quarta-feira, 8 de junho de 2022

China/ Anunciada  oferta de 14 mil euros por denúncias de ameaças à segurança nacional

Bissau, 08 Jun 22 (ANG) - A China anunciou terça-feira que vai oferecer recompensas até ao equivalente a 14 mil euros a quem denunciar acções consideradas uma ameaça à segurança nacional, numa altura em que o Partido Comunista prepara a realização do 20º Congresso.

O Ministério da Segurança do Estado disse que o novo regulamento, que estabelece critérios para as recompensas, foi introduzido com efeito imediato.

Qualquer pessoa que relate um alvo claro ou uma pista verificável, para acções ainda não conhecidas pelo Estado e consideradas prejudiciais à segurança nacional, vai ser elegível para recompensa, assim que tal for confirmado pelos investigadores.

Citado pelo jornal de Hong Kong South China Morning Post, um porta-voz do ministério disse que o regulamento incentiva os cidadãos a relatar estas ameaças, constituindo uma medida de segurança concreta na preparação para o Congresso do Partido Comunista, que se realiza no Outono.

O Congresso deve atribuir ao secretário-geral, Xi Jinping, um terceiro mandato, quebrando com a tradição política das últimas décadas, que limitava o exercício do cargo a dois mandatos de cinco anos.

As leis de segurança nacional e contra a espionagem da China abrangem acções que ameaçam a soberania e a segurança do país.

Sob o novo regulamento, os informantes vão ser elegíveis para recompensas em dinheiro, num sistema de quatro níveis.

Uma pista no nível mais baixo dá direito a uma recompensa de cerca de 10 mil yuan (1.400 euros). O nível mais alto - uma pista considerada como "extremamente significativa" - dá direito a mais de 100 mil yuans (14.000 euros).

Os cidadãos podem transmitir informações utilizando as suas identidades reais ou de forma anónima, por telefone, correio electrónico, carta ou pessoalmente.

As autoridades vão decidir, num prazo de 30 dias, se a denúncia dá direito a uma recompensa, sendo o pagamento feito pelas agências municipais do ministério. ANG/Angop

 


CMB/
Diretora do Gabinete do Estudo  e Planeamento anuncia para  breve venda de  pães e bolos em carrinho de vidro

Bissau, 08 Jun 22(ANG) -  A Diretora do Ginete de Estudo  e Planeamento da Câmara Municipal de Bissau(CMB), anunciou hoje  que brevemente   pães  e bolos passarão a ser vendidos em carinho de  vidro, desde  capital Bissau até nas regiões, uma iniciativa integrada num projeto da CMB.

Em entrevista exclusiva a Agência de Notícias da Guiné(ANG), Noemi Ié Cabi afirmou que a CMB decidiu criar um projeto para melhorar as condições de instalação de fornos tradicionais na Guiné-Bissau.

“Para o efeito, já convocamos uma reunião com os padeiros tradicionais, Inspecção de Saúde Pública e Associação dos Consumidores de Bens e Serviços(ACOBES) para lhes informar do novo sistema de tratamento e condições higiénicas  de pães e bolos  desde produção até á venda”, explicou.

 Noemi Cabi esclareceu que a CMB não vai melhorar as condições das padarias, mas sim, exigir os proprietários a melhorá-las.

Segundo diz , o projecto tem como objectivo construir carrinhas de transporte de pães e bolo de forno para os revendedores e estes vão ter igualmente carrinhos de  vidro para venda ao público no local.

Disse que os padeiros precisam melhorar o aspecto físico das  padarias e manter o higiene.

 “Vamos criar as condições para proteger esses produtos contra  areias e moscas no local de produção e os seus vendedores vão passar a usar  máscaras e vestuários em condições”, garantiu.

Aquela responsável revelou que  cada carrinho de transporte custará 73 mil francos e o de venda custará 91 mil francos CFA.

Noemi disse que os  padeiros lhe informaram  que já tinham um projecto elaborado para esse efeito, e pediram financiamento ao Ministério da Saúde Pública, mas que não tiveram resposta favorável.

Disse que os padeiros tradicionais informaram a CMB que sentem vergonha com  o tipo de padaria que possuem em relação aos outros países da sub-região.

Segundo Noemi Ié Cabi, o departamento de obras da CMB vai iniciar a produção de carrinhos para pães brevemente, e, em Bissau, ja foram  recenseadas 63 padarias tradicionais.ANG/JD/ÂC//SG

 

 

  EUA / Vice-presidente anuncia apoio de 1,77 mil milhões para travar migrações

Bissau, 08 Jun 22 (ANG) - A vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, anunciou
, terça-feira, na Cimeira da Américas apoios de 1,9 mil milhões de dólares (1,77 mil milhões de euros) para criar emprego na América Central e diminuir o êxodo migratório para os Estados Unidos.

A medida, anunciada por Harris na Cimeira a decorrer em Los Angeles até sexta-feira, pretende "dar esperança ao povo da região para construir vidas prósperas e seguras nos seus países", detalhou a Casa Branca em comunicado.

Este apoio, vindo de empresas privadas, junta-se aos 1,2 mil milhões de dólares (1,12 mil milhões de euros) prometidos no ano passado para El Salvador, Guatemala e Honduras, os chamados países do Triângulo Norte de onde partem regularmente caravanas de migrantes para os EUA.

O Presidente norte-americano, Joe Biden, organizou a Cimeira para relançar o diálogo com a América Latina sobre questões cruciais, como a imigração.

Mas o evento acabou por começar sem o presidente mexicano, Andres Manuel Lopez Obrador.

O líder mexicano decidiu não participar no evento devido à exclusão da Venezuela, da Nicarágua e de Cuba na Cimeira.

Um funcionário da Casa Branca confirmou à agência noticiosa AFP na segunda-feira que estes países não foram convidados por "reservas" dos EUA quanto à "falta de espaço democrático" e do "respeito pelos direitos humanos".

Outra ausência de última hora é a do presidente uruguaio Luis Lacalle Pou, que testou positivo à covid-19.

Ainda assim, e esperando-se a participação de 23 líderes em Los Angeles, a Casa Branca já afirmou ser uma Cimeira com um número de participantes "equivalente ou maior" face a edições anteriores.

Lançada em 1994 em Miami, pelo presidente Bill Clinton, a Cimeira das Américas procurava alcançar um amplo acordo de liberalização do comércio regional.

Este ano, temas como crescimento económico, alterações climáticas, pandemia de covid-19 e a crise migratória estarão na agenda dos líderes políticos.

O número de pessoas que procuram entrar nos EUA para fugir à pobreza e violência da América Central e do Haiti tem vindo a aumentar, segundo dados oficiais. ANG/Angop

 


Literatura
/ONG Casa das letras “Vasco Cabral” perspetiva criar uma Bibilioteca Digital e um Códe infantil

Bissau, 08 Jun 22 (ANG) - A ONG Casa das Letras e Artes denominada “Vasco Cabral” perspetiva criar uma bibilioteca digital para facilitar ao cidadão o acesso à informações, e um Códe Infantil que permitará as crianças aprenderem a programar através da rede.

Estas  revelações foram feitas,terça-feira pela Suaila Fonseca, coordenadora da  ONG Casa das letras e Artes “Vasco Cabral”, à saída do encontro  com o Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló.

Segundo Suaila, sendo um dos maiores escritores nacionais, e autor do livro “A Luta é minha Primavera” Vasco Cabral   merece ser homenageado através da promoção da literatura e incentivo à obras de artes.

Segundo Suaila, a ONG Casa das Letras e Artes Vasco Cabral foi criada com o objectivo de  incentivar a leitura, escrita e despertar interesse à leitura.

"O encontro tem a ver com dois projetos que temos na mão, que achamos que é necessário e urgente implementar, porque a Casa das Letras é informação para toda a gente”, disse.

A coordenadora da Casa das Letras e Artes Vasco Cabral sustenta  que existem muitos livros publicados que as pessoas não conseguem ter, por causa de limitações financeiras  e da distância da Guiné-Bissau com  países onde se pode adequirir essas publicações.

A  Bibilioteca Digital vai servir para aglomerar todos os livros e obras literárias e ciêntificas para dar oportunidades à todos.

Aquela responsável realçou que também têm um projeto denominado Códe Infantil que trata de programação infantil e que vai permitir a criação de  uma Escola de Artes para dar oportunidades às crianças. ANG/MI/ÂC//SG

      

               Mali/CEDEAO rejeita alargamento do período de transição

Bissau, 08 Jun 22 (ANG) - A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) rejeitou  o período de transição de 24 meses anunciado nesta terça-feira pela junta militar no poder no Mali, mais longo do que o prazo exigido pela organização.

A CEDEAO "lamenta que esta decisão tenha sido tomada numa altura em que as negociações para se chegar a um consenso ainda estão em curso", disse a organização, numa declaração divulgada terça-feira, 07.

No entanto, a CEDEAO garantiu que prosseguirá as suas conversações com as autoridades de transição "para chegar a acordo sobre um calendário de transição mutuamente aceitável".

O Presidente e líder golpista do Mali, Coronel Assimi Goïta, assinou terça-feira um decreto que estabelece um período de transição de dois anos "a partir de 26 de Março", lê-se no texto.

O bloco de 15 nações realizou uma cimeira extraordinária em 25 de Março no Ghana, que detém a presidência rotativa, para um período de transição entre 12 e 16 meses, além dos 18 meses que já decorreram desde o segundo de dois golpes de Estado no país nos últimos dois anos.

Depois de o Mali não ter cumprido a sua promessa de organizar eleições até Fevereiro, os países da África Ocidental impuseram duras sanções ao país em Janeiro, as quais foram criticadas por receios de que pudessem exacerbar uma grave crise humanitária.

As medidas incluem o bloqueio das contas dos membros da junta militar nos bancos regionais, a retirada dos seus embaixadores em Bamako e a suspensão de todas as transacções comerciais com o Mali, com excepção de algumas mercadorias.

Numa cimeira extraordinária em 04 de Junho em Acra, o bloco regional manteve as sanções por enquanto e adiou uma decisão sobre o seu possível levantamento até outra reunião, em 03 de Julho.

Os militares malianos levaram a cabo um golpe de Estado em Agosto de 2020 e outro em Maio de 2021; desde então, os líderes golpistas arrastaram repetidamente o processo de transição enquanto redefiniam a sua política externa com um confronto aberto com a França, a antiga potência colonial, e uma aproximação com a Rússia.

Nesta região, houve também um golpe na Guiné, em Setembro de 2021, e outro no Burkina Faso, em Janeiro de 2022, além de uma tentativa de golpe de Estado na Guiné-Bissau, em 01 de Fevereiro deste ano.ANG/Angop

Tribunal Europeu/Rússia vai deixar de aplicar decisões desta instância judicial dos Direitos do Homem

Bissau, 08 Jun 22 (ANG) – O parlamento russo aprovou, terça-feira, um conjunto de leis que permitem à Rússia deixar de cumprir as decisões do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.


A medida formalizou a quebra dos laços entre a Rússia e o Conselho da Europa, o principal órgão de direitos humanos do continente, do qual o país foi excluído em Março.

"O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos tornou-se um instrumento de luta política contra o nosso país nas mãos dos políticos ocidentais", disse Vyacheslav Volodin, presidente da Duma, a câmara baixa do parlamento russo, num comunicado após a votação.

"Algumas das suas decisões estavam em contradição directa com a Constituição russa, os nossos valores e tradições", justificou ainda.

Como resultado das referidas leis, a Rússia deixará de aplicar as decisões daquele Tribunal tomadas após 15 de Março, quando Moscovo anunciou a sua decisão de abandonar o Conselho da Europa, do qual era membro desde 1996.

No dia seguinte, a Rússia foi oficialmente excluída do conselho devido à sua intervenção militar na Ucrânia, iniciada em 24 de Fevereiro.

Ao deixar o Conselho, a Rússia também abandonou a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, mas oficialmente está obrigada a cumprir as suas normas até 16 de Setembro, altura em que deixará de ser parte contratante.

Volodin anunciou ainda que os danos pelos quais a Rússia foi condenada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos antes de 15 de Março serão pagos "em rublos e apenas em contas dos bancos estatais russos".

Milhares de russos recorreram nos últimos anos aquele tribunal como último recurso, após perderem em tribunais russos processos sobre direitos humanos, desde perseguição política a violência doméstica.

Até agora, a Rússia era o país mais visado em processos naquele tribunal europeu: dos 70 mil processos pendentes, quase um quarto (24,2%) diz respeito a russos. ANG/Angop

 

terça-feira, 7 de junho de 2022

Ensino/Presidente da Associação Nacional  dos Pais e Encarregados de educação diz  que não vão financiar a  morte dos filhos

Bissau, 07 Jun 22(ANG) – O Presidente da Associação Nacional  dos Pais e Encarregados da Educação disse hoje que não vão financiar a morte dos seus filhos, mas sim o estudo, porque o Liceu Nacional Kwame N´krumah está num estado avançado de degradação, com o seu tecto a beira de cair a qualquer momento sobre os alunos.

Abú Injai que falava aos jornalistas após a visita conjunta efetuada pela  Confederação Nacional das Associações Estudantis da Guiné-Bissau(CONAEGUIB) e sua organização, à este estabelecimento de ensino, disse que o Kuame Nkrumah  não pode ser abandonado porque é o primeiro liceu do país.

Disse que, se as receitas que saiam, anualmente, do bolso dos pais e encarregados da educação das escolas públicas,  em todo o território nacional,   são mais  de 700  milhões de francos cfa,  porquê que o Estado não constroi ou  reabilita as infraestruturas escolares com aquele dinheiro.

Indjai revelou que 40 por cento das receitas das escolas vão para o Ministério da Educação e os 60 por cento ficam nas escolas.

O  Diretor do Liceu Kwameh Nkrumah,  Idriça Cassamá disse que o estado de degradação do mais antigo liceu do país tem sido sempre informado aos diferentes ministros que tutelaram o peouro do ensino.

Segundo Cassamá, a reabilitação  do liceu está orçado em mais de 600 milhões de francos cfa.

O edício do liceu Kwame Nkrumah, segundo Idriça Cassamá, foi construído em 1948, na época colonial Guiné Portuguesa, e os materiais de construção ali usados para sua cobertura são de madeiras. Actualmente o teto deixa passar a água das chuvas,as janelas e portas  apodreceram, os vidros partidos

Perante este situação o  presidente da CONAEGUIB, Bacar Darame classificou de “vergonhoso” o  avançado estado de degradação física em que se encontra o Liceu Kwame Nkrumah.

 “Se todos têm conhecimento, porque razão o Liceu não está a ser reparado até este momento, ou estão à espera que aconteça alguma desgraça para tomaram medidas adequadas,”questionou.

Darame lamentou o facto de o ano lectivo ter sido  cortado por causa da má condição da infraestrutura, acrescentando que, os alunos não completaram os conteúdos e dias lectivos programados.

Acusou  os responsáveis pela situação, de estarem a comprometer o futuro de uma geração, pois  se continuarem a produzir  alunos sem preparação completa, estão a criar dificuldades ao desenvolvimento do país.

Em nome da Asssociação dos Alunos do Liceu, Flávio Ambonto Cá disse que a sua organização concordou com a conclusão antecipada do ano lectivo por que vale mais uma vida do que que alguns dias ou meses lectivos perdidos.

Explicou que  tanto os alunos como os  funcionários administrativos e professores estão de acordo com o fecho da instituição  devido ao desabamento do tecto que é um “grande perigo para todos”.ANG/JD/ÂC//SG

 

 

 


Turismo
/Copitur recomenda à  países membros  elaboração do Programa de Emergência e de Desenvolvimento pós Covid-19

Bissau,07 jun 22(ANG) – A Confederação das Organizações Privadas das Indústrias de Turismo da CEDEAO(Copitur), recomendou as autoridades e os actores ligados ao sector do turismo a elaboração do Programa de Emergência pós Covid-19, visando o relançamento do sector.

A informação foi avançada hoje à ANG, pelo Presidente da Associação dos Operadores Turísticos e Similares da Guiné-Bissau(Asopts-GB), ao fazer o balanço da sua participação na Conferência Internacional sobre Desenvolvimento do Turismo em África Ocidental que decorreu de 23 à 25 de Maio, em Abidjan (Costa de Marfim).

Jorge Paulo Cabral igualmente Vice Presidente da Copitur, disse que outra recomendação saída do encontro de Abidjan, prende-se com a elaboração por parte das autoridades turísticas de cada país de um Plano de Desenvolvimento do sector.

“Para produzirmos os referidos documentos é preciso fazer um debate ao nível nacional com a participação de  todos os actores ligados ao turismo, incluindo o próprio governo, de forma a produzirmos um diagnósticos das necessidades básicas da Guiné-Bissau para o relançamento do sector, nos próximos três anos”, disse.

Aquele responsável salientou que, para a elaboração dos referidos documentos, vão recorrer ao envolvimento de peritos na matéria, tanto  nacionais como estrangeiros, ligados às instituições que operam no sector turístico, de forma a enriquecer o Programa e submetê-lo ao Copitur para efeitos de procura de financiamentos.

A Guiné-Bissau esteve representada no evento pelo Presidente da Asopts-GB e Vice Presidente da Copitur, Jorge Paulo Cabral e por seu Secretário Executivo, Ado Callahan. ANG/ÂC//SG

 

 

 

Dia Mundial de Segurança Alimentar/Nutricionista guineense defende elaboração de Guia Nacional de Alimentação 

Bissau, 07 Jun 22 (ANG) - O nutricionista guineense defendeu esta, terça-feira, a necessidade de  elaboração de um Guia Nacional de Alimentação com o objectivo de incentivar uma alimentação saudável  ao povo da Guiné-Bissau.

João Jaque Sanca Malú, falava   à Agência de Noticias da Guiné(ANG), no âmbito da comemoração do Dia Mundial de Segurança Alimentar, que se assinala hoje, e  sob o lema “Almentação Seguro e Melhor Saúde”.

 “O Guia Nacional de Alimentação é um documento no qual vão ser  plasmados diferentes tipos de produtos da Guiné-Bissau,  sua importância e as dietas alimentares das diferentes regiões do país”, explicou o nutricionista.

Segundo João Malú, na Guiné-Bissau, tal como  noutros países, existe a diversidade cultural, por isso, cada região e grupo étnico tem os seus hâbitos alimentares, e nessa guia vai ser explicado, detalhadamente, o valor nutricional de cada produto.

“É necesário que o governo chame os técnicos de saúde e nutricionistas para se sentarem e descutirem  sobre a elaboração do Guia Nacional de Alimentação. Porque a boa saúde  e vida longa está ligada à alimentação saudável. Por isso, os guineenses devem optar-se mais pelo consumo dos produtos  locais.”, aconselhou Sanca Malú.

Acrescentou que também há necessidade de se introduzir uma disciplina sobre boa nutrição, no currículo escolar, com a finalidade de transmitir  conhecementos às crianças.

 “A escola tem grande peso na educação das nossas crianças, porque elas tomam os seus professores como sábios. Entendem que eles são os detentores da sabedória, de modo que acabam sempre por levar em consideração o que apreenderam na escola”, disse João Jaque.

Por outro lado, o nutricionista afirmou que os alimentos naturais são sempre de maior importância por não terem produtos químicos e são frescos, sem longo periodo de conservação, e que isso proporciona sempre melhor saúde para um ser humano.

Malú disse que a produção e consumo de produtos locais são raros mas  que,  pouco a pouco, a Guiné-Bissau pode superar isso, com base na consciêncialização das pessoas sobre  a importância de consumir o que é natural.  

Sublinhou que no caso particular da Guiné-Bissau não existe segurança alimentar porque os guineenses consomem mais  produtos importados e com maior risco de não ter alimentação saudável e de contrair vários tipos de doenças.

“Aquilo que preparamos com as nossas próprias mãos é sempre melhor do que  é preparado pelo terceiro. Os alimentos que comsumimos necessitam sempre de cuidados especiais, como, por exemplo, a prática da higienização. Até porque, o que é nosso tem sempre mais valor”, considerou aquele nutricionista.

Numa  entrevista  à Agência Noticias da Guiné , em Setembro de 2021, no âmbito da prevenção da pandemia de Covid-19,  João Jaque Sanca Malú defendeu que a boa alimentação é fundamental para  a prevenção de qualquer  tipo de doença, para além de ajudar  no desenvolvimento da capacidade intelectual das  pessoas.

“De acordo com as regras de nutrição, existem dois tipos de má-nutrição que são: obesidade -  quando consumimos bastante os produtos inadequados como por exemplo produtos químicos e gordorosas, o que provoca muitos tipos de doenças; desnutrição -  quando carecemos de boa alimentação, o que muita das vezes deixa uma criança com baixo peso ou desnutrida”, dissera Sanca Malú . ANG/AALS/ÂC//SG



      Ucrânia/Governo diz que 32 jornalistas foram mortos durante o conflito

Bissau, o7 Jun 22 (ANG) – O ministro da Cultura ucraniano, Oleksandr Tkachenko, disse segunda-feira que desde o início da invasão russa da Ucrânia, a 24 de fevereiro, já morreram 32 jornalistas no conflito.

“Este ano, o Dia do Jornalista tem um sabor amargo”, escreveu Tkachenko na rede de mensagens Telegram, para celebrar o dia que a Ucrânia dedica desde 1994 ao trabalho dos profissionais da comunicação social.

“Estamos no quarto mês da guerra em grande escala e perdemos 32 jornalistas. Durante os oito anos de guerra anteriores, foram ainda mais os profissionais perdidos”, afirmou o ministro, referindo-se ao conflito armado com a Rússia no leste da Ucrânia desde 2014.

Tkachenko descreveu ainda os jornalistas como “heróis” e “lutadores na linha da frente da informação”, que cobrem o conflito durante as “24 horas do dia, sete dias por semana”.

“Esta é uma guerra híbrida que estamos a travar, a primeira desta magnitude na História do planeta, e o vosso papel é inestimável”, acrescentou o ministro dirigindo-se aos profissionais do setor.

Na segunda-feira passada, o jornalista francês Fréderic Leclerc-Imhoff, que trabalhava para o canal de notícias BFMTV, morreu num ataque que atingiu uma caravana humanitária na parte oriental do país em guerra.

Em abril perderam também a vida, entre muitos outros, o realizador lituano Mantas Kvedaravicius, quando estava a fugir da cidade cercada de Mariupol, e a repórter ucraniana Vira Hyryich, cuja casa em Kiev foi atingida por um míssil russo.

A Rússia lançou, em 24 de fevereiro, uma ofensiva militar na Ucrânia que matou mais de 4.100 civis e obrigou à fuga mais de 14 milhões de pessoas, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

A organização indicou ainda que cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

ANG/Inforpress/Lusa

 


Caju
/Presidente da Associação dos Agricultores  lamenta incumprimento do preço de referência determinado pelo Governo

Bissau, 07 Jun 22 (ANG) – O Presidente da Associação Nacional dos Agricultores da Guiné-Bissau (ANAG), lamentou hoje  o não cumprimento do preço de 375 francos Cfa por cada quilograma de caju, dado pelo Governo como preço de referência.

Jaime Boles Gomes, em entrevista a Agência de Notícias da Guiné(ANG), diz que este incumprimento penaliza os agricultores, donos dos pomares de caju.

Boles Gomes fazia à ANG o  ponto de situação da presente campanha de comercialização da castanha de caju.

Para o presidente da ANAG, seria melhor que o Governo não estipulasse o preço mínimo de compra da castanha junto ao produtor, porque,segundo as suas palavras,  “há anos que não é respitado.

“O Estado decreta uma lei e esta  é simplesmente ignorada a olho de todos, isso é  exploração ao pobre produtor”, disse Jorge Boles.

Boles responsabiliza o  Governo, através do Ministério do Comércio e Indústria, por esse incumprimento do preço indicado, e alega que o executivo tem o  poder de sancionar os infactores.

 “Se forem deixados a sua sorte, o mais forte vai esmagar o mais fraco. Por isso  é que o Governo, como árbitro, deve fazer o seu papel assumindo as suas responsabilidades”, sublinhou.

Jaime Boles sustenta  que, quando tudo funciona de cabeça para baixo, o pobre ficará cada vez mais pobre, apesar de ser o dono do produto.

“Já choramos até dimais, mas os governantes não estão a assumir as suas responsabilidades. É isso que estamos a apelar, que haja o envolvimento ao mais alto nível, para sanear o problema de caju”,disse.

O líder dos agricultores falou da falta de um Banco de Investimento Agricola, num país onde a diversificação da cultura é uma miragem, frisando que o governo deve apostar em projectos de desenvolvimento com iniciativas para a mecanização da agricultura, criando fontes de rendimento ao agricultor e a sua família, abastecendo o mercado interno com produtos diversos cultivados no país e contribuindo assim para o avanço da economia nacional.

Falando da quantidade da castanha de caju exportada, caso do ano passado em que  o país exportou mais de 200 mil toneladas, Boles disse que apesar de tudo, o rendimento económico dos donos das hortas acabam sendo quase o mesmo.

“Ou seja, apesar desta quantidade exportada,  na prática, não melhorou  grande coisa no rendimento dos agricultores, uma vez que, cada ano, o número de pomares aumenta fazendo aumentar a  produção ao nivel nacional”, disse.

O Presidente da ANAG referiu que, este ano, há zonas em que  não houve muita castanha, por culpa da natureza, situação que deverá contribuir para a fraca  produção. “Mas, a zona Sul foi uma excepção, uma vez que os cajueiros tiveram uma boa produção”, acrescentou.

Jaime Boles Gomes apela a conjunção de esforços para a diversificação da agricultura no país, pede  apoios de parceiros através de créditos aos agricultores, o que segundo ele, irá permitir “acabar com a depêndencia do Senegal, onde até tomate, repolho e outros produtos agricolas saiem para Bissau”, o que diz ser “uma vergonha”..ANG/MSC/ÂC//SG

 

 

 

Nigéria/Novo balanço aponta 22 mortos no ataque de domingo a uma igreja católica

Bissau, 07 Jun 22(ANG) – A Agência Nacional de Gestão de Emergência da Nigéria (NEMA) confirmou hoje 22 mortos e 50 feridos no ataque de domingo a uma igreja católica no sudoeste do país, menos que os pelo menos 50 indicados pelo Conselho Nigeriano de Leigos Católicos.

“Podemos confirmar que 22 pessoas foram mortas e 50 feridas no ataque à Igreja Católica de São Francisco, na cidade de Owo”, disse o chefe de operações da NEMA no estado de Ondo (onde Owo está localizado), Olanrenwaju Kadiri.

Os feridos estão a receber tratamento médico no hospital e alguns deles estão em estado crítico, acrescentou Kadiri.

Homens armados não identificados disfarçados de membros da congregação dispararam tiros e utilizaram explosivos no ataque contra a igreja, disse a polícia.

“Os pistoleiros, com base em investigações preliminares, invadiram a igreja com armas e materiais suspeitos de serem explosivos”, disse Olumuyiwa Adejobi, porta-voz da polícia, através de um comunicado.

“Os investigadores policiais que fizeram parte dos socorristas que chegaram primeiro à cena recuperaram casquilhos de munição de AK-47 [espingardas], enquanto os Dispositivos de Artefactos Explosivos-Químicos, Biológicos, Radiológicos e Explosivos Nucleares confirmaram o uso de explosivos”, acrescentou Adejobi.

De acordo com os media locais, grande parte das vítimas eram crianças e mulheres.

O novo número das baixas foi divulgado um dia após o presidente nacional do Conselho dos Leigos Católicos da Nigéria, Henry Yunkwap, ter dito, numa declaração, que mais de 50 pessoas foram mortas no ataque, embora as autoridades não tivessem adiantado abertamente um número específico de mortos e feridos.

Yunkwap classificou o incidente como um “ato bárbaro”, levado a cabo por “animais na forma humana”.

O Presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, e o governador de Ondo, Oluwarotimi Odunayo Akeredolu, também condenaram o massacre.

“Aconteça o que acontecer, este país nunca se renderá a pessoas más, e as trevas nunca vencerão a luz. A Nigéria acabará por ganhar”, disse Buhari.

O Papa Francisco lamentou segunda-feira o ataque e rezou pela “conversão daqueles que estão cegos pelo ódio e pela violência”, segundo o Vaticano.

O Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros, Josep Borrell, acrescentou a sua voz aos que condenaram o ataque sangrento, descrevendo-o como um ato “desprezível”.

O ataque ocorreu depois de pelo menos 31 pessoas terem sido mortas no dia 28 de Maio durante uma debandada num evento religioso na cidade nigeriana de Port Harcourt, no sul da Nigéria.

A Nigéria sofre ataques incessantes de bandidos e raptos em massa para obter resgates lucrativos, mas estes tendem a ocorrer no centro e noroeste do país, tornando invulgar o massacre da igreja no sudoeste do país.

A esta insegurança junta-se a ameaça terrorista que atinge o nordeste do país desde 2009, causada pelo grupo Boko Haram e, desde 2015, pela sua fação ISWAP (Estado islâmico na província da África Ocidental).

ANG/Inforpress/Lusa

 

 

Emprego/Juventude guineense diz-se “descriminada” no próprio país por falar português

Bissau,07 Jun 22(ANG) - Os jovens guineenses querem um amplo debate nacional sobre o uso das línguas estrangeiras como ferramenta indispensável para conseguir um emprego nas instituições privadas e em muitas organizações não-governamentais que operam no país.

“Basta de concurso público em francês e inglês. Se o português já não serve, então que seja retirado como a língua oficial da Guiné-Bissau”, é o slogan de uma campanha lançada por um grupo de jovens académicos guineenses.

Um dos mentores da iniciativa, Amiel Monteiro de Carvalho, disse à DW que quem fala apenas o português é penalizado nas instituições do país.

"Sofremos discriminação”, atirou o jovem que fez o seu curso superior no Senegal e trabalha num dos bancos privados da capital guineense.

 A Guiné-Bissau, segundo Monteiro de Carvalho, por ser um país lusófono, integrante das organizações sub-regionais da África Ocidental, não significa que deixou de ter a sua própria língua oficial. “E as empresas vindas destes países não podem impor a língua estrangeira na Guiné-Bissau”.

Segundo Amiel, a primeira barreira para o recém-formado guineense, que procura emprego no país, é ter que fazer entrevistas de trabalho em inglês ou francês.

“Mesmo sendo um quadro competente para a vaga, acaba por ser eliminado”, explica Amiel Monteiro que considera “injusto” que essas empresas recorram à mão de obra de fora para preencher as vagas de trabalho.

“Atualmente estamos a sofrer com esta situação na Guiné-Bissau, porque estão a importar técnicos de outros países que falem inglês e francês, ao passo que os nativos que não conseguem, são excluídos” lamenta.

Contactas pela DW, as empresas não estão disponíveis a gravar entrevistas. Mas uma fonte revela que quem fala o português e as duas outras línguas tem mais vantagem porque o sistema operativo destas instituições estão ou em francês ou inglês. Comunicam-se com outas representações e a “sede mãe” nestas duas línguas.

Na Guiné-Bissau, o inglês e francês são línguas opcionais tanto no liceu, como nas universidades, e as duas línguas não são faladas nas instituições, nem nas ruas do país.

“O mais caricato é que, depois de passar à entrevista em francês ou em inglês, a língua de trabalho com o público é o crioulo ou o português”, revela Amiel Monteiro de Carvalho.

O país, plurilingue e multicultural, tem cerca de 33 grupos étnicos com as suas respetivas línguas. Mas a língua crioula, principal meio de comunicação entre esses grupos étnicos, é falada por cerca 90,4% da população, segundo o último censo divulgado em 2009. 27,1% fala português.

Estes dados colocam o país numa situação complexa, analisa o professor do ensino secundário guineense, Sumaila Jaló.

“O problema tem a ver com a complexa questão linguística do próprio país, que oficialmente tem o português apenas como a língua de trabalho, do funcionamento da administração pública, mas a língua nacional é o crioulo”, realça Jaló.

A falta de uma política nacional que balize as regras linguísticas na Guiné-Bissau, por parte do Estado é outro problema que deve ser debatido com profundidade pelos guineenses, diz Sumaila Jaló que ainda descobre um outro problema que a língua portuguesa tem no sistema educativo guineense.

“É uma língua que é ensinada como se fosse língua materna, língua do dia-a-dia, quando não é. É uma língua estrangeira e deve ser essa metodologia que deve ser usada para o ensino do português”, defende.


A Guiné-Bissau é um país lusófono que faz fronteiras com o Senegal e a Guiné-Conacri, dois países francófonos, e com a Gâmbia, que é anglófono. Integra a União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) uma organização regional onde ainda estão o Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal e Togo. O país é ainda membro da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
ANG/DW África

 

                           Mali/Junta militar reduz transição para dois ano

Bissau, 07 Jun 22 (ANG) -  AJunta Militar no poder no Mali anunciou,  segunda-feira, a passagem de poder aos civis, até Março de 2024, fixando, assim, por decreto a transição a dois anos.

O chefe da Junta, o coronel Assimi Goïta, assinou o decreto, que acabou por ser lido  segunda-feira na televisão do Estado, anunciando que “a duração da transição é agora fixada a 24 meses, a contar de 26 de Março de 2022”.

O anúncio acontece depois de uma cimeira da Comunidade Económica dos Estados de África Ocidental (CEDEAO) que manteve as duras sanções comerciais e financeiras fixadas em Janeiro a Bamaco, para forçar a Junta a apresentar um calendário “aceitável” para a transição de poder.

Os militares que assumiram à força, em Agosto de 2020, a liderança deste país mergulhado, desde 2012, numa profunda crise de segurança, política e humanitária tinham retirado do seu compromisso inicial a cedência do poder aos civis, após as eleições marcadas para Fevereiro passado, que acabaram por não se realizar.

No início do ano, os militares chegaram mesmo a equacionar governar o país ao longo de mais cinco anos.

Os chefes de Estado e de governo da CEDEAO estiveram reunidos no sábado passado em Acra, Gana, para discutir a situação política do Burkina Faso, Guiné-Conacri e Mali, governados no último ano e meio por juntas militares que realizaram golpes de Estado.

Bamaco esperava que da cimeira resultasse o levantamento de algumas das duras sanções impostas ao país, mas os líderes dos 15 países membros da CEDEAO, entre os quais se contam a Guiné-Bissau e Cabo Verde, remeteram novas decisões para nova cimeira, agendada para o início do próximo mês.

A CEDEAO “decidiu manter as sanções impostas” ao Mali (que passam pelo bloqueio de contas dos membros da junta militar em bancos regionais, a retirada de embaixadores de Bamako e a suspensão da maioria das transações comerciais com o país) e “continuar o diálogo para chegar a um acordo que permita o seu levantamento gradual, à medida que as etapas da transição forem concluídas”. ANG/RFI

 

 


Crise de combustível
/Condutores de toca-toca pedem intervenção do governo para ultrapassar a situação

Bissau, 07 Jun 22 ANG -  Os condutores de toca-toca(transportes urbanos de passageiros) pediram hoje a intervenção do governo junto das empresas importadores de combustíveis para se ultrapassar as dificuldades de abastecimento com que o país se depara actualmente.

A preocupação dos condutores foram reveladas esta terça-feira numa auscultação feita pela ANG sobre as enormes filas de carros  verificadas nos postos de combustíveis da  Petromar, em Bissau. O país se depara com a crise de gasóleo.

Ivo Embana disse que a falta de combustível está a criar grande dificuldade no trabalho dos condutores, e contou  que  na, segunda-feira,  ficou na fila desde às 10H00 da manhã até  15H00 para  abastecer a sua viatura.

ʺAntes com vinte mil de combustível dava para trabalhar durante todo o dia, mas agora só com vinte e oito mil de combustível  se consegue trabalhar sem problema”, disse.

Para Mohamed Sow, a dificuldade de se comprar o gasóleo exige agora um grande esforço de se levantar as 6H00 da manhã para pegar a fila e dormir  tarde. 

Iu Lopes disse que a crise de combust´vel fez com que muitas viaturas parassem. Disse que segunda-feira  saiu desde manhã para procurar combustível e que só conseguiu as 22H00.

Lopes diz que o gasóleo está muito caro, porque antes vinte litros custava doze mil francos cfa mas  agora  custa 15.325 fcfa.

A empresa Petromar, segungo Cassimo Djaló, é, acualmente, a única que dispõe de gasóleo para venda pública, sendo que todas as outras estão fechadas por falta de combustíveis.

No mês de março passado a Guiné-Bissau viveu uma crise, desta feita da gasolina, que motivou uma penúria do produto durante cerca de duas semanas.

Na altura o Governo procedeu ao ajustamento de preços fixando um litro do gasóleo a 766 francos e o da gasolina de 760 francos cfa.

Até ao ajustamento de preços em março, o litro do gasóleo estava a ser vendido 665 francos cfa  e o da gasolina cerca de 668 francos cfaANG̸/MI/ÂC//SG