quinta-feira, 30 de abril de 2026

1º de Maio/Ministério do Interior e Ordem Pública destaca 1.936  efetivos para celebração com segurança do  Dia Internacional dos Trabalhadores    

Bissau, 30 Abr 26 (ANG) – O ministro do Interior e  Ordem Pública (MIOP) anunciou hoje que a segurança necessária para as  celebrações  do Dia Internacional dos Trabalhadores no país (1º de Maio), será garantida    por cerca de 1.936 efetivos de policiais de Ordem Pública, Guarda Nacional, Forças de Proteção Civil e Bombeiros.

Mamasaliu Embaló falava à imprensa durante a formatura da operação para a segurança do festejo de 1º de Maio no país, e apelou a máxima atenção das Forças da Ordem Pública no terreno, para evitar situações desastrosas durante o evento que se assinala na sexta-feira.

“Queremos no final de tudo, ter um balanço positivo, que supera ao ano transacto”, disse o governante.

Mamasaliu Embaló apelou  as Forças de Segurança para trabalharem com muito rigor, para proteger a população em gral, nos lugares  escolhidos para festa de  1º de Maio.

“O trabalho dos policiais não é reservado apenas  para assegurar os festejos de 1º de Maio. Os policias estão sempre em plena prontidão para responder a qualquer acção de criminalidade em defesa do povo”, alertou Mamassaliu Embaló.

O ministro disse  a mesma operação será  feita nas regiões, para garantir que os funcionários daquelas localidades regionais festejassem o 1º de Maio na paz e tranquilidade.

“A população guineense só pode viver na paz, tranquilidade e sem medo, quando as Forças da Ordem Pública conseguirem cumprir a sua missão”, sustentou Embaló. ANG/LLA/ÂC//SG

         

Ucrânia/ Putin propõe cessar-fogo a 09 de Maio, dia em que Rússia celebra vitória em 1945

Bissau, 30 Abr 26(ANG) - O Presidente russo propôs hoje um cessar-fogo na Ucrânia a 09 de Maio, dia em que a Rússia celebra a vitória soviética sobre a Alemanha nazi em 1945, anunciou o Kremlin.

 

A presidência russa indicou que o Presidente norte-americano, Donald Trump, com quem Vladimir Putin manteve hoje uma conversa telefónica, apoiou a iniciativa.

 

Na conversa com Trump, Putin afirmou estar pronto “para decretar um cessar-fogo durante o período das celebrações do Dia da Vitória”, declarou à comunicação social o conselheiro diplomático, Iuri Ushakov.

 

“Trump apoiou ativamente esta iniciativa, referindo que esse feriado assinala a nossa vitória partilhada”, acrescentou Ushakov.

Desde 2023, a Ucrânia celebra a 08 de Maio a vitória na Segunda Guerra Mundial, como os países ocidentais.

 

Trump disse ter tido uma conversa “muito boa” com o homólogo russo, indicando que nela defendeu um cessar-fogo na Ucrânia.

 

De acordo com o chefe de Estado norte-americano, a conversa centrou-se sobretudo na guerra entre a Rússia e a Ucrânia, ao passo que o Kremlin declarou que os dois líderes “deram especial atenção à situação no Irão e no Golfo Pérsico”.

 

Segundo o conselheiro diplomático de Putin, o Presidente russo alertou o homólogo norte-americano para as “consequências nefastas” de uma retomada das ações militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão. 

Na conversa telefónica entre os dois líderes, Putin “sublinhou as consequências inevitáveis e extremamente nefastas, não só para o Irão e os seus vizinhos, mas também para toda a comunidade internacional, se os Estados Unidos e Israel recorrerem novamente a ações militares” contra o Irão, indicou Ushakov à comunicação social. ANG/Inforpress/Lusa

 

 

Política/Primeiro-ministro declara que a Guiné-Bissau cumpriu todas as metas acordadas com o FMI

Bissau, 30 Abr 26(ANG) – O Primeiro-ministro de Transição disse que o país cumpriu todas as metas acordadas com o Fundo Monetário Internacional(FMI), no âmbito da 9ª e 10ª avaliação do Programa de Facilidade de Crédito Alargado.

Ilídio Vieira Té falava quarta-feira à imprensa, no final de um encontro  com uma missão do FMI que se encontra no país no quadro da preparação da 11ª avaliação do Programa de Facilidade de Crédito Alargado.

“Estivemos há pouco tempo em Washington, onde saímos com resultados muito positivo, e o país ganhou mais respeito. Nunca antes vimos, o país a ser enaltecido daquela forma”, salientou Té.

O chefe do Executivo disse que, na  reunião de Washington, os responsáveis do FMI elogiaram o país, afirmando que não imaginariam que podia atingir a 9ª e 10ª avaliação positiva com o FMI.

“E neste momento, acabamos de reunir com esta missão, que veio para fazer a 11ª avaliação. Cumprimos todas as metas que foram acordadas”, frisou.

Ilídio Vieira Té sublinhou que acabaram de concluir uma nova negociação para a futura avaliação que será a 12ª tendo em conta que o país já tem tudo pronto da 11ª, faltando apenas o envio dos documentos para apreciação e aprovação  do Conselho de Administração do FMI.

“Com isso posso dizer que o país cresceu muito em termos económicos e ao nível da sua credibilidade e das suas estruturas económicas, portanto, só temos a dizer que, quem sai a ganhar é o país”, frisou.

O Primeiro-ministro salientou que, pela primeira vez, o país atingiu à esse performance com o FMI.

Perguntado sobre os desafios futuros, o chefe do Governo disse que é  continuar a manter a credibilidade sobretudo a macroeconómica e cumprir o que foi acordado com o FMI, dentre os quais o melhoramento de arrecadação das receitas, e realização de “despesas de qualidade”.

Outros desafios apontados por Ilídio Vieira Té têm a ver com a  criação de  condições para que haja mais receitas, e para que o país comece a explorar os seus recursos naturais em benefício do povo.ANG/ÂC//SG

Forças Armadas/ Oficiais Superiores e Subalternos beneficiam de manuais de Educação Cívica, Moral e Patriótica para reforço de competências

Bissau, 30 Abr 26 (ANG) – Os Oficiais Superiores e Subalternos das Forças Armadas receberam,  quarta-feira,  manuais de Educação Cívica, Moral e Patriótica, destinados a reforçar as competências  técnicas dos militares.

Segundo uma publicação do  Gabinete de Assessoria de Imprensa do Estado-maior  General das Forças Armadas, a cerimónia de entrega desses livros decorreu nas instalações do Estado-maior General das Forças Armadas, em Amura, e contou com a presença de dezenas de responsáveis provenientes de diferentes ramos, zonas, batalhões militares.

De acordo com o mesmo gabinete , o ato foi presidido pelo Vice-Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Major-General, Samuel Fernandes, em representação do Chefe do Estado-maior General das Forças Armadas.

Na ocasião, o Vice-CEMGFA destacou a importância da iniciativa no quadro da Preparação Combativa 2026, sublinhando o papel fundamental dos educadores cívicos, morais e patrióticos, na formação da classe castrense.

Samuel Fernandes exortou os responsáveis a intensificação dos trabalhos , promovendo valores patrióticos entre os militares, com vista a defesa da integridade territorial.

O Chefe da Divisão Central da Educação Cívica, Moral e Patriótica, Coronel José Buam Bassorá, reafirmou o compromisso da instituição de fortalecer a Educação Cívica em todas as unidades militares.

Buam Bissorã acrescentou que essa  missão passa pelo reforço de conhecimentos  e pela disponibilização de instrumentos adequados para o desempenho eficaz das funções dos formadores.

“A Preparação Combativa em curso no país consiste num processo contínuo de formação que abrange dimensões intelectual, moral, académica, psicológica, tática e física, Visa a  preparação das Forças Armadas para responder à eventuais ameaças contra o território e à população”, lê-se na publicação.

ANG/LPG/ÂC//SG

Regiões/Sessenta tabancas de Pirada estão totalmente isoladas, devido o desmoronamento da Ponte que Liga Pirada / Bajocunda.

Gabu, 30 Abr 26 (ANG) – Cerca de sessenta tabancas pertencentes ao sector de Pirada, região de Gabu, leste do país, se encontram neste momento totalmente isoladas devido ao desmoronamento da ponta que liga aquele sector à Bajocunda.

O Administrador do Sector de Pirada, em declarações ao Correspondente da ANG na Região de Gabu, explicou que a ponte foi melhorada há dez anos  pela Delegacia Regional de Obras Públicas de Gabu e que neste momento, segundo diz, está velha e estragada.

Saliu Seide disse que nem se quer permite a passagem de qualquer tipo de viatura, para além de deixar milhares de habitantes da zona sem acesso a sede daquele Sector.

 Seide pede uma intervenção urgente do Governo Regional e Central, e diz que, caso contrário, os agricultores serão forçados a comercializar milhares e milhares de toneladas da castanha de caju  no país vizinho, Senegal.

Interpelado pelo Correspondente  da ANG sobre essa possibilidade de a castanha ser vendida no Senegal,  o Delegado Regional de Comercio de Gabu, Inussa Baldé, assegurou que, mesmo com essa situação será difícil a fuga de castanha para o país vizinho porque  todo o perímetro da linha de fronteira está ocupada por dezenas  de agentes fiscais do comércio, para impedir a  fuga da castanha.

Outra alerta do Administrador do Sector de Pirada,Saliu Seide, se relaciona a Ponte de Bidigor, construído na era colonial e que regista mais de 65 anos de existência , ligando os 54 quilómetros de Gabu à Pirada, que também se encontra num estado avançado de degradação. ANG/SS/MSC/ÂC//SG

Cabo Verde/Campanha eleitoral para legislativas de 17 de Maio arranca hoje em todo o país

Bissau, 30 Abr 26(ANG) – A campanha eleitoral para as eleições legislativas de 17 de Maio arranca hoje, mobilizando partidos políticos e candidatos em todo o território nacional, num período marcado por apelos à participação cívica e ao reforço da democracia.

As diferentes forças políticas já anunciaram as suas agendas de campanha, que incluem comícios, contactos de proximidade com os eleitores e debates públicos, com enfoque nas principais preocupações da população, como emprego, economia, saúde e educação.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) apelou a todos os intervenientes para o cumprimento rigoroso das normas legais que regem o processo eleitoral, sublinhando a importância de uma campanha pautada pelo civismo, respeito mútuo e transparência.

Por sua vez, organizações da sociedade civil têm incentivado os cidadãos, em especial os jovens, a exercerem o seu direito de voto, considerando as eleições legislativas um momento crucial para o futuro do país.

As eleições de 17 de Maio visam a escolha dos deputados que irão compor a Assembleia Nacional para a próxima legislatura, sendo este um dos momentos mais importantes do calendário político cabo-verdiano.

Durante o período de campanha, as autoridades reforçaram as medidas de segurança e fiscalização, com o objectivo de garantir um ambiente tranquilo e justo para todos os concorrentes.

A campanha eleitoral decorre até as 24 horas do dia 15 de Maio, conforme estabelece a lei eleitoral.

O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) concorre sob o lema: “Cabo Verde para Todos”, enquanto o Movimento para a Democracia (MpD) adoptou como slogan “Cabo Verde pa frente (Cabo Verde para a frente) e a União Cabo Verdiana Democrática e Independente (UCID) concorre com o lema “Mais equilíbrio Melhor governação”.

O slogan do partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS) é “Cabo Verde na korason” (Cabo Verde no coração) e o Partido Popular (PP) escolheu “PP, o voto da diferença”.

Nas legislativas de 17 de Maio concorrem cinco partidos – PAICV, MpD, UCID, PTS e PP – aos 72 lugares de deputado na Assembleia Nacional, distribuídos por 13 círculos eleitorais, dez no país e três na diáspora.

Nas últimas eleições legislativas, em 18 de Abril de 2021, o MpD venceu com maioria absoluta, ao eleger 38 deputados, seguido do PAICV com 30 e da UCID com quatro. ANG/Inforpress

 

Brasil/Desmatamento tropical desacelera em 2025 após recorde histórico, diz relatório

Bissau, 30 Abr 26 (ANG) - O ritmo de destruição das florestas tropicais mundiais desacelerou em 2025 após o recorde atingido no ano passado, segundo um relatório publicado nesta quarta‑feira (29), destacando a eficácia de medidas políticas apesar do duplo impacto do aquecimento climático e da expansão agrícola.

O mundo perdeu 4,3 milhões de hectares de floresta tropical primária no ano passado, uma queda de 36% em relação a 2024, explicada em grande parte pelos esforços do Brasil para frear o desmatamento, como havia prometido o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao assumir o cargo em 2023.

“É encorajador, quando o problema parece imenso, constatar que medidas concretas funcionam e que podemos ver isso nos dados”, declarou Elizabeth Goldman, codiretora do Global Forest Watch, que publica um relatório anual preparado pelo World Resources Institute (WRI) e pela Universidade de Maryland.

No entanto, ela destacou que os países ainda desmatam 70% a mais do que seria necessário para cumprir o compromisso global, assinado por quase todos os países em 2023, que visa parar a destruição e reverter a perda de florestas até 2030.

“Alcançar esse objetivo nos próximos anos não será fácil”, acrescentou Elizabeth Goldman.

A expansão agrícola continua sendo a principal causa do desmatamento mundial, impulsionada por culturas comerciais em países como Brasil, Bolívia e Indonésia, e pela agriculturade subsistência em regiões como a República Democrática do Congo.

Políticas de longa data permitiram conter a perda de florestas primárias na Malásia e na Indonésia, onde as plantações de dendê exerceram durante muito tempo forte pressão sobre os ecossistemas. Mas o plano do presidente indonésio, Prabowo Subianto, de desenvolver um programa de “zonas alimentares” contribuiu para um aumento do desmatamento na Indonésia em 2025.

Organizações ambientalistas alertaram que ofim da moratória que proibia a compra d soja produzida em áreas desmatadas da Amazónia pode gerar, nos próximos anos, um aumento do desmatamento no Brasil semelhante ao que já ocorreu em outros países quando regras ambientais foram flexibilizadas.

A perda de cobertura arbórea mundial, incluindo ecossistemas fora dos trópicos, diminuiu 14% no ano passado. No entanto, continuam a se acumular evidências da pressão crescente exercida pela mudança climática sobre as florestas.

Essa tendência é particularmente visível no Canadá, que registou sua segunda pior temporada de incêndios já documentada no ano passado.

A área de florestas boreais queimadas nos últimos três anos foi cerca de cinco vezes superior à média dos 20 anos anteriores. Nos trópicos, onde os incêndios são geralmente de origem humana, a seca crescente continuou transformando pequenos focos em incêndios de grande escala.

Rod Taylor, diretor global de florestas do WRI, observou que, embora continuem sendo poderosos sumidouros de carbono, as florestas podem se transformar em fontes líquidas de gases de efeito estufa devido à multiplicação dos incêndios e dos episódios de seca provocados pelo aquecimento climático.

“Estamos em uma espécie de fio da navalha”, acrescentou.

ANG/RFI/ AFP

 

França/Liberdade de imprensa no mundo no nível mais baixo dos últimos 25 anos - RSF

 

Bissau, 30 Abr 26(ANG) - A liberdade de imprensa global está no nível mais baixo dos últimos 25 anos, em particular devido à criminalização do jornalismo, anunciou hoje a Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

 

Na classificação dos RSF para 2026, a organização assinala que a pontuação média dos 180 países analisados nunca foi tão baixa neste último quarto de século.

 

No caso de Portugal, em termos comparativos, desceu dois lugares, passando do 8.º para o 10.º, com a classificação de "satisfatório" (83,71 em 100).

 

No topo da lista, mais um ano, está a Noruega, o único país a obter uma classificação de "excelente" (92,72 em 100), seguida dos Países Baixos, Estónia, Dinamarca, Suécia e Finlândia.

 

Menos de 1% da população mundial goza do que os RSF consideram ser uma situação "boa" de liberdade de imprensa, quando em 2002 era de 20%. No extremo oposto, 52,2% dos países encontram-se numa posição "difícil" ou "muito difícil".

 

A lista é encerrada por Arábia Saudita (176.º lugar), Irão (177.º), China (178.º), Coreia do Norte (179.º) e Eritreia (180.º). Entre os regimes mais fechados à imprensa está também a Rússia (172.º), "especialista no uso de leis contra o terrorismo, o separatismo ou o extremismo" para restringir a margem de manobra.

 

A maior queda em 2026 é protagonizada pelo Níger (37 posições de uma só vez, para o 120.º lugar), que exemplifica assim a deterioração da liberdade de imprensa que se verifica há anos na região do Sahel, devido aos ataques que tem vindo a sofrer por parte de diferentes grupos armados e das juntas militares no poder.

 

No outro extremo, a queda do regime ditatorial de Bashar al-Assad na Síria permitiu-lhe subir da 177.ª para a 144.ª posição.

 

Grande parte dos países latino-americanos piorou a posição no ranking, em particular o Equador, que, num contexto de forte recrudescimento da criminalidade organizada, sofreu uma queda de 31 posições e ficou em 125.º lugar, após os assassínios dos jornalistas Darwin Baque e Patricio Aguilar.

 

Também o Peru foi marcado no último ano pelo assassínio de quatro jornalistas e desceu 14 posições, para o 144.º lugar.

 

A organização RSF fez recuar em força na tabela a Argentina (11 posições, para o 98.º) e El Salvador (oito, para o 143.º) devido à ação dos líderes, Javier Miley e Nayib Bukele, respetivamente, na linha do Presidente norte-americano, Donald Trump, com hostilidade e pressões sobre a imprensa.

 

Três países latino-americanos continuam na cauda do ranking mundial da liberdade de imprensa, apesar de terem subido algumas posições: a Venezuela (159.º, contra 160.º) devido à incerteza sobre as garantias para a imprensa, apesar das libertações de jornalistas no início de 2026; Cuba (160.º, contra 165.º), onde "a crise profunda obriga os poucos jornalistas independentes a operar cada vez mais na clandestinidade" e a Nicarágua, relegada para o 168.º lugar (antes 172.º), num "panorama mediático em ruínas, caracterizado por uma repressão sistemática".

 

A Colômbia destaca-se da tendência geral da região, com um avanço de 13 posições, mas até um 102.º lugar pouco meritório.

No que diz respeito ao Brasil, o país subiu na classificação, de 63.º em 2025 para 52.º este ano. ANG/Inforpress/Lusa

 

 

Senegal/ Queda da mortalidade e manutenção do nível de fertilidade na origem do aumento da população para mais de 19 milhões de habitantes

Bissau, 30 Abr 26 (ANG) - O Senegal tem 19.075.959 habitantes em 2025, de acordo com o último anuário populacional do Senegal, publicado em abril de 2026 pela Agência Senegalesa de Estatística e Demografia (ANSD).

A população aumentou de aproximadamente 5 milhões de habitantes em 1976 para mais de 18 milhões em 2023, devido ao efeito combinado da queda da mortalidade e da manutenção de um nível de fertilidade relativamente alto.

Por sexo, a análise revela um equilíbrio geral, embora marcado por uma ligeira predominância masculina. O número de homens é estimado em 9.670.361 (50,7%), em comparação com 9.405.598 mulheres (49,3%), representando uma proporção de aproximadamente 103 homens para cada 100 mulheres.

Segundo a mesma fonte, a estrutura populacional permanece muito jovem, com uma elevada proporção de crianças e jovens, constituindo simultaneamente uma potencial alavanca para o desenvolvimento e um grande desafio para as políticas públicas, particularmente nas áreas da educação, saúde e emprego.

A nível regional, a capital Dakar concentra a maior parte da população (21,8%), seguida pelas regiões de Thiès e Diourbel, enquanto áreas como Kédougou (sudeste) permanecem pouco povoadas, com cerca de 1,36% da população nacional. ANG/Faapa

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Segurança marítima/IMP suspende utilização de  pirogas que não reúnam condições para travessias para ilhas  

 Bissau, 29 Abr 26 (ANG) - O Instituto Marítimo Portuário (IMP) em concertação com a administração, União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) e a organização da  Sociedade Civil de Bolama, decidiu suspender,  temporariamente, a utilização de  embarcações(Canoas) que fazem ligações Bissau-Bolama-Bissau que não reúnam condições para efetuar as travessias.

A decisão foi tornada pública através de uma  Nota à Imprensa do IMP, na sequência do  incidente marítimo ocorrido, recentemente,  na travessia marítima Bolama-Bissau, envolvendo uma piroga que, com passageiros a bordo, encalhou na banca de areia nas imediações do Ilhéu de Areia (Djiu di Arca). 

“O IMP, na qualidade de Autoridade Marítima Nacional, tinha decidido suspender temporariamente o transporte fluvial de passageiro nas certas travessias, através de pirogas /Canoas não autorizadas, ou seja, que não reúnam as condições de segurança marítima requeridas para o efeito”, refere a Nota.

O IMP garante que, doravante, apenas são permitidas  a fazer o transporte Bissau-Bolama-Bissau, as embarcações que reúnam condições de segurança exigida a bordo e que estejam devidamente autorizadas. 

Na semana passada  uma piroga encalhou na banca de areia nas imediações do Ilhéu de Areia (Djiu di Arca) quando saia de Bolama para Bissau. ANG/AALS/ÂC//SG

Desporto/FC Pelundo vencedor em título da Taça da Guiné abre a segunda eliminatória da prova num dérbi com o FC de Canchungo

Bissau, 29 Abr 26 (ANG) – O FC Pelundo vencedor em título da Taça da Guiné, abre a 2ª eliminatória da  prova, num derby  regional com o FC de Canchungo.

A segunda eliminatória da Taça da Guiné em futebol, reservou ainda outro dérbi importante que colocará frente à frente as equipas da UDIB e o SC Portos de Bissau.

Eis as restantes partidas do sorteio da segunda eliminatória da Taça da Guiné divulgado pela Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB): FC Cupelum/GDR Quelelé; FC Cumura/FC Bubaque; FC Tombali/Massaf SC Cacine; Háfia FC Bafatá/CF Mansôa; CDR Farim/Binar FC; Arados FC de Nhacra/ADR Mansabá; CDR Gabu/Lagartos FC Bambadinca; Djata FC Fulacunda/FC Quinara; Vitória Clube de Cacheu/Tigres Fronteiras de São Domingos; Flamengo de Pefine/FC Safim.

FC Cuntum/Sporting Clube da Guiné-Bissau e  UDR Ondame/Sport Bissau Benfica.

As respeitivas datas e horas das  partidas serão brevemente anunciadas pela Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB).ANG/LLA/ÂC//SG   

Infraestrutura marítima/Primeiro-Ministro inaugura edifício reabilitado do Instituto Marítimo-Portuário

Bissau, 29 Abr 26(ANG) - O Primeiro-ministro de Transição, Ilídio Vieira Té, presidiu hoje a cerimónia de inauguração do edifício reabilitado do Instituto Marítimo-Portuário, uma infraestrutura considerada estratégica para o desenvolvimento do setor marítimo e portuário nacional.


No evento, o chefe do Governo destacou a importância da formação técnica e profissional para fortalecer a economia azul, sublinhando que o novo edifício irá contribuir para a qualificação de quadros nacionais e  modernização das atividades ligadas aos portos e ao transporte marítimo.

Disse que, a iniciativa se insere nos esforços do Executivo para dinamizar o setor marítimo, considerado um dos pilares do crescimento económico do país.

“Hoje não inauguramos apenas um edifício, mas sim, uma ambição nacional, e esta cerimónia representa uma materialização de uma visão clara de transformar o mar num dos maiores desafios estratégicos da Guiné-Bissau”, afirmou.

Ilidio Vieira Té sublinhou que os desafios são conhecidos, e aponta a perda de recursos marinhos por falta de controlo, limitações de navegabilidade, fragilidades institucionais, fraco aproveitamento do potencial da pesca e de transporte marítimo e do turismo costeiro.

“Perante estes factos, o Governo deve reagir com responsabilidade, com determinação e com base num quadro legal sólido", disse.

O Primeiro-ministro e ministro das Finanças revelou que a obra de reabilitação do edifício do Instituto Marítimo Portuário foi realizada com  recursos internos ao longo dos 12 meses e que resultou  de uma decisão política firme de dignificar as instituições e valorizar os seus trabalhadores. ANG/ÂC//SG

 

EUA/Copa nos Estados Unidos vira desafio de orçamento para torcedores: 'está todo o mundo revoltado'

Bissau, 29 Abr 26 (ANG) - Assistir aos jogos de uma Copa do Mundo nunca foi barato, mas o Mundial nos Estados Unidos parece estar extrapolando  os limites. Ingressos que podem chegar à casa dos milhões de dólares, custos elevados para conseguir um visto, conforme o país de origem, e agora a gota d’água são os valores do transporte público para chegar aos estádios, que podem chegar a US$ 100, ou mais de R$ 500.


Para o público brasileiro, a Copa nas Américas – com jogos também no México e no Canadá – facilita em relação às sedes das últimas competições.

O preço de passagens aéreas é menor do que foi para o Catar e a Rússia. Entretanto, todo o resto da conta corre o risco de sair mais alto: hospedagens, transportes e restaurantes, além da tradicional gorjeta nos serviços, que chega a 20% nos Estados Unidos. Muitos torcedores desistiram da viagem.

“Quando é uma pessoa sozinha, ela se vira, vai no amor e fica no sofá de alguém. Mas quando é para quatro pessoas, a gente viu que muita gente não vai conseguir ir porque o custo aumentou muito”, afirma Fernanda Zaguis, consultora em planejamento e gestão do Movimento Verde e Amarelo, que desde 2008 organiza a ida de brasileiros para as Copas.

Ao contrário de 2022 e 2018, quando o transporte público para os estádios era gratuito, desta vez os gastos com o trajecto terão de ser considerados. Em Boston, o valor do trem para o Estádio Gillette, em Foxborough, a cerca de 50 quilômetros da metrópole, estará quase 10 vezes mais caro que o normal, num total de US$ 80. A viagem de ida e volta no ônibus Express, reservado para portadores de ingressos, custará US$ 95.

Em Nova York, o valor é semelhante (US$ 100 ida e volta) para ir de Manhattan ao MetLife Stadium, em East Rutherford. “Está todo mundo revoltado. Acho que vai ser até mais caro do que no Catar, que era um país caro, mas a gente não tinha que ficar mudando de lugar. Não tinha voos internos e economizamos nisso”, lembra Zaguis. “Estamos juntando a galera para chegarmos ao máximo de pessoas possível e reduzir o preço.”

Os ingressos são outro problema. A partida final, em 19 de Julho, não sai por menos de US$ 11 mil (R$ 54 mil) na plataforma oficial da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Os mais caros disparam para US$ 2,3 milhões).Essa tem sido a realidade desde que a entidade adotou um sistema de preços dinâmicos para aumentar os seus lucros, explica Pim Verschuuren, especialista em gestão do esporte e professor-associado da Universidade de Rennes 2, na França.

“Quatro anos de futebol são financiados em um mês de Copa do Mundo, mas existe o problema de manchar o discurso da FIFA de que o futeboldeve ser o desporto mais popular do mundo, universal”, pondera. “É verdade que essas tarifas excessivas permitem financiar o futebol, mas também financiam a própria Fifa, onde temos problemas antigos de governança.

O dinheiro infelizmente não vai todo para os praticantes de futebol e a todos os que se envolvem com o desporto”, constata.

 

Outro ponto delicado é a própria entrada nos Estados Unidos, que preocupa os torcedores dos países pobres e em desenvolvimento, alvos prioritários da polícia anti-imigração americana nos últimos meses.

Restrições de entrada são aplicadas a países como Haiti, Senegal e Costa do Marfim, mas podem ser contornadas com o pagamento de uma caução que vai de US$ 5 mil a US$ 10 mil.

O Brasil não está nesta lista, que inclui 47 países, a maioria africanos. Mas, mesmo assim, o torcedor que precisa de visto teve de desembolsar a quantia de US$ 435 para a obtenção do documento – e ainda muitos tiveram o pedido recusado.

“Muita gente teve o visto negado. Muita mesmo, principalmente músicos, profissionais liberais, e já estavam com tudo comprado, passagem, voo”, aponta Fernanda Zaguis. “Não teve o que fazer.”

O maior sindicato do estádio de Los Angeles exige garantias de que todos os torcedores com ingressos poderão cruzar as fronteiras americanas – do contrário, ameaça fazer greve durante as competições.

“É um jogo político, e a Fifa está presa na sua própria armadilha porque o seu modelo económico depende de os países anfitriões administrarem todos os aspetos de segurança e hospitalidade, enquanto as receitas vão diretamente para os cofres da Fifa”, indica Verschuuren. “Infelizmente, agora este modelo está sendo desafiado porque a federação não tem controle real sobre o que é feito.”

O receio de enfrentar problemas na imigração e a perspectiva de gastos afetam os planos de torcedores pelo mundo, inclusive nos países ricos. Na França, uma pesquisa divulgada pela BetFirst apurou que para assistir aos três primeiros jogos dos “bleus” na Copa, é preciso gastar em média € 4,8 mil.

Em Março, a Organização dos Torcedores Europeus (FSE, na sigla em inglês), entrou com uma queixa contra a Fifa para denunciar os preços “exorbitantes” do Mundial, além de um procedimento considerado “opaco e desleal” de venda de ingressos. ANG/RFI

 

Desporto/Ex-internacional  Zezinho assina pela UDIB e promete colocar experiência adquirida no futebol europeu ao serviço do clube

Bissau,29 Abr 26 (ANG) – O ex-internacional guineense pelo “Djurtus” José Luís Mendes Lopes vulgo (Zezinho), acaba de assinar terça-feira um contrato para representar  a União Desportiva Internacional de Bissau (UDIB).

Zezinho prometeu colocar a experiência adquirida no futebol europeu ao serviço do clube guineense.

Em declarações à imprensa desportiva, após a assinatura do contrato o centro campista guineense  disse que está muito contente por estar de regresso ao futebol guineense onde deu os seus primeiros passos, antes de partir para o futebol europeu.

“O meu sonho era terminar a minha carreira no meu país, onde iniciei como futebolista. Agradeço à UDIB e  todas as pessoas que tornaram este sonho  uma realidade, Aproveito ainda o momento para manifestar a minha indignação face aos comentários desmotivadores que tenho acompanhado nas redes socias, sobre a minha decisão de terminar a carreira na Liga-Orange do meu país”, disse o futebolista.

Zezinho garante que, irá representar o clube com dedicação, carinho e profissionalismo.

“A escolha de assinar pela UDIB se deve, sobretudo, ao facto de ter sido o único clube guineense que desde 2022, demostrou interesse do meu regresso ao futebol nacional”, revelou Zezinho.

Segundo os dados estatísticos divulgados pelo Portal Fut 245, o ex-internacional guineense  teve a sua última passagem pelo futebol nacional, na época (2007/2008), ao serviço do Sporting Clube da Guiné-Bissau (SCGB), antes da sua ida para Portugal.

A UDIB que milita na primeira liga guineense de futebol, ocupa actualmente a  8ª posição da tabela classificativa do campeonato nacional da época 2025/2026 e já sagrou-se campeão nacional de futebol por 04 vezes.

O mais recente título, foi conquistado nas épocas de 2003/2019, e os dois anteriores, foram nas temporadas do ano de 1976/85  ANG/LLA/ÂC//SG  

 

Segurança no Trabalho/ Ministra da Administração Pública diz que prevenção de acidentes de trabalho e doenças é prioridade permanente

Bissau, 29 Abr 26 (ANG) – A ministra Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, disse, terça-feira, que a prevenção de acidentes de trabalho e doenças profissionais deve ser  “prioridade permanente” para todos os intervenientes: Governo, empregadores, trabalhadores e a sociedade em geral.


Assucénia Donate de Barros fez esta declaração em mensagem aos trabalhadores, por ocasião do Dia Mundial da Segurança e Saúde no trabalho, assinalado terça-feira, 28 de Abril.

A governante  defendeu que se  deve reforçar a importância da promoção de ambientes laborais seguros, saudáveis e dignos.

Acrescentou que  a segurança e a saúde no trabalho não são apenas obrigações legais, mas também valores fundamentais que contribuem para o desenvolvimento sustentável, o aumento da produtividade e a valorização do capital humano.

“Investir na prevenção é salvar vidas, reduzir custos sociais e fortalecer as instituições”, frisou.

Assucénia Barrosl reafirmou o compromisso do Governo de  continuar a implementar políticas públicas eficazes, fortalecer os mecanismos de fiscalização e promover campanhas de sensibilização que incentivem uma cultura de prevenção e responsabilidade partilhada.

“Neste Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, apelamos à todos os cidadãos e entidades para que redobrem os esforços na construção de locais de trabalho mais seguros e inclusivos”, disse. ANG/JD/ÂC//SG

OPEP/Saída dos Emirados Árabes Unidos amplia instabilidade do mercado do petróleo

Bissau, 29 Abr 26 (ANG) - Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta terça‑feira (28) sua saída da OPEP e também da OPEP+, em um movimento que representa um duro golpe para os dois principais grupos de países exportadores de petróleo e, em particular, para a Arábia Saudita, que lidera a organização.


 A decisão ocorre em um momento delicado, marcado por um choque energético histórico provocado pela guerra no Oriente Médio e por crescentes sinais de instabilidade na economia global.

Membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo desde 1967, os Emirados Árabes Unidos participaram durante quase seis décadas da estratégia coletiva de controle da oferta.

A saída surpresa pode aprofundar divisões internas e enfraquecer o cartel, que tradicionalmente busca projetar uma frente unida, mesmo diante de divergências recorrentes — que vão de disputas geopolíticas a desacordos sobre cotas de produção.

O anúncio ocorre em um contexto particularmente sensível para os países produtores do Golfo. As exportações de petróleo da região enfrentam sérias dificuldades desde o fechamento efectivo do Estreito de Ormuz pelo Irã, logo após o início da guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel, em 28 de fevereiro.

Por essa faixa marítima estratégica, situada ao longo da costa iraniana, transitam normalmente cerca de 20% do petróleo bruto e do gás natural liquefeito consumidos no mundo.

O bloqueio transformou o estreito em um dos principais focos de tensão do conflito, fez os preços do petróleo dispararem e lançou uma forte incerteza sobre as perspectivas económicas globais.

A saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP também representa uma vitória política para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, crítico histórico do cartel. O líder americano acusou repetidamente a organização de “roubar o resto do mundo” ao manter artificialmente elevados os preços do petróleo.

Aliado estratégico de Washington e centro comercial regional, Abu Dhabi vinha demonstrando crescente descontentamento com a postura de outros países árabes diante dos ataques iranianos sofridos desde o início da guerra. A crítica se tornou pública na véspera do anúncio.

Durante uma sessão do Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda‑feira (27), o conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, Anwar Gargash, classificou como fraca a resposta coletiva do mundo árabe e do Golfo.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas, do ponto de vista político e militar, acho que essa foi a posição mais frágil de sua história”, afirmou. “Eu já esperava essa postura da Liga Árabe, mas não a do Conselho de Cooperação do Golfo”, acrescentou.

O ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail bin Mohammed Al Mazrouei, afirmou à Reuters que a saída da OPEP e da OPEP+ dá ao país maior margem de manobra, já que Abu Dhabi deixa de ter compromissos formais com o grupo. Segundo ele, a decisão foi tomada sem consultas diretas a outros membros, incluindo a Arábia Saudita.

Analistas veem o gesto como um ponto de inflexão para o mercado de petróleo. Para Jorge Leon, da consultoria Rystad, os Emirados Árabes Unidos estão entre os poucos membros da OPEP que, ao lado da Arábia Saudita, dispõem de significativa capacidade ociosa — uma ferramenta fundamental para a influência do cartel sobre os preços.

“Embora o impacto imediato possa ser limitado, dadas as interrupções atuais no Estreito de Ormuz, a implicação de longo prazo é um enfraquecimento estrutural da OPEP”, avalia.

Fora da organização, diz o analista, os Emirados Árabes Unidos têm tanto a motivação quanto a capacidade para aumentar sua produção, o que levanta dúvidas sobre a sustentabilidade do papel saudita como principal estabilizador do mercado.

Sem a força coletiva da OPEP para absorver choques de oferta, o mercado global de petróleo pode se tornar ainda mais volátil — em um momento em que a energia já se tornou um dos principais vetores de instabilidade econômica e geopolítica no mundo. ANG/RFI/AFP