sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

 Inglaterra/AI pede a Egipto e Índia que combatam repressões e discriminação

Bissau, 27 Jan 23 (ANG) - A Amnistia Internacional (AI) pediu hoje ao Egipto e à Índia para combaterem as violações de liberdades e a "impunidade enraizada", denunciando "severas repressões" à liberdade de expressão e associação e discriminações contra minorias religiosas.

O apelo foi feito pela organização internacional de defesa dos direitos humanos em comunicado divulgado a propósito da visita do Presidente egípcio, Abdelfatah al-Sissi, à Índia, na qual os dois países concordaram em elevar as suas relações bilaterais à categoria de aliança estratégica e sublinharam a necessidade de combater o terrorismo.

"As actuais crises de direitos humanos na Índia e no Egipto são caracterizadas por impunidade enraizada e pelo uso indevido das leis antiterrorismo para sufocar o espaço cívico e a dissidência pacífica", apontou o director de Investigação e Defesa para o Médio Oriente e norte de África da Amnistia Internacional (AI), Philip Luther.

O responsável da organização alertou também que "os países mostram semelhanças surpreendentes nas suas tentativas de assediar e intimidar para silenciar todos os críticos e opositores do governo" e defendeu que "estes ataques implacáveis aos direitos humanos têm de acabar".

Segundo a AI, tanto no Egipto como na Índia, os defensores de direitos humanos, advogados, opositores políticos, manifestantes pacíficos, académicos e estudantes "enfrentam prisões e detenções arbitrárias, julgamentos injustos e outras hostilidades e formas de intimidação aplicadas apenas por exercerem pacificamente os seus direitos".

Entre os "milhares de pessoas que são presas injustamente" contam-se o activista egípcio-britânico pró-democracia Alaa Abdelfatah, "que passou a maior parte da última década atrás das grades", e 16 activistas indianos da cidade ocidental de Bhima Koregaon, "presos desde 2018 com acusações falsas" no âmbito de "uma lei antiterrorista draconiana", afirmou Philip Luther.

No comunicado, a organização condena ainda os crescentes ataques à liberdade de imprensa no Egipto e na Índia e os julgamentos contra jornalistas e activistas nas redes sociais que criticam os governos dos dois países, referindo terem sido feitas "falsas acusações de terrorismo" e "buscas e apreensões" a meios de comunicação.

A AI acusa também o Cairo e Nova Deli de não protegerem as minorias, cristãos coptas no caso do Egipto e cristãos e muçulmanos na Índia, contra a violência religiosa que afecta as duas comunidades.

"A Índia e o Egipto parecem ter elevado a sua cooperação bilateral de longa data a um nível diferente, onde partilham tácticas para suprimir cada vez mais direitos e liberdades", disse o presidente do conselho da AI na Índia, Aakar Patel.

Os dois países "devem inverter o rumo, a começar pela libertação imediata e incondicional de todos as pessoas que foram detidos arbitrariamente (...), por garantir um ambiente seguro para as minorias religiosas e permitir um ambiente livre de represálias aos meios de comunicação e à sociedade civil", concluiu. 

ANG/Angop

 

 Tchad/Confrontos entre mineiros e exército causam 32 mortos

Bissau, 27 Jan 23 (ANG) - Pelo menos 32 pessoas foram mortas em confrontos entre mineiros de ouro ilegais e o exército tchadiano na província de Tibesti, uma região rica neste mineral localizada no norte do Tchad, limítrofe com a Líbia, segundo fontes hospitalares, e citados pela agência Lusa.


A violência começou na cidade de Michao, na quarta-feira, e continuou até ao início da manhã de hoje, após uma manifestação de jovens que se opuseram à assinatura de um acordo para pôr termo à extracção de ouro na província.

O acordo foi assinado no dia 8 entre as autoridades tchadianas e o comité de auto-defesa composto por elementos oriundos da província de Tibesti.

"Impedem-nos de explorar o ouro na nossa província e vendê-lo a estrangeiros. Somos contra este acordo e é por isso que nos temos vindo a manifestar desde quarta-feira. Perdemos muitos dos nossos irmãos, mas não o vamos permitir", disse hoje Sougui Adam, um dos manifestantes.

Segundo uma enfermeira, que solicitou o anonimato, 27 pessoas foram mortas do lado dos manifestantes e cinco do lado do exército.

A comissão de auto-defesa acusou os jovens manifestantes de vandalismo, incitando o exército a responder.

"Condenamos veementemente estes actos desprezíveis e apelamos aos combatentes para que permaneçam vigilantes contra estes vadios que querem minar o acordo alcançado com o Governo de transição", disse Djimi Chaha, chefe do comité de auto-defesa.

Segundo os autores, destes delitos devem ser encontrados e levados à justiça.

No final de Dezembro passado, pelo menos 44 pessoas foram mortas em confrontos entre a população local e mineiros irregulares que procuravam explorar depósitos de ouro perto da cidade de Miski, também na província de Tibesti.

Pouco antes, na noite de 19 para 20 de Dezembro, pelo menos 17 mineiros ilegais e cinco soldados foram mortos em confrontos numa mina de ouro perto da cidade de Wour, na mesma província.

Desde a descoberta de enormes quantidades de ouro em 2015 na província de Tibesti, este território tornou-se o cenário de confrontos entre os mineiros irregulares, a população local e as forças de defesa e segurança tchadianas. 

ANG/Angop

 

 Ensino superior/Guiné-Bissau vai ter o primeiro mestrado em Língua Portuguesa

Bissau, 27 Jan 23 (ANG) - A Guiné-Bissau vai ter o primeiro mestrado na história do país,  a partir do próximo ano lectivo 2023/2024,  em Língua Portuguesa e  vai ser leccionado na Escola Superior Tchico Té.


O primeiro mestrado da história do ensino superior da Guiné-Bissau resulta de um memorando de entendimento rubricado entre o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros português, Francisco André, e o ministro do Ensino Superior bissau-guineense, Timóteo Saba M'bunde.

Esta quinta-feira, 26 de Janeiro, o ministro do Ensino Superior guineense considerou tratar-se de "um dia histórico", salientando que a partir do próximo ano lectivo é possível fazer o mestrado em Língua Portuguesa em Bissau.

"Trata-se de um dia ímpar. A nossa aposta é justamente qualificar o ensino, mas subir um degrau. Sabíamos que era importante contarmos com o nosso parceiro, que é Portugal, um parceiro estratégico, muito importante para o desenvolvimento da Guiné-Bissau, mas, sobretudo, no domínio que tem sido o ensino e a formação", afirmou.

Segundo o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros português, Francisco André, é muito importante que este mestrado seja em Língua Portuguesa. "Este é de facto um projecto no qual valeu muito a pena trabalhar e investir. É um projecto que vai permitir que a partir do próximo ano lectivo 2023-2024 se possa começar um ciclo de formação para conferir o primeiro grau de mestre por uma instituição guineense", afirmou.

"Isso é muito importante, isso demonstra uma grande capacidade da Guiné-Bissau enquanto país de se apropriar da formação dos seus quadros, está num grande caminho de desenvolvimento", acrescentou. ANG/RFI

 

 

 Carnaval 2023/ Comissão Nacional Organizadora anuncia que não haverá prémios que habitualmente são dados aos vencedores

Bissau, 27 Jan 23(ANG) - A Comissão Nacional Organizadora do carnaval 2023 anunciou na quinta-feira, que não haverá concurso de carnaval nem premiações habituais, e que apenas far-se-á o desfile nacional com a participação de todas as regiões.


O Carnaval 2023 tem como lema “Carnaval de Reforço e Coesão Nacional e Integração Regional”, e decorre de 18 a 21 de fevereiro.

O anúncio foi tornado público por Leonardo Cardoso, presidente da Comissão, em conferência de imprensa, durante a qual precisou que a Comissão apenas apoiará os grupos que querem participar do desfile.

Cardoso justificou a decisão pela necessidade de assegurar a coesão nacional e não continuar a acumular dívidas que a direção da cultura não consegue pagar.

Apela aos grupos e às regiões a se inscreverem quanto antes, para permitir uma melhor organização do evento.

Leonardo prometeu a realização de  uma feira de gastronomia e um desfile muito bem organizado e estruturado com a participação de todas as regiões e associações estrangeiras”.

Em relação às dívidas de concursos anteriores, a Comissão de carnaval 2023 prometeu encetar diligências junto do governo para sua liquidação.

As anteriores edições do carnaval acumularam dívidas aos vencedores de diferentes categorias de concursos realizados no âmbito do que é tido como maior festa popular da Guiné-Bissau.ANG/O Democratagb.

 

Obituário/Líder do Madem-G15 diz que Alberto Nambeia fará “falta no cenário político”

Bissau,27 Jan 23(ANG) - O coordenador nacional do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), Braima Camará considerou quinta-feira que Alberto Nambeia fará "falta no cenário político" da Guiné-Bissau.

Para Braima Camará, a morte de Alberto Nambeia, quinta-feira, em Lisboa, é uma "perda incomensurável" para si e para o Madem-G15.

"Desde a primeira hora apoiou o grupo dos 15 nos seus primeiros e importantes passos, por conseguinte, deixará falta no cenário político bem como para a Guiné-Bissau", afirmou.

"Que Deus dê consolo a todos os familiares, camaradas e amigos desta grande figura de Estado", referiu numa mensagem divulgada na rede social Facebook.

Alberto Nambeia era presidente do Partido da Renovação Social (PRS) desde 2012, tendo sido reeleito nos últimos dois congressos.

Este ano entregou a presidência em exercício a Fernando Dias, que tem liderado o partido.

Alberto Nambeia, que nasceu em Mansoa em 1964, estava em Portugal desde 2021 por motivos de saúde e esporadicamente deslocava-se à Guiné-Bissau.

Alberto Nambeia é membro fundador do PRS, foi deputado e membro do Conselho de Estado. ANG/Lusa

 

 Japão/Governo anuncia novas sanções contra políticos e militares russos

 

Bissau, 27 Jan 23(ANG) – O Governo japonês anunciou hoje novas sanções contra altos responsáveis políticos e militares russos, bem como uma proibição adicional das exportações japonesas de componentes que poderiam ser utilizados no esforço de guerra.

As medidas congelam bens de 36 indivíduos e de três organizações, incluindo os do ministro da Justiça russo, Konstantin Chuichenko, e de vários vice-ministros, secretários de Estado e altas patentes militares.

Entre os alvos das sanções estão também líderes políticos das autoproclamadas repúblicas pró-russas na Ucrânia, bem como pessoas próximas do oligarca Suleiman Kerimov, considerado uma figura próxima do Presidente russo, Vladimir Putin, também ele sujeito a sanções japonesas desde Março.

O Japão decidiu ainda proibir as exportações para 49 organizações ligadas à invasão da Ucrânia e proibir a venda de certos componentes, sendo que Tóquio já não permitia remessas de semicondutores e outras peças e dispositivos tecnológicos.

O objectivo é impedir a utilização destes componentes no fabrico de gás lacrimogéneo e dispositivos automatizados que possam ser usados pelas forças russas, disse hoje o porta-voz adjunto do Governo, Seiji Kihara.

“A invasão russa da Ucrânia não pode ser permitida, pois abala uma ordem internacional construída durante um longo período de tempo com muito esforço e sacrifício”, disse Kihara numa conferência de imprensa.

O Japão, que detém este ano a presidência rotativa do bloco G7, “continuará a trabalhar para melhorar a situação juntamente com os países do G7 e a comunidade internacional”, acrescentou o porta-voz.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e quase oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas. ANG/Inforpress/Lusa

 

 Cabo Verde/Embaixada da Guiné Bissau inicia recenseamento dos eleitores
 

Bissau, 27 Jan 23(ANG) – A Embaixada da Guiné-Bissau em Cabo Verde iniciou quinta-feira na Praia o recenseamento eleitoral dos cidadãos residentes no arquipélago, no âmbito das eleições legislativas marcadas para 04 de Junho.

Em declarações à Inforpress, após o acto de abertura dos trabalhos, a embaixadora da Guiné Bissau em Cabo Verde, Basiliana Hopffer Tavares, esclareceu tratar-se de um processo de actualização dos cadernos eleitorais e de terem dados reais sobre quantos estão neste País.

“O acto está a decorrer de uma forma organizada e podemos constatar que a afluência é boa, apesar do atraso, devido a questões técnicas com a Guiné-Bissau. De qualquer das formas todos mostraram-se pacientes em aderir ao processo, tendo já recenseado até às 10:30 cerca de seis pessoas”, disse, informando que na cidade da Praia o processo vai ser encerrado a 31 de Janeiro.

Ainda segundo a diplomata guineense, a partir de sexta-feira o recenseamento vai decorrer no Parque 5 de Julho e outras localidades do concelho da Praia onde residem imigrantes da Guiné-Bissau.

Acrescentou ainda que, na primeira semana do mês de Fevereiro os responsáveis pelo recenseamento irão deslocar-se à ilha da Boa Vista, seguindo-se depois para Sal e São Vicente.

Neste âmbito, apelou a todos os filhos da Guiné-Bissau com 18 anos ou mais anos de idade a aderirem ao processo visando assim a actualização dos dados, tendo ressaltado que foram criadas todas as condições para o bom andamento do recenseamento.

“Apelo a todos os presidentes de associações guineenses a colaborarem, informando aos seus associados a participarem no recenseamento, para que possamos levar o processo ao bom porto”, ajuntou, apelando à passividade, civismo e transparência.

Em Cabo Verde segundo os dados estatísticos do Censo de 2021 existem mais de 10 mil guineenses, mas na Embaixada da Guiné-Bissau estão inscritos cerca de 7.494. ANG/Inforpress

 

 Suécia/UE ameaça reprimir países “não cooperantes” com regresso de migrantes ilegais

 

Bissau, 27 Jan 23(ANG) – Os ministros do Interior europeus manifestaram quinta-feira a vontade de promover o regresso das pessoas que residem ilegalmente aos seus países de origem, se necessário restringindo a emissão de vistos a cidadãos de países “não cooperantes”.


“Assistimos ao aumento do número de chegadas irregulares… Devolver aos países de origem aqueles a quem foi negado asilo na Europa é uma questão muito importante”, disse a ministra das Migrações da Suécia, Maria Malmer Stenergard, cujo país ocupa a presidência semestral do Conselho da União Europeia.

Das cerca de 340.500 decisões de “retorno” emitidas em 2021 em países europeus, 21% foram efectivamente implementadas, segundo dados do Eurostat citados pela Comissão.

“O nível actual não é aceitável”, considerou a ministra no final do encontro, acrescentando que um dos “principais motivos foi a falta de cooperação de países terceiros”.

A nível europeu, entrou em vigor em 2020 um mecanismo de utilização dos vistos como alavanca para que estes países recebam os seus nacionais.

“Existe um forte apoio entre os Estados membros para explorar todo o potencial” deste mecanismo, disse a Presidência sueca do Conselho da UE.

“Se os esforços políticos e diplomáticos não produzirem os resultados esperados, os Estados membros apelam à Comissão para apresentar propostas sobre restrições de vistos”, afirmou Malmer Stenergard.

Actualmente, apenas um país, a Gâmbia, está sujeito a uma sanção da UE por “falta de cooperação”: as condições para a concessão de visto para o espaço Schengen a nacionais deste país foram reforçadas e as taxas aumentadas.

Em 2021, a Comissão também propôs medidas restritivas de vistos contra o Iraque e Bangladesh e, mais recentemente, contra o Senegal.

A comissária de Assuntos Internos da UE, Ylva Johansson, que visitou Dhaka em Novembro, disse que a ameaça de sanções levou Bangladesh a cooperar. As autoridades deste país estão agora “politicamente abertas a receber de volta todos os seus nacionais”, assegurou em conferência de imprensa a 19 de Janeiro.

A França e a Itália, em particular, expressaram o seu apoio ao uso da alavancagem de vistos, enquanto a Alemanha, por outro lado, expressou “reservas”.

Em Dezembro de 2021, os chefes de Estado e de governo da UE pediram que “todas as ferramentas europeias relevantes, incluindo ajuda ao desenvolvimento, comércio e vistos” fossem usadas como “alavancas” na migração.

Depois de anos marcados por restrições de circulação ligadas à pandemia, as chegadas de migrantes voltaram a aumentar na UE, com 330.000 “entradas irregulares” em 2022, o nível mais elevado desde 2016, segundo a agência Frontex.

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) fala em “187.993 pessoas que entraram ilegalmente na UE” no ano passado.

Cerca de 924.000 pedidos de asilo foram registados em 2022, um aumento de 50% num ano. ANG/Inforpress/Lusa

 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

 Finanças pública/"Administração aduaneira alcançou 50, 9 mil milhões de francos cfa de receitas em 2022 " diz Doménico Oliveira Sanca 

Bissau, 26 Jan 22 (ANG) – O Diretor-geral das Afandêgas disse que a  Administração aduaneira alcançou 50, 9 mil milhões de francos cfa de receitas,em 2022 contra 49, 4 mil milhões de fcfa de 2021.

A diferença representa uma  taxa de crescimento de apenas  três  por cento que Doménico Oliveira Sanca diz ser  “pequena mais importante”.

Doménico  Sanca  falava esta quinta-feira no ato da comemoração do  dia mundial das Alfandêgas sob o lema: “Acompanhar a Nova Geração: Promover a partilha de Conhecimento e Reforçar o Orgulho da Profissão Aduaneira”.

"Esta baixa taxa de crescimento é a consequência da guerra da Rússia e Ucrânia, marcada por um aumento significativo dos preços dos produtos básicos. Para  não penalizar a população, o Estado foi obrigado a baixar os valores de referência do petróleo, arroz, hidrocarbonetos e a farinha, o  que resultou numa perda de de receita de cerca de 5 mil milhões franco cfa”disse.

Sanca disse que, senão fosse a subvenção concedida pelo Estado as previsões teriam sido  excedidas, e que em qualquer caso comparado com 2020, a taxa de aumento em 2022 é de 14, 5 mil milhões de farncos cfa ou seja 39, 8 por cento  em valor relativo.

Em 2022, as  exportações de caju atingiram o nível 183.725  toneladas, segundo Sanca,  graças ao melhor controlo dos preços declarados, tendo a exportação gerado em termos de  receitas  cerca de 6, 876 mil milhões de francos cfa.

Em relação as reformas e medernização, apontou a elaboração de novo código aduaneiro nacional que substituiu o código da época colonial, a promolgação de novos estatutos orgânico das Afandêgas, através de decreto numero 5/21 que  será marcado pela fusão dos órgãos do pessoal técnico e agregados de ação fiscal.

Doménico Sanca destaca como  maior sucesso registado, em 2022, nas Alfândegas a imigração do sistema de funcionamento denominado “Sidonea MAIS MAIS” para “Sidonea Wold”, com financiamento de cerca de 900 milhoes de fcfa, do BAD.

Referiu que o BAD concordou também em financiar  atividades de formação e capacitação  dos agentes alfandegários, quantificadas em cerca de  374 milhões franco cfa.

"Ao nível social, a administração aduaneira pós em prática dois instrumentos importantes para melhorar as condições de trabalho dos funcionários  e para apoiá-los nas suas carreiras.

Trata-se do fundo social para garantir aos agentes, em casos de aquisição de habitação e não só e um apoio de seguro que proporcionará uma cobertura completa em caso de doença, mesmo estando fora do país, disse."

Na cerimónia, o  Secretário de Estado  de Orçamento e Ação Fiscal, João Aberto Djata defendeu  que a adoção de uma cultura organizacional que favoreça a partilha de conhecimentos entre agentes aduaneiros é um factor essencial, capaz de reforçar as estruturas da administração aduaneira, e que, por isso, há necessidade de se criar condições que asseguram esse exercício e que concorram para a consolidação das capacidades de intervenção da instituição.  

Djata referiu que a realização das exigências relacionadas com o desempenho nas áreas de arrecadação de receitas, nomeadamente nas contribuicões e impostos e nas Alfandêgas, é condicionada a implementação de políticas ousadas, integrando a ética e integridade, enquanto valores cardinais.

"Acredito que a Guiné-Bissau, tal como os países que emergiram da pobreza, pode superar o nível atual fazendo do trabalho um vector do desenvolvimento, frisou."

Para aquele responsável, nos últimos anos,  apesar do contexto nacional e internacional caraterizado por abrandamento da produção e do comércio, provacado pela pandemia da Covid-19 e da guerra entre Rússia e Ucrâcia , a Direção Geral das Alfandêgas tem conseguido manter-se resiliente. 

ANG/MI//SG 

 Vaticano/Papa comenta acusações de abuso sexual e renúncia de Ximenes Belo

Bissau, 26 Jan 23 (ANG) - O papa Francisco abordou as alegações de abuso sexual contra o bispo timorense Ximenes Belo, sugerindo numa entrevista que o vencedor do Prémio Nobel da Paz teve permissão para se aposentar mais cedo, ao invés de enfrentar um processo.


Depois de uma revista neerlandesa ter divulgado o caso em Setembro, o Vaticano anunciou ter imposto sanções disciplinares ao bispo timorense Ximenes Belo nos últimos dois anos, após alegações de que o Nobel da Paz teria abusado sexualmente de menores no seu país nos anos 1990.

Estas sanções incluem limites aos movimentos do bispo e ao exercício do seu ministério, bem como a proibição de manter contactos voluntários com menores ou com Timor-Leste.

No entanto, o Vaticano não forneceu informações se os superiores de Ximenes Belo sabiam de qualquer reclamação e não forneceu nenhuma explicação sobre a razão de João Paulo II ter permitido que o bispo timorense renunciasse duas décadas mais cedo, no início de 2002.

Em entrevista à Associated Press (AP) terça-feira, Francisco sugeriu que foi esse o caso, argumentando que era assim que tais assuntos eram tratados no passado.

"Isto é uma coisa muito antiga, onde não existia a consciência de hoje", referiu Francisco.

"E quando foi divulgado (em Setembro) sobre o bispo de Timor-Leste, eu disse: 'Sim, deixem isso em aberto.' (...) Não vou encobrir, mas foram decisões tomadas há 25 anos, quando não havia essa consciência", acrescentou.

O jornal neerlandês explicou que as primeiras investigações a este alegado abuso remontam a 2002, quando um timorense denunciou que o seu irmão era vítima de abusos.

Também em 2002, Ximenes afastou-se repentinamente do cargo de chefe da Igreja Católica em Timor-Leste, aos 54 anos, duas décadas antes da idade normal de reforma para os bispos, alegando motivos de saúde.

Actualmente, Ximenes Belo está em Portugal, onde os salesianos disseram que o acolheram a pedido dos seus superiores.

Francisco reconheceu também, durante a entrevista, que a Igreja Católica ainda tem um longo caminho a percorrer para lidar com o problema, referindo que é necessária mais transparência e que os líderes da Igreja devem falar mais sobre o abuso de "adultos vulneráveis".

O sumo pontífice confessou que teve uma curva de aprendizagem sobre os abusos, admitindo que o seu momento de "conversão" ocorreu durante uma viagem ao Chile em 2018, quando desacreditou as vítimas do padre predador mais notório daquele país.

Fazendo um gesto que indicava que sua cabeça havia explodido, o papa continuou: "Foi quando a bomba explodiu, quando vi a corrupção de muitos bispos".

Mais recentemente, o papa tem lidado com casos de "adultos vulneráveis" que foram vítimas de abuso sexual e que o código legal do Vaticano considera menores em processos internos.

"Você pode ser vulnerável porque está doente, pode ser vulnerável porque tem incapacidades psicológicas e pode ser vulnerável por causa da dependência", realçou.

Acrescentou que "às vezes há sedução. Uma personalidade que seduz, que maneja a sua consciência, isso cria uma relação de vulnerabilidade, e aí você fica preso",  agarrando os pulsos como se estivesse algemado.

ANG/Angop

 

 França/Macron recebe Embaló para falar da insegurança no Sahel e Golfo da Guiné

Bissau, 26 Jan 23 (ANG) -  Presidente  Umaro Sissoco Embaló reúne-se, esta quinta-feira, em Paris, com o seu homólogo francês Emmanuel Macron com o objetivo , de acordo com o comunicado do Eliseu, de “continuar a reforçar os laços entre França e a Guiné-Bissau” e falar sobre “a evolução da situação securitária no Sahel e no Golfo da Guiné”.


Três dias consecutivos, três presidentes africanos no Palácio do Eliseu. Terça-feira foi William Ruto, do Quénia, quarta-feira Alassane Ouattara, da Costa do Marfim, e hoje Umaro Sissoco Embaló da Guiné-Bissau. Nos comunicados para as três visitas, surgem os temas da segurança e reforço da cooperação, nomeadamente económica.

Emmanuel Macron quer recuperar a influência francesa que se tem vindo a afundar no continente face à vontade de os líderes africanos multiplicarem as parcerias económicas, militares e diplomáticas e perante a concorrência de potências internacionais como a Rússia, a China e os Estados Unidos.

Esta quinta-feira, o Presidente francês recebe o homólogo da Guiné-Bissau, país que visitou em Julho do ano passado e que assume actualmente a presidência rotativa da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental. Da CEDEAO faz precisamente parte o Burkina Faso que pediu à França para retirar as tropas do território, meses depois de o Mali e de a República Centro-Africana terem feito o mesmo e de ambos se terem aproximado da Rússia. Desde o golpe militar de Setembro, que levou ao poder uma nova junta em Ouagadougou, também se verificou essa aproximação com Moscovo, ainda que o executivo de transição negue qualquer acordo com a força Wagner.

De acordo com o comunicado do Eliseu, os presidentes francês e bissau-guineense vão “continuar a reforçar os laços entre França e a Guiné-Bissau” e vão falar sobre “a evolução da situação securitária no Sahel e no Golfo da Guiné”.

Em Novembro, após uma década de combate contra os jihadistas espalhados nos países do Sahel, Paris confirmou o fim oficial da operação Barkhane e apontou o prazo de meio ano para definir a sua nova estratégia em África. Além do Burkina Faso, os militares franceses continuam no Níger e no Chade. Os grupos jihadistas ligados à Al Qaeda e ao autodenominado Estado Islâmico têm progredido para os países do Golfo da Guiné.

ANG/RFI

 

 

Obituário/Presidente da ANP  endereça  “sentimento de pesar” ao  PRS pelo falecimento de Alberto Nambeia

Bissau, 26 Jan 23(ANG) – O Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP)  Cipriano Cassamá,  em nome dos deputados da nação   endereçou  seus  “sentimentos de pesar” ao Partido da Renovação Social(PRS) e à família pelo falecimento de  Alberto N´bunhe Nambeia, na  quarta-feira,  no hospital  Professor  Doutor Fernando Fonseca (antigo hospital de Amadora-Sintra), em Portugal, vítima de doença prolongada.

A manifestação de pesar de Cassamá foi feita através de um comunicado à imprensa enviado à ANG,  no qual destaca que o falecido foi segundo vice-presidente da ANP durante a IXª legislatura, e que desempenhou essa função com elevado sentido de responsabilidade e dedicação à  causa nacional.

A nota da ANP refere o  deputado Nambeia, que faleceu aos 59 anos de idade, para além das qualidades humanas, era um cidadão  muito  discreto, mas simultaneamente  cordial no seu relacionamento,  e  publicamente  interativo no apaziguamento das tensões  políticas e sociais, e sempre disponível para dialogar  na resolução de relevantes assuntos de interesse nacional.

 Alberto Nambeia mesmo doente  foi reeleito em Janeiro de 2022, no sexto Congresso Ordinário do PRS, e após o evento magno do partido regressou à Portugal tendo nomeado Fernando Dias como presidente em exercício dos renovadores.

ANG/JD/ÂC//SG

 

 

 Torneio UFOA/Selecção feminina de futebol  marca  presença nas meias-finais

Bissau, 26 Jan 23 (ANG) – As Djurtus que apenas necessitavam de uma vitória ou empate de Cabo Verde para colocar os pés, pela primeira vez, nas meias-finais do torneio da UFOA, concretizaram o sonho graças a goleada das cabo-verdianas frente as mauritanianas por 6-0


A Guiné-Bissau está agora na segunda posição da série “A” e tem como  próximo adversário,nas meias finais que serão desputadas, na  sexta-feira, a Seleção senegalesa que lídera isoladamente a série “B”.

A selecção feminina de futebol da Guiné-Bissa derrotou a selecção Mauritaniana por  1-0, com o golo apontado pela atacante Luisa Mendes.

Com essa vitória as Djurtus conquistaram os  três pontos que as colocaram nas meias finais, do torneio que  decorre desde 20 de Janeiro em Cabo Verde.

ANG/LLA//SG

  

 Desporto/União Desportiva Internacional de Bissau bate Binar FC por 2-1 e reassume o comando  da Guiness-Liga


Bissau, 26 Jan 2023 (ANG) – A União Desportiva Internacional de Bissau (UDIB), recebeu e derrotou em casa, no último fim-de-semana, a sua congénere Binar FC, por 2-1, e   reassume o comando isolado da prova da Guiness-Liga.



Os restantes encontros referentes a 5ª jornada da Guiness  Liga produziram os seguuintes resultados: Sport Bissau Benfica-1/FC Canchungo-0, Os Balantas de Mansoa-1/Portos de Bissau-0,Sporting Clube da Guiné-Bissau-0/FC Sonaco-0, Flamengo de Pefine-1/CDR Gabu-0, Massaf de Cacine-2/AC Bissorão-0, São Domingos-2/FC Cuntum-1, FC Pelundo-3/Sporting Clube de Bafatá-1.

Eis a tabela classificativa que a 5ª jornada da Guiness-Liga apresenta:

1º- UDIB-13 pts

2º- SB Benfica-11pts

3º- Portos de Bissau-10 pts

4º- Sporting Clube da Guiné-Bissau- 09 pts

5º- FC Pelundo-08 pts

6º- FC Cuntum-07 pts

7º- FLAM.Pefine-07 pts

8º- Binar FC-07 pts

9º-FC Canchungo-06 pts

10º- AC Bissorã-06 pts

11º- BAL.Mansoa-05 pts

12º-CDR.Gabú-04 pts

13º-São Domingos-04 pts

14º-Massaf Cacine-04 pts

15º-FC Sonaco-03 pts

16º- SC Bafatá-03 pts

Para a 6ª jornada estão agendados os seguintes encontros: FC Cuntum/UDIB,Bissorã/SB.Benfica, SC Bafatá/Portos de Bissau,FC Canchungo/Massaf de Cacine, São Domingos/FC Sonaco,Binar FC/FLAM.Pefine, CDR. Gabú/Os Balantas de Mansoa, SC.Guiné-Bissau/FC Pelundo. 

ANG/LLA//SG

Quenia/Diplomata venezuelano condenado por morte de embaixadora no Quénia

Bissau, 26 Jan 23 (ANG) - Um tribunal queniano condenou um diplomata venezuelano pelo assassínio de Olga Fonseca, em 2012, quando era a embaixadora interina do país em Nairobi e que foi encontrada morta na sua casa, na capital queniana.

A acusação indicou que Fonseca foi morta como parte de uma luta de poder entre ela e o suspeito, Dwight Sagaray.

O juiz rejeitou o pedido do diplomata para que o caso fosse indeferido com o fundamento de que este tem imunidade.

O juiz recordou que a Venezuela tinha retirado a sua imunidade de Sagaray após o assassínio e argumentou que este foi "devidamente acusado juntamente com outros arguidos e já não tem imunidade diplomática", segundo o jornal queniano "The Standard".

Sagaray, que foi primeiro secretário na embaixada da Venezuela em Nairobi, foi considerado culpado, juntamente com três outros quenianos acusados de fazerem parte da conspiração para assassinar a embaixadora em exercício.

Olga Fonseca, de 57 anos, foi encontrada estrangulada na cama na sua residência de Nairobi, menos de duas semanas após a sua chegada à cidade, após a partida do seu antecessor, que deixou o cargo quando estava a ser acusado de assédio sexual por empregadas. 

ANG/Angop

 

Etiópia/Presidente da UA defende fim da dependência alimentar

Bissau, 26 Jan 23 (ANG) - O chefe de Estado senegalês e presidente rotativo da União Africana (UA), Macky Sall, descreveu  quarta-feira a crise alimentar mundial que afecta África como algo "da maior urgência" e defendeu o fim da dependência alimentar do continente.

"É evidente que esta prioridade se tornou um assunto da maior urgência, uma vez que os nossos países estão a experimentar toda a força das alterações climáticas, a pandemia de covid-19 e uma grande guerra (Rússia-Ucrânia)", disse Sall no seu discurso de abertura na Cimeira Africana da Alimentação de Dakar 2, que está a ser realizada em Diamniadio, uma cidade em construção a cerca de 36 quilómetros da capital senegalesa.

Acrescentou que “se adicionarmos a escassez de fertilizantes e o aumento dos preços (...), esta crise sem precedentes desafia-nos sobre a urgência de o nosso continente acabar com a sua dependência alimentar do mundo exterior".

Durante o seu discurso, Sall salientou que "a África deve aprender a alimentar-se a si própria e a contribuir para alimentar o mundo".

A este respeito, recordou o potencial agrícola do continente africano, com mais de 65% das terras aráveis inexploradas do mundo.

Sall recordou o "compromisso voluntário" exigido na sequência do acordo dos chefes de Estado e de Governo africanos na Declaração de Maputo de Julho de 2003, de consagrar pelo menos 10% do orçamento nacional ao sector agrícola.

Por seu lado, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, sublinhou hoje a necessidade de se concentrar na transformação do sistema alimentar no continente africano.

Guterres apelou à "plena implementação da Área de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA), com o seu enorme potencial para aumentar a produtividade agrícola, criar cadeias de valor agrícola e expandir o comércio, incluindo o comércio intra-africano".

 

Também salientou a necessidade de trabalhar para resolver "urgentemente" a crise no mercado global de fertilizantes.

"A escassez global de fertilizantes transformar-se-á rapidamente numa escassez global de alimentos este ano", advertiu Guterres.

Sob o tema "Alimentar África: Soberania e Resiliência Alimentar", este fórum decorre até sexta-feira e reunirá mais de 20 chefes de Estado e de Governo, bem como o sector privado, agências da ONU e ONG no Centro Internacional de Conferências Abdou Diouf (CICAD), em Diamniadio.

Esta cimeira de alto nível foi organizada pelo Senegal e pelo Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) para procurar soluções para o desafio da segurança alimentar em África e para reforçar a resistência a futuras crises.

Esta é a segunda edição da cimeira, a seguir à que se realizou em Dacar em 2015, que adoptou a estratégia do BAD "Feed Africa: Strategy for the Transformation of Agriculture in Africa (2016-2025)".

O continente africano tem 65% das terras mais aráveis do mundo e recursos hídricos abundantes, com potencial para alimentar 9 mil milhões de pessoas no mundo até 2050, de acordo com o BAD.

Só as suas vastas áreas de savana estão estimadas em 400 milhões de hectares, dos quais apenas 10% são cultivados.

Segundo o BAD, com a eliminação dos obstáculos ao desenvolvimento agrícola e a ajuda de novos investimentos, a produção agrícola africana poderia aumentar de 280 mil milhões de dólares por ano para 1 bilião de dólares até 2030.

ANG/Angop

 


Guerra/
Biden anuncia envio de 31 tanques Abrams para a Ucrânia

 

Bissau, 26 Jan 23(ANG) – O  Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou quarta-feira(25)o envio de 31 tanques Abrams para a Ucrânia, numa comunicação em que garantiu que os aliados “estão totalmente unidos” para ajudar Kiev.

O envio dos carros blindados será acompanhado de outras medidas, como o treino das tropas ucranianas, com o objectivo de “melhorar a sua capacidade de manobra em campo aberto” e as suas capacidades militares a longo prazo, segundo o chefe de Estado norte-americano.

Durante a comunicação, Biden aproveitou para agradecer ao chanceler alemão, Olaf Scholz, pelo envio de tanques Leopard 2 (de fabrico alemão) para a Ucrânia e garantiu que esta medida “não é uma ameaça ofensiva para a Rússia”.

A Alemanha autorizou na quarta-feira o envio de carros de combate Leopard 2 de fabrico alemão para os militares ucranianos combaterem a invasão russa e aprovou os pedidos de outros países no mesmo sentido, de acordo com um porta-voz do executivo de Berlim.

“Esta decisão segue a nossa linha conhecida de apoiar a Ucrânia da melhor maneira possível. Atuamos internacionalmente de maneira altamente coordenada”, declarou o chanceler alemão, Olaf Scholz, citado pelo seu porta-voz, Steffen Hebestreit. 

ANG/Inforpress/Lusa