quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Cultura/Ministro Alfredo Malu promete apoios a  2ª Edição do Festival Cultural PSAP da Ilha de Jeta

Bissau, 06 Nov 25(ANG) – O ministro da Cultura, Juventude e Desportos prometeu apoiar todas as iniciativas em prol da preservação da identidade cultural do país.

Alfredu Malú  falava, quarta-feira, quando presidia a cerimónia de lançamento da 2ª Edição do Festival Cultural PSAP, da Ilha de Jeta, sector de Caió, região de Cacheu e que será realizado no próximo mês de dezembro.

“Não tivemos oportunidade de assistir a primeira edição realizada no ano passado, mas penso que, se Deus quiser, e nos der a vida e saúde vamos marcar a nossa presença no evento este ano, porque gostamos de estar ao lado de pessoas com iniciativas. O governo com ou sem meios vai estar ao vosso lado em qualquer evento”, prometeu.

Alfredo Malu reconheceu as dificuldades enfrentadas pela população da Ilha de Jeta, e manifestou a esperança de que o processo eleitoral decorra com normalidade, sublinhando que “o mais importante é a paz e a estabilidade”.

A Coordenação da Comissão da 2ª Edição do Festival Cultural PSAP da Ilha de Jeta apela à comunidade guineense na diáspora para investir no país e participar ativamente no desenvolvimento do setor privado.

O Festival Cultural PSAP pretende preservar e valorizar a cultura Manjaku como um símbolo vivo da identidade guineense e africana, promovendo a memória, o património e as tradições do país.ANG/ÂC//SG

 

 

Brasil/”2025 Deverá ser o 2.º ou 3.º ano mais quente de que há registo", diz OMM

Bissau, 06 Nov 25 (ANG) - O ano de 2025 deverá ser o segundo ou terceiro ano mais quente de que há registo, anunciou hoje a Organização Meteorológica Mundial (OMM), numa conferência de imprensa na Cimeira do Clima de Belém, no Brasil.

"sequência alarmante de temperaturas excecionais continuou em 2025, que deverá ser o segundo ou terceiro ano mais quente de que há registo" refere um comunicado da OMM sobre o relatório Estado do Clima Global 2025, apresentado hoje na cimeira de líderes que antecede a 30.ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30), que irá decorrer em Belém, na amazónia brasileira, entre 10 e 21 de novembro.

Este ano, a temperatura média global junto à superfície entre janeiro e agosto foi de 1,42 graus Celsius (°C), acima da média pré-industrial (ponto de referência para a temperatura média global da superfície da Terra), ligeiramente mais baixa que os 1,55ºC registados em 2024, de acordo com o relatório da OMM.

As concentrações de gases com efeito estufa e o calor armazenado nos oceanos, que atingiram níveis recorde no ano passado, continuaram a aumentar em 2025, refere o comunicado da OMM.

O ano de 2024 ultrapassou pela primeira vez o limite de 1,5°C acima do nível pré-industrial e foi também o ano mais quente de que há registos, informou, em janeiro, o serviço europeu de observação da Terra Copernicus.

O comunicado refere ainda que a extensão do gelo marinho no Ártico foi a mais baixa de que há registo, após o congelamento no inverno, sublinhando que a extensão do gelo marinho na Antártida foi muito inferior à média durante todo o ano.

A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, disse, citada no comunicado, que com o aumento das temperaturas e dos níveis dos gases com efeito estufa "será praticamente impossível limitar o aquecimento global a 1,5°C nos próximos anos".

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou que cada ano acima de 1,5 ºC "prejudicará as economias, aprofundará as desigualdades e causará danos irreversíveis" no planeta, citado em comunicado.

Os últimos três anos foram os mais quentes de que há registo, segundo o relatório, que refere que o fenómeno oceanico-atmosférico 'El Niño' contribuiu para o aumento das temperaturas globais durante 2023 e 2024.

O 'El Niño' é o fenómeno natural e cíclico de aquecimento das águas superficiais no Oceano Pacífico, afetando o clima regional e global e alterna com o 'La Niña', associado ao arrefecimento do Pacífico.

O relatório revelou também que o conteúdo de calor dos oceanos continuou a aumentar em 2025, acima dos valores recorde de 2024.

As taxas de aquecimento oceânico mostram um aumento particularmente acentuado nos últimos 20 anos, indicando a rapidez com que o sistema terrestre está a reter o excesso de energia sob a forma de calor, segundo a OMM.

O aquecimento oceânico leva a consequências como a degradação dos ecossistemas marinhos e a intensificação das tempestades tropicais e subtropicais, acelerando a perda de gelo marinho nas regiões polares e a subida do nível do mar.

Os últimos 11 anos terão sido individualmente os 11 anos mais quentes em todo o registo de observações de 176 anos, segundo o documento.ANG/Lusa

 

             Energia/Governo valida hoje bases da Política Nacional de Energia

Bissau, 06 Nov 25 (ANG) – O Governo da Guiné-Bissau deve validar hoje, através de uma Mesa Redonda de Alto Nível, as bases orientadoras da Política Nacional de Energia, documento que define as principais diretrizes para o desenvolvimento do setor energético no país.

De acordo com o Diretor-geral da Energia, Carlos Alberto Handem, a elaboração da política resulta de um “amplo processo participativo”, coordenado pelo Ministério da Energia com o apoio da CEDEAO e financiamento do Banco Mundial, no âmbito do Projeto Regional de Acesso à Eletricidade Fora da Rede (ROGEAP).

Criado em 2021, o ROGEAP é implementado pela CEDEAO e pelo Banco Oeste Africano de Desenvolvimento (BOAD), abrangendo 19 países da África Ocidental e Central, entre os quais a Guiné-Bissau.

O projeto visa promover o acesso universal à eletricidade e incentivar o uso de fontes renováveis.

Durante a cerimónia, Carlos Aberto Handem, em representação do Ministro da Energia, destacou que o evento representa “um momento histórico na caminhada do país rumo a um sistema energético moderno, inclusivo e sustentável, capaz de responder aos desafios do desenvolvimento económico e social”.

Segundo Handem, a Política Nacional de Energia se baseia em cinco eixos estratégicos: o reforço institucional e regulação do setor, modernização das infraestruturas e promoção de um mercado competitivo, expansão do acesso à energia em todo o território nacional, diversificação das fontes e garantia de segurança energética e estímulo ao investimento privado e criação de empregos verdes.

O diretor-geral sublinhou ainda que as orientações refletem a visão do Governo de construir um setor energético robusto, eficiente e inclusivo, alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e com a integração regional no espaço da CEDEAO.

Handem expressou o reconhecimento do Governo aos seus parceiros internacionais, destacando o apoio técnico, financeiro e institucional da CEDEAO e do Banco Mundial.

“O sucesso desta política dependerá do empenho de todos, governo, setor privado, sociedade civil e parceiros internacionais, para a transformação da energia num instrumento de progresso e bem-estar para todos os guineenses”, concluiu.ANG/MI//SG

   
     Filipinas
/ Tufão Kalmaegi deixa um número elevado de vítimas mortais

Bissau, 06 Nov 25 (ANG) – Nas Filipinas, o presidente Marcos das Filipinas declarou esta quinta-feira o estado de emergência no país, durante uma reunião com as autoridades.

 Na sequência do mortífero tufão Kalmaegi, o governo procura ajudar o mais rápido possível as populações afectadas.

Timor-Leste já expressou disponibilidade para oferecer apoio ao arquipélago.

O balanço de vítimas mortais do tufão Kalmaegi nas Filipinas continua a aumentar. Segundo dados da Agência de notícias France Presse, há já pelo menos cento e quarenta e dois mortos e cento e vinte e sete desaparecidos. 

Este tufão, o mais importante do ano no país asiático, atingiu a região centro das Filipinas, deixando perto de seis centos desalojados e afectando quase dois milhões de pessoas, informou a Defesa Civil.

Na sua passagem pelo arquipélago, Kalmaegi trouxe ventos de cento e trinta quilómetros por hora, e rajadas que provocaram inundações repentinas e aluimentos de terra. 

Kalmaegi dirige-se agora para o Vietname, mas outro tufão poderá atingir a zona leste das Filipinas, na próxima semana.ANG/RFI

Vaticano/Papa reitera defesa da solução de dois Estados ao receber Abbas

Bissau, 06 Nov 25 (ANG) - O Papa Leão XIV reiterou hoje a defesa da solução de dois Estados para o conflito israelo-palestiniano, ao receber pela primeira vez em audiência, no Vaticano, o Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas.

Este primeiro encontro de Abbas com Leão XIV desde a eleição do papa, em maio, serviu também para assinalar o décimo aniversário da assinatura do Acordo Global entre o Vaticano e o Estado da Palestina, em 2015, ano em que a Igreja Católica reconheceu o Estado palestiniano.

"Durante as cordiais conversações, reconheceu-se a necessidade urgente de prestar assistência à população civil em Gaza e de pôr fim ao conflito, buscando uma solução de dois Estados", indicou o Vaticano em comunicado.

Na quarta-feira, pouco após da chegada a Roma, Abbas dirigiu-se à Basílica de Santa Maria Maior para um momento de recolhimento diante do túmulo do papa Francisco, que morreu em abril.

"Vim aqui porque não posso esquecer tudo o que fez pelo povo palestino", declarou à imprensa.

O Presidente da Autoridade Palestiniana, no poder na Cisjordânia, visitou o Vaticano em diversas ocasiões durante o pontificado de Francisco, tendo, em 2014, plantado uma oliveira nos jardins do Vaticano ao lado do antigo chefe de Estado israelita Shimon Peres e do papa Francisco, como símbolo de paz.

Nos últimos meses do pontificado, o papa argentino endureceu as declarações contra a ofensiva israelita, provocando tensões diplomáticas com a embaixada de Israel.

Também o Papa Leão XIV já por diversas ocasiões expressou solidariedade com a "terra martirizada" de Gaza e denunciou a deslocação forçada dos palestinianos, mas destacou que o Vaticano não pode pronunciar-se sobre o alegado genocídio no enclave.

Na sexta-feira, Abbas vai ser recebido ao início da tarde pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, no Palácio Chigi, a sede do Governo, em Roma.ANG/Faapa

 

Egíto/CAF anuncia expansão da Copa Africana de Nações Feminina para 16 equipas a partir de 2026

Bissau, 06 Nov 25 (ANG) - O Comitê Executivo da Confederação Africana de Futebol (CAF) aprovou a expansão da Copa Africana de Nações Feminina  de 12 para 16 equipes, a partir da próxima edição, que será realizada no Marrocos de 17 de março a 3 de abril de 2026.

A CAF indicou em seu site que seu Comitê Executivo aprovou um mecanismo de seleção para determinar as quatro equipes adicionais, visto que a fase de qualificação para a edição de 2026 foi concluída.

Com base no Ranking Mundial Feminino da FIFA, as quatro melhores equipes entre as eliminadas na última fase das eliminatórias foram selecionadas para completar a lista de participantes, acrescenta a mesma fonte.

Segundo a CAF, as seguintes seleções garantiram vaga na fase final da Copa Africana de Nações Feminina – Marrocos 2026: Camarões (66ª no ranking da FIFA), Costa do Marfim (71ª), Mali (79ª) e Egito (95ª), somando-se às 12 nações já classificadas para o torneio: Marrocos (país anfitrião), Zâmbia, Tanzânia, Malawi, Argélia, Nigéria, Gana, Burkina Faso, Quênia, Cabo Verde, África do Sul e Senegal.

Esta decisão, que faz parte da visão estratégica da CAF para fortalecer a competitividade e o desenvolvimento do futebol feminino no continente, permite que mais nações participem da principal competição do futebol feminino africano, contribuindo assim para o seu crescimento e alcance internacional.

A Copa Africana de Nações Feminina de Marrocos 2026 também servirá como torneio classificatório continental para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que está programada para acontecer no Brasil. ANG/Faapa

  


   
  França
/Khalel El-Enany oficialmente eleito Diretor-geral da UNESCO

 Bissau, 06 Nov 25 (ANG) – O egípcio Khaled El-Enany foi oficialmente eleito nesta quinta-feira como Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), durante a Conferência Geral da instituição da ONU realizada em Samarcanda, Uzbequistão.

"A Conferência Geral da UNESCO elegeu o Sr. Khaled El-Enany (Egito) como Diretor-Geral da Organização, com 172 votos de um total de 174 votantes", indicou um comunicado da instituição da ONU, especificando que ele sucederá "em 15 de novembro Audrey Azoulay, que está no cargo desde 2017".

O novo Diretor-Geral foi nomeado para este cargo em 6 de outubro pelos membros do Conselho Executivo da UNESCO, antes de sua nomeação, para um mandato de quatro anos, ser submetida à votação de todos os Estados-Membros na Conferência Geral da Organização em Samarcanda, conforme recordado.

Khaled Ahmed El-Enany Ali Ezz, nascido em 1971, é egiptólogo e professor de Egiptologia na Universidade de Helwan, onde leciona há mais de 30 anos. Foi vice-reitor da Faculdade de Turismo e Hotelaria, diretor do Centro de Ensino a Distância e chefe do Departamento de Guias Turísticos. Possui doutorado em Egiptologia pela Universidade Paul-Valéry de Montpellier, onde também foi professor visitante.

Em novembro de 2024, foi nomeado Embaixador Especial para o Turismo Cultural pela Organização Mundial do Turismo e, mais recentemente, patrono do Fundo do Patrimônio Mundial Africano.ANG/Faapa

    

Regiões/Presidente da Associação de Pessoas com deficiência de Quinará queixa-se de descriminação

Quinará, 06 Nov 25 (ANG) - O Presidente da Associação de Pessoas com Deficiência da região de Quinará, disse, quinta-feira, que o nível de descriminação de pessoas com deficiência  aumenta cada vez mais naquela localidade.

imagem Ilustrativo 

Mamadu Baldé revelou essa sua insatisfação em entrevista ao Correspondente Regional da ANG de Quinará.

“É preocupante e lamentável o fato de muitas escolas e instituições públicas desta zona não ter rampas, o que obviamente permitiria melhor acessibilidade para pessoas com deficiência”, lamentou aquele responsável.

Baldé disse que pessoas com deficiência estão a ser descriminadas pela sociedade civil e políticas daquela localidade aos quais acusa de falta de interesse sobre assuntos ligados à pessoas com deficiência.

“Não existe escolas especiais para pessoas com deficiência da região de Quinará , que não beneficiam de pensões para minimizar as suas dificuldades “, relatou Mamadú Baldé.

Lamentou  que a organização que dirige  não tem sua sede própria e que costumam reunir debaixo de cajueiros. ANG/RC/AALS/ÂC//SG

 

Economia/Bissau acolhe 11ªrevisão anual das reformas e projetos da UEMOA

Bissau, 6 Nov 25 (ANG) —  Bissau acolhe, desde quarta-feira e durante três dias, a 11ª Revisão Anual das Reformas e Projetos Comunitários da União Económica e Monetária Oeste-Africana (UEMOA), durante a qual serão avaliados os avanços e desafios das reforma em curso nos  Estados-membros da organização sub-regional.

Segundo à Rádio Sol Mansi o evento reúne técnicos de diversas instituições nacionais, agências de gestão de projetos e ordens profissionais, para a  revisão anual das reformas, programas e projetos comunitários da UEMOA .

Na cerimónia de abertura, o Secretário de Estado do Tesouro, Mamadu Baldé, sublinhou que estas inspeções anuais permitem fazer o balanço da implementação dos atos comunitários, avaliar   o grau de cumprimento das reformas e identificar os principais obstáculos.

 “As inspeções anuais visam um duplo objetivo, nomeadamente, fazer o balanço do estado da implementação dos atos comunitários da UEMOA e encontrar as melhores soluções para a internalização das reformas, políticas, programas e projetos da organização”, destacou Baldé.

Por sua vez, o representante da UEMOA na Guiné-Bissau, Aly Coulibaly, salientou o papel determinante  da harmonização das legislações nacionais e  promoção de uma maior integração económica e institucional.

“Os resultados alcançados até à data mostram uma contribuição significativa da revisão, não só para a harmonização das legislações nacionais, mas também para o acompanhamento da implementação das políticas e projetos comunitários”, afirmou Coulibaly.

Instituída por Ato Adicional da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo em 24 de Outubro de 2013, a Revisão Anual das Reformas, Políticas, Programas e Projetos Comunitários da UEMOA constitui um mecanismo de seguimento e coordenação das ações de integração na região. ANG/RSM

 Regiões/ Candidatos a deputado do Nô Cumpo Guiné do Círculo Eleitoral n.º 7 apresentam projetos à comunidade de Olossato

Mansabá, 06 Nov 25 (ANG)  — A caravana de candidatos a deputado, da Plataforma Republicana no Compu Guiné,  do círculo eleitoral número 7,   setor de Mansaba, região de Oio,  apresentou,  quarta-feira, à comunidade da secção de Olossato, os seus projetos políticos para  desenvolvimento local.


Nesse âmbito, segundo o Correspondente da ANG na Região de Oio, e em  resposta às preocupações a população, Viriato Soares Cassamá, cabeça de lista da Plataforma Republicana “No Campu Guiné” para o círculo eleitoral n.º 7,   garantiu que, em breve, será oferecida uma ambulância ao centro de saúde local, além de microfones, tapetes e chapas de zinco para apoiar a reabilitação da mesquita.

Cassamá ainda revelou que a coligação prevê  a melhoria das vias de acesso entre Olossato, Bissorã e o setor de Mansaba, bem como a reabilitação das infraestruturas escolares e fornecimento de equipamentos agrícolas.

O candidato apelou à população para votar, massivamente, na Plataforma Republicana-Nô Cumpu Guiné e na reeleição do Presidente Umaro Sissoco Embaló para um segundo mandato, destacando que o compromisso com o desenvolvimento das comunidades rurais é uma das prioridades do seu programa

Antes da chegada da comitiva, o correspondente regional da Agência de Notícias da Guiné (ANG) ouviu alguns moradores, entre eles Mariama Djassi e Mussa Seide, que manifestaram as suas satisfações pela visita, mas também pelas promessas de atendimento das preocupações das populações da zona.

Entre as principais dificuldades aperesentadas pelas populações figuram  a falta de uma ambulância para o centro de saúde, o estado precário das estradas, a necessidade de reabilitação da mesquita local, a carência de infraestruturas escolares e a escassez de água potável.

A comitiva da Plataforma Repúblicana –Nô Cumpo Guiné foi acompanhada por várias figuras locais,nomeadamente  N’halin Sano, segundo cabeça de lista, Almame Queba Djassi, Dembo Djité e Abubacar Demba Camará, delegado regional da Educação de Oio. ANG/AD/LPG/ÂC//SG

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Eleições Gerais 2025/Dirigentes contestatários do PAIGC  consideram “ilegal e antiestatutário” apoio declarado do partido ao candidato Fernando Dias

Bissau, 05 Nov 25 (ANG) – Os dirigentes contestatários da direção liderada por Domingos Simões Pereira do Partido Africano da Independência de Guiné e Cabo verde (PAIGC),  consideram hoje, de “ilegal e anticonstitucional”, o apoio declarado do partido ao candidato presidencial independente Fernando Dias da Costa, nas próximas presidenciais, marcadas para o próximo dia 23.

 Em conferência de imprensa, o Porta-voz do grupo, Carlos Pinto Pereira reafirmou o que o grupo  chamou de “ilegalidade e atitude  do Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira que levou o Comité Central do Partido a tomar a decisão de apoio ao candidato Fernando Dias da Costa”.

“Contestamos a forma como o processo foi conduzido, porque viola, claramente, o Estatuído do Partido. A nossa lei exige que o processo de votação seja feita secretamente para a escolha do candidato presidencial”, disse o Porta-voz.

Carlos Pinto Pereira convidou  aos militantes, dirigentes e simpatizantes do partido, para não acatarem a decisão tomada pelo Comité Central, de prestar apoio a candidatura do Fernando Dias Costa, porque não respeita o Estatuído do partido.

Pinto Pereira defende que cada  um é livre de apoiar o candidato que pretender nas próximas eleições gerais de 23 de Novembro.

“Endereçamos uma carta ao Presidente do partido, Domingos Simões Pereira, pedindo-o que, juntamente com o Comité Central, que reconsiderem as suas posições, porque são anti estatutárias”, disse Carlos Pinto Pereira.

O antigo advogado do PAIGC e de  Domingos Simões Pereira sustenta que não podendo participar nas eleições  de 23 de Novembro, o partido devia se concentrar sobre os obstáculos que tem pela frente.

 “Pedimos ao Presidente do Partido para retirar da liderança, e dar chance a outra pessoa, como forma de dar outra dinâmica ao PAIGC nesta crise que enfrenta já há muito tempo”, disse  Pinto Pereira.

O PAIGC formalizou segunda-feira o seu apoio ao candidato independente as eleições presidenciais de 23 de Novembro, Fernando Dias da Costa e este promete o “retorno a normalidade constitucional”, em caso de vitória eleitoral. ANG/LLA/ÂC//SG

  

   

Angola/ONU quer solução "imediata" para falta de contracetivos em Angola

Bissau, 05 Nov 25(ANG) - A representante do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) em Angola defendeu hoje a necessidade de se encontrar uma solução "imediata e de longo prazo" para o défice de contracetivos que o país enfrenta.

Rinko Kinoshita intervinha na sessão de abertura do 'workshop' sobre Planeamento Familiar e o Impacto das Alterações Climáticas na Saúde Sexual e Reprodutiva, em Luanda, promovido pela Assembleia Nacional de Angola.

Segundo a representante do UNFPA, a agência de desenvolvimento internacional da Organização das Nações Unidas em saúde reprodutiva e direitos, "Angola enfrenta um défice nos suprimentos dos contracetivos a nível nacional, devido a volatilidades no financiamento global para a saúde sexual reprodutiva e planeamento familiar".

"Temos que procurar uma solução imediata e também de longo prazo, por isso estamos aqui hoje neste 'workshop'", disse Rinko Kinoshita, afirmando que o compromisso desta organização da ONU é fazer com que "toda mulher, rapariga e jovem possam decidir sobre o seu próprio corpo e o seu próprio futuro, e tenham acesso permanente à informação adequada e serviços de saúde sexual e reprodutiva, sem deixar ninguém para trás".

De acordo com Rinko Kinoshita, os dados mais recentes do Inquérito de Indicadores Múltiplos de Saúde (IMS), de 2023/2024, demonstram progressos importantes, mas também os desafios, porque apenas 15% de mulheres casadas ou em comunhão usam métodos contracetivos modernos, mas nas zonas rurais esse número desce para 8% e entre as adolescentes para 6%.

"Apesar dos avanços, o país ainda regista uma das taxas de fecundidade mais elevadas da África Austral, com 4.8 filhos por mulher, uma redução de 6.2 filhos do IMS de 2015/2016, e 27% de adolescentes de 15 a 19 anos já engravidaram pelo menos uma vez, sendo 43% da zona rural", enumerou.

"Estes números não são apenas estatísticas, são histórias de desigualdade e das barreiras que ainda precisamos superar", prosseguiu Rinko Kinoshita, sublinhando que investir em saúde sexual e reprodutiva é acelerar o desenvolvimento do país, promovendo educação das raparigas e igualdade do género.

"Cada kwanza aplicado no planeamento familiar transforma vidas, reduz a mortalidade materna, aumenta a taxa de escolarização das raparigas, promove a participação das mulheres no mercado formal de emprego e fortalece a resistência das famílias", disse.

A representante do UNFPA enfatizou que o planeamento familiar garante que o Governo tenha recursos suficientes para fornecer serviços sociais, de saúde, educação e proteção de caridade para todas as crianças e adolescentes.

Por sua vez, a presidente da Assembleia Nacional de Angola, Carolina Cerqueira, disse que os dados estatísticos de 2024 ilustram que o país "ainda enfrenta desafios no âmbito da saúde sexual e reprodutiva, tendo em conta a elevada taxa de fecundidade, com a média de 4,8 filhos por mulher".

Carolina Cerqueira sublinhou que o caminho para proteger a saúde sexual e reprodutiva em Angola "passa por uma visão integrada, em que políticas climáticas, saúde pública, proteção social e direitos humanos se reforçam mutuamente".

"Empoderar as mulheres e garantir-lhes acesso a serviços de saúde reprodutiva, educação e informação é uma das formas mais eficazes de reduzir vulnerabilidades e de promover sociedades mais resilientes", referiu Carolina Cerqueira.ANG/Lusa

 

           Bélgica/ Von der Leyen saúda acordo sobre metas climáticas

Bissau, 05 Nov 25 (ANG) - A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, saudou hoje as "boas notícias" pelo acordo alcançado na União Europeia (UE) de redução de 90% das emissões poluentes até 2040 e de compromisso face ao Acordo de Paris.

Pronta para Belém. Acabei de chegar à COP30 no Brasil com boas notícias: a UE acaba de adotar as suas Contribuições Nacionalmente Determinadas [exigidas pelo Acordo de Paris]", que preveem "uma redução de 66 a 72% nas emissões de gases com efeito de estufa até 2035 em relação a 1990", escreveu Ursula von der Leyen no X.

De acordo com a responsável, este é "um marco no caminho [europeu] para alcançar a neutralidade climática na UE até 2050 e para manter os objetivos de Paris".

Os países da UE chegaram hoje a um acordo político para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) em 90% até 2040, em relação a 1990, embora diluindo os objetivos com medidas que concedem maior flexibilidade aos Estados-membros.

Numa reunião extraordinária em Bruxelas dos ministros do Ambiente da UE, que durou quase 20 horas, Portugal votou a favor numa votação que era por maioria qualificada, segundo fontes europeias.

Está em causa uma alteração à lei europeia do clima que prevê a redução de 90% das emissões líquidas de gases com efeito de estufa (em comparação aos níveis de 1990) como etapa intermédia rumo à neutralidade climática em 2050.

Em julho, aquando da apresentação da sua proposta, a Comissão Europeia incluiu a possibilidade de utilizar uma contribuição de 3% para créditos de carbono internacionais, permitindo aos países investir em projetos sustentáveis no estrangeiro e isso contar para a sua meta nacional.

Como esta flexibilidade foi considerada insuficiente, a percentagem agora acordada foi aumentada para 5% de créditos com projetos internacionais.

Relativamente a esta questão, Portugal pediu nas negociações maior abertura para incluir créditos de projetos nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, como em Cabo Verde.

Agora, foi ainda decidido adiar por um ano o novo mercado de carbono, de pagamento por emissões nos transportes e habitação, e estabelecer um mecanismo de revisão.

Com o acordo político de hoje, foi ainda dado aval por unanimidade ao compromisso para atualizar planos climáticos a propósito da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que começa oficialmente na segunda-feira em Belém, no Brasil.

A UE, que já deveria ter apresentado os seus planos climáticos atualizados às Nações Unidos 10 anos após o Acordo de Paris de 2015, compromete-se agora a reduzir as emissões de CO2 entre 66,3% e 72,5% até 2035, em comparação com os níveis de 1990 (um intervalo que, no limite superior, corresponde a 90% até 2040).

A reunião extraordinária de ministros começou em Bruxelas na manhã de terça-feira e as negociações continuaram durante grande parte da noite para salvar o acordo, poucas horas antes do início da COP 30 em Belém, da qual a UE queria evitar participar sem um consenso sobre as Contribuições Nacionalmente Determinadas exigidas pelo Acordo de Paris.ANG/Lusa

 


Eleições Gerais
/Movimento Nacional da Sociedade Civil  alerta para o perigo de “militarização da campanha eleitoral”

Bissau, 05 Nov 25 (ANG) - O Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento(MNSCPDD), Fodé Caramba Sanhá, afirmou hoje que, até ao momento, não há informações que possam constituir motivo de preocupação relativamente aos discursos proferidos pelos candidatos nos comícios eleitorais, mas disse houver “tentativas de militarização da campanha eleitoral”.

Fodé Caramba Sanhá falava em entrevista exclusiva à Agência de Notícias da Guiné (ANG), em jeito de balanço parcial dos primeiros quatro dias de campanha eleitoral para as eleições gerais de 23 de novembro do ano curso.

“A campanha eleitoral é um exercício cívico, e não militar. Alguns candidatos fazem referência aos militares como forma de mobilização de votos, o que pode beliscar o espírito democrático e afastar o eleitorado”, advertiu.

Por isso, exorta aos militares no sentido de se afastarem da politica, porque o seu papel é de garantir a segurança e não participar em disputas partidárias.

Acrescentou que qualquer tentativa de envolver os militares pode pôr em causa o ambiente de paz e a confiança dos eleitores.

Fodé Carambá Sanhá disse que os candidatos devem evitar abordagens baseadas em critérios étnicos, sublinhando que o país não enfrenta divisões étnicas.

“Ninguém ou nenhum candidato deve identificar-se como candidato de um grupo étnico específico. Essa é uma abordagem falhada. A sociedade guineense já compreendeu que o uso da etnia ou da religião para proveito político é inaceitável”, afirmou.

Relativamente ao conteúdo das propostas, o Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento lamentou que muitos candidatos centram os seus discursos no passado, sem apresentar projetos concretos para o futuro.

“Limitam-se a fazer uma abordagem histórica. Não estão a apresentar projetos que permitam ao eleitorado fazer uma escolha informada e, no futuro, cobrar resultados ao governo”, declarou.

Fodé Caramba Sanhá acrescentou que, até agora, não foram identificados discursos de ódio, manipulação de informação ou ataques pessoais. Ainda assim, apelou aos candidatos para respeitarem o código de conduta, apresentando propostas concretas e proferirem mensagens que promovam a união nacional.

Disse que o Movimento da Sociedade Civil para a Paz, Democracia Desenvolvimento está a acompanhar de perto as atividades dos candidatos em todo o território nacional, através das suas estruturas regionais e organizações parceiras, para garantir um processo eleitoral pacífico e transparente.

“O nosso objetivo é garantir uma campanha pacífica, baseada em propostas concretas e no respeito mútuo entre os candidatos”, concluiu o Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para Paz e o Desenvolvimento.

A campanha eleitoral cumpre hoje o 5º dos 21 dias dias de duração, para eleições legislativas e presidenciais de 23 de Novembro, concorrido por 12 candidatos presidenciais e 13 partidos e uma coligação.ANG/LPG//SG

 

Regiões/Novos formados pela ONG JAFE de Cacheu(85) recebem seus diplomas

Canchungo, 05 Nov 25 (ANG) - Um total de 85 (oitenta e cinco) formados pela ONG Jovens Acesso à Formação e Emprego (JAFE), da região de Cacheu receberam esta quarta-feira seus diplomas de formação nas áreas de Culinária, Secretariado Moderno, Administração Pública, Elaboração de Projetos, Educação de Infância, Contabilidade e Finanças.

De acordo com o despacho do Correspondente da ANG na Região de Cacheu, no ato da entrega dos diplomas, o Coordenador Regional da ONG JAFE da região de Cacheu, Raul Manuel Sambú lançou um apelo aos formados no sentido de aplicarem na prática os conhecimentos adquiridos durante três meses de formação, com a finalidade de aumentar a confiança na instituição que dirige e  abrir as oportunidades aos novos formandos.

Manual Sambú reconheceu o sacrifício e persistência enfrentados pelos formadores, durante  o tempo da  formação com mais de 80 formandos em diversos áreas.

O Padrinho do evento, Hélder da Silva  mostrou-se satisfeito e disposto à apoiar os seus afilhados financeiramente, para que possam implementar, na prática, os conhecimentos adquiridos na formação.

A madrinha do evento Djadja Djau prometeu igualmente apoiar os seus afilhados na medida do possível com a finalidade de os incentivar a prestação dos serviços de qualidade à população daquela zona norte do país.

Em nome dos finalistas, Ivanildo Quionque pediu os colegas para  valorizarem os seus diplomas com dedicação ao trabalho conforme as áreas de formação.

Dos 85 diplomados, a culinária deve empregar 58 indivíduos, Elaboração de Projetos 12, Contabilidade e Finanças quatro, Educação de Infância quatro, Administração Pública três e Secretariado Moderno igualmente três.

ANG/AG/AALS/ÂC//SG

                   Regiões/ Mesquita de Binhante em Canchungo assaltada

Canchungo, 05 Nov 25 (ANG) - A Mesquita da tabanca de Binhante, no setor de Canchungo, região de Cacheu, norte do país, foi alvo de um roubo na madrugada do dia 04 de novembro. tendo os assaltantes se apoderado de diversos materiais, incluindo a bateria dos painéis solares, um inversor e um regulador de corrente elétrica.

Segundo o despacho do Correspondente da ANG na região de Cacheu, os desconhecidos arrombaram a janela do armazém onde conseguiram levar os referidos materiais.

O caso foi denunciado pelo imame da Mesquita, Abu Mané, que disse à Agência de Notícias da Guiné (ANG) que os equipamentos roubados são  essenciais para o funcionamento da Mesquita.

Mané  apelou aos moradores do setor para não comprarem materiais de origem duvidosa nas próximas semanas.

O professor da escola corânica da Mesquita, Salifo Seide também lamentou o ocorrido e pediu a colaboração da população local para ajudar na identificação dos suspeitos.

A Escola Corânica da Mesquita de Binhante iniciou recentemente o ano letivo 2025/2026, com 58 alunos matriculados, e o furto representa para Seidi  um duro golpe às condições de ensino e de culto da comunidade.ANG/AG/MI/ÂC//SG

Desporto/Comité Executivo da FFGB exige realização de novas eleições na Liga Guineense dos Clubes de Futebol

Bissau, 05 Nov 25 (ANG) – O Comité Executivo da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB) exige a realização de novas eleições na Liga Guineense de Clubes de Futebol(LGCF).

Segundo o portal da Fut 245 da FFGB, a exigência do comité resultou de uma reunião da Comissão de Governança, Auditoria e Conformidade , na qual qual se chegou a conclusão de que devem ser feitas novas eleições na LGCF.

“A Comissão  fundamentou a sua posição, numa suposta existência de irregularidades no processo eleitoral e incompatibilidade de funções entre alguns membros da LGCF”, lê-se na página de Fut 245.

Em causa está a reeleição de Dembo Sissé para as funções de presidente da LGCF, em 30 de Agosto passado, sendo que Sissé e seus companheiros da Liga podem recorrer desta decisão sobre a exigência de realização de novas eleições.

Alías, a Liga de clubes já reagiu com alegações de que a Comissão de Governança, Auditoria e Conformidade não tem competências para deliberar sobre o processo eleitoral na LGCF. ANG/LLA/ÂC//SG


             Marrocos/ Marrakech acolhe 19º congresso mundial de água

Bissau, 05 Nov 25 (ANG) – O XIX Congresso Mundial da Água será realizado de 1 a 5 de dezembro em Marrakech, com o tema "Água em um mundo em transformação: inovação e adaptação", e contará com a presença de mais de 1.500 participantes de todo o mundo.

Esta edição reunirá decisores políticos, especialistas, investigadores, atores dos setores público e privado e representantes da sociedade civil, de acordo com uma declaração conjunta do Ministério dos Equipamentos e da Água e da Associação Internacional de Recursos Hídricos (IWRA).

Organizado em Marrakech, cidade milenar com um rico patrimônio hidráulico e símbolo de inovação, este encontro global oferecerá diversas atividades, incluindo quatro painéis de alto nível e uma mesa-redonda ministerial, mais de 140 sessões técnicas conduzidas por especialistas internacionais, além de centenas de apresentações científicas e pôsteres.

Da mesma forma, eventos e exposições paralelas que apresentem as tecnologias e projetos hídricos mais inovadores, bem como visitas culturais e técnicas que ilustrem as conquistas de Marrocos na gestão da água, estarão na agenda do Congresso, que constitui uma plataforma estratégica para o diálogo, a cooperação e a inovação, visando acelerar o progresso rumo a uma gestão sustentável e resiliente dos recursos hídricos, destaca-se.

Citado no comunicado de imprensa, o Ministro de Equipamentos e Água, Nizar Baraka, indicou que esta 19ª edição do Congresso Mundial da Água "oferece uma plataforma excepcional para intercâmbios dinâmicos, aprendizado enriquecedor e uma contribuição ativa para iniciativas globais voltadas para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o ODS 6: Água Potável e Saneamento".

Por sua vez, o presidente da IWRA, Prof. Yuanyuan Li, observou que, após o sucesso do XVIII Congresso em Pequim, "estamos muito satisfeitos em organizar a 19ª edição em Marrakech, um retorno ao Marrocos que era aguardado desde 1991".

O Congresso Mundial da Água culminará na Declaração de Marrakech, um apelo coletivo que reúne formuladores de políticas, cientistas e profissionais para fortalecer a ligação entre ciência, política e ação e acelerar a mobilização global em torno dos desafios hídricos. ANG/Faapa