terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Quadra festiva/Secretário-geral da ACOBES recomenda maior atenção aos prazos de validade dos produtos alimentícios

Bissau, 29 Dez 20 (ANG) – O secretário-geral da Associação de Consumidores de Bens e Serviços (ACOBES ) recomendou hoje aos consumidores maior atenção aos prazos de validade dos produtos alimentares neste período de quadra festiva.

Bambo Sanhá que falava à ANG  sobre a proliferação de produtos alimentícios nos mercados  de Bissau disse que neste período festivo  todo o cuidado é pouco, uma vez que há muita afluência e procura de produtos para  atender necessidades das famílias e que nem tudo o que se vende é bom para o  consumo humano.

"Estamos a falar de qualidade de produtos porque estamos num  momento em toda a variedade de produtos são colocada no mercado para ludibriar a  atenção dos consumidores, o que é muito grave.  O consumidor tem de estar muito atento à qualquer produto”, avisou.

Acrescentou  que, antes de comprar um determinado produto deve-se  ver a data de validade e as condições de conservação dos mesmos, porque os produtos podem ter  prazos determinados   de validade aceitáveis e se encontrarem em mau estado de conservação, por conseguinte, impróprio para consumo humano.

Relativamente aos  produtos congelados importados, Bambo Sanhá sugere que, em caso de dúvidas sobre a origem desses congelados que se opte por peixes frescos.

"É mais saudável consumir nossos peixes do que consumir produtos congelados importados. Devemos comprar as nossas galinhas e preparar do jeito que queremos isso tem mais garantia. E as carnes que são comercializadas no mercado se não têm carimbo dos Serviços Veterinários não devemos comprá-la porque   não terá passado pela inspeção”, disse aquele  responsável da organização de defesa dos consumidores.

Sanhá apela ao  governo para  controlar os preços dos produtos de primeira necessidade no mercado porque,  no seu entender, a vida dos cidadãos tem que estar de acordo com seu poder de compra para poder ter qualidade de vida, tendo acrescentado que o comercio livre não é sinónimo de preço livre.

"É responsabilidade do governo reduzir a pobreza no seio da população. Se o preço não está a corresponder com o poder de compra da população é porque estamos a aumentar a crise e pobreza no seio da população. O
governo não pode aceitar isso  porque é seu dever defender as as pessoas mais vulneráveis,” disse. ANG/MI/ÂC//SG                        .

     

Saneamento/Presidente da CMB reconhece o perigo de água parada na retunda de Chapa de Bissau

Bissau, 29 Dez 20 (ANG) – O Presidente da Câmara Municipal de Bissau(CMB) reconheceu o perigo que a água parada na berma da estrada, concretamente na   retunda de Chapa de Bissau, representa para a vida humana, noticiou a rádio Sol Mansi.

Luís Enchama que falava esta segunda-feira após a sua visita àquela zona comercial prometeu diligenciar para se retirar todos os vendedores naquele sítio, dentro de uma semana.

“Não é normal as águas de fossas  desabarem na estrada, ainda por cima na maior avenida do país”, criticou,  acrescentando que o director do Saneamento Básico da Câmara lhe informou que algum canal ficou entupida com a atual obra em execução pela empresa AREZKI.

Entchama disse que vai pedir para a empresa faça a correção necessária antes de fim da obra.

Aquele responsável manifestou a sua insatisfação quanto aos  lixos nos arredores de Chapa de Bissau até a Avenida Macky Sall, tendo advertido que por causa da quadra festiva vão deixar as pessoas comercializar seus produtos, mas que até ao dia 3 de Janeiro próximo todos  devem abandonar a zona.ANG/JD/ÂC//SG

 

 

ONU/Guterres pede ao mundo para fazer as pazes para que 2021 seja ano de cura

Bissau,, 29 Dez 20 (ANG) – O secretário-geral da ONU apelou hoje ao mundo para que faça as pazes entre si e com a natureza, para que 2021 seja um ano de cura, tanto em relação à covid-19 como às mudanças climáticas.

“Façamos juntos as pazes entre nós e com a natureza para enfrentar a crise climática, impedir a disseminação da covid-19 e fazer de 2021 um ano de cura”, afirmou António Guterres, numa mensagem de Ano Novo, divulgada hoje através de vídeo.

Segundo o secretário-geral, a ambição central das Nações Unidas para 2021 é “construir uma coligação global em prol da neutralidade de carbono até 2050”.

“Cada governo, cidade, empresa e indivíduo pode contribuir para a concretização desta visão”, disse.

Admitindo que 2020 “foi um ano de provações, tragédias e lágrimas” e que a covid-19 virou a vida das pessoas “do avesso e mergulhou o mundo em sofrimento e tristeza”, o secretário-geral das Nações Unidas lembrou que o ano também ensinou a ter esperança.

“Tanto a mudança climática como a pandemia da covid-19 são crises que só podem ser enfrentadas por todos nós, juntos, como parte de uma transição para um futuro inclusivo e sustentável”, afirmou.

E, embora se tenham perdido “muitos entes queridos” e a pandemia continue a alastrar-se, o novo ano traz “raios de esperança”, sublinhou.

Ao mesmo tempo que se vê “a pobreza, as desigualdades e a fome a aumentar”, também se encontram “pessoas a estenderem a mão a vizinhos e estranhos”, disse.

“Embora os empregos estejam a desaparecer e as dívidas a subir”, “as crianças enfrentem dificuldades” e “a violência em casa esteja a aumentar”, Guterres lembra que 2020 mostrou “trabalhadores na linha da frente a darem tudo o que têm” e “cientistas a desenvolverem vacinas em tempo recorde” ou “países a assumirem novos compromissos para prevenir a catástrofe climática”.

Um “ano difícil” que deixou uma lição, adiantou Guterres: “se trabalharmos juntos, em união e solidariedade, esses raios de esperança podem chegar a todo o mundo”.

Para o secretário-geral das Nações Unidas, 2021 deve servir para “curar o impacto de um vírus mortal, curar economias e sociedades destruídas, curar divisões e começar a curar o planeta”. ANG/Inforpress/Lusa

 

 

      Quadra festiva/ Citadinos de Bissau lamentam falta de poder de compra

Bissau, 29 Dez 20  (ANG) - Os  citadinos de Bissau foram unânimes no lamento  de  falta de poder compra neste período de quadra festiva de Natal e  Novo Ano, por falta  de meios financeiros.

Numa auscultação feita pela Agência de Notícia da Guiné(ANG) esta terça-feira, os referidos citadinos manifestaram os seus desagrados com a situação de crise financeira que, segundo eles, está associada à pandemia mundial de Covid-19.

A Estudante Mata Djaló, disse que realmente existe dificuldade financeira, razão pela qual muitos não poderão adquirir algo para festejar como de costume, tendo sublinhado que para ela o importante é ter saúde e que o resto deixará nas mãos de Deus e do destino.

Recomenda  ao povo guineense a evitar  aglomerações neste período de quadra festiva, de modo à se evitar mais casos de Covid-19 no país, uma vez que nos outros países os casos estão a aumentar cada vez mais, prejudicando o bem-estar social.

Por sua vez, o funcionário de um dos hotéis da capital, Hélio Mendonça Sanca, disse que a festa de Natal correu-lhe de forma normal. Disse que enquanto funcionário do setor privado recebeu, a tempo, o seu salário mas que o partilhou  com mais gente da família, o que terá impossibilitado que se faça muita coisa.

 “Na verdade, a Guiné-Bissau está a viver um momento de limitações,  que de certo modo foi provocado pela  pandemia de Covid-19 que abalou o mundo nos últimos tempos. A doença limitou as cooperações entre os países, o que reflectiu negativamente no progresso da sociedade guineense em geral”,  considerou Hélio Mendonça Sanca.

Dina Mendonça, vendedeira de diferentes tipos de vinho reconheceu  que a situação do país não é das melhores devido a muitas dificuldades que acabam por condicionar o poder de compra e, consequente, dar prejuízos aos vendedores.

“Eu costumava vender muito no período da quadra festiva, mas este ano o negócio não correu nada bem, porque muitos lamentam falta do dinheiro para adquirir algo”, disse Dina Mendonça.

Mário Martins, funcionário público disse que, apesar de ter recebido o seu salário, acabou por ficar quase sem nada devido a insuficiência do dinheiro para cobrir as despesas da família.


Martins também afirmou que, este ano, muitos não estão em condições de realizar o festejo habitual, devido a
 crise que abalou o mundo, acrescentado que na Guiné-Bissau, a maioria dos funcionários públicos costumava dar voltas para cobrir as despesas da família, mas que com a situação de Covid-19, muitas vias de acesso ao dinheiro foram encerradas ou suspensas o que acabou por aumentar as dificuldades verificadas nesta quadra festiva.ANG/AALS/ÂC//SG

 

 

    C. Social/50 jornalistas mortos em 2020 sobretudo em países não em guerra

Bissau, 29 Dez 20 (ANG) - A ong Repórteres sem Fronteiras - RSF revelou esta terça-feira que  50 jornalistas foram mortos em 2020 no exercício da sua profissão, sobretudo em países considerados em paz e durante manifestações.

Trata-se de um número  estável em comparação com os 53 casos registados em 2019, mas, segundo a ONG, preocupante, pois 34 jornalistas foram mortos em países oficialmente não em guerra, casos do México (8), Índia (4), Paquistão (4), Filipinas (3) e Honduras (3).

O documento da ong Repórteres sem Fronteiras - RSF - divulgado nesta terça-feira, 29 de dezembro, é a segunda parte do relatório anual desta organização, depois da publicação, a 14 de dezembro, do levantamento de 367 jornalistas detidos desde janeiro, com destaque para o aumento de 35% do número de mulheres jornalistas detidas arbitrariamente, bem como o aumento das violações de liberdade de imprensa, devido às leis de excepção ou medidas de emergência adoptadas devido à pandemia da Covid-19.

Em 2016, 58% dos jornalistas assassinados foram mortos em zonas de conflito, mas em 2020, cerca de dois terços das mortes de profissionais (68%) ocorreram em países "ditos em paz" e a proporção de jornalistas mortos em países em guerra como na Síria e no Iémen, ou assolados por conflitos de baixa ou média intensidade casos do Afeganistão e do Iraque é de 32%, segundo a RSF.

Entre 1 de janeiro e 15 de dezembro de 2020, apesar da redução de reportagens devido às restrições impostas pela pandemia da Covid-19, de todos os jornalistas mortos, 84% foram deliberadamente alvejados e assassinados, contra 63% em 2019.

Parte desses crimes ocorreu em condições particularmente bárbaras e sórdidas, com destaque para o México e a Índia, onde jornalistas foram decapitados, esquartejados ou mortos à facada, sendo que os jornalistas de investigação são particularmente visados, 10 dentre eles foram "deliberadamente eliminados" pelas suas investigações em casos de corrupção e desvio de fundos públicos, 4 por inquéritos sobre máfia e crime organizado e 3 outros por investigação sobre temas ligados a questões de meio-ambiente, pode ler-se no relatório.

Mas a RSF releva um fenómeno novo ocorrido em 2020: sete repórteres foram mortos enquanto cobriam protestos, 4 no Iraque, 2 na Nigéria e 1 na Colômbia.

No México, o jornalista Julio Valdivia Rodríguez, que trabalhava para o diário El Mundo, foi encontrado decapitado no estado de Veracruz e o seu colega Víctor Fernando Álvarez Chávez, redactor-chefe do site de notícias local Punto x Punto Noticias, foi esquartejado em Acapulco.

Na Índia, o repórter Rakesh Singh “Nirbhik”, do diário Rashtriya Swaroop, foi queimado vivo, depois de ser borrifado com uma solução alcoólica altamente inflamável, enquanto Isravel Moses, correspondente de uma estação de televisão do estado de Tamil Nadu (sul), foi esfaqueado e não resistiu aos ferimentos.

No Iraque, que enfrenta há pouco mais de um ano um movimento popular a favor de reformas e contra a corrupção no governo, três jornalistas foram baleados na cabeça por homens armados não identificados, quando faziam a cobertura dos protestos e um quarto profissional morreu no Curdistão enquanto tentava escapar dos confrontos que opunham polícias e manifestantes. Casos semelhantes ocorreram na Nigéria e na Colômbia.

No Irão, segundo a RSF, o "carrasco" dos jornalistas é o próprio Estado.

A 12 de dezembro passado, a execução por enforcamento do jornalista Rouhollah Zam, condenado à morte após um julgamento apontado como injusto, chocou o mundo, pois "apesar de o Irão ainda adoptar a pena de morte, há 30 anos que nenhum jornalista era vítima de um tal castigo arcaico e bárbaro", cita o documento.

A violência mundial continua a atingir os jornalistas”, lamenta o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire e grande parte do público considera que os jornalistas são vítimas dos riscos da profissão, embora sejam cada vez mais agredidos quando investigam ou fazem reportagens sobre assuntos delicados. "O que está fragilizado é o direito à informação, que é um direito de todos os seres humanos”, declara Deloire.

A Federação Internacional de Jornalismo contabilizou 2.658 jornalistas mortos desde 1990.

Em MoçambiqueIbraimo Abú Mbaruco, jornalista e locutor da rádio comunitária de Palma, em Cabo Delgado, no norte do país, desaparecido desde 7 de abril de 2020 é um dos 4 jornalistas cujo desaparecimento é apontado pela RSF em 2020. ANG/RFI

 

 

Quadra Festiva de Natal/”Comissariado Nacional da POP regista um homicídio e um suicídio e 17 casos de agressões físicas  

Bissau,29 Dez 20(ANG) – O Comissário Nacional da Polícia de Ordem Pública afirmou que durante as  celebrações de Natal foram registadas um caso de  homicídio, um de suicídio e   17 casos de agressão física.

Tomás Djassi, em conferência de imprensa sobre o balanço das celebrações de Natal, realizada esta terça-feira , disse que o  caso de homicídio aconteceu no dia 25 , no sector de Falacunda, quando um cidadão guineense, de 72 anos, que se encontrava no seu campo de cultivo foi baleado com  calibre 12.

Segundo o Comissário Tomás o caso está a ser investigado pela  POP, para a detenção do  presumível autor  do crime.

O  suicídio, por enforcamento com corda, de um cidadão de 53 anos, ocorreu na ilha de Pecixe, região de Cacheu.

Aquele responsável policial disse que uma outra situação de agressão ocorrida no dia 25(Natal), em Bissau, envolveu  um cidadão nacional que foi atingido por um tiro de pistola “tipo makarov”, tendo o autor do disparo assumido a  evacuação da vítima para  tratamento médico especializado em Ziguinchor, no Senegal. O processo sobre este caso já foi remetido ao   Ministério Público.

Segundo o  Comissário Nacional da POP foram, no total, registados durante a quadra festiva de Natal, 17  casos de agressão física, 1 de homicídio, 1 de suicídio, 2 de consumo de droga liamba, 4 de furto, 1 de ameaça de morte, 3 de abuso de confiança, 2 de abuso sexual, 1 de participação em furto e 2 de ofensas corporais.

Em relação à  acidentes de viação, Tomás Djassi disse que foi registado, em oito acidentes de viação,1 morto, dois feridos graves e dois ligeiros.ANG/ÂC//SG

 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara.Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Mídia/ América Latina e Ásia tiveram maior número de jornalistas assassinados este ano

Bissau, 28 Dez 20 (ANG) - A Unesco repudiou os assassinatos de jornalistas em todo o mundo, um total de 59 só  este ano, e as  regiões da América Latina e Caribe e da Ásia-Pacífico foram responsáveis pela maioria dos crimes com 22 mortes cada. 

Dentre as vítimas estão quatro mulheres. 

Em segundo lugar aparecem os países árabes, onde nove jornalistas perderam a vida. Na África, foram seis mortes este ano. 

Segundo a Unesco, 2020 registrou dois assassinatos a mais que no ano passado. Em 2018, 99 profissionais foram mortos num dos anos mais fatais da última década, na qual foram notificados 888 assassinatos. 

A diretora-geral da Unesco, Audrey Auzolay, disse que todos puderam ver a forma sem precedentes da relevância do jornalismo para as democracias e a proteção dos direitos humanos.  

Ao mesmo tempo, a  pandemia afetou a liberdade de imprensa em todo o mundo. Para ela, a proteção do jornalismo é a proteção da verdade. 

No relatório da Unesco sobre Segurança de Jornalistas e o Risco da Impunidade, divulgado em 2 de novembro, é possível detectar os padrões de assassinatos dos profissionais do setor nos últimos dois anos. 

Em média, na última década, um jornalista foi morto a cada quatro dias no mundo. O documento mostra ainda que a impunidade continua prevalecendo. 

As condições de trabalho dos profissionais são motivo de preocupação. Os casos de assédio seguem aumentando e ataques não-letais.  

Este ano, jornalistas que trabalharam informando sobre protestos como “Vidas Negras Importam” ou outras demonstrações enfrentaram riscos e perigos. 

Entre janeiro e junho deste ano, os profissionais foram atacados em 125 protestos em 65 países.

A Unesco também está preocupada com a segurança das mulheres, alvo de ataques na internet, e que são baseados também em violência de gênero. 

Para compreender melhor o problema, a agência da ONU lançou uma pesquisa global com o Centro Internacional para Jornalistas, Icfj na sigla em inglês. 

Dados preliminares indicam que 73% das jornalistas, que responderam, afirmaram ter sofrido violência na internet por causa do trabalho. E 20% disseram que o assédio online se transformou em ataques e abusos fora da internet. 

A pandemia da Covid-19 só piorou os desafios para os profissionais da mídia este ano. Com a perda de anúncios, muitos veículos estão ameaçados agravando o já precário ambiente de trabalho no setor. 

Em muitos países, legislações e medidas de emergência contra a pandemia serviram de álibi para restringir a liberdade de imprensa e expressão.  

Muitos jornalistas foram perseguidos ao exporem as falhas das autoridades na resposta à crise da Covid-19. ANG/ONU NEWS

 

 

Comunicação social/“Daqui à uma semana a RDN  vai assegurar a cobertura nacional do país”, diz seu Director-geral  

Bissau, 28 Dez 20 (ANG) - O Diretor-geral da Radiodifusão Nacional(RDN), garantiu esta segunda-feira que as emissões da instituição que dirige farão  uma cobertura nacional do país no prazo de uma semana, de modo à cumprir com o seu verdadeiro objetivo que é de  atingir todo o canto do país e figurar-se na primeira posição na categoria das rádios.

A revelação foi feita pelo Mama Saliu Sané, em declarações exclusivas à Agência de Notícias da Guiné(ANG), em jeito de  balanço das actividades levadas a cabo  ao longo  de 2020, e as perspectivas para 2021.

“Neste preciso momento, a RDN já tem 80 por cento da cobertura nacional, garantida porque consegue assegurar a zona Sul e Norte do país. O único problema está ainda na zona Leste, mas será solucionada brevemente de modo a conseguirmos uma cobertura integral, nacional e com eficiência à partir do estudo de Bissau”, prometeu .

Mama Saliu Sané adiantou  que uma equipa técnica estará em Gabú ainda hoje para montar o terceiro emissor, que terá a capacidade de 2 mil kilowats. Tendo acrescentado que isso permitirá uma sintonia perfeita na cidade de Bafatá.

“A cidade de Bafatá era  a única zona  que dificultava a cobertura nacional, mas com o emissor de Gabú, o problema de Bafatá será resolvido, deste jeito passaremos a cobrir o território nacional”, explicou aquele responsável.

No que concerne as suas dificuldades, o Director-geral da Rádio Nacional disse  que actualmente estão a funcionar apenas com um carro, e que se encontra  em péssimas condições.

Disse que ele, enquanto diretor, não dispõe de viatura de função e que tem estado a usar a sua viatura particular em serviços da rádio.

Sané disse que a RDN está limitada em quase tudo e revelou que o actual governo  disponibilizou cerca de 28 milhões de francos CFA para a compra de emissores, razão pela qual a Guiné-Bissau passará a ter brevemente  uma Rádio Nacional com  cobertura nacional.

“Os referidos 28 milhões disponibilizados pelo governo para a compra dos emissores é um bom gesto, só que não resolve nem metade dos problemas com que a RDN se depara de momento. Devemos ter meios para funcionar como deve ser ou seja esta rádio deve ser digno do seu nome, não deve ser comparada com as rádios privadas, uma vez que é a máquina do Estado”, considerou Mama Saliu.

Acrescentou que o papel de equipar os órgãos público de informação é da competência exclusiva do Estado e que os orgãos privados têm os seus proprietários ao contrário dos órgãos públicos que só têm Estado para resolver os seus problemas.

Por outro lado, Mama Saliu Sané disse que perspectivam ter uma nova grelha programática a partir de Janeiro de 2021. Disse que querem também recuperar o site da Rádio Nacional, passar a funcionar  24 sobre 24 horas, e que tudo isso dependerá dos meios necessários para concretização dessas perspectivas.

A nova grelha programática prevista centrará em uma rádio com mais intervenções, menos música, mais debates, mais reportagens.

Segundo Sané, a semelhança de outras rádios a RDN também pretende ter  correspondentes em todas as regiões do país, e quer estar em todas as  plataformas digitais para ser vista e ouvida em toda a parte do mundo.

Mama Saliu Sané disse ser sua ambição melhorar as condições de trabalho  e de funcionamento da rádio pública , uma vez que existe  colaboração do Estado para o efeito.

Recomenda ao governo da Guiné-Bissau mais investimentos nos órgãos públicos de informação de modo a poder exigir melhor qualidade ao servíço prestado.ANG/AALS/ÂC//SG

 

Comunicação social/”2020 foi ano em que  funcionários do Jornal Nô Pintcha se revelaram mais profissionais", diz o director-geral

Bissau, 28 Dez 20 (ANG) – O director geral do Jornal Nô pintcha afirmou que 2020 é o ano em que os funcionários da casa se revelaram mais profissionais, mais dinâmicos e com vontade de trabalhar porque, apesar de restrições sanitárias, o jornal consegue sair sempre no dia e na hora todas as quintas-feiras.

Abduramane Djaló falava à Agência de Noticias da Guiné(ANG) esta segunda-feira em entrevista exclusiva de balanço das actividades levadas a cabo durante  2020 e as perspectivas deste órgão do Estado para 2021.

Disse que, 2020 foi um ano difícil em que o mundo foi atingido pela pandemia de coronavírus  e que  o impacto da covid-19 fez-se sentir em todos os sectores, sem excepção da comunicação social, realçando  que, apesar de tudo, conseguiram manter a versão online do jornal actualizada todos os dias com mais pessoas a visitar e ler o jornal.

"Neste ano de 2020 retemos como nota de balanço, a parceria com alguns Ministérios aos quais fornecemos regularmente  jornais em contra partida das informações que nos dão, e ainda neste ano 2020 que está a terminar conseguimos percorrer todas as regiões para efeitos de reportagens. Com isso queremos fazer que o jornal  Nô pintcha seja feito de fora para dentro e não de dentro para fora, o que quer dizer, o povo a falar e não nós a falar do povo", explicou Djaló.

Disse ainda que, neste ano, conseguiram fazer reportagens em todas as regiões da Guiné-Bissau e em todos os sectores, desde a agricultura, economia, saneamento, saúde, política, dando espaço à pessoas para falarem das suas dificuldades e desafios.

Para 2021 que se aproxima, o director do Jornal Nô Pintcha perspectiva continuar com o perfil de jornalismo que pratica neste momento e descentralizar um pouco suas acções para o interior do país com seus repórteres enquanto não tem correspondes, que conta ter ainda no decurso de  2021, em todas as localidades.

De acordo com aquele responsável, o Jornal Nô pintcha para 2021 contará com a novidade de ter pontos focais em principais comunidades sediadas no mundo, ou seja um repórter em Lisboa, França e Dakar para reportar tudo sobre situação da vida dos emigrantes na diáspora.

"Vamos ter ainda uma banca para venda de jornais na baixa de Bissau e em cada capital regional teremos um sitio para vender jornal, nomeadamente em Bafatá, Gabú, Catió, Bolama, Farim, Quinhamel, Bissorã e Buba. Além das pessoas terem acesso ao jornal online vão ter oportunidade de  comprar jornal impresso. Esta é uma novidade que vamos ter em 2021. Felizmente vamos terminar o ano sem dívida de subsídio interno com o pessoal”, disse.

Djaló afirmou que o semanário Nô Pintcha vai marchando com seu próprio recurso sem ajuda do governo ou organismos internacionais, acrescentando que há sinais visíveis no jornal, não apenas de restauração a nível de direcção mas também da própria configuração do jornal, na forma como  é feito, com mais páginas e artigos.

Para Abduramane Djaló  ainda falta muito, desde a página internacional que considera de fundamental e uma página que é típica do jornal Nô Pintcha entretenimento, palavras cruzadas, porque, segundo disse, a diversão na imprensa é alma do jornalismo, pelo que há pessoas que compram jornal só para se divertir e não para ler.

Djaló ainda disse que o jornal Nô pintcha  tem escassez em termos de recursos humanos nomeadamente jornalistas na redacção, uma pessoa na paginação e na distribuição e para vendas também faltam pessoas. Disse estar convicto de que com a promessa do governo de admissão de mais pessoas através de concurso interno, o jornal vai superar estas lacunas.

 O Jornal Nô Pintcha foi fundado em Março de 1975, chegou de ser trissemanáriode informação geral. Conta actualmente com  13 jornalistas, entre as quais duas mulheres. ANG/MI/ÂC//SG

     

 

         

Segurança/Ministro do Interior entrega uma viatura e cinco motorizadas ao Departamento da Investigação Criminal

Bissau,28 Dez 20(ANG) – O ministro do Interior procedeu hoje a entrega de uma viatura dupla cabine e cinco motorizadas ao Departamento de Informação Policial e Investigação Criminal(DIPIC), daquela instituição.


Na ocasião, Botche Candé afirmou que as motorizadas foram doadas ao Ministério do Interior da Guiné-Bissau pela sua congénere da Gâmbia, aquando da sua recente visita àquele país, enquanto que a viatura foi adquirida com  fundos do ministério, num montante que preferiu não  revelar.

“Estes meios de locomoção vão nos permitir combater todos os males que afectam a nossa sociedade, deste o tráfico de drogas, entre outros”, disse.

O ministro do Interior disse que o Departamento da Investigação Criminal dispõe de quadros competentes para  fazer face à todos os males que afectam a sociedade, mas que estão limitados em termos de meios materiais.

Acrescentou que agora, com o apoio dos países amigos, essas dificuldades estão a ser colmatadas aos poucos, com intuito de dotar a sua instituição de capacidades operacionais para lavar o mau nome do país de todas as práticas ilícitas detestadas pelo mundo.

Botche Candé aproveitou a ocasião para enaltecer o que diz ser “bom trabalho” que as Forças de Ordem estão a levar a cabo nesta quadra festiva de Natal e Ano Novo, em termos de protecção dos cidadãos e dos seus meios de uso pessoal nas vias públicas.

Apelou aos responsáveis das Forças de Ordem e da Guarda Nacional no sentido de redobrarem ainda mais esforços para para, de facto, haja duradoura tranquilidade para as populações.ANG/ÂC//SG  

                  Covid-19/Mais de 80 milhões de casos em todo o mundo

 

Bissau, 28 Dez 20 (ANG) – Mais de 80 milhões de casos de infecção com o novo coronavírus, incluindo 1,76 milhões de mortes, foram registados em todo o mundo desde o início da pandemia, há um ano, de acordo com uma contagem efectuada pela AFP.

Segundo os dados fornecidos pelas autoridades de saúde à AFP às 08:00 TMG (mesma hora em Lisboa), foram registados um total de 80.145.185 casos e 1.756.060 mortes. Na semana passada, foram contados em média 580.000 casos por dia.

A Europa é a região mais afectada do mundo. Na sexta-feira, passou a marca dos 25 milhões, com 546.000 mortes.

Em detalhe, os países com o maior número de infecções são os Estados Unidos (18.945.149 casos, 331.916 mortes), Índia (10.169.118 casos, 147.343 mortes), Brasil (7.465.806 casos, 190.795 óbitos), Rússia (3.050.248 infecções, 54.778 mortos) e França (2.550.864 casos, 62.573 vítimas mortais).

A segunda região mais afetada depois da Europa é os Estados Unidos/Canadá com 346.636 mortes em 19.479.293 casos.

Seguem-se a América Latina e as Caraíbas com 15.139.712 casos e 496.524 mortes, a Ásia (13.670.958 casos, 215.100 mortes), o Médio Oriente (3.887.085 infetados, 88.611 óbitos), África (2.640.778 casos, 62.234 vítimas mortais) e Oceânia (30.919 casos e 944 mortes).Inforpress/Fim

 

Moçambique/ONU alerta para situação humanitária “extremamente crítica” em Cabo Delgado

Bissau, 28 Dez 20 (ANG) – A coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique descreveu hoje a situação humanitária em Cabo Delgado como “extremamente crítica”, apontando o abrigo e alimentação como as principais necessidades das populações deslocadas devido à violência armada.

“A situação dos deslocados e das comunidades acolhedoras é extremamente crítica. Estamos muito preocupados, há várias crianças com clara evidência de subnutrição, há falta de abrigo e água tratada”, disse Myrta Kaulard, em entrevista à Lusa, em Maputo.

Para fazer face às necessidades das populações afectadas, a ONU lançou, na última semana, um apelo de 254 milhões de dólares (208 milhões de euros), um montante que visa responder às necessidade de 1,1 milhões de pessoas durante o próximo ano, incluindo os que se refugiaram nas províncias de Niassa e Nampula, vizinhas de Cabo Delgado.

“As necessidades estão a aumentar, começámos o ano de 2020 com 90 mil deslocados e agora temos mais de meio milhão”, lamentou Myrta Kaulard.

A segurança alimentar e o abrigo estão entre os principais pontos de destaque no plano de assistência da ONU, com uma verba de 136 milhões de dólares (111 milhões de euros) e 28 milhões de dólares (23 milhões de euros), respectivamente, de um total de 254 milhões de dólares necessários.

Em Junho, a ONU lançou um apelo e conseguiu mobilizar 43,5 milhões de dólares (35 milhões de euros), acima dos 35,5 milhões de dólares (30 milhões de euros) que haviam sido solicitados, para o plano de resposta rápida em Cabo Delgado.

“A comunidade internacional respondeu muito bem ao nosso apelo de Junho e conseguimos assistir perto de 400 mil pessoas. Mas agora a situação está pior e mesmo neste momento que estamos a falar, temos pessoas que estão a fugir das zonas onde vivem, das suas aldeias”, observou Myrta Kaulard, acrescentando que a pressão é maior agora porque, devido à crise provocada pela covid-19, a comunidade internacional tem poucos recursos.

“Estamos muito preocupados porque esta situação pode provocar mais pressão e tensões entre as comunidades acolhedoras e as deslocadas. A situação é mais complicada particularmente para os jovens, que podem ficar mais vulneráveis a discursos e a manipulações dos próprios terroristas”, declarou a coordenadora.

A violência armada em Cabo Delgado, onde se desenvolve o maior investimento multinacional privado de África, para a exploração de gás natural, está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil deslocados, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.

Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo fundamentalista Estado Islâmico desde 2019.ANG/Inforpress/Lusa

 

COVID-19/Banco Mundial lança boletim sobre  impacto da pandemia no bem-estar do agregado familiar na Guiné-Bissau

Bissau, 28 Dez 20 (ANG) - O rendimento das empresas familiares, as transferências nacionais e internacionais foram particularmente afetadas desde março de 2020 e uma em cada duas famílias foi afetada pelo aumento dos preços dos principais produtos alimentares consumidos, revela um inquérito do Banco Mundial sobre o impacto da Covid-19 sobre o bem-estar do agregado familiar na Guiné-Bissau.

Essas revelações constam no primeiro Boletim  intitulado “Conhecimento de Covid-19 e Prevenção, Emprego e perda de Rendimento, lançado recentemente pelo Banco Mundial e realizado pelo Instituto Nacional de Estatística(INE)cuja cópia foi enviada à ANG.

O documento indica que 40% dos agregados familiares tiveram a necessidade de receber algum tipo de auxílio  de instituições públicas e privadas.

Segundo esse boletim, uma subamostra de 720 famílias do Inquérito Harmonizado sobre as Condições de Vida dos agregados Familiares (EHCVM 2019) foi entrevistada por telefone entre Outubro e Novembro de 2020. E refere que os resultados são representativos a nível nacional.

“Quase todas (99,8%) das famílias já ouviram falar de covid-19. Da mesma forma, todas essas famílias são alertadas sobre pelo menos um gesto de barreira para se proteger contra a contaminação com o coronavírus.

 Lavar as mãos, usar desinfetante, evitar cumprimentos físicos e usar máscara e luvas, entretanto, são as medidas mais conhecidas pelas famílias”, refere o documento que acrescenta que, além disso, quase todos os agregados familiares consideram que aplicam a lavagem regular das mãos e evitam o contacto físico e aglomerações diariamente.

 Quanto ao emprego, os  resultados do inquérito
revelam que quase um em cada quatro chefes de família que trabalhavam antes de março de 2020 (24%) parou de trabalhar depois de março de 2020, e   os chefes de família citam principalmente o trabalho sazonal como motivo para essa paragem (44%).

A Covid 19 é citada por 32% dos chefes de família como uma razão potencialmente ligada à interrupção do trabalho..

 As principais fontes de rendimento informadas pelas famílias consistem em rendimentos de empresas familiares agrícolas (70% das famílias), e não agrícolas (55%), rendimentos de membros assalariados (34%), transferências estrangeiras (14%) e nacionais (11%).

“Uma parte significativa das famílias tem enfrentado uma redução no seu rendimento geral desde março de 2020. Em particular, o rendimento das empresas familiares, as transferências nacionais e estrangeiras foram particularmente afetadas, uma vez que cerca de 80% dos agregados familiares beneficiados com estes rendimentos estimam que tenham diminuído desde março de 2020”, lê-se no boletim.

 No geral, diz o documento, as famílias não enfrentaram problemas significativos no acesso a alimentos básicos. Arroz local de Bolanha e carne bovina, no entanto, continuam sendo os produtos menos acessíveis ao maior número de famílias. Os agregados que não tiveram acesso aos alimentos básicos podem ser explicados principalmente pelo aumento dos preços (25%) e pela falta de estoque nas lojas (18%).

Em cada três de quatro agregados familiares (75%), pelo menos um membro procurou atendimento médico desde março de 2020. Destes agregados, 10% não conseguiram ter acesso. Essa tendência varia significativamente dependendo se o agregado tem ou não cobertura universal de saúde (10% para aqueles que não têm contra 0% para aqueles que têm). Cerca de 85% das famílias que não tiveram acesso aos cuidados médicos apesar de necessitarem citam a falta de dinheiro como o principal motivo.

Desde o encerramento das escolas, 50% dos agregados familiares com um membro que frequenta a escola, realizam atividades educativas em casa, 13% mantêm contato com professores e apenas 10% realizam atividades educativas e com professores . Além disso, mesmo em agregados familiares onde os membros praticam uma atividade educacional, a tutoria com outro membro do agregado é a prática mais comum (49%).

Um em cada dois agregados familiares afirma ter sido afetado pelo aumento dos preços dos principais produtos alimentares consumidos. Para lidar com isso, as famílias reduziram principalmente o seu consumo.

40% dos agregados familiares receberam alguma assistência de instituições: Em particular, 32% dos agregados familiares relataram ter recebido doações de alimentos, 13% transferências em espécie não alimentares e 6% transferências diretas de dinheiro.

O principal provedor de doações em espécie é o governo (61%). ANG//SG

 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara.Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Segurança/Polícia de Intervenção Rápida e Guarda Nacional beneficiam de 10 viaturas de patrulhamento

Bissau,24 Dez 20(ANG) –  O Ministério do Interior através do Comissariado Nacional da Polícia de Ordem Pública e o Comando Geral da Ordem Pública, beneficiaram de dez viaturas, para o patrulhamento da capital Bissau.


 Durante o acto de recepção das referidas viaturas, o ministro do Interior Botche Candé disse que os carros  recebidos foram doados pelo Presidente da República da Mauritânia ao seu homólogo da Guiné-Bissau Umaro Sissoco Embaló.

“A oferta de viaturas ao Ministério do Interior foi o resultado da visita que o chefe de Estado da Mauritânia efetuou ao país, para assistir as celebrações do Dia da Independência da Guiné-Bissau, durante a qual o Presidente Umaro Sissoco Embaló mostrou-lhe as dificuldades com que se deparam as  Forças de Defesa e Segurança do país”, explicou.

Botche Candé disse que as viaturas irão permitir as Forças de Segurança efectuarem  patrulhamento em todos os bairros da capital Bissau, 24 horas diários para garantir a tranquilidade aos cidadãos, tanto nacionais como estrangeiros que residem no país.

Aconselhou ao secretário de Estado da Ordem Pública para assegurar o uso correcto das viaturas, acrescentando que, doravante o Ministério do Interior não tem queixa de falta de meios de locomoção para o desempenho da sua missão de garantir  tranquilidade às populações. ANG//ÂC//SG