quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Política




Ministro do Interior afirma que  substituição de forças de segurança na ANP fez-se  a pedido do próprio hemiciclo

Bissau, 8 fev 17 (ANG) – O ministro de Estado do  Interior disse esta terça-feira que a substituição da força de segurança na Assembleia Nacional Popular (ANP)  foi feita por  solicitação da própria direcção deste órgão de soberania.   

Foto Arquivo
Citado pela Rádio Nossa, Botche Candé que falava á Imprensa revelou que a direcção da ANP pediu duas vezes ao seu Ministério  para  substituir  a força de segurança naquela instituição . 

Candé afirmou que  nunca ordenou a substituição da força de segurança na ANP, contrariando as  acusações do parlamento segundo as quais o ministério do interior decidiu substituir os agentes sem prévio concertação com a direcção da ANP.

Botche Candé, segundo a Rádio Nossa, promete trazer ao público mais informações sobre esse assunto.

O presidente da ANP, Cipriano Cassamá discorda com as afirmações do ministro Botche Candé e desafia-o a apresentar provas de que terá sido a ANP a pedir ,por duas , a substituição dos agentes de segurança .

Cassama considera vergonhosas as declarações de Botche Candé.

O presidente da ANP não tem estado a trabalhar no seu gabinete, desde que foi denunciado um alegado assalto ao local  por indivíduos não identificados, acto ocorrido após a denúncia de substituição do corpo de segurança da ANP por alegada decisão unilateral do Ministério do Interior. 

ANG/ PFC/SG             
       

Caso ”Gabussinho”


       Primeiro-ministro promete inquérito para confirmar a actuação policial

Bissau, 08 Fev 17 (ANG) – O Primeiro-ministro garantiu hoje que haverá uma comissão de inquérito no Ministério do Interior para apurar a verdade dos factos, se houve ou não ilegalidade da polícia, na execução da decisão do tribunal que ordena o despejo, na semana passada, em 250 casas, em Gabussinho, arredores da capital, Bissau.
 
Umaro Sissoco Embaló que, no final da manhã de hoje visitou o local, e num  encontro com as famílias despejadas, assegurou que “se se confirmar” a actuação, à margem da lei, de  policias que acompanharam o oficial da diligência do tribunal a Gabussinho, “haverá punição”.

Em relação à decisão do Tribunal Regional de Bissau que ordenou o despejo de milhares de pessoas, o chefe do executivo disse que estão limitados, devido ao princípio de separação de poderes entre o governo e o poder judicial.

Contudo, informa que estão em curso, diligências com vista a averiguação do processo em causa, para saber se a decisão do despejo foi ou não legal.

O Primeiro-ministro que manifestou a sua solidariedade para com os moradores de Gabussinho, admitiu a possibilidade de “excesso” da polícia na execução da decisão judicial. 

Também o Ministro do Interior mostrou-se solidário com os moradores de Gabussinho e afirmou que a “execução da decisão do tribunal nunca pode justificar que os agentes da polícia batessem nas populações”.

Botche Candé pediu aos moradores de Gabussinhos para identificarem os polícias que supostamente os agrediram durante esta acção de despejo, para que possam ser punidos, caso fossem confirmados os seus actos.

Em nome dos moradores, Lamine Marna agradeceu a solidariedade do governo, e reiterou que adquiriram os  terrenos em causa e que têm em posse os comprovativos de  compra e venda.

Este proprietário duma casa em Gabussinho disse que os polícias chegaram no local “sem qualquer tipo de mandado, e arrombaram as portas das casas, expulsaram as pessoas e até roubaram alguns  bens de moradores”.

“Queremos deixar claro que estamos determinados a defender os nossos patrimónios”, avisou Marna, acrescentando que os moradores de Gabussinho já interpuseram uma acção contra a decisão judicial de despejo.

Nesta deslocação à Gabussinho, o Primeiro-ministro , para além do Ministro do Interior, esteve acompanho pelo Ministro da Administração Territorial, Sola Nquilim Nabitchita que, igualmente acumula as funções de Presidente da Câmara Municipal de Bissau, a título interino.

Na semana passada, e por ordens do Tribunal Regional de Bissau mais de 100 famílias foram despejadas nesse novo bairro de arredores de Bissau cujo terreno é reivindicado por um senhor que alega  ter comprado o espaço à um senhor já falecido, cujos filhos descontentes com o negócio decidiram vender o mesmo espaço aos novos proprietários agora vítimas de  despejos.

Depois de o caso ter sido julgado pelas instâncias judiciais, dando razão ao primeiro comprador, os agentes da Polícia de Ordem Pública executaram a ordem de despejo, o que levou a  detenção de algumas pessoas que resistiram à ordem de expulsão, deixando, por conseguinte, muitas crianças e mulheres ao relento, já que a porta da maioria das habitações foi acorrentada, impedindo a entrada das famílias expulsas e dos seus bens.

Em reação a esta situação, depois duma visita ao local, o Ministro da Administração Territorial, Sola Nquilim Nabitchita, questionou da legalidade da decisão judicial e pediu um trabalho de fundo que abrange várias entidades públicas, nomeadamente a Câmara Municipal de Bissau, por forma a evitar mais dados.

As famílias despejadas, por intervenção do Governo, já se encontram de novo nas suas casas.
 
Entretanto, sobre  esta disputa de terreno em Gabussinho, sabe a reportagem da Agência de Notícias da Guiné (ANG), junto do Ministro da Administração Territorial que, tanto o primeiro proprietário, como os actuais, não legalizaram os seus terrenos junto da Câmara Municipal de Bissau.
ANG/QC/SG

Simpósio Nacional


Presidente de ANP defende empenho dos guineenses na busca de solução para constantes crises

Bissau, 08 Fev 17 (ANG) - O Presidente de Assembleia Nacional Popular (ANP) defendeu hoje a necessidade do povo guineense se empenhar na busca, incessante, de uma solução que permita pôr fim a crise vigente no país.
 
Cipriano Cassama discursava na cerimónia de abertura do Simpósio Internacional que decorre em Bissau até o próximo dia 11, sob o Lema “Nó enfrenta passado pa nó Kumpu Guiné-Bissau de Amanhã”.

“Só com o envolvimento de todos é que poderemos ter um país no qual reina a paz e estabilidade. Qualquer sociedade em transição conjuga o seu passado, presente com a finalidade de preparar um futuro melhor”, disse Cassamá.

Acrescentou que nas referidas conjugações, as crises de valores sociais, culturais e jurídicos, entre outras, devem ser interpretadas como dinâmicas sociais que reclamam respostas conjuntas de todos os actores, independentemente da sua natureza e do seu grau de responsabilidade.

O Presidente de ANP explicou que o processo de consolidação de paz na Guiné-Bissau surgiu através da iniciativa do parlamento guineense, e que congrega todos os órgãos da soberania e da sociedade em geral.

O chefe do parlamento guineense lamentou o facto das relações sociais na sociedade guineense se tornarem mais complexas devido à novas dinâmicas que se misturam com o tradicional.

“As fragilidades da natureza política e institucional projectam sobre todos os sectores da vida social e económica e constrangem intensamente aqueles que dependem da vitalidade das instituições públicas, económicas e privadas”, afirmou Cipriano Cassamá.

Por sua vez, o Presidente de Comissão Organizadora da Conferência Nacional de Caminhos para Consolidação de Paz, Padre Domingos da Fonseca,disse que o foco principal será a realização dessa conferência, uma vez que a Guiné-Bissau tem passado por várias  situações de crises violentas que estão  na origem da instabilidade.

“Esta organização tem como missão implementar as estratégias que possam contribuir na consolidação da paz interna, por isso elegemos a construção do diálogo como forma de resolver qualquer que seja problema”, disse Padre Domingos da Fonseca.

Lançou um apela aos órgãos da soberania e a sociedade guineense em geral para tudo fazerem para obter a paz, de modo a promover o desenvolvimento e o bem-estar ao povo da Guiné-Bissau.

Fonseca sublinhou que o referido acto reforça a consciência colectiva sobre a pertinência da Conferência Nacional, aproxima e reforça as bases de confiança e colaboração entre os diferentes actores políticos, sociais e económicos do país.

Domingos da Fonseca disse que o evento reforça igualmente a consciência nacional sobre a importância de lidar com o passado com o objectivo de tirar a Guiné-Bissau da situação de instabilidade e de conflito político e social,  e  que permite capacitar os delegados para a futura conferência nacional de paz.

No Simpósio Internacional sob o Lema “Nó Enfrenta Passado pa nó Kumpu Guiné-Bissau de Amanhã” vão ser apresentados os resultados de quase 18 meses de trabalhos feitos pela Comissão Organizadora da Conferência Nacional, através  de auscultações popular sobre as causas, consequências e soluções para constantes crises vividas no país.
ANG/AALS/SG

França


                       Sarkozy vai a julgamento por financiamento ilegal

Bissau, 08 Fev 17 (ANG) - O antigo Chefe do Estado francês Nicolas Sarkozy vai ser julgado por suspeitas de financiamento ilegal da campanha eleitoral para as presidenciais de 2012, revelou terça-feira fonte judicial.

Sarkozy terá excedido largamente o limite de gastos usando facturação falsa de uma empresa de relações públicas chamada Bygmalion.  O limite permitido é de 22,5 milhões de euros, mas o então candidato à reeleição terá excedido esse valor em cerca de vários milhões.

Segundo a agência France Press, a Bygmalion alegadamente facturou 18 milhões de euros ao partido de Nicolas Sarkozy - que na altura se chamava UMP (desde então alterou o nome para Os Republicanos) - em vez de facturar os seus serviços à campanha.
Gestores da empresa reconheceram a existência de fraude e de contabilidade falsa e o julgamento irá focar-se sobre se Sarkozy tinha conhecimento ou tomou quaisquer decisões sobre o assunto.
Há mais 13 envolvidos naquele que está a ser baptizado pela imprensa francesa de 'caso Bygmalion'.

O ex-Presidente francês anunciou já que vai recorrer da decisão judicial que o levará a julgamento por alegado financiamento ilegal da sua campanha às eleições presidenciais de 2012, segundo os seus advogados de defesa.


O advogado do ex-Presidente, Thierry Herzog, disse em comunicado que só um dos dois juízes instrutores do chamado “caso Bygmalion” assinou a decisão de levar Sarkozy a julgamento, um facto que considerou “muito pouco habitual” e que, na sua opinião, “ilustra a inutilidade da decisão”.


O advogado acrescentou que o seu cliente já pagou uma multa depois de o Conselho Constitucional sinalizar em Julho de 2013 que superara o limite de despesas permitido. Sarkozy pagou então 363.615 euros do seu próprio bolso, enquanto, através de um peditório junto dos militantes e simpatizantes do partido, recolheu os quase 12 milhões de euros que o Estado lhe tinha pago como gastos de campanha e que o Constitucional o obrigou a devolver.


Herzog considerou “fantasioso” o valor de 42,8 milhões de euros que a acusação considera que custou a campanha de Sarkozy em 2012 e que foi ocultado das autoridades através de um esquema de facturas falsas pela empresa de comunicação Bygmalion.


Apenas um outro líder francês - Jacques Chirac - foi julgado ao longo da quinta república francesa, fundada em 1958. Chirac foi condenado a dois anos de pena suspensa em 2011 no processo relacionado com um emprego falso.


Questionado pela polícia em 2015, Sarkozy disse que não se lembrava de alguma vez ter sido alertado para as contas da campanha e descreveu a controvérsia como uma “farsa”, atribuindo a responsabilidade da mesma à Bigmalyon e ao UMP.


O caso da Bigmalyon é o mais premente, mas o único em que antigo Presidente francês se encontra implicado. Sarkozy viu-se envolvido em várias frentes legais desde que perdeu as eleições para François Hollande em 2012.


Depois de uma breve retirada da política a seguir a essa derrota, Sarkozy regressou para assumir a liderança de Os Republicanos e foi com surpresa que o partido o preteriu nas primárias para as eleições presidenciais de Abril e Maio próximos, escolhendo em Novembro último o número dois do partido e actual líder em todas as sondagens, François Fillon. 


A notícia do julgamento de Sarkozy representa, no entanto, mais uma ameaça política à hipóteses de Os Republicanos elegerem o seu candidato, numa altura em que o próprio Fillon se encontra envolvido num escândalo relacionado com um alegado emprego fictício da sua mulher no parlamento francês.

O candidato conservador à Presidência da França, François Fillon, admitiu terça-feira que “foi um erro” ético ter dado emprego à mulher e aos filhos como assistentes parlamentares, porque os franceses “já não aceitam” este tipo de prática. 


“O primeiro passo em política é reconhecer os erros: colaborar com a família em política já não é algo aceitável para os franceses (...) Foi um erro, estou profundamente arrependido e quero apresentar as minhas desculpas aos franceses”, indicou Fillon numa conferência de imprensa na sede da campanha presidencial, em Paris.


  Fillon afirmou que “nada tem a esconder”, já que os empregos da sua mulher, Penelope, e dos filhos Charles e Marie (ambos quando ainda eram estudantes) são “legais e transparentes”.


A conferência de imprensa foi marcada depois de o jornal "Le Monde" ter avançado que a Justiça francesa está a estudar a possibilidade de ampliar as acusações contra François Fillon, acrescentando-lhe os delitos de financiamento ilegal de campanha eleitoral e tráfico de influências. 


De acordo com o jornal francês, o interrogatório a Fillon feito pelos investigadores (sobre se a sua mulher, Penelope, e os seus filhos tiveram ou não empregos fictícios) abriu outras linhas de investigação e eventuais novas acusações contra o antigo chefe do Governo (de 2007 a 2012). François Fillon declarou perante os investigadores que o seu filho Charles, contratado como seu assistente no Senado entre 2005 e 2007, na verdade trabalhou para a campanha presidencial de Sarkozy em 2007. “Ajudou-me a trabalhar no programa para as presidenciais e em assuntos institucionais”, afirmou o candidato conservador, segundo o “Le Monde”.


É esta “confissão” de que utilizou um assistente parlamentar para trabalhar para o candidato Nicolas Sarkozy que pode abrir uma nova via de investigação por um possível delito de “financiamento ilegal de campanha eleitoral”.


O candidato também afirmou que a sua filha Marie Fillon, também contratada como assistente parlamentar quando ele era senador, ajudou-o a escrever um livro, algo que não entra nas funções parlamentares.


Os dois filhos de Fillon eram na altura estudantes de Direito e, com esses trabalhos parlamentares, ganharam perto de 85 mil euros.


Já Penelope Fillon terá ganho cerca de 900 mil euros como assistente parlamentar e como redactora numa revista de crítica literária.


Os investigadores também estão a analisar se houve delito de tráfico de influências na atribuição, em Dezembro de 2010, da Grã Cruz da Orden Nacional da Legião de Honra ao empresário Marc Ladreit de Lacharrière, dono da publicação “La revue des deux mondes”, que contratou Penelope, mulher de Fillon, em 2012. Penelope foi contratada a ganhar 5.000 euros brutos ao mês.


Nesse trabalho, Penelope apenas fez duas críticas literárias no espaço de um ano e meio, indicou o director da revista na altura, Michel Crépu. De acordo com o “Le Monde”, os agentes suspeitam que o trabalho de Penelope foi a moeda de troca da condecoração, que é difícil de conseguir em França.  

ANG/JA

Mídia


Projecto “Imprensa Portuguesa em Bissau” distribui exemplares de jornais e revistas  aos profissionais guineenses

Bissau,08 Fev 17(ANG) – As redacções de diferentes órgãos de comunicação social públicos e privados da Guiné-Bissau vão passar a beneficiar gratuitamente de exemplares de jornais e revistas impressos em Portugal.
 
Segundo uma nota dos promotores da iniciativa enviada à ANG, o Projecto “Imprensa Portuguesa em Bissau” visa difundir a língua protuguesa, permitir o contacto físico com jornais e revistas portugueses e de outros países e  poder dar novas referências sobre como se pratica jornalismo e como se estruturam produtos de comunicação social em Portugal.

“Assim, juntaram-se boas vontades de diversos parceiros em Portugal e na Guiné-Bissau e gratuitamente todos deram um pouco para conseguimos centenas de exemplares impressos em Portugal e que passam agora a ser distribuídos gratuitamente em escolas, associações, redações de meios de comunicação social e noutros locais de Bissau”, refere a nota.

O projecto *Imprensa Portuguesa em Bissau* tem como parceiros a Direcção Geral da Cultura da Guiné-Bissau, Embaixada de Portugual no país, Cooperação Portuguesa, Agência de Notícias de Portugal(Lusa), Rádio e Televisão de Portugal, Global Média Group e Portline Containers Internacional.

Solicitado a comentar a iniciativa, o Director-geral da ANG, Salvador Gomes realçou a importância do contacto frequente com jornais e revistas portuguesas sustentando que a iniciativa vai criar condições para uma auto formação de jornalistas e não só.

*Interessa referir que lendo, o jornalista não só aperfeiçoa a linguagem como também aprende a forma de atacar certos assuntos, preocupar-se com a contextualização e as fontes que podem enriquecer e equilibrar o seu texto, entre outros ganhos*, disse.

Gomes acrescentou que se denota a falta de hábito à leitura entre os mais novos da profissão, e que muitas justificações para essa falta são ligadas as dificuldades financeiras.
*Agora que é possível o acesso grátis à jornais portugueses, é só ler e estudar formas de trabalhos com aplicações possíveis no país*, rematou.
ANG/ÂC/SG

Política

Presidente da República visita Mauritânia para adquirir experiência no domínio de segurança marítima

Bissau,08 Fev 17(ANG) - O Presidente  José Mário Vaz, viajou terça-feira para a Mauritânia a convite do líder daquele país, Mohammed Ould Abdelaziz, com o objetivo de "adquirir experiência" no domínio da segurança marítima.

Em declarações aos jornalistas no aeroporto de Bissau, José Mário Vaz lembrou que na última semana tomou a decisão de obrigar todos as embarcações estrangeiras que pesquem na Zona Económica Exclusiva do país a descarregar pescado para abastecimento do mercado nacional.

Na altura, determinou que as embarcações que não respeitarem aquela orientação seriam apreendidas, podendo até serem confiscados a favor do Estado guineense, sejam eles da União Europeia, da China, Rússia ou de outras nacionalidades, disse.

José Mário Vaz afirmou hoje que desde a sua decisão foram já apreendidos seis navios.

O Presidente guineense não revelou a nacionalidade ou a bandeira das embarcações capturadas.

Sublinhou ser firme a sua determinação em lutar contra aqueles que se aproveitam das riquezas da Guiné-Bissau que disse ser cada vez mais pobre quando outros são cada vez mais ricos.

O Presidente guineense apontou a falta de infraestruturas no país e a degradação social para justificar a determinação de controlar a ZEE e desta forma arranjar recursos financeiros "para resolver as dificuldades" que o Estado enfrenta, notou.

A seguir a Mauritânia, o Presidente da República viaja com o mesmo propósito para Senegal e Marrocos.
ANG/Lusa