Economia//Mais
de 10 Empresas comercializadoras de água em sacos plásticos são encerradas por
falta de condições higiénico-sanitárias
Bissau, 09 Jul 26 (ANG) – Mais de 10 empresas
comercializadoras de água em sacos plásticos foram encerradas, quarta-feira,
por falta de condições higiénico-sanitárias, no âmbito das operações conjuntas
realizadas pelas equipas de fiscalização do Ministério de Recursos Naturais com
base na recente instrução do Conselho de Ministros.
A informação consta na página de
Facebook do Ministério de Recursos Naturais, segundo a qual, o Ministro dos
Recursos Naturais, Júlio Baldé disse que existem várias empresas produtoras e
comercializadoras de água em sacos plásticos que funcionem com base nas
irregularidades, ou seja sem as mínimas condições de higiene e sem o devido
respeito pelos parâmetros que regulam a potabilidade da água.
O Conselho de Ministro instruiu o Ministro dos Recursos Naturais à
adoptar as medidas, em conformidade com o Código da Água, aprovado em 1992,
para melhorar as condições de higiene e incentivar o respeito pelos parâmetros que
regulam a potabilidade da água para consumo humano.
“Neste quadro, sob a coordenação do
Ministério dos Recursos Naturais, foi instituída uma Comissão Interministerial,
que procedeu à inspeção de cerca de 40 unidades que operam neste sector. No
final dos trabalhos, a Comissão produziu um relatório sobre o estado físico e
sanitário dos referidos estabelecimentos”, refere a Página de Facebook do
Ministério de Recursos Naturais.
A mesma fonte sustentou que, recentemente,
foram credenciados agentes fiscais, à semelhança do que já havia sido feito em
Bissau, com a missão de visitar os estabelecimentos de empacotamento de água
para consumo humano em todo o território nacional.
“No encontro que Júlio Baldé teve no quarta-feira
com os produtores e comercializadores de água em sacos de plástico, o
governante apelou os mesmos à redobrarem os seus esforços na purificação da
água que vendem enquanto o factor essencial para a salvaguarda
da saúde pública e enquanto um bem essencial à vida humana”, refere a nota. ANG/AALS//SG

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