Forças Armadas/Alfaiataria Militar com foco na redução de importação de fardamentos
Bissau, 04 Ago 26(ANG) – O chefe da alfaiataria militar, Tenente Mamadú Djau Djaló pede continuidade de esforços do Estado-maior-General das Forças Armadas(EMGFA),para o reforço da capacidade de produção de fardamentos e acessórios militares e redução da dependência de aquisição externa de fardamentos .
Numa reportagem realizada, quinta-feira, a equipa da Imprensa Militar acompanhou, no local, o trabalho dos profissionais responsáveis pela confeção dos fardamentos e recolheu testemunhos dos militares alfaiates sobre os desafios e as potencialidades da unidade.
Mamadú Djau Djaló destacou os esforços do Chefe do Estado-maior-General das Forças Armadas (CEMGFA) para criação de melhores condições de funcionamento da unidade.
Djau Djaló pediu a continuidade desses esforços, considerando que a melhoria das condições de trabalho poderá aumentar a credibilidade da alfaiataria e atrair parceiros interessados em investir no setor e aumentar a produção.
Djaló disse que a unidade dispõe de profissionais qualificados para a produção local de fardamentos militares e paramilitares.
O seu adjunto, Tenente Sélu Sané, exaltou a capacidade da equipa e destacou a necessidade de confecção de equipamentos mais adequados para alcançar os padrões de qualidade exigidos pelas Forças Armadas.
“Todos os fardamentos militares podem ser produzidos localmente, contando com o empenho do CEMGFA, Major-general Tomás Djassi”, sublinhou o Tenente Sané.
Por sua vez, o Primeiro-Sargento Abudo Camará e o Soldado Djenabu Djau, ambos militares alfaiates da Divisão de Logística, destacaram o profissionalismo da equipa e garantiram estar preparados para produzir diferentes modelos de fardamento destinados à classe castrense.
Segundo os dois profissionais, a unidade já produziu fardamentos para diferentes estruturas militares, incluindo os Batalhões da Banda de Música, Engenharia Militar, Presidência da República, Guarda de Honra e pessoal menor do Estado-maior-General das Forças Armadas.
A Alfaiataria Militar foi fundada em 1974, mas suspendeu as suas atividades em 1998, na sequência da guerra civil. A unidade só retomou o funcionamento em 2008, quando o então CEMGFA, General Tagme Na Wae, adquiriu máquinas manuais para permitir o reinício da produção.
Em 2014, o General Biaguê Clussé Na N’tan adquiriu máquinas elétricas, dando novo impulso à capacidade produtiva da unidade.
A imprensa militar destaca que esta Alfaiataria é capaz de responder às necessidades das Forças Armadas, reduzindo a dependência de aquisições externas. ANG/ÂC//SG

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