segunda-feira, 28 de maio de 2018

Obesidade


        ________________________________________________________________________________________________________________________Especialista aponta hábito alimentar como causa da doença

Bissau, 28 Mai 18 (ANG) – O Especialista em Segurança Alimentar e Nutrição disse hoje que o problema da obesidade tem a ver com o que bebemos ou comemos, frisando que cada país se preocupa em tentar melhorar os hábitos alimentares e a saúde da sua população através da medicina preventiva.

Em entrevista à ANG, Augusto Mbook disse que tudo isso só é possível melhorando e sensibilizando as populações no que tem a ver com a nutrição, o que não acontece na  Guiné-Bissau.

“No nosso país as pessoas se preocupam mais com a medicina curativa do que preventiva. Mesmo nos hospitais não se vê os nutricionistas enquanto que noutros países do mundo é fundamental controlar os alimentos dos doentes porque cada paciente tem o seu regime alimentar “,disse.

O especialista disse que a alimentação é uma questão de cultura de um povo, e que  os nossos antepassados alimentavam melhor do que nós porque tudo era natural.
“Agora tudo mudou principalmente para os citadinos das cidades que comem  alimentos refinados , os mais perigosos para a obesidade”, sustentou.

Book disse que um alimento pode ser bom ou mau dependendo do nível de gordura que possui, os produtos com muita gordura são mais perigosos e os menos gordos são mais saudáveis.

“Devemos deixar o hábito antigo de julgar que quem tiver mais corpo tem mais saúde, porque quanto mais obesa é uma pessoa mais problema de saúde tem”, disse acrescentando que na realidade, nas nossas sociedades se se disser a uma senhora que está magra ela fica chateada. “Mudar essa mentalidade deve ser trabalhada”, considera.
Segundo Augusto Book,uma  alimentação saudável consiste na boa escolha de alimentos com menos gordura, que na sua maioria não é saboroso.

Disse que essa  mudança, muita das vezes, constitui  um problema porque alimentos saborosos são mais gordos: casos de chocolates, fritos, sanduíches ,maionese e ovos. “O pior é o açúcar que deve ser consumido com prudência e em menor quantidade”.

“O segundo aspecto ter a ver com alimentação racional que hoje em dia está a dar mais problemas , porque tem a ver com o respeito pelas horas de comer, número de refeições e a quantidade a comer por dia”, disse acrescentando que, cumprindo estes três requisitos podemos dizer que o indivíduo está a alimentar-se de uma forma coerente.

O Mestre em Alimentação e Nutrição disse que se alguém costuma tomar pequeno-almoço as oito de manhã tem que o fazer todos os dias à mesma hora e fazendo o mesmo em relação ao  lanche, almoço e jantar.

Chama a atenção de que não é preciso   comer muito ou gastar uma fortuna o mais importante é comer ,  pelo menos cinco vezes por dia, coisas leves para aliviar o estômago.
Augusto Book disse  que uma pessoa deve consumir no mínimo um litro e meio e no máximo 3 litros de líquidos por dia, entre água e outros, não mais, salientando que 70 por cento do corpo humano é constituído de líquido.

Aos praticantes de exercício físico desaconselha o consumo de muito líquido durante e logo depois do exercício , para se evitar de engordar.

Fazer dieta segundo Mbook não significa deixar de comer durante todo dia e ao fim do dia comer em grande quantidade .

ANG/MSC//SG














I° Congresso de APU-PDGB

Nuno Gomes Na Bian eleito Presidente do partido

Bissau, 28 Mai 18 (ANG) – Nuno Gomes Na B ian, foi eleito Presidente do partido Assembleia do Povo Unido(APU-PDGB) para os próximos quatro anos no  final do  seu I° Congresso que decorreu de 25 à 27 do corrente mês na localidade de Gardete, arredores de Bissau.

O Congresso elegeu ainda Mamasaliu Lamba, Armando Mango, Joana Cobdé Nhanca, Fatumata Djau Baldé e Batista Té respectivamente para primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto vice-Presidentes.

 Para o cargo do secretário geral foi eleito, Juliano Fernandes.

Nunp Na Bian já vinha exercendo essas funções desde a criação do partido.

O primeiro Congresso Ordinário da APU-PDGB decorreu sob o lema “Paz, Unidade Nacional e Desenvolvimento” e agrupou pouco mais de mil e quinhentos delegados.

ANG/CP/AC//SG



Pedidos de nacionalidade


DG dos Serviços de Identificação Civil apela maior vigilância aos conservadores

Bissau,28 Mai 18(ANG) – O Diretor-geral dos Serviços de Identificação Civil e Notariados exortou os conservadores a serem mais vigilantes relativamente a pedidos de nacionalidade guineense da parte de alguns cidadãos estrangeiros.

Joãozinho Mendes que falava esta quinta-feira à ANG, sobre as circunstâncias em que um cidadão estrangeiro pode obter a nacionalidade guineense, disse que existe duas modalidades em vigor no país de concessão de naturalidade aos estrangeiros.

“Primeiro, a nacionalidade por naturalização, em que o interessado deve estar no país mais de seis anos e ter autorização de residência emitido pelo Ministério do Interior, através da Direção Geral de Emigração, e mediante o conhecimento de usos e costumes da Guiné-Bissau, ou seja falar crioulo, o português e um dos dialetos étnicos e ter uma ligação efetiva como a comunidade guineense”, explicou.

A segunda modalidade, conforme Joãozinho Mendes, é por via de Casamento Oficial com duração de dois anos com uma ou um guineense é que um cidadão estrangeiro pode requerer a obtenção da nacionalidade guineense.

Informou que depois de serem dados a nacionalidade por naturalização ou por casamento os seus certificados de país de origem serão traduzidos em língua português e autenticados pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e só depois é que são transferidos para os registos de Guiné-Bissau e a partir desse momento a pessoa pode fazer pedido de Bilhete de Identidade.

Aquele responsável alegou que é impossível que alguém chega hoje ao país e amanhã adquira, por exemplo, o Bilhete de Identidade guineense.

 Por isso o Diretor-geral dos Serviços de Identificação Civil prometeu retirar  nacionalidades aos cidadãos estrangeiros que adquiriram  naturalidades guineense fora das duas normas referidas. 

Contudo, Joãozinho Mendes admite a possibilidade de realizar uma campanha de sensibilização dos conservadores sobre a necessidade de observância das normas do país relativamente a concepção da naturalidade guineense, sobretudo aqueles que estão na linha da fronteira com a Republica de Senegal e da Guiné Conacri.  

ANG/LPG/ÂC//SG