sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Natal



Ministro das Obras Públicas enaltece desempenho dos funcionários da instituição durante 2017

Bissau,22 Dez 17 (ANG) – O ministro das Obras Públicas Habitação e Urbanismo elogiou hoje os esforços levados a cabo por funcionários afectos aquela instituição no decurso do ano 2017.

Marciano Silva Barbeiro falava na cermónia de oferta de prendas de natal aos filhos dos funcionários daquele pelouro e, assim, assinalar com festa os esforços consentido durante os 12 meses de trabalho.

“Penso que vamos fazer ainda muito mais em 2018, do que fizemos este ano. Tudo o fazemos é a continuidade de obras já realizadas por outras pessoas mas sempre com objectivo de melhora-las”, vincou.

O governante salientou que pais e encarregados de educação que labutam juntos, têm obrigação de um dia reunirem todos os seus filhos para que possam conhecer uns aos outros e conviverem num mesmo espaço.

O Presidente do Sindicato dos trabalhadores do Ministério das Obras Públicas, António Sucuma elogiou as realizações levadas a cabo pelo actual ministro da tutela, dentre as quais a comemoração do 1º de Maio e a distribuição de prendas de natal aos filhos dos trabalhadores.

“Uma outra proeza foi a colocação de aparelho de controle de assiduidade dos trabalhadores daquele Ministério”, explicou António Sucuma que enalteceu a aquisição de um autocarro de transporte do pessoal equipado com ar condicionado e televisão.

A cerimónia de oferta de prendas de natal aos filhos dos funcionários do Ministério das Obras Públicas foi ainda marcada com a concessão de terrenos aos três trabalhadores mais dedicados e entrega de diplomas de méritos às dez empresas de construção civil que operam no país.

ANG/ÂC/JAM





quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Conflito Israelo-Palestiano




Bissau,21 Dez 17(ANG) - "Recebem centenas de milhões de dólares e até milhares de milhões de dóalres(…) Deixe-os votar contra nós. Vamos poupar muito. Não nos importamos”, afrmou o Presidente norte americano.
 
O Presidente dos EUA lançou esta quarta-feira um sério aviso aos Estados-membros da ONU que tencionam apoiar uma rsolução que condena o reconhecimento norte-americano de Jerusalém como capital de Israel, ameaçando cortar a ajuda finaceira atribuída por Washington.

“Vamos tomar nota dos votos”, disse Donald Trump, em declarações na Casa Branca, em Washington, na véspera de uma votação na Assembleia Geral da ONU de um texto contra o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

Nas mesmas declarações, Trump denunciou “todos os países que recebem dinheiro dos Estados Unidos e que depois votam contra os EUA no Conselho de Segurança”.

“Recebem centenas de milhões de dólares e até milhares de milhões de dólares (…) deixem-os votar contra nós. Vamos poupar muito. Não nos importamos”, reforçou8 o chefe de Estado norte americano.

Os 193 países membros da Assembleia Geral da ONU vão votar na quinta-feira um projecto de resolução que foi proposto pelo Ièmen e Turquia, em nome de um grupo de países árabes e da Organização para a Cooperação Islámica(OCI).

O texto não faz uma menção específica aos Estados Unidos, mas afirma que qualquer decisão sobre Jerusalém deve ser cancelada.

Esta votação acontece “depois de Washington ter recorrido, na segunda-feira, ao seu direito de veto no Conselho de Segurança para impedir a adopção de uma resolução que tembém condenava a decisão norte americana.

Ao contrário do que se passa no Conselho de Segurança (os cinco membros permanentes do órgão têm direito de veto), na Assembleia Geral não há direito de veto e os textos adoptados não são vinculativos.

Em reação a esta votação, a embaixadora dos Estados Unidos junto das Nações Unidas, Nikki Haley, fez saber, via rede social Twuitter e numa carta endereçada a representantes de vários Estados membros, que Washington ia “anotar os nomes dos países que rejeitarem o reconhecimento de Jerusalém como capital israelita e a mudança da embaixada norte americana para a mesma cidade. 

As palavras de Nikki Haley foram denunciadas hoje em Estambul pelo chefe da diplomacia palestiniana, Riyad al-Malki, que afirmou que os Estados Unidos estão a recorrer a ameaças e a intimidações.

“Hoje(quinta-feira) veremos quantos países vão optar por votar (com) a sua consciência. Eles votarão pela justiça e votarão a favor desta resolução”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros palestiniano.  

Ao lado de Riyad al-Malki estava o ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Mevlut Cavusoglu, que disse acreditar que os países membros da Assembleia Geral da ONU vão ignorar a pressão norte americana e vão votar em consciência.

“Nenhum Estado honrado vai inclinar-se perante tal pressão”, disse o chefe da diplomacia da Turquia."

Trump anunciou a 06 de Dezembro que os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como capital de Israel e que vão transferir a sua embaixada de Telavive para Jerusalém, contrariando a posição da ONU e dos países européus, árabes e muçulmanos, assim como a linha diplomática seguida por Washington ao longo de décadas.

Os países com representação diplomática em Israel têm as embaixadas em Telavive, em conformidade com o princípio, consagrado em resoluções das Nações Unidas, de que o estatuto de Jerusalém deve ser definido em negociações entre israelitas e palestinianos. 

A questão de Jerusalém é uma das mais complicadas e delicadas do conflito israelo-palestiniano, um dos mais antigos do mundo.

Israel ocupa Jerusalem oriental desde 1967 e declarou, em 1980, toda a cidade de Jerusalem como a sua capital indivisa.

Os palestinianos querem fazer de Jerusalem oriental a capital de um desejado Estado palestiniano, coexistente em paz com Israel.

Jerusalem é considerada uma cidade santa para crsitãos, judeus e muçulmanos.
 ANG/Lusa

Desporto: Futebol



            Velhas glórias nacionais querem dinamizar o futebol no país

Bissau, 21 Dez 17(ANG) - Um grupo de ex-jogadores de futebol guineenses residentes no Luxemburgo, que se notabilizaram em Portugal e outros campeonatos, quer dar outra dinâmica ao futebol do país através de várias iniciativas.
 
Emanuel Cunha (Sporting, Aves e Chaves), Armando (Boavista e Salgueiros), Reinaldo (Benfica), Domingos Gomes (Elvas) e Lai (FC Porto e Tirsense) são alguns dos mais conhecidos de um grupo de cerca de 20 ex-futebolistas que se encontra regularmente à volta da mesa para discutir e analisar o futebol guineense.

“A Guiné tem que evoluir em vários aspetos porque tem jogadores de qualidade”, lança Emanuel Cunha.

“Existem problemas nos campeonatos internos e a nível internacional a seleção tem tido prestações aquém do seu potencial. Isso deixa-nos tristes e tem de mudar”, junta Domingos Gomes com alguma desilusão.

“Vamos criar uma associação de ex-jogadores para estabelecer contactos internacionais, efetuar jogos e eventos com o intuito de credibilizar o futebol guineense. É urgente dinalizar as estruturas do país para podermos chegar a outros patamares”,  remata Emanuel Cunha.

ANG/Site Sou Djurto

'Ranking' da FIFA



                                           Guiné-Bissau na 86º posição

Bissau,21 Dez 17(ANG) - A selecção nacional de futebol da Guiné-Bissau posicionou-se em 86º lugar  no 'ranking' da FIFA, subindo dois lugares, segundo os dados hoje divulgado, que continua a ser liderado pela Alemanha, e não registou alterações nos primeiros 35 lugares.
 
A Alemanha, campeã mundial em título, continua a liderar, seguida do Brasil, que ocupa o segundo posto, de Portugal, terceiro, da Argentina, quarta, e da Bélgica, quinta. 

A Espanha, adversária de Portugal na fase de grupos do Mundial2018, ocupa a sexta posição, seguida das seleções da Polónia, Suíça, França e Chile, que completam o 'top-10'.
O Irão, treinado pelo português Carlos Queiroz e também adversário de Portugal na fase de grupos do Mundial2018, mantém o 34.º posto, enquanto o Burkina Faso, cujo selecionador é o português Paulo Duarte, continua no 44.º.

A seleção de Marrocos, que completa o Grupo B do Mundial Rússia2018, mantém a posição 40 da tabela, na qual Cabo Verde, que subiu do 68.º para o 67.º posto, continua a ser o melhor dos países de expressão portuguesa, depois do Brasil.
- 'Ranking' da FIFA em 21 de dezembro:

1. (1) Alemanha, 1.602 pontos.
2. (2) Brasil, 1.483.
3. (3) Portugal, 1.358.
4. (4) Argentina, 1.348.
5. (5) Bélgica, 1.325.
6. (6) Espanha, 1.231.
7. (7) Polónia, 1.209.
8. (8) Suíça, 1.190.
9. (9) França, 1.183.
10. (10) Chile, 1.162.
(...)
32. (32) Irão, 798.
44. (44) Burkina Faso, 705.
67. (68) Cabo Verde, 530.
86. (88) Guiné-Bissau, 403.
110. (110) Moçambique, 304.
141. (141) Angola, 201.
178. (177) São Tomé e Príncipe, 94.
185. (182) Macau, 65.
191. (196) Timor-Leste, 32.
ANG/Lusa

Crise política



Partidos sem assento parlamentar divididos quanto a solução

Bissau, 21/12/17 (ANG) – Os partidos políticos, ouvidos quarta-feira pelo Presidente da República, estão divididos em relação as propostas de resolução da presente crise política no país.

Em declarações a imprensa depois do referido encontro, o Presidente da União Patriótica da Guiné (UPG), Fernando Vaz, defendeu a reabertura do Parlamento, porque, segundo as suas palavras, é o local onde se manifesta a vontade popular, através do voto dos deputados.

Para o líder da APU-PDGB, a resolução da actual crise passa pela implementação efectiva dos Acordos de Bissau e Conacri, onde o primeiro passo deve ser “a nomeação do Augusto Olivais (dirigente do Partido PAIGC) para o cargo do Primeiro Ministro.

Nuno Gomes Nabiam acusa ainda, o Presidente da República de “ter falhado mais uma vez”, por ter alegadamente, durante a última Cimeira de CEDEAO em Nigéria “aceitado a nomeação do Augusto Olivais, no quadro de Acordo de Conacri e, mudar de posição, apresentando um falso roteiro” que, no seu entender só satisfaz as vontades do Partidos da Renovação Social e o chamado “Grupo dos 15” deputados expulsos do PAIGC.

A mesma opinião tem o Paulo Semedo, ou seja, de aplicar o Acordo de Conacri, começando pela nomeação do Augusto Olivais a função do chefe dum novo governo.

Por sua vez, Silvestre Alves do Movimento Democrático Guineense (MDG) advoga a formação de “governo tecnocrata” de figuras independentes e longe dos partidos políticos, em prol da Guiné-Bissau.

Finalmente, para Carlos Vamain do Fórum Cívico- Social Democrata, o Presidente da República “deve, a luz da Constituição da República, convocar a Sessão Extraordinária da Assembleia Nacional Popular (Parlamento) ”, com vista a desbloquear a situação, dado que, de acordo com ele, tanto “Acordo de Conacri, como o Roteiro apresentado na Cimeira de CEDEAO são anticonstitucionais.

Antes deste encontro com as formações políticas sem representação parlamentar, o Chefe de Estado, tinha recebido os líderes das confissões religiosas, que não proferiram quaisquer declarações.

Antes de ouvir os partidos com deputados no Parlamento, José Mário Vaz ausculta o poder tradicional sobre o chamado “Roteiro” para tirar a Guiné-Bissau na crise política que se encontra há quase três anos.

Na última Cimeira dos Chefes de Estados da Comunidade Económica dos Países da África Ocidental ( CEDEAO), José Mário Vaz apresentou um “Roteiro para a implementação do Acordo de Conacri”, no qual consta, nomeadamente a “reintegração incondicional do Grupo dos 15 no PAIGC, a reabertura imediata da plenária do Parlamento e a exoneração do actual Primeiro Ministro” e a consequente formação dum Governo Inclusivo. 
ANG/QC/JAM

Infraestrutura


      Fundo Saudita e Banco Árabe de Desenvolvimento emprestam 18,6 M€

Bissau,21 Dez 17(ANG) - O Fundo Saudita de Desenvolvimento e o Banco Árabe de Desenvolvimento vão emprestar 18,6 milhões de euros a Guiné-Bissau para a melhoria de fornecimento de energia elétrica às populações, anunciou quarta-feira o ministro das Finanças guineense, João Fadiá.

As duas entidades financeiras vão dar, cada uma, a metade do valor e o governo de Bissau irá adquirir grupos eletrogéneos para produzir 20 megawatts de energia elétrica e distribuir às populações da cidade de Bissau, adiantou o ministro.

João Fadiá indicou que os empréstimos serão reembolsados dentro de 30 anos, com 10 de carência, com uma taxa de juros de 1%.

O ministro acredita que com a entrada em funcionamento dos grupos eletrogéneos a serem adquiridos com os empréstimos das duas entidades árabes, o governo «poderá fazer face às dificuldades» na produção e distribuição de energia elétrica em Bissau.

O diretor-geral das operações do Fundo Saudita de Desenvolvimento, Fawzi Alsaud, que esteve em Bissau para assinatura hoje do protocolo do empréstimo, disse que apesar dos 18,6 milhões de euros virem de duas entidades diferentes, o projeto será executado conjuntamente.

A cidade de Bissau passa, nos últimos meses, por longos períodos de cortes de energia elétrica e água canalizada.

A empresa de Eletricidade e Agua da Guiné-Bissau (EAGB) diz-se com dificuldades em produzir os cerca de 25 megawatts de energia de que precisa para responder às necessidades dos habitantes de Bissau.

Fonte da empresa indicou à Lusa que a produção, desde há cinco meses, não ultrapassa os 13 megawatts de energia, o que, sublinha, leva os cortes sistemáticos, como forma de atender todos os clientes.
ANG/Lusa

Crise Política

Líder partidário propõe entregar gestão da Guiné-Bissau às Nações Unidas

Bissau,21 Dez 17(ANG) – O Líder do Partido do Progresso Guineense(PPG), sem representação parlamentar, João Tatis Sá disse hoje que o melhor seria entregar a gestão do país à ONU, que em conjunto com outras organizações escolheria alguém para dirigir o governo.
 
Médico radicado em Portugal, mas candidato às presidenciais guineenses, em três ocasiões, João Tatis Sá que falava numa conferência de imprensa, entende que dessa forma o país conheceria a estabilidade e a personalidade indicada pela comunidade internacional que organizaria eleições.

A personalidade poderia ser indicada a nível da Comunidae de Países de Língua Portuguesa (CPLP) ou a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental(CEDEAO), defendeu João Tatis Sá.

O líder do PPG afirma que a Guiné-Bissau está bloqueada devido aos problemas pessoais entre dirigentes , acrescentando que não têm humildade porque não fazem um exame de consciência dos seus actos.

João Tatis Sá considera que o comportamento dos políticos tem causado sofrimento ao povo ao ponto de vários guineensesn preferirem abandonar o país para emigração.

Citou o caso da Líbia onde se diz estarem cidadãos guineenses em situação de escravatura para afirmar que tem sido o próprio país que manda os seus filhos para fora como escravos.
ANG/Lusa