EUA/ONU pede responsabilidades aos EUA pelo ataque contra uma escola no Irão
Bissau,
27 Mar 26(ANG) - O Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos
condenou hoje veementemente o bombardeamento norte-americano contra uma
escola iraniana no dia 28 de fevereiro pedindo responsabilidades.
O
ataque que atingiu a escola iraniana fez 165 mortos e ocorreu no primeiro dia
da campanha militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.
O
Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou esta
sexta-feira veementemente o bombardeamento norte-americano contra uma escola
iraniana no dia 28 de fevereiro pedindo responsabilidades.
O
ataque que atingiu a escola iraniana fez 165 mortos e ocorreu no
primeiro dia da campanha militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.
"O
bombardeamento contra a Escola Primária Shajareh Tayyebeh em Minab causou
um profundo horror", disse Volker Turk perante o Conselho de Direitos
Humanos da ONU.
Volker
Turk sublinhou que é obrigação dos autores do ataque conduzir uma
investigação rápida, imparcial, transparente e completa.
O
alto-comissário recordou que a Administração dos Estados Unidos afirmou que o
bombardeamento está a ser investigado e apelou para que as conclusões
sejam tornadas públicas.
"A
justiça deve ser feita pelos terríveis danos causados", acrescentou Volker
Turk.
Esta
sexta-feira, o Conselho de Direitos Humanos da ONU vai realizar uma
nova reunião sobre a segurança das crianças no conflito do Médio Oriente
na sequência do bombardeamento contra a escola da região iraniana de Minab.
A
reunião foi pedida pelo Irão, República Popular da China e Cuba e vai
concentrar-se na "proteção das crianças e das instituições de ensino em
conflitos armados internacionais".
O
Governo iraniano acusou os militares norte-americanos de terem atacado a
escola.
O
Presidente norte-americano, Donald Trump, negou inicialmente qualquer
envolvimento dos Estados Unidos no bombardeamento que atingiu
a escola de Minab e culpou o Irão, antes de indicar que "aceitaria"
o resultado de uma investigação. ANG/Inforpress/Lusa

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