segunda-feira, 13 de abril de 2026

           Hungria/ Peter Magyar impõe derrota histórica a Viktor Orbán

Bissau, 13 Abr 26 (ANG) - O conservador Peter Magyar, que já fez parte do partido no poder, impôs, este domingo, uma pesada derrota à hegemonia de 16 anos de Viktor Orbán.


O partido Tisza conseguiu mais de dois terços dos lugares no parlamento da Hungria, ou seja, uma maioria absoluta com 138 dos 199 assentos parlamentares (53,07% dos votos), enquanto o Fidesz de Viktor Orbán obteve 55 lugares (38,43%).

Foi uma participação histórica para um resultado também histórico. Os eleitores acorreram em massa às urnas para um número recorde (79,50%) em qualquer eleição na história pós-comunista da Hungria. Depois da divulgação dos resultados, as ruas de Budapeste encheram-se com festejos da vitória de Peter Magyar e da derrota de Viktor Orbán.

O futuro primeiro-ministro da Hungria, Peter Magyar, um jurista de 45 anos praticamente desconhecido até 2024, pôs fim à hegemonia de 16 anos do primeiro-ministro ultranacionalista Viktor Orbán.

A vitória foi conseguida graças à sua retórica conservadora e anticorrupção que canalizou o descontentamento húngaro. Porém, Magyar veio das fileiras do Fidesz de Viktor Orbán, com quem rompeu, em Fevereiro de 2024.

No discurso de vitória, Peter Magyar disse que o seu partido "libertou a Hungria", falou em “vitória esmagadora”, prometeu que a Hungria será "um forte aliado da União Europeia e da NATO" e disse que os húngaros votaram “Sim” pela Europa.

Magyar anunciou que as suas primeiras viagens ao estrangeiro como novo chefe de governo o vão levar a Varsóvia, na Polónia, Viena, na Áustria e Bruxelas, na Bélgica.

Quanto ao primeiro-ministro cessante, num breve discurso no seu comité de campanha, Viktor Orbán reconheceu a derrota nas eleições legislativas e falou em resultado "doloroso, mas inequívoco".

Orbán era o líder que há mais tempo governava um país na União Europeia e era também um dos seus maiores antagonistas, contando com o apoio dos presidentes norte-americano, Donald Trump, e russo, Vladimir Putin. Agora, promete que vai “servir o país também na oposição”.

Vários líderes europeus felicitaram Magyar. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, foi uma das primeiras, no X, onde escreveu que a “Hungria escolheu a Europa”. Também António Costa, presidente do Conselho Europeu, disse estar “ansioso por poder trabalhar em estreita colaboração com Peter Magyar”, e Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, declarou que “o lugar da Hungria é no coração da Europa”.

Também Volodymyr Zelensky celebrou a vitória de Magyar contra as posições declaradamente hostis de Viktor Orbán, o qual, por exemplo, bloqueou recentemente um empréstimo de 90 mil milhões de euros para ajudar a Ucrânia e conseguiu atrasar a aprovação de vários pacotes de sanções europeias contra a Rússia.

Porém, como Orbán, Magyar rejeita o envio de armas para a Ucrânia e é contra uma integração rápida do país na União Europeia. Entretanto, do lado da Rússia, o porta-voz da presidência, Dmitri Peskov, disse esperar “continuar os contactos pragmáticos com as novas autoridades”.

Não houve, até agora, nenhuma reacção da Casa Branca. Recorde-se que o vice-presidente J. D. Vance tinha viajado até Budapeste para participar na campanha de Orbán na última semana.

Peter Magyar era totalmente desconhecido da opinião pública até ao início de 2024, quando se virou contra Viktor Orbán e deixou o seu partido Fidesz.

A ruptura ocorreu depois do perdão concedido a um homem condenado por encobrir crimes de pedofilia, o que levou a sua ex-esposa, Judit Varga, que era ministra da Justiça, a apresentar a demissão. Foi então que o novato em política relançou um partido esquecido, o Tisza, e prometeu “desmantelar o sistema implementado por Viktor Orbán”, do qual fazia parte até há pouco tempo e que desmontou com acusações de corrupção.

Comunicador hábil nas redes sociais e no terreno, a ascensão foi fulgurante e paralela às promessas de mudança total e ao descontentamento do eleitorado. Em Junho de 2024, o seu partido obteve 30% dos votos nas eleições europeias, terminando em segundo lugar atrás do Fidesz e esmagando o resto da oposição.

À medida que a sua popularidade aumentava, surgiram acusações de violência doméstica da parte de Judit Varga de quem se divorciou em 2023 e que tinha conhecido nos tempos em que estudava Direito e em que também se tornou amigo de Gergely Gulyas, o actual chefe de gabinete de Orbán.

Com 45 anos, oriundo de uma família de conservadores influentes, Peter Magyar apresenta-se como conservador, defensor da família, da nação e do cristianismo. Promete melhorar os serviços públicos como a saúde e a educação e lutar contra a corrupção.

 Ao contrário de Orbán, diz querer restaurar a confiança nas instituições da União Europeia, promete desbloquear ajudas europeias e diz que a Hungria será "um forte aliado da União Europeia e da NATO".

Como Orbán, ele rejeita o envio de armas para Ucrânia e opõe-se a uma integração rápida deste país na União, mas não tem a mesma retórica hostil contra Kiev. Sobre a imigração, tem posições bastante próximas de Orbán e sobre os direitos LGBT+, atacados pelo antecessor, mostra-se vago. Por isso, há analistas que alertam que o resultado destas legislativas pode não significar o início do fim do populismo. ANG/RFI

 

  Médio Oriente/ Presidente Donald Trump anuncia bloqueio do estreito de Ormuz

Bissau, 13 Abr 26 (ANG) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ,no domingo, um bloqueio do estreito de Ormuz em resposta à recusa “intransigente” do Irão em abandonar as suas ambições nucleares durante as negociações em Islamabad no fim-de-semana.


A partir de agora, a marinha dos Estados Unidos, a melhor do mundo, dará início ao processo de BLOQUEIO de todos os navios que tentem entrar ou sair do Estreito de Ormuz.

Foi assim que o presidente norte-americano escreveu na sua plataforma Truth Social a respeito da via marítima estratégica por onde transita um quinto do petróleo bruto mundial.

Donald Trump afirmou que Teerão recusou qualquer compromisso sobre a questão nuclear. Numa outra mensagem, advertiu:

Qualquer iraniano que dispare contra nós ou que dispare contra navios pacíficos, será PULVERIZADO!

Este anúncio surge enquanto as negociações realizadas em Islamabad entre os Estados Unidos e o Irão fracassaram no domingo, deixando ainda dúvidas sobre o respeito pela trégua de duas semanas actualmente em vigor.

A Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, ameaçou agir “severamente” contra qualquer navio militar que transitasse pelo estreito.ANG/RFI

 

Côte D´Ivoire/ Assembleia Geral do PECOGEF adopta textos fundamentais para gestão de fronteiras na África Ocidental

Bissau, 13 Abr 26 (ANG) – A assembleia geral da Plataforma de Intercâmbio e Coordenação sobre a Gestão de Áreas de Fronteira na África Ocidental (PECoGEF) foi realizada de terça-feira,  à sexta-feira,, em Abidjan, tendo como principal resultado a adoção dos textos fundamentais e de uma estratégia regional integrada para a mobilização de recursos.

Presidida por Francis Langumba Keili, atual presidente do PECoGEF, a reunião reuniu 12 países membros (Benin, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Togo), bem como parceiros técnicos e financeiros, incluindo o Programa de Fronteiras da União Africana, a GIZ-PFUA, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Centro Internacional para o Desenvolvimento de Políticas de Migração (ICMPD).

O objetivo era consolidar a arquitetura institucional do PECoGEF por meio da validação de seus textos, da estruturação de seus mecanismos de governança e da adoção de uma estratégia de mobilização de recursos alinhada às prioridades continentais na gestão de fronteiras.

Durante a cerimónia de abertura, a secretária-executiva do PECoGEF, Diakalidia Konaté, lembrou que esta assembleia geral constitui "um ponto de virada que deve tornar o PECoGEF um instrumento sub-regional estratégico de cooperação transfronteiriça para a segurança, a paz e o desenvolvimento integrado das áreas fronteiriças".

O Chefe de Missão da OIM na Costa do Marfim, David Preux, reafirmou o compromisso da sua organização em apoiar a plataforma na gestão da migração e na estabilização das zonas fronteiriças. O Presidente do PECoGEF, Francis Langumba Keili, por sua vez, sublinhou a necessidade de reforçar o quadro institucional para ações mais eficazes e sustentáveis.

Ao abrir oficialmente os trabalhos, o Ministro da Costa do Marfim responsável pela Integração Africana e pelos Marfinenses no Exterior, Adama Dosso, destacou "a importância da governança integrada das fronteiras para acelerar a integração regional" e reafirmou o compromisso do governo da Costa do Marfim em apoiar o PECoGEF.

Ao final dos trabalhos, a assembleia adotou seis documentos estruturantes, incluindo o roteiro de Cotonou, a carta do PECoGEF e o manual de procedimentos administrativos e financeiros, o plano de trabalho orçamentário trienal 2026-2028 e as atividades prioritárias, a identidade visual e a estratégia de comunicação da plataforma, o plano anual de formação regional e os planos bilaterais entre os países membros.

A assembleia também decidiu que o mandato do gabinete executivo, estabelecido na assembleia geral de Cotonou, entra em vigor a partir desta sessão.

Um painel sobre "envolvimento da comunidade em atividades de cooperação transfronteiriça" foi liderado por funcionários de estruturas de controle de fronteiras da Nigéria, Mali e Benin, e moderado por um representante da GIZ.

Entre as recomendações feitas, destacam-se a defesa da criação de estruturas de gestão de fronteiras nos estados que não as possuem, a promoção de línguas transfronteiriças em ações de comunicação, o envolvimento das comunidades em mecanismos de alerta precoce sobre transumância, cultivos transfronteiriços e relações entre forças de defesa e populações, o fortalecimento das capacidades comunitárias para o desenvolvimento e implementação de projetos e a integração no plano de formação de módulos sobre gestão de recursos naturais compartilhados, mudanças climáticas, gênero, direitos humanos e liberdade de circulação.

A cerimônia de encerramento foi marcada por discursos de Diakalidia Konaté, da Sra. Natalija Spunjini (gerente de projetos do ICMPD em Abidjan), de Mathias Klein (chefe adjunto da missão da Embaixada da Alemanha na Costa do Marfim) e do Presidente Francis Langumba Keili.

Todos elogiaram o "espírito de fraternidade e colaboração aberta" que prevaleceu durante os quatro dias de trabalho, um sinal da vitalidade e do dinamismo da cooperação entre os atores da África Ocidental responsáveis ​​pelas fronteiras.

O Presidente do PECoGEF expressou a gratidão das delegações ao governo da Costa do Marfim e à Comissão Nacional de Fronteiras da Costa do Marfim pelas facilidades disponibilizadas, bem como a todos os parceiros técnicos e financeiros (União Africana, GIZ, União Europeia/ICMPD) pelo seu apoio. ANG/Faapa

  

Regiões/ Administradora  de Caravela pede apoios para vítimas de  incêndio que destruiu 23 casas naquela localidade

Bissau, 13 Abr 26(ANG) – A administradora do sector de Caravela, região de Bolama/Bijagós, pediu hoje ao Governo, ONGs e pessoas de boa vontade para ajudarem às vítimas de um incêndio que destruiu 23 casas na povoação de Eticunda, em Caravela em finais de Março .

Em declarações exclusiva à ANG, Fatumata Muntal Baldé contou que o incêndio ainda causou  danos materiais, em géneros alimentícios, roupas, materiais escolares das crianças para além de uma soma em dinheiro no valor de 1.095.000 francos CFA.

Aquela responsável disse que o fogo escapou à uma mulher que estava a cozinhar.

A administradora disse que é   urgente apoiar as vítimas com  géneros alimentícios porque estão a passar  forme, para além da necessidade de zinco para a cobertura de suas casas, tendo em conta o aproximar do período das chuvas.ANG/ÂC//SG

      Campanha de Caju / Comissão interministerial realiza visita às regiões

Bissau, 13 Abr 26 (ANG) - O ministro da Administração Territorial e Poder Local, Carlos Nelson Sanó, em representação do ministro do Comércio,  liderou uma missão interministerial, destinada a reforçar o combate ao contrabando de castanha de caju no país, no quadro da fiscalização da campanha de comercialização e exportação da castanha de caju 2026.

De acordo com as informações publicadas na página de Facebook do Ministério da Administração Territorial e Poder Local, consultada hoje pela ANG, a missão, realizada nos dias 10 e 11 de Abril, traduziu-se nas deslocações às localidades de Ingoré (região de Cacheu), Mansoa (região de Oio) e Cambadju (região de Bafatá), localidades onde a delegação manteve encontros com as autoridades locais.

A mesma publicação indicou que durante as reuniões foram analisados os mecanismos de controlo e fiscalização ao longo da cadeia de comercialização, e a

necessidade de maior articulação entre autoridades administrativas, forças de segurança e demais intervenientes do setor.

O ministro Sanó  reafirmou o compromisso do Governo de assegurar uma campanha organizada, transparente e em conformidade com a lei, sublinhando que o combate ao contrabando constitui uma prioridade nacional, tendo em conta a importância  económico da castanha de caju.

“As autoridades locais manifestaram total disponibilidade para colaborar, reforçando as ações no terreno e assegurando o cumprimento rigoroso das medidas e normas estabelecidas”, lê-se na página de facebook do  Ministério da Administração Territorial e Poder Local.

A delegação integrou os ministros do Interior e da Ordem Pública, Mamasaliu Embaló,  da Defesa Nacional, Stive Mansa Ly,  governadores regionais, responsáveis do Ministério do Comércio, forças de segurança e outras entidades ligadas ao setor.

A iniciativa, segundo a publicação, insere-se no conjunto de medidas do Executivo para assegurar o bom funcionamento da campanha de caju, proteger os produtores nacionais e salvaguardar as receitas do Estado. ANG/LPG/ÂC//SG



 

Educação/” O Governo irá assumir as despesas dos exames nacionais em todo o território da Guiné-Bissau”, diz Carlos Nhaga

Bissau, 13 Abr 26 (ANG) – O Director do Gabinete de Exames Nacionais, Carlos Nhaga, citando o  Primeiro-ministro , Ilídio Vieira Té, declarou que  o Executivo, com  apoio da União Económica e Monetária Oeste Africana (UEMOA), vai assumir todas as despesas decorrentes da realização dos exames nacionais, em todo o país.

Citado pela Rádio África FM, Nhaga terá dito que Vieira Té terá dado orientações  para que nenhum aluno seja  cobrado pela participação nos exames finais.

Numa entrevista à esta estação emissora, Carlos Nhaga, revelou que terão enviado .as escolas selecionadas para participar nos exames nacionais uma nota na qual se indica que cada aluno deveria pagar o valor de 6.000,00fcfa(seis mil francos cfa).

Segundo Nhaga, o montante em causa seria partilhado de seguinte maneira: as escolas iam ficar com 1000 francos cfa, dois mil francos de selos e os restantes 3 mil seriam para pagar os professores do 1º  e 2º. ciclos que  participarão nas vigias.

“O maior problema é que  se não houver fundos para pagar, os docentes irão reter as provas, a semelhança do que  aconteceu no ano letivo 2020 /21 .Até hoje esta divida não foi paga”, explicou.

Segundo Carlos Nhaga,a decisão de proceder a cobrança resultou  de uma parceria estratégica com a UEMOA e visa garantir o acesso universal e gratuito aos exames nacionais, reforçando a equidade no sistema educativo.

Nhaga acrescentou  que tomaram a decisão de cobrar os exames para  minimizar os custos ao Governo, que tem alegado  falta de verbas, o que fez com que não houve exames nacionais desde o ano lectivo 2020/21.

Explicou que os exames nacionais estão previstos  para decorrer entre 20 e 24 do mês em curso, mas diz que o país não está em condições de os fazer nessa data por isso solictaram que sejam feitos  em Agosto próximo.

“O processo está em curso, daí o Primeiro-ministro entendeu que, na actual conjuntura não é normal cobrar os alunos aquele valor, por isso deu orientações para se suspender o pagamento para exames nacionais e as escolas selecionadas já foram informadas da decisão”, disse Nhaga.

O financiamento abrangerá de acordo com Página do Ministério da Educação no Facebook, à todas as fases do processo, desde a produção das provas até à  realização de exames nos diferentes centros do país, assegurando melhores condições logísticas e organizacionais.

A medida, segundo Carlos Nhaga, é considerada um passo importante para o fortalecimento do setor educativo e promoção da igualdade de oportunidades entre os alunos. ANG/MSC/ÂC//SG

 

Desporto/Atletas guineenses brilham com 25 medalhas no Torneio Regional de Luta


Bissau, 13 abr 26(ANG) - A Guiné‑Bissau foi a grande vencedora do Torneio Regional de Desenvolvimento de Luta Livre e Luta de Praia, nas categorias sub‑17 e sénior, ao conquistar um total de 25 medalhas (15 na Luta Livre e 10 na Luta de Praia) na competição que decorreu de 11 a 12 de abril de 2026, em Bissau.

Como país anfitrião deste torneio, que reuniu nove das dez nações da África Ocidental, a Guiné‑Bissau somou 15 medalhas na Luta Livre: 12 de Ouro, 2 de Prata e 1 de Bronze, em provas masculinas e femininas realizadas no Complexo Desportivo da Escola Nacional de Educação Física e Desportos (ENEFD).

Na Luta de Praia, disputada no Estádio Lino Correia, em Bissau, o país arrecadou 10 medalhas: 5 de Ouro, 2 de Prata e 3 de Bronze, garantindo também o primeiro lugar nesta modalidade. O Benim ficou em segundo lugar na Luta Livre e o Gana em terceiro; já na Luta de Praia, o Senegal conquistou o segundo lugar e o Benim o terceiro.

Em declarações à imprensa após o encerramento da primeira edição desta prova sub‑regional organizada no país, o presidene da Federação de Luta da Guiné‑Bissau (FLGB), João Bernardino Soares da Gama, disse que, apesar da nova demonstração de força dos atletas guineenses, espera que o Estado venha a dar à modalidade o tratamento digno que merece, tendo em conta os resultados expressivos alcançados nos últimos anos.

“Na Luta Livre, realizada no ENEFD, conquistámos 15 medalhas, garantindo o primeiro lugar e o respetivo troféu. Hoje repetimos o feito ao nível da Luta de Praia, com a conquista de 10 medalhas. No total, acumulámos 25 medalhas nas categorias sénior e cadetes, masculinas e femininas”, declarou o dirigente federativo.

Aquele responsável disse que,  falta muita coisa, mas o patriotismo fala mais alto, frisando que, mesmo com dificuldades, nunca desistiram porque estão ao serviço do país.

“Damos a nossa contribuição, juntamente com os atletas, mas esperamos que haja uma atenção especial. Já fizemos a nossa parte, agora é preciso acompanhamento para alcançarmos ainda mais conquistas”, afirmou.

O presidente acrescentou que, com melhores condições de treino e apoio institucional, os atletas guineenses têm plena capacidade de conquistar ainda mais medalhas em competições internacionais.

Para além dos resultados desportivos, Bernardino Soares da Gama destacou também o espírito de amizade e cooperação vivido entre as delegações durante o Torneio Regional de Desenvolvimento de Luta Livre e Luta de Praia.

A competição enquadra‑se na preparação para os Jogos Olímpicos da Juventude (JOJ) Dakar 2026, que se realizarão no Senegal de 31 de outubro a 13 de novembro de 2026. O objetivo principal do torneio é reforçar a formação de jovens atletas que deverão marcar presença na quarta edição dos JOJ, a primeira a ser realizada no continente africano.

Participaram na competição, além da Guiné‑Bissau: Benim, Burkina Faso, Gâmbia, Gana, Guiné‑Conacri, Senegal, Serra Leoa e Níger.ANG/O Democrata

 

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Energia / “O projeto de Política Nacional de Energia demonstra o compromisso do Executivo com a reorganização, modernização e estruturação do setor”, diz ministro da Energia

Bissau, 10 Abr 26 (ANG) – O Ministro da Energia disse que  o Projeto de Política Nacional de Energia(PNE)  demonstra o compromisso do Executivo com a reorganização, modernização e estruturação do setor energético, que diz ser  fundamental para assegurar a liderança,  segurança do aprovisionamento,  sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento económico.

 Mário Musante da Silva  falava hoje no encerramento de um workshop de revisão e validação do relatório preliminar sobre a Política Nacional de Energia, que decorria desde terça-feira.

Disse que a Política Nacional de Energia da Guiné-Bissau, projetada para o período de 2026 à 2035, assenta em cinco eixos fundamentais, nomeadamente o reforço institucional e da governação;   desenvolvimento das infraestruturas e do mercado; a promoção do acesso universal, inclusivo e acessível à energia; a sustentabilidade e segurança energética, bem como a promoção do emprego, da investigação,  inovação e do desenvolvimento económico.

Estes eixos, de acordo com o ministro, traduzem uma visão estratégica do Estado para um setorenergético mais estruturado, eficiente e alinhado com as necessidades do país.

O processo conta com o apoio da CEDEAO, através do financiamento do Banco Mundial, que tem contribuído para o reforço técnico e institucional.

Musante destacou a importância de uma colaboração institucional reforçada, envolvendo infraestruturas económicas, o setor digital, mecanismos de proteção civil e a participação ativa da sociedade civil.

Disse esperar   que o encontro seja capaz de produzir contributos que alinhem posições,  que reforçam compromissos institucionais e que definam orientações  para a adopção e implementação da Política Nacional de Energia.

A PNE, segundo Mário Musante da Silva,  prevê  a transição para energias renováveis, o incentivo à inovação tecnológica e a mitigação das alterações climáticas, com vista a garantir acesso universal à energia à preços estáveis, beneficiando famílias e empresas.

O conselheiro do Primeiro-ministro para a área da Energia, Fidélis Forbs, disse que o país não está apenas a lançar um documento estratégico, mas sim a reiterar um  compromisso firme com o futuro.

“Falar de energia é falar de desenvolvimento económico, saúde, educação, industrialização e dignidade humana”, disse.

Forbs reconheceu  que o setor energético nacional ainda enfrenta desafios estruturais significativos, com parte da população sem acesso regular à eletricidade, persistência de desigualdades entre zonas urbanas e rurais, dependência de combustíveis importados e fragilidades institucionais e infraestruturais.

Forbs  sublinhou que o Governo encara estes desafios como oportunidades de transformação, e que a  PNE estabelece como prioridades o reforço da governação e liderança institucional, o acesso universal à energia moderna, a promoção da segurança energética e sustentabilidade ambiental, a dinamização do investimento e do mercado energético, bem como o fortalecimento da cooperação nacional, regional e internacional.

Para a Embaixadora e representante residente da CEDEAO, Ngozi Ukaeje a energia constitui a base para a integração regional, transformação económica e desenvolvimento humano, enquadrando a política nacional nos instrumentos estratégicos da CEDEAO, incluindo a meta regional de energias renováveis até 2030.

Relativamente ao financiamento, destacou a importância da mobilização de recursos climáticos e de instrumentos financeiros de instituições como o BOAD e o BAD, reiterando a disponibilidade da CEDEAO para apoiar a implementação da PNE.

Afirmou que a adoção da Política Nacional de Energia representa um ato de soberania e visão estratégica, sublinhando que o atual nível de acesso à energia não deve ser considerado permanente, mas sim um desafio a ser superado com ações concretas que melhorem as condições de vida da população.

Ngozi felicitou o Governo guineense pelo rigor e inclusão do processo, destacando os apoios à esta iniciativa  , do Banco Mundial, do Fundo de Tecnologia Climática e do Governo dos Países Baixos. ANG/LPG//SG

 

Justiça/ Ministério Público reabre investigação sobre  caso de  fretamento de avião para seleção nacional de São Tomé e Príncipe envolvendo dirigentes da FFGB

Bissau, 10 Abr 26 (ANG) - O Ministério Público reabriu o processo de investigação a altos dirigentes da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB), suspeitos de "administração danosa e falsificação de documentos", num caso que remonta a 2023.


O caso refere ao fretamento de avião para o transporte da seleção nacional de futebol de São Tomé e Príncipe.

A informação consta numa Nota de imprensa do Gabinete de Imprensa e Relações Públicas do Ministério Publico (MP), enviada hoje à ANG, na qual se refere que na sequência de diligências realizadas pela Polícia Judiciária, através de INTERPOL, foram transmitidas ao MP factos novos relativo ao caso de fretamento de avião para o transporte, ida e volta, da seleção nacional de futebol de São Tomé e Príncipe, cujo inquérito inicial sob processo n.º 14/GLCCDE/2024, tinha sido arquivado definitivamente.

“Com base nos factos novos apresentados ao MP, em decorrência das diligências realizadas pela Polícia Judiciária, no dia 01 de Abril de 2026, foi reaberto o processo n.º 14/GLCCDE/2024, que corria termos no Gabinete de Luta contra a Corrupção e Delitos Económicos, no qual são suspeitos altos dirigentes da Federação de Futebol da Guiné-Bissau.

Entretanto, de acordo com a Nota, está em causa condutas relacionadas com o desvio de fundos destinados ao fretamento de avião para o transporte de seleção nacional de futebol de São Tomé e Príncipe à Guiné-Bissau.

Na altura, a seleção de São Tomé e Príncipe viajou no voo comercial Air Marrocos, para Bissau.

“No centro da investigação encontram-se altos dirigentes da Federação de Futebol da Guiné-Bissau que, em 2023, não utilizaram o montante de 183.300.000 FCFA( cento oitenta e três milhões e trezentos mil de Francos CFA) disponibilizados pelo Governo para o fretamento de avião para o transporte ida e volta da seleção nacional de futebol de São Tomé e Príncipe à Guiné-Bissau, para o jogo realizado no dia 14 de Junho de 2023 em Bissau”, refere a Nota do MP.

O jogo  entre São Tomé e  Príncipe e Guiné-Bissau, relativo a fase de qualificação para o Campeonato Africano das Nações (CAN 2023), veria a ser disputado  na Côte D´Ivoire.

Segundo uma fonte que acompanha o  processo, contatado pela ANG, já foi ouvido o secretário-geral e um dos vice-presidentes da Federação de Futebol de São Tomé e Príncipe.  

O inquérito reaberto  prossegue e a investigação está a cargo do Gabinete de Luta contra a Corrupção e Delitos Económicos do Ministério Público.

 ANG/JD/ÂC//SG

 

Regiões/POP da Província Norte recupera no Senegal cinco  gados bovinos roubados em Bissorã

Oio 10 Abr 26 (ANG) - O Secretário da Polícia da Ordem Pública (POP), da Província Norte, entregou, quinta-feira, ao proprietário cinco cabeças de gado bovino, roubados no passado dia 17 de Fevereiro , em Bissorã e que foram recuperados na República vizinha de Senegal.

Adelino Correia Ialá, em declarações ao Correspondente da ANG na Região de Oio, explicou que as vacas foram encontradas no Senegal graças a colaboração das autoridades senegalesas da Aldeia de Binaco, na Região de Sedjo.

Ialá salientou que o roubo ocorreu na tabanca de Cuntuba, sector de Bissorã, e que foi praticado por um grupo de malfeitores.

Disse  que após receberem  informações sobre o ocorrido, formaram uma equipa para a  operação de buscas que resultou em  apreensão, no Senegal, das vacas, tendo. alguns dos malfeitores já detidos .

Adelino Ialá  exorta  aos populares para colaborarem com denúncias de qualquer prática de roubo de bens , para assim se poder combater esse fenómeno na zona norte do país,

O Secretário Administrativo de Sector de Bissorã, Malam Mané, presente no acto da entrega das vacas, agradeceu as forças de segurança pelo trabalho feito.

Sandji Cassamá, o proprietário dos gados recuperados, agradeceu as forças de segurança pelo trabalho feito e que possibilitaram a recuperação dos seus bens, e pede ao  Governo para disponibilizar mais meios de transporte  às forças de segurança, para que possam fazer melhor os seus trabalhos.

 ANG/AD/MSC/ÂC//SG

Desporto/Arranca sábado em Bissau, Torneio Regional  de Desenvolvimento de Luta da África Ocidental

Bissau, 10 Abr 26(ANG) – As competições do Torneio Regional  de Desenvolvimento de Luta da África Ocidental, arrancam sábado, em Bissau, com a participação de nove  das dez seleções inicialmente previstas, com ausência da Cote D’Ivoire.

De acordo com o Programa do evento enviado à ANG, as actividades irão iniciar às 08,30 de manhã de sábado com exames médicos e pesagem dos atletas em todas as categorias num dos Hotéis da capital.

O Programa indica  que as competições arrancam a partir das 10H30 minutos  até as 13,horas nas instalações da Escola Nacional da Educação Física e Desportos(ENEFD).

Entretanto, o Governo reafirmou,  quinta-feira, o seu compromisso de continuar a apoiar a modalidade de luta livre,  modalidade que mais medalhas tem conquistado para a Guiné-Bissau nas competições internacionais.

A garantia foi dada pelo Primeiro-ministro de Transição, Ilídio Vieira Té, durante uma visita aos atletas da seleção nacional de luta livre, que se encontram em preparação para o Torneio Regional de Educação e Desenvolvimento da modalidade na África Ocidental.

Na ocasião, o chefe do Governo destacou a importância da luta livre no panorama desportivo nacional e assegurou que o Executivo vai continuar a investir no seu desenvolvimento.

Por sua vez, o selecionador nacional, Bagine Afonso, mostrou-se confiante numa boa prestação dos atletas no torneio que sábado se inicia, e que já conta com a garantia de segurança para as delegações participantes do Secretário De Estado da Ordem Pública, Salvador Soares.

A Guiné-Bissau acolhe assim, pela primeira vez , o Torneio Regional de Educação e Desenvolvimento da Luta na África Ocidental,  que reunirá nove  países da África Ocidental:  Benin, Burkina Faso, Gâmbia, Gana, Guiné-Bissau, Guiné-Conacri, Níger, Senegal e Serra Leoa. ANG/ÀC//SG

Médio Oriente/Cessar‑fogo frágil e impasses ameaçam negociações entre EUA e Irã no Paquistão

Bissau, 10 Abr 26 (ANG) - O Paquistão deverá receber delegações iranianas e americanas para negociações nesta sexta-feira (10), mas a participação de Teerã é incerta após os ataques aéreos israelenses que mataram mais de 300 pessoas no Líbano na quarta-feira (8). 

Os bombardeios ocorreram horas após a entrada em vigor de um cessar-fogo negociado com os Estados Unidos (EUA), na noite de terça-feira (7).

Os ataques ao Líbano, onde Israel combate o grupo Hezbola, aliado do regime iraniano, foram os mais agressivos desde o início da guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de Fevereiro.

 

“A realização de negociações com o objetivo de pôr fim à guerra depende do respeito dos Estados Unidos aos seus compromissos de cessar-fogo em todas as frentes, particularmente no Líbano", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghai, conforme relatado pela agência de notícias ISNA.

No anúncio da trégua, o Paquistão, que atua como mediador das conversas no conflito, afirmou que o acordo se aplicaria "em todos os lugares, incluindo o Líbano” – o que foi negado tanto por israelenses quanto por americanos.

Em Islamabad, as negociações previstas para este sábado (11) serão realizadas em um hotel de luxo, sob forte esquema de segurança. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, deverá chefiar a delegação americana, ao lado do enviado especial Steve Witkoff e de Jared Kushner, genro de Donald Trump, anunciou a Casa Branca.

O presidente dos Estados Unidos disse à NBC News que estava "muito otimista" quanto à possibilidade de se chegar a um acordo de paz, apesar das divergências com o Irã.

O desfecho das negociações é incerto, entre um acordo real, o prolongamento estratégico das conversas ou uma nova crise. Em editorial, o jornal francês Les Echos lembra que o presidente americano costuma adiar decisões e evitar resolver questões centrais, além de ter o histórico de abandonar acordos internacionais importantes.

O lado iraniano demonstra menos otimismo do que Trump: pouco depois de anunciar na rede social X a chegada de uma delegação iraniana ao Paquistão, na noite de quinta-feira, o embaixador iraniano em Islamabad apagou a publicação. No Irã, o primeiro grande jornal da televisão estatal não mencionou as negociações, na manhã desta sexta-feira.

"As notícias veiculadas por alguns meios de comunicação de que uma equipe de negociadores iranianos teria chegado a Islamabad, no Paquistão, para negociar com os americanos são completamente falsas", informou a agência de notícias iraniana Tasnim, citando uma fonte anónima.

 "Enquanto os Estados Unidos não respeitarem seu compromisso de cessar-fogo no Líbano e o regime sionista continuar seus ataques, as negociações serão suspensas”, completou o texto.

No Paquistão, o ministro da Defesa, Khawaja Asif, chamou Israel de "maligno" na noite de quinta-feira, no X, e acusou o país de cometer crimes de guerra no Líbano, antes de apagar sua publicação.

O Líbano foi arrastado para o conflito pela atuação do Hezbollah, que atacou Israel em retaliação ao assassinato do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, no primeiro dia da guerra.

A ONU expressou séria preocupação com a continuidade da campanha israelense, enquanto Paris, Londres e Ancara pediram a inclusão do Líbano no cessar-fogo.

Libération afirma em manchete que o Estreito de Ormuz é a principal carta do Irã nas negociações. O tráfego marítimo nessa passagem estratégica para o comércio mundial continua quase paralisado.

 

O regime iraniano tenta manter o controle do estreito, mesmo contrariando o direito internacional marítimo.

Poucos navios atravessaram a região após o anúncio da trégua, o que contradiz o discurso americano e reforça a percepção de que o cessar‑fogo é pouco convincente.

As regras de circulação no estreito, acrescenta o Libération, seguem confusas e contraditórias.

O diário Le Figaro salienta que o presidente americano demonstra impaciência crescente e passou a responsabilizar os aliados da Otan pelo fracasso da ofensiva contra o regime iraniano.

Na madrugada de sexta-feira, sirenes de alerta aéreo soaram em Israel, inclusive em Tel Aviv, informou o exército israelense, após o lançamento de foguetes do Líbano.ANG/RFI

Depois da meia-noite, o Hezbollah reivindicou a autoria de diversos ataques com foguetes e drones, incluindo disparos contra "grupos de soldados" em ambos os lados da fronteira entre o Líbano e Israel, e outro contra uma cidade fronteiriça israelense.

Em resposta à escalada das tensões, um oficial americano afirmou que conversas entre o Líbano e Israel também estão agendadas para a próxima semana em Washington. O Hezbollah rejeitou a iniciativa.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou seu gabinete a iniciar "negociações diretas" com Beirute. Mas o Líbano insiste em "um cessar-fogo antes do início de qualquer negociação", disse à AFP um oficial libanês, falando sob condição de anonimato. ANG/RFI/AFP

 

Marrocos/ Presidente da Câmara dos Conselheiros eleito presidente da Associação dos Senados Africanos

Bissau, 10 Abr 26 (ANG) -  O presidente da Câmara dos Conselheiros de Marrocos, Mohamed Ould Errachid, foi eleito , quinta-feira, em Rabat, presidente da Associação dos Senados Africanos.

Este anúncio foi feito em um comunicado final publicado ao término da conferência da Associação dos Senados Africanos, organizada pela Câmara dos Conselheiros nos dias 8 e 9 de abril, sob o tema "A contribuição das câmaras altas dos parlamentos para a consolidação da democracia e a preservação da paz na África", com a participação dos presidentes e representantes das câmaras altas dos parlamentos africanos.

De acordo com este comunicado final, os presidentes das câmaras altas dos parlamentos e os chefes das delegações concordaram em adotar propostas para emendar o estatuto da Associação, incluindo a possibilidade de aceitar, por decisão da conferência, qualquer outra câmara alta de um Estado africano membro das Nações Unidas como membro pleno ou como observador, fixando o mandato do presidente da Associação em dois anos e nomeando a primeira mulher presidente da Associação como presidente honorária.

Também foi aprovada a proposta de que as funções de Secretário-Geral da Associação sejam atribuídas ao Secretário-Geral da câmara alta do estado onde a Associação está sediada, bem como a nomeação do Tesoureiro pela Conferência, mediante proposta do Presidente, e a realização de dois tipos de reuniões pela Associação, nomeadamente a reunião anual, que se realiza no país da presidência rotativa, e a Conferência de Presidentes, que ocorre de dois em dois anos.

O comunicado final especifica que essas medidas devem entrar em vigor imediatamente, acrescentando que foi decidido realizar a próxima reunião anual em Rabat, Reino de Marrocos, em 2027.

A Associação dos Senados Africanos nasceu de um seminário organizado pelo Senado da Costa do Marfim nos dias 10 e 11 de outubro de 2024, em Yamoussoukro. Sua primeira presidência foi confiada à Presidente do Senado da República da Costa do Marfim, Kandia Kamissoko Camara. ANG/Faapa