sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Trânsito


       Cinquenta e duas pessoas morreram nas estradas entre Janeiro e Junho

Bissau, 30 Set 16 (ANG) – Cinquenta e duas pessoas perderam a vida nas estradas do país durante o primeiro semestre do ano em curso, em 333 acidentes de viação, revelou hoje a ANG a Comandante da Polícia Nacional de Trânsito.

Maria Elizabete Baticã Ferreira numa entrevista de balanço de acidentes de viação ocorridos durante o primeiro semestre do ano em curso disse que o balanço é positivo apesar de lamentar as perdas de vidas humanas que, com um pouco de cuidado, poderiam ser evitadas.

A responsável máxima da polícia do trânsito frisou que em comparação com o semestre homólogo do ano passado, houve uma diminuição considerável de acidentes de viação e mortes nas estradas, embora sem adiantar os números do ano passado.

“ As estradas da capital Bissau continuam a ser os mais acidentados em todo o território nacional, seguidas das da região de Oio e Cacheu”, informou, tendo apontado as manobras perigosas, condução ilegal, alta velocidade e embriaguez como as principais causas dessas desgraças nas estradas.

Para Elisabete Baticã Ferreira, a maioria dos acidentes acontece com as viaturas de transportes mistos que circulam em diferentes localidades do país.

Questionado sobre a razão da diminuição dos acidentes de trânsito no ano em curso, em relação ao primeiro semestre de 2015, a Elisabete apontou a campanha de educação cívica nas rádios como um dos factores determinantes para a mudança de mentalidade dos condutores e passageiros nas estradas do país.

“Os condutores estão a reagir, de uma forma positiva, aos conselhos da policia de trânsito dados através do programa de sensibilização e prevenção rodoviária, e esperemos que continuem a melhorar cada dia para que neste segundo semestre tenhamos menos acidentes ” vincou a comandante da policia nacional de trânsito. ANG/MSC/ÂC/SG

ONU


Guiné-Bissau não conseguiu elevar a sua renda per-capita ao longo dos 43 anos da independência”, diz Carlos Lopes
                
Bissau,30 Set 16(ANG) – O secretário executivo da Comissão das Nações Unidas para a Àfrica, o guineense Carlos Lopes afirmou que o país está entre as três economias mais pequenas da África por não conseguir elevar a sua renda “per-capita” ao longo dos 43 anos da independência. 
Carlos Lopes
 
Em entrevista a Rádio França Internacional, Carlos Lopes disse que isto acontece apesar de o país ter superfície e população maior do que os outros países do continente com igual performance.

O secretário executivo da comissão economica das Nações Unidas para África lamenta a situação da Guiné-Bissau e considera o seu país como um “caso raro” em África.

“Os 43 anos de independência não levaram a um aumento de renda per-capita. portanto, podemos dizer que é um dos países raros em Africa, que não teve um crescimento consentâneo com  aquilo que deveriam ser as suas possibilidades”, disse o alto funcionário da ONU.

Sobre o impasse vigente na Guiné-Bissau, Carlos Lopes espera que o plano apresentado pela Comunidade Econ[omica dos Estados da África Ocidental(CEDEAO), seja bem-sucedido para que o país possa encontrar uma solução à crise, e manifesta-se optimista pelo facto de todas as partes terem assinado o acordo de princípio que sirva de uma ponte para a estabilização do país. 

Carlos Lopes esteve quarta-feira em Paris, França, onde participa num evento na UNESCO, no âmbito do Dia Mundial de acesso universal à informação.
ANG/RFI

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Imprensa



ANP pede união entre a Ordem e Sindicato dos Jornalistas para o bem da classe

Bissau, 29 Set 16 (ANG) – O Gabinete de Comunicação do Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) pediu união entre a Ordem e o Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social da Guiné-Bissau para o bem da classe. 

Bastonário da Ordem de Jornalistas
A revelação foi feita hoje pelo Bastonário da Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau, António Nhaga à saída do encontro com os responsáveis do Gabinete de Comunicação da ANP.

Nhaga  disse que ficaram muito surpreendidos com o convite  feito por aquele órgão da soberania.

‘É a primeira vez que responsáveis da comunicação social foram convocados por um órgão da soberania a fim de apelar uma relação estreita para o bem da classe”, explicou.

O Bastonário dos Jornalistas disse estar satisfeito com a atitude e intenção  da ANP.

António Nhaga disse que também analisaram as melhores formas de  organização  da classe jornalística e a imprensa guineense em geral, visando uma melhor capacitação dos profissionais.

 Nhaga disse entretanto que as duas organização da classe dos média estão de mãos dadas para trabalhar afincadamente na afirmação dos profissionais da comunicação social na Guiné-Bissau.

A classe jornalística conta com duas organizações, o Sindicato Nacional dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social e a Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau.
ANG/JD/SG