terça-feira, 22 de maio de 2018

Telecomunicações


 Autoridades Reguladoras  dos países insulares de CPLP reunidas em Bubaque

Bissau, 21 Mai 18 (ANG) – Os trabalhos da oitava reunião das Autoridades Reguladoras Nacionais de Telecomunicação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) foram abertos hoje em Bubaque, Sul da Guiné-Bissau.

Imagem Ilustrativo
Segundo o  Presidente do Conselho de Administração da Autoridade Reguladora Nacional de Telecomunicações da Guine-Bissau(ARN), o objectivo do encontro de cinco dias, é promover um intercâmbio de experiências entre Autoridades Reguladoras dos países da CPLP no sector das telecomunicações.

 Intervindo no acto, o delegado português no encontro, João Cadete de Matos, elogiou o nível da organização da Autoridade Reguladora de Telecomunicações guineense e disse que esta instituição tem capacidades para desenvolver as telecomunicações em todas as ilhas e regiões do país.

Os delegados presentes foram unânimes nas suas declarações em enaltecer a importância do encontro  que segundo eles, vai melhorar as performances nas regulações nos seus respetivos países.  

ANG/CP/ÂC/SG


Saúde visual


“A Guiné-Bissau ficará livre de tracoma até  2020”, diz Coordenador de Saúde de Visão 

Bissau, 18 Mai 18 (ANG) – O Coordenador do Programa Nacional de Saúde de Visão na Guiné-Bissau (PNSV), garantiu hoje que até 2020, a Guiné-Bissau estará livre da problemática do flagelo “Tracoma” que nos últimos anos tem afectado “bastante” a sociedade guineense.

Em entrevista exclusiva à Agência de Notícias da Guiné (ANG), Meno Na Bicassa revelou que a luta contra “Tracoma” na Guiné-Bissau está numa posição muito privilegiada.

“Em todas as saídas que fizemos, constatamos no terreno que, de facto, reduziu-se bastante o número de casos de tracoma no país.Em todas as regiões temos os nossos técnicos que semanalmente estão no terreno para analisar os pacientes que ainda se deparam com esta situação”, revelou o médico.

Na Bicassa acrescentou  que na cada operação realizada pelos técnicos de visão em diferentes regiões do país, os pacientes diagnosticados com o problema de tracoma ou seja com cabelo nos olhos, são operados no terreno como forma de não permitir que os seus olhos venham a piorar com o decorrer do tempo.

Quanto a problemática de “Catarata” nos olhos, aquele técnico sustentou que o país não tem um programa fixo para a campanha ou controlo desta doença.

“Todas as campanhas realizadas no país, provem da iniciativa de alguns “ONG,s” estrangeiras que por vezes manifestam livremente a intenção de vir apoiar o Ministério de Saúde na cura da doença, ou então o mesmo acontece nos acordos de parceria que assinamos com os nossos parceiros”, declarou Meno Na Bicassa.

Realçou ainda que a Embaixada da República Popular da China, através do seu governo, irá, a partir de Julho, disponibilizar técnicos , com o propósito de apoiar voluntariamente no tratamento de Catarata, no âmbito de uma parceria   com o Ministério de Saúde Pública da Guiné-Bissau. 

ANG/LLA/ÂC/SG
               

Granja de Pessubé


Mulheres horticultoras pedem  reservatório de água para irrigação

Bissau, 22 Mai 18 (ANG) – As mulheres horticultoras de Granja de Pessubé necessitam de  mais reservatório de água para irrigação das suas hortas.

Em auscultação feita hoje pela ANG, Linda Caetano, Avelina Oliveira Camala e Cristina Mango foram unânimes em queixar-se  de falta de água tendo em conta que o painel solar do projecto Cintura Verde que alimenta o depósito de água não consegue cobrir todas as áreas cultivadas.

A horticultora Linda Caetano disse que se debatem com grande dificuldade nos seus trabalhos, por  falta de água, não obstante o apoio em painéis solar para bombear a água para regar as hortaliças, que entretanto não produz a quantidade suficiente.

Linda Caetano explicou ainda que não têm regadores e adubos suficientes .
Avelina Oliveira Camala disse que, para além do problema de água as sementes que usam são compradas nos países vizinhos, frisando que quando não há água potável recorrem aos poços que muitas das vezes ficam distantes dos canteiros.

 O roubo dos seus produtos é outro problema com que essas mulheres se deparam, razão pela qual pedem a protecão do estado.

 Cristina Mango confessou que têm recebido  apoios de algumas organizações, como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura (FAO) que lhes oferecem regadores e construíram um mercado para a venda das hortaliças.

Disse entretanto que se deparam com muitas dificuldades no que se refere a conservação dos  seus produtos, nomeadamente alface, couve, salsa e outros que se estragam facilmente, frisando que precisam de meios sofisticados de conservação de longo prazo.

Ela pediu  ao governo para vedar o espaço onde cultivam as hortaliças a fim de proteger os seus produtos de gatunos.

Querem ainda que o Governo lhes disponibilize mais produtos de pulverização para impedir que as pragas destroem as hortaliças, porque os que elas usam são tóxicos e podem ser prejudiciais para a saúde.

ANG/JD/DMG/ÂC/SG