quarta-feira, 24 de junho de 2026

Sociedade/ Direção do Bissau Royal Hotel diz  desconhecer qualquer tentativa de suborno envolvendo membros da missão da CEDEAO hospedados no seu estabelecimento

Bissau, 24 Jun 26 (ANG) – A direcção do  Bissau Royal Hotel nega, em nota à imprensa, ter conhecimento de qualquer tentativa de suborno envolvendo membros da missão da CEDEAO que estiveram hospedado no seu estabelecimento .

A direção do hotel classificou as informações veiculadas nas redes sociais pela RTP-África segundo as quais houve tentativas de suborno aos chefes de Estado-Maior
da CEDEAO que estiveram em missão militar no país por elementos ligados ao Governo de Transição como falsas e sem qualquer fundamento factual.

Notícias veiculadas nas redes sociais pela RTP-África que cita “fontes credíveis” dão conta de que 15.000.000,00fcfa terão sido  encontrados no quarto de hotel de um dos elementos da missão da CEDEAO, e que este terá denunciado o caso ao chefe da missão.

Ainda deram conta de que as câmaras do hotel permitiram identificar que alguém ligado ao Governo de Transição terá  entrado no quarto do hotel.

Bissau Royal Hotel declara que está disponível  para cooperar com as instituições nacionais e internacionais competentes no esclarecimento integral dos factos, e que rejeita “ categoricamente” qualquer tentativa de associação do nome do Bissau Royal Hotel à “narrativas infundadas, especulações ou informações não verificadas” que possam comprometer a reputação da instituição, dos seus colaboradores, parceiros e clientes.

Refere que a divulgação de acusações sem prova ou fundamento constitui uma prática suscetível de causar danos reputacionais significativos, pelo que apela à responsabilidade, ao rigor e à observância dos princípios deontológicos por parte de todos os intervenientes no espaço público e mediático.

O Bissau Royal Hotel reafirma o seu compromisso com os princípios da legalidade, confidencialidade, neutralidade institucional, proteção da privacidade dos seus clientes e respeito pelas normas nacionais e internacionais aplicáveis ao setor hoteleiro.

A nota ainda refere que a confiança dos clientes constitui um dos pilares fundamentais da sua atividade, razão pela qual adota rigorosos procedimentos internos destinados a garantir a segurança,  discrição e a integridade de todas as informações sob  responsabilidade do hotel.

A administração do Hotel informa que todos os registos e elementos eventualmente existentes nos seus sistemas internos encontram-se devidamente preservados e poderão ser disponibilizados  às autoridades legalmente competentes, caso tal venha a ser solicitado no âmbito de qualquer procedimento oficial.

Igualmente rejeitou as informações que apontam para a existência e divulgação de imagens de videovigilância relacionadas com os factos alegados, que segundo a direção, em nenhum momento qualquer colaborador autorizado entregou, disponibilizou ou facilitou imagens de segurança a membros da missão da CEDEAO, entidades externas ou terceiros ligados ao caso.

O Hotel sublinha que qualquer informação em sentido contrário não corresponde à verdade e visa salvaguardar a sua reputação institucional perante a opinião pública.

A nota refere ainda que, até ao momento, a administração não recebeu qualquer reclamação, formal ou informal, verbal ou escrita, por parte da missão da CEDEAO relativamente às acusações que têm sido divulgadas.

.ANG/MI/ÂC//SG

 

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