Justiça /Jovem detido pela Policia Judiciária com mais de 100 passaportes apresentado ao Ministério público para primeira audição
terça-feira, 10 de outubro de 2023
Sociedade/PJ deteve dois cidadãos suspeitos de crime de casamento precoce
Bissau, 10 Out 23 (ANG) – A Policia Judiciária (PJ) deteve, recentemente, dois cidadãos nacionais, na povoação de Cumura, arredores de Bissau, por tentativa de realização de casamento forçado de uma menina menor, de 13 anos de idade.
A informação consta no portal digital da Policia Judiciária, consultada hoje pela ANG.
A mesma fonte indica que
os suspeitos, a tia da menina e mais um cúmplice, foram detidos pela Brigada do
Combate à Criminalidade contra mulheres e menores da Polícia Judiciária.
“A tia da menor foi
detida quando se preparava para iniciar a cerimónia tradicional de casamento. A
menina já se encontra na casa de
acolhimento da Associação de Amigos da Criança (AMIC), no bairro de
enterramento, em Bissau”, refere o portal.
Os dois suspeitos, de
acordo com a PJ, serão apresentados ainda esta semana ao Ministério Público
para a audição e consequente aplicação das medidas de coação cabíveis ao caso. ANG/LPG/ÂC//SG
Israel/Netanyahu defende “governo de unidade nacional de emergência”
Bissau, 10 Out 23 (ANG) - O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, defendeu hoje a formação de um “governo de unidade nacional de emergência”, no terceiro dia da ofensiva desencadeada pelo movimento islâmico palestiniano Hamas, que deixou pelo menos 800 mortos em Israel.
“Apelo aos líderes da oposição para que formem imediatamente um governo de unidade nacional de emergência, sem condições prévias”, disse Netanyahu num discurso televisivo.
Netanyahu,
que lidera uma coligação de direita, extrema-direita e partidos ultraortodoxos,
enfrenta uma das maiores crises da história do país.
Na
sua intervenção, o chefe do governo israelita detalhou os cinco pontos de seu
programa: recuperar o controlo do território e “eliminar os terroristas” ainda
presentes em Israel; realizar um ataque “massivo” contra o Hamas com “uma força
inédita”; “reforçar as frentes” ao norte e contra o Hezbollah e na Cisjordânia;
continuar a campanha para garantir o apoio da comunidade internacional; e
finalmente “a unidade do povo” com a formação de um governo de unidade
nacional.
O
grupo islâmico palestiniano Hamas, considerado terrorista pela União Europeia e
Estados Unidos, lançou no sábado um ataque surpresa contra o território
israelita, sob o nome de operação “Tempestade Al-Aqsa”, com o lançamento de
milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar.
Em
resposta ao ataque surpresa, Israel bombardeou por via aérea várias instalações
do Hamas na Faixa de Gaza, numa operação que batizou como “Espadas de Ferro”.
Benjamin
Netanyahu, declarou no sábado que Israel está “em guerra” com o Hamas e iniciou
um contra-ataque com forças aéreas, navais e terrestres sobre a Faixa de Gaza,
e a perseguição aos membros do movimento islamista em território israelita.
O
número de mortos do lado israelita ascendeu a 300 nas primeiras 24 horas da
escalada, e aumentou já para mais de 900, incluindo 100 corpos hoje encontrados
pela organização de resgate judaica Zaka numa pequena quinta comunitária
(kibutz) que antes do ataque tinha 1.000 pessoas.
ANG/Inforpress/Lusa
Irão/Líder Khamenei nega envolvimento do seu país no ataque do Hamas a Israel
Bissau, 10 Out 23 (ANG) - O 'Ayatollah' Ali Khamenei, a autoridade máxima do Irão, negou hoje que o seu país tenha estado por trás do ataque lançado no sábado pelo Hamas contra Israel, mas reforçou o apoio iraniano aos palestinianos.
"Apoiantes do regime sionista e outros
têm espalhado rumores nos últimos dois, três dias, incluindo que o Irão estaria
por trás desta ação. Estes rumores são falsos", disse o Ayatollah Khamenei
num discurso numa academia militar.
Outras autoridades iranianas já haviam rejeitado na segunda-feira as acusações
de envolvimento iraniano na preparação do ataque do Hamas, um movimento que
Teerão defende abertamente há muitos anos, mesmo que as suas relações tenham
vivido altos e baixos.
Khamenei declarou ainda que Israel
"sofreu um fracasso irreparável nos campos militar e de informação"
após esta ofensiva do movimento palestiniano.
"Insisto no termo 'irreparável'",
acrescentou o líder iraniano.
"É evidente que defendemos a
Palestina, defendemos as suas lutas. Nós beijamos os rostos e os braços dos
promotores [do ataque] e dos corajosos jovens palestinianos. Mas aqueles que
dizem que o trabalho foi realizado por não palestinianos, "não conhecem a
nação palestiniana e estão a cometer um erro", acrescentou.
"É claro que todo o mundo muçulmano é
obrigado a apoiar os palestinianos", segundo o líder supremo do Irão.
Para o Ayatollah Khamenei, que defende regularmente o fim do Estado de Israel,
"este desastre foi causado pelas ações dos próprios sionistas".
"O ato corajoso e altruísta dos
palestinianos é uma resposta aos crimes do inimigo usurpador, que duram há anos
e tem piorado nos últimos meses", afirmou.
Khamenei também descreveu como um
"erro de cálculo" o facto de Israel "apresentar-se como
vítima" após o ataque, sendo "um pretexto" para multiplicar os
seus crimes.
As autoridades israelitas confirmaram mais
de 900 mortos e 2.700 feridos desde o início da ofensiva do Hamas, lançada no
sábado e apoiada pelo grupo Jihad Islâmica, enquanto mais de 680 palestinianos
e 3.700 ficaram feridos na sequência de bombardeamentos e ataques de Israel
contra a Faixa de Gaza, aos quais se somam mais de 15 em operações e confrontos
com forças israelitas na Cisjordânia ocupada. ANG/Angop
Portugal/Lisboa acolhe durante dois dias Fórum das Inspeções do Trabalho dos países da CPLP
Bissau, 10 Out 23 (ANG) – O “Fórum das Inspeções do Trabalho dos países da CPLP: criação de parcerias e reforço da cooperação Sul-Sul e Triangular” arranca esta terça-feira, 10, em Lisboa, e decorre até quarta-feira, 11.
O evento a ter lugar na sede da
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) terá uma sessão de abertura e
a apresentação das diretrizes sobre os princípios gerais da inspeção do
trabalho, que acontece no início dos trabalhos do dia 10 de Outubro.
De acordo com a o programa do fórum a
sessão de abertura do evento contará com as intervenções do secretário
executivo da CPLP, Zacarias da Costa, da especialista do Departamento e de
Governação e Tripartismo da Organização Internacional do Trabalho (OIT)
Genebra, Vera Paquete Perdigão (mensagem em vídeo) e pelo presidente do
Instituto do Emprego e Formação Profissional de Portugal (IEFP), Domingos
Lopes.
O lançamento das diretrizes sobre os
princípios gerais da inspeção do trabalho terá a moderação da diretora do
Escritório da OIT-Lisboa, Mafalda Troncho, e apresentação por Joaquim Pintado
Nunes, seguindo-se uma mesa-redonda tripartida com representantes de parceiros
sociais.
Depois destes momentos, vai iniciar-se
a atividade de formação, em formato de curso, destinando-se a “construir e reforçar
parcerias entre as inspeções do trabalho dos países membros da CPLP”.
O objetivo é “reforçar as suas
capacidades para promover os princípios e direitos fundamentais no trabalho, em
particular, a eliminação efetiva do trabalho infantil incluindo a prevenção e
erradicação das suas piores formas e a promoção de ambientes de trabalho
seguros e saudáveis”.
O encontro de alto nível das inspeções
do trabalho dos países da CPLP pretende promover o “intercâmbio de boas
práticas e a partilha de informações, conhecimentos e ferramentas entre países
para apoiar as inspeções do trabalho a melhorar a eficácia dos seus sistemas e
consequentemente a tornar mais efetivo o seu contributo para a concretização
dos princípios e direitos fundamentais no trabalho”.
Além de Cabo Verde, integram a CPLP
Portugal, Brasil, Timor-Leste, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e
Príncipe, Angola e Moçambique.
ANG/Inforpress
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
Sociedade/LGDH exige indeminização
de dinheiro gasto pela família Armando
Ventura no tratamento do familiar vítima de espancamento policial
Bissau, 09 Out 23
(ANG) – A Liga Guineense dos Direitos Humanos exigiu que seja indeminizada à família Armando Ventura todo o dinheiro
gasto no tratamento de um familiar vítima de espancamento de um agente de polícia, na
quarta-feira(04) do mês em curso.
A exigência da LGDH foi feita hoje pelo Vice-presidente desta organização,Victiorino
Indeque, numa conferência de imprensa, em que os familiares da vítima Ivandro Armando
Ventura denunciaram o ocorrido.
Indeque prometeu que a
liga, enquanto organização de defesa dos Direitos Humanos vai continuar a
monitorar a situação, “porque ninguém pode inverter ou criar as suas regras que não têm nada a ver com leis em
vigor no país”.
Disse lamentar, mais
uma vez, o comportamento abusivo de um agente da polícia.
Aquele responsável criticou que a polícia é para pôr a ordem pública e não para cobrar dívidas
e dar multas à pessoas e criar situações para meter medo à população, razão
pela qual responsabiliza o Ministério de
Interior pelo sucedido.
" O Ministério do
interior, nesta nova etapa, tem que se organizar internamente e parar com
corporativismo. E quando alguém fizer mal deve tentar buscar soluções”, disse
Indeque.
Em representação da
família, Banhom Armando Ventura deu a sua versão dos factos dizendo que o irmão Ivandro Armando Venutra foi
espancado por um agente de polícia no Estádio Lino Correia, quando saiu para
pagar à uma senhora que vendia a água.
Disse que o agente
teria dito ao seu irmão que ele não podia entrar no estádio, ,mas que o irmão
tentou explicar ao agente que queria entrar apenas para pagar a água que tomou
a senhora. Disse que foi nessa tentativa de convencer ao agente que outro
agente apareceu e começou a bater no Ivandro até que lhe partiu a clavícula .
“Daí a vítima recusou
que não ía para casa e foi para 1ª esquadra participar dos agentes. Feita a
participação, o comandante adjunto da esquadra fez as suas deligências e levou
a vítima ao hospital onde o mandaram
para raio x e se detetou que a sua clavícula teria partido”, disse Banhom Ventura.
Acrescentou que, segundo
o médico que tratou o irmão, este precisa de tratamento especializado para repôr a clavícula
no lugar, caso contrário não vai poder mover nada que pesa um quilograma ou mais.
"Viemos a liga
para denunciar o ocorrido, porque ficamos indignados com a atitude do agente
que parece ter ódio de meu irmão. Quando batia, ele dizia ao agente “sou irmão
do teu colega de trabalho” mesmo assim batia nele e o meu irmão agora não consegue dormir a noite.... chora
até de manhã”, revelou Armando Ventura. ANG/MI//SG
Israel/Gaza vai ser o início de uma grande crise que vai atingir todo o Médio Oriente”
Bissau, 09 Out 23 (ANG)
- Israel anunciou um “cerco total” a Gaza, “sem eletricidade, comida e
combustível”, em resposta ao ataque sem precedentes do Hamas.
Foi a partir do enclave
palestiniano, onde vivem cerca de 2,3 milhões de pessoas, que o Hamas lançou os
ataques no sábado. Entretanto, o governo israelita recrutou 300 mil reservistas
para "ir para a ofensiva".
Ivo Sobral, especialista em Relações
Internacionais , alerta que “Gaza vai ser o início de uma grande crise que vai
atingir todo o Médio Oriente”.
Desde sábado e até esta segunda-feira, nos
dois lados do conflito, teriam morrido 1100 pessoas. De acordo com o ministério
da Saúde israelita, há mais de 700 mortos em Israel [incluindo as 250 pessoas
assassinadas numa festa de música perto da Faixa de Gaza], enquanto as
autoridades palestinianas apontam para 493 mortos palestinianos. Este é um
balanço sem precedentes na história de Israel, apenas comparável à primeira
guerra israelo-árabe de 1948. Por isso, é um momento “histórico” e que vai ter consequências para todo o Médio Oriente, alerta Ivo
Sobral, professor de Relações Internacionais na Universidade de Abu Dhabi.
O conflito começou no sábado, com o Hamas a
lançar um ataque surpresa contra o território israelita, com o lançamento de
mísseis e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar. Em
resposta, Israel fez bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza, à qual anunciou um
"cerco total", esta segunda-feira, “sem eletricidade, comida,
combustível”. Foi a partir de Gaza, o enclave palestiniano onde vivem cerca de
2,3 milhões de pessoas, que o Hamas lançou a ofensiva sem precedentes.
Entretanto, o governo israelita também
recrutou um número recorde de 300 mil reservistas para "irem para a
ofensiva", de acordo com um porta-voz militar israelita. Os planos de
Israel de uma ofensiva terrestre a Gaza pretendem “destruir, o máximo possível, o aparelho logístico e comando de controlo
do Hamas” e, por outro lado, “tentar recuperar o máximo de vidas
israelitas que foram capturadas como reféns”.
“Esta manhã, existiram
igualmente rumores de operações logísticas para tentar transferir alguns destes
reféns para outras zonas com óbvios problemas, como o Líbano e outros países.
Portanto, Gaza vai ser só o início, infelizmente, de uma grande crise que vai,
obviamente, atingir todo o Médio Oriente”, explica
Ivo Sobral. Logo, “o
risco de uma espiral de violência que possa tocar o resto do Médio Oriente é
muito grande neste momento”
até porque “não existe nenhum conflito
no mundo tão internacional como a questão palestiniano-israelita”.
O especialista em Relações Internacionais
também se questiona sobre o momento do ataque do Hamas, num momento de
aproximação de Israel com a Arábia Saudita. “Temos
de pensar no xadrez geopolítico do Médio Oriente. Muito recentemente, existia
uma possibilidade de um acordo conciliatório entre Israel e a Arábia Saudita
que, neste momento, é obviamente impossível de continuar (…) O apaziguamento do
Golfo, inclusive da Arábia Saudita, em relação a Israel, está neste momento
completamente congelado, pelo menos, a Arábia Saudita. Temos que perguntar onde
está a origem desta mesma estratégia do Hamas”, avança.
Para Ivo Sobral, esse acordo “estaria por alguns dias e, agora, obviamente
vai ser completamente cancelado”, o que o leva a pensar “no maior patrocinador do Hamas que é o
regime de Teerão”: “O Irão teve uma série de vitórias
recentemente. Uma das últimas vitórias foi um acordo para libertar alguns
reféns americanos que estariam no território iraniano, em troca de um apoio
financeiro de fundos iranianos que estariam congelados no Ocidente há algum
tempo e foi uma grande vitória para o Irão. Uma grande vitória seguida por
outra grande vitória que será agora o congelamento das relações entre Israel e
a Arábia Saudita.” ANG/RFI
Afeganistão/Habitantes procuram
familiares nos escombros, ajuda internacional é escassa
Bissau, 09 Out 23 (ANG) - No
Afeganistão, os habitantes das aldeias atingidas pelo sismo continuam
desesperadamente à procura de sobreviventes, dois dias depois do terramoto que
matou mais de 2 000 pessoas no Oeste do país.
Segundo a ONU, 11 aldeias
foram totalmente destruídas, não restando nenhuma habitação em condições.
"As
pessoas estão a tentar procurar e socorrer os seus familiares nos escombros",
descreveu o porta-voz do ministério afegão da Gestão das catástrofes, o mullah
Janan Sayeq, apontando para uma "situação
muito má".
Camiões carregados de comida, água e coberturas
continuam a chegar às aldeias isoladas, a cerca de 30 km a Norte de Herat, zona
mais afetada pelo sismo de magnitude 6,3 e as seguintes oito réplicas que
abalaram a região no sábado 7 de Outubro, uma região já enfraquecida por uma
situação de seca que tem paralisado inúmeras comunidades desde há vários
anos.
Khalid, 32 anos, habitante da aldeia de
Kashkak explicou, em declarações à agência France Presse, que "muitas
pessoas vieram de regiões distantes para ajudar a socorrer as vítimas".
No sábado, os talibãs no poder pediram
ajuda às organizações locais para ajudar a levar os feridos para os
hospitais.
No domingo, a União Europeia enviou equipas de
socorro à zona do desastre mas a ajuda internacional é escassa e o sistema de
saúde afegão, que depende quase por completo da ajuda estrangeira, confronta-se
com importantes cortes financeiros.
Desde que os talibãs tomaram o poder em
Agosto de 2021, tem-se assistido a uma retirada geral da ajuda internacional
país, somando esta catástrofe natural a uma crise humanitária que já se vinha
alastrando no país.
Morreram mais de 2 400 pessoas na sequência do sismo
e mais de 2 000 ficaram feridas, dos quais dois terços são crianças e mulheres,
segundo a Organização Mundial da Saúde. ANG/RFI
Ensino público / As aulas arrancaram mas algumas escolas ainda fazem matrículas
Bissau, 09 Out 23
(ANG) – As aulas para o início do novo ano lectivo iniciaram esta segunda-feira
em todo o território nacional mas o Liceu Rui Barcelos da Cunha e a escola do
ensino básico Salvador Allende prosseguem as matrículas em todos os niveis até final deste
mês, enquanto que a esocla Patrice
Lumumba prolonga a inscrição por mesmo período, apenas para o primeiro ciclo.
A revelação foi feita
pelos Directores dos referidos estabelecimentos de ensino esta, segunda-feira,
dia oficial de início das aulas do ano
letivo 2023/24.
O prolongamento de
matrícula foi justificado com a existência
de vagas, desde 7º até 9º ano na Escola
do Ensino Básico Unificado Salvador Allende e de 7º à 12º
no Liceu Rui Barcelos da Cunha.
“Não queremos que
alguma criança ou pai e encarregado de educação venha a dizer que o seu filho
ou educando não frequentou as aulas, por não ter matriculado a tempo, por isso
decidimos continuar com o processo de inscrição até fim do mês de Outubro”, disse
Izidro Anastécio Martins ,diretor do Liceu Rui Barcelos da Cunha.
O director da escola
do ensino Básico Salvador Allende, Cristovão Morais Mancabo diz que prespectiva
um bom ano lectivo, porque naquele estabelecimento de ensino não se observam
greves decretadas pelos sindicatos do sector,e diz ainda esperar que não
haja paralisações noutras escolas públicas,
para permitir que professores possam lecionar pelo menos 90 por cento das matérias
programadas.
Em relação a presença de alunos e dos professores, disse que estão presentes para que possam receber os seus respetivos horários para lecionarem.
O Sub Diretor do Liceu
Agostinho Neto, Cesário Matias disse que as aulas arrancaram a meio gáz por
falta de alunos e de professores em
algumas salas.
Entretanto, o
repórter da ANG percorreu o estabelecimento e constatou a presença de alunos em
algumas salas mas sem professores.
Constatou o caso da
sala 06 do liceu Agostinho Neto, onde foi encontrada uma aluna de 11º ano, Raiza da Silva que disse estar na escola
às 07 horas até as 08 da manhã sem nenhuma presença do professor e dos seus
colegas de turma.
Numa outra sala de 11a classe do mesmo liceu esteve um
professor de Física, de nome Jacinto Intassa com cinco alunos na turma.
Instado a falar sobre
inicio das aulas, o professor Jacinto Intassa mostrou-se satisfeito com o
inicio das aulas, mas lamentou a ausência de alunos, pelo que recomendou aos presentes a sinsibilizarem
colegas para compareceram para as aulas.
Em nome dos alunos
presentes na sala, do Liceu Agostinho Neto, Raiza da Silva e Sofia Gomes foram
unânimes em dizer que não há condições
para assistir aulas em algumas salas, por questões higiénicas.
O Director do Liceu
Rui Barcelos da Cunha, Isidro Anastácio Martins confirmou o inicio das aulas,
com existência de condições técnicas,
mas diz que houve fraca presença de alunos, contrariamente aos professores que
marcaram presença.
“A fraca participação
dos alunos no primeiro dia de aulas no país tornou-se numa moda”, qualificou,
para depois exortar os país e ecarreagdos do sentido a mandarem seus filhos ou
educandos para as salas de aulas.
Por outro lado, Isidro
Anastácio Martins exorta os sindicatos do setor a privilegiarem o diálogo com o
governo, evitando greves logo no início das aulas, situação que
diz não contribuiu para o bom funcionamento do ensino publico guineense.
Neste estabelecimento
de ensino público o repórter da ANG constatou ausência dos alunos em quase
todas as salas visitadas, contrariamente
aos professores que estiveram presentes
para o arranque das aulas.
Por sua vez, o sub
director da Escola de Ensino Bàsico, Patrice Lumumba, Abibo Djalo fez uma avaliação
positiva do inicio das aulas, justificando a sua afirmação com a presença
massiva dos alunos do primeiro e de
segundo ciclo.
O repórter da ANG
constatou a presença em massa dos alunos e dos professores a lecionar no
Patrice Lumumba.
Das escolas públicas
visitadas hoje, dia oficial de inicio das aulas, Patrice Lumumba foi a única que estava a funcionar em pleno.
ANG/LPG/ÂC//SG
Desporto/Seleção Feminina de Futebol Sub-20 da Guiné-Bissau perde por 3-0 com Gana
Bissau, 09 Out 23 (ANG) – A Seleção Feminina de Futebol da camada Sub-20 da Guiné-Bissau, recebeu e perdeu em casa por 3-0, no sábado, com a sua congénere do Gana, num jogo a contar para a primeira mão da segunda eliminatória para o mundial feminina da categoria, a disputar-se na Colômbia.
O primeiro tempo do jogo foi equilibrado, com as duas equipas a tentaram demonstrar que, muito cedo ,queriam se colocar a frente do marcador.
A atacante Ganes Issah Abiba, aos minutos seis da primeira parte, numa jogada de contra ataque a baliza da turma nacional, fez o passe a Wassiba Mohammed, que se encontrava dentro da grande área guineense, mas que acabou por rematar por cima da baliza defendida por Adji Saco.
No decorrer do jogo, as visitantes dominaram a partida, razão pela qual, aos minutos 12 da primeira parte da partida, o Gana marcou o seu primeiro golo, entretanto invalidado pelo juiz da partida, por ser considerado fora de jogo.
As visitantes assumiram o total monopólio da partida, obrigando a turma nacional a jogar no seu reduto, sem argumentos para discutir a partida, e, aos minutos 45 mais um de compensação, as ganesas conseguiram marcar o primeiro golo da partida, indo para o intervalo em vantagem.
No segundo tempo do jogo Gana manteve o mesmo ritmo de controlo total da partida, criando varias situações de perigo na baliza de Adji Saco, até que aos 58 minutos do encontro, beneficiou de uma penalidade cometida pela defesa guineense, mas essa oportunidade foi desperdiçada pela Comfort Yeboah.
Depois de tanta pressão da seleção do Gana sobre a Guiné-Bissau, os dois restantes golos acabaram por surgir nos minutos 66 e 75 da segunda parte, estabelecendo assim o resultado final, em 3-0, o que representou uma dura derrota as comandadas de Romão dos Santos.
No final do encontro, apesar da derrota, a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Indira Cabral Embaló elogiou o desempenho da turma nacional, e apelou a sociedade guineense a marcar presença nos jogos da Seleção Feminina, como forma de motivá-las.
“A nossa Seleção Feminina de futebol jogou e perdeu hoje com o Gana, num clima de Estádio vazi. Os guineenses têm preconceito que só os jogos da Seleção masculina de futebol é que devem ser valorizados. A nossa Seleção feminina também tem bons jogadoras que merecem ser motivadas pelo bom desempenho que tem mostrados ao longo destes tempos”, defendeu Indira Cabral Embaló.
A ministra diz que não será uma tarefa fácil a segunda mão, mas que acredita que as Djurtinhas farão tudo para vencer a próxima partida.
Em declarações à imprensa, Romão dos Santos disse que a turma ganesa teve uma vitória justa.
“Elas foram
melhor em todas as circunstâncias do encontro, têm melhor qualidade, melhor
técnica, experiência, e conhecem bem o futebol. Nós temos uma seleção amadora na fase de
construção enquanto que o Gana apresenta uma Seleção com jogadoras profissionais. Dar volta à este
resultado, na segunda mão, não vai ser fácil, mas vamos dar o nosso máximo. O
importante neste sentido e poder chegar à este nível, jogando com uma equipa
superior a nós, o que demostra que crescemos e estamos a trabalhar para chegar
mais longe”, disse Romão dos Santos. ANG/LLA/AC//SG
Marrocos/FMI e Banco Mundial regressam a África para debater continente em dificuldades
Bissau,
09 Out 23(ANG) – O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM)
começam hoje os seus Encontros Anuais em Marraquexe, Marrocos, marcados pelo
regresso a África, um continente em dificuldades que contrastam com a “notável
resiliência” da economia mundial.
Nas
reuniões que assinalam o regresso a África, depois dos Encontros no Quénia, em
1973, o FMI e o BM deverão apresentar uma revisão em baixa do crescimento para
o continente, com o Banco Mundial a ter apresentado já a sua estimativa de
crescimento para a região, que abranda para 2,5% este ano, depois de
crescimentos de 4,8% em 2021 e 3,8% no ano passado.
Os
trabalhos começam hoje e têm em agenda uma sessão sobre empresárias africanas e
outra que incide sobre a Guiné-Bissau e como melhorar a gestão da despesa com
os funcionários públicos através do recurso ao ‘blockchain’, ou seja, a uma
base de dados que liga vários departamentos e está acessível em tempo real.
Na
terça-feira será lançado o relatório sobre as Perspectivas Económicas Mundiais,
no mesmo dia em que é apresentado o documento sobre a Estabilidade Financeira
Global e é feito um debate sobre o combate à pobreza.
Ainda
na terça-feira, a Guiné-Bissau torna a estar em destaque, com um debate sobre a
digitalização da gestão da administração pública.
No
dia seguinte é feita a abertura oficial dos Encontros do Banco Mundial, com a
conferência de imprensa do presidente, Ajay Banga, e é apresentado o ‘Fiscal
Monitor’, a cargo do antigo ministro das Finanças de Portugal Vitor Gaspar e
diretor do departamento, havendo ainda lugar a um debate sobre o sobre
endividamento nos países mais desfavorecidos.
Na
quinta-feira, a questão da dívida estará em lugar de destaque, com um debate
que, para além dos líderes do FMI e do BM, terá também a presença do ministro
das Finanças da Zâmbia, o primeiro país africano a entrar em Incumprimento
Financeiro a seguir à pandemia e a solicitar, há mais de dois anos, uma
reestruturação da dívida, num processo que ainda decorre.
Na
sexta-feira são apresentados os relatórios regionais sobre as economias
europeias e africanas, e a ministra das Finanças de Angola participa num debate
sobre a construção de resiliência económica e os desafios para os mercados
emergentes, antes de terminarem os Encontros, no sábado, com o anúncio de quem
vai receber as reuniões de 2026.
ANG/Inforpress/Lusa
Irão/ Autoridades apoiam e felicitam milícias palestinianas pela ofensiva contra Israel
Bissau,
09 Out 23 (ANG) – As autoridades iranianas manifestaram apoio e felicitaram as
milícias palestinianas pela “orgulhosa” ofensiva contra Israel, lançada sábado
a partir da Faixa de Gaza e que causou a morte de 22 israelitas, divulgou a
Europa Press.
“Felicitamos os mujahedines palestinianos por esta operação. Os defensores do templo e os mártires como Qasem Soleimani também estão com estes mujahedines(…) até à libertação da Palestina e de Jerusalém”, disse Rahim Safavi, conselheiro do líder supremo iraniano Ali Khamenei, segundo a agência noticiosa iraniana ISNA, citada pela Europa Press.
Safavi
referia-se a Soleimani, que foi morto em Janeiro de 2020 num ataque dos Estados
Unidos no Iraque e era então chefe da Força “Quds” da Guarda Revolucionária
Iraniana.
“Apoiamos
esta operação e temos a certeza de que a Frente de Resistência também a apoia”,
sublinhou Safavi durante um evento de apoio às crianças e adolescentes
palestinianos realizado no Centro Cultural Arsbaran, em Teerão.
Safavi
denunciou ainda “o homicídio de crianças e adolescentes palestinianos às mãos
dos sionistas, perante o silêncio das organizações internacionais”.
“Vemos
como os sionistas disparam com crueldade contra as cabeças das crianças
palestinianas” acusou, aludindo aos 37 menores mortos em ações israelitas
efetuadas este ano. O líder iraniano assinalou que este foi o ano mais
mortífero para os menores palestinianos nos últimos 15 anos.
Safavi
denunciou também a detenção de menores palestinianos nas prisões israelitas e a
“tortura mental e física” do “regime sionista”.
As
milícias do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) lançaram mais de 2.200
`rockets´ contra o sul de Israel e grandes centros urbanos como Jerusalém e
Telavive, acompanhados de vários ataques de centenas de milicianos nas cidades
fronteiriças da Faixa de Gaza.
Até à
data, a operação “Al Aqsa Flood” matou 22 pessoas e feriu 545 em Israel.
O
exército israelita respondeu imediatamente com uma intervenção aérea maciça, a
operação “Espadas de Ferro”, em que dezenas de caças israelitas atingiram numerosos
alvos do movimento islamita no enclave. O número de palestinianos mortos ainda
não é conhecido. ANG/Inforpress/Lusa
Camarões/Deslizamento de terras
provocou pelo menos 23 mortos em Yaoundé
Bissau, 09 Out 23 (ANG)
- Pelo menos 23 pessoas morreram num deslizamento de terras provocado pelas
chuvas torrenciais de domingo à noite em Yaoundé, a capital dos Camarões,
segundo um relatório provisório de uma fonte dos bombeiros, que prosseguem as
buscas.
Os desmoronamentos de
parcelas de terreno durante a estação das chuvas são frequentes em Yaoundé, uma
cidade com muitas colinas e em cujas encostas são construídas habitações por
vezes precárias.
Desta vez, o drama
ocorreu ao início da noite de domingo no bairro de Mbankolo, na periferia
noroeste de Yaoundé, e foi provocado pela ruptura de um dique que retém as
águas de um lago artificial situado numa zona elevada, segundo a televisão
pública CRTV.
"Ontem (domingo)
retirámos 15 mortos e hoje de manhã retirámos oito. Prosseguimos as
buscas", disse David Petatoa Poufong, segundo comandante dos bombeiros
nacionais, aos jornalistas no local.
Os corpos das oito
vítimas encontrados hoje foram levados para uma viatura dos bombeiros a meio da
manhã, cobertos por lençóis, perante uma multidão de curiosos e familiares que
choravam, relatou um jornalista da AFP no local.
Um bombeiro que falava
com o seu chefe disse que pelo menos uma criança tinha morrido, relatou o
jornalista.
As imagens transmitidas
pelo canal público de televisão CRTV mostram uma secção inteira da encosta
desmoronada e os restos de casas claramente construídas com materiais frágeis,
incluindo madeira, tijolos de terra seca e chapas de metal.
Ao longe, o jornalista da AFP pôde ver os restos de habitações da encosta arrastadas
pelo deslizamento de terras.
"Houve um
deslizamento de terras depois de uma chuva forte. A água arrastou tudo o que
encontrou pelo caminho", disse à rádio pública Daouda Ousmanou, o adjunto
da presidência da câmara do sector II de Yaoundé, onde se situa o bairro de
Mbankolo.
Segundo a CRTV, as
chuvas torrenciais provocaram uma "ruptura no dique" do bairro, o que
"desencadeou um deslizamento de lama" e "cerca de trinta casas
foram destruídas".
O canal difundiu
igualmente imagens, aparentemente tiradas durante a noite, que mostravam
torrentes de água e lama que continuavam a correr nos locais, bem como pelo
menos três corpos sem vida cobertos por lençóis.
Em 27 de Novembro de
2022, pelo menos 15 pessoas morreram na sequência do desmoronamento de uma encosta
no bairro de Damas, a sul de Mbankolo.
Neste bairro operário,
as chuvas torrenciais provocaram o desmoronamento de um terreno baldio na
encosta, enquanto a multidão assistia a uma homenagem fúnebre. ANG/Angop
Saúde pública/Ministro Malu pede atenção das populações à “ataques de cães”
Bissau,09
Out 23(ANG) – O ministro da Saúde pede maior atenção ao flagelo de ataques de
cães às pessoas que se tem verificado nos últimos tempos em várias localidades
do país.
O
governante falava hoje, na cerimónia de tomada de posse de novos responsáveis
daquele Ministério, nomeados na semana passada, em Conselho de Ministros.
“Chamamos
a atenção às pessoas para não
desprezarem esse flagelo, sobretudo a Direção-geral de Prevenção e Promoção de
Saúde, de forma a agir na medida de podermos estancar esse flagelo”, referiu.
Malu
disse que o Ministério de Saúde irá trabalhar em colaboração com o Ministério
da Administração Territorial através da Câmara Municipal de Bissau, de forma a
fazer algo para se evitar o referido
flagelo.
“Nos
últimos tempos, muitas pessoas foram atingidas pela mordedura de cães e dias
atrás constatou-se três funerais em Bissau
de pessoas atingidas pelos cães, portanto já não é uma brincadeira, mas
sim, uma coisa séria e o Governo vai
assumir as suas responsabilidades”, disse.
Domingos
Malu exorta aos donos de cães para igualmente assumirem as suas
responsabilidades porque, para além de vacinas, cada um deve criar condições para
manter
os seus cães em casa.
Aos
novos empossados, o ministro de Saúde pediu dedicação efetiva naquilo que são as suas
responsabilidades, acrescentando que, não é porque são os melhores, mas sim uma
questão de opção para que possam acompanhar o Executivo em questões nobres.
“Os
anteriores responsáveis foram substituídos porque entendemos que há necessidade
de serem substituídos, porque cada tempo exige a realização de uma ação”,
disse.
Domingos Malu fez questão de dizer aos empossados que o trabalho começa às 08
horas e que o ministro e a Secretária de Estado estão sempre as 08 horas no
Ministério.
“Se as tutelas chegam as 08 horas os colaboradores diretos também devem chegar a mesma hora. Significa que, sucessivamente, é assim que tem que acontecer”, avisou o ministro.
Disse
que o povo deposita muita esperança no novo
Governo e que por isso todos os
funcionários devem assumir as suas responsabilidades.
Os
novos responsáveis empossados, são Bacar Mané, nomeado Secretário Geral do
Ministério de Saúde Pública, Francisco Aleluia Lopes Inspetor-geral das Atividades
em Saúde, Agostinho Nbargo Undumba, Diretor-geral de Prevenção e Promoção da
Saúde, Alanâ António Tamba Nhanque, Diretora-geral de Administração do Sistema
de Saúde, Evandro Ismail Carlos Pereira, Diretor-geral de Estabelecimentos de
Saúde, Zimánia Cá, Diretora-geral de Saúde Materno Infantil. ANG/ÂC//SG
Forças Armadas/Chefe do Estado-maior da Armada e Autoridade Marítima portuguesa visita Marinha Nacional
Bissau, 09 Out
23(ANG) - O Chefe do Estado-maior da Armada e Autoridade Marítima
Nacional,(CEMAAMN) de Portugal , visita de 10 à 14 de Outubro a Marinha de
Guerra Nacional, à convite do seu homólogo guineense, o Contra-almirante Hélder
Nhanque.
Gouveia e Melo tem
ainda previsto visita ao Centro de Instrução de Treino de Cumeré, e uma homenagem no Cemitério Municipal de Bissau aos
militares falecidos na guerra colonial.
Reunirá com os militares portugueses destacados nos
projetos da Cooperação do Domínio da Defesa, nomeadamente os militares da
Marinha que se encontram a ministrar formação sobre operação e manutenção de Embarcações de Alta
Velocidade, e vai ainda animar uma
palestra no Centro Cultural Português subordinada ao tema” Segurança Marítima no
Golfo da Guiné.
A delegação militar
portuguesa ainda deve deslocar-se ao Arquipélago de Bijagós, onde se encontra
em desenvolvimento um projeto de recuperação e revitalização das zonas
costeiras da Guiné-Bissau, HUMANGROVE
S, do qual a Marinha Portuguesa é
parceira.ANG/JD/ÂC//SG
Turismo/Jorge Paulo Cabral reeleito Presidente da ASOPTS-GB
Bissau,09
Out 23(ANG) - Jorge Paulo Cabral foi no
sábado reeleito Presidente da Associação dos Operadores Turísticos e Similares
da Guiné-Bissau(ASOPTS-GB), para segundo mandato de cinco anos.
No
seu discurso de vitória, o Presidente reeleito da ASOPTS-GB agradeceu aos
associados da organização pela confiança renovada na sua pessoa para dirigir os
destinos da Associação por mais cinco anos.
Destacou que durante o primeiro mandato conseguiram
projetar a ASOPTS-GB a nível internacional, e que conquistaram lugares cimeiros no espaço da União Económica
e Monetária Oeste Africana(UEMOA), como membro da Federação das Organizações
Patronal da Hotelaria e Turismo, ocupando o cargo de Comissário para área de
Promoção e Desenvolvimento do Turismo.
Aquele
responsável sublinhou que, ao nível da
CEDEAO, ASOPTS-GB foi eleito como vice-presidente e secretário executivo na Assembleia-geral constitutiva da
Confederação das Organizações Privadas da Indústria de Turismo(COPITUR),
realizado em Bissau nos dias 7 e 9 de Julho de 2021.
Acrescentou
que, ao nível da União Africana, a
ASOPTS-GB foram incluída numa delegação e que apresentou a agenda de turismo em
Adis Abeba, à convite da África Turismo Business.
Jorge
Paulo Cabral salientou que assinaram protocolos de acordo nas áreas de formação
e trocas de experiências com as suas congéneres de Portugal e representaram o
país em vários eventos internacionais.
Ao
nível nacional, ASOPTS-GB é o representante do sector privado de turismo junto
a Câmara de Comércio Indústria, Agricultura e Serviços(CCIAS).
Jorge Cabral apela aos colegas da Associação para que unam esforços em prol de promoção do desenvolvimento do turismo no país, porque, sustenta, “o setor desempenha um papel relevante na luta contra a pobreza tanto do ponto de vista económico assim como social e cria oportunidades de negócios para novos empreendedores”.
Ao
presidir a cerimónia do encerramento da segunda Assembleia-geral eletiva da
ASOPTS-GB, o Conselheiro do Primeiro-ministro para Área de Defesa, Luís Silva
de Melo enalteceu a forma ordeira, livre e transparente como decorreu o
escrutínio.
O
representante do Primeiro-ministro na cerimónia felicitou o presidente eleito, tendo afirmado que a
ASOPTS-GB, evoluiu muito em prol do desenvolvimento de turismo no país, ao
longo de seu percurso iniciado desde a
realização da sua primeira Assembleia-geral em Setembro de 2015.
Aquele
responsável salientou que o turismo é um dos vetores importante para o
desenvolvimento de qualquer país.
Luís
Melo declarou que o Governo, na medida das suas possiblidades, irá dar todos os
apoios necessários para a implementação dos objetivos traçados pela ASOPTS-GB.
A
cerimónia foi marcada igualmente pela tomada de posse dos novos corpos sociais
da ASOPTS-GB.ANG/ÂC//SG

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