Economia/CFE regista 206 novas empresas no 1º trimestre do ano em curso
Bissau 17 Abr 26 (ANG) – O Director-geral do Centro de
Formalização de Empresas (CFE),disse hoje que a instituição registou no Iº trimestre
deste ano 206 novas empresas, contra 146 em igual período em 2025.
Segundo explicou, se
comparar este período com o último trimestre de
2025, verifica-se um aumento considerável, uma vez que de Outubro à Dezembro
do ano passado registaram-se 194 empresas.
“No ano passado foram registados, no primeiro
trimestre, 146 empresas e se compararmos com o registo deste ano vamos ver que
houve um aumento de 60 empresas. No que tem a ver com o enceramento, este ano
houve três empresas enceradas. No ano
passado nenhuma foi encerada, "disse.
Em relação as alterações,
Baldé disse que foram feitas 15 alterações no Iº trimestre deste ano
contra 19 de 2025.
Acrescentou que este ano foram registados 140 empresas nacionais, número igual ao de último
trimestre de 2025.
No que tange as empresas
estrangeiras, disse que foram inscritas 39 empresas no 1º trimestre de 2026 contra 44 do último
trimestre de 2025, que representa uma
queda de nove empresas.
Em termos de empresas mistas, nacionais e estrangeiras, referiu que,
neste primeiro trimestre, registaram-se 27 empresas.
Comparado com o último
trimestre de 2025 que foi de 10 empresas,
nota-se que houve um acréscimo de 17 empresas, sendo que no Iº Trimestre de 2025, foram registadas 16 empresas.
Falando da distribuição regional,
disse que Bissau conta com 177 novas
empresas, seguido de Biombo com 13, Cacheu com cinco empresas, Oio com quatro, Gabu
com quatro, Bafatá com duas, Quinara´ com uma, por último regiões de Tombali e
Bolama/Bijagós que não registaram nenhuma empresa neste trimestre de 2026.
Úmaro Baldé frisou que o
Sector Autónimo de Bissau se consolida, de forma inequívoca, como o principal
centro económico, concentrando a esmagadora maioria das iniciativas empresariais.
Disse que esse desempenho
confirma o elevado nível de atratividade económica, mas que também evidência
uma acentuada centralização da atividade empresarial, com potenciais impactos
negativos no equilíbrio territorial.
O DG do CFE salientou que o
I º trimestre confirma uma aceleração da formalização económica, com
crescimento na criação de empresas e forte dinamismo do empreendedorismo nacional,
destacando no plano empresarial o reforço do investimento, crescimento
expressivo das parcerias mistas, indicando maior integração entre capital
nacional e internacional.
“Ao nível de empreendedores,
destacou-se a expansão, muito significativa, de cartão de empreendedor com
cerca de 704 por cento, elevada participação feminina, com papel de destaque na
formalização e continuidade de comércio como principal motor de entrada no
setor formal “,disse.
No plano setorial, segundo
explicou, o comércio mantém a liderança com crescimento de sectores emergentes,
casos de energia, serviços e transporte.
“O período evidencia um
crescimento robusto e inclusivo, maior protagonismo interno na economia e a
evolução para modelos mais integrados e colaborativos”, disse Úmaro Baldé. ANG/MSC/ÂC//SG

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