quinta-feira, 26 de março de 2026

Transportes Terrestres/Segurança Rodoviária dá sinais de agravamento  com registo de  111 mortos em 2025

Bissau, 26 Mar 26(ANG) - O Presidente da Comissão Instaladora da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, Vençã Gomes Na Luak revelou que, em 2025, foram registadas 111 mortes, 342 feridos graves e 532 feridos ligeiros,  resultantes de acidentes de viação no país.

Em entrevista, quarta-feira à Rádio Jovem, Vençã Gomes Na Luak sublinhou  que  a situação de sinistralidade rodoviária na Guiné-Bissau continua a deteriorar-se, atingindo níveis  preocupantes .

“Dados recentes apontam para um aumento significativo, tanto no número de acidentes como de vítimas, colocando em risco a segurança pública e a integridade física dos cidadãos”, salientou..

Segundo a Rádio Jovem  dados oficiais da instituição, de 2024 revelam que foram registados 715 acidentes, dos quais resultaram 98 mortos, 278 feridos graves e 524 feridos ligeiros.

“Os dados oficiais demonstram uma evolução gritante da sinistralidade rodoviária no país, com aumento do número de vítimas mortais e feridos, o que reforça a necessidade urgente de medidas eficazes para travar esta tendência preocupante”, sublinhou o responsável.

As principais causas apontadas pelo responsável estão relacionadas com o fator humano, com destaque para o excesso de velocidade, o uso do telemóvel durante a condução, realização de manobras perigosas e também problemas estruturais, como o mau estado das estradas, falta de iluminação e de sinalização adequada, bem como deficiências mecânicas nos veículos, incluindo pneus desgastados, travões em más condições e sobrecarga.

Embora o responsável da instituição afirmara que o consumo de álcool seja reconhecido como um fator de risco, a ausência de meios técnicos eficazes de fiscalização dificulta a avaliação precisa do seu impacto nos acidentes rodoviários.


Perante o cenário, Vença Gomes Na Luak apelou aos condutores para o cumprimento rigoroso do Código da Estrada e à adoção de comportamentos responsáveis, defendendo ainda o reforço da fiscalização e a melhoria das infraestruturas rodoviárias como medidas essenciais para reduzir a sinistralidade e proteger vidas na Guiné-Bissau. ANG/Rádio Jovem

 

             China/Cidade de Kinshasa  acolhe Fórum de mídia China-RDC

Bissau, 26 Mar 26 (ANG) - O Fórum  Mídia China-República Democrática do Congo (RDC) decorreu , quarta-feira, em Kinshasa, capital da RDC, sob o tema "Modernização Chinesa e Caminho de Desenvolvimento da RDC.

Segundo a agência Xinhua, a  iniciativa serviu para
a exploração conjunta de novo caminhos de benefício mútuo e cooperação Ganha-Ganha.

 O fórum juntou cerca de 250 políticos, representantes da média e líderes empresariais dos dois países.

Num discurso em vídeo exibido na cerimónia de abertura, Fu Hua, presidente da Agência de Notícias Xinhua(Xinhua), destacou que este ano marca o 70° aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre a China e países africanos, bem como o Ano de Intercâmbios Interpessoais China-África.

Disse que a Xinhua aproveitará o fórum como uma oportunidade para trabalhar com colegas da mídia da RDC, para interpretar melhor o plano elaborado pelos líderes dos dois  países.

Declarou  que este órgão de comunicação social da República Popular da China  pretende contar histórias envolventes da cooperação bilateral, estudar questões prospetivas e estratégicas relacionadas ao desenvolvimento China-África, para além de organizar atividades de intercâmbio, tais como o Fórum de Midia e Think Tank do Sul Global.

“Esses esforços fortalecerão a representação e a voz de ambos os países no sistema de governança multilateral e injetarão uma força espiritual mais vibrante no desenvolvimento estável e sustentável da cooperação China-África”, disse Fu Hua.

O Vice-primeiro-ministro e ministro da Economia Nacional da RDC, Daniel Mukoko Samba disse que as relações de longa data entre a China e a RDC têm-se desenvolvido continuamente com base na cooperação e na amizade.

“A cooperação Africa-China tem fornecido importante apoio ao desenvolvimento do continente africano”, acrescentou.

Mukoko destacou que a mídia desempenha um papel de ponte, ajudando a fortalecer o entendimento mútuo entre os dois povos e a aprofundar a cooperação China-RDC.

Para Patrick Muyaya, ministro da Comunicação e Mídia da RDC e porta-voz do Governo,  o fórum marca um novo passo na cooperação mediática entre a RDC e a China.

Muyaya pediu à ambos os lados que aprofundassem a cooperação institucional, e  explorassem a aplicação de novas tecnologias, a transformação digital e inteligência artificial, na divulgação de notícias.

O dirigente da RDC pediu que sejam realizados  esforços conjuntos para enfrentar o desafio das notícias falsas e impulsionar, continuamente, as relações bilaterais.

O Diretor-geral da Agência de Notícias  do Congo , Bienvenu Bakumanya disse que o fórum significa que a cooperação midiática bilateral está entrando em uma fase de ação substancial.

Ele pediu que os meios de comunicação dos dois países assumissem  a responsabilidade  de  "arquitetos da comunicação", para apresentar ,de forma abrangente, os reais benefícios nos campos social, económico e tecnológico trazidos pela cooperação bilateral entre os dois países. ANG/Xinhua

 

Marrocos/Cidade marroquina de Laâyoune acolhe de 27 a 28 de Março 1º congresso africano de neonatologia

Bissau, 26 Mar 26 (ANG) - A cidade de Laâyoune sediará o 1º Congresso Africano de Neonatologia nos dias 27 e 28 de março, um importante evento científico que reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de todo o continente para discutir questões relacionadas à saúde neonatal.

Iniciado pelo Laboratório de Pesquisa "Infância, Saúde e Desenvolvimento" da Universidade Cadi Ayyad de Marrakech, em Marrocos, em parceria com a Sociedade Marroquina de Pediatria e a Associação Pediátrica de Marrakech, este congresso visa estabelecer uma plataforma sustentável para a troca de conhecimentos e fortalecer a cooperação científica Sul-Sul, reunindo cerca de 200 especialistas marroquinos e africanos de renome internacional, segundo comunicado dos organizadores.

Este evento científico também visa ser um espaço privilegiado para a partilha de experiências, o reforço de capacidades e a criação de redes de contactos entre profissionais de saúde, com o objetivo de abordar os desafios relacionados com a mortalidade neonatal, considerada uma importante prioridade de saúde pública em África.

Entre os participantes, encontram-se presidentes de sociedades científicas de pediatria e neonatologia de diversos países africanos, incluindo Senegal, Mauritânia, Gabão, Mali e Costa do Marfim.

Por meio dessa iniciativa, os organizadores pretendem contribuir para a melhoria das práticas médicas e a promoção da pesquisa em neonatologia em todo o continente. ANG/Faapa

  

EUA/ONU declara escravidão de africanos como 'o crime mais grave contra a humanidade'

Bissau, 26 Mar 26 (ANG) - A Assembleia Geral da ONU declarou na quarta-feira (25) a escravidão do povo africano como "o crime mais grave contra a humanidade", uma reparação defendida por Gana.

O governo ganês lidera essa pauta junto à entidade e espera um pedido de desculpas, além de tentar abrir caminho para um processo de "justiça restaurativa".

O presidente de Gana, John Mahama, principal defensor da União Africana por reparações relacionadas ao tráfico transatlântico de escravizados, compareceu à sede das Nações Unidas para apoiar a votação. Ele classificou a decisão como "histórica".

"Hoje, estamos reunidos aqui solenemente e em solidariedade para proclamar a verdade e continuar o caminho rumo à cura e à justiça restaurativa (...) A adoção desta resolução também serve como uma salvaguarda contra o esquecimento", declarou Mahama durante a Assembleia Geral.

Na terça-feira (24), ele já havia criticado as políticas atuais que estão "normalizando lentamente o apagamento", particularmente nos Estados Unidos, onde "livros sobre o assunto são proibidos em escolas e bibliotecas públicas".

A resolução foi adotada sob aplausos com 123 votos a favor, três contra (Estados Unidos, Israel, Argentina) e 52 abstenções (entre elas o Reino Unido e os Estados-membros da União Europeia).

O texto declarou "o tráfico de africanos escravizados e a escravização racializada de africanos como o crime mais grave contra a humanidade", condenando esta "injustiça desumana e persistente cometida contra a humanidade".

Esta conclusão destaca a dimensão do fenômeno, a sua duração, a sua brutalidade, a sua natureza sistêmica e as suas consequências, ainda hoje visíveis num mundo onde os africanos e os afrodescendentes sofrem com a "discriminação racial e com o neocolonialismo".

"Para justificar o injustificável, os defensores e beneficiários da escravatura construíram uma ideologia racista, transformando o preconceito em pseudociência", insistiu o Secretário-Geral da ONU, António Guterres. E as "feridas" infligidas por esta "ordem mundial perversa" ainda são "profundas".

Portanto, é necessário "expor a mentira da supremacia branca" e "trabalhar pela verdade, justiça e reparações", argumentou Guterres.

A resolução também apela aos Estados para que se envolvam em um processo de justiça que repare os erros do passado, incluindo pedidos formais de desculpas, compensação para os descendentes das vítimas, políticas de combate ao racismo e a restituição de bens culturais e espirituais saqueados.

“Os responsáveis ​​pelo tráfico transatlântico de escravizados são conhecidos — os europeus, os Estados Unidos — e esperamos que todos apresentem pedidos formais de desculpas à África”, e não “pedidos de desculpas tímidas como alguns apresentaram no passado”, declarou o ministro das Relações Exteriores de Gana, Samuel Okudzeto Ablakwa, à AFP na terça-feira, acusando alguns dos responsáveis ​​de “se recusarem a reconhecer os seus crimes”.

Os Estados Unidos justificaram o seu voto contra a resolução alegando que consideraram o texto “altamente problemático”.

“Os EUA não reconhecem o direito legal à reparação por injustiças históricas que não eram ilegais ao abrigo do direito internacional na época em que ocorreram”, explicou o seu representante, Dan Negrea, acusando também o texto de criar uma “competição” entre crimes.

Argumentos semelhantes foram apresentados pelos países da União Europeia e pelo Reino Unido, que, embora tenham enfatizado a monstruosidade da escravidão, se abstiveram na votação.

Com essa resolução, "corre-se o risco de colocar tragédias históricas umas contra as outras, tragédias que não devem ser comparadas, exceto à custa da memória das vítimas", explicou o representante francês, Sylvain Fournel, argumentando também contra o "esquecimento e o apagamento".

Essa crítica de criação de uma hierarquia foi rejeitada e rebatida pelo ministro das Relações Exteriores de Gana.

"Não estamos hierarquizando o sofrimento. Não estamos dizendo que o nosso sofrimento é mais valioso que o seu", resume Samuel Okudzeto.

"O que estamos dizendo é que, quando se observa todas as atrocidades que ocorreram na história da humanidade, nenhuma foi tão sistêmica, tão duradoura, com mais de 300 anos e com consequências tão permanentes", conclui. ANG/RFI/AFP

Cuba/ONU propõe plano de ajuda a ilha que inclui fornecimento de combustível

Bissau, 26 Mar 26(ANG) - As Nações Unidas propuseram um plano de ajuda emergencial a Cuba, que inclui o fornecimento de combustível, no âmbito das discussões com os Estados Unidos sobre a autorização de importações para fins humanitários, indicou a organização.

 

A ONU propôs um plano de emergência para Cuba que inclui o fornecimento de combustível, como parte das discussões com os Estados Unidos sobre a autorização de importações para fins humanitários, informou nesta quarta-feira o coordenador das Nações Nações Unidas na ilha, Francisco Pichón.

 

O presidente americano, Donald Trump, impôs um embargo petroleiro de fato a Cuba em janeiro, o que agravou a crise energética e económica na ilha.

 

Segundo Pichón, o plano visa a manter os serviços essenciais em funcionamento para a população mais vulnerável e “salvar vidas”. “Se a situação atual continuar e as reservas de combustível do país se esgotarem, tememos uma deter mos uma deterioração rápida, com possível perda de vidas”, declarou. 

 

“A viabilidade e implementação deste plano de ação dependem, obviamente, de soluções em matéria de combustível”, destacou o funcionário. A ONU negocia com Washington para permitir a entrada de combustível com fins humanitários. 

 

Pichón explicou que o plano de ação e um “modelo de rastreabilidade de combustível” estavam sendo propostos “como instrumentos para tentar alcançar um acordo, uma via para ter acesso ao combustível”. “Todas as soluções estão sendo consideradas, incluindo a colaboração com o setor não estatal.”

No mês passado, Washington flexibilizou levemente o embargo, para permitir a venda de petróleo ao pequeno setor privado cubano.

 

O plano da ONU é uma ampliação de sua resposta ao furacão Melissa, que atingiu Cuba em outubro, para incluir o impacto humanitário da crise de energia.

 

Os cubanos enfrentam apagões que chegam a durar mais de 20 horas. O presidente Miguel Díaz-Canel impôs medidas de emergência para economizar combustível, entre elas um racionamento rigoroso. ANG/Inforpress/Agências

 

 

Irã/Propostas dos EUA são 'excessivas', afirma Irã após avaliar plano diplomático de Trump

Bissau, 26 Mar 26 (ANG) - Após tomar conhecimento das propostas dos EUA para uma solução diplomática para o conflito no Oriente Médio, o Irã considera as expectativas de Washington "excessivas" e afirma que não se deixará ditar por um cronograma para a resolução da crise, declarou um alto funcionário iraniano à Press TV, emissora internacional de notícias do governo do Irã, na quarta-feira (25).

Teerã cessará as hostilidades quando assim o desejar, quando suas próprias condições forem atendidas, enfatizou o funcionário, que não foi identificado.

Entre suas exigências, a República Islâmica busca o reconhecimento de sua soberania sobre o Estreito de Ormuz, afirmou ele. Outro alto funcionário disse à Reuters que a resposta inicial de Teerã à proposta de Washington não foi "positiva".

Anteriormente, o regime iraniano havia negado qualquer contato com os Estados Unidos.

Segundo uma fonte iraniana, o Paquistão transmitiu a proposta norte-americana ao Irã para discussões que poderiam ocorrer em seu território ou na Turquia.

Essa fonte não especificou se tratava do "plano de paz" de 15 pontos mencionado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Na terça-feira (24), Islamabad afirmou que está disposta a sediar potenciais negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã. O primeiro-ministro Shehbaz Sharif declarou na rede social X que Islamabad apoia integralmente os esforços em andamento para manter o diálogo e pôr fim ao conflito.

Na manhã de quarta-feira, o Comando Unificado das Forças Armadas Iranianas, entidade dominada pela Guarda Revolucionária Islâmica, rejeitou as propostas de Donald Trump.

Ontem, o presidente dos EUA afirmou que mantém conversas com "as pessoas certas" no Irã para chegar a um acordo, relatando progresso. Apesar desses desdobramentos incertos, Israel continua seu plano operacional.

As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram no Telegram que realizaram ataques aéreos contra a infraestrutura em toda a capital iraniana, Teerã. A agência de notícias semioficial iraniana SNN informou que os ataques atingiram áreas residenciais.

A Guarda Revolucionária do Irã lançou novos ataques contra vários alvos em Israel, incluindo Tel Aviv, bem como contra bases militares americanas no Kuwait, Jordânia e Bahrein, segundo a mídia estatal iraniana.

ANG/RFI/Com agências


Infraestruturas Rodoviárias/Obras da Estrada Quinhamel/Biombo continuam evoluir de forma progressiva

Bissau 26 Mar 26 (ANG) – As obras de construção da estrada que liga Quinhamel à Biombo,  norte do país, evoluem satisfatoriamente, segundo revelações de técnicos do Ministério das Obras Públicas, Construção e Urbanismo tornadas públicas através da página de Facebook deste Ministério.


A intervenção de 23 quilómetros já conta com troços alcatroados e frentes ativas de terraplanagem”, dizem.

Esses fiscalizadores acrescentam  que  o troço já apresenta resultados visíveis no terreno, com cinco  quilómetros da via asfaltadas e 16 quilómetros em fase de terraplanagem.

A infraestrutura  é considerada estratégica para a região de Biombo ,devendo melhorar as condições de circulação ,bem como, facilitar o escoamento da produção local.

As obras de reabilitação da estrada Quinhamel/Biombo, uma distância de 23 quilómetros, foram lançadas em Novembro do ano passado pelo ex-Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló .

Segundo o Secretário Regional de Biombo, numa entrevista ao correspondente da ANG naquela região, a melhoria das infraestruturas rodoviárias constituem  uma das principais reivindicações das comunidades locais, que durante anos enfrentaram dificuldades de circulação devido ao estado precário da via.

Rufino Có disse que, a via Quinhamel/Piquil é considerada um eixo importante para a região de Biombo, não apenas pela ligação entre diferentes comunidades, mas também pelo potencial que apresenta para dinamizar o comércio, o turismo e outras atividades económicas.

Afirmou que projetos de desenvolvimento na zona, incluindo iniciativas ligadas ao setor portuário e comercial, dependem, em grande medida, da melhoria das acessibilidades.

O responsável regional sublinhou ainda que obras desta natureza têm impacto direto na vida das populações, facilitando o acesso aos serviços básicos, aos mercados e às zonas de produção agrícola.

Com cerca de duas dezenas de quilómetros previstos para intervenção, o projeto integra o conjunto de investimentos do Governo no setor das infraestruturas, com o objetivo de reforçar a rede rodoviária e promover o desenvolvimento regional. ANG/MN/MSC/ÂC//SG

 

Sociedade/Consórcio IMPACT-GB  mobiliza diferentes sensibilidades para a erradicação do fenómeno de  crianças Talibé na Guiné-Bissau

Bissau, 26 Mar 26 (ANG) – O Consórcio Informação e Mobilização para Proteção e Ação pelas Crianças Talibé (IMPACT-GB) pretende mobilizar a sociedade civil, Comunicação Social e Autoridades Públicas para a erradicação do fenómeno de  crianças Talibé na Guiné-Bissau.

A pretensão foi revelada pelo coordenador local da organização Dautarin Da Costa, que falava, quarta-feira, no âmbito de uma ação de formação que envolveu  30 pessoas entre jornalistas e membros do Consórcio.

Da Costa disse que a iniciativa visa a auscultação dos participantes para a elaboração de uma estratégia de sensibilização e protecção de crianças Talibés, vítimas de abuso e exploração.

Disse que o segundo encontro, com órgãos de Comunicação Social,  será realizado brevemente, para avaliar o plano de articulação com a media.

O IMPACT-GB atua nas regiões mas é no Setor Autónomo de Bissau, Bafatá e Gabu que regista  maior incidência do fenómeno de crianças Talibé.

Questionado sobre número exato de Mestres Corânicos que existem em todo o país, respondeu que a lista não é atualizado, mas que estão a trabalhar em simultâneo, tanto com os mestres infractores assim como com os opositores à prática.

Dautarin Costa, disse que o IMPACT-GB almeja encontrar soluções alternativas que garantirão uma formação religiosa  dos Talibés, e diz que  os Mestres alegam que mandam crianças á rua para mendigar peque não têm o suficiente para os sustentar.

O projeto IMPACT-GB está a operar no país desde Abril de 2024  e está a financiar oito projetos comunitários das organizações da sociedade civil, que estão a implementar ações e iniciativas de crianças Talibé em Bissau, Bafatá e Gabu.

O projeto IMPACT-GB foi financiado pela União Europeia e implementado por um Consórcio que integra Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP), Instituto de Mulher e Criança (IMC), Assistência Médica Internacional (AMI) e AGLUCOMI, com duas coordenações: um Lisboa e outro em Bissau. ANG/JD/ÂC//SG

 

 

 

 

 

 

 

 

Desporto/ Selecionador Nacional de Futebol divulga convocatória para duplo amigável com Burkina Faso com 10 novidades

Bissau, 26 mar 26(ANG) - O selecionador nacional de futebol , Emiliano Té, anunciou na tarde de quarta-feira (25-03), a lista dos 22 jogadores convocados para os dois jogos amigáveis diante do Burkina Faso, contando com 10 novidades, revela a FFGB  na sua página da Facebook.

Eis a lista completa:

Guarda-redes: Aureliano Martins (Lê Mee Sport, França) e Leonel Mendes (Salamanca CF UDS, Espanha).

Defesas: Etivaldo Mendes (UDIB) e Braima Djanco Mané (Sporting CGB), ambos do futebol nacional.

Médios: Fuscano Gomes e Henry Lamine (SB Benfica), também do futebol nacional.

Avançados: Elvis da Silva (SC Portos de Bissau, futebol nacional); José Jó (Desportivo de Huila, Angola); Alassan Manjam (Tenerife, Espanha); e Flávio Antônio da Silva (Kaizer Chiefs, África do Sul).

O primeiro encontro entre as seleções da Guiné-Bissau e Burkina Faso será realizado no dia 28 de Março, em Ouagadougou, capital do Burkina Faso.

O segundo jogo entre as mesmas seleções está marcado para o dia 31 de Março, também em Ouagadougou, capital do Burkina Faso. ANG/ÂC//SG

Sociedade/Governo apela envolvimento de governadores regionais na remoção dos postos de combustíveis ilegais no país

Bissau, 25 Mar 26 (ANG) - O Governo apelou, quarta-feira, o envolvimento de governadores regionais na remoção dos postos de combustíveis ilegais no país, bem como na fiscalização da campanha de comercialização da castanha de caju.

A revelação foi feita pelo  ministro da Administração Territorial e Poder Local, Carlos Nelson Sanó à saída de um encontro que o Primeiro-ministro teve com os governadores regionais, no âmbito das estratégias do Governo para o reforço da articulação  entre as diferentes estruturas do Estado, para a garantia de melhor desenrolar da campanha, e evitar mais tragédias relacionadas à venda clandestina de  combustíveis.

“Os governadores foram informados das medidas, a fim de ajudar a Comissão Interministerial recentemente criada na remoção de todas bombas de combustíveis instaladas nos contentores. Assim como ajudar activamente na fiscalização e no combate ao contrabando da Castanha de Caju”, disse Nelson Sanó.

O ministro  contou que o  Chefe de Executivo transmitiu aos governadores a sua preocupação em relação a subida do preço dos produtos de primeira necessidade, principalmente a carne e peixe.

“Já foi tomado um conjunto de medidas que vão permitir o abastecimento do mercado com peixe num preço acessível para os consumidores de diferentes partes da Guiné-Bissau”, revelou o ministro da Administração Territorial e Poder Local.

Carlos Nelson Sanó sublinhou que o Governo pediu também a colaboração dos governadores regionais na conclusão das obras de reabilitação de algumas vias do interior.

No referido encontro, além dos administradores regionais, participaram igualmente os ministros do Interior e da Ordem Pública, da Energia. ANG/AALS/ÂC//SG

 

Desporto/Guiné-Bissau acolhe Torneio Regional de Luta da África Ocidental em Abril próximo

Bissau, 26 Mar 26(ANG) - A Guiné-Bissau será a anfitriã do Torneio Regional  de Educação e Desenvolvimento de Luta, de África Ocidental , que decorrerá de 6 à 12 de Abril próximo.

De acordo com a página da Federação de Luta da Guiné-Bissau(FLGB), consultada pela ANG, o evento que reunirá delegações de oito nações africanas, marca um passo significativo na afirmação do país como um polo desportivo regional, combinando a alta competição com um ambicioso programa de capacitação técnica para agentes do setor.

O torneio, refere a página da FLGB, contará com a presença das seleções do Senegal, Benin, Guiné-Conacri, Gana, Burkina Faso, Serra Leoa e Costa do Marfim, que se juntarão à seleção anfitriã, a Guiné-Bissau.

As provas oficiais terão lugar em dois palcos centrais da capital: o Estádio Lino Correia (Luta de Praia), e a Escola Nacional de Educação Física e Desportos (ENEFD), para a luta livre.

“Antes do início dos combates, a Federação de Luta da Guiné-Bissau coordena, em colaboração com especialistas da Federação Internacional, uma série de ações formativas destinadas a treinadores, árbitros e administradores das federações”, disse.

Esta componente académica, segundo a FLGB,  visa garantir que o legado do torneio perdure para além das medalhas, profissionalizando a estrutura da luta em toda a África Ocidental.

“A organização deste evento em Bissau, permite ao país, não só promover o intercâmbio cultural e desportivo, como também reforçar a sua capacidade organizativa perante as instâncias internacionais, refere a comunicação da FLGB. ANG/MI/ÂC//SG

quarta-feira, 25 de março de 2026

Recursos Hídricos/“Guiné-Bissau enfrenta grandes desafios de acesso à água potável “, diz Aissatu Indjai

Bissau, 25 Mar 26 (ANG) – A Inspetora-geral do Ministério dos Recursos Naturais disse  hoje que a Guiné-Bissau enfrenta grandes desafios para o  acesso à água potável e ao saneamento básico.

Aissatu Injai falava, em representação do ministro da tutela, no lançamento oficial da Jornada Nacional da Água, sob o lema` `Água e Género ``, Onde a Água Flui, a Igualdade Cresce ``, que decorre de 22 de Março á 22 de Abril por ocasião do Dia Mundial da Água.

Na ocasião, aquela responsável realçou que só 24 por cento da população   tem acesso a água potável e que muitas infraestruturas se encontram avariadas afectando especialmente mulheres e meninas.

“Este dia lembra-nos da importância de integrar a perspetiva de género nas políticas de água e saneamento, a fim de reduzir as desigualdades e construir uma sociedade mais justa e inclusiva”, disse.

Segundo Injai, a sua instituição desempenha um papel central na planificação, regulação e coordenação dos atores do setor, e a concessão de licenças para infraestruturas hidráulicas, essenciais para garantir a qualidade e durabilidade das instalações.

Aissatu Injai frisou que o Governo guineense reafirma o seu compromisso de melhorar o acesso à água potável e ao saneamento, promovendo a igualdade de género e assegurando  uma gestão sustentável dos recursos hídricos do país.

“Á Água é um recurso vital para a sobrevivência humana e o desenvolvimento sustentável, um direito fundamental e também um fator de saúde e de dignidade. Juntos podemos agir de forma responsável e colectiva para garantir acesso equitativo e sustentável à água para todos os guineenses”, disse Aissatu Injai.

A Jornada Nacional da Água lançada hoje tem entre outros fins, promover um diálogo  entre instituições, parceiros técnicos, comunidades, mulheres e jovens, para identificação dos  obstáculos e formulação de  recomendações concretas para se garantir que mais elementos da população tenham acesso à água potável ANG/MSC/ÂC//SG


Emigração ilegal/Ministério do Interior desmantela rede de emigração clandestina em direção  à Europa

Bissau, 25 Mar 26(ANG) - O Ministério do Interior desmantelou uma rede de emigração clandestina que envolvia 22 cidadãos estrangeiros que utilizavam a Guiné-Bissau como rota de passagem.

A operação foi anunciada esta terça-feira pelo porta-voz do Ministério do Interior, Agostinho Tonecas Djata, durante uma conferência de imprensa.

Segundo Djata, foram detidos, na segunda-feira, 22 indivíduos provenientes da Guiné-Conacri e do Mali, além de um cidadão nacional, que pretendiam chegar à Espanha através de pirogas.

“Foram detidos 22 cidadãos de três nacionalidades: 17 da Guiné-Conacri, 4 do Mali e 1 cidadão nacional, todos com evidências de tentativa de emigrar”, assegurou Djata.

O porta-voz lamentou o facto de esta prática envolver também crianças e mães, muitas vezes sem plena consciência dos riscos associados à travessia.

“Entre as 22 pessoas, incluem-se crianças e mães. Percebemos que estes menores são utilizados como escudos para atingir o objetivo de chegar à Espanha, sem que se tenha a plena noção dos riscos”, salientou  Tuneca Djata.

Apelou  à população guineense para denunciar este tipo de atividade, que classificou como um flagelo, sobretudo pelo uso do país como corredor para a migração ilegal.

“Lançamos um forte apelo aos cidadãos guineenses para denunciarem esta prática, porque está a tornar-se um flagelo, dado que o país está a ser utilizado como rota para chegar à Europa”, disse Djata.

O porta-voz do Ministério do Interior revelou que há indícios de envolvimento de cidadãos nacionais, tanto residentes no país como no exterior, nomeadamente em Espanha, assegurando que o caso seguirá os trâmites legais. ANG/RSM



Marrocos/Casablanca acolhe primeiro Fórum Africano de Organizações da Sociedade Civil

Bissau, 25 Mar 26 (ANG) – O Centro Marroquino para o Voluntariado e a Cidadania organiza, de 21 a 24 de abril, em Casablanca, o primeiro Fórum Africano de Organizações da Sociedade Civil, com o tema "Voluntariado a serviço da integração, da solidariedade e da aproximação dos povos africanos".

Segundo um comunicado dos organizadores, este evento continental reunirá líderes institucionais responsáveis ​​pelo voluntariado, bem como representantes de organizações da sociedade civil de cerca de quinze países africanos.

O fórum tem como objetivo criar um espaço para diálogo estratégico, troca de experiências e construção de parcerias inovadoras entre voluntários de toda a África, acrescenta a mesma fonte.

Citado no comunicado de imprensa, o presidente do Centro Marroquino para o Voluntariado e a Cidadania, Mohamed El Ousfour, explicou que este fórum representa uma grande oportunidade para fortalecer a cultura do voluntariado em África e promover o seu papel como alavanca para o desenvolvimento humano e a coesão social, salientando que permitirá identificar mecanismos inovadores para apoiar e estruturar a ação voluntária ao serviço das sociedades africanas.

Num contexto continental marcado por crescentes desafios relacionados com o desenvolvimento sustentável, a coesão social e a resiliência económica, este encontro visa promover a cooperação africana com base na solidariedade, no envolvimento cívico e na ação coletiva.

O fórum contará com a participação da Líbia, Togo, Camarões, Congo, República Democrática do Congo, Burkina Faso, Ilhas Comores, Mali, Djibuti, Mauritânia, Burundi, Serra Leoa, Senegal, Benim, Egito e Tunísia.ANG/Faapa

EUA/ Exército  se prepara para enviar para-quedistas de elite ao Oriente Médio contra o Irã

Bissau, 25 Mar 26 (ANG) - O exército americano se prepara para enviar cerca de 3 mil para-quedistas de uma de suas unidades mais prestigiadas para o Oriente Médio, com o objetivo de apoiar operações contra o Irã, informaram  terça-feira (24) vários veículos de imprensa dos Estados Unidos.

Os meios de comunicação dos EUA mencionam ainda a possibilidade de que Washington tente tomar a estratégica ilha iraniana de Kharg, responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo do Irã, para pressionar Teerã a reabrir o Estreito de Ormuz.

A ordem de enviar uma brigada de combate da 82ª Divisão Aerotransportada, principal força de reação rápida do Exército americano, deve ser emitida nas próximas horas, segundo o Wall Street Journal. De acordo com a ABC News, parte do comando será enviada rapidamente assim que o sinal verde for dado. Esta Divisão Aerotransportada possui uma unidade capaz de ser mobilizada para qualquer lugar do mundo em menos de 24 horas, lembrou a imprensa americana.

Na última sexta-feira, a Casa Branca já havia declarado que o  exército americano poderia “neutralizar” a ilha de Kharg “a qualquer momento, se o presidente Donald Trump der a ordem”, o que dá mais força às previsões da imprensa. Segundo o New York Times, um ataque à ilha poderia envolver fuzileiros navais (Marines), que também estão a caminho da região.

No 25º dia da guerra no Oriente Médio, os ataques israelenses e iranianos continuam. Apesar do envio de tropas, ainda há esperança de possíveis negociações entre Teerã e Washington para interromper os combates, após declarações contraditórias de Donald Trump na véspera. O Paquistão afirma estar “pronto” para sediar as discussões.

Oirã nomeou Mohammad bagher Zolghadir para chefiar seu Conselho Supremo de Segurança Nacional. Paralelamente, o ministro da Defesa de Israel declarou nesta terça-feira que o exército israelense vai ocupar uma zona no sul do Líbano, que se estende da fronteira até o rio Litani — cerca de 30 quilómetros ao norte — para garantir “sua segurança” nacional.

Donald Trump também afirmou nesta terça-feira que o Irã teria oferecido aos Estados Unidos “um presente muito grande” relacionado aos hidrocarbonetos, sem dar detalhes. “Foi um presente enorme, equivalente a muito dinheiro”, declarou o presidente americano à imprensa na Casa Branca. ANG/RFI com AFP

 

Médio Oriente/Irã nega negociações com os EUA e diz ter “aliviado pressão” no Estreito de Ormuz

Bissau, 25 Mar 26 (ANG) - O Irã afirmou ter reduzido a pressão sobre o Estreito de Ormuz e autorizado a passagem de “embarcações não hostis”, segundo comunicado enviado por Teerã à Organização Marítima Internacional.

A flexibilização no controle da estratégica rota marítima teria relação com um plano de 15 pontos proposto pelos Estados Unidos para encerrar o atual conflito, de acordo com meios de comunicação americanos e israelenses.

Segundo essas publicações, a abertura do Estreito é um dos itens do pacote apresentado por Washington à República Islâmica. O plano incluiria ainda um cessar-fogo de um mês e exigências ligadas ao programa nuclear iraniano, bem como à retirada do apoio a aliados regionais de Teerã, como Hezbollah e Hamas. Em contrapartida, o Irã receberia alívio das sanções internacionais e apoio ao seu programa nuclear civil.

O presidente americano, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que negociações com o Irã haviam começado. Três fontes ouvidas pelo Canal 12 da televisão israelense confirmaram que autoridades iranianas estariam avaliando a proposta.

A simples notícia de uma possível abertura diplomática provocou reação imediata nos mercados: nesta quarta-feira (25), os preços do petróleo recuam e as bolsas asiáticas e europeias registraram recuperação. 

O preço do barril de Brent, referência global, recuava 6,3%, a US$ 97,90, nesta quarta-feira. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, caía 5,2%, para US$ 87,52.

A Agência Internacional de Energia (AIE) afirmou que está “preparada” para liberar novas reservas de petróleo, caso necessário, segundo seu diretor, Fatih Birol, em resposta a um pedido da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi.

Apesar das informações divulgadas pela imprensa dos EUA e de Israel, o governo iraniano nega categoricamente que haja negociações em curso com Washington.

O porta-voz do Comando Central das Forças Armadas do Irã, Ebrahim Zolfaqari, rejeitou publicamente a possibilidade de um entendimento com os americanos. “Jamais chegaremos a um acordo com os Estados Unidos”, declarou, contrariando diretamente a versão difundida pelo governo Trump.

Enquanto os rumores diplomáticos circulam, a guerra no Oriente Médio se aprofunda. A Guarda Revolucionária Islâmica anunciou ataques contra o norte e o centro de Israel – incluindo a região de Tel Aviv – e contra bases militares americanas no Kuwait, na Jordânia e no Bahrein.

De acordo com serviços de emergência israelenses, 12 pessoas ficaram feridas na noite de terça-feira (24) nos arredores de Tel Aviv. No Kuwait, um ataque com drone provocou um incêndio em um tanque de combustível no aeroporto internacional, segundo a Autoridade de Aviação Civil, que não registou vítimas.

Israel, por sua vez, manteve as operações aéreas no Líbano e em território iraniano. Nove pessoas morreram em bombardeios israelenses na madrugada de quarta-feira em cidades do sul do Líbano, consideradas redutos do movimento Hezbollah, segundo a mídia estatal libanesa.

As Forças de Defesa de Israel informaram ter “desmantelado centros de comando” do Hezbollah e destruído um depósito de armas, matando combatentes do grupo.

O Hezbollah, por sua vez, afirmou ter atacado um tanque israelense e lançado uma “chuva de foguetes” contra Kiryat Shmona, no norte de Israel, acionando sirenes de alerta. Não houve registo de vítimas.

No Iraque, um novo ataque aéreo atingiu uma posição das Forças de Mobilização Popular (Hashd al-Shaabi), coalizão de ex-paramilitares que reúne grupos pró-iranianos.

O ataque ocorreu um dia após um bombardeio que deixou 15 mortos entre membros da milícia.

O conflito, iniciado no fim de Fevereiro com uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel — que matou o líder supremo iraniano, Aiatolá Ali Khamenei —, rapidamente se expandiu pela região, envolvendo também o Iraque e países do Golfo. Em resposta, o Irã tem atacado alvos considerados aliados de Washington.

Mesmo com a possibilidade de negociações, os Estados Unidos avaliam enviar mais de 3.000 soldados ao Médio Oriente, indicando que a tensão permanece elevada. Líderes internacionais, como o presidente francês, Emmanuel Macron, pediram que o Irã participe das negociações “de boa-fé”.ANG/RFI/Com agências