quarta-feira, 5 de abril de 2023

Comunicação Social/ Director-geral da RDN transmite  ao Chefe Estado as dificuldades do órgão

Bissau, 05 Abr 23 (ANG) – O Diretor-geral da Rádiodifusão Nacional(RDN)  fez, na terça-feira, ao Chefe de Estado,Umaro Sissoco Embaló o estado das dificuldades por que passa  este órgão de comunicação social estatal.

Mamasaliu Sané disse que uma dessas dificuldades é a impossibilidade das emissões da RDN chegarem a Bafatá, região montanhosa situada à leste do país.

Segundo o diretor da RDN, o Presidente da República prometeu resolver  a situação antes das eleições para que a população dessa região  possa seguir as emissões do órgão ou seja acompanhar os tempos da antena de todos partidos concorrentes as legislativas de 04 de Junho próximo.

Nesse encontro, Sané disse que informou ainda  ao chefe de Estado das  dificuldades que a RDN atravessa em termos de transporte, para o Diretor-Geral, Serviço de Administração e para reportagem e diz que Umaro Sissoco prometeu doar duas viaturas à RDN antes das eleições.

Um outro assunto abordado com Umaro Sissoco Embaló, conforme Saliu Sané, se refere  a Taxa Audiovisual,uma tributação indexada as faturas de luz, criada para apoiar financeiramente o funcionamento dos órgãos públios de comunicação social.

Depois de cerca de dois anos de sua cobrança, diz Sané, até então a Agência de Notícias da Guiné, o Jornal Nô Pintcha ,a Radiodifusão e a TGB não receberam nenhum tostão proveniente dessa cobrança.

“Esse fundo  por mais pequeno que seja, pode ajudar na resolução  de alguns problemas nos órgãos”, disse o DG da RDN que acrescenta que,  em jeito de resposta a essa preocupação, o Presidente da República  prometeu falar com o ministro das Finanças sobre o assunto para que os fundos recolhidos possam chegar aos seus destinatários.

Trata-se da chamada Contribuição Audiovisual – o financiamento do serviço público dos quatro órgãos de comunicação social do Estado, e  determina no seu artigo 6º que 25 por cento das receitas recolhidas serão para a TGB, 20 por cento para a RDN , a ANG e o Nô Pintcha terão  15 por cento cada.

Os restantes 25 por cento ficarão para EAGB, para fazer face aos encargos de liquidação e iluminação pública. ANG/LPG/ÂC//SG

Desporto-futebol/Sport Bissau e Benfica abre a 17ª jornada com goleada de 5-0 sobre Bafatá e mantem a “chama”para a líderança da Guiness-Liga

Bissau, 05 Abr 23 (ANG) -  O Sport Bissau e Benfica (SBB) abriu
a 17ª jornada com uma vitória pesada sobre o Sporting Clube de Bafatá (SCB), por 5-0 e continua  firme na corrida para a líderança da prova da Guiness-Liga, com diferença provisória de 02 pontos  em relação ao líder UDIB, que ainda não realizou o seu jogo desta jornada.

Rogério Pereira, o recém contratado extremo brasileiro apontou um dos tentos dos encarnados.

No final do encontro, o técnico dos encarnados Romaldo da Silva, disse que não existe partida fácil no futebol.

“Se na verdade o jogo foi bastante fácil para nós na goleada que aplicamos sobre o Sporting Clube de Bafatá é porque trabalhamos organizadamente dentro das quatro linhas, para para fazer com que  o encontro nos favoreça”, disse Romaldo da Silva.

O actual técnico dos Leões de Leste,  Vando, pediu paciência aos adeptos da equipa, e diz que  ainda falta muitos jogos pela frente.

“Fui alvo de muitas críticas em Bafatá, e até alegaram que perdi alguns jogos no campeonato, por não levar interesse à equipa,  por não ser natural de Bafatá.Isso   não tem cabimento. Peço aos adeptos que evitem de dizer isso, e tentem se acalmar, quero vos assegurar que comigo Bafatá não vai descer de divisão”, disse o técnico.

Vando defendeu que quando assumiu  funções a equipa do Sporting de Bafatá se encontrava coxa, pelo que é preciso muito trabalho para voltar a altura de concorrer ao título..

O mister Vando diz acreditar que, os trabalhos que ele e toda a equipa técnica do clube estão  a fazer  darão frutos, e que  “é só questão de tempo”.

Apenas alguns jogos da 17ª jornada da prova da Guiness-Liga foram realizados no início desta semana, devido  a realização de cultos evangélicos no estádio Lino Correia entre 30 de Março e 02 de Abril, por um grupo de pastores evangélicos em campanha de evangelização por alguns países.

ANG/LLA/ÂC//SG        


    EUA
/Donald Trump declara-se inocente dos 34 crimes de que é acusado

Bissau, 05 Abr 23 (ANG) – O antigo presidente norte-americano foi indiciado nesta terça-feira em Nova Iorque da prática de 34 crimes que se prendem com uma série de pagamentos efectuados visando casos incómodos que ele poderia ter tentado abafar antes das eleições presidenciais de 2016.

Donald Trump declarou-se inocente, ele poderia vir a ser julgado a partir de Janeiro de 2024. Os Estados Unidos têm eleições presidenciais em Novembro do próximo ano.

O presidente norte-americano afirmou a sua frustração com a audiência, mas assumiu-se determinado.

Apesar de ter comparecido para a formalização da acusação perante o procurador Trump não apareceu algemado, como é prática corrente, e não ficou sujeito a nenhuma medida de coação. Trump afirmou nunca ter imaginado que esta situação inédita para um antigo presidente americano pudesse alguma vez acontecer.

O procurador Alvin Brag denunciou "um comportamento e delitos graves".

Em causa estão uma mulher tida como uma antiga amante que teria recebido 150 000 dólares em troca da sua discrição, uma actriz pornográfica que teria obtido 130 000 dólares para ocultar uma suposta relação extra conjugal com Trump.

Um porteiro do célebre prédio Trump Tower teria recebido 30 000 dólares para manter o silêncio sobre um suposto filho escondido de Donald Trump.

Trump voltou, ainda nesta terça-feira à Flórida, acusando o procurador de ser ele o criminoso. ANG/RFI

China/Macron diz que China tem um “papel importante” a assumir para a paz na Ucrânia

Bissau, 05 Abr 23(ANG) – O Presidente francês afirmou hoje em Pequim que os chineses têm um papel importante a assumir para a paz na Ucrânia pela sua relação estreita com a Rússia.

“A China, dentro da sua estreita relação com a Rússia, reafirmada nos últimos dias, pode desempenhar um papel importante” na resolução da guerra, declarou Emmanuel Macron durante um discurso à comunidade de franceses residentes na China.

O Presidente francês sublinhou ainda a oposição da China em relação à utilização de armas nucleares e a defesa dos valores das Nações Unidas pelo país.

“A China mostrou o seu compromisso com a Carta das Nações Unidas, com a integridade territorial e a soberania das Nações”, acrescentou o Presidente francês.

O líder francês também destacou a proposta de paz apresentada pela China para o conflito na Ucrânia e deixou claro que, embora não a tenha aceitado na sua totalidade, “pelo menos mostra vontade de se comprometer em busca de uma resolução”.

Por isso, considerou essencial o diálogo com a China e defendeu que a União Europeia não pode “deixar a exclusividade” da comunicação com outros países, como a Rússia.

Macron pediu que não se reedite uma “lógica de blocos”, face às “vozes que se levantam” preocupadas com o futuro das relações entre o Ocidente e a China.

O líder francês também quis recordar os três anos “particularmente difíceis” de pandemia da covid-19 que os residentes da China tiveram de viver, mas mostrou-se “feliz” por regressar ao país após a última viagem em novembro de 2019.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, chegou hoje a Pequim para uma visita de Estado de três dias à China, na sua primeira viagem ao país desde 2019.

O chefe de Estado francês terá um intenso dia de conversações na quinta-feira com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, e uma viagem a Cantão, no sul da China, na sexta-feira.

Macron vai abordar com Xi Jinping a guerra na Ucrânia e as relações económicas bilaterais, além da cooperação em outras áreas.

Em território chinês, Macron estará também acompanhado da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Os dois representantes europeus terão agendas próprias, mas irão ter uma reunião comum, prevista para quinta-feira, com o Presidente chinês.

Ursula von der Leyen tem prevista outra reunião com Xi Jinping, mas desta vez sozinha. ANG/Inforpress/Lusa

    Irão/Vinte mulheres hospitalizadas depois de envenenamento em escola

 Bissau, 05 Abr 23 (ANG) – Um envenenamento num instituto para mulheres no Irão levou hoje à hospitalização de 20 estudantes, neste que é o segundo caso de envenenamento desde o recomeço do ano letivo na segunda-feira, divulgaram os meios de comunicação estatais iranianos.

O segundo envenenamento desde que o ano letivo recomeçou aconteceu no instituto da cidade de Tabriz, no noroeste do país, onde as alunas mostraram sinais de dificuldade respiratória, segundo noticiaram os meios de comunicação estatais.

A agência oficial de notícias do país, IRNA, divulgou que as vítimas receberam o tratamento necessário e que já tiveram alta hospitalar.

Este é o segundo caso de envenenamento depois das interrupções para a celebração do feriado de Ano Novo persa, segundo deu nota o jornal Etemad.

O primeiro caso ocorreu numa escola secundária na cidade de Naqdeh-ye, no Curdistão, onde os alunos descreveram sintomas como tonturas, náuseas e dor de cabeça.

O acontecimento chegou a ser noticiado por jornais reformistas como o jornal Shargh, mas todas as notícias que faziam referência ao ocorrido foram mais tarde retiradas dos sites, disse o jornal Etemad na mesma peça.

Dados fornecidos pelo parlamentar Mohamad-Hassan Asafari, membro de uma comissão criada para investigar os envenenamentos, indicam que cerca de 5.000 alunas já foram vítimas de uma onda de intoxicações por gás que começou em novembro de 2022.

Hassan Asafari afirmou que o Governo iraniano prendeu, até ao momento, mais de 100 pessoas pela suposta responsabilidade pelos envenenamentos, atribuídos a inimigos do país.

Os envenenamentos aconteceram depois de protestos feministas, nos quais alunas de vários institutos do país retiraram os véus e fizeram gestos de desprezo em frente a retratos do fundador da República Islâmica, o aiatolá Ruhollah Khomeini.

ANG/Inforpress/Lusa

   EUA/ Anunciado  novo pacote militar de 2,4 mil milhões de euros para Kiev

 Bissau, 05 Abr 23 (ANG) – Os Estados Unidos anunciaram terça-feira um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia, no valor de 2,6 mil milhões de dólares (2,4 mil milhões de euros), que inclui mísseis de defesa antiaérea Patriot e munições de artilharia.

Deste montante total, os Estados Unidos vão enviar de imediato 500 milhões de dólares (460 milhões de euros) de armamento retirado das suas reservas, com os restantes 1,9 mil milhões de euros representando encomendas à indústria de defesa, precisou o Pentágono em comunicado.

Para além dos equipamentos de defesa antiaérea, as forças ucranianas deverão receber munições suplementares para os sistemas de lança-foguetes móveis de alta precisão HIMARS, e ainda diversas munições e peças sobressalentes, precisou o ministério da Defesa norte-americano.

As encomendas ao setor industrial incidem em particular sobre equipamentos antiaéreos e de artilharia.

Esta nova parcela eleva para 35,1 mil milhões de dólares (32,3 mil milhões de euros) a ajuda militar total dos EUA à Ucrânia desde o início da ofensiva russa, em 24 de Janeiro de 2022.

Este novo pacote foi anunciado no dia adesão da Finlândia à NATO, a organização militar aliada liderada pelos Estados Unidos, e após décadas de não-alinhamento militar de Helsínquia.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14,6 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 8,1 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, pelo menos 18 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 8.451 civis mortos e 14.156 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

ANG/Inforpress/Lusa


Jerusalém/Confrontos na mesquita de Al-Aqsa, palestinianos disparam foguetes de Gaza

Bissau, 05 Abr 23 (ANG) - A polícia israelita anunciou hoje ter entrado na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém Oriental, para "desalojar agitadores", que entraram no espaço com "fogo de artifício, paus e pedras".

O movimento de resistência islâmica palestiniano Hamas, no poder na Faixa de Gaza, denunciou um "crime sem precedentes" e apelou aos palestinianos da Cisjordânia para "irem em massa e defenderem a mesquita". O mesmo apelo foi feito pelo movimento da Jihad Islâmica.

"Esta noite, quando a polícia trabalhava para permitir que um grande número de muçulmanos pudesse celebrar o mês do Ramadão e chegar à Cidade Velha de Jerusalém e ao Monte do Templo, vários jovens e agitadores levaram para o interior da mesquita [Al-Aqsa] fogo de artifício, paus e pedras", indicou a polícia israelita em comunicado.

"Estes elementos barricaram-se no local, várias horas depois [das últimas orações da noite] para atentar contra a ordem pública e profanar a mesquita", ao mesmo tempo que gritaram "slogans para incitar ao ódio e à violência", acrescentou a mesma nota.

As forças policiais israelitas foram obrigadas a intervir para "desalojar os agitadores", tendo procedido a detenções, indicou o comunicado, sem adiantar um número de detidos.

A polícia israelita publicou uma sequência em vídeo, de mais de 50 segundos, em que é possível ver explosões aparentemente causadas por fogo de artifício no interior da mesquita e silhuetas que parecem preparar-se para lançar pedras.

Uma outra sequência, também em vídeo da polícia, mostra agentes antimotim a avançar na mesquita, sob escudos de proteção contra disparos.

As imagens deixam ver também uma porta barricada contra baterias de fogo de artifício, e os agentes a retirarem pelo menos cinco pessoas algemadas.

Depois do anúncio dos confrontos em Al-Aqsa, vários foguetes foram disparados a partir da Faixa de Gaza, em direção a território israelita, de acordo com jornalistas da agência de notícias France-Presse e testemunhas.

Os militares israelitas disseram que os militantes de Gaza dispararam duas barreiras de foguetes em direção ao sul de Israel. Cinco foguetes foram intercetados na zona de Sderot (sul) e quatro aterraram em áreas abertas, sem relatos de baixas ou danos.

Em Gaza, dezenas de manifestantes queimaram pneus em vários locais, gritando: "juramos defender e proteger Al-Aqsa".

A liderança palestiniana condenou o ataque e o porta-voz do Presidente palestiniano, Mahmud Abbas, Nabil Abu Rudeina, advertiu Israel de que esta situação "excede todas as linhas vermelhas e conduzirá a uma grande explosão".

Al-Aqsa situa-se na Esplanada das Mesquitas, terceiro lugar santo do Islão em Jerusalém Oriental, setor palestiniano da cidade santa ocupada e anexada por Israel.

A Esplanada foi construída sobre aquilo que os judeus apelidam de Monte do Templo, o lugar mais sagrado do judaísmo.

Os confrontos, que se têm vindo a intensificar desde o início deste ano, registaram-se quando está ainda a decorrer o Ramadão, mês de jejum ritual dos muçulmanos, e quando os judeus se preparam para celebrar, a partir de quarta-feira à noite, a Páscoa judaica, ou Pessach, uma das festas mais importantes do calendário judaico.  ANG/Lusa

terça-feira, 4 de abril de 2023


Desporto
/Vice-Presidente da Federação Nacional de Boxe ameaça promover marcha de protesto contra Comité Olímpico

Bissau, 04 Abr 23 (ANG) -  O Vice-presidente da Federação Nacional de Boxe, amaeaçou hoje promover ,nos próximos tempos, uma marcha de protesto contra o Comité Olímpico Nacional, para a  realização da assembleia-geral naquela instituição desportiva, o mais depressa possível.

Em entrevista exclusiva à Agência de Notícias da Guiné (ANG), Agostinho Cá disse que a direcção  que desde 2015 exerce mandato na Federação Nacional de Boxe não tem demonstrado a  intenção de realizar eleições  para permitir a escolha do novo Presidente da organização, e  formação de novos corpos diretivos.

“Entendemos que a situação não pode continuar assim, convocamos um encontro com o presidente cessante, para lhe pedir que marque uma data para a realização da assambleia-geral na federação da modalidade, e ele, por sua vez, pediu dois meses para o fazer”, contou.

Cá disse que entenderam que dois meses seria pouco e decidiram atribuir-lhe três meses para organizar a assembleia-geral.

Segundo Agostinho Cá, os  três meses venceram e o presidente cessante não cumpriu com o combinado, razão pela qual, se decidiu informar-lhe através de uma carta, que vai ser criada uma Comissão Ad-Hoc que iria promover a assembleia-geral, a fim de eleger um novo Presidente.

“Respeitando todas as regras e procedimentos que o Estatuto da Federação Nacional de Boxe determina, realizamos uma assembleia-geral no dia 06 de agosto de 2022, com 36 delegados, na qual  Augusto Nascimento Lopes saiu como vencedor e eu fui chamado para ser o seu vice-presidente”, sustentou Agostinho Cá.

Segundo o porta-voz da (FNB), ao tomar  conhecimento da situação, o presidente cessante, Mama Saliu Sanhá realizou outra  assembleia-geral com apenas 13 delegados, violando o Estatuto da Federação Nacional de Boxe.

“Isso está a gerar um clima de instabilidade na nossa federação. Para por fim à história, o Ministério de tutela foi acionado, e este por sua vez incumbiu o Comité Olímpico da Guiné-Bissau de  negociações  com as partes para se marcar  uma data para a realização de novas  eleições”, disse o vice-presidente da (FNB).

Agostinho Cá fez saber ainda que o Comité Olímpico, a partir do momento em que foi indigitado para organizar  a assembleia-geral da Federação Nacional de Boxe convocou   as partes para uma reunião mas, diz Cá, só compareceu para essa reunião, a atual direcção.

“Fomos informados que os membros da direcção cessante disseram que não podem reunir com a nossa direcção. O Comité Olímpico  deve marcar uma data para que a assembleia-geral possa ser feita, se assim não for vamos promover  uma conferência de imprensa e uma marcha de  protesto em frente a sede do Comité Olímpico Nacional, disse Agostinho Cá..ANG/LLA/ÂC         

Ensino e Saúde/Presidente da República promete encetar diligências  para se encontrar soluções para  os dois setores  

Bissau, 04 Abr 23 (ANG) – O Presidente da República prometeu encetar diligências para juntar a mesma mesa o Governo e a Frente Social(agrupamento de sindicatos dos professores e de médicos), para  que sejas encontradas soluções para os dois setores.

A revelação é do porta-voz da Frente Social ,Yoio João Correia, em declarações à imprensa , segunda-feira, à saída do encontro com Presidente da República Umaro Sissoco Embaló.

"O Presidente, enquanto primeiro magistrado  registou com  preocupações todos os problemas informados e  até se mostrou indignado com as informações que recebeu sobre as quais não tinha  conhecimento”, explicou.

João Correia sublinhou que desde 2022 têm travado diferentes lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores da Educação e Saúde, frisando que tinham observado uma greve em Março do ano em curso,  e  que  suspenderam as reivindicações devido à uma  proposta  do Governo, mas que o Executivo até a data não voltou a chamar a Frente Social para as negociações.

Disse que  haviam solicitado a intervenção do Presidente da República na resposta à proposta de suspensão da greve do Governo.

A frente Social reivindica, para além de pagamento de salários e subsídios em atraso nos dois setores, a permissão de entrada de mais quadros nos dois setores. ANG/MI/ÂC//SG

    

Violência doméstica/ Presidente da RENLUV pede Centro de Acolhimento temporário das vitimas

Bissau, 04 Abr 23 (ANG) – A Presidente da Rede Nacional de Luta contra Violência Baseada no Gênero (RENLUV) pediu ao chefe de Estado guineense apoios para a criação de  um Centro de Acolhimento temporário para as vitimas de violência doméstica no país.

Segundo Aissatu Camará Indjai, muitas das  vezes as vitimas não têm condições imediatas para  regressar às suas  famílias.

“Quando é assim, nós é que assumimos a responsabilidade de levar ou acolher as vitimas até o problema ser  resolvido. Constitui um risco para nõs”, afirmou em declarações à imprensa a saída de uma audiência com Presidente da Republica.

Para  isso, Indjai disse que  o Governo deve disponibilizar à organização um espaço para acolhimento das vitimas de violência doméstica, em comprimento do que está plasmado na lei contra a prática.

A presidente da RENLUV disse que abordou com Umaro Sissoco Embalo  as  dificuldades com que a organização se depara enquanto ONG, sobretudo no que diz respeito a sede, sustentando que na semana passada mudaram  das instalações onde funcionavam porque o dono da casa aumentou a renda e não têm  condições financeiras para  assegurar o pagamento da renda agora exigida.

Instado a falar sobre situação actual de violência no país, Aissatu Indjai disse que existem todos os tipos de violência na Guiné-Bissau, desde mutilação genital  feminina até a violência doméstica .

Interrogada se os casos de violência estão a aumentar ou não, disse  que as denuncias é que aumentaram.

Aissatu Indjai afirmou  citando dados de um estudo feito pela RENLUV, que o número de denuncias de casos de violências registada nas diferentes instituições que trabalham no domínio de violência  vária de 8 à 15 por dia. ANG/LPG/ÂC//SG

 

Caso caducidade da CNE/ Advogado de Cipriano Cassamá entrega contestação à queixa do PAIGC no STJ

Bissau,04 Abr 23(ANG) – O advogado da defesa do Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP), Nelson Moreira, entregou, segunda-feira, uma contestação  ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) relativa ao processo judicial movido pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e a União para a Mudança (UM) contra a ANP sobre a caducidade do secretariado da Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Em declarações à imprensa , o também deputado da nação pela lista do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15) acusou o PAIGC e a UM de pretenderem com o processo impedir a realização das eleições legislativas marcadas para 4 de Junho.

“Nós estamos disponíveis para irmos às eleições. Se há partidos que não estejam em condições de participar das próximas eleições que fiquem fora e deixem-nos ir renovar os mandatos dos deputados. Ouvimos que pretendem coligar nas próximas eleições, que a façam. Esta manobra de entrar com os processos aqui e acolá, não vai resultar. Pensamos que o STJ vai fazer o seu trabalho, aplicando a lei. Estou em crer que as pretensões de Domingos Simões Pereira e Agnelo Regala vão ser indeferidas”.

Para Moreira, o atual secretariado da CNE deve ser permitido que organize as eleições, “porque uma equipa que ganha não é mudada”.

“É este secretariado que organizou as eleições legislativas de 2019 e as presidenciais de 2020. Essas eleições foram consideradas livres, justas e transparentes. Portanto, não há nada que justifique a renovação do secretariado. Aliás, mesmo que justificasse não há como fazê-la em termos legais” alegou Moreira, lembrando que, antes da dissolução do hemiciclo, se podia renovar o secretariado, mas os partidos representados na ANP, incluindo PAIGC e UM, não se dignaram resolver essas questões, “preocuparam-se em organizar complô, inventar golpes, acordo de petróleo e situação de avião”.

Nelson Moreira disse que o PAIGC e UM entendem que a Comissão Permanente da ANP tem poderes para renovar o atual secretariado da CNE. Uma alegação que diz ser “falsa”, porque, em termos legais, o secretariado da CNE é eleito por dois terços (2/3) dos deputados, afiançando que o Presidente da ANP, Cipriano Cassamá, tem atuado com base no “princípio de legalidade” sobre o processo de caducidade do secretariado da CNE.

Moreira afirma que o líder do parlamento está tranquilo em relação a esse processo da CNE, acusando o PAIGC de querer que Cassamá faça valer as encomendas do partido.

Para além da sua caducidade, a CNE funciona sem o seu presidente eleito, José Pedro Sambú, que se transferiu para o Supremo Tribunal de Justiça onde exerce funções de presidente da instituição.

Fala-se igualmente da vacatura provocada pela inatividade de  um dos vice-secretários executivos agora apontado  como funcionário do Tribunal de Contas. ANG/O Democratagb

 

Caju/Presidente de ANIE-GB sugere redução das taxas fiscais como solução para exportação da castanha restante no país                 

Bissau, 04 Abr 23 (ANG)- O Presidente de Associação Nacional de Importadores e Exportadores da Guiné-Bissau (ANIE-GB) sugeriu, segunda-feira, a redução das taxas fiscais como solução para a exportação de cerca de 45 mil toneladas de castanha de caju do ano transato que ainda se encontram em diferentes armazéns do país.

Amadu Djamanca anunciou a sua sugestão em declarações à imprensa à saída de uma audiência que o Presidente da República promoveu no âmbito de diligências para se solucionar a situação dos estoques de caju que aguardam a exportação.

“O governo na qualidade de promotor de bem comum deve se empenhar para garantir o benefício do povo em geral. Neste sentido, as taxas para comercialização de castanha de caju do presente ano devem ser revistas com o objetivo de ter uma campanha melhor em comparação com a do ano transato”, disse.

Djamanca disse ter receio de  a castanha do ano passado se misturar com a do presente ano , e diz que, se tal acontecer pode provocar a perda de confiança perante compradores. 

Outro assunto abordado com o Chefe de Estado Sissoco Embaló se relaciona com o “elevado preço do arroz” praticado no mercado nacional. 

 “O motivo de preço de arroz ter aumentado do mercado se deve ao custo de compra do mesmo pelos comerciantes e também do pagamento de taxas e impostos ao governo”, diz o Presidente de ANIE-GB. 

Amadu Djamanca defende que o arroz deve ser vendido a um preço mais baixo para  permitir que os consumidores possam estar à altura de o adquirir .

Salientou que, maior parte de arroz consumido na Guiné-Bissau é importado e que por isso, é necessário levar em consideração os efeitos que as “elevadas taxas”  ou impostos  provocam na fixação dos preços.

Djamanca disse que sobre o preço de arroz, Umaro Sissoco Embaló garantiu que, vai dar instruções  ao governo no sentido de diminuir as taxas e impostos para que o preço de arroz possa baixar no mercado.

O arroz é a base alimentar da Guiné-Bissau, mais de 90 por cento do povo guineense consome arroz diariamente. Nos últimos tempos, o preço desse produto  disparou no mercado ou seja, o saco de 50 quilogramas  que outrora custava 17 mil francos CFA, subiu para  20 mil francos e a qualidade  que se vendia a 19 mil, custa agora  23 mil francos, o saco. ANG/AALS//SG

Saúde pública/Uma em cada seis pessoas no mundo sofre de infertilidade - OMS

Bissau,  04 Abr 23 (ANG) - Uma em cada seis pessoas no mundo sofre de infertilidade, estima um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) hoje divulgado.

O relatório teve por base dados de mais de uma centena de estudos sobre a prevalência da infertilidade à escala global e regional, entre 1990 e 2021.

A infertilidade é a doença do sistema reprodutor masculino ou feminino que se traduz na incapacidade de conseguir uma gravidez após um ano ou mais de relações sexuais desprotegidas.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, citado em comunicado, "a proporção de pessoas afetadas" no mundo pela infertilidade revela "a necessidade de alargar o acesso aos tratamentos de fertilidade e garantir que o assunto não seja mais deixado de lado na investigação e nas políticas de saúde".

"Para que formas seguras, eficazes e acessíveis de obter a paternidade estejam disponíveis para aqueles que a procuram", sublinhou.

O relatório assinala que a prevalência da infertilidade atinge sem grandes variações tanto os países ricos como os países pobres.

Contudo, nos países mais pobres as pessoas gastam uma proporção maior do seu rendimento em tratamentos de fertilidade face às dos países mais ricos.

"Milhões de pessoas enfrentam custos catastróficos de saúde depois de procurarem tratamento para a infertilidade", alertou o diretor para a Investigação em Saúde Sexual e Reprodutiva da OMS, Pascale Allotey, considerando que "melhores políticas e financiamento público podem melhorar significativamente o acesso aos tratamentos e proteger as famílias mais pobres".

A OMS salienta que os elevados custos impedem frequentemente as pessoas de acederem a tratamentos ou deixam-nas depauperadas.

Num estudo separado, publicado na revista da especialidade Human Reproduction Open e financiado pela OMS, investigadores concluíram que os custos médicos pagos pelos doentes nos países de baixo e médio rendimento por um tratamento de fertilização 'in vitro' costumam ser mais altos face ao que ganham em média por ano. ANG/Lusa

 

Rússia/Kremlin promete “contramedidas” após adesão da Finlândia à NATO

Bissau,  04 Abr 23 (ANG) – O Kremlin prometeu hoje tomar “contramedidas” após a adesão da Finlândia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), considerando o alargamento da Aliança Atlântica como “um atentado à segurança” da Rússia.


“É um novo agravamento da situação. O alargamento da NATO é um atentado à nossa segurança e aos nossos interesses nacionais”, afirmou o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, em declarações aos jornalistas.

“Isso obriga-nos a tomar contramedidas”, acrescentou Peskov, sem adiantar pormenores.

A adesão oficial da Finlândia à NATO, que se torna o 31.º Estado membro da organização, ocorre hoje em Bruxelas numa reunião dos chefes da diplomacia da Aliança Atlântica, entre eles o ministro português João Gomes Cravinho, em que será, paralelamente, discutido o apoio conjunto à Ucrânia.

Na segunda-feira, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, indicou que os Estados-membros vão discutir no encontro maneiras de fazer com que no futuro a Ucrânia seja um país mais autónomo na Defesa, agora que houve “uma transição” do armamento utilizado, numa referência ao material bélico enviado pelo Ocidente, que substituiu o do tempo da União Soviética.

No mesmo dia, Stoltenberg considerou que a nova adesão vai ser “um bom dia” para a aliança, uma vez que a Finlândia vai 'fechar' um dos flancos da Rússia, com quem partilha uma longa fronteira.

A Finlândia é um país que tem 1.340 quilómetros de linha de fronteira com a Rússia. Reúne um dos mais poderosos arsenais de peças de artilharia da Europa Ocidental.

Ao juntar-se à Aliança Atlântica em resposta à invasão russa na Ucrânia, a Finlândia deixa para trás a sua neutralidade militar.

Ao contrário da maioria dos países, Helsínquia continuou a investir na Defesa depois do período da Guerra Fria (1947 a 1991) e Stoltenberg fez questão de referir tal facto, repetindo que o Kremlin “queria menos NATO, mas vai ter, precisamente, o oposto”.

Ainda a aguardar a entrada na NATO fica a Suécia, que pediu formalmente a adesão em simultâneo com a Finlândia, processo que se mantém pendente da ratificação parlamentar pela Turquia e Hungria.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). ANG/Lusa

 

Bruxelas/UE atribuiu nove milhões de euros a refugiados do Burundi

Bissau, 04 Abr 23 (ANG) - A União Europeia (UE) atribuiu hoje uma verba de nove milhões de euros para ajudar os refugiados do Burundi e também os que já retornaram ao país, noticia a Lusa.

Segundo um comunicado da Comissão Europeia, dos nove milhões de euros, uma verba de 1,5 milhões destina-se a projectos de preparação de catástrofes (naturais e causadas pelo homem), sendo que mais de 75 mil habitantes do Burundi foram deslocados internamente em consequência de catástrofes naturais.

Desde 2020 que refugiados fugidos da violência desencadeada em 2015 começaram a regressar ao país, mas, em Fevereiro, mais de 300 mil pessoas estavam ainda na Tanzânia, República Democrática do Congo, Rwanda e Uganda, e muito dependentes de ajuda internacional para garantir as necessidades básicas como alimentação, saúde, água potável, saneamento, higiene, abrigo e educação. ANG/Angop

 

Cairo/Líderes do Egipto e da Arábia Saudita reúnem-se após meses de tensão

Bissau, 04 Abr 23 (ANG) - O presidente do Egipto, Abdel Fattah al-Sisi, visitou no domingo a Arábia Saudita depois de meses de tensão entre os dois países, divulgaram segunda-feira fontes oficiais, citado pela agência Lusa.


O governante egípcio e o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, o líder de facto da Arábia Saudita, reuniram-se no domingo e conversaram sobre os laços entre os países, segundo o porta-voz presidencial egípcio, Ahmed Fahmy, citado hoje pelas agências internacionais.

Num comunicado, Fahmy indicou que os dois líderes "afirmaram preocupação mútua em promover a cooperação comum em todos os campos", concordando em continuar a "coordenação e consulta" sobre temas regionais e internacionais.

O encontro ocorreu num contexto de forte crise económica no Egipto, atribuída por críticos a má gestão do Governo.

"Afirmo a profundidade e a força das relações bilaterais entre o Egipto e o reino da Arábia Saudita", disse Abdel Fattah al-Sisi na rede social Twitter.

O príncipe herdeiro saudita recebeu o Presidente egípcio na cidade de Jeddah, no Mar Vermelho.

Também participaram na reunião outras autoridades dos dois países, como o chefe da Autoridade Geral dos Serviços de Informações do Egipto e o conselheiro de segurança nacional saudita.

A Arábia Saudita tem sido um dos principais fornecedores de ajuda financeira ao Governo egípcio.

Em 2022, Arábia Saudita, Qatar e os Emirados Árabes Unidos prometeram 22 mil milhões de dólares (o mesmo valor em euros ao câmbio actual) em depósitos e investimentos directos no Egipto, numa tentativa de estabilizar a economia do país, afectada pela guerra na Ucrânia.

No ano passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Governo do Egipto alcançaram um acordo preliminar que abriu a porta a um empréstimo de três mil milhões de dólares ao Estado árabe.

Nos últimos meses, a Arábia Saudita tem pedido ao Governo egípcio que leve a cabo reformas económicas.

"Precisamos de ver mudanças. Estamos a tributar o nosso povo. Esperamos também que outros façam o mesmo, que se esforcem. Queremos ajudar, mas também queremos que façam a vossa parte", afirmou o ministro das Finanças saudita, no encontro anual do Fórum Económico Mundial, em Janeiro. ANG/Angop

 

Uganda/PR  pede a África que salve mundo da "degeneração" da homossexualidade

Bissau, 04 Abr 23 (ANG) – O Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, apelou aos países africanos que salvem o mundo da "degeneração" e "decadência" da homossexualidade, que visa "aniquilar toda a Humanidade à face da terra", informou segunda-feira a rádio estatal UBC.


“África deve proporcionar a liderança para salvar o mundo desta degeneração e decadência que é realmente muito perigosa para a Humanidade. Se pessoas do sexo oposto deixarem mutuamente de se apreciar, como é que a raça humana continuará”, questionou Musevini durante um discurso no domingo em Entebe.

Uma lei recentemente aprovada no Uganda que criminaliza a identidade de pessoas LGBT (Lésbicas, Gay, Bissexuais e Transgéneros), com penas que vão até à prisão perpétua e prevêem a pena de morte, legislação condenada por vários organismos da ONU.

O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, afirmou que a legislação é “uma das piores do seu género no mundo”. Na sua opinião, seria uma “carta branca” para a “violação sistemática” dos direitos humanos e iria alimentar o ódio social.

As Nações Unidas já tinham detectado um aumento no discurso de ódio contra a população LGTB e fizeram eco de um estudo de um grupo da sociedade civil que relatou que, só em Fevereiro, houve mais de 110 incidentes contra esta comunidade, desde detenções a despejos, incluindo abuso sexual e assédio público.

Museveni salientou durante a conferência em Entebbe que “famílias desfeitas criam homossexuais” e que as uniões homossexuais não são genéticas ou hormonais, mas respondem a problemas “psicológicos” e que estas relações são “anti-humanas”.

“Devem ser proibidas na sua totalidade”, disse ele, questionando também a educação sexual.

“As crianças são crianças. Como ousam invadir a sua infância e começar a ensinar-lhes questões sobre a idade adulta”, disse, acrescentando que “uma pessoa que propõe casamentos entre pessoas do mesmo sexo procura aniquilar toda a Humanidade da face da terra”.

O Presidente ugandês felicitou também os deputados ugandeses por terem aprovado a lei anti-LGBT e prometeu não permitir “a promoção e publicidade da homossexualidade”, que não será “tolerada” no país.ANG/Angop

 

segunda-feira, 3 de abril de 2023

  Educação/ Nova ministra promete dar seu máximo para melhorar o setor

Bissau, 03 Abr 23 (ANG) - A nova ministra de Educação Nacional prometeu hoje trabalhar com empenho e dedicação para melhorar o sistema educativo da Guiné-Bissau.

Mónica Buaró da Costa fez esta promessa no ato de seu empossamento como nova ministra de Educação Nacional.

“É verdade que o Ministério de Educação é um setor bastante sensível e difícil. Mas com o apoio e coloboração dos quadros do mesmo ministério será possível desenvolver o sistema educativo do país”, disse a governante.

Questionado sobre o maior desafio para desenvolver o sistema educativo da Guiné-Bissau, Mónica Buaró respondeu que já passou pelo Ministério de Educação Nacional mas  na qualidade de chefe de gabinete e diz que vai dar preferência ao trabalho .

A nova ministra  conta reunir com diferentes técnicos afetos ao Ministéro de Educação para que juntos possam eleger as prioridades para o setor.

Mónica Buaro da Costa que desempenhava as funções de Secretária de Estado do Plano e Integação Regional desde Junho de 2022 substitui Martina Moniz, demitida dessas funções na sexta-feira.

As duas  são dirigentes do Partido da Renovação Social, um dos integrantes do governo de iniciativa presidencial em funções. ANG/AALS/ÂC//SG