Mali/ Autoridades militares negam libertar terroristas em troca de contrabando de combustível
Bissau, 31 Mar 26 (ANG) - O exército do Mali negou na segunda-feira as
notícias de que cerca de 200 suspeitos de terrorismo teriam sido libertados em
troca da passagem de comboios de combustível, em meio às tensões persistentes
sobre o abastecimento de energia do país.
Em declaração à imprensa, o diretor de informação e relações públicas das Forças Armadas do Mali, Coronel-Major Souleymane Dembélé, afirmou que essas alegações, divulgadas por certos meios de comunicação, visam "manchar a imagem do Mali" e "minar a confiança entre o povo e suas instituições", descrevendo essas informações como "manipulação infundada e desprovida de qualquer fonte confiável".
Citando fontes políticas e de segurança,
a mídia local informou que as autoridades do Mali libertaram quase 200 pessoas
descritas como terroristas em meados de março, como parte de um acordo para
permitir a circulação de comboios de combustível até o festival Tabaski (Eid
al-Adha), previsto para o final de maio.
O Mali enfrenta ataques terroristas há
vários anos, perpetrados em particular pelo Grupo de Apoio ao Islã e aos
Muçulmanos (JNIM), afiliado à Al-Qaeda, que têm como alvo, entre outros,
comboios de combustível, bem como instalações industriais e de mineração. ANG/Faapa

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