quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Orange Bissau


Direção e Sindicato  sem consenso depois de duas rondas de negociações

Bissau, 18 Ago 16 (ANG) – O Porta-voz do Sindicato de Base da empresa Orange Bissau afirmou hoje que depois de duas rondas de negociações entre o  sindicato de base e o patronato, visando uma solução para asreivindicações dos trabalhadores, as partes ainda não chegaram a um consenso. 

 “Devíamos ter outro encontro ainda hoje mas até este momento não há nenhuma confirmação por parte da direção da empresa”, disse Alberto Djata em entrevista exclusiva à ANG .

Aquele sindicalista falou de uma alegada ameaça por parte da empresa, de suspender alguns funcionários que aderiram à greve, mas desde já qualifica esta atitude de “abuso de poder”.

“A empresa Orange Bissau está a fazer dos seus funcionários uma máquina de produção e quando reivindicamos os nossos direitos alegam que estamos a declarar guerra contra uma pessoa ou empresa", queixou-se Alberto Djata, que exortou ao governo para assumir as suas responsabilidades.

O porta-voz do sindicato apelou aos funcionários para se manterem firmes na luta pelos seus direitos laborais e pela dignidade humana, pois, mostrou-se convicto de que vão vencer.

Os trabalhadores da Orange observaram três dias de paralisação na semana passada, revindicando o aumento dos seus salários.

ANG/JD/JAM/SG

ONU


Ban Ki-moon quer uma mulher nas funções de Secretário-geral

Bissau, 18 Ago 16 (ANG) - O secretário-geral das Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, disse terça-feira que “está na hora” de uma mulher assumir o cargo quando o seu mandato chegar ao fim. O Governo português não reagiu bem a esta declaração.

“Temos muitas mulheres distintas e eminentes em governos nacionais e outras organizações, ou até em comunidades empresariais, políticas, culturais e em todos os aspetos das nossas vidas. Não há razão para não haver nas Nações Unidas”, declarou Ban Ki-Moon.

Sem citar nomes, o secretário-geral da ONU disse que há “líderes motivadas que podem realmente mudar o mundo”, mas deixou claro que “isso é uma decisão dos Estados membros”.

Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros, afirmou ao Diário de Notícias que “como o próprio disse, não compete ao secretário-geral em funções escolher o próximo“.

Santos Silva recordou a entrevista realizada
pelo Expresso a Ban Ki-Moon, em maio, na qual o dirigente não quis responder à pergunta sobre se Guterres teria boas possibilidades de atingir o cargo.
O secretário-geral da ONU sublinhou, na altura, a necessidade de “ser neutral e imparcial” neste processo, mostrando-se “confiante no novo processo de escolha” do sucessor.

Mas o ministro dos Negócios Estrangeiros não foi o único a expressar a sua indignação sobre a opinião do atual líder da ONU.

“É uma declaração infeliz e que jamais deveria ser proferida por alguém que deveria ser imparcial e manter a neutralidade, e muito menos num momento como este em que já estamos nesta fase avançada da votação”, expressou o embaixador Francisco Seixas da Costa.

A ex-deputada do PSD e especialista nas questões da ONU, Mónica Ferro, defende que Ban Ki-Moon tem toda a legitimidade para promover a igualdade entre géneros nas nomeações da organização, “mas teve dez anos para o fazer e não o fez”.

Para a especialista,Ban Ki-moon podia “ter nomeado para vice-secretário-geral uma mulher“.

A carta da ONU foi o primeiro tratado internacional que declarou a igualdade entre homens e mulheres, mas a organização nunca teve uma mulher à frente – em 70 anos, foram oito homens a ocupar o lugar de secretário-geral.

Para suceder ao cargo de secretário-geral da ONU estão a concorrer 11 candidatos – seis homens e cinco mulheres.

O atual favorito é António Guterres, ex-Primeiro-Ministro de Portugal, que foi até 2015 o Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados.

ANG/BZR, ZAP

Segurança interna


Forças da Ecomib  começam a retirar-se de Bissau dentro de um ano 

Bissau, 18 Ago (AFP) - As tropas da Comunidade Económica dos estados da África Ociodental (CEDEAO), estacionadas durante quatro anos na Guiné-Bissau, na sequência do golpe de Estado de abril de 2012, que derrubou o Presidente Raimundo Pereira, vão se retirar da Guiné-Bissau dentro de um ano, disse segunda-feira o presidente da Comissão da organização.

Alain Marcel de Souza, que preside a Comissão da comunidade económica oeste-africana, fez esta declaração no final de uma audiência com o Primeiro-ministro, Baciro Djá.

A missão da CEDEAO denominada Ecomig, iniciou funcoes em  2012 a fim de ajudar a proteger o processo de transição política, sobretudo as figuras e instituicoes públicas .

"A missão não pode ficar para sempre na Guiné-Bissau. Isto custa-nos muito caro e, ainda mais que os chefes de Estado pedaram-me para organizar a desmobilização", disse Marcel de Souza.

 "É sobre isso que nós trabalhamos, prolongar a sua estadia para mais um ano para que a situação de segurança seja reforçada", acrescentou.

Marcel de Souza adiantou  que, em substituicao, a CEDEAO treinaria, em curto espaço de tempo, uma parte de militares da Guiné-Bissau.

 “No prazo de seis meses, nós vamos formar homens capazes de substituir a ECOMIB que poderá assim começar a sua retirada gradual."

A missão é composta por cerca de 550 homens da Nigéria, Burkina Faso, Senegal, Togo e Níger. 

ANG/UNIOGBIS/AFP

Justiça


Ex. secretário de Estado dos Transportes detido por ordens da Procuradoria Geral da Repúbica 

Bissau,18 Ago 16(ANG) - O ex-secretário de Estado dos Transportes e Comunicações da Guiné-Bissau João Bernardo Vieira foi quarta-feira detido, por ordens da Procuradoria-Geral da República, indicou o seu advogado, Carlos Pinto Pereira.

Segundo o causídico, a detenção do político, que quarta-feira completou 39 anos, deve-se, segundo a Procuradoria, ao facto de João Bernardo Vieira ter desrespeitado uma ordem do Ministério Público que o convocou para uma audiência quando ainda era governante.

O advogado afirmou que está disponível para provar “em sede própria” que João Bernardo Vieira não chegou a receber a dita notificação, pelo que não compareceu à audiência.

Carlos Pinto Pereira indicou que Bernardo Vieira foi ouvido uma vez mas na altura respondeu às questões sobre inquéritos em curso no Ministério Público sobre processos ligados com a Secretaria de Estado dos Transportes.

Um dos processos diz respeito a contratação da companhia de aviação privada portuguesa EuroAtlantic, que faz a ligação entre Lisboa e Bissau, avançou o advogado, indicando, contudo, que na audiência “ficou provado” que João Bernardo Vieira “agiu dentro da legalidade” por ter o mandato do Governo.

Fontes familiares adiantaram, por outro lado, que o político foi detido na sua residência por agentes da Polícia Judiciária que o conduziram para uma cela no centro prisional de Bandim, no centro de Bissau.

A semana passada, João Bernardo Vieira, que é o porta-voz do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), dizia estar a ser alvo de perseguição política por parte dos seus adversários, mas não especificou.

Formado em Direito em Portugal, João Bernardo Vieira desafiou o Ministério Público a publicar qualquer indício de ilicitude que tenha cometido ou a deduzir em acusação de algo que tenha praticado no exercício da sua função no Governo. 

ANG/Lusa

Justiça



PAIGC considera  detenção de João Bernardo Veira “ perseguição política contra seus derigentes” 

Bissau, 18 Ago16  (ANG) – O Partido Africano da Independencia da Guine e Cabo – Verde (PAIGC), condenou  a detencao do seu porta-voz considerando-o de mais um acto de perseguicao politica levada a cabo pelo Ministério Público(MP), contra um dos seus derigentes.

De acordo com um comunicado de imprensa daquela formacão politica à que a ANG teve hoje acesso, a detencão de João Bernardo Vieira aconteceu a revelia das mais elementares regras das leis e normas jurídicas que regem casos do género . 

“O PAIGC denunciou no último fim-de-semana as manobras arquitectadas pelo Ministério Público para a detenção de João Bernardo Vieira e que ontem se consumaram, quando não existe nenhuma acusação formal contra aquele dirigente, já ouvido por duas vezes e sem que em qualquer uma destas audições surgissem elementos que pudessem levar a formulação de uma acusação” lê-se no comunicado.

Na nota, o PAIGC afirma que os fundamentos invocados para a detenção do seu porta-voz são de que o João Bernardo Vieira não compareceu às convocações feitas pelo Ministério Público para ser ouvido, facto que o partido e os advogados do mesmo refutam de forma categórica.

O comunicado dos libertadores refere que , o Ministério Público tinha solicitado a comparência do dirigente em questão, através de um ofício dirigido ao então Gabinete do Primeiro-Ministro, Carlos Correia, sem que a mesma, devido à crise então prevalecente, tenha notificado o então Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações a comparecer à intimação feita pelo Ministério Público.

“Perante estes factos e demais ações que estão sendo engendradas, o PAIGC  vem por este intermédio denunciar e condenar de forma firme estas manobras intimidatórias e persecutórias, levadas a cabo pelo Ministério Público e responsabiliza o Senhor Presidente da República, José Mário Vaz, por estas graves violações à legalidade, e às normas constitucionais pondo em causa  a paz, a estabilidade e a unidade do povo guineense” refere o comunicado.

O PAIGC chama a atenção dos parceiros internacionais, nomeadamente, o UNIOGBIS, CEDEAO, CPLP, União Africana e União Europeia para os perigos que possam advir mediante o comportamento ilegal e persecutório do Ministério Público, hoje não ao serviço da lei e da legalidade, mas sim ao serviço de interesses obscuros e lesivos para a Guiné-Bissau, e que podem comprometer, de forma irremediável, as ações em busca da paz, estabilidade e unidade nacional deste país. 

 ANG/MSC/SG

Política


PAIGC acusa governo  de estar a assinar contratos de forma ilegal 

Bissau, 18 Ago (ANG)- O Partido Africano Para a Independencia da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC) acusou  quarta-feira o governo de Baciro Djá de estar à assinar  contratos de forma ilegal. 

A acusação consta num comunicado à imprensa do PAIGC tornado público quarta-feira.

“Apesar de o governo de Baciro Djá estar em gestão por não ter um Programa aprovado na Assembleia Nacional Popular, tem estado a assinar contratos de forma ilegal e opaca”, refere o documento.

No comunicado os libertadores sublinham que há um mês, Fidélis Forbs, secretário de Estado dos Transportes e Comunicações, por instruções de Baciro Djá, assinou com a MGI, uma empresa com sede social na Suíça, um contrato de adjudicação do serviço de controlo de tráfego das telecomunicações no país.

“Ao abrigo do contrato, a referida empresa passa a controlar as chamadas telefónicas das empresas de telecomunicações e cobra às operadoras uma taxa pelo serviço. Do montante total facturado, uma parte será transferida para o Estado”, explica o PAIGC através do comunicado.

O  comunicado ainda refere que o governo de Baciro Djá  negociou directamente com a empresa  MGI sem lançar concurso público e que  assinou um  contrato que prevê  a  efectuação do primeiro pagamento ao governo quando os primeiros equipamentos a serem instalados para a prestação do serviço, chegarem a Bissau.

Acrescenta que Baciro Djá tera pedido à empresa um avanço imediato de um milhão de dólares após a assinatura do contrato e que o proximo encontro com os representantes da referida empresa foi marcado para Lisboa.

A nota refere ainda que Baciro Djá pediu igualmente ao Fidélis Forbs, seu Secretário de Estado dos Transportes e MGI que a assinatura do contrato fosse mantida em segredo .

O PAIGC, segundo o comunicado, considera o referido acto governamental “um caso de  corrupção levada a cabo pelo Governo de Iniciativa Presidencial  cuja caducidade ultrapassou largamente o previsto pela Constituição da República da Guiné-Bissau, que estipula um prazo de 60 dias para apresentaçao e aprovaçao do programa de governação”.

O comunicado refere  que  o governo do Eng. Carlos Correia já estava a trabalhar no assunto acima citada  e que  preparava-se para lançar um concurso público internacional para a selecção de uma empresa, devido a manifestação de interesse de várias companhias internacionais no mercado de telecomunicações.

O PAIGC apela ao  Presidente da República e o Ministério Público que atuem em conformidade com a lei para “pôr cobro a estes desmandos”. 

ANG/AALS/SG

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Angola


Congresso do MPLA começa hoje 

Bissau, 17 Ago 16 (ANG) - O VII congresso ordinário do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) arranca hoje, em Luanda, e deverá confirmar a nova composição do Comité Central (CC), cuja lista é liderada pelo presidente do partido José Eduardo dos Santos.

Menos de 40 por cento dos actuais 311 membros do Comité Central do MPLA - órgão deliberativo máximo entre congressos - esperam ver a saída daquele órgão confirmada no congresso, número aquém do definido por José Eduardo dos Santos.

O líder do MPLA e presidente do país estipulou, numa reunião do CC em Novembro passado, que o processo de renovação da direcção interna seria na ordem dos 45 por cento dos "vários escalões previstos nos estatutos do partido".

Neste contexto, e tendo em conta os 311 membros do CC, seria necessária a saída de 140 elementos. Já a lista aprovada e a submeter a confirmação no congresso, que decorre até sábado, refere a saída de 115, mantendo-se grandes figuras históricas do partido, alguns dos quais ainda do período da guerra anticolonial.

Além de o número de saídas ter ficado abaixo do definido anteriormente, o CC passa a ter 363 membros, o que representa 167 novas entradas, fruto deste aumento.

Num momento em que persistem as dúvidas sobre a sucessão na liderança do partido e na candidatura do MPLA às eleições gerais de Agosto de 2017, destaca-se a estreia de dois dos filhos de José Eduardo dos Santos no CC.

José Filomeno dos Santos (conhecido como 'Zenú') chega a este órgão proposto pela estrutura da juventude do partido, a JMPLA, e Welwistchea dos Santos (conhecida como 'Tchizé') proposta pela estrutura feminina do partido, a Organização da Mulher Angolana (OMA).

José Filomeno dos Santos tem sido recorrentemente apontado como possível sucessor do pai no partido, mas descartou anteriormente objectivos políticos, assim como Isabel dos Santos, que em Junho foi nomeada pelo pai para a administração da petrolífera estatal Sonangol.

No poder há praticamente 37 anos, após a morte, em Setembro de 1979, do primeiro Presidente angolano, António Agostinho Neto, o líder do MPLA e chefe de Estado fez em Março o anúncio que desde logo condicionou o partido: "Em 2012, em eleições gerais, fui eleito Presidente da República e empossado para cumprir um mandato que nos termos da Constituição da República termina em 2017. Assim, eu tomei a decisão de deixar a vida política activa em 2018".

Como nenhuma outra candidatura apareceu até 14 de Julho, José Eduardo dos Santos volta a concorrer sozinho nas eleições a realizar neste congresso. 

ANG/Inforpress/Lusa


Saúde pública


FNJP e FNUAP promovem Ateliê Nacional sobre Saúde Reprodutiva

Bissau, 16 Ago 16 (ANG) – O Fórum Nacional da Juventude e População (FNJP) e o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), promovem a partir de hoje até o dia 19, um ateliê para a Promoção da Saúde Reprodutiva.

No encontro, segundo o comunicado de imprensa enviada à ANG, devera ser divulgado o manual de Formação aos Pares Educadores em saúde reprodutiva, que falam das infeções sexualmente transmissíveis e VIH/SIDA.

O FNUAP e FNJP pretendem desta forma aumentar o conhecimento dos jovens sobre a saúde sexual e reprodutiva e prevenção do VIH/SIDA para que  estejam preparados para enfrentar os desafios que se impõe..

O evento contará com a partição de 140 jovens vindos de todas as regiões do país.

A formação é financiada pelo FNUAP e a elaboração do manual é fruto de uma colaboração entre o Ministério da Saúde e da Educação Nacional, através do serviço da saúde reprodutiva e a ONG Médicos do Mundo. 

ANG/JD/JAM/SG

Política



Deputados que suportam governo pedem intervencao de Mário Vaz para resolução do impasse no parlamento

Bissau,17 Ago 16(ANG) - Um grupo de deputados no Parlamento da Guiné-Bissau, que suporta o Governo, pediu terça-feira ao chefe de Estado, José Mário Vaz, que “assuma a sua responsabilidade” desbloqueando o impasse que se regista no hemiciclo.

O grupo constituído por deputados do Partido da Renovação Social (PRS) e elementos dos 15 parlamentares expulsos do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) reuniu terça-feira com o Presidente guineense à quem pediu que “faça algo” no sentido de acabar com o impasse no Parlamento.

O PAIGC,  vencedor das últimas eleições legislativas mas arredado do poder, e o PRS, segunda força mais votada nas eleições, mas que está no Governo, não se entendem quanto a uma data para o debate, no Parlamento, do programa do executivo.

Na opinião do grupo dos deputados que hoje foi falar com José Mário Vaz, o Presidente da República “tem que usar das suas prerrogativas constitucionais” e tomar uma medida no sentido de terminar com o impasse.

O grupo admite a possibilidade de o chefe de Estado convocar uma sessão extraordinária do Parlamento.

A lei guineense prevê que o Presidente convoque o Parlamento, em sessão extraordinária para, entre outras razões, dirigir uma mensagem aos deputados, anunciar o início de uma guerra ou declarar o estado de emergência no país.

Tumane Mané,  do grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC, disse que o Presidente guineense, afirmou que “tomou uma boa nota” das preocupações dos parlamentares mas que não revelou o que pretende fazer.

“Enquanto garante da Constituição, pai da Nação, comandante em chefe das forças armadas, ele deve assumir as suas responsabilidades”, observou Tumane Mané.

O grupo, acompanhado de deputados do PRS, realizou no ultimo fim de semana, um períplo pelas regiões do interior da Guiné-Bissau, e  informou a população sobre os motivos do impasse político no Parlamento.

Para o grupo é o PAIGC, apoiado pelo líder do Parlamento, Cipriano Cassamá, quem está a bloquear o funcionamento do hemiciclo para levar o Governo, do primeiro-ministro, Baciro Djá, a cair na ilegalidade.

A lei guineense considera ilegal o Governo que volvidos 60 dias após a sua entrada em funções não consiga fazer aprovar o seu programa de ação no Parlamento.

“Para nós o Governo não está numa ilegalidade porque entregou o seu programa ao Parlamento em tempo exigido por lei”, defendeu Tumane Mané, que afasta qualquer possibilidade de o chefe de Estado dissolver o Parlamento como reclama o PAIGC.

O partido defende como “única solução” para o impasse no país, a dissolução do Parlamento e a convocação de eleições legislativas antecipadas. 

ANG/Lusa

Política


Primeiro-ministro pede convoção urgente do debate para votação do programa do governo

Bissau,17 Ago 16(ANG) - O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Baciro Djá, pediu terça-feira ao líder do Parlamento, Cipriano Cassamá, a convocação com urgência de um debate para debate e votação do programa do Governo.

Baciro Djá reuniu-se na terça-feira com Cipriano Cassamá a quem pediu que “use toda a sua influência” no sentido de convencer os dois principais partidos no Parlamento guineense, PAIGC e PRS, desavindos, para que aceitem marcar uma data para a discussão do programa do Governo.

Os dois partidos não se entendem quanto a uma data para o debate do programa do Governo, situação que tem levado a um bloqueio do Parlamento há mais de um mês.

O primeiro-ministro disse que exortou ao líder do Parlamento, dirigente do PAIGC, no sentido de fazer aos dois partidos ver que “o povo é que está a sofrer” com o impasse já que os dirigentes continuam a receber o seu salário.

“Cipriano Cassamá disse que vai fazer todas as diligências”, para a convocação da reunião da comissão permanente do Parlamento, composta por nove deputados do PAIGC e seis do PRS, para que se decida uma data para a discussão do programa do Governo, afirmou Baciro Djá.

O primeiro-ministro disse ter sido confrontado com falta de verbas para o funcionamento do Parlamento, ao que fez ver ao líder do órgão que tudo tem a ver com a não aprovação do programa do Governo e o Orçamento Geral do Estado para 2016. 

ANG/Lusa

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Intercâmbio


Empresários chineses pretendem organizar  Feira Comercial Chino/Guineense

Bissau, 16 Ago. 16 (ANG) – Uma delegação de empresários chineses manifestou hoje a sua intenção de organizar uma Feira Comercial entre China e Guiné-Bissau.

A vontade dos empresários chineses foi manifestada pela porta-voz da comitiva, Jéssica Zhao, após um encontro de trabalho com o Presidente da Câmara Municipal de Bissau (CMB), Adriano Ferreira.

Jéssica Zhao disse que a missão tem por objectivo recolher informações sobre os recursos e as potencialidades agrícolas do país assim como as oportunidades de negócio oferecidas pelo mercado guineense.

Para esta responsável, a segunda fase da missão terá por objectivo a criação de um espaço de intercâmbio entre os actores comerciais dos dois países e que culminará na criação de uma Feira Comercial entre a Guiné-Bissau e a China.

“Somos uma empresa de venda moderna, via internet, que está a levar a cabo um trabalho de prospecção do mercado com vista a descobrir as áreas em que o governo pretende incentivar investimentos estrangeiros para o país”, disse.

Jéssica Zhao prometeu que a missão vai divulgar junto de diferentes empresas chinesas que pretendem investir na Guiné-Bissau  as potencialidades do país”, disse.

Por sua vez, o Presidente da Câmara Municipal de Bissau, Adriano Ferreira sublinhou que existem várias áreas para um possível investimento chinês no país, acrescentando ter dado a conhecer aos empresários chineses  as potencialidades que o país tem para oferecer ao investimento estrangeiro.

“Mostramos a missão de empresários chineses a necessidade do país ter um mercado abastecedor do país e da sub-região em termos de produtos chineses”, afirmou.

Adriano Ferreira disse que também apresentaram propostas de necessidades nas áreas da agroindústria e de construção de habitações sociais para as populações.

No entanto, o Presidente da CMB sublinhou a necessidade de o país ter a presença de empresas de construção civil nos trabalhos de infraestruturação da cidade de Bissau, como também da construção de casas para permitir a melhor urbanização da capital . 

 ANG/FGS/SG

Política


PAIGC considera ilegal a tentativa de detenção do ex. secretário de Estado dos Transportes e Comunicações

Bissau, 16 Ago 16 (ANG) – O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC), considerou de ilegal a tentativa de detenção, através da Polícia Judiciária, do ex. secretário de Estado dos Transportes e Comunicações, João Bernardo Vieira, do demitido Governo de Carlos Correia por parte da Procuradoria-geral da República .  

A informação consta num comunicado de imprensa dos libertadores à que ANG teve acesso e que explica que o Procurador-geral da República (PGR) enviou a Polícia Judiciária um ofício de detenção do ex. governante sem assinatura e nela consta apenas “A Comissão”, tendo acrescentado que isso não tem fundamentação jurídica, porque o suspeito não foi notificado. 

Segundo o comunicado, a Polícia Judiciária considerou de inválido e sem credibilidade o referido ofício, visto que a mesma não está assinada e nem chancelada com carimbo à óleo do Ministério Público, razão pela qual devolveu-o a procedência, solicitando que um dos juízes da Procuradoria-Geral da República o validasse com a sua rubrica, o que ninguém se predispôs a fazer.

O PAIGC considerou que o acto é uma perseguição política, planeados contra seus membros e que merece uma condenação firme, porque constitui uma flagrante violação das normas constitucionais, e atentado contra os direitos humanos e políticos de um cidadão.  

“O PAIGC está atento e solicita a comunidade internacional para que esteja atenta e acompanhe estas perseguições políticas de um regime ditatorial que já deu sinal da sua incompetência e mediocridade total em governar, levando o país em direção ao abismo”, refere o comunicado.

 O PAIGC disse que o principal culpado desta situação é o chefe de Estado, a quem cabe à responsabilidade de velar pela aplicação correta da Constituição da República. 

ANG/JD/SG

São Tomé e Príncipe


Novo Presidente promete reforçar cooperação com países da CPLP 

Bissau,16 Ago 16(ANG) – O recém eleito Presidente da República de SãoTomé e Príncipe prometeu reforçar as relações de cooperação com os países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa(CPLP) e Golfo da Guiné região da qual o seu país pertence.

Evaristo de Carvalho, em entrevista ao Jornal de Angola disse que sendo  São Tomé e Príncipe um país com uma fragilidade conhecida, quer do ponto de vista económico, quer financeiro, têm de lutar na procura de ajuda e abrir novos caminhos para cooperação que lhe permita desenvolver.

“A primeira aposta é garantir a estabilidade governativa. A segunda é de fazer uma presidência que proporcione o regular funcionamento das instituições do Estado. Ter boas relações com o Governo, a Assembleia Nacional Popular e com os tribunais", indicou o novo chefe de Estado.

Prosseguiu dizendo que passos seguintes serão reconhecer a competência governativa, impulsionar a agenda e programa de trabalho do Governo no sentido de criar as melhores condições de vida das populações.

Ao referir-se a segunda volta das eleições presidenciais em que ele concorreu sozinho em detrimento da desistência do seu rival, Manuel Pinto da Costa, o chefe de Estado são-tomense reconheceu que  se houvesse dois candidatos o acto eleitoral seria muito melhor.

“Mas não temos culpa alguma na desistência do outro candidato. Quanto a actitude do outro candidato só ele saberá justificar”, disse.

Evaristo de Carvalho sublinhou que certamente ele, como Presidente em exercício, sentiu que disputar a segunda volta com um concorrente que na primeira volta só lhe faltava 100 votos para ser eleito logo no primeiro turno, seria perda de tempo. 

“Mas só ele é que sabe as reais causas, pois a minha eleição foi clara. O povo manifestou-se massivamente”, salientou nessa entrevista ao Jornal de Angola, publicada na edição On line de hoje.

Perguntado sobre o que tem a dizer sobre a elevada taxa de percentagem de abstenção na segunda volta, o Presidente eleito de São Tomé e Príncipe respondeu que é normal porque ela não belisca a sua vitória.

“Aliás, muita gente já previa a minha vitória. Tanto o segundo candidato mais votado na primeira volta, o Manuel Pinto da Costa e a terceira Maria das Neves, fizeram de tudo para boicotar as eleições. Mas como viram, o boicote não surtiu efeito porque, se na primeira volta consegui acima de  34 mil votos, na segunda, além dos meus votantes da primeira volta, consegui mais oito mil. Portanto, sinto-me satisfeito, sem qualquer belisco na minha posição de vencedor”, explicou.

A vitória de Evaristo de Carvalho foi confirmada segunda-feira pelo Supremo Tribunal de São Tomé e Príncipe. E a investidura está prevista para 03 de Setembro.

De acordo com os resultados definitivos, foram registados 111.222 eleitores e votaram apenas 51.226, o que corresponde a 46,06 por cento. A abstenção foi de 53,94 por cento, uma vez que 59.996 eleitores não votaram. 

Os votos validamente expressos foram de 41.820, os brancos 1.522, correspondentes a 2,97 por cento, e os nulos 7.884, equivalentes a 15,39 por cento.  

ANG/ÂC/SG

CEDEAO


Presidente da Comissão apela  líderes da Guiné-Bissau a promoverem diálogo para saída da crise

Bissau,16 Ago 16(ANG) - O novo presidente da comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o beninense Alain Marcel de Souza, exortou segunda-feira os líderes da Guiné-Bissau para que "façam tudo" no sentido de promover o diálogo no país. 

o antigo ministro das Finanças do Benim, Marcel de Souza, recentemente investido no cargo pelos chefes de Estado da CEDEAO, encontra-se à frente de uma delegação que na Guiné-Bissau tenta ajudar o país a sair do impasse político que o próprio diz ser "um bloqueio institucional". 

O Parlamento da Guiné-Bissau não consegue marcar uma data para o debate do programa do Governo do primeiro-ministro, Baciro Djá, com este a acusar o líder do hemiciclo de má-fé deliberada para obstaculizar o executivo. 

"Queremos ajudar a que se ultrapasse esse impasse, mas o diálogo tem que partir dos guineenses", defendeu Marcel de Souza, que disse ter recebido garantias do líder do Parlamento, Cipriano Cassamá, de que está pronto para um diálogo franco. 

O presidente em exercício da comissão da CEDEAO transmitiu a disponibilidade de Cipriano Cassamá ao chefe de Estado guineense, José Mário Vaz, com quem almoçou segunda-feira a tarde, depois de ter estado com outros dirigentes do país. 

Marcel de Souza afirmou que nem a CEDEAO possui uma "varinha mágica" para a resolução dos problemas da Guiné-Bissau, mas aconselhou a liderança do país a empenhar-se mais e, se for o caso, a envolver a sociedade civil e os chefes religiosos. 

"Queremos apenas que a paz prevaleça, que a Constituição seja respeitada e que as instituições funcionam, que o Parlamento jogue o seu papel, que o Governo governe e que o Presidente exerça as suas prerrogativas", observou Marcel de Souza. 

O dirigente comunitário defendeu que a Guiné-Bissau "está mal e assim não pode continuar" e ainda que o povo não pode continuar a sofrer por ter "muitos problemas" no seu quotidiano. 

Marcel de Souza fez-se acompanhar do novo representante da CEDEAO na Guiné-Bissau, o marfinense Bles Diplo, que substituiu o gambiano Ussamane Cessay, que findou missão em fevereiro último. 

A CEDEAO é integrada pelo Benim, Burkina Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné-Conacri, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Togo. 

A comunidade conta atualmente com uma força de interposição composta por cerca de 700 homens, a Ecomib, instalada na Guiné-Bissau, na sequência do golpe de Estado de abril de 2012 e o presidente da comissão da organização também veio inteirar-se desse contingente. 
ANG/Lusa

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

EUA

                        Trump acusa Obama de ser  fundador do Daesh


Bissau, 15 Ago 16 (ANG) - O candidato à Casa Branca, Donald Trump, afirmou que o Presidente norte-americano, Barack Obama, é “o fundador” do grupo terrorista Daesh.

Donald Trump criticou a resposta de Obama ao terrorismo internacional e considerou que o Presidente é “o fundador” do Estado Islâmico e que Hillary Clinton, a sua rival nas eleições presidenciais deste ano, é a “co-fundadora”.

Segundo Trump, o Estado Islâmico respeita Obama porque “ele é o fundador do ISIS”, uma das designações por que é conhecido o Estado Islâmico.

“E eu diria que a co-fundadora é Hillary Clinton”, acrescentou, durante um comício na Florida.

Anteriormente, o republicano apelou à violência contra a candidata do Partido Democrata e anunciou que a “política estúpida” de Clinton levou ao surgimento do ISIS.

“Hillary Clinton criou o Daesh por causa da sua política estúpida, ela é a responsável pelo Daesh”, disse Trump.

A estas declarações ainda não houve uma reação de Obama ou Hillary.

Entretanto, um homem escalou o edifício Trump Tower, em Nova Iorque, durante três horas, para tentar conhecer o candidato republicano.

A escalada do edifício, que tem mais de 200 metros de altura e 68 andares, foi feita com recurso a ventosas e o jovem, de 20 anos, parou a subida quando foi capturado pelas forças de segurança através de uma janela.

Segundo um porta-voz da polícia, o homem “não expressou em momento algum a intenção de ferir quem quer que fosse”.

“O seu único desejo era falar com o senhor Trump”, acrescentou.

Depois de retirado do edifício, o jovem foi internado para ser submetido a exames médicos.

Donald Trump vive nos últimos andares do edifício, que é também a sede das suas empresas e, agora, o centro da sua campanha presidencial.

ANG/ZAP / Lusa

Aniversário

              
Rádio Jovem perspectiva construção de um edifício próprio


Bissau, 15 Ago 16 (ANG) - A Direcção da Rádio Jovem perspectiva a construção de um edifício próprio para evitar o pagamento de aluguer de parte do imóvel onde se encontra instalada.

A revelação foi feita pela Directora de Informação e Marketing da referira estação emissora, Hortência Francisco Cá, em declarações à imprensa este fim-de-semana no acto comemorativo do décimo primeiro aniversário daquela rádio.

“Na Guiné-Bissau a comunicação social enfrenta bastante dificuldade sobretudo nós órgãos privados porque caminhamos com os nossos próprios meios, sem ajuda do Estado, apesar de estarmos a servir o país”, lamentou Hortência Cá.

Acrescentou que a Rádio Jovem já serviu o seu público 11 anos e que atualmente serve tanto os seus ouvintes no país como no estrangeiro, através de emissões “on line”.

 Sublinhou que apesar das dificuldades que enfrentam vão continuar a dar o máximo ao serviço dos guineenses em particular.

“As rádios normalmente vivem de publicidades, no nosso país, infelizmente, as pessoas não têm a cultura de fazer publicidade pelas rádios por isso as dificuldades são enormes”, explicou.

A jornalista sublinhou que são poucas as receitas que entram, razão pela qual, para a sobrevivência da rádio, são necessários muitos corredores.

A Directora de Informação e Marketing da Rádio Jovem apela ao governo no sentido de subvencionar os órgãos da comunicação social privadas do país com a finalidade de facilitar os seus funcionamentos.

No quadro das comemorações dos 11 anos de existência, assinalados no dia 13 de Agosto, a Rádio Jovem promoveu  atividades socioculturais e educativas, bem como debates sobre o Papel da Juventude, a Comunicação e o Empreendedorismo Juvenil, orados por Fernando Delfim da Silva(Filósofo/Docente), Catouplin Costa(Jornalista/Docente) e Santos Fernandes(Jurista). ANG/AALS/SG

Telecomunicações

Trabalhadores da Orange-Bissau suspendem greve mas convocam nova paralização


Bissau,15 Ago 16(ANG) – O sindicato de base dos trabalhadores da empresa de telecomunicações Orange-Bissau suspendeu no sábado a greve de 72 horas que vinha observando sem no entanto chegar à um acordo com o patronato.

Sede da Orange-Bissau
Segundo o secretário-geral e porta voz do sindicato da Orange-Bissau citado pela Rádio Nacional, Alberto Djata decidiram levantar a greve sem que o patronato resolvesse nenhum dos pontos da exigência para dar facilidade às negociações.

Alberto Djata sublinhou que estão sendo alvos de ameaças de despedimentos por parte da direcção, mas disse que as alegadas ameaças não lhes intimidam.

Djata havia prometido que entregariam hoje um novo pré-aviso de greve para mais uma série de paralizações.

Segundo a RDN, a greve suspensa paralisou, por completo, as comunicações telefónicas e a linha de Internet dessa empresa durante dois dias causando congestionamento nas outras empresas de telecomunicações do país.

Os grevistas reivindicam aumentos salariais. ANG/RDN

Impasse na ANP

               Ministro Soares afirma existir bloqueio  às acções do governo


Bissau,15 Ago 16(ANG) - O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Soares Sambu, informou na sexta-feira aos representantes da comunidade internacional que existe "um bloqueio deliberado e ilegal" do parlamento às ações do Governo.

Soares Sambú
Soares Sambu informou aos  representantes da comunidade internacional  que a não aprovação do programa do Governo até hoje se deve "única e exclusivamente ao bloqueio" da parte da direção do Parlamento.

Para o chefe da diplomacia guineense o que acontece no Parlamento "é uma interferência política e deturpações ao regimento e a Constituição" do país, na forma como são interpretados pela direção do órgão.

"É uma situação que preocupa sobremaneira o Governo tendo em conta que as aprovações do programa do Governo e do Orçamento Geral do Estado são passos importantes para que o país possa receber apoios da comunidade internacional", observou Soares Sambu.

O chefe da diplomacia guineense informou igualmente que o Governo "herdou uma situação difícil e delicada" ao nível das finanças públicas, pelo que, foi obrigado a tomar medidas corretivas visando a recuperação da credibilidade e confiança dos parceiros internacionais.

Soares Sambu não anunciou as medidas em curso, mas disse que tudo está a ser feito no sentido de retomar os apoios internacionais nomeadamente o programa de assistência com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O representante do secretário-geral das Nações Unidas, em Bissau, Modibo Turé, reafirmou que a comunidade internacional está sempre disponível para ajudar a Guiné-Bissau desde que haja um ambiente político de paz, tranquilidade e um ambiente institucional que permita um trabalho efetivo com o Governo do país.

ANG/Lusa