Cooperação/”A Resistência do Povo Chinês contra Agressão Japonesa deve ser recordada sempre pelos povos que amam a paz e liberdade”, defendeu Aly Hijazi
Bissau,
04 Set 25 (ANG) - O ministro dos Combatentes
da Liberdade de Pátria, Aly Hijazi defendeu esta quinta-feira a necessidade do
povo que ama a paz e liberdade recordar
sempre da Resistência do Povo
Chinês contra Agressão Japonesa e na Guerra Mundial Antifacista.
“Em
nome do dever de memória foram muitas vidas sacrificadas civis e militares que
tombaram nas linhas de frente para que a China triunfasse contra Agressão
Japonesa e nessa Guerra de Agressão, a China resistiu heroicamente, contra o
invasor, constituindo desta forma uma fonte de inspiração para todos os
combatentes e povos de outras nações”, referiu Aly.
Hijazi
sustentou que, a China deu uma grande contribuição na luta antifascista, o que segundo
ele, permitiu a derrota do Japão e recuperação dos territórios ocupados pelos
japoneses. Tendo dito que, foi essa contribuição decisiva para luta comum que
provocou a abolição dos tratados desiguais herdados no século passado.
O
ministro disse que, a celebração do 80º aniversário da referida vitória que na
sua opinião foi conquistada com muito esforço, justifica plenamente a
organização do desfile militar no coração da capital Pequim. Tendo acrescentado
que, o mesmo ato simboliza uma fonte legítima de orgulho nacional e uma
garantia insubstituível de unidade nacional.
“Os
seis eixos definidos no 18º Congresso Nacional do Partido Comunista Chinês em
Novembro de 2015, baseados na construção de um exército forte, constitui um
pilar de vigilância às ameaças para segurança nacional e as tarefas do
exército”, considerou Aly Hijazi.
Por
sua vez, o Presidente da Associação de Amizade Guiné-Bissau /China Nicolau dos
Santos disse que, o 80º Aniversário da Vitória na Guerra de Resistência do Povo
Chinês contra Agressão Japonesa e na Guerra Mundial Antifascista é uma data de
imensa importância histórica e que trata de um dos capítulos mais dolorosos, ao
mesmo tempo mais inspirador da história de Segunda Guerra Mundial.
“A
resistência chinesa não foi apenas uma luta pela soberania e dignidade do
próprio país, mas sim, foi igualmente uma contribuição fundamental para a
vitória global contra as forças do fascismo mundial”, opinou Nicolau dos
Santos.
Sublinhou
que, 80 anos se passaram, mas que a memória dos que caíram em combate e a lição
de paz deve ser defendida com vigilância, uma vez que segundo ele, a celebração
deste vitória reafirma o compromisso com os valores da paz, da justiça e da
cooperação entre nações.ANG/AALS/ÂC

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