quarta-feira, 25 de junho de 2025

Agricultura/Lançado Projeto P2P2RS-Componente Guiné-Bissau que visa melhoria de produção agrícola e reabilitação de infraestruturas socioeconómicas

Bissau, 25 Jun 25(ANG) – O ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural procedeu hoje ao lançamento oficial do Projecto 2 do Programa de Reforço da Resiliência a Insegurança Alimentar e Nutricional no Sahel(P2-P2RS) da Componente  Guiné-Bissau com o objetivo principal de melhorar a produção agrícola.

Queta Baldé disse tratar-se de  um projeto fundamental para a vida dos guineenses, financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento(BAD).

“Trata-se hoje, sem dúvidas, de um projeto que valoriza não somente a agricultura, florestas e outros sectores ligados à alimentação, à nutrição, as atividades geradoras de rendimentos, mas também os sectores das infraestruturas, energias renováveis, às vias e meios permissivos de um desenvolvimento durável e equívoco na Guiné-Bissau até 2030”, disse o governante.

O ministro de Agricultura frisou que o Projeto P2R2,  foi elaborado em conjunto entre o Governo da Guiné-Bissau , o Banco Africano de Desenvolvimento e o Comité Inter-estado de Luta contra a Seca no Sahel(CILSS), para implementação das ações estruturantes destinadas a reforçar a resiliência dos agregados familiares no espaço Sahel.

Disse  que  o projeto se inscreve numa abordagem regional participativa e inclusiva de longo prazo, com uma duração de 20 anos, e é implementado por fases sucessivas de cinco anos cada até 2035, com vista a cumprir  os compromissos assumidos e a visão global definida do Documento das Prioridades de Resiliência do país.

“Com um montante de 12,5 milhões de dólares, sob forma de donativo, a estratégia do P2P2RS-Componente Guiné-Bissau, alinha-se na estratégia alimentar nacional do país, que incide à volta de programas e das ações específicas dentro dos subsetores de cereais, principalmente a produção de arroz, base alimentar dos guineenses, bem como a horticultura sob sistema de irrigação solar”, disse.

Queta Baldé acrescentou que o projeto prevê a conexão de 1.500 pequenos agricultores ao programa de cantina escolar, que implica a compra de 1.378 toneladas de arroz, 600 de tubérculos e 525 toneladas de feijão para 76.700 alunos em  378 escolas.

O reforço das capacidades institucionais em matéria de análise da situação alimentar e nutricional através de um Quadro Harmonizado, apoiar a implementação de atividades que envolvam a formação de jovens e mulheres sobre as práticas de agronegócio, são outros objetivos do projeto.

Adiantou que as atividades previstas deverão impactar cerca de 2.500 pequenos agricultores e beneficiar 76.700 crianças em idade escolar nas regiões de Cacheu, Oio, Bafatá e Quinara.

A representante do Banco Africano de Desenvolvimento(BAD), Igherha Gracia Kahasha, agradeceu as autoridades guineenses pelos engajamentos feitos e que permitem a implementação de diferentes projetos de desenvolvimento concebidos pelo BAD e igualmente este P2P2RS lançado hoje no país.

Garcia Kahasha disse que o Projeto P2P2RS-Componente Guiné-Bissau tem como objetivo principal, a melhoria da produção agrícola, reabilitação das infraestruturas socioeconômicas e contribuir no desenvolvimento e na melhoria dos componentes silvo-pastoral e haliêuticos da Guiné-Bissau.


Kahasha disse ainda que o projeto irá reforçar  as capacidades de adaptações das potencialidades e dos recursos regionais do sector agrícola.

Durante  dois dias, os participantes no ateliê do Lançamento Oficial do Projeto de Reforço da Resiliência a Insegurança Alimentar e Nutricional no Sahel, irão abordar temas sobre o Projeto P2P2RS-Componente Guiné-Bissau, apresentação do Componente Regional do Projeto, Formação de Gestão Financeira, entre outros. ANG/ÂC//SG


Sociedade
/Guiné-Bissau regista melhoria de 0,483 para  0,514 em 2025 no Índice de Desenvolvimento Humano, aponta Relatório do PNUD

Bissau, 25 Jun 25 (ANG) - O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revela que a Guiné-Bissau registou uma melhoria no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), passando de 0,483 no relatório de 2023 – 2024 para 0,514 em 2025.

Os dados são do Relatório de Desenvolvimento Humano 2025, oficialmente lançado   terça-feira, em Bissau, sob o tema "Uma Questão de Escolha: Pessoas e Possibilidades na Era da Inteligência Artificial (IA) ".

 “Permitam-me começar com uma boa notícia. A Guiné-Bissau registou uma melhoria no seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), passando de 0,483 no relatório de 2023 – 2024 para 0,514 no relatório de 2025. Este progresso, embora modesto, é significativo, representa avanços em áreas como a esperança de vida, a escolaridade e o rendimento nacional bruto per capita. No entanto, a Guiné-Bissau continua entre os países com desenvolvimento humano mais baixo, e em que cerca de dois terços da população vivem em pobreza multidimensional”, reiterou a representante do PNUD Alexandra Casazza.

Aquela responsável disse que  o relatório também deixa um alerta para o progresso global no desenvolvimento, num ano que está a desacelerar, e que as desigualdades estão a aumentar.

Casazza ainda  referiu que os países com baixo Índice de Desenvolvimento Humano, como a Guiné-Bissau, continuam a enfrentar desafios estruturais que exigem atenção contínua e investimentos.

O ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital, Marciano Silva Barbeiro, em mensagem gravada, disse que o relatório oferece ao Executivo uma visão global sobre o progresso humano no país.

“Este relatório oferece-nos uma visão global sobre o estado atual do progresso humano, alerta-nos para desafios que enfrentamos, mas também iluminando caminhos de inovação como o da Inteligência Artificial”, disse Silva Barbeiro que acrescentou “o relatório convida a refletir sobre o papel da Inteligência Artificial e as suas implicações no avanço do desenvolvimento humano na Guiné-Bissau”. ANG/RSM

Regiões / COAJOQ pede mais tratores ao Governo e parceiros para reforçar sua capacidade de produção agrícola 

Canchungo, 25 Jun 25 (ANG) -  O operador de maquina da Cooperativa Agropecuária de Jovens Quadros de  Canchungo (COAJOQ) pediu, terça feira, mais tratores ao Governo e aos parceiros internacionais para aumentar a capacidade de produção agrícola da organização e melhorar as condições de pequenos produtores do sector de Canchungo.

Júlio Lima fez este pedido, em declarações exclusivas ao Correspondente regional da ANG, tendo em conta a crescente  solicitação de trabalho por parte da  população à cooperativa.

Disse que neste  momento a Cooperativa Agropecuária de Jovens Quadros-COAJOQ  dispõe apenas de um trator, e não consegue atender os  pedidos dos camponeses.

Lima  acrescentou que a expectativa da COAJOQ é ampliar os atendimentos nos próximos anos, para atender as necessidades da agricultura familiar.

“Sabemos da importância do sector agrícola para a economia do nosso Estado e da família”, disse, sublinhando  que o pedido é um compromisso com os trabalhadores de campo.

Destaca  entre outras vantagens de lavoura com o trator, a redução das despesas de mão de obra, o aumento da produção e a perfuração do solo em cerca de 25 cm para facilitar a penetração de raízes do arroz e o seu desenvolvimento.

A COAJOQ cobra para cada hora de utilização do tractor, 12.500 fcfa, e Júlio Lima diz que de 05 de Maio à 23 de Junho satisfizera solicitações de 55 pequenos agricultores, beneficiando directamente cerca de 470 pessoas.

A cooperativa dispunha de quatro
tractores mas só um se encontra operacional, as restantes estão avariados ANG/AG/LPG//SG

EUA/Trump acusa CNN e NYT de tentarem distorcer sucesso do ataque ao Irão

Bissau, 25 Jun 25 (ANG) - O presidente norte-americano acusou a CNN e o New York Times de tentarem desvirtuar o bombardeamento a instalações nucleares iranianas, ao divulgarem um relatório que afirma que o programa nuclear do país foi atrasado em apenas alguns meses.

Uma análise preliminar dos serviços secretos dos Estados Unidos, divulgada pelos dois meios de comunicação social, aponta que o programa nuclear iraniano apenas sofreu um atraso de alguns meses, após a ofensiva, no fim de semana, contra as instalações de Isfahan, Natanz e Fordo.

"Notícias falsas da CNN, juntamente com o falhado New York Times, uniram-se para tentar desvalorizar um dos ataques militares mais bem sucedidos da história - as instalações nucleares do Irão foram completamente destruídas", afirmou na terça-feira Donald Trump, numa mensagem publicada na rede social que detém, a Truth Social.

De acordo com o líder republicano, que se encontra em Haia para a cimeira da NATO, tanto a emissora como o jornal estão a ser criticados pelo público.

O documento dos serviços secretos acrescenta que os bombardeamentos dos EUA destruíram apenas uma pequena parte do material nuclear, já que a maior parte das reservas de urânio enriquecido do Irão foi deslocada antes da ofensiva.

O secretário da Defesa, Pete Hegseth, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, e o enviado especial dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Steve Witkoff, tinham-se pronunciado no início do dia para desmentir esta análise.

"Qualquer pessoa que diga que as bombas não foram devastadoras está apenas a tentar minar o presidente e o sucesso da missão", declarou Hegseth, enquanto Witkoff classificou a fuga de informação de traição e apelou a uma investigação para responsabilizar o autor desta fuga. ANG/Lusa

 

      Brasil/BRICS apelam ao "fim do ciclo de violência" no Médio Oriente

Bissau, 25 Jun 25 (ANG) - Os BRICS apelaram terça-feira a uma "rutura do ciclo de violência no Médio Oriente", na sequência dos ataques israelitas e americanos contra o Irão, país membro deste grupo de dez países de economias emergentes emergentes.

 

Numa declaração conjunta emitida pelo Brasil, que preside atualmente o grupo, os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Etiópia, Indonésia, Irão e Emirados Árabes Unidos) denunciaram os ataques contra instalações nucleares e apelaram ao estabelecimento no Médio Oriente de "uma zona livre de armas nucleares e outras armas de destruição maciça".

Os dez países manifestaram também a sua "grande preocupação com qualquer ataque a instalações nucleares pacíficas realizado em violação do direito internacional e das resoluções pertinentes da Agência Internacional da Energia Atómica" (AIEA).

"As salvaguardas nucleares, a segurança e a proteção devem ser sempre mantidas, incluindo em caso de conflito armado, a fim de proteger as populações e o ambiente", acrescentaram, afirmando "a necessidade de criar uma zona livre de armas nucleares e de outras armas de destruição maciça no Médio Oriente".

Esta declaração é emitida no mesmo dia em que soube que o Zimbabué está a negociar com o Brasil a entrada no grupo de economias emergentes, de acordo com a agência de notícias EFE.

Donald Trump anunciou hoje de madrugada que Israel e o Irão tinham acordado um cessar-fogo, informação que ambos os países confirmaram, embora pouco depois Telavive e Teerão se tenham acusado mutuamente do lançamento de mísseis.

A região tem vivido uma escalada de violência desde 13 de junho, quando Israel iniciou uma ofensiva contra instalações militares e do programa nuclear iraniano, numa série de ataques que foram retaliados por Irão.

A tensão aumentou quando os Estados Unidos se juntaram aos ataques contra o território iraniano no fim de semana, bombardeando três instalações nucleares no Irão, uma agressão à qual o país persa respondeu atacando na segunda-feira a base norte-americana de Al-Udeid, no Qatar, a maior que Washington mantém no Médio Oriente.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, proclamou hoje à noite uma "vitória histórica" contra o Irão e o seu programa nuclear.

"Destruímos o projeto nuclear iraniano. E se alguém no Irão tentar reconstruí-lo, agiremos com a mesma determinação, com a mesma intensidade, para frustrar qualquer tentativa", prometeu o primeiro-ministro israelita.

O Irão também declarou vitória e reafirmou os seus "direitos legítimos" de prosseguir o seu programa atómico civil, afirmando estar pronto para retomar as negociações com Washington.ANG/Lusa

 

     China/Governo pede que se evite "lei da selva" na economia global

Bissau, 25 Jun 25 (ANG) – “Aquilo que o mundo precisa não é da lei da selva, mas do sucesso mútuo através da cooperação", afirmou Li, numa referência implícita às tensões protecionistas e às medidas lideradas pelos Estados Unidos para reduzir a dependência da China em setores estratégicos.


Li discursava na sessão inaugural da Reunião Anual dos Novos Campeões, conhecida como o "Davos de Verão" e promovida pelo Fórum Económico Mundial, que decorre esta semana em Tianjin, no nordeste da China, e reúne líderes políticos e empresariais de mais de 90 países e regiões.

No seu discurso, o primeiro-ministro chinês alertou para "mudanças profundas" na economia internacional, impulsionadas por tensões geopolíticas, transformação tecnológica e reconfiguração das cadeias de abastecimento globais.

"O mundo não pode voltar a ser um conjunto de ilhas isoladas. Precisamos de mais pontes de cooperação em que todos ganhemos", defendeu.

Num contexto marcado pelo aumento de taxas alfandegárias, restrições ao investimento estrangeiro e apelos à 'dissociação' económica com a China, Li reiterou que o comércio e o investimento globais "não devem ser politizados nem transformados em instrumentos de confronto".

Sublinhou ainda que a China continua comprometida com o diálogo, a integração económica e a promoção de um sistema multilateral aberto.

"A globalização económica não vai parar. Pode passar por altos e baixos, mas continuará a avançar", declarou.

Li destacou também o papel crescente das economias emergentes como "novos motores" do comércio internacional, recordando que representam cerca de 70% da população mundial.

A China vai continuar a abrir-se ao exterior, assegurou Li, prometendo mais cooperação nas áreas da inovação tecnológica e da transição energética e melhoria no ambiente para investidores estrangeiros com regras claras e previsíveis.

A edição deste ano do "Davos de Verão" decorre sob o signo da incerteza geoeconómica e do aumento do protecionismo, colocando a tónica nas oportunidades oferecidas pelo empreendedorismo e pelas novas tecnologias para impulsionar o crescimento e a resiliência económica.

Entre os participantes contam-se os chefes de Governo de países como Equador, Singapura e Vietname. ANG/Lusa

 

        NATO/Instabilidade no Médio Oriente marca último dia da cimeira

Bissau, 25 Jun 25 (ANG) - A instabilidade no Médio Oriente vai marcar o debate entre os 32 aliados na cimeira da NATO, que hoje termina em Haia, após o anúncio do Presidente norte-americano, Donald Trump, de um cessar-fogo entre Israel e o Irão.


N
uma altura de contínua guerra na Ucrânia causada pela invasão russa e de fortes tensões no Médio Oriente, a reunião de alto nível da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) - a primeira organizada pelo atual secretário-geral da Aliança, Mark Rutte - arrancou na terça-feira com uma agenda centrada no debate dos acontecimentos mundiais e do seu impacto na segurança euro-atlântica.

Apesar de não constar da agenda oficial do encontro, a situação no Médio Oriente irá marcar as discussões deste último dia de cimeira, depois de Donald Trump ter proposto um cessar-fogo para pôr fim à guerra de 12 dias que abalou a região.

Telavive e Teerão aceitaram a proposta de Washington - que durante o fim de semana também se envolveu diretamente no conflito ao bombardear instalações nucleares iranianas - mas já se acusaram mutuamente de ter violado a trégua.

O principal objetivo da cimeira é, ainda assim, assegurar um novo compromisso entre os aliados para gastarem mais em defesa face à instabilidade geopolítica mundial.

Os aliados devem hoje chegar a acordo para gastar 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em gastos militares tradicionais (forças armadas, equipamento e treino) e 1,5% do PIB adicionais em infraestruturas de dupla utilização, civis e militares (como relativas à cibersegurança, prontidão e resiliência estratégica), um acréscimo face ao atual objetivo de 2%.

Esta é a proposta do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, que chegou a suscitar reserva por parte de Espanha, Eslováquia e Itália, mas que deve ser aprovada pelos líderes da Aliança Atlântica na reunião de alto nível desta manhã, ficando decidida a meta temporal.

Certo é que a perceção de ameaça entre os aliados está mais acentuada, o que obriga a um maior investimento em defesa, como tem vindo a defender o presidente norte-americano, Donald Trump, que marca presença em Haia.

É a primeira reunião de alto nível da NATO do republicano desde que iniciou o seu segundo mandato na Casa Branca, em janeiro passado.

Em Portugal, o Governo anunciou que iria antecipar a meta de 2% do PIB em defesa para 2025.

Em 2024, Portugal investiu cerca de 4.480 milhões de euros em defesa, aproximadamente 1,58% do seu PIB, o que colocou o país entre os aliados da NATO com menor despesa militar - abaixo da meta dos 2% -, segundo estimativas do Governo.

Portugal está representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros e da Defesa, Paulo Rangel e Nuno Melo, respetivamente.ANG/Lusa

    Itália/Sangue nas lágrimas da Virgem Maria era afinal de vidente italiana

Bissau, 25 Jun 25 (ANG) - As lágrimas de sangue que fluíam dos olhos de uma estatueta da Virgem Maria, que atraiu muitos peregrinos perto de Roma, eram falsas, pertencendo à autoproclamada vidente que fez um negócio lucrativo com o fenómeno, revelou uma investigação.

 

Em 2024, o Vaticano já tinha refutado a natureza sobrenatural das aparições relatadas por Gisella Cardia, que afirmou ter ouvido Maria e testemunhado os seus milagres em Trevignano Romano, uma cidade a noroeste de Roma.

Esta siciliana de cinquenta anos relatou que comunicava diretamente com a Virgem e o caso, amplamente divulgado, atraiu centenas de peregrinos que iam todos os meses rezar à estátua da Virgem nas alturas do Lago Bracciano, noticiou na terça-feira a agência France-Presse (AFP).

A ex-empresária, condenada em 2013 por falência fraudulenta, afirmou ter visto a estatueta da Virgem derramar lágrimas de sangue e ter assistido a uma multiplicação de pizzas e gnocchi, como no "milagre da multiplicação dos pães" descrito no Evangelho.

Na realidade, o sangue era dela, revelaram análises genéticas de quatro amostras, todas correspondentes ao seu ADN, segundo relatos publicados pela imprensa italiana, incluindo o diário romano Il Messaggero.

A diocese abriu uma investigação em abril de 2023 após denúncias de vários moradores de Trevignano Romano, que denunciavam uma "fraude gigantesca" e estavam exasperados com as romarias dos fiéis.

O Ministério Público de Civitavecchia também abriu uma investigação sobre fraude. Graças ao sucesso do passa-palavra, Gisella Cardia fundou uma associação que colheu os benefícios de um negócio lucrativo alimentado por donativos individuais.

Só as lágrimas da Virgem Maria em Siracusa, na Sicília, em 1953, foram oficialmente reconhecidas como milagrosas por um papa.

Desde então, inúmeros fenómenos semelhantes têm sido alegados como envolvendo estátuas de Maria, Cristo ou santos em Itália, onde 74,5% dos 59 milhões de habitantes são católicos.

Nestes casos, a Igreja Católica mantém-se muito cautelosa e deixa ao critério de cada diocese decidir caso a caso.ANG/Lusa

 

terça-feira, 24 de junho de 2025

CEDEAO/ Centro Regional de Saúde Animal da Comunidade vai ter novas instalações na Guiné-Bissau

Bissau, 24 Jun 25 (ANG) –  O Centro Regional de Saúde Animal, da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) vai ter novas instalações na Guiné-Bissau, na sequência da saída do Mali da Organização, onde o projecto se encontrava.

A decisão foi tomada na 67ª Sessão Ordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da (CEDEAO), à que a ANG teve acesso hoje.

A reunião foi realizada  no passado dia 22 de junho, em Abuja, na República Federal da Nigéria, sob a presidência da Nigéria , Presidente em exercício da Conferência.

Segundo o comunicado final dessa reunião,  a conferência tomou essa medida devido a retirada do Burkina Faso, do Mali e do Níger da Comunidade,  e  as Instituições e agências localizadas nestes países serão reafectadas aos Estados membros que atualmente não acolhem nenhuma instituição ou Agência da CEDEAO.

Nesse âmbito,  a conferência aprovou a  reafectação do Centro de Desenvolvimento da Juventude e dos Desportos da CEDEAO na Libéria, o Centro de Gestão dos Recursos Hídricos  na Guiné-Conacri, Centro Regional de Saúde Animal na Guiné-Bissau tendo decidido adiar a afetação da Organização Oeste Africana de Saúde(OOAS) até que sejam realizadas novas consultas.

Relativamente a Guiné-Bissau, a conferência exortou as autoridades guineenses a manter a data de 23 de Novembro de 2025, para realização  das eleições presidenciais e legislativas prevista no Decreto presidencial.

Convidou ao Governo e todas as partes interessadas a criarem um ambiente propício à realização de um processo pacífico, credível e inclusivo, respeitador de todos os direitos consagrados na Constituição da Guiné-Bissau.

Neste sentido, a Conferência instruiu o Presidente da Comissão da organização sub-regional a manter o diálogo com todas as partes interessadas na Guiné-Bissau, para facilitar o estabelecimento de um clima de confiança e a busca de consenso, bem como de identificar as necessidades financeiras.

Reconheceu as consultas entre as partes politicas da Guiné-Bissau com vista a chegar a um acordo sobre o quadro para as eleições presidenciais e legislativas previstas para 23 de Novembro de 2025.

Sobre a Democracia, Paz e Segurança, a Conferência refere que foram registados, com satisfação o respeito e  cumprimento contínuo dos Estados-membros dos valores e princípios comunitários em matéria de democracia, da boa governação e de diálogo, demonstrado pela condução contínua de processos constitucionais, eleitorais e de diálogo inclusivo, pacífico e credíveis.

O comunicado final da conferência refere que a organização regista com preocupação os contínuos desafios à segurança e à estabilidade na região, alimentados pelas actividades de grupos armados terroristas e extremismo violentos, bem como pela violência intercomunitária e o crime organizado transnacional.

A Conferência condena os recentes ataques terroristas no Benin e  Togo, bem como a ameaça contínua sobre os países costeiros.

Em relação ao desempenho económico, o comunicado final indica que a Conferência congratulou-se com as perspetivas económicas e instou os Estado membros a intensificar a mobilização de recursos internos e melhorar a eficiência das despesas públicas, para limitar os défices orçamentais e o recurso ao endividamento público.

Recomenda aos Estados membros a manterem politicas monetárias credíveis para controlar a inflação, incentivar o desenvolvimento do setor privado, através da aplicação de reformas estruturais,, e para a melhoria do clima de negócios e do esforço do investimento em capital humano e  infraestruturas.

Quanto a Liivre Circulação de Pessoas e Bens, comforme o documento, a Conferência lamentou a persistência de numerosas barreiras  tarifárias e não tarifárias, por isso deu instruções para sua eliminação total, ao longo dos corredores rodoviários da comunidade.

Instou ainda a Comissão, a apoiar os Estados membros na implementação do Acordo sobre a Zona de Comércio Livre Continental Africana, bem como na eliminação das barreiras não tarifárias.

Quanto a  luta contra o terrorismo e outras ameaças à segurança, a Conferência reafirmou o seu empenho na erradicação do terrorismo no espaço comunitário e deu instruções ao Presidente da Comissão para convocar, com urgência, uma reunião sobre as modalidades de uma cooperação eficaz na luta contra o terrorismo, para permitir uma resposta concertada e eficaz à ameaça terroristas em toda a  Africa Ocidental.

A Conferência manifestou a sua preocupação em relação a lentidão na ativação da Força de Alerta e apelou a uma ação decisiva. A este respeito, instruiu o Presidente da Comissão para realizar, com urgência, uma reunião com os ministros das Finanças e da Defesa da CEDEAO para acordar as modalidades de financiamento interno para assegurar a rápida ativação da referida força.

Para o efeito, a conferência de Chefes de Estados e de Governo deu orientações à Comissão para prestar assistência financeira aos Estados afetados pelo terrorismo, para a aquisição de materiais de combate ao terrorismo e para fazer face à situação humanitária decorrente do fluxo de refugiados e de pessoas deslocadas internamente devido aos ataques terroristas.

Em relação as operações de apoio à paz,  a Conferência refere
ter registado  com satisfação as missões de avaliação conduzidas por diferentes  Comissões  sobre os impactos políticos, de segurança e financeiros das missões de  segurança levadas a cabo pela CEDEAO na Gâmbia e  Guiné-Bissau.

Decidiu prorrogar o mandato da ESSMGB por  dezoito meses e o da ECOMIG por 24 meses, a partir do termo dos seus mandatos atuais, e encarregou a Comissão de elaborar uma estratégia de saída, incluindo um plano de redução progressiva e de encerramento das atividade de ambas as missões, após o termo desses mandatos. ANG/LPG/ÂC//SG

CMB/Sindicato dos trabalhadores ameaça paralisar a instituição caso não forem pagos  dois meses de salários

Bissau, 24 Jun 25 (ANG) – O Sindicato dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Bissau (STCMB), ameaçou, segunda-feira, paralisar o funcionamento  da instituição, caso não forem pagos  dois meses de salários em atraso.

“Os fiéis muçulmanos e cristãos que trabalham na CMB passaram a festa de Ramadão e Páscoa, sem dinheiro no bolso, e são pessoas com famílias. Todas as promessas feitas pela  direção da CMB não foram compridas. Sendo assim, brevemente, vamos entregar um pré-aviso de greve à direção”, disse Ivo Ndafa ,em declarações à imprensa.   

Segundo Ndafa estão em causa os meses de Maio e Junho em curso.

O dirigente sindical revelou que os funcionários da CMB sofrem descontos para  Segurança Social , para efeitos de aposentação, mas que o dinheiro descotado não chega ao destino .

“Se o dinheiro descontado aos funcionários para o pagamento da Segurança Social chegasse ao destino, talvéz não teríamos tanta dificuldade, porque a Segurança Social poderia cobrir  lacunas”, disse o  Presidente do Sindicato dos trabalhadores da Câmara Municipal de Bissau.

Acrescentou que existe  uma dívida no valor de 500 milhões FCA, que a CMB deve depositar,  desde Fevereiro, na conta dos funcionários que sofrem descontos para  Segurança Social, mas que até ao momento não foi depositado pela atual Direção.  

“Temos ainda a situação de pagamento de subsídio de sábado e domingo aos coveiros que trabalham diariamente sem descansar e não ganham nada”, disse Ivo Ndafa.

O Presidente da CMB, José Medina Lobato já reagiu a ameaça de paralisação dos serviços feita pelo sindicato dos trabalhadores, para dizer que estão em dívida apenas um mês e não dois meses.

“Na realidade, não pagamos apenas o salário do mês de Maio devido as nossas  dificuldades financeiras, mas vai ser ultrapassada assim que conseguimos reunir o dinheiro para tal. O mês de Junho ainda não terminou, portanto não se pode dizer  que são dois meses de salários em atraso”, disse Lobato, em conferência de imprensa esta terça-feira.

Medina Lobato disse  que no período da chuva a CMB se depara  sempre com dificuldades, porque as receitas  não entram com frequência e diz que dependem  das receitas internas para pagar salários dos  funcionários,  compra de combustíveis, pagar subsídios e realizar ouros eventos. ANG/AALS/LLA/ÂC//SG

           Regiões/Escola de Bijimita se depara com falta de professores

Biombo, 24 Jun 25 (ANG) – A Unidade Escolar  de Ensino Básico Unificado, da secção de Bijimita, sector de Quinhamel, região de Biombo,  está a deparar-se com a falta de professores, sobretudo de Matemática.

Segundo o despacho do Correspondente da ANG  para a Região de Biombo, que cita o  diretor da Unidade Escolar de Bijimita, Bernardo Ndjuraca Cá, o único professor de Matemática que havia na escola foi  retirado pelo  inspector para uma missão  na zona  de Quissete, sector de Prábis, e Ndjuraca Cá queixasse de não ter sido ouvido sobre essa missão.

Em relação a  disciplina de Português, aquele responsável, disse que a escola só conta com um professor, porque muitos foram retirados de lá sem explicações.

Bernardo Cá disse que, para cobrir as vagas deixadas, resolveu-se contratar os professores da escola de formação  de 17 de Fevereiro, que entretanto ainda só recebem incentivos provenientes de fundos de auto-gestão da escola, correspondentes à 50 por cento dos seus salários. ANG/MN/MI/ÂC//SG



Regiões/Agricultores de Binar  preocupados com  fraca chuva no início da época de cultivo

Oio, 24 Jun 25 (ANG) – Os agricultores de secção de Binar, sector de Bissorã, região de Oio, norte do país, manifestaram as suas preocupações em relação a fraca chuva que se verifica no início da presente época agrícola.


As preocupações dos agricultores de Binar foram
 manifestadas ao Correspondente da ANG naquela região, pelo comité da tabanca Nbali Sanca, que disse  que, caso a situação prevalecer  os agricultores vão ser a primeira vítima da falta de água para a lavoura.

Sanca pede, por isso, ajuda ao Governo e parceiros de sementes de ciclo curto, que não necessitam de muita água, para fazer face a situação.

Falando da segurança pública em Binar, Nbali pediu meios para a Polícia local, uma vez que, cada vez que haja necessidade de suas intervenções  os agentes pedem emprestado as motos de particulares para se deslocar ao local de crime.

Nbali Sanca pede ao Governo para  reforçar a capacidade locomotiva dos agentes da POP de Binar para fazer face a onda de criminalidade na secção.ANG/AD/MSC/ÂC//SG

Regiões/ Diretor da Escola Ébineger de Olossato pede apoio para cobertura do pavilhão descoberto pelo vento

Oio, 24 Jun (ANG) - O Diretor da Escola do ensino básico  unificado de Igreja Evangélica “Ébineger” de secção de Olossato, sector de Mansaba, região de Oio, pede apoios para a cobertura de um pavilhão descoberto por vento forte registado, segunda-feira, naquela localidade.


Segundo o despacho do Correspondente da ANG ‘para região de Oio, Nue Quebi lamentou o ocorrido e disse que o pavilhão danificado precisa ser recuperado para acolher os alunos que no próximo dia 1 de Julho iniciam as provas finais do presente ano letivo.

A escola tem 4 turmas, um armazém,  e 205 alunos que devem realizar a prova de coordenação entre 1 e 6 de Julho próximo. ANG/AD/MI/ÂC//SG

Médio Oriente/Teerão acusa Telavive de nova onda de ataques após cessar-fogo

Bissau, 24 Jun 25 (ANG) - As Forças Armadas do Irão acusaram Israel de "violar o cessar-fogo" hoje com uma nova onda de ataques contra o seu território, depois de o exército israelita ter acusado Teerão de lançar mísseis e ameaçado responder.


Segundo o Irão, "o regime israelita violou o cessar-fogo por três vezes com ataques contra vários locais do país" e irá "pagar um preço elevado".

As Forças Armadas, citadas pela agência de notícias iraniana Tasnim, não avançaram informação sobre eventuais baixas causadas pelo novo bombardeamento.

O exército israelita já tinha denunciado esta manhã ter detetado um novo ataque com mísseis do Irão, duas horas após a entrada em vigor do cessar-fogo (às 07:00 de Telavive, 09:00 em Lisboa), o que foi negado pelas autoridades iranianas.

Telavive adiantou ter ordenado, entretanto, um ataque retaliatório e o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, explicou que o lançamento de mísseis pelo Irão constituiu uma violação do cessar-fogo, pelo que instruiu as Forças Armadas israelitas para retomarem "as intensas operações para atacar Teerão e destruir alvos do regime e infraestruturas terroristas".

O acordo de cessar-fogo foi anunciado pelo Presidente norte-americano na segunda-feira à noite, através de uma publicação nas redes sociais a dizer que Israel e Irão tinham chegado a um acordo que entraria em vigor às 05:00 de hoje (09:00 em Lisboa).

Donald Trump voltou a publicar uma mensagem esta manhã na qual garantiu que o cessar-fogo estava em vigor e pediu às partes para não o violarem.ANG/Lusa

Médio Oriente/Donald Trump anuncia cessar-fogo Israel-Irão mas tensão mantém-se no terreno

Bissau, 24 Jun 25 (ANG) - O governo israelita anunciou esta terça-feira, pelas 06h30 TMG, ter aceitado um cessar-fogo bilateral proposto pelos Estados Unidos, após quase duas semanas de confrontos com o Irão.

A ofensiva israelita começou a 13 de Junho, tendo como objetivo declarado impedir o desenvolvimento do programa nuclear iraniano.

O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou pouco antes o início do cessar-fogo, que deveria entrar em vigor às 04h00 TMG. Segundo o plano, o Irão suspenderia inicialmente todas as operações, com Israel a seguir o exemplo 12 horas depois.

Nas primeiras horas após o cessar-fogo, as Forças de Defesa de Israel (IDF) reportaram o lançamento de dois mísseis balísticos provenientes do território iraniano. Ambos os mísseis foram interceptados pelos sistemas de defesa aérea israelitas segundo Tel Aviv. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ordenou uma resposta militar “com ataques intensos contra alvos no coração de Teerão”.

Por outro lado, o Estado-Maior das Forças Armadas do Irão negou o lançamento de quaisquer mísseis nas últimas horas. O Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano afirmou que as Forças Armadas do país estão preparadas para responder a qualquer acto hostil. A Republica Islâmica também denunciou o não respeito do cessar-fogo por parte de Israel segundo a televisão nacional iraniana.

Na noite anterior, as forças iranianas dispararam vários mísseis contra a base aérea americana de Al-Udeid, no Qatar, em resposta aos ataques a instalações nucleares iranianas realizados pelos Estados Unidos durante o fim de semana. O número de mísseis disparados foi igual ao número de bombas lançadas pelos EUA, segundo os Guardas da Revolução. As autoridades americanas confirmaram que a base tinha sido evacuada e que os mísseis foram interceptados. O presidente Trump agradeceu ao Irão por avisar previamente, o que evitou vítimas.

Num discurso televisivo, Benjamin Netanyauh anunciou que todos os objectivos de Israel foram cumpridos e que o Irão já não tinha a capacidade de desenvolver um programa nuclear, mas o governo iraniano anunciou que tomou medidas para garantir a continuidade do seu programa nuclear após os ataques dos EUA e Israel a instalações em Fordo, Natanz e Isfahan. Segundo Teerão, apesar dos danos, a produção não vai ser interrompida.

As bolsas mundiais reagiram positivamente, com subidas generalizadas e queda nos preços do petróleo que tinham aumentado com a ameaça do fecho do Estreito de Ormuz pelo Irão.ANG/RFI

 

          Irão/Último balanço oficial de Teerão elevado para 610 mortos

 Bissau, 24 Jun 25 (ANG) - As autoridades sanitárias iranianas anunciaram hoje que morreram pelo menos 610 pessoas e mais de 4.700 ficaram feridas nos últimos 12 dias, na sequência dos bombardeamentos em diferentes zonas do país.

O porta-voz do Ministério da Saúde do Irão, Hosein Kermanpour, afirmou que 4.746 pessoas ficaram feridas, 971 das quais permanecem hospitalizadas, e que 13 crianças, incluindo uma de dois anos de idade, estavam entre os mortos.

A organização de defesa dos direitos humanos Hrana, um grupo com sede nos Estados Unidos de oposição ao regime iraniano, afirmou hoje que o número de mortos aumentou para 974.

De acordo com a mesma organização, o último balanço indica que 3.458 pessoas ficaram feridas.

As informações sobre o número de mortos e feridos têm sido tratadas com precaução, tanto no Irão como em Israel.

Segundo fontes oficiais, 28 pessoas foram mortas em Israel, quatro das quais durante a madrugada, no último ataque iraniano antes da entrada em vigor das tréguas.

Neste último ataque, 13 pessoas ficaram feridas, em Beersheva.

O serviço de emergência israelita Magen David Adom (MDA) contabilizou 28 mortos, 17 feridos graves e 29 feridos ligeiros.

O Estado de Israel, apoiado pelos Estados Unidos, iniciou os ataques contra o Irão na madrugada de 13 de junho com uma vaga de bombardeamentos contra as instalações nucleares iranianas.

A campanha intensificou-se com ataques a alvos em diferentes partes do Irão, incluindo a capital.

O Irão respondeu com mísseis balísticos e aparelhos aéreos não tripulados (drones) contra alvos principalmente no centro e norte de Israel.

Israel e Irão acusaram-se mutuamente de lançar ataques nos respetivos territórios após a entrada em vigor do cessar-fogo anunciado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e aceite oficialmente pelos dois países.ANG/Lusa