domingo, 29 de dezembro de 2019

Votação presidenciais 2019 /2ª volta


Chefe de Missão de Observadores da União Africana considera postivo o processo de votação   
 
 Bissau,29 Dez 19(ANG) - O chefe da missão de observadores da União Africana, Rafael Branco, disse que a sua equipa presenciou a abertura de várias assembleias de voto, bem como está a acompanhar o desenrolar do processo em todo o país incluindo nas ilhas, tendo assegurado ainda que até neste momento o processo da votação é positivo. 
O ex-primeiro-ministro são-tomense que chefia a missão de observadores da União Africana fez essa consideração  durante a sua declaração aos jornalistas em jeito de  avaliação do desenrolar do processo da votação a nível do território nacional.
“Tudo está a correr tranquilamente, os cidadãos a exercerem os seus direitos de voto. Havia delegados dos dois candidatos presentes, portanto estamos habitados a esse comportando cívico exemplar do povo guineense”, notou para de seguida, acrescentar que até no momento não se registou nenhum incidente.
“Em relação à primeira volta, a mesma hora, eu noto um aumento de participação dos eleitores. Não será muito significativo, mas há que registar um aumento da participação. Espero que isso continue assim”, espelhou.
Para o chefe da missão de observadores eleitoral da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Soumeylou Boubèye Maiga, o processo da votação está a decorrer como na primeira volta com a total tranquilidade.
 Acrescentou ainda que em todas as mesas de voto visitadas, quase 50 por cento de eleitores inscritos  já tinha exercido o seu direito de voto. 
ANG/O Democrata

Presidenciais 2019/2ª volta


“Náo há dificuldades materiais no acto de votaçao”, diz o Presidente da Comissao Regional de Gabu
 
Bissau, 29 dez 19 (ANG) – O Presidente da Comissao Regional de Eleições de Gabu afirmou que o processo decorre bem, porque o materiais necessarios para o acto de votação estão a disposição dos agentes da assembleia de voto.

Em declarações hoje à imprensa,  no âmbito da realização da segunda volta das eleições presidenciais, Abulai Baldé disse que a colocação atempada dos materiais junto das 421 assembleias para que 97.414 eleitores podessem  exercer os seus   direitos civicos, permitiu também o início da votação as 07 horas em quase todas as localidades da região.
Na ocasião, exortou os eleitorados no sentido de se abdicarem de actos ilícitos que podem pôr em causa não só o seu direito civicomas também o processo.

O Presidente da CRE de Gabu, Abulai Baldé disse que o processo decorre sem sobresaltos. 

Instado a falar sobre a abstenção que atingiu 25,36 por cento na primeira votla, o presidente da CRE acredita na sua redução, sustentando  que houve  envolvimento das directorias de campanha dos dois candidatos na campanha da educação civica nesta segunda volta.

Numa ronda feita à algumas mesas de votos pelos orgãos de comunicação social público se constatou afluência dos eleitores nas assembleias de votos logo nas primeiras horas.
Verificou-se ainda a presença nas assembleias de voto de observadores internacionais da Uniâo Africana, da Comunidade dos Paises da lingua Portuguesa CPLP e elementos do Ministério Público, que  acompanham o desenrolar do processo

.ANG/LPG/ÂC//SG

Presidenciais 2019/2ªvolta


Administrador de sector de Farim pede aos eleitores para  votarem em massa 
 
Bissau, 29 Dez 19 (ANG)- O Administrador de sector de Farim pertencente à região de Oio, zona norte da Guiné-Bissau  lançou hoje um apelo ao  eleitorado da referida localidade no sentido de votarem em massa com o objectivo de mudar o destino do país.

O apelo foi feito pelo Dickson Varela Pinto Caetano, em declaraçóes à imprensa após ter exercito o seu Direito Cívico.

“Tudo começou bem, acho que tudo vai terminar bem, porque realmente todos as mesas estão funcionando em plenas condições. Só existe atraso na votação por motivo de a maior parte dos cidadãos desta zona serem  mulheres que no periodo da manhã, geralmente, cuidam das casas, crianças e dos maridos”, explicou aquele responsável.

Apelou aos candidatos para aceitarem qualquer resultado que venha a ser anunciado pela Comissão Nacional de Eleições, uma vez que, segundo ele, o povo guineense merece viver na paz, de modo a alcançar o progresso nacional.

Dickson sublinhou que em termos de vigilância estão bem assegurados pelos polícias e guardas nacionais, e que por isso, acha que não vai se verificar as tentativas de fraudes ou de qualquer tipo de irregularidades nas diferentes mesas durante o processo de votação naquela zona.

Por sua vez, o rêgulo de Farim, Abdulai Sissé destacou que o acto de votação é um direito  indispensável para qualquer que seja cidadão, com importância de poder  influênciar o desenvolvimento de uma nação. 

“Para que possamos reclamar no futuro, temos que votar obrigatoriamente, porque só assim teremos o direito de opinar. Muitos dizem, não vou votar porque já estou cansado de tantas crises, de políticos incapazes, entre outros. Só que, de qualquer das formas temos que votar para o nosso bem em geral”, disse o líder tradicional.

Os presidentes das diferentes mesas de voto visitadas pela  equipa de repórteres de órgãos públicos de comunicação social, informaram que o processo está à decorrer na base de tranquilidade e que têm materiais necessários para funcionar de forma normal.

Sublinharam que contam registar,  no minimo 80% de votantes, de acordo com o números dos eleitorados que constam nos seus cadernos eleitorais.

O cidadão eleitor, Hugo Gomes disse que está a exercer o seu direito como cidadão guineense, para que, no futuro, os jovens de Farim assim como os da Guiné.-Bissau venham a ter oportunidades para progressão.

Gomes disse esperar que o candidato que vai ser eleito Presidente de República venha a ter ideias construtivas, no sentido de usar a sua influência junto do governo para melhorar as condições de saúde, educação, infraestruturas, entre outros.

Para a cidadã eleitora Maimuna Turé, votar significa procurar uma melhoria para o seu futuro e dos seus filhos, e que por isso, em hipotese nunhuma vai se abstecer de exercer o seu direito cívico.

“Nós mulheres somos sempre mais prejudicadas, porque sofremos com  insucessos dos nossos filhos. Batalhamos diariamente, quer nas nossas casas asssim como em diferentes tipos de actividades, para  o sustento da familia assim como para ajudar na educação dos nossos filhos”,referiu.

Foram visitadas  08 mesas de voto, no sector de Farim e secção de Mansabá, e foi confirmadas essas mesas receberam visitas de  observadores internacionais.
Foi por outro lado constatado  fraca participação mas com civismo de cidadãos eleitores .   

ANG/AALS/ÂC//SG