Moçambique/Governo reafirma compromisso
com a paz e promete continuar o combate ao terrorismo
Bissau, 19 Out 26(ANG) - Moçambique reafirmou o compromisso com a paz, a segurança e a cooperação
internacional durante uma reunião da Organização da Cooperação Islâmica, em
Bagdade, capital do Iraque.
A posição foi apresentada
pelo ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, na 52.ª sessão
do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da organização. Maputo
defendeu estes princípios como essenciais para o desenvolvimento e para o
reforço das relações entre os Estados.
Moçambique enfrenta diversos desafios no
actual contexto internacional, entre os quais se destacam o terrorismo, as
disputas comerciais entre as principais potências mundiais, mudanças climáticas
e os seus eventos extremos, tais como ciclones, depressões tropicais, cheias e
secas. Por isso, perante esta realidade, para o ministro da justiça , assuntos
constitucionais e religiosos, Mateus Saize, a posição do país é clara.
O governante reafirmou que o compromisso
de Moçambique "com a promoção da paz, da segurança, da estabilidade e da
cooperação internacional, enquanto pilares fundamentais para o desenvolvimento
sustentável e o fortalecimento das relações entre os Estados".
Mateus Saize condenou o terrorismo e o
extremismo violento em todas as suas formas e manifestações, sublinhando
que ”o seu combate exige uma acção internacional coordenada, acompanhada
de investimentos no desenvolvimento, na educação, no emprego e na inclusão
social, em particular dos jovens”.
No seu discurso que marcou a
participação de Moçambique na 52a sessão do conselho de ministros da
organização Islâmica, em Bagdad, no Iraque, o ministro da justiça de
Moçambique, assuntos constitucionais e religiosos defendeu que os interesses
legítimos dos países em desenvolvimento sejam devidamente considerados nas
decisões globais, em prol de uma paz efectiva e de um desenvolvimento inclusivo
e sustentável.
Sobre a situação na Palestina, Mateus
Saize vincou que exige a atenção e a responsabilidade da comunidade
internacional. ANG/RFI

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