quinta-feira, 10 de maio de 2018

Transportes Públicos Urbanos


Sindicato dos motoristas discorda com prolongamento da linha de toca-taca em alguns bairros de Bissau

Bissau, 08 Mai 18 (ANG) – O Sindicato Nacional dos Motoristas da Guiné-Bissau (SNM) manifestou hoje a sua discordância face ao prolongamento das linhas de transporte hurbano toca-toca en alguns bairos da cidade de Bissau.

Em declarações à Rádio Difusão Nacional (RDN), o porta-voz de referido sindicato, Franklin Moreira disse que o aumento de linha de toca-toca de bairro militar para antula não passa de uma propoganda política.

"O bairro de Antula contém duas linhas de toca-toca. Não vejo o motivo das pessoas andar de toca-toca de Bairro Militar até Antula Se quiserem que esta ligação existisse, que tratam de abrir a estrada que liga Antula/CENFA, e tentam puxa-la até a paragem central de Bissau", justificou Franklim Morreira.

De acordo com o Porta-voz do sindicato Nacional dos Motoristas, os proprietários dos toca-tocas não têm nada a ganhar com o respectivo prolongamento da linha. 

Aquele responsável apelou por outro lado a Direcção Geral de Polícia de Trânsito para cumprirem com as suas obrigações de fiscalização da estrada. 

A Direcção Geral de Viação e Transportes Terrestres decidiu no passado mês de Março do ano em curso, o alargamento entre outras a linha de toca toca que liga São Paulo à Gabú Zinho.

ANG/LLA/ÂC/SG        

Função Pública


No terceiro dia de greve ainda não há consenso entre governo e UNTG

Bissau, 09 Mai 18 (ANG) – O Porta-voz da Comissão negocial da maior central sindical do país, a  União Nacional dos Trabalhadores da Guiné(UNTG) afirmou esta quarta-feira que ainda não há  consenso entre as partes.

José Alves Té que falava aos jornalista a saída da audiência com Presidente da República revelou ser a  aplicação imediata de tabela de reajuste salarial e quem assume o engajamento relativamente a esta questão o ponto divergente entre as partes. 

Sobre a audiência disse que entregaram ao Presidente Mário Vaz um conjunto de documentos   para analisar os pontos das propostas sindical. 

Acrescentou que o assunto da greve é puramente da competência do poder executivo, e que  o Chefe de Estado apenas vai usar a sua influencia para se conseguir uma resolução que satisfaça as partes.

Confrontado com as mortes nos hospitais como consequencia  da greve durante estes dias, Alves Té respondeu que é triste e que , mesmo sendo filho de um sindicalista ou de um funcionário público, a UNTG lamenta a perda de vidas humanas, mas que o governo tem que cumprir com as suas obrigações.

José Té referiu  que nenhum direito é dado de “mão beijada” mas sim que deve ser  conquistado.

O porta-voz da comissão negocial disse que o sindicato dos professores não aderiu a greve porque tem um acordo com o governo para não fazer greve até final do ano em curso .

Disse que o  sindicato dos professores é assinante deste  compromisso assumido entre o governo e a UNTG, cujo documento  fora promulgado pelo Presidente da República  e publicado no Boletim Oficial.

O  Chefe de Estado também recebeu em audiência, o sindicato dos magistrados do Ministério Público, que lhe convidou  para presidir a cerimónia de abertura  do segundo congresso da classe que será realizado nos dias 23 e 24 do mês em curso.

Os funcionários públicos cujos sindicatos são filiais da UNTG cumprem hoje terceiro e último dia de paralizacão laboral, em reivindicação de cumprimento do reajuste salarial

ANG/JD/DMG/SG






Micro-finanças


Depositantes da empresa gambiana (ABBA) pedem intervenção do Chefe de Estado para  reembolso de seus dinheiros 

Bissau, 10 Mai 18 (ANG) – Os depositantes da empresa gambiana de micro finanças denominada “ABBA” solicitaram hoje a intervenção do Chefe de Estado para o reembolso de cerca de 200 milhões de francos CFA depositado há dois anos naquela instituição financeira.

A saída da audiência com José Mário Vaz, o porta-voz  do grupo, António Odjonis Sá  disse que receberam garantias do Presidente da República de recuperação do dinheiro depositado  na empresa ABBA. 

Acrescentou  que já percorreram todas as instituições de tutela para saber do paradeiro do dinheiro mas que nada  surtiu efeito.

Odjonis Sá afirmou que existe um acordo assinado entre os depositantes e o embaixador da República de Gâmbia  no país mas que até ao momento ninguém sabe do paradeiro do proprietário da empresa “ABBA”. 

 Lembrou que a referida empresa  de micro finanças ABBA teve licença legal do Estado para operar  no país.  

ANG/JD/DMG/ÂC/SG