quinta-feira, 21 de abril de 2022

 V Congresso Sinamar/ José Henrique Té eleito Presidente   da organização

Bissau, 21 Abr 22(ANG) – José Henrique Té foi,hoje, eleito Presidente do Sindicato Nacional dos Marinheiros da Guiné-Bissau (SINAMAR), com 41 votos a favor e um abstenção, num universo dos 42 delegados presentes no evento.

Segundo o Presidente da Comissão Organizadora do V Congresso do Sindicato Nacional dos Marinheiros (SINAMAR)  estava prevista a presença de  78 delegados, mas compareceram apenas 42.

Em declarações à ANG após concluida o processo de votação, Rui André Vaz informou que a candidatura de José Henrique Té obteve 41 votos, beneficiando da desistência do Presidente cessante João Cá, por motivos pessoais.

Segundo Rui Vaz cabe agora ao Presidente eleito a indigitação dos restantes membros da direcção do Sindicato dos Marinheiros, nomeadamente o primeiro e segundo secretário.

O Presidente eleito, José Henrique Té declarou como  sua prioridade, a abolição do pagamento de 500 mil francos CFA, a que os marinheiros são sujeitos para se embarcar em qualquer navio de pesca porque, segundo diz, “o trabalho não se compra”.

Instado a falar dos mecanismos que dispõe para pôr fim a prática, Henrique Té disse que vai falar com os agenciadores e os responsáveis da Capitania dos Portos para juntos encontrarem soluções para esse pagamento, que diz ser “anormal e triste”.

Por outro lado, Henrique Té prometeu unir outras organizações que defendem os direitos dos marinheiros,  e defende que  só juntos é que poderão resolver os problemas que afetam os marinheiros, sobretudo no que diz respeito ao pagamento de 500 mil francos para embarque, e do desembarque dos mesmos em caso da doença no mar, sem apoio para assistência médica e medicamentosa.

O presidente cessante João Cá mostrou-se satisfeito com a aprovação, por unânimidade, hoje, do seu Relatório de Contas e  Actividades, da parte dos marinheiros que participaram no V Congresso do SINAMAR.

Perguntado sobre os motivos da sua desistência a favor do candidato José Henrique Té, João Cá justifica  a sua decisão  com a função de Director-Executivo que irá desempenhar no Centro de Formação Maritimo, que está na fase final de sua criação.ANG/LPG/ÂC//SG

 

Sorteio CAN 2023/ Benelívio Nancassa confiante na qualificação da Guiné-Bissau pela quarta vez consecutiva à competição

Bissau, 21 Abr 22 (ANG) – O comentador desportivo Benelívio Cabral Nancassa, disse hoje estar confiante de que a Guiné-Bissau qualificará para as provas do próximo Campeonato Africano das Nações (CAN-2023) no grupo “A” onde tem como adversários a Nigeria, Sarra Leoa, São Tomé Príncipe ou Ilhas Mauricias.

Benelívio Nancassa

Benelívio Cabral Nancassa que falava em entrevista exclusiva à Agência de Notícias da Guiné (ANG), disse que apesar de estar optimista no apuramento da Selecção Nacional de Futebol da Guiné-Bissau, pela quarta vez consecutiva, ao Campeonato Africano das Nações, o Governo deve  assumir a sua responsabilidade de criar condições para  que os resultados possam aparecer.

“No grupo “A” onde a Guiné-Bissau está inserida,  a Nigéria que lídera o grupo, joga força, altura e peso, a Sarra Leoa também faz o mesmo, usam pouca técnica no jogo, e enquanto que a Ilhas de Mauricias e São Tomé e Príncipe não têm patamares de competição”, disse.

Entre São Tomé e Príncipe(STP) e Ilhas Maurícias, Benelívio diz preferir STP, em vez da Ilhas de Maurícias, porque esta não é uma seleção  bem conhecida de guineenses, mas  diz que “é uma selecção perigosa”.

Criticou que as convocatórias dos jogadores para representar a a turma nacional, não devem basear-se em  conhecimentos ou contrapartidas, e muito menos na base de amiguismo.

Acrescentou  que resta fazer um bom trabalho forte, e que os convocados não devem ser atletas de caracteristicas fracas e sem ritmos competitivos.

Segundo Benelívio, a Selecção não é o lugar para construir jogadores, mas sim, ter  atletas à altura de provar que merecem ser chamados.

Segundo Benelívio Cabral Nancassa dos Santos, o país está rachiado de recursos humano, facto que está a motivar as sucessivas presença da Seleção Nacional de Futebol a tomar parte nas provas de sucessivos CAN, realçando por outro lado que, se depende dos Dirigentes da Federação Nacional de Futebol da Guiné-Bissau, o país não ia ao lado nenhum.

“A Guiné-Bissau, por natureza, é um país sorteada porque está racheada de  bons jogadore.O governo é o responsável da Selecção Nacional de Futebol porque representa a Bandeira Nacional, e neste sentido deve investir  para que os atletas que participam da seleção possam ter condições como outros, e depois exigir os responsáveis desportivos o resultado do dinheiro investido”, sustentou o comentarista.

Benelívio Cabral Nancassa dos Santos considerou de grave, a ausência dos membros de FFGB em Jonesburgo, capital de África de Sul, para tomar parte no sorteio de eliminatória para o próximo CAN-2023, a ter lugar em Abidjan, na Costa de Marfim.

No dia 19 do mês  em curso, a CAF realizou na Cidade de Joanesburgo, capital de África de Sul, o sorteio dos jogos de apuramento para o próximo CAN-2023,  e a Guiné-Bissau foi inserida no grupo “A”, e tem como  adversários: a Nigéria líder do grupo, Serra Leoa, São Tomé e Principe ou   Ilhas  Maurícias.ANG/LLA/ÂC//SG     

  

      Direitos dos jovens/Fundação Ana Pereira lança concurso “Vox Juvenis”

Bissau,21 Abr 22(ANG) – A Fundação Ana Pereira(FAP), em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a População(Fnuap), lançou hoje o concurso denominado “Vox Juvenis” , visando o  reforço das estratégias  de protecção e promoção dos direitos dos jovens.

Em conferência de imprensa, realizada hoje, na qual se anunciou o concurso, o Presidente do Conselho de Administração da FAP, Maimuna Gomes Silva disse que a iniciativa visa contribuir para a sensibilização, em particular das jovens raparigas, principais vítimas de práticas nefastas, junto da comunidade juvenil da região de Bafatá, Gabú e Sector Autónimo de Bissau.

Segundo Maimuna Silva,  o concurso que irá decorrer entre Abril e Junho do ano em curso abrangerá, nesta primeira fase, 600 jovens, ou seja 200 de cada região seleccionada.

Adiantou que,  na segunda fase, serão seleccionados os 60 vencedores, 20 para cada região, e na terceira fase realizar-se-ão trabalhos escritos para os 60  vencedores sobre temáticas de protecção e promoção dos direitos dos jovens.

Os vencedores serão premiados com   smartfones e cursos técnicos profissionais.

Maimuna Gomes da Silva disse que, para além disso, realiza-se-á, em Bissau, uma Mesa Redonda da Juventude, da qual sairá uma Declaração de Compromisso da Juventude com as estratégias de combate ao casamento infantil,  gravidez na adolescência, práticas nefastas e estigmas associadas a menstruação.ANG/ÂC//SG

 

       Julian Assenge/Justiça britânica autoriza extradição  para os EUA

Bissau, 21 Abr 22 (ANG) - A justiça britânica emitiu na quarta-feira uma ordem formal que autoriza a extradição do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, para os Estados Unidos.

Aqui, Assange deverá ser julgado por espionagem devido à publicação de centenas de milhares de documentos secretos a partir de 2010.

Segundo a Associated Press, a ordem judicial, aprovada por uma juíza do tribunal de Westminster, será agora enviada para a ministra do Interior, Priti Patel, que terá uma última palavra quanto à decisão.

A defesa de Assange tem agora quatro semanas para  fazer uma pelo à ministra britânica e pode ainda recorrer ao Supremo Tribunal de Londres.

A justiça norte-americana quer julgar o australiano por este ter divulgado, desde 2010, mais de 700.000 documentos confidenciais sobre actividades militares e diplomáticas dos EUA, principalmente no Iraque e no Afeganistão.

Os procuradores públicos dos EUA indiciaram Assange por 17 acusações de espionagem e uma acusação de uso indevido de computador devido à publicação através do portal WikiLeaks dos documentos classificados.

As acusações acarretam uma pena máxima de 175 anos de prisão.

Assange, de 50 anos, está actualmente detido na prisão de segurança máxima de Belmarsh em Londres.

Antes, o fundador do WikiLeaks esteve refugiado durante sete anos na Embaixada do Equador em Londres, de 2012 até Abril de 2019, quando as autoridades equatorianas decidiram retirar o direito de asilo concedido e as autoridades britânicas o detiveram. ANG/Angop

 

 

Timor Leste/Umaro Sissoco Embaló  felicita José Ramos Horta pela sua segunda eleiçao ao cargo do Presidente da República

Bissau, 21 Abril 22 (ANG) – O Presidente da República Umaro Sissoco Embaló felicitou José Ramos Horta pela sua eleição ao cargo de Presidente da República de Timor Leste na passada terça-feira 19 do mês corrente.

A informação consta na Nota Informativa do Gabinete de Comunicação e Relações Públicas da Presidência da República, do dia 20 de Abril, enviada à ANG.

Na mensagem, Umaro Sissoco Embaló disse que foi com muito prazer que tomou conhecimento da eleição do José Ramos Horta na qualidade de Presidente da República de Timor Leste.

"No momento em que vai, pela segunda vez, assumir as altas e nobres funções, apraz-me dirigir-lhe as minhas mais calorosas felicitações bem como votos de sucesso, convencido de que juntos, continuaremos a trabalhar com vista ao aprofundamento das relações de amizade e cooperação entre a Guiné-Bissau e Timor-Leste, e em prol do reforço do papel da CPLP nos nossos  respetivos países e no concerto das nações, referiu."

José Ramos-Horta foi eleito pela segunda vez Presidente da República de Timor-Leste, com 62,09% dos votos, derrotando o actual chefe de Estado, Francisco Guterres Lú-Olo, numa repetição do que ocorreu em 2007, segundo o resultado final provisório.ANG/MI/ÂC//SG

 

ONU/Gâmbia eleita à Comissão da População  e ao Conselho Executivo das Mulheres

 Bissau, 21 Abr 22 (ANG) - A Gâmbia foi eleita à Comissão das Nações Unidas sobre a População e Desenvolvimento (CPD) para o mandato de 2023-2027 e ao Conselho de Administração da ONU-Mulheres para 2022-2024, a fim de representar o grupo África e promover os interesses do país.

O facto, segundo a Panapress, consta de uma declaração emitida esta terça-feira pelo responsável de Informação e Assuntos Culturais da Embaixada da Gâmbia em Washington, nos Estados Unidos.

A CPD representa um órgão subsidiário do Conselho Económico e Social (ECOSOC)  das Nações Unidas, inicialmente criada enquanto “Comissão da População”, a 03 de Outubro de 1946, depois transformada em “Comissão da População e Desenvolvimento” por decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, a 19 de Dezembro de 1994.

Este órgão do ECOSOC está encarregado de realizar pesquisas demográficas, apoiar os processos intergovernamentais em matéria de população e desenvolvimento e  ajudar os países a desenvolver as suas capacidades de produzir e analisar  dados e informações demográficas.

A Comissão integra 47 membros eleitos pelos membros do ECOSOC por um período de quatro anos.

Para este ano, a reunião anual estatuária da Comissão está prevista para 25 a 29 de Abril de 2022.

De acordo com a declaração, a Gâmbia, que é um dos 10 Estados africanos membros eleitos do Conselho Executivo da ONU-Mulheres, iniciou o seu mandato de três anos (2022-2024), em Janeiro de 2022, por intermédio da sua missão permanente junto das Nações Unidas. ANG/Angop

 

 

Cooperação/Brasil oferece à Guiné-Bissau medicamentos contra HIV/SIDA e hepatite B

Bissau, 21 abr 22 (ANG) – O Brasil ofereceu quarta-feira às autoridades sanitárias guineenses  três mil unidades de Tenofovir, medicamento contra HIV/SIDA e Hepatite B crónica, disse à Lusa a secretária-executiva da estrutura do governo que combate aquelas doenças, Fatoumata Diallo.

Fatoumata Diallo, que lidera o secretariado nacional de luta contra a SIDA na Guiné-Bissau, enfatizou que o país “tem um número considerável” de doentes com a infeção do HIV do tipo 1 e da hepatite B crónica.

“O Tenofovir é o melhor fármaco para tratar as duas doenças”, notou Diallo, sublinhando que mais medicamentos são combinados no tratamento das duas doenças.

Quanto ao ponto de situação do combate ao HIV/SIDA na Guiné-Bissau, a responsável referiu que desde 2020 que o país tem tido dificuldades, nomeadamente alguns medicamentos que perderam o prazo de validade, fraca adesão de pacientes aos centros de saúde devido à pandemia de covid-19 e às greves no setor.

Fatoumata Diallo acredita que toda esta situação motivou o aumento de transmissão vertical da doença, de mãe para filho, a partir do momento em que parou ou diminuiu o rastreio às grávidas e de pessoas em seguimento.

Diallo não vê como “grande feito” os dados que apontam que a taxa de prevalência de HIV/SIDA na Guiné-Bissau diminuiu de 3% para 2,8% atualmente.

“Para nós isso pode significar que há mais pessoas a morrer por causa da doença”, destacou.

Fatoumata Diallo voltou a apelar para que o país dispense mais recursos para o combate à doença que disse afetar mais mulheres e crianças.

“VIH/SIDA é a única patologia cujo combate é subvencionada pelos parceiros internacionais e no dia em que essa subvenção parar vamos ter uma situação terrível no país”, observou a médica formada no Brasil.

Além de o Estado assumir a subvenção da luta contra a doença, Fatoumata Diallo defende ainda a necessidade de a Guiné-Bissau trabalhar mais na sensibilização e comunicação “para acabar com os tabus e mitos” sobre a doença, notou.ANG/Lusa

 

   Covid-19/ Cabo Verde, Moçambique e São Tomé entre os mais vacinados

Bissau, 21 Abr 22 (ANG) - O director do Centro Africano de Prevenção e Controlo de Doenças (África CDC) disse hoje (quinta-feira) que Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe estão entre os dez países africanos com maiores taxas de vacinação da população.

"Dez países vacinaram mais de 35% da população: Seychelles, com 81%, Rwanda, com 64%, Ilhas Maurícias (76%), Cabo Verde (55%) Botswana (54%), Tunísia (53%), Moçambique (43%), São Tomé e Príncipe (40%) e Lesotho (36%)", apontou John Nkengasong, durante a conferência de imprensa semanal para apresentação da evolução da pandemia de covid-19 em África, na qual disse que há 16,3% de africanos totalmente imunizados.

Na apresentação dos dados, o responsável disse que a taxa de contágios está a diminuir, mas defendeu que os governos devem continuar a apostar na testagem da população para conter a propagação da doença.

"Infelizmente, a testagem continua a diminuir, e eu peço aos Estados para continuarem a testar, porque estamos no meio de uma pandemia e a única maneira de controlar a doença é continuar a testar", disse John Nkengasong, salientando que durante os últimos sete dias houve uma redução de 23% no número de testes, que desceram para 500 mil, dos quais resultou uma taxa de positividade de 11%, "ainda bastante elevada".

No total, desde o início da pandemia de covid-19, já houve 11,3 milhões de infecções, que resultaram em 251 mil mortes no continente, disse John Nkengasong, acrescentando que a tendência da última semana, de 11 a 18 de Abril, mostra um acréscimo de 16.500 novos casos, que representa uma diminuição de 21% face aos números da semana anterior.

"Os países com mais novos casos neste período foram a África do Sul, com mais 9 mil infecções, seguida do Egipto, Tunísia, Seychelles e Zâmbia", apontou o responsável.

Já relativamente ao número de mortes, o panorama é ainda mais positivo, havendo uma queda de 55% no número de óbitos, que desceram de 323 para 144 óbitos entre 11 e 18 de Abril, em comparação com os sete dias anteriores.

A média das últimas quatro semanas mostra também um abrandamento dos contágios, que desceram 7%, o mesmo acontecendo com o número de óbitos, que caiu 8%.

A doença covid-19 é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detectada pela primeira vez, em Novembro, na África do Sul. ANG/Angop

 

ANP/2ª  Sessão Ordinária do ano legislativo 2021/2022 marcada para  10 de Maio  à 20 de Junho do ano em curso

Bissau, 21 Abr 22 (ANG) - A Assembleia Nacional Popular (ANP) vai  realizar a    Sessão Ordinária do ano legislativo 2021/2022 da X legislatura,  de 10 de Maio  à 20 de Junho, do ano em curso.

A informação consta na nota sobre a  Ordem do Dia divulgada pela Direcção dos Servíços Legislativo de ANP, à que a ANG teve acesso hoje.

Segundo o  documento, durante a sessão, os deputados vão proceder a eleição do primeiro Vice-Presidente da ANP, apresentação, discussão e votação do relatório e contas da ANP de 2021 e apresentação, discussão e votação do projecto de resolução que aprova o Estatuto e Carreira dos Funcionários Parlamentares.

De acordo com Ordem do Dia, vai ser analizada a situação da Inspeção Superior da Luta Contra Corrupção, apresentação, discussão  e votação  dos Projectos-Leis relativamente à Estatuto do Conselho Nacional de Comunicação Social, de Estatuto Remuneratório dos títulares de cargos políticos e orgânica  do Tribunal Militar.   

Igualmente será apresentada discutida e votada  os projectos do Estatuto dos Magistrados de Tribunal Militar, o código de Justiça Militar, a alteração da Lei da Comissão Nacional de Eleições, a alteração da Lei de Recenseamento Eleitoral, a alteração  da Lei Quadro dos Partidos Políticos e  alteração da Lei de Reunião e manifestação, segundo o referido documento.

Na Ordem do Dia consta ainda que vai ser feita a apresentação discussão e votação dos projectos de alteração da Lei do Direito de Antena e de Réplica, da revisão da Constituição da República, que estabelece as medidas de natureza preventiva e repressiva contra terrorismo. A proliferação das armas de destruição em massa, entre outros assuntos.

 Os deputados vão igualmente discutir  e votar  Tratados, Acordos e convenções assim como as propostas de alteração da Lei Geral das Pescas e do Código de Protecção Integral da Criança.ANG/AALS/ÂC//SG

 

   Lusofonia/ Assembleia da ARCTEL-CPLP debate roaming gratuito na CPLP

Bissau, 20 Abr 22(ANG) – A Associação de Reguladores de Comunicações e Telecomunicações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (ARCTEL-CPLP), reunido em Cabo Verde, na XIVª assembleia-geral, vai debater o roaming gratuito na CPLP.

Em declarações à imprensa, o presidente do conselho administrativo da Agência Reguladora Multissetorial da Economia (ARME), Isaías Barreto da Rosa, afirmou que durante a assembleia serão analisados instrumentos de gestão, assim como partilhas de experiências e perspectivação do futuro da ARCTEL-CPLP.

“Durante o encontro vamos apresentar os resultados dos vários grupos de trabalho, nomeadamente, o de trabalho sobre o roaming na CPLP. Cabo Verde está a impulsionar a ideia de se ter o roaming gratuito a nível da comunidade à semelhança do que se fez a nível da CEDEAO”, disse, realçando a participação da União Africana das Telecomunicações, da União Postal Universal e da União Internacional das Telecomunicações.

Quanto à ideia de se ter o roaming gratuito a nível da CPLP, Isaías Barreto da Rosa, apesar de considerar ser um processo desafiador devido ao envolvimento de nove países, situados em quatro continentes, sendo que cada país com suas especificidades do ponto de vista legal e regulamentar, salientou que paulatinamente se pode chegar ao que se pretende.

“Não pode ser um processo repentino, mas sim gradual, pelo que estamos felizes com o engajamento dos vários países”, acrescentou, lembrando que todo o trabalho de engajamento foi feito por um grupo presidido por Cabo Verde.

Já segundo o presidente da ARCTEL, Élsio Manuel, quando a Angola assumiu a presidência rotativa da associação esteve frente a inúmeros desafios, que se agravaram com a situação da covid-19, mas conseguiu dar a volta e ultrapassar os problemas com o esforço dos países membros.

“Estamos conscientes de que os passos dados até aqui não são suficientes para o patamar que todos almejamos. No entanto, com o contributo de todos auguramos fazer muito mais”, disse esperando que deste encontro saiam contribuições que sejam resoluções para os problemas enfrentados no domínio das comunicações electrónicas e serviço postal.

A XIVª Assembleia Geral da Associação de Reguladores de Comunicações e Telecomunicações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (ARCTEL-CPLP), que acontece sob o lema “Cibersegurança e Ciber-resiliência — Digitalização e Prevenção”, vai analisar e aprovar o relatório de actividades e a execução orçamental do ano transacto, apresentar o plano de actividades para o biénio 2022-2023 e apresentar e aprovar o orçamento para 2022.

Para quinta-feira, 21, está prevista a eleição de novos órgãos sociais e a transferência de presidência da ARCTEL- CPLP que estava sob presidência da Angola e que, provavelmente, será assumida pelo Brasil.

A ARCTEL-CPLP é uma associação de direito privado, integrado por Cabo Verde, Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Angola, Moçambique e Guiné Equatorial, que facilita e potencia a partilha de informação e conhecimento entre os vários reguladores, com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento do mercado e do sector das comunicações.

ANG/Inforpress

 

quarta-feira, 20 de abril de 2022

   Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Diplomacia/ México quer impulsionar diálogo político com Guiné-Bissau para definição de áreas de cooperação

Bissau, 20 Abr 22 (ANG) – A Embaixadora do México disse hoje  que o  governo do seu país quer assentar bases para impulsionar o diálogo político com a Guiné-Bissau, para a identificação  de  áreas de cooperação de interesse mútuo.

Mabel Gômes Oliver deu esta informação após a entrega de cartas credenciais ao Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, numa cerimónia em que  mostrou-se honrada por  ser a primeira Embaixadora do México que apresentou cartas credenciais ao Presidente da República da Guiné-Bissau.

Mabel Oliver declarou que foi portadora de uma mensagem de amizade do Presidente do México ao Umaro Sissoco Embaló.

Gômes Oliver agradeceu as autoridades e o povo da Guiné-Bissau pela recepção que lhe foi dispensada.

Para além da diplomata mexicana, o Presidente  Umaro Sissoco Embaló  ainda recebeu hoje as cartas credenciais do novo Embaixador dos Estados Unidos, Michael Raynor, do Irão, Mohammad Hossein, da Coreia do Sul, Ki Joon Kim e da Etiópia, Melaxu Legesse, todos eles residentes em Dacar, no Senegal. ANG/DMG/ÂC//SG

 

 

Economia/FMI baixa para 3,6% a perspetiva de crescimento global em 2022 e 2023

Bissau, 20 Abr 22 (ANG) - O Impacto da guerra na Ucrânia espalha-se pelo mundo como ondas sísmicas, tendo levado o Fundo Monetário Internacional (FMI) a rever em baixa as previsões de crescimento global.

As melhores perspetivas do FMI não vão além dos 3,6%, menos 0,8% do que previsto em janeiro, como diz conselheiro económico do FMI,Pierre-Olivier Gourinchas: "Em comparação com a nossa previsão de janeiro, revimos a nossa projeção de crescimento global em baixa para 3,6%, tanto em 2022 como em 2023. Isto reflete o impacto direto da guerra na Ucrânia e das sanções na Rússia, prevendo-se que ambos os países sofram contrações acentuadas".

Esta revisão surge num cenário de aumento de preços de combustíveis, matérias-primas, alimentação e de subida de taxas de juro, que vão afetar sobretudo as nações mais pobres e mais endividadas, ameaçando anular a retoma que estava a ser sentida após a crise da pandemia.

É um contexto de grande incerteza, que depende do evoluir da guerra. Estima-se que a inflação vá manter-se alta durante um tempo que ninguém consegue prever.

A crise será o foco dos funcionários das finanças mundiais que se reúnem em Washington esta semana - virtualmente e pessoalmente - para as reuniões da primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial.

O relatório mostra a Ucrânia a sofrer um colapso de 35% da sua economia este ano, enquanto o PIB da Rússia cairá 8,5% - mais de 11 pontos abaixo das expectativas anteriores à guerra.

As nações europeias assistirão a um crescimento muito mais lento à medida que a guerra fizer subir os preços dos combustíveis e dos alimentos, empurrando a inflação para cima e mantendo-a lá por mais tempo do que o esperado, o que prejudicará os países de todo o mundo, especialmente as nações emergentes e em desenvolvimento.

Os Estados Unidos e a China também sentirão os efeitos da guerra e o impacto contínuo da pandemia de Covid-19, esperando-se que o crescimento dos EUA abrande para 3,7%, e o da China para 4,4%.

A inflação deverá atingir 5,7% nas economias avançadas este ano e 8,7% nas nações em desenvolvimento.

Mesmo antes da guerra, a inflação tinha aumentado em muitas economias devido ao aumento dos preços das matérias-primas e aos desequilíbrios entre a oferta e a procura induzidos por uma pandemia", disse Gourinchas.

Agora, a escassez causada pela guerra "irá amplificar grandemente essas pressões, nomeadamente através de aumentos no preço da energia, metais e alimentos", acrescentou Gourinchas

Espera-se que os problemas de abastecimento em alguns setores durem até ao próximo ano, enquanto a inflação elevada será elevada por "muito mais tempo" do que anteriormente previsto. ANG/EuroNews

 

 

 

 

Saúde Pública/Ex-director-geral do HNSM nomeado novo Coordenador-adjunto  do Alto Comissariado de luta contra a Covid-19

Bissau, 20 Abr 22(ANG) – O Presidente da República, Umaro  nomeou Agostinho Pedro Semedo como  novo Coordenador-adjunto do  Alto Comissariado de luta contra Covid-19 no país, com direitos e regalias inerentes ao cargo de ministro.  

Médico Agostinho Semedo

A informação consta numa nota do Gabinete de comunicação e relações públicas da Presidência da Republica, à que a Agencia de Noticias da Guiné teve acesso hoje .

Na nota, o chefe de estado guineense justificou a nomeação com a necessidade de melhorar e adequar a atuação do Alto Comissariado para a luta contra a Covid-19 aos actuais desafios.

Agostinho Pedro Semedo, médico de profissão, desempenhou no passado e  por várias vezes, as funções de Diretor-geral do Hospital Nacional Simão Mendes, o maior centro hospitalar do país.

ANG/LPG//SG

 

     Como seria uma Ucrânia neutra? 

    De Jorge Liboreiro, in EuroNews

Bissau, 20 Abr 22 (ANG) - Durante duas décadas, desde a dissolução da União Soviética até a invasão russa da Crimeia, a Ucrânia foi, oficialmente, um país "não-alinhado" – ou neutro – em assuntos internacionais.

Na prática, isso significou que, embora o país muitas vezes oscilasse entre governos pró-russos e pró-europeus, não tomou formalmente um lado nas idas e vindas geopolíticas entre o Oriente e o Ocidente.

Tudo isso mudou em 2014, quando a Rússia invadiu e anexou a península da Crimeia. A Ucrânia  abandonou oficialmente   o estatuto de país "não-alinhado" e os deputados aplaudiram ao votar para derrubar a posição neutral do país com 303 votos a favor e apenas oito contra.

O passo aproximou o país da NATO e foi imediatamente denunciado por Moscovo como "hostil" e "contraproducente."

Em 2019, a Constituição da Ucrânia foi alterada para incluir uma nova linha no preâmbulo declarando "a irreversibilidade do curso europeu e euroatlântico" do país.

À medida que a ofensiva russa prossegue na Ucrânia, a cláusula juridicamente vinculativa pode ser disputada.

Em março, o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelenskyy disse: "garantias de segurança e de neutralidade, o estatuto não-nuclear do nosso Estado. Estamos prontos para isso. Este é o ponto mais importante."

Zelenskyy enfatizou que qualquer tratado de paz exigiria um cessar-fogo, a par da retirada das tropas russas para as linhas pré-invasão, e recusou exigências de desmilitarização do país.

O acordo final, disse , teria que ser submetido a um referendo.

De acordo com a prática internacional, espera-se que os países que se declaram neutros fiquem longe de conflitos armados, presentes e futuros, e que recusem assistência e acesso territorial a todos os beligerantes, com exceção da ajuda humanitária.

Consequentemente, a participação em qualquer tipo de aliança militar – independentemente do tamanho e da missão – é vista como uma violação da neutralidade.

Para a Ucrânia, isso significaria desistir da antiga aspiração de aderir à NATO, uma concessão que o Kremlin acolheria calorosamente e que Zelenskyy deu a entender que poderia aceitar em troca da paz.

Mas os ucranianos podem ter dificuldades em aceitar isso depois de resistir ao avanço do exército russo, muito maior e mais bem equipado.

"Provavelmente, isso não será bem recebido pela população ucraniana agora", sublinhou, em entrevista à Euronews, Anton Nanavov, vice-diretor de Relações Internacionais na Universidade Nacional de Kiev.

"Eu posso dizer, com certeza, qual será a reação. Provavelmente precisaremos sentir, como nação, que conseguimos obter algo como substituto para esse estatuto. Precisaríamos ter garantias muito fortes de que [a guerra] nunca mais acontecerá."

Uma sondagem recente   realizada pela Rating, uma empresa independente de sondagens da Ucrânia, mostrou que 68% dos residentes apoiaram a ideia de aderir à NATO. Um número semelhante aos estudos anteriores à guerra.

A sondagem excluiu a Crimeia e as duas regiões separatistas do leste da Ucrânia.

Trocar os sonhos da NATO por uma paz duradoura pode ser viável, mas dependeria da disposição da Rússia para respeitar o acordo, uma grande questão neste momento, observou Nananov.

"[A neutralidade pode ser] uma possibilidade se for a última exigência da Rússia a nós e se eles nos disserem que a Ucrânia é livre, se retirarem as tropas destacadas e devolverem a Crimeia", acrescentou.

"Pode ser considerado, mas não tenho certeza de que isso será muito bem aceite pelas pessoas.

Serhiy Kudelia, professor assistente na Universidade de Baylor, no Texas, disse que a “repentina reviravolta” de Zelenskyy sobre a NATO representaria um “consentimento explícito a uma das principais exigências da Rússia.”

"Em vez de uma escolha estratégica feita por vontade própria da Ucrânia, a neutralidade tornar-se-ia uma política imposta à sociedade ucraniana e às suas elites através do uso da força. Na verdade, a perspetiva de neutralidade carece de legitimidade política mais profunda e será, provavelmente, contestada de forma imediata", escreveu  Kudelia num artigo para a organização não governamental Open Democracy.

"Estaria em risco permanente de reversão por qualquer um dos sucessores de Zelenskyy. Isso prejudicaria a eficácia da neutralidade como ferramenta das relações internacionais. Em vez disso, provavelmente, tornar-se-ia uma fonte permanente de instabilidade interna."

A neutralidade é um conceito que remonta há vários séculos e que foi progressivamente codificado no direito internacional, a partir da histórica   Convenção de Haia V e XIII de 1907.

Atualmente, só alguns países são reconhecidos como neutros, desde membros do G7 a micro estados. Alguns países, como o Japão, Finlândia e Suíça, mantêm um exército moderno e bem financiado, enquanto outros, como o Panamá, Mónaco, Liechtenstein e Cidade do Vaticano, têm pouca ou nenhuma capacidade militar.

Na prática, a neutralidade é bastante flexível e os países têm uma grande margem de discricionariedade para interpretar o seu estatuto, desde que não haja envolvimento direto na guerra.

A Finlândia, por exemplo, está a enviar armas de fogo e armas antitanque para a Ucrânia, enquanto a Suíça quebrou um precedente ao impor sanções à Rússia. O Japão, por outro lado, preserva um tratado de cooperação e segurança mútua de décadas com os EUA.

No entanto, a neutralidade é considerada um fato consumado pela comunidade internacional.

"A neutralidade funciona quando o equilíbrio de poder está em vigor. Funciona quando é do interesse de todos que funcione", disse Pascal Lottaz, professor de estudos de neutralidade na Universidade Waseda, em Tóquio.

"Entre 1991 e 2014, a Ucrânia estava mais ou menos numa espécie de equilíbrio político. Com alguns governos, a Ucrânia foi mais pró-europeia. Com outros governos, foi mais pró-russa. Mas o país manteve sempre a postura de permanecer neutro e de não se juntar a nenhum dos lados. Isso foi perturbado em 2008, quando a NATO prometeu a adesão à Ucrânia."

Um novo equilíbrio de poder teria que nascer das negociações de paz para manter a neutralidade da Ucrânia e garantir que o país seja protegido de novos atos de agressão não provocados.

A neutralidade e a segurança da Áustria foram garantidas pelas potências aliadas após a Segunda Guerra Mundial e os dez anos de ocupação que se seguiram.

Relatos de  meios de comunicação ucranianos fizeram circular a ideia de uma coligação de países garantes que abrangeria estados como a Rússia, China, EUA, Reino Unido, França, Turquia, Alemanha, Canadá, Itália, Polónia e Israel, embora ainda não se saiba quantos desses países estariam dispostos a assumir tal responsabilidade.

A Turquia e Israel têm atuado como moderadores no conflito, enquanto a China adotou uma posição deliberadamente ambígua, pedindo paz e contenção, mas atacando as sanções e a "mentalidade da Guerra Fria" do Ocidente.

"Teria de haver um acordo entre a Ucrânia e a Rússia, e teria que incluir Washington também, porque, não vamos enganar-nos, a guerra é entre a Rússia e a Ucrânia, mas o conflito é entre a Rússia e a NATO, e principalmente os EUA. Então, seria preciso haver um acordo de todos os lados de que todos estão em melhor situação se a Ucrânia permanecer neutra", ressalvou Pascal Lottaz à Euronews.

"A Ucrânia tem pedido, por exemplo, garantias de segurança se concordar em ser um país neutro. Mas quem é que deve dar essas garantias de segurança? Certamente não poderia ser um Estado-membro da NATO porque isso seria quase o equivalente à adesão à NATO, o que a Rússia jamais aceitaria."

A privação de garantes externos e da integração na NATO em simultâneo pode ser intolerável para os ucranianos, que, desde 24 de fevereiro, estão a navegar num ambiente geopolítico altamente incerto e volátil, cujos contornos ainda estão a desenhar-se.

Um caminho alternativo pode encontrar-se na adesão à União Europeia (UE): ao abrigo de um tratado de paz, a Ucrânia poderia ter permissão para prosseguir caminho rumo à integração europeia se abandonar oficialmente as suas aspirações de aderir à NATO. Ao fazê-lo, a Ucrânia tornar-se-ia o sexto país neutro a aderir à União Europeia, juntamente com a Áustria, Finlândia, Irlanda, Malta e Suécia.

A perspetiva de adesão à UE ganhou enorme força desde o início da guerra. A mesma sondagem que revelou um apoio à NATO de 68%, evidenciou um apoio de adesão à UE de 91%, um número recorde.

O presidente da Ucrânia enviou a Bruxelas o pedido de adesão formal, que agora está a ser analisado pela Comissão Europeia. O apetite político aumentou consideravelmente em todo o bloco, com alguns países do leste europeu a pedir um procedimento acelerado, uma opção inédita.

Mas a adesão à UE é uma perspectiva de longo prazo, um projeto inspirador para os anos do pós-guerra. Neste momento, a luta persiste e o foco está exclusivamente no campo de batalha – e na mesa de negociações.

Tempos difíceis estão à frente em ambas as extremidades.

Dias depois de Volodymyr Zelenskyy endossar explicitamente o regresso da Ucrânia à neutralidade, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que as negociações de paz chegaram a um "beco sem saída" e prometeu que "a operação militar continuará até à sua conclusão total." Mais tarde, ordenou um ataque total para obter o controlo de toda a região do Donbas. ANG/EuroNews

 

Turismo/ Equipamentos de Serviços de  Inspecção Geral reforçados com oito motorizadas

Bissau,20 Abr 22(ANG) – O Director-geral do Turismo procedeu hoje a entrega de oito motorizadas e coletes aos serviços de  Inspecção Geral do Ministério de Tursimo e Artesanato para os trabalhos de fiscalização das actividades do sector.

No acto da entrega dos referidos materiais, Umaro Baldé, em representação do ministro da tutela, disse que o apoio irá facilitar a operação dos Inspectores de Turismo no terreno.

“Há muito tempo que era necessário dignificar o trabalho dos nossos inspectores. Foi nesse sentido que adquirimos esses materiais, de forma a facilitar as suas locomoções no terreno”, frisou.

Informou que, das 30 motorizadas solicitadas só oito chegaram nesta primeira fase, avaliados no valor de 400 mil francos CFA cada.

Segundo Umaro Baldé, até o final do corrente mês, os restantes 22 serão igualmente alocadas à Inspecção Geral de Turismo.

 “Os nossos agentes têm que deslocar frequentemente ao terreno para fiscalizar as actividades turísticas, não somente em termos de pagamento como também para confirmar as  condições em  que operam os empreendimentos, nomeadamente as formas de acolhimento dos clientes” entre outras”, disse o Inspetor Geral de Turismo, Edmilson Agostinho Cá.

Aquele responsável disse que, nesta primeira fase, as oito motorizadas serão colocadas na capital Bissau e que paulatinamente chegarão às s regiões do país.ANG/ÂC//SG