quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Presidenciais 2019


Representante especial da ONU na Guiné-Bissau felicita Povo guineense pela participação “significativa” nas eleições de 24 de Novembro

Bissau,28 Nov 19(ANG) – A representante especial do secretário geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, felicitou o Povo guineense pela participação “significativa” nas eleições pacíficas de 24 de Novembro e pela sua demonstração de responsabilidade cívica e sentido do dever patriótico.

Em comunicado de imprensa a que ANG teve acesso, Rosine Sori Coulibali disse, reconhecer e elogiar o trabalho árduo, o profissionalismo e o empenho da Comissão Nacional de Eleições (CNE), das Comissões Regionais de Eleições (CREs) e de todos os que votaram e que permitiram que a eleição tivesse lugar.

“Também elogiamos os candidatos, que corajosamente se apresentaram e submeteram os seus manifestos eleitorais a escrutínio, bem como os seus representantes, e apelamos à sua contínua participação positiva e construtiva na vida pública do seu país”, enalteceu.

Rosine Sori Coulibali felicitou as organizações da sociedade civil pela sua contribuição na monitorização das eleições, bem como na sensibilização e mobilização da população em geral.

“Aplaudimos as autoridades nacionais, incluindo as forças de segurança, por garantirem com eficiência a segurança do processo eleitoral, contribuindo assim para a criação geral de um clima propício para a realização bem-sucedida das eleições”, disse a representante especial da ONU no país.

Além disso, prosseguiu, reconhecemos com profunda apreciação a forte parceria, colaboração e trabalho coordenado entre as autoridades nacionais e a comunidade internacional, incluindo os esforços da ECOMIB, em apoio ao processo eleitoral.

Afirmou que, observaram que nenhuma queixa formal foi registada, e que os poucos incidentes foram tratados imediatamente pela CNE, acrescentando que isso mostra o alto grau de transparência do processo eleitoral na Guiné-Bissau, que ele testemunhou pessoalmente, e que constitui um exemplo para toda a região.

“Como todas as missões de observadores internacionais afirmaram, a eleição foi pacífica, transparente e os resultados da primeira volta foram aceites por todos.

No entanto, o vencedor desta eleição deve ser o povo da Guiné-Bissau que, durante todo o processo, demonstrou sua determinação em virar a página da instabilidade e abrir um novo capítulo de trabalho conjunto em paz para o futuro do seu país”, vincou Rosine Sori Coulibali.

Afirmou que tomaram a nota dos resultados provisórios oficiais da primeira volta, anunciados quarta-feira pela CNE, frisando que  felicita os candidatos Domingos Simões Pereira e Sissoco Embaló, que disputarão a segunda volta no próximo dia 29 de Dezembro do ano em curso.ANG/ÂC

Presidenciais 2019


Economista guineense Carlos Lopes enaltece o civismo demonstrado pelos eleitores guineenses

Bissau,28 Nov 19(ANG) – O economista guineense Carlos Lopes disse quarta-feira que os dois candidatos que vão disputar a segunda volta das Presidenciais na Guiné-Bissau devem fazer um esforço para ter um apelo nacional e não um apelo étnico, religioso e regional.

Segundo a Comissão Nacional de Eleições, Domingos Simões Pereira, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), e Umaro Sissoco Embaló, apoiado pelo Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais da Guiné-Bissau.

Domingos Simões Pereira foi o candidato que obteve maior percentagem de votos, 40,13%, enquanto Umaro Sissoco Embalo obteve 27,65% dos votos.

Os resultados não surpreenderam Carlos Lopes que enalteceu e felicitou “o civismo demonstrado pelos guineenses e um pouco em contradição com o ambiente de alguma hostilidade da parte de uma camada de candidatos presentes que utilizaram um discurso de ódio e de hostilidade e desqualificação dos oponentes”.

“A Guiné Bissau viveu durante bastante tempo uma crise intensa e precisa de transformação. Os guineenses demonstraram que havia um comportamento cível que eu espero que se reproduza também na segunda volta”, prosseguiu o antigo assessor de Kofi Annan nas Nações Unidas, que atualmente leciona na África do Sul.

Segundo o académico, “do ponto de vista da matemática eleitoral era difícil que qualquer dos candidatos pudesse alcançar a vitória na primeira volta, tendo em conta os partidos que os apoiam e tendo por base o cálculo das últimas legislativas”.

Em relação à segunda volta, Carlos Lopes disse que os dois candidatos “têm de fazer um esforço para ter um apelo nacional e não um apelo étnico, religioso, regional”.
E acrescentou: “Têm de ter um discurso pacífico e preponente”.

Assumido apoiante de Domingos Simões Pereira, por considerar que este “tem um projeto com cabeça, tronco e membros”, O economista referiu que a Guiné-Bissau tem atualmente “características de um estado que não consegue fazer aquilo que chamamos de reprodução económica normal, precisa de muletas.

Para sair desta situação, prosseguiu, é preciso “uma proposta de transformação do país que tenha reflexo nas instituições da República, entre as quais a Presidência da República”.

A taxa de abstenção destas eleições, que se realizaram domingo, foi a mais elevada desde, pelo menos, 2005, situando-se nos 25,63%.

O Presidente cessante, José Mário Vaz, falhou a reeleição, sendo o quarto mais votado, com 12,41% dos votos.

O ex-chefe de Estado ficou atrás do candidato apoiado pela Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) e pelo Partido da Renovação Social (PRS), Nuno Nabian, que conseguiu 13,16% dos votos.

Em quinto lugar ficou o ex-primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, que conseguiu 2,66%, seguido de Baciro Djá, com 1,28%.

Os restantes seis candidatos ficaram abaixo de 1%: Vicente Fernandes (0,77%), Mamadu Iaia Djaló (0,51%), Idriça Djaló (0,46%), Mutaro Intai Djabi (0,43%), Gabriel Fernando Indi (0,36%) e António Afonso Té (0,19%).

Segundo o cronograma eleitoral para as eleições presidenciais da Comissão Nacional de Eleições, a segunda volta vai realizar-se em 29 de dezembro.ANG/Lusa




Presidenciais 2019


                      Abstenção registada foi na ordem 25, 63 por cento

Bissau, 28 nov 19 (ANG) – A Comissão Nacional de eleições(CNE ), revelou esta quarta-feira que a abstenção nas eleições presidenciais de 24 de Novembro, situam-se na ordem de 25,63 por cento, correspondente a 195.203 eleitores, num universo de 566.473 votantes igual à 74,37 por cento, no total de 761.676 inscritos no caderno eleitoral.

De acordo com a CNE, Isto significa que abstenção subiu na ordem de 10,60 por cento em comparação com as eleições legislativas de 10 de março que era de 15,3 por cento.

O órgão responsável pela gestão eleitoral, revelou ainda que os votos em branco foram na ordem de 5.821 correspondentes  à 1,05 por cento, informando que os votos nulos 5. 097 igual a 0,90 por cento e os votos de protestos ou reclamações situam-se em 207 correspondente 0,04 por cento.

Segundo a CNE na região de Tombali, o candidato apoiado pelo PAIGC,  Domingos Simões Pereira obteve  8.288 votos igual 29,03 por cento, seguido por Umaro Sissoco Embalo com 6.250 votos (21,89 %), na terceira posição encontra-se José Mário Vaz com 19,57 por cento correspondendo a 5.587 votos, de seguida, Nuno Gomes Nabiam com 18,91 por cento equivalente a 5.399 votos, Baciro Djá arrecadou 1.518 votos (5,32%) e  Carlos Gomes Júnior conseguiu 432 votos (1,51%).

Ainda nesta região, o candidato e Presidente do Partido da Convergência Democrática(PCD) Vicente Fernandes obteve 243 votos equivalente a (0,85%), o candidato do Partido da Unidade Nacional(PUN) Idriça Djalo teve 225 votos correspondente a (0,79%), o independente Mutaro Intai Djabi 201 votos igual 0,70 %, o candidato do Partido da Unido Social Democrata (PUSD) Gabriel Fernando Indi 171 votos (0,50%), Mamadu Iaia Djalo 136 corresponde 0,48 % e António Afonso Té 100 votos (0,35%).

Ao passo que na região de Quinara Domingos Simões Pereira teve 8.288 votos igual 35,52 %, Umaro Sissoco Embalo obteve 26,78 % e que corresponde 6.250 votos, José Mário Vaz com 5.587 votos (23,94%), Nuno Gomes Nabiam 32,14 % equivalente a 5.399  eleitores, Baciro Djá arrecadou 1.518 votos(6,50%),  Carlos Gomes Júnior com 432 votos igual (1,85%), Vicente Fernandes 243 (1,04%), Idriça Djaló conseguiu 225 votos (0,96%), Mutaro Djabi 201 (0,86%), Gabriel Indi  171 votos (0,73%), Mamadu Iaia Djaló 136 (0,58%) e Afonso Té com 100 votos (0,43%).

Na região de Oio, Domingos Pereira arrecadou 28.376 votos (34,66%), Nuno Nabiam 22.434 votos (28,19%), Umaro Sissoco Embalo 17.046 votos (21,42%), José Mário Vaz com 6.652 votos (8,36%), Carlos Gomes Júnior 1.571 (1,97%),  Baciro Djá 1.550 votos (1,95%),   Mutaro Djabi obteve 392 votos (0,49%), Idriça Djaló 0,36% igual a 289 votos, Mamadu Iaia Djaló com 279 votos (0,35%), Gabriel Fernando 265 votos (0,33%), Vicente Fernandes 553 votos (0,69%) e Afonso Té com 168 (0,21%)”, indicou a Comissão Nacional de Eleições.

De acordo com CNE na região de Biombo Domingos Simões Pereira obteve 19.691 votos (52,88%), seguido por Sissoco Embalo com 5.187 (13,93%), José Mário Vaz figura no terceiro lugar com 4.755 votos (12,77%), quarto lugar para Nuno Nabian com 4.723 votos (12,68%), Carlos Gomes Júnior 1.500 votos (4,03%) e Vicente Fernandes 422 votos (1,13%), Gabriel Fernando Indi conseguiu 274 votos (0,74%), Mutaro Djabi 205 votos (0,55%),Baciro Djá arrecadou 135 votos (0,36%), Idriça Djaló 167 votos (0,45%) Iaia Djaló 106 votos (0,28%) e Afonso Té 69 votos igual à (0,19%).

Na região de Bolama/Bijagós, segundo os dados da CNE, Domingos Simões Pereira obteve 8.469 votos (68,72%), Sissoco Embalo com 1.438 votos (11,67%), José Mário Vaz conseguiu 115 votos (9,33%), Nuno Nabian 535 votos (4,34%), Carlos Gomes Júnior conta com 351 votos (2,85%), Vicente Fernandes obteve 106 votos igual (0,86%), Idriça Djaló garantiu 50 votos(0,4%), Iaia Djaló com 47 votos correspondente à (0,39%), Gabriel Fernando Indi conseguiu 45 votos (0,37%), Afonso Té (0,25%) equivalente a 31 eleitores, Baciro Djá 28 votos (0,23%) e Mutaro Intai Djabi com 74 votos (0,60%).

Em Bafatá, Umaro Sissoco Embalo obteve 37.671 votos (50,62%), Domingos Simões Pereira com 19.469 votos (26,16%), José Mário Vaz 7.304 votos (9,82%), depois Nuno Nabiam com 5.407 votos (7,27%9), Carlos Gomes Júnior conta com 1.190 votos (1,60%), Baciro Djá também com 1.046 votos (1,41%), seguido por Vicente Fernandes 623 votos (0,84%), Idriça Djaló com 494 votos (0,66%), Mutaro Djabi obteve 411 votos (0,55%), Gabriel Indi 268 votos (0,36%), Iaia Djaló com 383 votos (0,51%) e Afonso Té 147 votos (0,20%).

Conforme a CNE, em Gabu Umaro Sissoco Embalo arrecadou 36.945 votos (52,07%), Domingos Simões Pereira com 20.192 votos (28,46%), José Mário Vaz 5.013 votos (7,06%), Nuno Nabiam 3.651 votos (5,15%), Iaia Djaló 1.396 votos corresponde (1,97%),Carlos Gomes Júnior 933 votos (1,31%), Vicente Fernandes 958 votos (1,35%),Baciro Djá conseguiu 803 votos (1,13%),Idriça Djaló 261 votos 80,37%), Mutaro Djabi 405 votos (0,57%),Gabriel Indi 220 votos (0,31%) e Afonso Té 181 votos (0,26%).

Na região de Cacheu, José Mário Vaz arrecadou 19.947 votos (32,12%), Domingos Simões Pereira 17.231 votos (27,74%), Nuno Nabian com 12.652 votos (20,37%), Sissoco Embalo obteve 7.267 votos (11,70%), Carlos Gomes Júnior 6.308 votos (3,72%), Vicente Fernandes 699 votos (1,13%); Idriça Djaló com 629 (1,01%); Baciro Djá 486 votos (0,78%); Iaia Djaló 172 votos (0,28%),Gabriel Fernando Indi 314 votos (0,51%),Mutaro Intai Djabi 282 votos (0,45%) e Afonso Té 120 votos (0,19%).

 Na Diáspora, a CNE aponta que Mutaro Intai Djabi 32 votos( 0,38%), Domingos Simões Pereira 4.762 votos (56,55%), Vicente Fernandes 67 votos (0,59%), António Afonso Té 10 votos (0,12), Nuno  Gomes Nabian 422 votos (5,01%), Baciro Dja 32 votos (0,38%), Carlos Gomes Júnior 168 votos (2,00%), Gabriel Fernando Indi 9 votos (0,11%), Idriça Djalo 36 (0,43), José Mário Vaz 1591 (18,89%),Umaro Sissoco Embalo 1.272 (15,11%),Mamadu Iaia Djalo 20 (0,24).

No sector Autónimo de Bissau, Mutaro Dabi obteve 20 votos igual 0,24%, Domingos Simões Pereira com 87.570 votos (55,27%), seguido por Vicente Fernandes com 437 votos corresponde à (0,28%), Afonso Té obteve 141 votos (0,09%), Nuno Nabian 14.968 votos (9,45%), Baciro Djá 722 votos (0,46%), Carlos Gomes Júnior 5.941 votos (3,75%), Gabriel Indi 332 votos (0,21%), Idriça Djaló com 328 votos (0,21%), José Mário Vaz conseguiu 13.885 votos (8,76%), Sissoco Embalo 33.647 votos (21,24%) e Mamadu Iaia Djaló com 177 votos (0,11%).ANG/LPG/ÂC



INTERNACIONAL
Johnson poderá conseguir o melhor resultado para os conservadores em mais de 30 anos, diz as sondagens
Bissau,28 Nov 19(ANG) - Segundo a empresa de sondagens YouGov, os ‘tories’ poderão conseguir 359 dos 650 assentos em disputa nas eleições no Reino Unido marcadas para 12 de dezembro. A projeção aponta para uma recuperação de 42 lugares face às eleições de 2017.
O Labour deverá perder 51 assentos, passando de 262 para 211. E o Partido do Brexit não deverá conseguir qualquer lugar.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, poderá conseguir o melhor resultado para o Partido Conservador desde a vitória de Margaret Thatcher em 1987, sugere uma projeção divulgada no final desta quarta-feira.

Segundo um modelo usado pela empresa de sondagens YouGov, os ‘tories’ poderão conseguir 359 dos 650 assentos parlamentares em disputa nas eleições de 12 de dezembro.

O modelo, que previu correctamente os resultados das eleições de 2017, aponta para uma recuperação de 42 assentos pelos conservadores face ao ato eleitoral de há dois anos.

O Partido Trabalhista, de Jeremy Corbyn, deverá perder 51 assentos, passando de 262 para 211. O Partido Nacional Escocês conquistará 43, os Liberais Democratas 13, o Partido do País de Gales 4 e o Partido Verde 1. O Partido do Brexit não deverá conseguir qualquer assento.

De acordo com a projeção, os conservadores deverão ‘roubar’ 44 assentos dos trabalhistas, dois dos Liberais Democratas e ainda o antigo assento do presidente da Câmara dos Comuns. Já o Labour não deverá conseguir ocupar qualquer assento novo.

O modelo da YouGov reúne dados de mais de 100 mil entrevistas feitas durante sete dias, tendo em conta o desenho demográfico, as circunstâncias específicas dos círculos eleitorais e as estatísticas nacionais na elaboração de uma projeção.

No final de maio de 2017, pouco mais de uma semana antes das eleições, o YouGov usou este modelo e previu que a então primeira-ministra, Theresa May, iria perder a sua maioria. A projeção confirmou-se, o que complicou o cenário do Brexit e acabou por ditar o fracasso da liderança de May.

Após quase quatro anos de crise política, desde o referendo ao Brexit, Johnson promete tirar o Reino Unido da União Europeia (UE) até 31 de janeiro se vencer as eleições.

O Reino Unido vai a votos três anos antes da data prevista por causa do impasse em que o Brexit mergulhou o Parlamento britânico. Os deputados mostraram-se incapazes de chegar a um entendimento sobre o caminho certo para deixar a UE, sendo que alguns defendem que a decisão de sair deve ser revertida.

Os eleitores escolherão entre o programa socialista de Corbyn, que propõe um segundo referendo ao Brexit, e o programa do Partido Conservador, liderado por Johnson.

No manifesto que apresentou no último fim de semana, o primeiro-ministro fala nas eleições “mais cruciais da história moderna”. Segundo o documento de 50 páginas, a proposta de saída será novamente apresentada antes do Natal para que seja votada pelos deputados e consumada no final de janeiro.

O Brexit é apresentado como a chave para resolver toda a “amargura e caos”, que permitirá depois “dar gás ao potencial de todo o país”.

Após as eleições, a Câmara dos Comuns, a câmara baixa do Parlamento britânico, deverá reunir-se a 17 de dezembro. Nessa mesma semana, será lido o discurso da rainha, que marca o início da legislatura do Governo.ANG/Expresso


Presidenciais 2019


Candidato Úmaro Sissoco Embaló reafirma que a sua candidatura visa devolver a esperança ao povo guineense

Bissau 28 de Nov. 19 (ANG) – O candidato às eleições presidenciais de 24 de Novembro, Umaro Sissoco Embalo apoiado pelo Movimento para Alternância Democrática(Madem G15), reafirma que a sua candidatura visa devolver esperança ao martirizado povo guineense, que lhes são negados durante 40 anos da “desastrosa” governação do PAIGC.

Sissocó Embalo falava quarta-feira em conferência de imprensa em reacção a divulgação dos resultados provisórios das eleições presidenciais de 24 de Novembro pela Comissão Nacional de Eleições(CNE), e que determina uma segunda volta entre ele e o candidato do PAIGC Domingos Simões Pereira no próximo dia 29 de Dezembro do ano em curso.

Umaro Sisso Embaló declarou que, ao contrário do seu adversário do PAIGC, a sua candidatura não visa procurar riqueza pessoal através de apropriação abusiva e ilegal dos recursos financeiros país.

"Caros cidadãos guineenses, a nossa soberania e os nossos recursos naturais estão em perigo nestas eleições presidenciais, porque o candidato do PAIGC está usar os meios pertencentes ao povo para sustentar a sua campanha eleitoral”, explicou.

O político sustentou que, o PAIGC e o seu candidato presidencial estão a amortiçar as liberdades essenciais dos cidadãos com o objectivo único de estalar um regime “absoluto, revanchista e ditatorial” na Guiné-Bissau.

Embalo disse ainda que os valores da unidade nacional, tolerância e da solidariedade que caracterizam os guineenses estão em perigo perante uma candidatura alicerçado pelo “ódio monumental e sentimentos de vingança” contra seus opositores e certas franzas da sociedade.

" As forças da defesa e segurança, enquanto instituições republicanas, espelho da nossa República estão em perigo com aquelas cuja as acções representa uma manifesta falta de confiança das nossas gloriosas forças da defesa e segurança," disse Umaro Sissoco Embalo.

O candidato aproveita o momento para pedir ao povo guineense e as todas as forças democráticas do país para ultrapassarem as diferenças ideológicas e mobilizarem em torno do seu projecto político.

Para Embalo os resultados ora publicados para CNE quer demonstra a rejeição absoluta da actual estratégia do PAIGC e seu candidato Simões Pereira em vencer as eleições presidenciais logo na primeira volta.

O candidato felicitou os guineenses pela forma ordeira e responsável, como  votaram e participaram na campanha eleitoral e aos partidos políticos pelo apoio prestado a sua candidatura.
Umaro Sissoco Embaló foi o segundo candidato mais votado nas presidenciais de 24 de Novembro, obtendo um total de 153.530 votos equivalente á 27.65 por cento e vai disputar a segunda volta do escrutínio com o líder do PAIGC Domingos Simões Pereira. 
ANG/MI/ÂC

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Presidenciais 2019


Domingos Simões Pereira felicita aos guineenses pela maturidade demonstrada na votação

Bissau, 27 Nov 19 (ANG) – Domingos Simões Pereira, candidato  suportado pelo Partido Africano da Independência de Guiné e Cabo-Verde (PAIGC), apurado para a segunda volta das presidenciais, felicitou aos guineenses pelo civismo e maturidade demonstrada durante o processo de votação na primeira volta do escrutínio, no passado Domingo.

O líder do PAIGC falava esta quarta-feira,em conferência de imprensa realizada após a divulgação dos resultados provisórios gerais das eleições presidenciais pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), e que determinaram uma segunda volta entre ele e o candidato suportado pelo Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15), Umaro Sissoco Embaló.

Simões Pereira, considerou de positivo os trabalhos que o PAIGC realizou durante o perioda de campanha eleitoral percorrendo diferentes cantos da Guiné-Bissau.

O próximo concorrente para a 2ª volta das eleições presidenciais já marcadas para o dia 29 de Dezembro disse concordar com os resultados hoje divulgados pela CNE, enquanto órgão máximo competente para pronunciar os resultados das eleições.

“Aproveito este momento também para felicitar ao meu próximo concorrente para a segunda volta das presidenciais, pelo trabalho feito que lhe conduziu a esta posição, ao mesmo tempo lhe pedir para ter  responsabilidade nas suas acções e discursos porque  o Povo deve merecer o seu respeito”, referiu Domingos Simões Pereira.

Domingos Simões Pereira felicitou a todos os candidatos que ficaram pelo caminho, e convidou-os a se juntarem ao seu projecto para, juntos, trabalharem para dar outra imagem à Guiné-Bissau.

Domingos Simões Pereira foi quem obteve mais votos entre os  12 candidatos, que corresponderam a 40 por centos votos válidos, contra 27 por cento de Umaro Sissoco Embaló.

A lei determina que para se vencer na primeira volta um dos candidatos teria que arrecadar 50%+1 dos votos válidos. ANG/LLA/ÂC//SG

CPLP


         Ministros do Mar assumem compromisso na luta contra poluição

Bissau, 27 nov 19 (ANG) - Os ministros com a tutela dos Assuntos do Mar da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) assumiram terça-feira o compromisso de cooperação na investigação científica, economia do mar ou combate à pesca ilegal e à poluição marítima, noticiou a Lusa.
Os compromissos constam da Declaração do Mindelo, aprovada terça-feira pelos ministros com esta tutela na CPLP, reunidos naquela cidade da ilha cabo-verdiana de São Vicente.
O objectivo, explicou no final da reunião o ministro da Economia Marítima de Cabo Verde, José Gonçalves, é "defender tudo o que tem a ver com o mar e a sua saúde" dentro da CPLP, através de uma "declaração de compromisso" de todos os Estados-membros.
Cabo Verde assumiu hoje, durante a IV Reunião de Ministros dos Assuntos do Mar da CPLP, a presidência deste grupo. Durante a reunião, além da Declaração do Mindelo, os governantes aprovaram o respectivo plano de acção para o período 2019-2021, da liderança cabo-verdiana, bem como a denominada "Carta de parceria de combate ao lixo marinho" por parte dos Estados-membros da comunidade.
Integram a CPLP Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial, Timor-Leste, Brasil e Portugal.
A reunião ministerial aconteceu precisamente durante o "Cabo Verde Ocean Week", evento dedicado aos assuntos do mar organizado durante toda a semana, no Mindelo, pelo Governo cabo-verdiano.
Presente na reunião, o ministro do Mar de Portugal, Ricardo Serrão Santos, destacou a agenda da CPLP para os oceanos, desde logo por, no total dos nove Estados-membros, somar 7,5 milhões de quilómetros quadrados de Zonas Económicas Exclusivas.
"Há que internacionalizar, cooperar, no sentido de termos agendas comuns baseadas na nossa língua, na nossa cultura. Para colaborarmos no sentido de uma economia azul sustentada", destacou o governante português, em declarações à Lusa após a reunião.
Ricardo Serrão Santos sublinhou que esse trabalho em conjunto ao nível da CPLP, assumido na Declaração do Mindelo, passa pela cooperação científica, economia do mar, pescas, combate à pesca ilegal e não regulamentada, entre outras áreas.
O processo de extensão das plataformas continentais é outra área em que Portugal defende a possibilidade de cooperação entre os países da CPLP.
"Portugal e o Brasil estão adiantados, já têm as suas propostas nas Nações Unidas, mas poderemos colaborar tecnicamente, em termos de parcerias, com outros países da CPLP", disse.
Durante a reunião de hoje, Portugal propôs ainda aos restantes Estados-membros, e aproveitando o lançamento do portal da CPLP para os assuntos do Mar por parte da presidência de Cabo Verde, "a criação de secção dedicada à Ciência e ao conhecimento do Oceano para o desenvolvimento sustentável".
"Um veículo de afirmação da nossa comunidade no contexto da agenda 2030 e da Década da Ciência Oceânica e Desenvolvimento Sustentável. Deste modo estaremos realisticamente a caminhar na direcção certa", referiu, na intervenção durante a reunião, o ministro português.
A colaboração portuguesa nesta matéria, acrescentou Ricardo Serrão Santos, passa ainda pela disponibilidade para apoiar a implementação do projecto Escola Azul em países da CPLP, através de apoio técnico especializado na adaptação do conceito e metodologia à realidade educativa, sociais e culturais de cada país de língua portuguesa.
O governante recordou que o Projecto Escola Azul encontra-se no seu terceiro ano de implementação, tendo já distinguido 152 escolas em Portugal, correspondendo a 21.000 alunos.
"Esta acção é reconhecida internacionalmente pela UNESCO [organismo das Nações Unidas para a Educação e Cultura], como um exemplo de boas práticas em Literacia do Oceano. Também a Comissão Europeia reconheceu a Escola Azul como um programa com potencial de alargamento e adaptação a outros países. Portugal apresentou este programa como um dos seus compromissos internacionais para a consecução do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável 14 da Agenda 2030", apontou o ministro.ANG/Angop

Irão


                         Repressão de protestos matou 143 pessoas
Bissau, 27 nov 19 (ANG) - A repressão dos protestos no Irão denunciando, nomeadamente, a subida do preço dos combustíveis provocou pelo menos 143 mortos.
Este é o balanço revisto pela ong Amnistia Internacional que denuncia o facto de os manifestantes iranianos terem pago com a vida o direito em expressarem a sua opinião.
Os protestos no Irão tinham começado a 15 de Novembro com o anúncio da subida do preço da gasolina.
A notícia ocorria num cenário de crise económica no país devido ao restabelecimento de sanções americanas contra o Irão.
Os protestos ganharam em dimensão e levaram a que as autoridades cortassem o acesso à Internet dificultando o acesso à informação fora do país.
A organização não governamental Amnistia Internacional alega ter obtido informações fidedignas que lhe permitem constatar a morte de pelo menos 143 pessoas na repressão dos protestos no Irão.
A ong em causa alega ter obtido através de interlocutores no terreno (jornalistas, activistas e outros informadores que alega serem credíveis) e denuncia uma "repressão forte".
Com este alerta a ong apela a que os países que sancionam economicamente o Irão tenham aqui uma intervenção, não ideológica nem política, mas para defender a vida humana.
E isto já que se estaria perante abusos de direitos humanos já que os manifestantes estariam "a pagar com a sua vida a sua liberdade de expressão".
ANG/RFI

Eleições presidenciais


Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embalo disputam segunda volta à 29 de Dezembro

Bissau, 27 nov 19 (ANG)Os candidatos suportados pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC),Domingos Simões Pereira e do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15)  Umaro Sissoco Embalo disputam a segunda volta das eleições presidenciais à 29 de Dezembro, anunciou esta quarta-feira a Comissão Nacional de Eleições(CNE).

Segundo os  dados provisórios  gerais da primeira volta das eleições presidenciais de 24 de novembro apresentados hoje pela Comissão Nacional de Eleições(CNE), Domingos Simões Pereira obteve 222.870 votos, correspondentes  a 40, 13 por cento, seguido  do candidato apoiado pelo MADEM-G15  com 153.530 votos igual a 27,65 por cento.

Conforme a CNE, o candidato suportado pelo partido Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB)  e o Partido da Renovação Social (PRS) surge em terceiro lugar com 73.063 votos válidos, correspondentes a 13,16 por cento.

O Presidente Cessante José Mário Vaz figura na quarta posição com 68.933 votos correspondendo a 12,41 por cento dos votos válidos.

E o antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior figura na quinta posição com 14.766 votos, que correspondem a 2,66 por cento.

Baciro Dja, candidato apoiado pelo partido Frepasna, ficou na sexta posição com 7.126 votos que correspondem a 1,28 por cento de votos válidos.

Na sétima está Vicente Fernandes, líder do Partido da Convergência Democrática que arrecadou 4250 votos(0,77 por cento); oitavo, Mamadu Iaia Djalo do Partido Nova Democracia com 2813 votos(0,51 por cento); nono - Idriça Djalo que registou 2569 votos(0,46 por cento; 10º- Mutaro Ntai Djabi que obteve 2385 votos(0,43 por cento), 11º - Gabriel Fernando Indi que obteve 1982 votos que correspondem a 0,36 por cento de votos válidos e por último ou seja 12º - António Afonso Té que não passou de 1091 votos que representam 0,19 votos do total.

Na ocasião, o Presidente da Comissão Nacional de Eleições José Pedro Sambu disse que em matéria do contencioso eleitoral, nenhum candidato apresentou protestos ou reclamação contra o processo.

Pedro Sambu, enalteceu a forma pacífica com que decorreu as eleições presidenciais de Domingo passado, que segundo ele, confirma o elevado nível de civismo e sentido de responsabilidade de todos os guineenses e actores envolvidos no processo.

Disse que a verificação e confrontação de dados  de todos os resultados de votação das assembleias de votos, em cada círculo, na presença dos delegados das listas, sob  supervisão dos presidentes de mesas de votos e fiscais do Ministério Público  “constitui uma prova inabalável da transparência e de credibilidade” em que decorreu o pleito eleitoral de 24 de novembro.

No acto, o Presidente da CNE felicitou os órgãos de comunicação social nacional, internacional e organizações da Sociedade Civil pela “forma sábia e competente” com que acompanharam o processo.

Disse, por outro lado, que a solenidade deste acto deve-se ao brio profissional das forças de ordem pública e segurança nacional e das forças da ECOMIB em estreita colaboração com as Forças Armadas nacionais.

Elogiou também  a capacidade de organização e empenho das Comissões Regionais de Eleições pelo “brio profissional” desenvolvido pelos agentes das mesas de votos.

José Pedro Sambu agradeceu a comunidade Internacional pelo envio da missão de observadores internacionais eleitorais para verificar e fiscalizar o processo.

No Domingo passado, dia 24 de novembro cerca de 800 mil  eleitores inscritos foram chamados às urnas para escolher o novo Presidente da República da Guiné-Bissau, na qual 566.473 cidadãos votaram correspondentes a 74,37 por cento e  195.203 se absteram, correspondente a 25,63 por cento.ANG/LPG/ÂC//SG

Alterações climáticas


                                      "Não há tempo a perder",diz ONU
Bissau, 27 nov 19 (ANG) - Se os líderes mundiais quiserem efectivamente limitar o aquecimento global a 1,5°C, têm de reduzir as emissões globais em 7,6% por ano até 2030 e não há tempo a perder.
O alerta é do Programa das Nações Unidas para o Ambiente que terça-feira publicou novo relatório.
 “Se o mundo continuar a adiar as acções imediatas e radicais necessárias para reduzir as emissões de CO2, a catástrofe climática não será evitada”, refere o relatório.
Para limitar o aquecimento global do planeta a 1,5°C, a ambição ideal do Acordo de Paris, é necessário reduzir as emissões com efeito de estufa em 7,6% por ano, todos os anos entre 2020 e 2030. Ou seja, uma baixa de 55% entre 2018 e 2030.
Qualquer atraso, a partir de 2020, “deitará por terra” a ambição de Paris.
O documento sublinha também que as promessas de diminuição manifestadas pela comunidade internacional, devem ser cinco vezes mais ambiciosas do que as garantias actuais.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Ambiente, se as emissões continuarem ao ritmo actual, o planeta poderá aquecer de 3,4 a 3,9°C até ao fim do século. Mesmo que os países respeitem as ambições do Acordo de Paris, o mercúrio subirá em 3,2%.
Nos últimos dez anos as emissões, especialmente as geradas por energias fosseis, aumentaram em 1,5% por ano. Em 2018 atingiram novo recorde histórico de 55,3 giga toneladas.  ANG/RFI



Presidenciais 2019


Mandatários das candidaturas de PND, FREPASNA e PCD concordaram com  resultados provisórios

Bissau, 27 nov 19 (ANG) – Os mandatários das candidaturas de Mamadu Iaia Djaló, do Partido da Nova Democracia(PND), Baciro Djá, da Frente Patriótica para Salvação Nacional (FREPASNA) e Vicente Fernandes do Partido da Convergência Democrática (PCD) concordaram  os resultados provisórios das presidenciais divulgados esta quarta-feira pela Comissão Nacional de Eleições.

Em declarações à Agência de Notícias da Guiné, o mandatário do candidato Mamadu Iaia Djaló, suportado pelo PND, Ibraima Djaló salientou que enquanto democrátas vão respeitar o resultado porque reflectem a vontade de Povo e pediu o espírito de fair play ao candidato a ser derrotado no dia 29 de dezembro.

Mamadú Embaló, mandatário do candidato Baciro Djá, da FREPASNA reconheceu igualmente a derrota do seu candidato, mostrando estar de acordo com todo o mecanismo de controlo e fiscalização feitos, prometendo assim respeitar a vontade do Povo.

Por sua vez, o representante do candidato Vicente Fernandes, do PCD, Quintino Có considerou de transparente o resultado divulgado pela CNE, pedindo civismo e  compreensão entre os dois candidatos que vão concorrer a segunda volta.

A Comissão Nacional de Eleições divulgou esta quarta-feira os resultados provisórios gerais das eleições presidenciais de 24 do mês corrente que põem na corrida para a segunda volta marcada para 29 de dezembro, os candidatos do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló, do Movimento para Alternância Democrático (MADEM G-15). ANG/DMG/ÂC//SG

Eleições presidenciais


 “O Povo guineense deu  “exemplo de maturidade eleitoral” , diz presidente da LGDH

Bissau, 27 nov 19 (ANG) – O Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), Augusto Mário da Silva disse que o Povo guineense deu um exemplo de maturidade eleitoral que deve ser seguido por outros povos do mundo.

Augusto Mário da Silva que falava à imprensa após a divulgação dos resultados provisórios das eleições presidenciais de 24 de novembro último, disse que as eleições demonstraram o quanto que o Povo guineense é pacífico, contrariamente daquilo que muitos pensam.

“Contrariamente daquilo que é propalado no mundo fora, de que o Povo guineense é agitado, violento e agressivo, nada disso nos caracteriza. Continuamos a ser aquele Povo pacífico, ordeiro e damos este exemplo mais uma vez, neste processo eleitoral”, frisou.

Mário da Silva disse esperar que os candidatos vão saber respeitar a vontade do Povo expressa nas urnas, e pede que  todos  trabalhassem para que o clima de paz e tranquilidade continue a reinar no país, acrescentando que o próximo Presidente, a ser escolhido na segunda volta marcadas para 29 de dezembro, deve contribuir para que país possa arrancar para o desenvolvimento sustentável desejado.

Pediu aos guineenses a manter sereno, calmo e confiante no futuro, exortando aos políticos a terem maturidade e inovação para compreenderem e respeitarem as mensagens transmitidas pelo Povo.

Por sua vez, Elisa Pinto, Presidente da Rede de Paz e Segurança para as Mulheres no Espaço da CEDEAO (REMSECAO) pediu ao candidato que  vencer a segunda volta para priorizar a reconciliação nacional e estabilização do país e depois começar a pensar na governação, porque para ela, “ninguém pode governar na constante instabilidade”. 
  
A Comissão Nacional de Eleições divulgou na manhã desta quarta-feira os resultados provisórios das eleições presidenciais de 24 do mês corrente que puseram na corrida para segunda volta marcada para 29 de dezembro do ano em curso, o candidato do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló, do Movimento para Alternância Democrática (MADEM G-15). ANG/DMG/ÂC//SG