininas que, em consequência, resultam na obtenção de frutas que alimentam os seres humanos e outros animais, e na existência de outras plantas, essenciais para o equilíbrio do ecossistema.

“Sem esta ação fundamental das abelhas, os alimentos reduziriam drasticamente no mundo, dado que, apesar de não serem os únicos, são os principais polinizadores”, reforçou.

segundo Gomes Sá, há pensadores que afirmam que se as abelhas acabarem no mundo, a humanidade desaparecerá, passando apenas dez anos.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, as abelhas são essenciais para a produção de alimentos e meios de subsistência e ligam diretamente os ecossistemas selvagens aos sistemas de produção agrícola.

As estatísticas da Federação Internacional das Associação de Apicultores, indicam que  o declínio das populações de abelhas atinge níveis sem precedentes, com números recentes a apontarem para perdas superiores a 55% em colónias geridas nos últimos anos.

 “Como cerca de 75% da produção mundial de alimentos depende destes polinizadores, este desaparecimento ameaça diretamente a biodiversidade e a estabilidade económica e agrícola global”., refere  essas estatísticas.

Adolfo Gomes Sã disse que está redução das abelhas no mundo tem como principais causas, a perda do habitat, as alterações climáticas, o uso de pesticidas e as doenças.

Informações das instituições especializadas dão conta de que  a China é o maior produtor mundial do mel no mundo, seguida da Turquia e Irão.

Nos países da expressão portuguesa, o Brasil lidera e ocupa o sétimo lugar a nível global.

Em áfrica, a Etiópia se coloca na primeira posição e, no plano mundial, está na décima posição. 

O Dia Mundial das Abelhas, 20 de Maio, foi instituído em Dezembro de 2017 pelas Nações Unidas, na sequência da proposta apresentada pelo governo da Eslovênia, em homenagem ao cidadão deste país, Anton Jansa, considerado o pioneiro da apicultura moderna. FIM/QC//SG

Índia/ Governo adia cimeira com a África devido à epidemia de ébola no Congo e Uganda

 

Bissau, 22 Mai 26 (ANG) - A Índia e a União Africana adiaram uma cimeira prevista para a próxima semana em Nova Deli, devido à epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) e Uganda, com 139 mortes associadas e 600 casos suspeitos.


"Considerando a situação sanitária no continente. Ambas as partes concordaram que seria preferível realizar a quarta cimeira Índia-África numa data posterior", anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Índia num comunicado.

 

A cimeira do Fórum Índia-África estava programada para ocorrer na capital da Índia, Nova Deli, entre 28 e 31 de Maio.

 

O Governo indiano afirmou ainda estar pronto “para contribuir com os esforços liderados pelos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças para lidar com a evolução da situação de saúde”.

 

O Aeroporto Internacional de Nova Deli emitiu hoje um alerta de saúde para os passageiros que chegam ao país vindos da RDCongo e dos países vizinhos Uganda, onde há uma morte confirmada e casos suspeitos, e Sudão do Sul, com um caso confirmado.

 

As autoridades, que enfatizaram a importância de “continuar a cooperação para fortalecer a preparação e a capacidade de resposta em saúde pública em todo o continente”, indicaram que novas datas para a cimeira serão definidas posteriormente.

 

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) acionou no domingo um alerta sanitário internacional para enfrentar a epidemia de Ébola, declarada inicialmente na RDCongo, país da África Central, vizinho de Angola, com mais de 100 milhões de habitantes, onde as províncias orientais, de difícil acesso por estrada, são afetadas e assoladas pela violência de grupos armados.

 

Segundo a OMS, há 139 mortes até hoje associadas a esta epidemia de Ébola entre quase 600 casos prováveis e a propagação pode ser rápida, embora o risco de uma pandemia seja considerado “baixo”.

 

Dois casos suspeitos, incluindo uma morte, foram reportados no Uganda e um outro foi confirmado no Sudão do Sul.

As autoridades de saúde acreditam que o surto no país africano começou há semanas e afirmam que ainda não identificaram a fonte.

 

A RDCongo é regularmente afetada por epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas. ANG/Inforpress/Lusa

 

 

    República da Guiné/ Preços de carneiros disparam nas vésperas de Tabaski

 Bissau, 22 Mai 26 (ANG) – Poucas semanas antes do festival Tabaski, os preços dos animais para sacrifício estão subindo acentuadamente nos mercados de gado de Kindia, particularmente no mercado Caravansérail.

Segundo diversos vendedores entrevistados no local, os preços dos carneiros locais este ano variam entre 3 e 4 milhões de francos guineenses, enquanto os animais importados de países vizinhos ultrapassam regularmente os 4 milhões de francos guineenses. 

O gado é oferecido por valores entre 5 e 12,5 milhões de francos guineenses, dependendo do seu tamanho. 

Profissionais do setor atribuem esse aumento a uma diminuição na oferta relacionada a doenças animais que afetaram diversos rebanhos nos últimos meses.

“Muitos agricultores sofreram perdas significativas devido às epizootias. Isso levou à escassez de gado nos mercados”, disse Mamadouba Sylla, presidente da associação local de vendedores de gado. 

A essa situação somam-se o aumento dos custos de transporte, a alta dos preços de compra nas áreas de criação de gado, bem como os diversos impostos aplicados ao longo dos circuitos comerciais, segundo os comerciantes. 

O fornecimento de produtos do Mali, geralmente significativo na preparação para o Festival de Tabaski, também é interrompido pela insegurança ligada ao conflito naquele país vizinho, reduzindo assim as importações e aumentando a pressão sobre o mercado local.

Os vendedores também denunciam as dificuldades logísticas do mercado Caravansérail, marcado pela falta de infraestrutura básica, incluindo acesso à água e áreas de alimentação para o gado. 

Diante do aumento dos preços, muitos moradores de Kindia dizem que estão mudando seus hábitos com a aproximação do feriado. Algumas famílias estão considerando comprar gado em grandes quantidades, enquanto outras preferem esperar até os últimos dias antes do Tabaski, na esperança de preços mais baixos. ANG/Faapa


França/Airbus e Air France  condenadas à pena máxima pelo acidente do voo Rio‑Paris

Bissau, 22 Mai 26 (ANG) - O Tribunal de Apelação de Paris anunciou  quinta‑feira (21) que a Airbus e a Air France foram condenadas em segunda instância à pena máxima ao término do julgamento sobre o acidente do voo Rio‑Paris. A decisão sai 17 anos após a catástrofe.

Airbus e Air France eram julgadas como pessoas jurídicas por homicídio culposo após o acidente, em 2009, do voo Air France AF447, que tirou a vida de 228 passageiros e membros da tripulação. As duas empresas foram declaradas “únicas e totalmente responsáveis” pelo acidente mais mortal da aviação francesa.

Airbus e Air France, que haviam sido absolvidas em primeira instância e negavam qualquer culpa penal, foram condenadas à pena máxima de € 225 mil de multa, cerca de R$ 1,3 milhão na cotação atual. 

O Sindicato Nacional dos Pilotos de Linha (SNPL) celebrou a decisão e considera que a decisão reconhece falhas sistémicas ignoradas por muito tempo, como problemas nas sondas Pitot, falhas na comunicação de segurança e na formação das tripulações. Para o SNPL, o acidente não pode ser atribuído apenas aos pilotos, mas a um conjunto de responsabilidades técnicas e organizacionais.

O veredito, segundo o sindicato, deve reforçar a cultura de segurança aérea baseada em transparência, prevenção e responsabilidade compartilhada.

Em 1º de Junho de 2009, o Airbus A330 operando o voo AF447 entre Rio de Janeiro e Paris, desapareceu no Atlântico, na costa brasileira, com 216 passageiros de 33 nacionalidades, entre eles 61 franceses, 57 brasileiros e 26 alemães. A tripulação de 12 membros era composta por 11 franceses e 1 brasileiro.

 

O acidente foi o mais mortal da história da Air France. Em 2 de Junho de 2009, destroços do avião foram encontrados no mar, perto do Equador. 

Em 5 de Junho, uma investigação judicial foi aberta em Paris por “homicídios culposos”. O BEA (Bureau d’Enquêtes et d’Analyses - Escritório de Investigações e Análises) anunciou que o avião enviou 24 mensagens automáticas de anomalias em quatro minutos, revelando, entre outras coisas, “uma incoerência nas velocidades medidas” pelas sondas Pitot, dispositivo que determina a velocidade da aeronave.

Em 9 de Junho, a Air France anunciou a substituição das sondas Pitot dos A330 e A340. Em 2 de Julho, um primeiro relatório do BEA indicou que as falhas dessas sondas, fabricadas pela empresa francesa Thales, são “um elemento, mas não a causa” do acidente.

Nos dias 17 e 18 de Março de 2011, Airbus e Air France foram formalmente indiciadas por homicídios culposos. Após nova fase de buscas, parte da fuselagem foi localizada em 2 de Abril. Nos dias 1º e 2 de Maio, as duas caixas‑pretas foram recuperadas. Em 7 de Junho, conclui-se a operação de resgate: 154 corpos foram recuperados.

Em 28 de Julho de 2011, famílias de vítimas alemãs acusaram o BEA de favorecer a hipótese de erro de pilotagem. No dia seguinte, o BEA identificou falhas dos pilotos em um novo relatório. 

Em 4 de Julho de 2012, o relatório dos peritos judiciais concluiu que houve uma combinação de erros humanos e falhas técnicas. Em 5 de Julho, o relatório final do BEA concluiu que houve “obstrução das sondas de velocidade Pitot e não reconhecimento do estol” pelos pilotos.

Em 30 de Abril de 2014, um grupo de cinco contra‑peritos designados pelos juízes afirmou que a catástrofe aconteceu por “uma reação inadequada da tripulação após a perda momentânea das indicações de velocidade”.

Uma nova contra‑expertise, ordenada pela Justiça e divulgada em 20 de Dezembro de 2017, estabeleceu que a “causa direta” do acidente resultou de ações inadequadas em pilotagem manual.

O relatório provocou indignação entre as famílias. “É sempre culpa dos pilotos, que não estão aqui para se defender”, declarou Danièle Lamy, presidente da associação de vítimas Entraide et solidarité AF447.

Em 17 de Julho de 2019, o Ministério Público de Paris pediu um novo julgamento para a Air France, apontando “negligência” e “imprudência”, mas considerou que não há provas suficientes contra a Airbus.

Em 1º de Setembro, um relatório inédito entregue pelas famílias afirmou que a Airbus conhecia desde 2004 as fragilidades das sondas de velocidade. Mesmo assim, os juízes de instrução decretaram arquivamento geral para Airbus e Air France, mas o Ministério Público recorreu.

Em 12 de Maio de 2021, a Corte de Apelação de Paris decidiu que Airbus e Air France seriam julgadas por homicídios culposos. Um recurso à Corte de Cassação foi rejeitado.

O julgamento começou em 10 de Outubro de 2022 e, em 17 de Abril de 2023,o tribunal absolveu as duas empresas afirmando que, embora “imprudências” e “negligências” tenham ocorrido, “nenhum nexo causal certo” com o acidente pôde ser demonstrado.

O Ministério Público recorreu novamente. O segundo julgamento começou em 29 de Setembro de 2025 e, quase dois meses depois, o Ministério Público requereu a condenação das duas empresas, com a decisão anunciada hoje.

ANG/RFI/AFP

 

 Ambiente/ Organização de Defesa de Zonas Húmidas diz que cerca de 50 abutres descobertos em Mansoa foram envenenados 

Bissau, 22 Mai 26 (ANG) – A Organização de Defesa de Zonas Húmidas (ODZH) declarou esta sexta-feira que os cerca de 50  Abutres mortos em Mansoa, região de Oio, foram envenenados.

A revelação foi feita pelo vice-presidente da ODZH, Joãozinho Sá, na  página de Facebook da organização.

 disse que as carcaças dos abutres foram encontrados sem cabeças e  que o ato constitui um “crime ambiental”.

Advertiu que, se as carcaças não forem retiradas da bolanha, o mais rápido possível, o cair das chuvas pode levar a proliferação do veneno.

Segundo Sá, a confirmação do envenenamento dos 50 abutres fora feita por uma missão da ODZH que se deslocou a bolanha de Cussana, e Mansoa.

Em Mansoa acredita-se que a mortes desses abutres possam estar relacionadas à  rituais tradicionais .

Para além dos 50 há informações de que algumas carcaças estão submersas nas plantações.

“Os abutres desempenham um papel fundamental no equilíbrio ecológico, contribuindo para a limpeza do ambiente e prevenção de doenças através da eliminação de animais mortos na natureza. A morte destas espécies representa, por isso, uma séria ameaça para a biodiversidade e saúde ambiental”, lê-se na página da ODZH.

A ODZH condena a prática , apela às autoridades competentes para que  tomem medidas urgentes de investigação para a responsabilização dos seus autores.

ANG/JD//SG

Dia de África/Bissau acolhe Festival Internacional de Cinema Africano “Allons au Cinema” (FIFAC)

 Bissau, 22 Mai 26 (ANG) -A Guiné-Bissau vai acolher o Festival Internacional de Cinema Africano “Allons au Cinema” (FIFAC) no âmbito de comemoração do Dia de África (25 de Maio), anunciou o Centro Cultural Franco-Bissau-Guineense(CCFBG), na sua página de Facebook.

Durante uma semana de festival que vai ser realizado no CCFBG serão exibidos filmes de autores do Senegal, Tunísia, Togo, Benim, Camarões, Argélia, Marrocos, Portugal e Guiné-Bissau.

 “Apresentação dos filmes de diferentes países africanos irão dar vida a uma programação intensa feita de ficções, documentários, animação, debates, encontros profissionais e ateliers dedicados ao audiovisual africano contemporâneo”, refere a página deste centro.

A mesma comunicação do CCFBG refere que se trata de  uma celebração das histórias africanas, das memórias do continente e da força criativa do cinema africano atual,  que após as ações realizadas no Benim e Gabão prossegue a sua dinâmica regional e instala-se este ano em Bissau, numa edição lançada simbolicamente no Dia de África.

“FIFAC é um festival itinerante dedicado à valorização do cinema africano, à formação em matéria de  cinema e do audiovisual e à criação de espaços de encontro entre realizadores, produtores, estudantes, jovens cineastas e públicos africanos”, refere.

O festival  é organizado pela SHRIMAN Production e pelo colectivos Cinema en Marche, em parceria com o Instituto de Cinema e Audiovisual da Guiné-Bissau (INCA) e o Centro Cultural Franco-Bissau-Guineense (CCFBG).

ANG/AALS//SG

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Saúde Pública/Ministro dos Recursos Naturais preocupado com a má situação de poços de água no país

Bissau, 21 Mai 26 (ANG) – O Ministro dos Recursos Naturais manifestou quarta-feira a sua preocupação sobre o que diz ser “má situação” em que se encontram os poços de água no país.


Júlio Baldé que falava na abertura da reunião do Grupo de Coordenação do Setor da Água, Saneamento e Higiene (GAS)  apela  a reabilitação de pelo menos 800 poços  para evitar o impacto negativo de uso de água imprópria para consumo  na vida  das pessoas.

Acrescentou que, se a  situação de abastecimento de água no país não for resolvida, a desigualdade no acesso à saúde e educação poderá se agravar nos próximos tempos.

De acordo com o Ministro, foi feito um diagnostico sobre a situação e chegou-se a conclusão de que cerca de 800 poços de água necessitam de  reabilitação, para evitar, não só os problemas de saúde na vida de população, mas também  na educação.

“O país enfrenta vários desafios neste setor, sobretudo no abastecimento de água potável para a população nas zonas rurais, que, até então, continuam a sofrer com a escassez”, disse o governante.

Júlio Baldé refere  que vive-se hoje num mundo em aquecimento global e constantes mudanças climáticas, e diz que esses flagelos estão a afetar, significativamente, a vida da população.

“Vivemos num país onde não há rede hidrológica, razão pela qual temos enormes desafios nesse setor”, disse o Ministro dos Recursos Naturais.

Para Sandra Martins, Representante adjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é fundamental que o setor da Água, Saneamento e Higiene seja bem coordenado, para garantir melhores condições de vida, e para o desenvolvimento das crianças guineenses.

Referiu que  o setor da Água, Saneamento e Higiene tem impacto direto na sobrevivência e no desenvolvimento das crianças no mundo inteiro.

Aquela responsável garantiu  que o PNUD  continuará a trabalhar de mãos dadas com o Governo da Guiné-Bissau para melhorar o acesso à água potável de qualidade. ANG/LLA//SG     

 

 Apicultura: Perito guineense recomenda ao governo criação de uma lei que regula o setor

Por Queba Coma - Correspondente da ANG em Portugal”

Lisboa, 21 Mai 26 (ANG) O Secretário Executivo da Plataforma Nacional de Apicultura recomenda ao Governo de Transição a criação de uma lei que regula o setor.


“Para que a Guiné-Bissau produza o mel em quantidades e qualidades competitivas com os países mais avançados no domínio, é fundamental que as autoridades criem legislação que balize o setor da apicultura, e uma instituição  para definir, coordenar e implementar políticas e estratégias viradas à  proteção de abelhas e produção de mel”, disse Adolfo Gomes Sá, em entrevista ao Correspondente da ANG em Portugal..

Gomes Sá falava no âmbito da celebração,  quarta-feira, do Dia Mundial das Abelhas, feita sob o lema: “Abelhas juntas pelas Pessoas e pelo Planeta – Uma Parceria que Sustenta Todos Nós”.

Este  técnico de apicultura ainda sugere a criação das  condições para organização, em termos de associações, de  diferentes intervenientes do setor, para que haja uma cadeia estruturada entre os grupos de interesses.

“Para além de apicultores, deve existir, por exemplo, classes de alfaiates treinados para confecionar os respetivos fatos (em vez de virem da República de Canadá), artesões para fabricar as ferramentas como fumigador, carpinteiros para construir as colmeias, até as categorias dos pesquisadores, comunicadores e comerciantes”, detalhou.

Abordado se a flora e as espécies das abelhas guineenses oferecem as condições naturais para a produção de mel em quantidade e  qualidade apreciáveis, o antigo Diretor do Projeto de Apoio à Apicultura na Região de Gabu (leste do país) afirmou que, não obstante os fenómenos negativos resultantes das mudanças climáticas, a Guiné-Bissau tem árvores, por exemplo, mangrofe (tarrafes), clima propício e  melhores abelhas para uma excelente produção de mel e derivados, tais como sabonete, creme ou vela. 

Contudo, aconselha aos apicultores a se modernizarem neste ramo de atividade, ou seja, a preferirem, por exemplo, as atuais colmeias “dandam africana” ou “langhorts”, em detrimento das atuais quenianas .

Questionado sobre estado do funcionamento da Plataforma Nacional da Apicultura da Guiné-Bissau, Sá  assegurou que a mesma está quase inoperacional , “devido a falta de sensibilidade ou desconhecimento dos sucessivos governantes que tutelaram a área, da importância do setor apícula para a segurança alimentar e o emprego de milhares de guineenses.

“Depois da criação e eleições dos órgãos da Plataforma em 2018, elaboramos um Plano de Ação que, entre outras ações, prevê o  levantamento, a nível nacional, das potencialidades do país para, de seguida, se elaborar um  projeto que será submetido à União Africana e União Europeia, para possível financiamento. Mas houve impedimento por parte das autoridades”, explicou.   

 Adolfo Gomes Sá afirma que, em média, um litro de mel custa 1500 Francos CFA, o preço que, diz, pode ser três vezes superior ao da castanha de caju, principal produto de exportação do país.

A República da Guiné-Bissau, país de clima tropical situado na Costa Ocidental de África, segundo este perito, tem a sua maior produção do mel nas regiões de Gabú e Bafatá, zona leste. FIM/QC//SG