sexta-feira, 17 de junho de 2022

Energia/“ A Guiné-Bissau vai beneficiar de  nova central fotovoltaica de 200 megawats”, diz diretor do SJ Group

Bissau, 17 Jun 22(ANG) – O Diretor do SJ Group, companhia dos Emirados Árabes Unidos, afirmou hoje que vão instalar no país,  novo projeto energético de central fotovoltaica de 200 megawats.

Em declarações à imprensa,  Ayaz Mukhi disse que esse projeto fotovoltaico vai ser desenvolvido em quatro fases, sendo que na primeira, os 50 megawats  serão destinados ao  sector agrícola, nomeadamente  para irrigação de cereais e outras culturas e na conservação  dos mesmos.

Informou que a segunda fase se destina a alimentação das fábricas de transformação de caju , que terão a capacidade de descascar cerca de 20 mil toneladas por ano.

O diretor da Companhia SJ Group, agradeceu a iniciativa presidencial dos dois países, frisando que está no país  para representar a  sua instituição pelas futuras atividades que irão desenvolver.

Segundo Ayaz Mukhi, o grupo SJ e outras seis companhias, com sede em Dubai,  vão desenvolver  atividadades agrícolas na Guiné-Bissau.

“Vamos investir em dez projetos na Guiné-Bissau, na agricultura, saúde, energia, segurança e outros durante dez anos,”declarou.

Mukhi revelou  que estão a trabalhar com o governo da Guiné-Bissau, já há  quatro meses, para poder implementar  os projetos  abrangidos pelo acordo já assinado entre os dois países. ANG/JD/ÂC/SG

 

Moçambique/Filipe Nyusi ordena nova ofensiva contra terroristas de Cabo Delgado


Bissau, 17 Jun 22 (ANG) - O chefe de Estado moçambicano ordenou uma ofensiva de caça ao homem contra os terroristas, ordem dada por em visita de trabalho à província de Cabo Delgado onde considerou que apesar dos ataques esporádicos e que estão a semear o terror e a fuga massiva da população, os terroristas estão fragilizados. 

Foi depois de se reunir com as chefias militares da força conjunta da SADC, do Ruanda e das forças nacionais que o Filipe Nyusi, que é também Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança,  decidiu lançar uma ofensiva de caça ao homem e descreveu a actual situação em que se encontram os terroristas.   

"Estão a fugir do fogo intenso, porque as nossas forças, os nossos amigos estão a intensificar o fogo. Estão com fome, mas vamos continuar a perseguir porque eles agora estão a fugir para a zona de Ancuabe, tentaram passar um pouco por Meluco estão a meter medo lá na estrada, só para parecer que eles existem", disse o Presidente.

Dados mais recentes divulgados pela Organização das Nações Unidas que se mostra preocupada com a situacao indica que mais de 17 mil pessoas na sua maioria crianças e mulheres, fugiram das suas casas nos distritos de Ancuabe e Chiúre, após os ataques da última semana.  

Os terroristas parecem estar a proximar-se cada vez mais da cidade de Pemba, causando "pânico" entre a população e levando ao encerramento de muitas escolas da região. ANG/RFI

 

Acidente marítimo/Duas pessoas dadas como desaparecidas no naufrágio de piroga nas ilhas de Bijagós


Bissau,17 Jun 22(ANG) – Pelo menos duas pessoas são dadas, desde quinta-feira, como desaparecidas, em consequência do naufrágio de uma piroga proveniente da ilha de Caravela, no arquipélago de Bijagós, com destino à Bissau.

Em declarações à imprensa, o Capitão dos Portos da Guiné, Quifadé Pedro Nunes disse que a embarcação tinha no total 24 pessoas a bordo, partiu de Caravela por volta das 09 horas da manhã, com destino a Bissau, tendo efectuado uma escala em Caraxe onde apanhou alguns passageiros.

Aquele responsável acrescentou que, após ter escalado na ilha de Caraxe, a embarcação viria a partir para Bissau somente às 18 horas, momento não aconselhável para a circulação das canoas devido ao mau tempo e falta de visibilidade.

“Por isso, supomos que, um dos motivos do acidente tem a ver com a falta de visibilidade, porque, segundo informações que temos, a piroga embateu-se duas vezes na pedra, o que indica que estava a andar em grande velocidade”, disse Pedro Nunes.

Segundo Quifadé Pedro Nunes, a piroga só tinha um motor, o que, de acordo com este responsável, não é aconselhável.

A Capitania dos Portos da Guiné já mobilizou três vedetas para a busca das duas pessoas desaparecidas. ANG/ÂC//SG

 

Wiki Leaks/Governo britânico autoriza extradição de Julien Assange para os Estados Unidos


Bissau, 17 Jun 22 (ANG) - A extradição do antigo hacker e dirigente do site WikiLeaks, Julien Assange, que passou sete anos refugiado na Embaixada do Equador em Londres, foi autorizada pelo Governo britânico.

Julien Assange está acusado de crimes que perfazem uma pena de reclusão de 175 anos

A extradição já tinha sido decidida pelos tribunais britânicos e foi agora autorizada pelo Governo de Boris Johnson, com Julien Assange a ter 14 dias para recorrer por via legal, senão será extraditado para os Estados Unidos, onde será julgado por envolvimento em 18 alegados crimes de espionagem e invasão de computadores.

O antigo líder do portal Wikileaks revelou provas dos abusos cometidos pelos Estados Unidos na base militar de Guantánamo e nas guerras no Iraque e no Afeganistão, questionando a estratégia militar dos norte-americanos em diferentes cenários de guerra.

Assange terá divulgado cerca de 700 mil documentos confidenciais dos Estados Unidos da América.

A saga legal de Julian Assange, que é australiano, começou em 2010 quando foi preso por acusações de crimes sexuais, tendo depois estado refugiado quase 10 anos na Embaixada do Equador em Londres e estando detido há três anos pelas autoridades britânicas.

O grupo que continua a gerir o portal Wikileaks defendeu que hoje se trata de "um dia sombrio para a liberdade de imprensa e para a democracia britânica", insistindo que Assange "não fez nada de errado" e está "a ser punido por fazer o seu trabalho". ANG/RFI

 

 

Política/Ministro da Administração Territorial preocupado com demora dos materiais para arrancar de recenseamento


Bissau, 17 Jun 22(ANG) – O ministro da Administração Territorail e Poder Local desse estar preocupado com a demora dos meteriais para o arrancar do processo de recenseamento eleitoral no país, com vista a realização das legislativas previstas para 18 de Dezembro proximo.

Fernando Gomes que falava à imprensa no final da visita que efectuou ao Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (GTAPE) disse que é necessário equipar   esse organismo com tudos os meios para que possa iniciar  o processo.

Segundo Gomes, a GTAPE dispõe de Kits suficentes mas depara-se com falta de impressoras.

“ Os técnicos são muito capazes, experientes, mas faltam meios, por isso como ministro vou encetar contactos de alto nivel, no sentido de comunicar ao governo sobre a situação que constatei aqui no GTAPE”, garantiu.

Fenando Gomes disse que está preocupado, porque o GTAPE é que trata da parte operacional e é necessário que tenha meios para que possa fazer um trabalho num prazo  recorde.

“Vamos fazer o máximo esforço para resolver essa questão. Não é facil com este condicionalismo, porque  entramos na época da chuva e se os materiais não chegarem a tempo ? Vamos imaginar o mes de Agosto onde a chuva cai com mais intensidade... isso vai ser complicado. Sou optimista e acredito que se vai encontrar uma solução”, afirmou.

 Segundo o ministro, o governo já pagou os materiais necessários à empresa que deve os  produzir, e  agora aguarda-se pela  sua chegada.

Interrogado se o recensemento vai ser de raíz, disse que foi essa a decisão politica.

Questionado se vai ser preciso apoio financeiro, o ministro disse que sim, mas não na totalidade, porque o governo tem no  Orçamento Geral o necessario para realização das eleições. ANG/LPG//SG

 

 

 

 

 

 

      Comércio Internacional/OMC suspende patentes das vacinas anti-Covid

Bissau, 17 Jun 22 (ANG) - A 12° conferência ministerial da Organização Mundial do Comércio terminou esta sexta-feira, 17 de Junho, em Genebra, na Suíça com o compromisso da  OMC   adoptar medidas para enfrentar a insegurança alimentar agudizada pela guerra na Ucrânia e de suspender temporariamente as patentes das vacinas anti-Covid.

Após vários dias de discussões, os países membros da Organização Mundial do Comércio chegaram a acordo sobre cinco temas: pandemia, pesca, insegurança alimentar, reforma da OMC e transações electrónicas.

Os 164 Estados membros da OMC concordaram em levantar durante cinco anos as patentes das vacinas anti-Covid para os países em vias de desenvolvimento. Os países comprometem-se ainda a moderar as restrições na exportação das vacinas, tratamento e produtos médicos, considerados essenciais na luta contra a Covid-19.

No que refere à pesca, os Estados concordaram em acabar com as ajudas que financiam a pesca ilegal. Porém, os países em vias de desenvolvimento, nomeadamente os menos avançados, vão beneficiar de uma derrogação de dois anos na Zona Económica Exclusiva.

A directora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, sublinhou que este acordo “é mais um passo importante para regulamentar a pesca em alto-mar”.

Relativamente à questão da insegurança alimentar, agravada pela guerra na Ucrânia e que fez disparar os preços de diversos produtos alimentares, a OMC destacou a urgência de “ não impor proibições ou restrições às exportações”, contrárias às regras da organização. Os membros decidiram igualmente isentar “os produtos alimentares destinados à ajuda humanitária”, adquiridos pelo Programa Alimentar Mundial.

Na questão da reforma, que tem sido reclamada por vários Estados membros, o documento apela a OMC a "melhorar todas as funções" da organização, cujas regras pouco mudaram desde a sua criação em 1995, e pede que o sistema de solução de controvérsias - o tribunal da OMC - esteja operacional "em 2024".

Os países membros da OMC concordaram ainda em não impor taxas alfandegárias nas transações electrónicas, apesar da oposição inicial da Índia e da África do Sul, que denunciaram o impacto negativo nos pequenos comerciantes.

Os dois países decidiram manter a moratória até a próxima  conferência ministerial da OMC, agendada para 31 de Dezembro de 2023. Os Camarões e os Emirados Árabes Unidos já ofereceram para organizar. ANG/RFI

 

 

Política/Ministro da Administração Territorial e Poder Local promete prestar maior atenção à CMB

Bissau, 17 Jun 22 (ANG) – O novo  Ministro da Administração Territorial e Poder Local prometeu prestar maior atenção à Camara Municipal de Bissau, visando melhor desempenho da edilidade.

Fernando Gomes  fez essa promessa no decurso da  visita que efetou àquela instituição municipal, quinta-feira, para se inteirar do seu funciomento.

Reconheceu grandes esforços feitos pelos funcionários da câmara, mas disse que é preciso fazer mais  e  melhor.

Gomes  prometeu passar mais vezes na câmara e instituicôes que tutela para ouvir as preocupações dos funcionários

″Hoje, só passei para vos saudar e felicitar os trabalhos que estão a fazer, e conhecer as dificuldades que enfrentam. Tomei boa nota e vou arranjar um momento para voltar aqui e sentar com dirigentes da câmara para conhecer as dificuldades e trabalhar aspetos que fazem parte dessas  dificuldades”,  disse.

Segundo Fernando Gomes, o presidente do comité sindical dos trabalhadores da CMB apresentou lhe  algumas preocupações relacionados aos desvios de procedimentos que podem consubstanciar práticas de corrupção,  e também a questão de reformas dos funcionários..

O ministro frisou que a questão das reformas dos funcionários não é algo menor, mas que  também  não  constitui grandes preocupações, por ser uma situação comum em todas as instituições de Estado da Guiné-Bissau,  mas que deve ser resolvida.

O governante disse que não é admissível que alguém trabalhasse durante vários   anos, a servir o Estado, e quando chegar a  idade de reforma ganha  uma “quantia miserável que não o dignifica”.

Gomes disse  ter uma responsabilidade acrescida em relação a questão da reforma, e garante que enqunto  responsável pela tutela da instituição,  vai encetar diligências para que uma solução justa seja encontrada.ANG/MI/SG

            ONU/Mais de 15 milhões de sudaneses enfrentam crise alimentar

Bissau, 17 Jun 22 (ANG) - Mais de 15 milhões de sudaneses, cujo país está a afundar-se numa estagnação política e económica, enfrentam uma crise alimentar, segundo uma avaliação da ONU.

"Um recorde de 15 milhões de pessoas no Sudão - um terço da população - enfrentam actualmente uma insegurança alimentar aguda", de acordo com uma avaliação do Programa Alimentar Mundial (PAM).

Em Setembro, "18 milhões de sudaneses, ou seja cerca de 40% da população do país, vão enfrentar uma situação de crise alimentar", advertem o PAM e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) numa declaração conjunta.

Para as duas agências da ONU, os choques climáticos (inundações e secas) e as deslocações da população contribuem para o agravamento da insegurança alimentar, bem como os confrontos armados e as colheitas insuficientes.

Devido ao conflito militar entre a Rússia e a Ucrânia, as importações são mais baixas e os preços mais elevados das mercadorias estão a atingir duramente os sudaneses.

Todas as 18 regiões do Sudão são afectadas pela insegurança alimentar, mas a localidade de Krink, em Darfur, Sudão ocidental, onde os confrontos no início de Abril mataram 179 pessoas e deslocaram 150 mil, é a mais fustigada, com 90% da sua população a sofrer de fome, de acordo com o comunicado conjunto.

O trigo e o pão são escassos em todo o país e os agricultores estão a lutar para vender as suas colheitas dado que o Governo, que todos os anos comprava as suas colheitas, não tem dinheiro.

Os cofres do Estado estão vazios desde o golpe de Estado do chefe do exército, General Abdel Fattah al-Burhane, em Outubro de 2021.

O Sudão perdeu a sua ajuda internacional, ou seja, 40% das suas receitas, como retaliação ao golpe, a libra sudanesa entrou em colapso e a inflação atinge os 200%. ANG/Angop

 

quinta-feira, 16 de junho de 2022

CAN 2023 /Ministro dos Desportos Admite que Djurtus pode jogar em casa,em setembro frente  Nigéria


16 Jun 22 (ANG) – O ministro da Juventude, Cultura e Desporto garantiu a sua obra para que o Futebol Nacional 24 de Setembro está disponível e homologado
conforme propostas que a Federação Internacional de Futebol (FIFA) propôs para interditar a utilização em jogos internacionais .  

Para jogar com a Nigéria em Setembro, para possíveis guineenses, ainda podem acompanhar os muitos especialistas e com as condições de qualquer uma, disse Augusto Gomes, esta quinta-feira, sua tomada de seleção. , na Presidência da República. 

Augusto Gomes disse que a vitória dos Djurtus frente a São Tomé e Príncipe e o empate com a Serra Leoa são vantagens que impurram o país, com muita força, para o jogo contra a Nigéria, em casa. 

Questionado sobre as federações das federações, nomeadamente da Luta Livre que reclamam de igual forma com outras, Augusto Gomes reconhece que há uma certa diferença entre as federações, mas promete -se e conversar com as federações para poderem resolver esses problemas ligados ao tratamento.  

Acrescentou que todas as federações têm o acompanhamento do Governo, e não concordam, quando os dirigentes federativas dizem que o Estado não apoia, justificando que o Estado apoia em certa medida. 

Ao responder a se pagou prestação de contas à Federação de Futebol da FFGB ​​​​(FFGB), Gomes respondeu que sim, mas declara que o pedido de prestação de contas não se limita a FFGB ​​também a outras instituições sob a tutela do Ministério da Juventude, Cultura e Desportos.  

Disse que a FFGB ​​já apresentou parte dessas contas, que segundo ele, responde à alguns parâmetros mas que falta apresentar outra. 

Augusto Gomes defendeu que a cultura deve ser valorizada cada vez mais “porque lá é que se encontra a nossa existência, a nossa forma de ser e nossa guinendade”, e diz ser um setor muito importante para o país.  

Para Gomes, a Juventude deve ser compatível com a paz e a unidade nacional, numa perspectiva de poder trabalhar ou seu papel de desenvolvimento da harmonização da nação.

Disse que um dos seus desafios é trabalhar para o desenvolvimento da sociedade da cultura, onde todos podem praticar o esporte e se saudável, guineense. ANG/DMG/ÂC//SG 

    

          Brasil/ Suspeito confessa morte de Dom Philips e Bruno Pereira


Bissau, 16 jun 22 (ANG) - A Polícia Federal Brasileira anunciou, quarta-feira, que Amarildo Oliveira, principal suspeito da morte do jornalista britânico, Dom Philips e do ativista brasileiro, Bruno Pereira, confessou a autoria do crime.

Dom Philips , jornalista e colaborador do jornal “The Guardian” e  Bruno Araújo  Pereira, activista pelos direitos dos povos  desaparecem  no passado dia 5 de Junho no Vale do Javari, na Amazónia indígenas , perto da fronteira com o Peru e a Colômbia, enquanto realizavam um trabalho sobre as ameaças contra os índios na região. 

Amarildo Oliveira , principal suspeito, conhecido por "Pelado" já havia sido detido há uma semana. O irmão, Oseney de Oliveira, que tem a alcunha "Dos Santos" foi preso nesta terça-feira.

Amarildo já se afigurava como principal suspeito, uma vez que existiam testemunhas que afirmavam ter visto a perseguição aos dois profissionais num.

Nesta quarta-feira, a  Polícia Federal Brasileira  comunicou que Amarildo, conhecido como “pelado”, confessou a autoria do crime  e levou as autoridades até o local onde os  corpos  foram  enterrados . O suspeito disse ainda ter avançado o barco utilizado por Bruno e Dom. 

"O primeiro preso neste caso, conhecido por 'Pelado', o senhor Amarildo resolveu confessar voluntariamente, no final da noite, a prática criminosa. Ele narra com detalhes o crime realizado e aponta o local onde enterrou os corpos”, disse o director-executivo da polícia, em conferência de imprensa.

Segundo a televisão brasileira Band News, os dois homens foram mortos e esquartejados para não denunciarem a pesca ilegal que os homicidas levavam a cabo na região.

Nos próximos dias, os corpos vão ser submetidos a um teste de ADN para a indentificação e confirmação dos restos mortais, segundo os meios de comunicação brasileiros. As autoridades continuam a investigar a eventual participação de outras pessoas no crime.ANG/RFI

 

 

Ensino superior /Universidade Lusófona já pré-definida cerca de 3.50 estudantes em diferentes áreas


Bissau,16 Jun 22(ANGG) – A Universidade Lusófona instalação da Guiné (ULG), já formou cerca de 3,50 pessoas em diferentes áreas, entre as quais Ciências do Mar, Direito, Ciência da Comunicação, desde a sua no país, em finais da década de 90.

A revelação é da Presidente do Conselho de Administração do Grupo Lusófona, Teresa Damásio, em entrevista concedida hoje à ANG, Rádio Bombolom FM e Rádio Jovem.

“Temos uma Universidade Lusófona na Guiné-Bissau, uma Escola de Ensino Profissional (IPT) e uma escola de negócios onde capacitamos os jovens em diferentes fases do sistema educativo, tanto no ensino secundário como no superior onde as fases”, informou.

Aquela responsável sublinhou que a Lusófona é atualmente a maior universidade da Guiné-Bissau, acrescentando que o seu projeto é longo prazo, porque estão profundamente ligados ao país e nunca desistiram, nem nos momentos mais conturbados.

Teresa Damásio referiu   que a Universidade só fechou nos primeiros tempos da Covid-19, por determinação do Governo guineense, à semelhança do que aconteceu no mundo inteiro, em que   as universidades se fecharam.

“O Grupo Lusófona está completamente em simbiose com a Guiné-Bissau, porque   mais da metade da  população do país é jovem, e o  país  precisa da esperança   para se formar e ter o futuro”, disse.

Teresa Damásio disse acreditar fundamental fundamental para a educação ao longo da vida razão pela qual  vai agora iniciar como formações pós-graduações e mestrados para que os possíveis que já podem se licenciar  continuar a estudar.

Acrescentou-se que a Lusófona  estuda ainda os alunos da Universidade Lusófona que permite continuarem seus alunos em Portugal.

“O Grupo Lusófona tem várias Universidades em Portugal e vários estudos de mestrados, em áreas diversas”, salientou.

Teresa Damásio sublinhou que, disponibiliza semper os seus cursos de acordo com as necessidades do país, ou seja, tenta sempre, para que as suas ofertas educativas vão ao encontro das coisas que o país precisa, em termos de formação dos seus quadros, que os jovens depois de concluírem cursos não vão para o desemprego.

“É com enorme alegria que vemos os nossos diplomados a ocuparem lugares de maiores funcionários dentro da sociedade guineense”, disse.

Referindo-se as dificuldades com que a Universidade Lusófona se tem deparado ao longo dos anos que opera na Guiné-Bissau, Teresa Damásio disse que as maiores se prendem com a vulnerabilidade econômica da população.

“Nós somos uma instituição e preservamos das propinas dos alunos, portanto, precisamos que os alunos paguem como suas escolas abertas”, disse frisando que, se há condições de necessidades propinas privadas, a universidade é alunos econômicos.

A Presidente do Grupo Lusófona sublinhou que, com a pandemia da covid19, em todo o mundo, tendo em conta que haverá de escolas em todos os países de língua portuguesa, enfrentarão enormes dificuldades tal como a economia mundial. ANG/ÂC//SG

  Rússia/Dmitri Medvedev diz que Ucrânia pode deixar de existir em dois anos

 Bissau, 16 Jun 22(ANG) – O ex-presidente russo Dmitri Medvedev, atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Federação da Rússia afirmou quarta-feira que a Ucrânia pode deixar de existir nos próximos dois anos.


“Quem disse que a Ucrânia pode ainda estar nos mapas nos próximos dois anos?”, escreveu Medvedev numa mensagem publicada na rede Telegram.

Dmitri Medvedev, chefe de Estado da Rússia entre 2008 e 2012, comenta esta forma de notícia de que Kiev está a tentar garantir o abastecimento de gás natural liquefeito (GNL) para o inverno próximo através de um sal dos Estados Unidos que a Ucrânia nos próximos dois anos.

Na mesma mensagem Medvedev acrescenta que Washington é indiferente perder fundos com para Ucrânia porque, frisa “os Estados Unidos já investiram muito no projeto anti-Rússia”.

Na semana passada, Dmitri Medvedev afirmou que o “Ocidente” desejava a “morte da Rússia”.

“Odeio (o 'Ocidente'). São uns fracos”, afirmou o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia.

As declarações Rússia de Medvedev sobre o “desaparecimento” da Ucrânia são difundidas no mesmo dia em que o Exército da mesma afirma ter destruído um paiol de munições fornecido por países da OTAN e que se localizam no leste do território ucraniano.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia os “mísseis cruzeiro Kalibr (fabrico russo) destruíram perto da localidade de Zolochiv um depósito de munições para armas estrangeiras fornecidas à Ucrânia pelos países da NATO, nomeadamente obuses M777 de 155mm (fabrico norte-americano)”.

O canhão de campanha M777 desenvolvido e fabricado pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido foi inicialmente utilizado na última guerra do Afeganistão pelo Exército norte-americano mas também é usado pelas Forças Armadas britânicas, canadianas e australianas. ANG/Inforpress/Lusa

 

 

     IBAP /Situação das tartarugas marinhas  é estável mas existem ameaças


Bissau,16 Jun 22 (ANG) - A situação das tartarugas marinhas Guiné-Bissau é estável, apesar de existir "muitas ameaças" contra as espécies, disse uma investigação guineense Aissa Regalla de Barros, por ocasião do Dia Mundial da Tartaruga Marinha, que é hoje (quinta-feira) assinalado.


Segundo a investigadora do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP), a Guiné-Bissau acolhe cinco das sete espécies de tartarugas marinhas que existem no mundo e é considerado o "santuário da tartaruga verde".

A ilha do Poilão é o primeiro centro da desova da tartaruga marinha de África e terceiro do mundo, a seguir a Costa Rica e a ilha de Ascensão, um território britânico ao sul do Atlântico.

Dados do IBAP estimam que entre os meses de agosto e novembro, todos os anos, cerca de 21 mil tartarugas marinhas, migradas de todo o mundo, poema ovos na ilha de Poilão.

"Neste momento, temos uma população estável segundo as informações da monitorização que realizamos e também sabemos que muitas fêmeas vêm desovar nas praias, principalmente das ilhas do Poilão que é o sítio piloto de tartarugas em todo o mundo", observou uma bióloga guineense.

Aissa de Barros assinalou que quase todas as praias da Guiné-Bissau e quase todas as ilhas do país acolhem ciclo desova das tartarugas marinha, mas a ilha de Poilão, com mais de dois quilômetros de comprimento, supera todos os lugares.

"Em 2020 só na ilha de Poilão contabilizamos cerca de 80 mil fêmeas que são definidas para as praias para a ilha grande, mas se extrapolarmos estes números em todo o mundo", teremos uma população bastante numerosa.

A investigação considera que a situação da espécie também é estável na Guiné-Bissau, mas alerta que persistem os predadores naturais, principalmente de alguns animais, mas por parte de alguns humanos através da pesca.

Aissa de Barros notou que as tartarugas marinhas são espécies migratórias que em casos conseguem atravessar oceanos.

O abate, o consumo da carne e os ovos da tartaruga são proibidos por na Guiné-Bissau, mas a bióloga defende que sem o reforço da proteção da população da população "haverá sempre os riscos de ameaças" se concretizarem .

O foco dessa ação tem sido as ilhas Bijagós onde ainda existe o ritual do uso da carne da tartaruga, notou Aissa de Barros.

"Trabalhamos diretamente com grupos das comunidades locais, os jovens, os decisores, como crianças, então, como têm um certo conhecimento sobre as tartarugas, mas claro como as ameaças ainda continuam", destacando a investigadora do IBAP.

O IBAP e outras entidades guineenses "contam muito" com instituições melhor portuguesas, nomeadamente o ISPA (Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e de Vida) e a produção de Ciências da Universidade de Lisboa na área de conhecimentos sobre a forma de conservação e protecção das tartarugas marinhas.

Como resultado dessa colaboração que já dura há 20 anos, Portugal tem ajudado a Guiné-Bissau, dando bolsas de para técnicos guineenses, Aissa de Barros. ANG/Angop

Ucrânia/Líderes europeus encontram-se com Volodymyr Zelensky para encontrar soluções

Bissau 16 Jun 2 (ANG) - O francês, Emmanuel Macro, chegou a Kiev, capital ucraniana, presidente a ministro2 italiano, Rolaf Scholz, chanceler Mario Draghi, primeiro-ohannis, e Klaus Presidente da Alemanha.

Desde a chegada, os quatro políticos já visitaram a cidade de Irpin, cidade nos arredores de Kiev.

Na visita à cidade de IrpinEmmanuel Macron , o Presidente francês,  afirmou que a França sempre estará ao lado da Ucrânia, e mostrou-se emocionado perante os prédios e as habitações destruídas pelos bombardeamentos:

Foi aqui que os ucranianos travaram as forças armadas russas que se dirigiam para Kiev. O heroísmo dos militares, mas também da população ucraniana. Temos também aqui o estigma da barbárie. Os massacres e os massacres observados foram as primeiras marcas do que são crimes. Continuamos a colaborar intensamente sobre este tema. E também damos um apoio político, é por isso que estamos aqui, nós os quatro, para poder ter uma conversa com o Presidente Zelensky para falar dos próximos passos. A França está ao lado da Ucrânia ou desde o primeiro dia. E o próprio Presidente Zelensky sempre quis continuar a falar com o Presidente Putin. Hoje a Ucrânia tem de ser capaz de resistir e vencer ”, disse Macron

A Rússia já reagiu à visita dos quatro homens políticos europeus, na pessoa do  ex-presidente da Rússia e atual vice-presidente do Conselho de Segurança russo, Dmitry Medvedev.

 “ Os fãs europeus de rãs, salsichas de fígado e esparguete adoram visitar Kiev. Sem qualquer utilidade. Isto não se aproximará a Ucrânia da paz ”, concluiu Medvedev nas redes sociais.

No terreno, quatro pessoas morreram e seis feridos na sequência de um ataque aéreo russo à cidade de Sumy , no norte da Ucrânia.ANG/RFI

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