terça-feira, 9 de abril de 2024

CCIAS/Ministro do Comércio e Indústria saúda legitimação da direção da instituição

Bissau, 09 Abr 24 (ANG) - O ministro de Comércio e Indústria Orlando Mendes Veiga disse hoje que o ato de investidura  da nova direção da Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e serviços(CCIAS) simboliza um forte engajamento do Estado nos assuntos do setor privado, particularmente a CCIAS.


Orlando Mendes Viegas discursava  na cerimónia de posse de novos corpos sociais da CCIAS, eleitos em Janeiro passado, após longo período de exercício diretivo interino da instituição .

Disse registar com muito agrado a legitimação de novos corpos sociais da CCIAS, e que  associado esse facto aos desafios da presente campanha de comercialização e exportação da castanha de caju, cujo o sucesso depende, em parte, da intervenção de uma CCIAS ativa.

Afirmou que, a presente campanha de caju, com o lema “Tolerância zero ao contrabando” exige a participação de todos para melhorar e alcançar  resultados satisfatórios.

“Contamos com participação do setor privado, como parceiro privilegiado do Ministério de Comércio e Indústria, quer para mobilização dos fundos quer para a obtenção de contrato e consequente exportação do produto, e ainda para a   aposta de que a  transformação traz mais benefícios económicos fiscais para o país”, disse  Orlando Mendes.

Destacou  que CCIAS tem um papel importante na cadeia de produção, comercialização, transformação e distribuição de castanha, ciando emprego fazendo do caju o produto de maior valor acrescentado nas potencialidades do país.

“ A vossa direção representa o elo de ligação entre o Estado e a população. Nesta senda,  a responsabilidade é mais acrescida, o vosso papel serve para facilitar a vida das populações, sobretudo aos produtores, com o propósito de assumir o timoneiro no abastecimento regular do mercado”, afirmou.

Alertou a nova direção da CCIAS sobre os desafios que vão enfrentar pela assunção da presidência da Câmara Consular da UEMOA, reiterando a disponibilidade do Ministério para viabilizar, assim como acompanhar esta presidência e usar a sua influência junto do Governo para atender as necessidades e preocupações. 

O Presidente da Câmara de Comércio Indústria, Agricultura e Serviços(CCIAS),  Mama Samba Embaló disse que prioriza o relançamento da economia, numa parceria público/privada acentuada com o governo.

Uma outra prioridade apontada por  Embalo está relacionada com a sobrevivência das empresas e a manutenção dos postos de trabalho, a promoção e transformação de produtos locais, sobretudo a castanha de caju.

Disse que, a CCIAS deve ser firme na defesa dos seus princípios e afastar-se, com determinação, dos interesses pessoais manipuladoras.

Prometeu fazer da CCIAS uma organização financeiramente sólida e com capacidade de ouvir, comunicar e pôr de lado qualquer sentido de ego, que abstroe decisões justas e eficienGarantiu  que o governo pode continuar a contar com sólida, dinâmica inovadora do ponto de vista organizacional. a CCIAS, enquanto parceiro estratégico para implementação de uma agenda empresarial favorável ao desenvolvimento sustentável do país.

Declarou  que a direção da CCIAS que dirige está alinhada com os propósitos do Governo, relativamente a realização de uma boa campanha de comercialização da castanha de caju.

Para Mama Samba Embaló  a cerimónia constitui um momento de oficialização da sua proposta de valorizar a classe empresarial, sob o lema: Reorganizar, Reposicionar e Reclamar através de uma Liderança Participativa, Sustentada por um Modelo de Gestão Institucional Eficaz”.

Sublinhou que a reorganização e projeto que pretende implementar não podem estar dissociadas a maior presença dos reforços institucionais de parcerias socioeconómicas e  com participação de todos os associados nas atividades da CCIAS.

Em relação a liderança da Câmara Consular da UEMOA prometeu trabalhar em conjunto com todos os parceiros, para melhor o ambiente de negócios e em defesa dos interesses da classe, complementando o Governo nos esforços de desenvolvimento do país.

Mama Samba Embaló foi eleito Presidente da CCIAS, no passado dia 27 de Janeiro, na Assembleia Geral Extraordinária da organização,  com 267 votos a favor, contra 104 votos de Ibraima Djaló e 08 votos de Antônio Barbosa, seus adversários. Para além dele foram igualmente empossados nove vice-presidentes e oito vogais. ANG/LPG/ÂC//SG

                       Ensino e Saúde/Nova greve geral de três dias

Bissau, 09 Abr 24 (ANG) -  Os sectores de Saúde e Educação estão novamente em greve geral de três dias, a  segunda onda de paralisações, após uma primeira realizada em Março passado.

Entre outros pontos, os sindicatos exigem o pagamento de 10 meses de salário aos profissionais dos dois sectores.Publicado

O porta-voz da Frente Social, João Yoyo da Silva, pede desculpa aos cidadãos guineenses pela greve.

Diz que não era a intenção dos quatro sindicatos, dois da Saúde e outros tantos do sector da Educação, voltar a fazer greve geral, mas que não lhes restava outra saída.

João Yoyo da Silva afirma que a Frente Social apresentou um caderno reivindicativo e um pré-aviso de greve, mas em vez de se sentar à mesa com os sindicatos, o Governo decidiu apresentar uma contraproposta.

A Frente Social não achou pertinente esta forma de abordagem e decidiu avançar para a greve de três dias.

Nos hospitais e centros de Saúde, a Frente Social deu orientações para que haja o serviço mínimo que passa pelo atendimento de casos urgentes.

Nas escolas públicas, algumas estão com as portas encerradas, embora outras, afectas a outro sindicato, continuem a funcionar.

No caderno reivindicativo apresentado em Fevereiro pela Frente Social constam, entre outros pontos, o pagamento de 10 meses de salário em atraso aos professores e técnicos de saúde, a efectivação de novos quadros contratados pelo Governo para os dois sectores, a adopção de um novo currículo escolar bem como a melhoria das condições laborais.ANG/RFI

 



Economia
/Preços das moedas para terça-feira, 9 de abril de 2024

MOEDA

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Euro

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655.957

dólares americanos

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Libra esterlina

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768.000

Franco suíço

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670.750

Dólar canadense

441.500

448.500

Yuan chinês

82.750

84.250

Dirham dos Emirados Árabes Unidos

163.000

166.000

 Fonte:BCEAO

Sociedade/LGDH acusa agentes policiais de Gabu de detenção arbitrária do  cidadão  Djulde Bá

Bissau, 09 Abr 24(ANG) – A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), acusa, em comunicado,agentes da Esquadra de Polícia de Gabu de detenção arbitrária do empresário e dirigente político Djulde Bá, residente no sector de Pitche.

"O empresário e dirigente político Djulde Bá, residente no sector de Pitche, foi arbitrariamente detido hoje pelos Agentes da Esquadra de Polícia de Gabu à mando do Ministério do Interior liderados por Botche Candé e José Carlos Macedo Monteiro, respectivamente", refere a organização.

No documento publicado, segunda-feira, na sua página oficial no Facebook,sem se referir as razões da detenção, a LGDH diz que a a atuação policial é “abusiva e ilegal”, e que se enquadra na estratégia de perseguição política e de intimidação das vozes discordantes, que o Ministério do Interior tem implementado no âmbito da consolidação do autoritarismo na Guiné-Bissau.

A organização não governamental exige a libertação imediata e incondicional de Djulde Bá e responsabiliza o Ministério do Interior pela sua integridade física.ANG/JD/ÂC//SG

 

China Popular/Tentativas de criar conflitos na Ásia - Pacífico "não têm futuro"

Bissau, 09 Abr 24 (ANG) - O Ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, advertiu hoje, após um encontro com o seu homólogo russo, Sergei Lavrov, em Beijing, que "qualquer tentativa de criar confrontos na Ásia - Pacífico não tem futuro".


Em conferência de imprensa após o encontro, Lavrov afirmou que um dos temas discutidos durante as reuniões foi a questão d e como "alcançar a paz e a estabilidade na Ásia - Pacífico", apesar dos "esforços dos Estados Unidos para criar uniões políticas dirigidas contra a Rússia e a China".

De acordo com o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, este comportamento de Washington é "contra os seus próprios interesses e contra os dos seus aliados".

"O mundo de hoje está longe de ser pacífico, há agitação e caos em muitas áreas", disse Wang, que apelou à "defesa do verdadeiro multilateralismo, evitando qualquer tentativa de confronto na Ásia - Pacífico.

Estas declarações surgem numa altura de tensão na região devido ao início iminente do mandato do presidente eleito de Taiwan, William Lai (Lai Ching-Te), descrito como um "agitador" por Beijing, e às disputas territoriais entre a China e as Filipinas no Mar do Sul da China.

Lavrov afirmou que a questão de Taiwan, ilha cuja soberania é reivindicada por Beijing, é um "assunto interno da China" e que qualquer intervenção externa é "intolerável".

Manter boas relações com Moscovo é vista por Beijing como crucial para contrariar a ordem democrática liberal dominada pelos Estados Unidos e países aliados. É também uma forma de assegurar estabilidade na fronteira terrestre com a Rússia, que tem mais de 4.300 quilómetros de extensão, e fornecimento estável de energia.

Esta condição permite a Pequim concentrar recursos nas áreas costeiras e mares circundantes, onde os Estados Unidos mantêm várias bases militares em países aliados, segundo analistas de política externa chineses.

A China quer afirmar-se como a principal potência no leste da Ásia e diluir o domínio geoestratégico norte-americano na região. A reunificação de Taiwan, localizado entre o Mar do Sul da China e o Mar do Leste da China, no centro da chamada "primeira cadeia de ilhas", é um objectivo primordial no projecto de "rejuvenescimento da nação chinesa", lançado pelo Presidente chinês, Xi Jinping.

As reivindicações territoriais sobre Taiwan e o Mar do Sul da China suscitaram tensões entre Beijing e quase todos os países vizinhos, desde o Japão às Filipinas. A crescente assertividade da China no Indo-Pacífico levou já à formação de parcerias regionais lideradas pelos Estados Unidos, incluindo o grupo Quad ou o pacto de segurança AUKUS, que propôs esta semana a inclusão do Japão.

Lavrov, que chegou à China na segunda-feira, encontra-se no país asiático para uma visita oficial de dois dias a convite de Wang e que, segundo a imprensa chinesa, poderá servir de prelúdio à primeira visita ao estrangeiro do Presidente russo, Vladimir Putin, após a sua reeleição, uma possibilidade avançada pelos órgãos de comunicação internacionais para o próximo mês de Maio.ANG/Angop

 

     EUA/Março é o 10.º mês consecutivo mais quente de que há registo

Bissau, 09 Abr 24 (ANG) - A Terra bateu em março, pelo décimo mês consecutivo, um novo recorde mensal de calor, anunciou hoje o programa europeu de observação da Terra Copernicus.

As temperaturas do ar e dos oceanos atingirem também um máximo histórico neste mês, de acordo com a agência. Março registou uma média de 14,14º Celsius (C), ultrapassando o anterior recorde, de 2016, em um décimo de grau.

Foi, além disso, 1,68ºC mais quente do que no final do século XIX, a base utilizada para as temperaturas antes de a queima de combustíveis fósseis ter começado a crescer rapidamente.

Desde junho passado, o globo tem batido recordes de calor todos os meses, contribuindo para isso ondas de calor marítimas em vastas áreas oceânicas.

Cientistas afirmaram que o calor recorde registado durante este período não foi uma surpresa devido a um forte El Nino, condição climática que aquece a zona central do Pacífico e altera os padrões climáticos globais.

"Mas a combinação deste com as ondas de calor marítimas não naturais fez com que estes recordes fossem de cortar a respiração", reagiu a cientista do Centro de Investigação Climática Woodwell, Jennifer Francis.

Com a desaceleração do El Nino, as margens pelas quais as temperaturas médias globais são ultrapassadas todos os meses deverão diminuir, acrescentou Francis.

Os cientistas do clima atribuíram a maior parte dos recordes de calor às alterações climáticas provocadas pelo homem, devido às emissões de dióxido de carbono e metano produzidas pela queima de carvão, petróleo e gás natural.

"A trajetória não vai mudar enquanto as concentrações de gases com efeito de estufa na atmosfera não pararem de aumentar", notou Francis.

Ao abrigo do Acordo de Paris, de 2015, o mundo estabeleceu o objetivo de manter o aquecimento a um nível igual ou inferior a 1,5ºC desde os tempos pré-industriais.

Os dados de temperatura do Copernicus são mensais e utilizam um sistema de medição ligeiramente diferente do limiar de Paris, cuja média é calculada ao longo de duas ou três décadas.

A diretora-adjunta do Copernicus, Samantha Burgess, afirmou que o recorde de temperatura de março não foi tão excecional como de outros meses do ano passado, que bateram recordes com margens mais amplas.

"Tivemos meses recordes que foram ainda mais invulgares", disse Burgess, apontando para fevereiro e setembro do ano passado. Mas a "trajetória não está na direção certa", acrescentou.

O globo já registou 12 meses com temperaturas médias mensais 1,58ºC acima do valor de Paris, de acordo com os dados do Copernicus.

Em março, a temperatura média global da superfície do mar foi de 21,07ºC, o valor mensal mais elevado de que há registo e ligeiramente superior ao de fevereiro.

ANG/Lusa

Itália/Vaticano diz que Teoria de género e “barrigas de aluguer” violam a dignidade humana

Bissau, 09 Abr 24 (ANG) – O Vaticano divulgou, segunda-feira, um novo texto dedicado ao respeito pela “dignidade humana”, que critica as “barrigas de aluguer”, a mudança de sexo e a “teoria de género”, defendendo os direitos das pessoas LGBTQIA+ e dos migrantes.

Designado de “Dignitas infinita”, o texto aprovado pelo Papa Francisco resulta de cinco anos de trabalho e foi publicado pelo Dicastério para a Doutrina da Fé, o poderoso órgão da Santa Sé responsável pelo dogma que lista casos de “violações concretas e graves” da dignidade.

A maternidade de substituição ou “barrigas de aluguer” é descrita como estando “em total contradição com a dignidade fundamental de cada ser humano”, uma prática deplorável através da qual “a criança, imensamente digna, se torna um mero objecto”.

A propósito, é recordado o apelo do Papa para que “a comunidade internacional se comprometa a proibir universalmente esta prática”.

Criticada veementemente é a mudança de sexo e a “teoria de género”, que é classificada pelo Vaticano como uma “colonização ideológica muito perigosa”, visando “negar a maior diferença possível entre os seres vivos: a diferença sexual”.

“Qualquer procedimento de redesignação sexual corre o risco, regra geral, de ameaçar a dignidade única que uma pessoa recebeu desde o momento da conceção”, adianta.

Ao mesmo tempo, a Igreja sublinha o direito ao respeito das pessoas LGBTQIA+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, queer, intersexual, assexual e outras pessoas de orientações sexuais e identidades de género diversas), denunciando “o facto de, em certos lugares, muitas pessoas serem presas, torturadas e até privadas do bem da vida apenas por causa da sua orientação sexual”.

O documento censura também a violência contra as mulheres, afirmando que “o fenómeno do feminicídio nunca será suficientemente condenado”, mencionando igualmente a “violência digital” que “põe em risco a boa reputação de qualquer pessoa com notícias falsas e calúnias”.

Uma “crise muito perigosa do sentido moral” é a “aceitação do aborto nas mentalidades e na lei”, bem como que se fale às vezes da eutanásia e do suicídio assistido como “leis da morte com dignidade”.

Outra violação da dignidade humana é “a distribuição desigual da riqueza” e a “guerra”, bem como o abuso sexual, fenómeno que “afeta também a Igreja e representa um sério obstáculo à sua missão”.

No texto é reafirmada ainda a necessidade de defender a dignidade dos migrantes e condenado o tráfico de seres humanos, o comércio de órgãos e tecidos, a exploração sexual de rapazes e raparigas e o trabalho escravo, assim como o tráfico de drogas e de armas, o terrorismo, o crime organizado internacional, as “condições de trabalho ignominiosas” ou o despedimento de pessoas com deficiência. ANG/Inforpress/Lusa

Cabo Verde/Uni-CV acolhe formação sobre Plano de Ética no Desporto da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa

Bissau, 09 Abr 24 (ANG) - O Governo de Cabo Verde formalizou hoje na Uni-CV a implementação do Plano de Ética no Desporto, da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (PED-CPLP), junto do seu coordenador, o português José Lima, visando promover um desporto pautado por valores éticos.

Justiça, lealdade, integridade e respeito são os valores éticos que estão na essência deste plano, cuja formação terá a duração de cinco dias, mediante a participação de representantes e formadores dos países membros da CPLP, sob o lema "Modelos de desenvolvimento de valores no desporto: ética, moral e formação de carácter".

O ministro adjunto do primeiro-ministro para Juventude e Desporto, Carlos Monteiro, que presidiu o acto, aproveitou a ocasião para lançar um desafio à CPLP no sentido de se afirmar no seio da juventude e adolescência da comunidade lusófona e no reforço da conexão da juventude da comunidade através do desporto, da cultura, e da economia.

Considerou que a CPLP e o seu sucesso vão depender muito daquilo que for capaz de mostrar aos jovens e adolescentes em como pode ser importante impactar as suas vidas, de modo a fazer jus ao desporto como “um veículo de excelência” para esta imagem, muito construída, baseada na substância das suas acções e na crença e convicção numa mais-valia para a sua vida presente e futura.

“Nós estamos a olhar para o desporto não só a nível daquilo que é o resultado que nós temos lá fora, que é normalmente o que mais impacto mediático tem, mas nós estamos a olhar para o desporto em todos os eixos que definem o seu desenvolvimento e queremos trabalhar cada um destes eixos e a parte da transmissão de valores”, sublinhou o governante.

A formação a nível dos valores, explicitou Carlos Monteiro, poderá garantir sucesso na vida, “se não for no desporto, em qualquer outra dimensão da nossa sociedade”, razão pela qual considera que isto deve ser o foco por ser tão importante investir nas selecções nacionais, como no desporto escolar e no reforço do valor da ética no desporto limpo em Cabo Verde a na CPLP.

O Plano de Ética no Desporto da CPLP é uma iniciativa destinada a promover um desporto pautado por valores éticos como justiça, lealdade, integridade e respeito, ao mesmo tempo que visa prevenir problemas associados ao desporto, tais como corrupção, violência, doping e discriminação.

O PED CPLP tem ainda a missão de “explorar a dimensão educativa do desporto, reconhecendo-o como uma ferramenta de desenvolvimento humano que promove competências, princípios e valores".

A cerimónia foi, ainda presenciada pelas representações diplomáticas, conselho directivo da IDJ, representantes das instituições públicas, como a Uni-CV, Organização Antidopagem de Cabo Verde (ONAD-CV), representantes de algumas das federações desportivas e alunos do curso do Fesporto da universidade pública.

ANG/Inforpress

São Tomé e Príncipe/  Conferência dos Ministros da Justiça dos Países de Língua Portuguesa cumpre segundo dia de trabalhos

Bissau, 09 Abr 24(ANG) – A XVIII Conferência dos Ministros da Justiça dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CMJPLOP) cumpre hoje seu segundo dia de trabalhos.

O encontro tem como tema “Reforço do Notariado para a Fiabilidade e a Segurança dos documentos na CPLP”, e segundo a Inforpress que cita a ministra da Justiça de Cabo Verde, Joana Rosa ,enquadra-se num convite à reflexão conjunta sobre os desafios que se colocam no presente e futuro do notariado dos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

A organização frisa que a implementação do Acordo de Mobilidade na CPLP, que tem impulsionado grandes movimentos migratórios, com a deslocação e o estabelecimento, sobretudo, de população jovem, criando assim relações contratuais.

Por isso, considera necessário que os serviços notariais garantam a disponibilização, segura e célere dos documentos oficiais indispensáveis para o processo de integração tanto no que se refere à protecção dos direitos fundamentais, como ao exercício profissional e à integração jovem de maneira sustentável.

Neste sentido, a conferência de São Tomé e Príncipe visa o debate e a partilha de experiências e conhecimentos em áreas de grande interesse para o notariado, nomeadamente a circulação de documentos digitais, a apostila e o papel do notário como garantia da segurança jurídica nos negócios electrónicos presenciais, bem como a protecção dos mais vulneráveis num mundo digital e globalizado e os desafios da inteligência artificial na justiça, entre outras.

A ideia, segundo a nota conceptual do encontro, é de congregar os esforços para a criação de um sistema no domínio do direito dos registos e do notariado mais harmonizados na base de informatização dos serviços, desmaterialização dos procedimentos legais e administrativos.

Nesse contexto, espera-se que os Ministros da Justiça dos Países de Língua Oficial Portuguesa assumam uma actuação comprometida face a esse desafio e iniciem em São Tomé e Príncipe um processo de construção de um sistema de circulação de documentos notariais, que facilite a vida dos cidadãos e das empresas, constituindo uma oportunidade para o reforço da cooperação com a CPLP através da harmonização dos procedimentos e utilização de tecnologia nas relações jurídicas transfronteiriças.

A organização considera que é premente reforçar os serviços notariais e registais com habilidades para a realização de actos em ambiente electrónico, tendo em conta o crescimento dessas relações no mundo contemporâneo, especialmente, com a circulação de documentos digitais, o avanço da tecnologia de informação, a possibilidade de formação de contratos virtuais e a garantia de autenticidade desses dados.

“O reforço do notariado para a fiabilidade e segurança jurídica dos documentos na CPLP abrange uma cooperação jurídica e judiciária no combate aos crimes que afetam o ambiente notarial. Sendo certo que a fiabilidade e a segurança jurídica constituem duas das grandes finalidades do direito que teremos a oportunidade de partilhar”, refere o documento.

A Conferência de Ministros da Justiça dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CMJPLOP) tem a sua origem no Acordo de Cooperação, assinado em setembro de 1992, em São Tomé e Príncipe.

Este acordo estabeleceu o regimento da CMJPLOP, institucionalizando a cooperação no domínio da Justiça, numa comunidade de países que partilham da mesma matriz histórico-cultural, linguística e de uma visão comum do Estado de Direito e da Democracia. ANG/Inforpress 

segunda-feira, 8 de abril de 2024

Taça da Guiné/ FC de Canchungo defronta a equipa de Binar na segunda eliminatória da prova rainha

Bissau, 08 Abr 24 (ANG) – FC de Canchungo, detentor  do troféu, vai defrontar a equipa de Binar na segunda eliminatória da Taça da Guiné, enquanto que o Benfica de Bissau desloca-se  ao sul do país para enfrentar a Massaf FC de Cacine .

Segundo o resultado do sorteio da segunda eliminatória da Taça da Guiné, publicada na página oficial da  Federação de Futebol da Guiné-Bissau, o Sporting Clube da Guiné-Bissau recebe no sintético do estádio Lino Correia, em Bissau, o FC de Safim, da segunda divisão, e os  Tigres de São Domingos defronta o  Sporting de Bafatá.

Eis os restantes  jogos  da 2ª eliminatória da Taça da Guiné-Bissau em  futebol:

FC Balantas de Mansoa / Nuno Tristão de Bula,

 Atlético de Bissorã / Flamengo de Pefine,

 Fc Cuntum / Arados de Nhacra,

 CDR Gabu / Estrela Negra de Bolama,

 Spor Club de Pitche/ Cumura,

 Pelundo / Djata FC Fulacunda,

 FC Sonaco / Vitoria Club de Cacheu,  

ASS. Desport de Mansabá / Cupelum FC

Ajuda Spor Club/UDIB

ANG/LPG//SG

 

     Egipto/Avanços em negociações para tréguas na Faixa de Gaza

Bissau,08 Abr 24(ANG) - As negociações para chegar a uma trégua na Faixa de Gaza alcançaram progressos no Cairo, com "um consenso" sobre "muitos pontos controversos", informou hoje o canal egípcio Al Qahera News.

"Na ronda de negociações do Cairo, estão a ser feitos progressos significativos na aproximação dos pontos de vista", disse fonte egípcia próxima dos serviços secretos do Egito ao canal Al Qahera News, referindo que se alcançou um "consenso sobre muitos pontos controversos".

As delegações dos Estados Unidos e de Israel "vão retirar-se" hoje e as consultas "prosseguem nas próximas 48 horas", indicou o Al Qahera News.

Também as delegações do Qatar e do movimento islamita palestiniano Hamas "vão partir e regressar ao Cairo dentro de dois dias", precisamente no início do Eid al-Fitr, festividade que encerra o mês sagrado do Ramadão.

No regresso, vão acordar "os termos do acordo final", a partir dos "eixos básicos" já alcançados entre todas as partes.

Esta ronda de negociações, que decorre em total secretismo, teve lugar na noite de domingo na capital egípcia entre as partes em conflito e os mediadores.

Desde antes do início do Ramadão que se tenta chegar a um acordo de tréguas, que inclua um cessar-fogo e a troca de reféns israelitas em Gaza por prisioneiros palestinianos nas prisões israelitas, mas todas as tentativas falharam até agora devido à rejeição das exigências.

A atual proposta em negociação podia resultar num cessar-fogo de seis semanas na Faixa de Gaza, bem como na libertação de 40 dos reféns detidos pelo Hamas, incluindo soldados do sexo feminino, homens com mais de 50 anos e outros homens com problemas médicos graves.

Em contrapartida, Israel libertaria 700 prisioneiros palestinianos, de acordo com meios de comunicação social norte-americanos e israelitas.

No domingo, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, reiterou que não haverá trégua sem que os 133 reféns ainda detidos pelo Hamas regressem a casa, acrescentando que Israel não vai ceder a "exigências extremas" dos islamitas.

De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde de Gaza, 33.175 pessoas foram mortas na guerra que começou há seis meses, depois de o Hamas ter atacado território israelita, a 07 de outubro, matando cerca de 1.200 pessoas. ANG/Inforpress/Lusa

 

EUA/Banco Mundial vê África a acelerar para 3,4 %, mas alerta para vários riscos

Bissau, 08 Abr 24(ANG) - O Banco Mundial prevê que as economias da África subsaariana recuperem para 3,4% este ano e 3,8% em 2025, impulsionadas pelo consumo privado, num contexto de falta de liquidez e recuperação "muito frágil" da região.

"Depois de bater no fundo em 2023, com um crescimento de 2,6%, o crescimento económico na África subsaariana deverá chegar aos 3,4% este ano e 3,8% em 2025, com a recuperação assente principalmente no aumento do consumo privado, que beneficia da queda da inflação, impulsionando o poder de compra das famílias", lê-se no relatório Pulsar de África.

No relatório hoje divulgado em Washington, com o título 'Combater a desigualdade para revitalizar o crescimento e reduzir a pobreza em África', o gabinete do economista-chefe para África, Andrew Dabalen, escreve que "o crescimento do investimento vai continuar limitado porque as taxas de juro deverão manter-se elevadas, com a consolidação orçamental a dificultar o crescimento do consumo".

A inflação deverá reduzir-se, em média, de 7,1% em 2023 para 5,1% este ano e 5% em 2025 e 2026, devido "à normalização das cadeias globais de abastecimento, ao declínio sustentado dos preços das matérias-primas e aos impactos dos apertos monetários e da consolidação orçamental", apontam os analistas, notando, ainda assim, que o panorama varia muito de país para país.

Ainda que a inflação esteja a descer na maioria dos países este ano, "continua elevada quando comparada com os níveis anteriores à época da pandemia em 32 dos 37 países, havendo 14, entre os quais Angola, que continuam com níveis persistentemente elevados, nos quais a inflação caiu apenas de 25,9%, em 2023, para 24,8% em 2024".

No relatório, o gabinete do economista-chefe para África no Banco Mundial mostra-se ainda preocupado com os níveis de elevada dívida pública nos países da região, que dificulta o investimento em setores essenciais para relançar o desenvolvimento económico.

Apesar de o rácio da dívida sobre o PIB dever cair de 61% em 2023 para 57% este ano, o mais preocupante é que mesmo esta redução não chega para aliviar as contas públicas das economias da região, com metade dos países africanos "a terem problemas de liquidez externa, a enfrentarem fardos insustentáveis de dívida ou estando ativamente à procura de reestruturar as suas dívidas".

Os pagamentos de dívida pública dispararam na região devido à exposição ao financiamento comercial a empréstimos de governos que não pertencem ao Clube de Paris, o credor tradicional dos países africanos, mas que perdeu importância face à predominância da China no financiamento de África.

"O financiamento externo está mais caro do que estava antes da pandemia, apesar de as taxas de juro terem caído gradualmente face ao pico atingido em maio de 2023", lê-se no relatório, que exemplifica que os novos 'Eurobonds' (dívida comercial em moeda estrangeira) emitidos pelo Quénia em fevereiro comportam uma taxa de juro anual de 9,75%, face aos 6,87% exigidos anualmente pelos investidores num financiamento que termina este ano.

Na conferência de imprensa de apresentação do relatório, Andrew Dabalen vincou que "muitos países enfrentam uma dívida elevada, com problemas de liquidez e estão a pensar em reestrutura a dívida", num contexto em que 47%, em média, das receitas fiscais são canalizadas para os pagamentos da dívida.

"Isto é extremamente difícil, porque significa que estes países deixam de ter recursos para uma governação de qualidade e para os investimentos que são cruciais para o crescimento", acrescentou.

Para responder a este panorama, o Banco Mundial defende um aumento da mobilização fiscal interna e mais envolvimento da comunidade internacional, nomeadamente através do financiamento concessional, isto é, com juros mais baixos e maturidades mais longas.

O relatório é divulgado nas vésperas dos Encontros da Primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, que decorrem em Washington de 15 a 20 de abril.

CRESCIMENTO DO PIB......2023.....2024....2025

Angola...................0,8.....2,8.....2,7

Cabo Verde...............4,8.....4,7.....4,7

Guiné-Bissau.............4,2.....4,7.....4,8

Guiné Equatorial........-5,8....-4,3....-3,3

Moçambique...............5,0.....5,0.....5,0

São Tomé e Príncipe.....-0,5.....2,5.....3,1

FONTE: Banco Mundial

ANG/Inforpress/Lusa

 

Cabo Verde/ Santa Maria acolhe a conferência internacional "Liberdade, Democracia e Boa Governança"

Bissau, 08 Abr 24 (ANG) - A cidade de Santa Maria, na ilha do Sal vai acolher a Conferência Internacional "Liberdade, Democracia e Boa Governança: Um olhar a partir de Cabo Verde”.


Um evento que vai contar com as intervenções do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, do antigo primeiro-ministro de Portugal, António Costa, do primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, e de outros líderes cabo-verdianos e internacionais.

A democracia estável é o activo de Cabo Verde que o governo quer promover com a conferência internacional - Liberdade, Democracia e Boa Governança. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Integração Regional, Rui Figueiredo Soares, ao apresentar o evento disse que a democracia em Cabo Verde tem sido um factor de grande estabilidade.

A nossa democracia a funcionar tem sido, ao longo dos tempos, um factor de grande estabilidade e no fundo tem criado as condições para que Cabo Verde conheça o nível de desenvolvimento que tem aumentado significativamente ao longo dos anos. Defendemos que, não tendo riquezas minerais naturais, uma das principais riquezas é a sua estabilidade, uma zona de paz onde a democracia funciona e devemos partilhar essa experiência com todos os países, nomeadamente com os nossos países irmãos africanos, onde nem sempre a democracia tem feito escola.

(ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Integração Regional, Rui Figueiredo Soares)

Para além das intervenções do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, do antigo primeiro-ministro de Portugal, António Costa, do primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, o chefe do governo de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva  e os representantes da União Europeia, do secretário-geral das Nações Unidas e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), vão discursar na conferência, esta segunda e terça-feira na cidade de Santa Maria.

Um evento, em que o governo de Cabo Verde vai debater o desafio vital da política contemporâneavai decorrer em cinco painéis, a começar pela "Democracia e Estado de Direito", tendo como oradores o vice-ministro para Assuntos Multilaterais e Globais da Coreia do Sul, Ki-Hwan Kweon, o secretário-geral do Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (IDEA), Kevin Casas-Zamora, e o director regional para a África Central e Ocidental no National Democratic Institute (NDI), Christopher Fomunyoh.

"Democracia e liberdade religiosa" é o segundo painel, sendo capelão o pastor Biaud Gaha, Rose Aline Claire, cientista político e professor de Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas, Cláudio Gonçalves Couto e Bispo Dom Ildo Fortes, os oradores.

O terceiro painel "Promovendo a integridade de informação", contará com a politóloga e professora universitária Sarah Boukry, o director da Organização Europeia de Direito Público, Spyridon Flogaitis, o ministro da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares da Guiné-Bissau, Malal Sané, e o antigo Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca.

O último painel designado "Promovendo a boa governança e a transparência na gestão da dívida pública" terá como oradores representantes do Banco Mundial, do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), do Banco Europeu de Investimento e do Fundo Monetário Internacional.

Com mais de 20 oradores e acima de 200 participantes esperados, no final da conferência internacional, será apresentada a Declaração do Sal, sobre "como proteger os direitos humanos, promover as liberdades, fortalecer as democracias e a boa governança em África e no mundo".

Uma declaração, segundo o governo, a ser subscrita por intelectuais, académicos e políticos de todo o mundo.ANG/RFI

               Moçambique/Naufrágio provoca mais de 90 mortos

Bissau, 08 Abr 24 (ANG) - Mais de 90 pessoas morreram, este domingo, na sequência de um naufrágio na província de Nampula, no norte de Moçambique.

 A embarcação saía do posto administrativo de Lunga com destino à Ilha de Moçambique e as autoridades suspeitam que a sobrelotação possa ter sido a causa do naufrágio.

A notícia foi avançada pelo Secretário de Estado da Província de Nampula, Jaime Neto, este domingo. O responsável avançou que as vítimas morreram devido ao naufrágio de uma embarcação que saía do posto administrativo de Lunga com destino à Ilha de Moçambique. As autoridades suspeitam que a sobrelotação tenha sido o motivo do naufrágio. Uma onda de desinformação sobre a origem de um surto da cólera teria estado na origem da viagem.

“O barco levava cerca de 130 pessoas, mas não tinha capacidade para tal. Portanto, naufragou e morreram pelo menos, até agora confirmados, 91 pessoas. Os corpos já foram reconhecidos”, declarou Jaime Neto, citado pela Televisão de Moçambique.

O secretário de Estado da Província de Nampula acrescentou que as autoridades do posto administrativo de Lunga estão a fazer diligências para localizar pessoas que continuam desaparecidas.

Também o administrador da Ilha de Moçambique, Silvino Nauaito, confirmou que "eram 130 [pessoas] que estavam no barco e desses sabemos que 94 já perderam a vida, mas também sabemos que 11 pessoas estão nas nossas unidades sanitárias".

O responsável acrescentou que continuam as buscas: "Para além das 11 pessoas  que se encontram nas nossas unidades sanitárias, há um certo número de pessoas que estão recuperadas. Agora, não é fácil dizer com precisão quantos desapareceram (...) Teremos que nos deslocar ao terreno para podermos aferir com maior precisão."ANG/RFI

 

Vaticano/Papa exorta políticos a "parar e negociar" a paz na Ucrânia e Médio Oriente

Bissau,  08 Abr 24(ANG) - O Papa Francisco exortou domingo os políticos a "parar um pouco e tentar negociar" a paz na Ucrânia e entre Israel e a Palestina e expressou seu apoio a todos os que trabalham para reduzir as tensões bélicas.


"Que não falhe a nossa oração pela paz, por uma paz justa e duradoura, em particular pela mártir Ucrânia e também pela Palestina e Israel", disse o pontífice da janela do Palácio Apostólico, depois de rezar o 'Regina Coeli', que substitui o Angelus durante o período pascal.

Perante centenas de pessoas que o escutavam a partir da Praça de São Pedro, o Papa argentino expressou o desejo de que Deus "ilumine e apoie todos aqueles que trabalham para reduzir a tensão e encorajar gestos que tornem possíveis as negociações".

"Que o Senhor conceda aos líderes a capacidade de parar um pouco para tentar negociar", concluiu. ANG/Inforpress/Lusa