terça-feira, 13 de abril de 2021

Inacep/ Presidente do sindicato de base pede  substituição do   diretor-geral “para salvar a empresa”

Bissau, 13 Abr 21 (ANG) – O Presidente do Sindicato de Base da Imprensa Nacional Empresa Pública(INACEP) pediu hoje ao governo para substituir o diretor-geral da empresa, Bamba Banjai, o mais rápido possível, “para salvar a empresa”.

Walter Mendonça que falava em conferência de imprensa disse que os funcionários testaram de todas as formas  a direção-geral, para o ajudar a cumprir os seus deveres, mas que o esforço  foi sem sucesso.

“Infelizmente,  Bamba Banjai não está a corresponder com as expectativas desta indústria   gráfica”, afirmou.

Mendonça sustenta que  que a INACEP atualmente não paga água nem luz elétrica, apesar de estarem todas as máquinas que possui a trabalhar  diariamente 8 horas de tempo  e  a produzir o que diz ser “boas receitas”, além de horas extras, e que mesmo  assim está com salários em atraso.

“O mais grave que está a acontecer neste momento é que já esgotou o stock de toda a matéria-prima, comprada há pouco tempo, e  o diretor-geral tem a ousadia de afirmar que a receita diária varia  entre três e seis mil francos cfa” disse.

Mendonça acrescentou que, a titulo de exemplo, no posto de venda da empresa só a caderneta de aluguer de casa, custa 1.500 francos cada uma, tendo questionado de quantas cadernetas são vendidas por dia.

Aquele líder sindical acusou ainda a direção-geral da Inacep de  desvio das receitas internas, razão pela qual, diz, “os cofres da gráfica estão vazios.

 O Presidente do Sindicato de base da INACEP pediu que seja feita uma auditoria na empresa para apurar o volume do dinheiro desviado.  

Disse  que, se a direção-geral na Inacep quer que o sindicato lhe ajude a cobrar  a alegada dívida contraída pelo Ministério das Finanças, no valor de 16 milhões de francos CFA deve apresentar documentos comprovativos. “Infelizmente os documentos não existem", disse
.

Segundo Walter Mendonça, a atual direção da INACEP  tem uma dívida de salários em atraso de seis meses além dos 93 meses herdadas de 2000 à  2020.ANG/JD/ÂC//SG

           
           Covid-19
/OMS alerta para crescimento exponencial da pandemia

Bissau, 13 Abr 21 (ANG) – A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou segunda-feira para o aumento do número de casos de covid-19 em sete semanas consecutivas e do número de mortes em quatro semanas, sublinhando que a pandemia “está a crescer exponencialmente”.

O alerta foi deixado pelo director-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, e pela líder técnica de resposta à covid-19, Maria Van Kerkhove, na videoconferência de imprensa regular sobre a evolução da pandemia, transmitida da sede da OMS, em Genebra, na Suíça.

Tedros Adhanom Ghebreyesus salientou que a semana passada foi a quarta que registou o maior número de infecções com o coronavírus SARS-CoV-2 numa semana, em consequência do “grande aumento do número de casos” detectados em diversos países da Ásia e do Médio Oriente.

A líder técnica de resposta à covid-19 na OMS, Maria Van Kerkhove, advertiu que “a trajectória da pandemia está a crescer exponencialmente”, realçando que na semana passada houve um aumento de 90 por cento da transmissão de infecções.

Segundo a epidemiologista norte-americana, as medidas de contenção da pandemia “não são aplicadas consistentemente” pelos países.

O director-geral da OMS avisou que a pandemia da covid-19 “está longe de terminar”, mas pode ser controlada “numa questão de meses” com uma “vacinação equitativa” e com um “esforço concertado” de medidas de contenção, que incluem distanciamento físico, uso de máscaras, ventilação de espaços, testagem, rastreio, isolamento e higienização das mãos.

“Depende das decisões dos governos e das pessoas, todos os dias. A escolha é nossa”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, defendendo “uma abordagem coerente” das medidas de saúde pública.ANG/Inforpress/Lusa

 

 

 

 

Covid-19/ Guiné-Bissau recebe hoje vacina da iniciativa Covax

Bissau, 13 Abr 21 (ANG) - A Guiné-Bissau  recebe esta terça-feira menos de metade das doses da vacina da iniciativa Covax esperadas, devido a problemas de distribuição na Índia e capacidade de produção, disse segunda-feira a alta comissária para a covid-19.

"Recebemos informação que a iniciativa Covax nos vai enviar cerca de 28.000 doses  da vacina hoje [terça-feira] num voo que chega à noite e estaremos no aeroporto para receber essas doses", disse Magda Robalo, durante a conferência de imprensa para fazer o balanço semanal da evolução da covid-19 no país.

"É uma quantidade inferior àquela que estávamos à espera, mas já é uma quantidade que nos permite continuar a vacinação, depois deste processo de avaliação rápida desta primeira experiência que tivemos", acrescentou.

A Guiné-Bissau deveria receber 120.000 doses da vacina Astrazeneca no âmbito do Covax, mecanismo de distribuição universal e equitativa de vacinas contra a covid-19, co-gerido pela Organização Mundial de Saúde.

Segundo a alta comissária, a iniciativa Covax enviou há cerca de duas semanas uma carta aos países beneficiários a informar sobre a suspensão da distribuição de vacinas porque a Índia, maior produtor de vacinas da Astrazeneca, estava a braços com um aumento de casos e tinha suspendido a exportação de vacinas.

Contudo, na sexta-feira, o país foi informado de que alguns milhares de doses chegariam esta semana.

A Guiné-Bissau iniciou a vacinação contra a covid-19 a 02 de abril, e a campanha oficial de lançamento decorreu no sábado com a vacinação do chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, na sequência da chegada ao país de 12.000 doses de vacina da Astrazeneca, no âmbito de uma parceria entre a União Africana e uma empresa de telecomunicações sul-africana.

Magda Robalo explicou que a vacinação terminou na sexta-feira, porque as 12.000 doses foram quase todas consumidas.

"O prazo [de validade da vacina] expirava dia 13, mas dia 09 conseguimos esgotar as doses da vacina disponibilizadas. Sabemos que as vacinas foram todas consumidas e a taxa de sucesso foi muito grande", salientou.

A ex-ministra da Saúde afirmou que a "população esteve motivada" e "reagiu bem", tendo sido vacinadas quase 12.000 pessoas.

Questionada pela Lusa sobre a vacinação de cidadãos estrangeiros residentes em Bissau, Magda Robalo disse que não estão excluídos do plano de vacinação e que devem apresentar-se e estar atentos ao plano de vacinação, principalmente se pertencerem a algum grupo de risco.

A Guiné-Bissau regista desde o início da pandemia um total de 3.680 casos e 66 vítimas mortais.ANG/Lusa

 

Burkina Faso/Antigo presidente  Blaise Compaore vai ser julgado pelo homicídio do seu antecessor

 Bissau, 13 Abr 21 (ANG) – O antigo presidente do Burkina Faso Blaise Compaore, exilado, vai ser julgado pelo homicídio do seu antecessor, Thomas Sankara, durante o golpe de Estado de 1987, no qual tomou o poder, segundo fonte judicial.

O caso foi hoje submetido ao tribunal militar de Ouagadougou, a capital do Burkina Faso, após as acusações contra os principais arguidos, incluindo Blaise Compaore, terem sido confirmadas 34 anos após a morte do ícone africano conhecido localmente como o ‘pai da revolução’, de acordo com advogados de defesa e partidos civis citados pela agência France-Presse (AFP).

Compaoré esteve no poder durante 27 anos até ser derrubado pela revolta popular de Outubro de 2014.ANG/Inforpress/Lusa

 

 

Turismo/ Confederação das Indústrias do Turismo da CEDEAO  reúne-se em Bissau para escolha do país que vai presidir a organização

Bissau,13 Abr.21(ANG) – A Guiné-Bissau vai acolher, brevemente, a reunião  da Confederação Privada das Indústrias do Turismo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental(CEDEAO), na qual deverá ser escolhida o país que irá presidir a  organização.

A informação foi revelada esta terça-feira, em Bissau, pelo Presidente da  Associação do Operadores Turísticos e Similares da Guiné-Bissau(Asopts-GB), em conferência de  imprensa.

Jorge Paulo Cabral afirmou que a Assembleia Constituinte da referida organização que decorreu no passado dia 24 de Março em Ouagadougou(Burkina Faso), foi inconclusiva devido as divergências dos delegados presentes sobre a escolha do país que irá presidir a organização.

Informou que no encontro de Ouagadougou, após os delegados terem discutidos  e aprovado os estatutos, alguns participantes dos países francófonos entenderam que o acto eleitoral devia decorrer logo a seguir  e a pessoa indicada para liderar a organização devia ser a do país anfitrião neste caso o Burkina Faso.

Aquele responsável salientou que, se as eleições fossem feitas durante a Assembleia Constituinte, em Ouagadougou, violaria os estatutos da Confederação que diz que, isso só pode acontecer com a presença de dois terços dos delegados, o que seria impossível devido a ausência de grande número de participantes.

Jorge Paulo Cabral afirmou que, como não havia condições para continuar os trabalhos, as delegações do Gana, que presidia a Assembleia Constituinte, da Guiné-Bissau, Serra-Leoa e  Nigéria abandonaram a sala e a pretensão dos delegados de alguns países francófonos forçar a eleição foi reprovada por falta de quórum.

O Presidente da Asopts disse que no segundo dia da reunião, os delegados do país anfitrião e de outros países francófonos tentaram forçar ao Presidente da Mesa  a validar todos os actos decorridos na reunião, inclusive a realização da eleição da direcção da Confederação, sob  pena de assumirem todas as despesas do evento.

“Para o efeito, o Presidente da delegação da Serra-Leoa se prontificou a pagar todas as despesas incluindo as de deslocação, no valor de mais de cinco mil milhões de francos CFA, com o compromisso de os actos serem suspensos  e concluídos
em Bissau”, explicou.

Jorge Paulo Cabral sublinhou que a situação culminou com a colocação à  condição de  refém, no Hotel, por algumas horas dos delegados dos países que estavam a boicotar a continuidade dos trabalhos da Assembleia.

Segundo Jorge Cabral,  os delegados retidos no Hotel só vieram a ser libertados devido a intervenção dos Cônsules  Honorários da Guiné-Bissau e do Senegal, em Burkina-Faso.

Cabral afirmou que os países cujos delegados foram retidos em Ouagadougou já produziram uma carta de protesto junto a representação da CEDEAO nos respectivos países.ANG/ÂC//SG

 

 

 

EUA/Uma centena de líderes europeus pede a biden aliança transatlântica sobre o clima

Bissau, 13 Abr 21 (ANG) - Uma centena de políticos e empresários europeus
apelaram ao Presidente norte-americano, Joe Biden, para formar uma aliança com a União Europeia no combate às alterações climáticas, começando pela neutralidade das emissões de dióxido de carbono (CO2) até 2030.

“A parceria EUA-UE é fundamental para enfrentar as alterações climáticas e permitir uma transição justa e sustentável. Juntos, somos responsáveis por cerca de 25% das emissões globais de CO2 e 40% do PIB global”, dizem várias figuras proeminentes numa carta aberta iniciada pelo presidente do Comité do Ambiente do Parlamento Europeu, Pascal Canfin.

Os signatários exortaram Washington a “estar à altura das suas ambições, adoptando uma meta climática de pelo menos 50% de redução das emissões de gases com efeito de estufa até 2030”, em comparação com 2005.

A carta foi publicada em vésperas da cimeira virtual sobre o clima organizada pela Casa Branca nos dias 22 e 23 de Abril, com líderes de países da UE, como a Alemanha, Itália, Espanha e Polónia, bem como México, Jamaica e Indonésia, entre outros.

“Actuando em conjunto, podemos fazer a diferença”, escreveram os signatários, que incluem responsáveis de empresas como a Ikea, LEGO, Axa, H&M, Scania e Renault, além de eurodeputados do Partido Popular Europeu, a maior família política europeia, Socialistas e Democratas, Renovar Europa (Liberais) e Verdes.

A carta sublinha que a Europa decidiu empenhar-se fortemente no clima, na sequência da crise do coronavírus, e que espera que os Estados Unidos avancem na mesma direcção, “para criar um movimento global (…) em direcção a um novo modelo de prosperidade”.

Segundo os signatários, a adopção deste objectivo comum lançaria as bases para “construir uma nova cooperação transatlântica”, apelando a Biden para que “os EUA sejam tão ousados e ambiciosos” como a UE com o Pacto Verde Europeu.ANG/Angop

 

 

segunda-feira, 12 de abril de 2021

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Religião/Presidente da República  deseja à  fiéis muçulmanos um bom Ramadão

Bissau, 12 Abr 21 (ANG) – O Presidente da República desejou hoje  um bom Ramadão à todos os fiéis muçulmanos mas  informa que o governo não dispõe de meios para apoiar-lhes no período de jejum que inicia terça-feira.

Segundo a Radio difusão Nacional, Umaro Sissoco Embaló que falava na tomada de posse do seu conselheiro especial, Luís Oliveira Sanca, disse que todo o fiel muçulmano que não tem condições de sustentar seu jejum que vá a casa do vizinho, se este também não tiver então  que deixam de jejuar.

Acrescentou que o governo não estará em condições de dar Açúcar e arroz a ninguém, frisando que ele enquanto Presidente da República pode tirar no seu bolso e dar à quem quiser,  e que a Fundação da primeira-dama também pode o fazer.

Sissoco Embaló pediu a compreensão dos fiéis muçulmanos, e sustenta que  no período de Quaresma, de jejum dos fies cristãos, ninguém  recebe nada do Tesouro Público.

Disse que este ano, alguns países islâmicos vão abster-se das rezas de 20 horas, o chamado “ Nafi”, indicando que, por exemplo, em    Marrocos foi extinguido.

Fieis muçulmanos iniciam na terça-feira o Ramadão, anualmente  assinalado com 30 dias de jejum, período
em que várias ofertas de bens alimentares são feitas por entidades públicas e privadas. ANG/JD/ÂC//SG

 

  
STJ
/Eleições de novos presidente e vice-presidente marcadas para 20 de Maio

Bissau, 12 Abr 21 (ANG) - O Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) marcou eleições do Presidente e Vice-Presidente do  Supremo Tribunal de Justiça (STJ)  para dia 20 de Maio do corrente ano.

A informação consta na deliberação Nº04/CSMJ/2021 da reunião ordinária do Conselho Superior de Magistratura Judicial, realizada no passado dia 7 do corrente mês, à que a  Agência de Notícias da Guiné teve acesso hoje.

Segundo essa deliberação, na referida reunião Domingos Quadé foi indigitado presidente da Comissão eleitoral que encarregar-se-á de organizar as eleições dessas duas figuras do STJ.

Ainda fazem parte dessa comissão a Juíza Desembargadora Kátia A. Lopes, o Presidente de Tribunal de Relação Amadú Tidjane Djaló, o primeiro e segundo escrutinadores, respetivamente Amadu Tidjane Djalo e Carlos Vamain.  

Por outro lado, o Conselho Superior da Magistratura Judicial concordou com  o pedido de jubilação do Juíz Conselheiro Fernando Jorge Ribeiro, nos termos da Lei e na base do Estatuto dos Magistrados Judiciais sem prejuízo de lhe atribuir a subvenção vitalícia pelo Ministro das Finanças enquanto Ex-Procurador Geral da República,  dado ao estado de saúde dificilmente reversível em que se encontra.

O Conselho Superior da Magistratura Judicial decidiu no entanto não atender o pedido de jubilação, por limite de idade, do Ex-Juíz Conselheiro do STJ João Soares da Gama.

A justificação para o não ao pedido de João Soares da Gama se deve ao facto de “o Estatuto dos Magistrados Judiciais em vigor não conta para efeitos de antiguidade do magistrado que se ausenta do local de serviço sem autorização do Conselho Superior da Magistratura Judicial”, .ANG/AALS/ÂC//SG

 

 

  

 

Covid-19/Estudo israelita aponta resistência da variante sul-africana a vacina da pfizer

Bissau, 12 Abr 21 (ANG) – Um estudo israelita divulgado hoje pela imprensa local revelou que a variante sul-africana do coronavírus é mais resistente do que a britânica à vacina da Pfizer/BioNtech, embora sem especificar o grau de resistência.

A investigação, que ainda não foi revista pelos pares e se baseou numa amostra de cerca de 800 pessoas, permitiu identificar que a percentagem de casos da estirpe sul-africana em comparação com a britânica era significativamente mais alta entre pessoas que tinham recebido ambas as doses da vacina face às que só tinham sido inoculadas com uma dose.

O estudo, realizado por investigadores da principal organização de saúde israelita, Clalit, juntamente com a Universidade de Telavive, identificou que entre os pacientes infectados ao fim de 14 dias de terem recebido a primeira dose da vacina, menos de 0,5% tinham contraído a estirpe sul-africana do vírus.

Este número resultou quase idêntico ao ser analisado um grupo de controlo, composto pelo mesmo número de pacientes, de idades semelhantes e que não tinha recebido a vacina.

O que despertou a atenção foi que entre as pessoas que tinham sido contagiadas com o coronavírus passadas duas semanas da administração da vacina, a percentagem de pacientes portadores da estirpe sul-africana foi de 5,4%, enquanto no grupo de controlo de pessoas vacinadas o número foi de 0,7%.

"Isto significa que a variante sul-africana tem a capacidade, até certo ponto, de penetrar a protecção da vacina", sublinhou Adi Stern, professora da Escola de Biomedicina da Universidade de Telavive e uma das autoras do estudo.

Os investigadores apontaram, no entanto, que estes resultados não permitem precisar até que ponto a variante é resistente à vacina e enfatizaram que esta estirpe representa apenas 1% dos casos em Israel, onde foi realizado o estudo.

"É certo que as pessoas que estão vacinadas estão menos protegidas contra a variante sul-africana, mas a pequena quantidade de casos desta estirpe no país demonstra que a vacina os protege", explicou à agência Efe Nadav Davidovitch, director da Escola de Saúde Pública da Universidade Ben Gurion e assessor do Governo na gestão da pandemia.

Segundo o especialista, apesar destes resultados serem significativos e deverem ser base para mais estudos, este estudo não contradiz as provas da Pfizer sobre a eficácia da vacina contra esta estirpe. ANG/Angop

    
      Futebol
/Sporting goleou Portos de Bissau por 4-0 na ronda inaugural  

Bissau,12 Abr.21(ANG) - O Sporting Clube da Guiné-Bissau (SCGB) recebeu e goleou a equipa dos Portos de Bissau por 4 a 0, no jogo inaugural do Campeonato Nacional da Primeira Divisão da época desportiva 2020-2021, no Estádio sintético Lino Correia em Bissau.

Numa partida  sexta-feira e sem grandes exibições entre as duas equipas, a turma leonina esteve mais bem colocada e aproveitou das oportunidades que teve para marcar quatro golos.

Azevedo da Silva abriu o marcador logo aos 15  e ampliou o resultado aos 36 minutos, dando vantagem ao  Sporting no término da primeira parte do jogo.

Já na segunda parte, a equipa dos estivadores dos Portos de Bissau dominou os primeiros 15 minutos, mas não consiguiu criar perigos junta à baliza adversária, embora esteja em alguns momentos perto de marcar. Aos 78 minutos do desafio, o Sporting chegou ao terceiro golo por intermédio de Denis Djedju.

O jovem jogador leonino aproveitou o erro do capitão dos Portos de Bissau para fazer o golo, depois da assistência do médio defensivo e capitão da equipa, Quadé.

Quando tudo parecia que o encontro ia terminar em 3 a 0, Sporting marcou o quarto golo aos 94 minutos por intermédio de Sidney, depois de uma arrancada na esquerda.

No final da partida o treinador do Sporting, Pedro Dias, parabenizou os seus jogadores.

“Sporting está com muita força porque tem qualidade, se continuar a respeitar os adversários e a não cometer erros do passado acho que vamos continuar a ganhar os jogos” disse Dias.

Na sua curta declaração à imprensa, Dias afirmou que o Sporting vai ganhar o campeonato nacional.

Visivelmente desapontado com a derrota, o treinador dos Portos de Bissau, Califa Cassamá lamentou a exibição da sua equipa.

“Estamos na primeira fase do campeonato é normal esta derrota, porque os jogadores ainda não conseguiram assimilar as ideias do treinador. Prometo que vamos corrigir os erros  cometidos hoje”, declarou.

Embora reconheça a derrota, Cassamá criticou a atuação da equipa de arbitragem.

A partida ficou marcada pela a expulsão do jogador dos Portos de Bissau, Zidane, e do treinador adjunto do clube, Aguibo,quase no fim do jogo.

Zidane foi expulso por ter agredido o seu adversário, ao passo que o técnico foi expulso por ter, alegadamente, dirigido palavras insultuosas a  equipa de arbitragem.

Outros jogos referentes a primeira jornada do campeonato nacional de futebol, Série A, ditaram os seguintes resultados: FC Sonaco- 1/Clube Futebol Balantas- 1, SC Bafatá- 1/FC Cuntum-0.

 Série B: Flamengo de Pefine-0/FC Canchungo-0, UDIB-2/FC Pelundo-2.

Para hoje dia 12 de Abril, Sport Bissau e Benfica defronta o Atléctico de Bissorá.

O Campeonato Nacional está a ser disputado em duas séries: A e B.

A Federação decidiu adotar essa estratégia, na sequência do atraso no início da competição, motivado pela pandemia da Covid-19.

Sporting e Portos de Bissau estão integrados no Grupo A, juntamente com Sonaco, Bafatá, Balantas de Mansoa e Cuntum.

Na série B, estão as equipas de Flamengo de Pefine, UDIB, Benfica, Bissorã, Pelundo e Cantchungo.ANG/odemocrata

 

 

 

Covid-19/África com mais 301 mortos e 7.450 infectados nas últimas 24 horas

Bissau, 12 Abr 21 (ANG) – África registou mais 301 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, para um total de 115.765 desde o início da pandemia, e 7.450 novos casos de infecção, segundo os dados oficiais mais recentes no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infectados nos 55 Estados-membros da organização é de 4.350.512 e o de recuperados da doença nas últimas 24 horas é de 5.347, para um total de 3.906.408 desde o início da pandemia.

A África Austral continua a ser região mais afectada, registando 1.928.101 infectados e 60.748 mortos associados ao contágio com a doença. Nesta região, a África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, regista 1.558.458 casos e 53.322 mortes.

O Norte de África é a segunda zona mais atingida, com 1.289.125 infectados e 37.095 vítimas mortais.

A África Oriental contabiliza 545.114 infecções e 9.780 mortos, enquanto na África Ocidental o número de infecções é de 444.307 e o de mortes ascende a 5.825. A África Central contabiliza 143.865 casos de infecção e 2.317 óbitos.

O Egipto, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 12.445 mortes e 210.489 infectados, seguindo-se a Tunísia, com 9.293 óbitos e 271.861 casos de infecção. Marrocos regista 502.102 casos de infecção e 8.900 mortes associadas à covid-19.

Entre os países mais afectados estão também a Argélia, com 3.130 mortos e 118.424 infetados, e a Etiópia, com 3.174 vítimas mortais e 228.996 infecções.

Em relação aos países de língua oficial portuguesa, Moçambique regista 791 mortes e 68.758 casos, seguindo-se Angola (553 óbitos e 23.487 casos de infeção), Cabo Verde (182 mortos e 19.005 casos), Guiné Equatorial (106 óbitos e 7.219 casos), Guiné-Bissau (66 mortos e 3.680 casos) e São Tomé e Príncipe (35 mortos e 2.255 casos).

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egipto, em 14 de Fevereiro de 2020, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infecção, em 28 de Fevereiro.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.929.563 mortos no mundo, resultantes de mais de 135,3 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.ANG/Inforpress/Lusa

 

 

 

 

Finanças/”Novos impostos  visam reforçar investimento”, diz  ministro Fadia

Bissau,12 Abr 21(ANG) - O ministro das Finanças  João Alaje Mamadú Fadiá disse que os novos impostos introduzidos no país, e que têm gerado alguma polémica, servem para garantir recursos para investimentos e suportar as despesas de funcionamento do Estado.

"O objetivo destes impostos tem a ver com factos concretos. O país tem ele mesmo que gerar recursos e com base nesses recursos fazer investimentos essenciais para o crescimento económico e suportar as suas despesas de funcionamento", afirmou João Fadiá, em entrevista à Lusa, quando questionado sobre as críticas à introdução de novos impostos.

O ministro afirmou que os novos impostos não têm um impacto muito significativo no bolso dos consumidores, referindo-se aos impostos sobre as telecomunicações, da democracia, saneamento básico e ordenamento do território.

João Fadiá explicou que o imposto sobre as telecomunicações vai servir para investimento público e para melhorar a comunicação social pública, enquanto o imposto da democracia visa pagar as eleições no país.

"Nós sabemos quanto tem sido o esforço da comunidade internacional para apoiar a realização das eleições aqui na Guiné-Bissau. Sem eleições, não há democracia, naturalmente. E um país soberano, que queira ter a sua soberania, tem de suportar as suas despesas ligadas com as eleições", afirmou, salientando que esse imposto está apenas a ser cobrado a quem tem rendimentos fixos.

"Não vejo nenhum país do mundo que se entregue completamente a apoios externos. São bem-vindos, mas também temos de fazer esforços. Se queremos boas escolas, bons hospitais, boas estradas, bom fornecimento de energia e de água potável, boas telecomunicações e uma boa comunicação social temos de contribuir, nós é que temos de contribuir", salientou.

Questionado sobre a oportunidade da introdução de novos impostos, tendo em conta a pandemia do novo coronavírus, o ministro disse que a cesta básica tem mantido os valores de referência.

"Também os salários continuam a ser pagos regularmente. É um sacrifício que se pede, mas não há alterações significativas das condições de vida para se dizer se o momento é oportuno ou não para a introdução de impostos", salientou.

Questionado sobre a possibilidade de aumentos salariais, principalmente do ordenado mínimo, que é de 50.000 francos cfa (cerca de 45 euros), o ministro disse que essa é a "questão fulcral".

"Para aumentar os salários precisamos de mais recursos. Este sacrifício que hoje estamos a pedir aos cidadãos guineenses é para que possam beneficiar dele", afirmou, salientando que se houver mais recursos as finanças poderão pensar num aumento salarial.ANG/Lusa

 

                          Chade/Idriss Déby a caminho do sexto mandato

Bissau, 12 Abr 21 (ANG) - Sete candidatos concorreram no domingo na primeira volta das Eleições Presidenciais no Chade, onde o actual Presidente, Idriss Déby é apontado como provável vencedor do escrutínio.

No poder há mais de 30 anos, Idriss Déby, 68 anos, quer vencer novamente a corrida ao cargo de Presidente, o que significa que seria o sexto mandato do chefe de Estado chadiano.

Apenas sete candidatos no total  participaram no escrutínio, após a desistência de vários opositores que preferiram apelar ao boicote da primeira volta e das eleições presidenciais em geral.

A RFI, presente em N'Djamena, a capital chadiana, admite que a principal preocupação desta eleição foi a populaçãoCidadãos que foram interrogados atiraram que não iam votar sabendo que o «resultado final era óbvio » e que «não existe uma verdadeira oposição» nos candidatos presentes no escrutínio. 

Três candidatos retiraram-se durante o mês de Março, inclusive Saleh Kebzabo, rival histórico de Idriss Déby, bem como Succès Masra, de 38 anos, cuja candidatura não foi validada pelo Supremo Tribunal por ser 'demasiado jovem'. Aliás, Succès Masra está na origem das várias manifestações que ocorriam nos sábados para contestar um sexto mandato do actual Presidente.

Os chadianos votaram no  domingo, sem que se saiba o número total de eleitores, visto que alguns não receberam o Cartão de Eleitor.

A Céni - Comissão Nacional de Eleições - decidiu permitir que os cidadãos apresentem o Cartão de Eleitor de 2015. Saleh Kebzabo, entre outros, declarou que essas falhas abrem a porta à fraude eleitoral. ANG/RFI

sexta-feira, 9 de abril de 2021

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

      
    Caju
/ONG SHELTER FOR LIFE melhora cadeia de valores da  castanha

Bissau, 09 Abr  21 ANG -  A Organização Não governamental Shelter For Life, através do  projecto sub regional LIFFT CASHEW está empenhada na assistência à rede integrada de comércio regional de caju, no sentido de melhorar suas cadeias de valores na Guiné-Bissau, Gâmbia e Senegal.

A revelação foi esta sexta-feira feita à ANG por Sikes Gomes, responsável de Seguimento e Avaliação da referida ONG que opera no país desde Maio de 2019.

ʺA ONG tem por missão criar infra-estruturas duráveis, aumentar acesso a serviços, organizar e formar pequenos produtores para aumentarem seu poder de produção e negociação e também desenvolver capacidade dos processadores locais para acrescentar valor à amêndoa de caju nas zonas de produção da África Ocidental”, explicou.

O projecto que conta com o financiamento de Departamento de Agricultura dos Estados Unidos de América (USDA), intervém nas regiões de Cacheu, Oio e Biombo com objectivo de melhorar, desenvolver e reforçar as principais ligações de mercado, facilitar acesso a serviços financeiros agrícolas, melhorar a produtividade dos pequenos produtores de caju e aumentar o acesso à informação essencial do mercado.

Aquele responsável informou que, a nível das infra-estruturas, a ONG SHELTER FOR LIFE já construiu 47 quilómetros de pistas rurais dos 65 preconizadas na Guiné-Bissau.

Sikes Gomes afirmou que o principal parceiro de Shelter For Life é o governo da Guiné-Bissau, através dos seus responsáveis do poder local que estão nas regiões tendo como público-alvo, os pequenos produtores, processadores de caju reagrupados em cooperativas.

ʺEstamos a dar formação aos produtores a nível de cooperativos sobre como podem fazer uma produção mais rentável, uma produção biológica e não usar fertilizantes, como usar as técnicas e tecnologias que são usadas nos dias de hoje para poderem fazer uma produção que seja aceite quando chega ao mercado”, explicou.

Sedeado na Rua Vitorino Costa, em Bissau, o projecto LIFFT CASHEW apoia os agricultores desde a plantação   até a fase de exportação da castanha de caju. ANG/MI/ÂC//SG

Pescas/Ministério redefine  estratégias para melhor controlo das capturas do pescado

Bissau,09 Abr.21(ANG) – O Ministério das Pescas, através do Centro de Investigação e Pesquisa Agrária(CIPA), promoveu hoje um ateliê  visando a definição de estratégias com vista a implementação da Total Admissível Captura(TAC) do pescado.

Ao presidir a cerimónia de abertura do evento, o ministro das Pescas, disse que a implementação
do referido plano constituirá um dos indicadores de gestão durável dos recursos pesqueiros na Guiné-Bissau.

Malam Sambu afirmou que a criação do primeiro grupo de trabalho designado de Comité Científico Conjunto com a União Europeia, é um exemplo entre vários outros, que demonstra o empenho do Ministério das Pescas, junto a cada um dos seus parceiros de desenvolvimento, para responder às preocupações relativas a evolução do estado dos recursos pesqueiros.

“A pesca na Guiné-Bissau contribui para o equilíbrio da balança económica do país e para a melhoria das condições de vidas das populações. Os recursos pesqueiros são explorados, na sua maioria, por frotas estrangeiras e como consequência, toda a actividade da frota industrial e artesanal é offshore, com impactos pouco significativos ao nível interno”, explicou o governante.

Malam Sambu disse que, neste contexto, apresenta-se a necessidade de adequar a capacidade das frotas industriais às reais possiblidades de pesca reveladas pelas diversas acções de investigação ciêntítifica realizadas na Zona Económica Exclusiva do país.

disse que o indicador da Tonelagem de Arqueação Bruta(TAB) não circunscreve, claramente, as quantidades e as qualidades capturadas pelos navios industriais durante as operações de pesca.

Adiantou que, a capacidade volúmica dos navios pode situar-se para além da quantidade de recursos de que dispõe, na realidade, a Guiné-Bissau.

Por isso, o ministro das Pescas sublinhou que a implementação do Total Admissível das Capturas permitiria aliviar o impacto do esforço de pesca sobre os recursos haliêuticos, sobretudo os stocks comercialmente explorados.

Para o Director-geral do Centro de Investigação Pesqueira Aplicada(CIPA),  o plano denominado Total Admissível das Capturas(TAC), é um mecanismo de gestão, cuja implementação se prevê para breve, de forma a  que os navios que operam nas águas territoriais do país, passassem a pagar as licenças mediante as quantidades de pescados capturados.

Jeremias Francisco Enchama explicou que essa medida vai acabar com as práticas antigas, em que os agenciadores dos navios tomam licenças e pescam a quantidade que quiserem e  vão se  embora.

Segundo Enchama, o grupo de trabalho criado no âmbito do ateliê vai trabalhar na definição dos preços por cada captura de espécies de peixe.ANG/ÂC//SG


Novos impostos
/Presidente da associação de retalhistas ameaça paralisar actividades se a CMB insiste em cobrar as novas taxas camarárias

Bissau,09 Abr. 21(ANG) - O comércio à retalho na Guiné-Bissau poderá ficar paralisado se a Câmara Municipal de Bissau (CMB) persistir na cobrança de novas taxas, disse o presidente da associação de retalhistas dos mercados guineenses, Aliu Seidi.

Aliu Seidi

Segundo Seidi, a CMB aumentou "em certos casos até 200% as taxas" e, nos últimos dias, "está a ameaçar encerrar os estabelecimentos que se recusam a pagar" as novas cobranças que é feita aos donos das farmácias, proprietários de pequeno comércio no mercado do Bandim (maior centro do comércio do país) e às mercearias.

O líder dos comerciantes de venda à retalho acusou a Câmara Municipal, particularmente, de alegado desrespeito ao decreto do Governo que proíbe qualquer aumento de preço de venda ao consumidor  aos produtos, devido o estado de calamidade imposto  pela pandemia do novo coronavírus.

Aliu Seidi disse que "não haverá diálogo" no dia em que o Estado mandar encerrar algum estabelecimento comercial de um associado por falta de pagamento das taxas.

"Qualquer loja, taberna, farmácia ou outro estabelecimento de um pequeno comerciante que for fechado devido ao não pagamento destas taxas, vamos mandar encerrar todo o pequeno comércio a nível nacional", disse o dirigente comercial.

"Parece que as pessoas querem matar o setor privado na Guiné-Bissau", enfatizou Aliu Seidi.

As farmácias ainda não foram fechadas, mas Neusa Melo, a porta-voz da associação de proprietários de farmácias disse que se se continuar neste ritmo tarde ou cedo vão acabar por encerrar as portas, devido às taxas cobradas pelo Estado.

Neusa Melo explicou que nos últimos dias, as farmácias estão a ser pressionadas pela CMB para o pagamento de "uma taxa de ocupação do chão", isto é, terreno onde o imóvel está situado.

A porta-voz da associação das farmácias na Guiné-Bissau considerou que, por um lado, a classe não devia pagar aquela taxa, porque os donos dos imóveis já a pagam ao Estado e, diz que essa taxa  subiu de cinco mil francos CFA (7,62 euros) para cerca de 2,3 milhões de francos CFA (3.506 euros) em cada 90 dias.

"É um valor exorbitante para quem vende medicamentos. Essas taxas impedem o avanço das nossas atividades", afirmou Neusa Melo.

O Governo introduziu no Orçamento Geral do Estado/2021 e iniciou a cobrança dos impostos da democracia, do audiovisual, imposto à importação de materiais de construção civil, imposto sobre as telecomunicações e o imposto de saneamento público.

A população tem reclamado que os novos impostos implicam o aumento de custo de vida e a subida de preço de bens e serviços no país.ANG/Lusa