sexta-feira, 29 de maio de 2026

Sociedade/Embaixada de Portugal na GuinéBissau nega que tenha emitido uma mensagem de apoio à jovens que desejam   prosseguir  seus estudos em Portugal

Bissau, 29 Mai 26 (ANG) - A Embaixada de Portugal na GuinéBissau alerta  para a circulação de uma mensagem que considera de “falsa” nas redes sociais, sobretudo Facebook, que anuncia uma alegada “iniciativa de apoio a jovens  que desejam prosseguir os seus estudos em Portugal.

Segundo um comunicado publicado na página oficial da representação diplomática no Facebook, consultada hoje pela ANG,  o programa estaria a ser promovida pela Embaixada de Portugal em colaboração com o Governo da GuinéBissau.

O comunicado refere igualmente que são “falsas” as mensagens que utilizam o nome e a imagem do embaixador Miguel Cruz Silvestre para convidar cidadãos a estabelecer contractos privados com supostos processos para o efeito de candidatura à estudos em Portugal.

“A Embaixada de Portugal não recorre intermediários, perfis pessoais ou contactos informais para a divulgar oportunidades de estudo, bolsas ou de procedimentos de visto”, refere acrescentando que toda a informação oficial sobre estas matérias é divulgada exclusivamente nos canais institucionais da Embaixada e do Camões Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., bem como nas páginas oficiais do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A embaixada aconselha à todos os cidadãos a desconfiarem de qualquer mensagem que solicite dados pessoais, documentos ou pagamentos fora dos canais oficiais, e apela  para que não se responder nem partilhar o referido conteúdo.

A Embaixada de Portugal informa que já apresentou a denúncia junto da plataforma Facebook e admite recorrer às autoridades competentes devido ao uso indevido de nome, imagem e símbolos oficiais do Estado Português.

Solicita a colaboração de todos na difusão deste aviso, contribuindo para prevenir eventuais situações de burla ou de aproveitamento indevido das legítimas expectativas dos jovens guineenses. ANG/LPG/ÂC//SG

Cultura / Casa das Letras e Artes – Vasco Cabral anuncia para 01 de Junho  lançamento do projeto “Letras Falantes”

Bissau, 29 Mai 26 (ANG) – A Casa das Letras e Artes – Vasco Cabral anuncia para próxima segunda-feira,  01 de Junho, o lançamento do projeto “Letras Falantes”, uma iniciativa de Casa de Projetos dedicada à promoção da literatura infantil e da imaginação criativa na Guiné-Bissau.

A informação foi publicada pela Diretora Executiva da Casa das Letras e Artes – Vasco Cabral, Suaila Fonseca Cá na sua página de Facebook.

Segundo a mesma publicação, o evento marcará a apresentação exclusiva de 10 obras infantis, reunindo diferentes géneros literários como conto, fábula, poesia, peça teatral, banda desenhada, crónica literária, adivinhas e ensaio literário.

Trata-se de um projeto que valoriza a educação, a cultura e o incentivo à leitura desde a infância.

A apresentação acontecerá no dia 01 de Junho, às 18 horas, no Centro Cultural Franco-Bissau-Guineense, com entrada livre para o público.

O projeto “Letras Falantes” pretende despertar o gosto pela leitura nas crianças, fortalecer a produção literária nacional e criar espaços de aprendizagem através da arte e da imaginação.

A iniciativa conta com o apoio de vários parceiros e projetos culturais comprometidos com o desenvolvimento educativo e cultural da Guiné-Bissau.

ANG/LPG/ÂC//SG

Quénia/Incêndio em internato feminino deixa 15 mortos e vários feridos

Bissau, 29 Mai 26 (ANG) – Pelo menos 15 pessoas, a maioria estudantes, perderam a vida em um incêndio em um dormitório de um internato feminino em Gilgil, ao norte de Nairóbi, na noite de quarta-feira, segundo a polícia nacional queniana.


O incêndio começou por volta das 3h30, horário local (0h30 GMT), na escola feminina Utumishi, localizada em Gilgil, a cerca de 100 quilómetros ao norte de Nairóbi, segundo a Cruz Vermelha do Quénia, que informou ter enviado suas equipes ao local.

Segundo um relatório da polícia de Gilgil, várias estudantes também ficaram feridas no incêndio na Escola Secundária Feminina Utumishi, localizada no Condado de Nakuru. As autoridades ainda não determinaram a causa do incêndio.

O ministro do Interior do Quénia, Kipchumba Murkomen, e o vice-chefe de polícia, Eliud Lagat, visitaram o local, informou a polícia nacional à emissora X.

O departamento de investigações criminais está supervisionando as investigações iniciais com o objetivo de determinar a origem do incêndio.ANG/Faapa

    

 

Suíça/Nações Unidas declaram “prioridade urgente” proteger crianças do mundo digital

 

Bissau, 29 Mai 26(ANG) – A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou hoje ser uma “prioridade urgente” proteger as crianças das redes sociais, plataformas digitais e Internet em geral, avisando para deficiências nas restrições de idade adotadas em diversos países.

 

Os abusos `online` "resultam de escolhas de design e práticas comerciais que comprometem a segurança, incluindo recursos viciantes como `scroll` infinito, reprodução automática e notificações constantes de aplicações", disse o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, o austríaco Volker Türk. 

 

"Fortalecer a proteção das crianças `online` é uma prioridade urgente e devemos garantir não apenas que seja executada, mas também que seja implementada corretamente", continuou. 

 

Türk pediu medidas mais rigorosas tanto por parte dos governos quanto das empresas, afirmando que "simplesmente limitar o acesso a plataformas que continuam perigosas não é suficiente para proteger efetivamente as crianças". 

 

A Austrália foi pioneira em proibir o acesso a diversas plataformas digitais a menores de 16 anos, em 2025, seguindo-se outros países, incluindo Portugal. 

 

Segundo Türk, o foco apenas nas restrições não vai mudar os algoritmos que tornaram essas plataformas perigosas. As gigantes da tecnologia devem integrar a segurança "desde a conceção, em vez de transferir essa responsabilidade para os pais e crianças". 

 

 

Segundo diretrizes enunciadas por Türk, a "microsegmentação" de menores para fins comerciais "não deve ser permitida", sugerindo também possíveis restrições de idade para o uso de `chatbots`, baseados em inteligência artificial. 

 

As diretrizes especificam que tais medidas devem estar sujeitas à supervisão independente, com consequências legais dissuasoras. 

ANG/Inforpress/Lusa

Bélgica/Otan e europeus reagem após drone russo cair em prédio na Romênia

Bissau 29 Mai 26 (ANG) - A queda de um drone russo sobre um prédio residencial na cidade romena de Galati, perto da fronteira com a Ucrânia, provocou nesta sexta-feira (29) uma onda de reações internacionais e aumentou a pressão sobre Moscou.

O incidente, inédito desde o início da invasão russa da Ucrânia em Feverei
ro de 2022, deixou dois feridos leves e levou a Roménia, membro da Otan e da União Europeia, a denunciar uma “grave escalada”.

O presidente romeno, nicusor Dan, convocou uma reunião extraordinária do Conselho Supremo de Defesa para discutir “as implicações do incidente mais grave” registrado no território do país desde o começo da guerra. Segundo ele, “o caráter sem precedentes do ocorrido exige uma resposta firme, coordenada e proporcional, nos níveis nacional, aliado e internacional”.

O ministério da Defesa da Roménia afirmou que o drone fazia parte de uma nova vaga de ataques russos contra infraestruturas civis ucranianas próximas da fronteira fluvial com o país.

De acordo com Bucareste, o aparelho caiu sobre o telhado de um edifício residencial, provocando uma explosão e um incêndio. Dois caças F-16 foram mobilizados e as autoridades romenas informaram oficialmente a Otan, pedindo uma aceleração da transferência de capacidades antidrones para o país.

O ministério das Relações Exteriores romeno convocou o embaixador russo em Bucareste e exigiu uma reação da União Europeia. Desde o início da guerra, fragmentos e incursões de drones já tinham sido detectados em território romeno, mas é a primeira vez que um aparelho atinge diretamente um edifício habitacional.

A Otan condenou “a irresponsabilidade” da Rússia. A porta-voz da Aliança Atlântica, Allison Hart, afirmou que o secretário-geral Mark Rutte está em contacto com as autoridades romenas e garantiu que a organização continuará a reforçar as suas defesas contra ameaças aéreas, incluindo drones.

Fontes da Otan lembraram ainda que Bucareste poderá, se quiser, acionar o artigo 4.º do tratado fundador da Aliança, que prevê consultas entre os aliados quando a segurança de um Estado-membro é ameaçada.

Também a União Europeia endureceu o tom. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a Rússia ultrapassou “um novo limite” e prometeu um novo pacote de sanções contra Moscou. “Estamos plenamente solidários com a Roménia e o seu povo”, escreveu na rede social X.

À medida que continuamos a reforçar nossa segurança e capacidade de dissuasão, especialmente na nossa fronteira oriental, continuaremos a aumentar a pressão sobre a Rússia.  Estamos preparando um 21º pacote de sanções.

A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, denunciou uma “violação flagrante e grave da soberania da Romênia e do espaço aéreo europeu”. Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, classificou a escalada russa em território da União Europeia como “irresponsável e perigosa” e reafirmou a determinação dos europeus em reforçar as capacidades de defesa no flanco oriental.

A França também condenou o incidente, denunciando a “irresponsabilidade” de Moscou. Já a presidente da Moldávia, Maia Sandu, afirmou que a Rússia representa “um perigo para todos”. O país vizinho da Roménia e da Ucrânia também tem enfrentado repetidas incursões de drones desde o início do conflito.

As reações ocorrem num momento de agravamento das tensões regionais. Kiev acusou a Rússia de atacar um cargueiro turco no mar Negro e denunciou novos bombardeamentos em várias regiões ucranianas. Moscou, por sua vez, ameaça intensificar os ataques contra a Ucrânia em resposta a uma ofensiva ucraniana que, segundo as autoridades russas, matou 21 pessoas numa escola em território ocupado.

Nos últimos dias, a Rússia lançou centenas de drones e dezenas de mísseis contra a Ucrânia, enquanto países do leste europeu reforçam os alertas sobre falhas nas suas defesas aéreas. Para os europeus, Moscou procura deliberadamente desestabilizar os países da região através de incursões aéreas cada vez mais frequentes. ANG/RFI/AFP

 

Congo/ Apelo para melhor alinhar políticas públicas à criação de empregos para jovens africanos

Bissau, 29 Mai 26 (ANG) – Autoridades institucionais e especialistas internacionais destacaram na quinta-feira, em Brazzaville, a necessidade de melhor alinhar políticas públicas, investimentos e necessidades do mercado de trabalho para transformar o dividendo demográfico africano em um motor de crescimento e geração de empregos.


Em um evento de compartilhamento de conhecimento realizado sob o tema "Aproveitando o Dividendo Demográfico da África para uma Transformação Económica Acelerada", à margem das Reuniões Anuais de 2026 do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), esses funcionários e especialistas enfatizaram a urgência de se adotar abordagens integradas para emprego, treinamento e investimento.

Nesse sentido, a Ministra das Finanças da Namíbia, Ericah Shafudah, defendeu uma maior coerência entre as políticas, as ações e os orçamentos públicos para transformar o potencial da juventude africana em oportunidades concretas de emprego.

Ela considerou imprescindível vincular os quadros orçamentais do governo a indicadores relacionados ao emprego, às competências e ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas (PMEs).

Por sua vez, Federica Diamanti, Vice-Presidente Associada do Departamento de Relações Externas do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), indicou que a juventude constitui "o recurso mais importante e poderoso" do continente, observando, porém, que os sistemas económicos atuais não criam empregos suficientes na escala necessária.

A Sra. Diamanti defendeu, a este respeito, que se vá além da simples produção agrícola, investindo mais em infraestrutura, energia, armazenamento e processamento local, ao mesmo tempo que se fortalecem as parcerias com o setor privado.

Ela também enfatizou a necessidade de dar atenção especial às mulheres e meninas, que enfrentam maiores barreiras no acesso ao emprego e às oportunidades económicas.

Por sua vez, a representante do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) para a República Democrática do Congo (RDC), a República do Congo, o Burundi e Ruanda, Mouna El Jaouhari, destacou a existência de lacunas significativas em infraestrutura e conectividade, bem como uma discrepância entre as habilidades disponíveis e as necessidades do mercado de trabalho, o que limita o potencial do setor privado.

Segundo ela, os projetos de desenvolvimento devem ser concebidos mais em torno das necessidades dos jovens, com indicadores precisos para medir sua integração em grandes programas de investimento.

O economista-chefe da Organização Internacional do Trabalho, Sangheon Lee, defendeu que a questão do emprego seja colocada no centro das estratégias económicas e que os vínculos entre capital humano, transformação produtiva, industrialização e digitalização sejam fortalecidos.

Ele enfatizou a importância de fortalecer as instituições do mercado de trabalho e os mecanismos de proteção social, especialmente em benefício das mulheres jovens.

As Reuniões Anuais do AfDB de 2026 estão sendo realizadas até 29 de Maio, sob o tema "Mobilizando recursos em larga escala para financiar o desenvolvimento da África em um mundo fragmentado". ANG/Faapa

 

 

França/Assembleia  revoga definitivamente leis que regulamentavam escravidão e debate reparações

Bissau, 29 Mai 26 (ANG) - A Assembleia Nacional Francesa aprovou por unanimidade,  quinta-feira (28), a revogação do "Código Negro" e de todas as leis que regulamentavam a escravidão nas colónias francesas.

A medida é simbólica porque, apesar de esses textos nunca terem sido formalmente revogados após o fim definitivo da escravidão na França, em 1848, não tinham mais efeito legal.

Os 254 parlamentares presentes, de todos os grupos políticos, apoiaram o projeto de lei de revogação deste decreto real, que ficou conhecido como Código Negro, de 1685, que regulamentava a escravidão nas colónias francesas.

O conjunto de leis tratava as pessoas escravizadas como “propriedades móveis”, que podiam ser adquiridas por um senhor da mesma forma que outros bens, e instituía penalidades para a fuga — desde o corte das orelhas e a marcação com ferro quente até a pena de morte.

Antes da votação, o relator do texto, Max Mathiasin, fez um apelo por “um poderoso ato de memória, justiça e reconhecimento”, embora não pudesse “sozinho curar as feridas da história”,25 anos após a Lei Taubira ter reconhecido o tráfico de escravos e a escravidão como crimes contra a humanidade.

Comovido após a votação, Mathiasin saudou “um passo adiante, uma homenagem aos homens, mulheres e crianças escravizados”, e foi abraçado por outros parlamentares.

O decreto, “há muito deixou de ter qualquer efeito, mas sua marca e seu peso permanecem”, argumentou também a ministra dos Territórios Ultramarinos, Naïma Moutchou, ao pedir a “remoção deste texto vergonhoso do nosso sistema jurídico”.

Os debates centraram-se, em grande parte, na história da escravidão e do colonialismo na França, nos efeitos ainda hoje visíveis nas persistentes desigualdades entre os territórios ultramarinos e a França continental, e na discriminação enfrentada por pessoas negras.

“O que significa revogar o Código Negro em 2026 (...) se os territórios ultramarinos continuarem a ser vistos, a partir de Paris, como periferias distantes?”, perguntou Emeline K/Bidi, deputada comunista da Ilha da Reunião, território francês no Oceano Índico.

O deputado do Partido Verde, Steevy Gustave, muito emocionado, comoveu o plenário ao recordar memórias compartilhadas por sua bisavó. “Ela era neta de Ambroise Zerambe, nascido na África e escravizado sob o número 336. Hoje, seu bisneto está diante de vocês, membros da República Francesa.”

Vários parlamentares destacaram ou criticaram o fato de o debate ocorrer próximo a uma estátua de Jean-Baptiste Colbert, principal arquiteto do Código Negro de 1685, erguida em frente à Assembleia Nacional.

Outro artigo do projeto de lei estipula que o governo deve apresentar um relatório sobre o direito colonial e seus efeitos a longo prazo, particularmente em termos de racismo e do espaço dado à história da escravidão nos currículos escolares.

A questão das reparações também alimentou os debates, com vários parlamentares salientando que os antigos proprietários de pessoas escravizadas receberam compensação, ao contrário das próprias vítimas.

A revogação teve apoio majoritário na Assembleia,mas o partido de extrema direita Reunião Nacional alegou que o projeto de lei “visa aprisionar gerações inteiras em uma lógica de culpa, ressentimento e vingança”.

O projeto de lei agora será encaminhado ao Senado, embora nenhuma data tenha sido definida até o momento. Na semana passada, o texto recebeu o apoio de Emmanuel Macron. O presidente francês afirmou que manter esses textos na legislação, mesmo sem efeito jurídico, constitui “uma traição ao que a República representa”.

Durante uma recepção no Palácio do Eliseu, por ocasião do 25º aniversário da lei que reconhece o tráfico de escravos e a escravidão como crimes contra a humanidade, o chefe de Estado declarou que “essa imensa questão” não deve ser ignorada. No entanto, afirmou que também não deveriam ser feitas “falsas promessas” e não anunciou ações concretas.

O projeto em si não aborda diretamente essa questão, já que seu relator, Max Mathiasin, pretende manter sua “coerência” e tratar das reparações em um contexto mais amplo.

Os deputados também aprovaram uma emenda que estabelece que a França reconhece que “todos os textos que institucionalizaram a redução de seres humanos ao estatuto de propriedade móvel, organizaram sua deportação, sua exploração, bem como a violência exercida contra eles, são inseparáveis do crime contra a humanidade”. ANG/RFI/AFP

 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Regiões/Médico em serviço no Banco de Socorros do Hospital Regional de Cacheu fez  balanço positivo da festa de Tabaski 

Canchungo, 28 Mai 26 (ANG) – O Médico Clínico Geral em serviço no Banco de Socorros do Hospital Regional de Cacheu, em Canchungo, Francisco Biai considera hoje, de positivo o balanço da festa de Tabaski.

Segundo o correspondente regional da ANG na região de Cacheu, que cita o  médico Biai, deram  entrada naquele serviço de urgência dois casos, entre os quais, uma criança que sofreu um acidente num boneco de jogo e que sofreu ferimentos ligeiros na cabeça.

A criança em causa, após receber primeiros socorros e voltou para casa com a mãe.

Um outro caso, de acordo com médico, foi de agressões físicas entre  dois irmãos, também provocou ferimentos  ligeiros.

Biai, recomenda às populações para se pautarem pelo  civismo nas festas, porque “a vida é cara e há muitos problemas financeiros nas famílias”.

Desta vez, na festa de Tabaski não registou nenhum caso de acidentes de viação . ANG/AG/LPG/ÂC//SG

 

África/ Crescimento previsto de 4,2 por cento para 2026 e 4,4 por cento para 2027, segundo AFDB

Bissau, 28 Mai 26 (ANG) – O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) prevê que o crescimento económico da África deverá desacelerar para 4,2% em 2026, antes de subir para 4,4% em 2027.

“Estas projeções partem do pressuposto de que o choque global atual durará apenas de 2 a 3 meses. Isso poderá levar a um crescimento real do produto 0,2 pontos percentuais inferior em 2026 em comparação com 2025, e 0,3 pontos percentuais inferior em comparação com o Desempenho e Perspectivas Macroeconómicas de Janeiro”, afirma o AfDB em seu relatório Perspectivas Económicas Africanas 2026, publicado à margem das Reuniões Anuais do Banco, que estão sendo realizadas até 29 de Maio em Brazzaville.

"Mas se o conflito durar de 3 a 6 meses, antes de uma diminuição gradual das tensões, espera-se que o crescimento real do PIB caia 0,4 ponto percentual, para 4% em 2026", aponta a mesma fonte.

Prevê-se que o défice orçamental médio global atinja 4,8% do PIB em 2026 e 4,6% em 2027. Este aumento resultaria da atual onda de subida dos preços do petróleo, que poderá impulsionar as receitas dos países exportadores líquidos e reduzir o défice orçamental médio para 5,6% do PIB em 2026.

A inflação deverá atingir uma média de 10,4% em 2026, antes de cair para 8,9% em 2027. "Embora a inflação média em 2026 permaneça alta, a taxa projetada representa uma queda substancial em comparação com os 13,7% registados em 2025 e se explica pelo aumento da produção agrícola e pelos efeitos benéficos da política monetária restritiva conduzida nos meses anteriores", observa o AfDB.

Apesar disso, a inflação em 2026 deverá permanecer abaixo de 5% em 26 países.

O AfDB também indica que o crescimento estimado do PIB real per capita deverá diminuir ligeiramente para 1,9% em 2026 devido à desaceleração do crescimento económico, antes de subir para 2,2% em 2027. A essa taxa, permanece abaixo do limite mínimo de 3,5% necessário para promover o crescimento inclusivo. ANG/Faapa

 


          Congo/Banco da África eleito melhor banco do Norte de África

Bissau, 28 Mai 26 (ANG) -  O banco marroquino Bank Of Africa (BOA) foi eleito o melhor banco do Norte da África na 20ª edição do “African Banker Awards”, premiada nesta quarta-feira em Brazzaville, à margem das Reuniões Anuais do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).

O ranking regional também reconheceu o Zanaco da Zâmbia para a África do Sul, o CRDB Bank da Tanzânia para a África Oriental, o Trust Merchant Bank da República do Congo para a África Central e o Ghana Commercial Bank para a África Ocidental. Além disso, o prêmio de Banco do Ano foi concedido ao Ecobank do Togo, que opera em 35 países.

Nas categorias individuais, o troféu de "Ministro das Finanças do Ano" foi concedido ao Ministro das Finanças e do Planejamento Nacional da Zâmbia, Situmbeko Musokotwane. O Governador do Banco Central do Congo, André Wameso, ganhou o prémio de Governador do Ano do Banco Central, enquanto o prémio de Banqueiro do Ano foi para o Presidente do Banco de Desenvolvimento da África Ocidental, Serge Ekué.

O prémio Ícone Banqueiro Africano foi entregue ao banqueiro de investimentos e empresário guineense Paulo Gomes, presidente da Orango Investment Corporation.

O prémio por trajetória profissional foi concedido a Henri-Claude Oyima, presidente do Conselho de Administração do Grupo BGFIBank, enquanto o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), com sede no Cairo, foi nomeado Instituição Financeira de Desenvolvimento do Ano.

No que diz respeito à inclusão financeira das mulheres, o Troféu AFAWA foi concedido ao Rawbank, um banco comercial da República Democrática do Congo.

Em outras categorias, o Banco da Indústria da Nigéria foi reconhecido como um banco sustentável, o Banco Cooperativo do Quénia venceu na categoria de pequenas e médias empresas (PMEs) e a Ziidi Trader recebeu o prémio de Fintech do Ano.

Na categoria "Negócios do Ano", a NBet Finance Company PLC (criada pela Nigerian Bulk Electricity Trading) e a Cardinal Stone Partners venceram na categoria Dívida.

 A Red Rocket Holdco, a Absa e o Rand Merchant Bank receberam o troféu de Infraestrutura, enquanto a Arise IIP Exit/Equity Raise e a Africz Finance Corporation foram premiadas na categoria Capital Próprio.

Organizados pela revista African Banker e pela IC Events, em cooperação com a Business in África Events, estes prémios reconhecem indivíduos que contribuíram para o desenvolvimento financeiro do continente.

As Reuniões Anuais do Banco Africano de Desenvolvimento decorrem em Brazzaville até 29 de Maio, com foco no tema da mobilização de recursos para o desenvolvimento de África. ANG/Faapa

França/Sarkozy diz não ter 'traído franceses' ao encerrar julgamento do caso líbio em 2ª instância

Bissau, 28 Mai 26 (ANG) - Nicolas Sarkozy encerrou , quarta‑feira (27) sua fala final no julgamento do caso líbio em segunda instância afirmando que “não traiu a confiança dos franceses”.

O processo analisa suspeitas de financiamento ilegal da campanha presidencial de 2007 por parte do regime líbio de Muammar Kadhafi, acusações que o ex‑chefe de Estado francês nega desde o início.

O caso divide a opinião pública e reacende debates sobre transparência política e a relação entre poder e Justiça na França.

“Peço apenas uma coisa: ser tratado como qualquer pessoa, ser julgado pelo que fiz, não pelo que sou”, disse ele após seus advogados pedirem sua absolvição. A decisão será anunciada em 30 de Novembro.

“É um momento emocionante para mim, porque agora vou esperar (...), não como um ex‑chefe de Estado, mas como um homem que vai se perguntar apenas uma coisa ao acordar e ao dormir: será que vou voltar para lá?”, afirmou, numa referência aos cerca de vinte dias que passou detido após a condenação em primeira instância.

 A voz oscilou em alguns momentos, e a irritação com a promotoria era perceptível.

A acusação pediu sete anos de prisão para o ex‑chefe de Estado, descrito como “instigador” de um pacto de corrupção com a Líbia de Muammar Kadhafi: um financiamento político clandestino em troca de contrapartidas, entre elas o perdão judicial ao dirigente líbio Abdallah Senoussi, condenado à prisão perpétua na França pelo atentado contra o voo DC‑10 da UTA sobre o Níger, em 1989, que deixou 170 mortos.

“Esse caso de suposto financiamento líbio da minha campanha começou na mentira e na conspiração. Deve terminar na verdade e na transparência”, declarou o ex‑chefe de Estado, recusando‑se a citar “os mentirosos e conspiradores que saberão quem são”.

“Isto não é um julgamento histórico, não é um romance, é a minha vida”, disse Sarkozy.

A sessão de conclusão encerrou três semanas de debates intensos. A defesa insistiu que o caso se apoia em depoimentos contraditórios e em documentos cuja autenticidade é contestada.

Para os advogados, o processo é construído sobre “suposições sem provas materiais” e expõe o ex‑chefe de Estado a uma perseguição judicial prolongada.

A acusação, por outro lado, sustenta que há indícios suficientes para manter as suspeitas e que o julgamento é essencial para esclarecer responsabilidades políticas e financeiras.

Sarkozy compareceu a todas as audiências e adotou um tom combativo. Ele afirmou que sua integridade está em jogo e que o processo representa “uma injustiça histórica”.

A defesa argumenta que o caso foi conduzido com viés político e que o ex‑chefe de Estado é alvo de investigações desproporcionais.

A promotoria rejeita essa leitura e afirma que o processo envolve fatos graves, que exigem escrutínio rigoroso.

O julgamento ocorre num momento em que a França revisita debates sobre transparência política e financiamento eleitoral.

O caso tornou‑se símbolo das fragilidades do sistema de controle de campanhas e alimentou discussões sobre reformas institucionais. Para analistas, o processo também expõe tensões entre o poder político e o sistema judiciário, num país onde ex‑chefes de Estado raramente enfrentam tribunais.

A corte ouviu dezenas de testemunhas, incluindo ex‑ministros, assessores e intermediários que atuaram na relação entre Paris e Trípoli nos anos 2000.

Alguns depoimentos reforçaram suspeitas de que emissários líbios teriam transportado dinheiro vivo para financiar a campanha presidencial francesa de 2007. Outros negaram qualquer irregularidade e afirmaram que as acusações são fruto de disputas internas no antigo regime de Kadhafi.

A defesa insiste que não há rastro financeiro que comprove a tese da acusação. Segundo os advogados, a ausência de transferências bancárias, registos contáveis ou documentos oficiais deveria ser suficiente para encerrar o caso. A promotoria argumenta que operações clandestinas raramente deixam vestígios formais e que o conjunto de indícios deve ser analisado de forma global.

O caso continua a dividir a opinião pública francesa. Parte dos eleitores considera que Sarkozy é alvo de perseguição, enquanto outra parte vê o processo como demonstração de independência do sistema judicial.

A defesa afirma que a exposição prolongada prejudica sua reputação e afeta sua vida privada. ANG/RFI/AFP

 

Religião/ Presidente da República de Transição felicita a comunidade muçulmana pela celebração da Tabaski

Bissau, 28 Mai 26 (ANG) – O Presidente da República de Transição apresentou as suas  saudações e  votos de saúde, paz, prosperidade à todos os muçulmanos da Guiné-Bissau e da diáspora, por ocasião do Eid-al-Adha( Festa de Carneiro)

Na sua mensagem à comunidade muçulmana nacional, por ocasião da oração do Tabaski, também conhecido como “Festa de Carneiro”, celebrado quarta-feira, Horta Inta-a disse que a celebração religiosa faz recordar os valores universais da fé,  da obediência ao Deus, do sacrifício,  da compaixão,  da partilha e da solidariedade para com os mais necessitados.

Acrescentou que esses  princípios intemporais  continuam a inspirar a  busca coletiva da paz,  justiça,  harmonia social e o fortalecimento dos laços de fraternidade entre todos os cidadãos.

“Que o espírito do Eid-al-Adha renove em cada família a esperança,  união e o compromisso com a convivência pacífica, contribuindo para a consolidação da estabilidade, do progresso e  desenvolvimento da nossa Nação”, desejou Horta Inta-a.  ANG/LPG/ÂC//SG

 

 

CEDEAO/OOAS e a OMS-AFRO assinam  Memorando de Entendimento estratégico para reforço da  cooperação regional no domínio da saúde

Bissau, 28 Mai 26(ANG) - A Organização Oeste Africana da Saúde (OOAS) e a Organização Mundial da Saúde, através do seu Escritório Regional para África (OMS-AFRO), assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) com o objetivo de reforçar a colaboração para melhorar os sistemas de saúde e promover a segurança sanitária regional em toda a África Ocidental.

De acordo com o Gabinete de Comunicação da Comissão da CEDEAO em Abuja(Nigéria), o acordo foi assinado recentemente , à margem da 79.ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, pelo Dr. Melchior Athanase J. C. Aïssi, Diretor-Geral da OOAS, e pelo Dr. Mohamed Janabi, Diretor Regional da OMS-AFRO.

O Memorando de Entendimento estabelece um quadro renovado de cooperação estratégica entre as duas instituições, em áreas de prioridade comum, reforçando a longa parceria existente em apoios aos Estados-Membros da CEDEAO.

A parceria centrar-se-á no fortalecimento dos sistemas de cuidados de saúde primários, na melhoria da vigilância epidemiológica e da preparação para epidemias, no apoio à saúde materna e infantil, na promoção da produção farmacêutica local, no reforço dos sistemas laboratoriais e no desenvolvimento dos recursos humanos em saúde, bem como no avanço das iniciativas de harmonização regional no setor da saúde.

Outras áreas prioritárias de colaboração incluem a vigilância da resistência antimicrobiana, a inovação em saúde digital, a implementação da Classificação Internacional de Doenças (CID), a preparação e resposta a emergências, e o apoio a centros de excelência e programas regionais de saúde pública.

O acordo prevê igualmente o desenvolvimento de planos de ação conjuntos, cooperação técnica, programas de reforço de capacidades, coordenação de políticas, colaboração em investigação e mecanismos regulares de consulta, de forma a assegurar a implementação e monitorização eficazes das atividades acordadas.

O Memorando de Entendimento terá uma duração inicial de cinco anos e deverá consolidar ainda mais a cooperação entre a OOAS e a OMS-AFRO, na promoção da integração regional, de sistemas de saúde resilientes e do desenvolvimento sustentável da saúde em toda a África Ocidental.

A assinatura do acordo, segundo o Memorandum, reflete o compromisso comum de ambas as instituições de reforçar a ação coletiva e acelerar os progressos rumo à Cobertura Universal de Saúde, à segurança sanitária e à melhoria dos resultados de saúde das populações da região da CEDEAO.ANG/ÂC//SG

Regiões / Fiéis muçulmanos de Quinará apelam à paz e união durante celebração de Tabaski

Quinará, 28 Mai 26 (ANG) - A comunidade muçulmana da Região de Quinará cumpriu, quarta-feira, a tradicional oração da festa de Tabaski, conhecida como a “festa do carneiro”, marcada por mensagens de paz, união e entendimento no seio do povo guineense.

Na cidade de Buba, região de Quinara, sul do país, a reza principal decorreu no complexo da antiga empresa FOLBI e foi presidida pelo imame Lassana Indjai, que após o ato religioso,  explicou o verdadeiro significado da celebração, afirmando que o Tabaski simboliza o sacrifício, a obediência ao Deus e o pedido de perdão divino através da imolação de animais.

Segundo o imame, a origem da festa está ligada ao profeta Ibrahim (Abraão), que, conforme relata o livro sagrado, mostrou-se disposto a sacrificar o próprio filho como prova de obediência ao Deus.

Na sua mensagem aos fiéis, Lassana Indjai apelou ainda à união, compreensão e convivência pacífica entre os guineenses, considerando que a paz é essencial para o desenvolvimento do país.

A festa de Tabaski, também conhecida por Eid al-Adha, é uma das mais importantes celebrações do calendário islâmico e simboliza a fé, sacrifício, solidariedade e partilha entre as famílias e comunidades muçulmanas.

ANG/RC/LPG/ÂC//SG

Regiões / Comunidade Muçulmana de Bolama/Bijagós celebra Tabaski com apelos à paz e união nacional

Bolama, 28 Mai 26 (ANG) — A comunidade muçulmana da região de Bolama/Bijagós celebrou , quarta-feira, a festa de Tabaski, uma das mais importantes datas do calendário islâmico, com  mensagens de paz, união e solidariedade entre os guineenses.

Em representação do governador regional, Sabino Únana Nacité exortou os fiéis muçulmanos a rezarem pelo bem-estar das famílias e pelo desenvolvimento da Guiné-Bissau, sublinhando que a paz social é indispensável para o progresso do país.

Segundo o correspondente da ANG em Bolama, Nacité destacou ainda a necessidade de todos os cidadãos, incluindo estrangeiros residentes, contribuírem para a estabilidade e convivência harmoniosa no país.

O representante do governador manifestou também satisfação pelo clima de entendimento entre as diferentes entidades religiosas da região de Bolama/Bijagós, apelando à continuidade da convivência pacífica entre as comunidades.

Por sua vez, o imame central da região, Aladje Bacar Camará, disse que a celebração representa o cumprimento de um dos pilares do Islão, ou seja do quinto pilar, associado à peregrinação à cidade santa de Meca.

O líder religioso que apelou aos fiéis para seguirem as orientações de Allah, sobretudo no que se refere ao sacrifício ritual de animais, prática tradicional do Tabaski. , considerou a data  um momento de grande importância espiritual para os muçulmanos e peregrinos.

Aladje Bacar Camará explicou que  o sacrifício deve ocorrer  após a oração, podendo incluir camelo, vaca, carneiro ou cabra, conforme as possibilidades de cada família.

A cerimónia decorreu no tradicional espaço de oração, situado atrás do Parque Infantil da cidade de Bolama, conhecido como campo de Tapadinha, em frente à antiga Escola Piloto. ANG/LC/LPG/ÂC//SG

Tabaski em Lisboa/ Imame da Mesquita Central pede fiéis para orarem pela paz no mundo

Por Queba Coma – Correspondente da ANG em Lisboa

Lisboa, 28 de Mai 26 (ANG) – O Imame da Mesquita Central de Lisboa pediu, quarta-feira, aos fiéis muçulmanos para que orassem e trabalhassem  pela paz no mundo”.

Sheikh David Munir fez este apelo ao dirigir uma mensagem aos fiéis na oração de Tabaski, também conhecido como “Festa de Carneiro”, celebrado  quarta-feira.

“Hoje, o mundo chora, com guerras que estão a ceifar várias vidas, particularmente de pessoas inocentes nos diferentes cantos do planeta”, retratou para acrescentar que o Tabaski não se limita ao sacrifício de animal, mas também a demonstração de fé, a devoção e a prática de ações de solidariedade..

No final da oração, o Correspondente da  ANG em Portugal ouviu cidadãos da Guiné-Bissau e da República da Guiné.

Fanta Sanhá, emigrante da Guiné-Bissau que vive em Portugal há  40 anos, Idrissa Cassamá, há 39 anos em Lisboa e Djonsaba Kanuté, cantora tradicional e, ainda, o Conacri-guineense Abdurahim Djaló, há 23 anos na diáspora, manifestaram as suas satisfações com as celebrações.

Apelaram aos nacionais e aos governantes dos seus países a lutarem pela união e paz em prol do progresso destas nações.

Abdurahim Djaló, disse que as Repúblicas da Guiné-Bissau e da Guiné Conacri têm recursos naturais suficientes para alcançarem o desenvolvimento.

Inaugurada em 1985, de acordo com a Comunidade Islâmica de Lisboa, CIL, a “Mesquita Central de Lisboa foi nomeada como candidata ás “Novas Sete Maravilhas de Portugal”, na categoria do Património Religioso, não só pela sua arquitetura, mas também, pelo seu papel espiritual, educativo, cultural e social em Portugal.

Ao longo de décadas tem sido um espaço de oração, conhecimento, diálogo e aproximação entre diferentes culturas e religiões, acolhendo visitantes de todas as origens.

O Tabaski é celebrado no décimo dia do mês de peregrinação, ou seja, décimo segundo do calendário islâmico.

Conforme a fé muçulmana, é assinalada para recordar a crença e a obediência do Profeta Abrão à ordem divina de aceitar sacrificar o seu filho, Ismael. Acredita-se que, provada a sua devoção, Deus colocou um carneiro para ser sacrificado no lugar do filho. FIM/QC/ÂC//SG