quinta-feira, 4 de abril de 2024

     Desporto/Presidente da CAF efetua visita  de trabalho a Guiné-Bissau

Bissau, 04 Abr 24 (ANG)- O Presidente da Confederação Africana de Futebol
(CAF) Patrice Motsepe, acompanhado do  Secretário-geral Veron Mosengo Pomba chegam ao país na proxima terça-feira,(09) para uma visita de trabalho de dois dias..

De acordo com o comunicado da Federação de Futebol da Guiné-Bissau sobre o assunto, publicado na páginal oficial do órgão na Facebook , a visita permitirá a  delegação da CAF se inteirar da realidade do futebol guineense.

De acordo com a mesma publicação, prevê-se que  Patrice Motsepe apresente as autoridades desportivas do país  novos  mecanismos que se pretende adotar  para tornar o futebol local mais competitivo e sustentável.

A delegação chefiada pelo Patrice Motsepe vai efetuar visitas de cortesias às autoridades nacionais, nomeadamente ao Presidente da República Umaro Sissoco Embaló, Primeiro-ministro Rui Duarte  Barros e ao Ministro dos Desportos, Augusto Gomes.ANG/LLA//SG

 

 


Sociedade
/Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos defende punição severa dos autores do assassínio de duas mulheres

Bissau, 04 Abr 24 (ANG) – O Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos defende punição severa dos autores de assassínio de duas mulheres na Região de Gabu, nos passados dias 11 e 25 de Março .

A posição do líder da organização que defende os direitos humanos no país, Bubacar Turé foi manifestado numa vígilia realizada pela Sociedade Civil em homenagem às vitimas, denominada “ Cinco Minutos de Silêncio”, na Casa dos Direitos, em Bissau.

Segundo um vídeo publicado na página oficial da LGDH, consultada hoje pela ANG, Bubacar Turé lembrou que a impunidade e consequente normalização da violência contra as mulheres, nas sua formas mais graves, está a minar a paz, a igualidade de género e a tornar-se uma afronta ao Estado de Direito.

Por isso, exorta as autoridades competentes no sentido de agirem  com urgência para acabar  com  crimes  contra as mulheres

 “Acabar com estes crimes significa tipificar o femenicídio  como crime na Guiné-Bissau. Acabar com estes crimes significa fortalecer a igualdade do género, equilibrar o poder entre homens e mulheres na sociedade, enfim promover e respeitar os direitos humanos de todos os homens e de todas as mulheres”, disse Bubacar Turé.

O presidente da Rede Nacional de Luta Contra Violência Baseada no Género (RENLUV),Aissatu Camará Indjai disse que a vígilia serviu para chamar a atenção aos governantes, para acionarem mecanismos de proteção aos cidadãos, sobretudo as mulheres, para se pôr fim a abusos  contra as mulheres.

Aissatu Indjai defendeu na ocasião que os autores de assassínios de duas mulheres na região de Gabu devem comprir penas de  prisão pelos crimes que cometeram.

As exigências das organizações da sociedade Civil guineense vêm na sequência de duplo  assassinato de duas mulheres na região de Gabu, no leste da Guiné-Bissau.

Segundo a publicação do jornalista Alison  Cabral, citando uma nota da LGDH, com  data de 02 de Abril, que anuncia a relização da referida vigília, a primeira vítima  de nome Mata Mané, de 53 anos, que vivia na aldeia de Nhampassare,  foi violada sexualmente no dia 11 de Março por um homem de 55 anos,que depois da violação disparou mortalmente contra a mulher.

E a segunda,  de nome Mariatu Camará, de 46 anos foi assassinada à facada pelo marido de 55 anos,  na aldeia de Sintchâ Demba, após discussão em que o homem diz  a mulher que já não estava interessada nela mas que não vai permitir que ela se case com outro homem. O caso é de 25 de Março.ANG/LPG//SG

 

   África do Sul/Presidente do parlamento   acusada de corrupção detida

Bissau, 04 Abr 24 (ANG) - A presidente do parlamento da África do Sul, Nosiviwe Mapisa-Nqakula, foi hoje detida, depois de se dirigir à polícia no âmbito de uma investigação de corrupção, segundo a Reuters.

Mapisa-Nqakula pensam-lhe factos que remontam ao tempo em que era ministra da Defesa.

"Ela deve ser apresentada a um tribunal em Pretória" durante o dia, disse à Agência France-Presse (AFP) Henry Mamothame, porta-voz do Ministério Público sul-africano, confirmando a detenção.

A presidente do parlamento sul-africano demitiu-se do cargo na quarta-feira, na sequência de acusações de corrupção pública de mais de 2,3 milhões de rands (112 mil euros).

Supostos subornos em contratos da Força de Defesa Nacional da África do Sul (SANDF, na sigla em inglês) quando desempenhou o cargo de ministra da Defesa, entre 2012 e 2021, segundo a imprensa local.

A demissão ocorreu depois de, terça-feira, o Tribunal Superior de Gauteng, na capital sul-africana, Pretória, ter rejeitado um recurso urgente da líder do parlamento, para impedir a sua detenção. ANG/Angop

 

São Tomé e Príncipe/Governo dá prazo de três dias para professores grevistas assinarem entendimento

Bissau, 04 Abr 24 (ANG) - O governo são-tomense anunciou quarta-feira,em comunicado, ter enviado um memorando “exaustivamente negociado e aceite pelas partes” para ser assinado pelos sindicatos dos professores no prazo de três dias, sob pena de caducidade, no intuito de se suspender a greve no sector do ensino.

Nesta comunicação, o governo refere que "cerca de 4.000 professores, que reclamam os seus direitos, causam danos incomensuráveis aos direitos de outros, nomeadamente, o direito à educação às cerca de 80.000 crianças e jovens, pais, encarregados de educação e agentes económicos".

Paralelamente, o executivo refere que "continua disponível para discutir o assunto e ajudar a direcção da Intersindical a encontrar formas de mitigação para os constrangimentos sofridos pelos professores e suas famílias, decorrentes das suas responsabilidades, pelo 'decretamento' de greve, por tempo indeterminado”.

A questão prende-se com o salário referente ao mês de Março, que o governo considera não ter a obrigação de pagar, alegando que esta responsabilidade pertence ao sindicato, conforme a lei da greve.

O governo afirma "ter esgotado todas as possibilidades com vista a atribuir novos subsídios, para além do esforço realizado”. Por isso entende que a sua principal preocupação é o rápido regresso às actividades lectivas.

O MLSTP-PSD, através do seu líder, Jorge Bom Jesus, apelou ontem o executivo a encontrar uma rápida solução ao bloqueio. "Esta greve não pode durar ad eternum. É isto que nós pedimos ao Primeiro-ministro: humildade máxima", disse o líder do maior partido de oposição.

Recorde-se que os professores encetaram uma greve no passado dia 1 de Março, para exigir designadamente aumentos salariais e fazer passar o ordenado base de 100 para 400 Euros. Uma eventualidade que o Governo disse ser impossível, as negociações tendo passado a centrar-se em reivindicações de melhorias de subsídios. ANG/RFI

 

Tribunal Europeu/França condenada por más condições de vida impostas a argelinos

 

Bissau, 04 Abr 24 (ANG) - Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou hoje a França pelas condições de vida indignas dos argelinos que lutaram pela França nos campos de acolhimento.

Os argelinos onde passaram anos após saírem da Argélia nas décadas de 1960 e 1970.

O tribunal considerou que a França violou a proibição de submeter os seus nacionais a tratamentos desumanos ou degradantes.

A este respeito, avaliou ainda que os montantes das indemnizações concedidas pelos tribunais nacionais foram insuficientes.

Os cinco queixosos no processo contra o Estado francês são cidadãos franceses nascidos entre 1957 e 1969, filhos de 'harkis', pessoas de origem argelina que lutaram ao lado do exército francês durante a guerra da Argélia (1954-1962).

Quatro destes chegaram a França na altura da independência da Argélia (em 1962) ou nasceram em solo francês nos anos seguintes.

Viveram em campos de acolhimento , principalmente o de Bias, em Lot-et-Garonne, no sudoeste de França, até 1975.

Esses quatro queixosos apresentaram diversas provas relativas às suas condições de vida neste campo, destacando-se nomeadamente o confinamento a que eram sujeitos, a abertura do seu correio pela administração do campo, o desvio de benefícios sociais devidos à sua família para despesas do campo e a educação ministrada numa escola interna do campo, fora do sistema educacional francês.

Os tribunais administrativos franceses já consideraram que o Estado é responsável por esses actos e o Governo francês já pagou 15 mil euros de indemnização a esses queixosos pelos danos materiais e morais sofridos.

No entanto, o TEDH, embora "consciente da dificuldade de quantificar os danos sofridos pelos requerentes", "considera que os montantes atribuídos pelos tribunais nacionais neste caso não constituem uma compensação adequada e suficiente para reparar as violações constatadas".

No que diz respeito ao tratamento desumano e degradante, "os montantes atribuídos aos requerentes são modestos em comparação ao que o Tribunal geralmente concede em casos relacionados com condições indignas de detenção".

"Esses montantes não cobriram os danos ligados às outras violações da Convenção", considerou o tribunal europeu.

O TEDH determinou que a França pague mais de 19.500 euros a quatro requerentes, que são da mesma família, proporcionalmente ao tempo que passaram no campo de Bias.

O quinto requerente, cujo pai foi executado em 1957 pela Frente de Libertação Nacional da Argélia e que chegou em França em 1980, não obteve ganho de causa. ANG/Angop

 

Bélgica/Aliança mais forte, duradoura e bem sucedida da história" faz 75 anos

Bissau, 04 Abr 24(ANG) - A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) celebra hoje
, quinta-feira, 75 anos desde a sua criação.

 A Aliança que foi consagrada com a assinatura do Tratado do Atlântico Norte, no dia 4 de Abril de 1949, ajudou “a espalhar paz, democracia e prosperidade na Europa” estando, segundo o seu secretário-geral, Jens Stoltenberg, “mais unida do que nunca”.

“Hoje celebramos o 75.º aniversário da aliança mais forte, duradoura e bem sucedida na história: a Organização do Tratado do Atlântico Norte, NATO. Parabéns”, começou por dizer o responsável, no seu discurso na sede do organismo, em Bruxelas.

Assinalando que a aliança política e militar “manteve a nossa sociedade segura durante os longos anos da Guerra Fria”, Stoltenberg recordou que, quando integrou o exército norueguês, em 1975, sabia que, em caso de conflito, o país não estaria sozinho.

“Em 1975, servi no exército norueguês. Se houvesse uma guerra, estaríamos na linha da frente, mas eu não tinha medo, porque sabia que não estávamos sozinhos. Tínhamos o poder da NATO a nosso lado”, confessou.

Quarta-feira, por seu turno, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen,  considerou que a Aliança Atlântica é “um alicerce” para a estabilidade euro-atlântica, tendo apelado a um compromisso de todos os países, incluindo os pertencentes à União Europeia (UE).

"75 anos depois, a NATO continua a ser um alicerce para a segurança e estabilidade no Euro-Atlântico. Hoje, com os novos membros europeus e a unidade inabalável pela Ucrânia, a NATO está mais forte do que nunca. No seu aniversário, vamos reforçar o nosso compromisso de solidariedade transatlântica", escreveu  Von der Leyen, na rede social X (Twitter).

Já o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu, no mesmo dia, a importância do diálogo euro-atlântico e o "reforço da sua componente europeia", enquadrando esta organização como ”instrumento de paz " que está, ainda assim, pronto “para a guerra".

Portugal apresenta-se como aliado empenhado da NATO, comprometendo-se com um reforço financeiro na participação do fundo para a parceria com países vizinhos do sul, no ano em que a Aliança comemora 75 anos.

A NATO celebra na quinta-feira 75 anos, perante o que organismos da Aliança Atlântica definem como "maior teste numa geração", em ano de eleições decisivas nos Estados Unidos e de arrastamento da guerra movida pela Rússia na Ucrânia.

A NATO é fruto do receio de expansão da União Soviética pelo continente europeu, tendo contado com 12 nações na sua fundação: Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido, Portugal, Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Países Baixos, Islândia, Itália, Luxemburgo e Noruega.

A Grécia e a Turquia aderiram à Aliança Atlântica em 1952, e a Alemanha em 1955.

Ainda assim, o principal período de crescimento do bloco político-militar ocorreu entre 1999 e 2004, desencadeado pela dissolução da União Soviética, em Dezembro de 1991.

A queda do bloco de leste foi acompanhada de uma abertura das antigas repúblicas soviéticas à UE e também à NATO.

Em 1999, aderiram Espanha, República Checa, Hungria e Polónia, e em 2004 Bulgária, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Letónia, Lituânia e Roménia 'carimbaram' a pertença ao bloco atlântico.

Albânia e Croácia integraram a NATO em 2009, o Montenegro em 2017, a Macedónia do Norte três anos depois e, finalmente, a Finlândia, em 2023, e a Suécia, este ano. ANG/Angop

 

Mudanças climáticas/África emite menos de 5% dos gases com efeito estufa no mundo

Bissau, 04 Abr 24 (ANG) - África emite menos de 5% dos gases com efeito de estufa a nível mundial, mas "sofre as graves consequências das alterações climáticas", afirmou esta quarta-feira, num relatório, o Instituto para Estudos de Segurança (ISS).


Segundo o ISS, reconhecer esta disparidade "é o primeiro passo para uma resposta internacional" que a rectifique, sendo que a resposta global deve ser orientada pelo princípio da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (CQNUAC).

O mundo enfrenta uma crise climática provocada por um aumento incessante das emissões de carbono, explicou o ISS no seu relatório.

O Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC), citado pelo ISS, referiu que 89% das emissões globais de dióxido de carbono em 2022 tiveram origem em combustíveis fósseis e processos industriais.

Os níveis de CO2 atmosférico têm continuado a aumentar, atingindo máximos históricos em 2023. Como consequência, o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas declarou 2023 como o ano mais quente de que há registo.

São necessários esforços coordenados a nível mundial para reduzir as emissões de carbono e atenuar a escalada dos níveis de CO2 na atmosfera, referiu.

De acordo com o ISS, estima-se que a percentagem de dióxido de carbono dos combustíveis fósseis em África corresponderá a 13% das emissões globais em 2050 e a 22% em 2063.

"O continente precisa de ser apoiado pelos responsáveis pela crise, sendo que uma dessas vias é a utilização das receitas geradas pelos impostos sobre o carbono para projectos de medidas de atenuação e adaptação", aconselhou o ISS.

"Os mecanismos de fixação do preço do carbono, incluindo os impostos sobre o carbono e os sistemas de comércio de licenças de emissão (ETS), constituem instrumentos práticos para combater a crise climática", declarou.

Instituições como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) apoiaram um quadro global de tributação do carbono, citou.

"No ano passado, os líderes africanos assinaram a Declaração de Nairobi sobre as alterações climáticas, sublinhando a necessidade de reformas financeiras multilaterais abrangentes. A declaração propôs a criação de um regime global de tributação do carbono para financiar investimentos que apoiem iniciativas ecológicas", referiu.

No entanto, apenas 37 iniciativas de tributação do carbono foram implementadas a nível mundial, cobrindo "uns escassos 5,62% das emissões globais de gases com efeito de estufa", alertou.

Os 10 maiores emissores mundiais são a China, os Estados Unidos da América, a Índia, a Rússia, o Japão, a Indonésia, o Irão, a Alemanha, a Arábia Saudita e a Coreia do Sul.

Colectivamente, contribuem com 69% das emissões globais de combustíveis fósseis.

"A aplicação de um imposto sobre o carbono a estes grandes emissores poderia incentivar a redução das emissões e promover práticas sustentáveis", aconselhou.

Destes, apenas o Japão adoptou um imposto sobre o carbono, indicou.

Embora um imposto sobre o carbono seja apenas uma das várias medidas necessárias para combater as alterações climáticas, a sua implementação à escala global é fundamental, reforçou.

"O continente africano deve apresentar uma frente unida a nível internacional e reconhecer a sua responsabilidade partilhada no combate às alterações climáticas", declarou.

O estabelecimento de um quadro global de impostos sobre o carbono oferece vários benefícios para combater as alterações climáticas, referiu.

"É claro que a implementação de um quadro global de tributação do carbono tem os seus desafios: os interesses económicos, a dinâmica política e as limitações de capacidade podem impedir o progresso", reflectiu.

No entanto, ao aplicar princípios de justiça e de eficiência, um quadro global de tributação do carbono torna-se a pedra angular de uma governação climática eficaz no século XXI, mas apenas se África desempenhar um papel activo e os principais poluidores do mundo pagarem as suas contas, concluiu. ANG/Angop

 

quarta-feira, 3 de abril de 2024

Cooperação/Presidente da República do Quénia inicia quinta-feira visita de três dias a Guiné-Bissau

Bissau, 03 Abr 24 (ANG) – O Presidente da República do Quénia William Samoei Ruto, inicia  quinta-feira, uma visita de Estado de três dias a Guiné-Bissau, à convite do seu homólogo Umaro Sissoco Embaló.

Segundo o programa da visita enviado à ANG, pelo Gabinete de Comunicação e Relações Públicas da Presidência da República, a chegada do chefe de Estado queniano está marcada pelas   16h00 horas , no aeraporto Osvaldo Vieira, e será recebido pelo Presidente da República Umaro Sissoco Embaló, acompanhado do Primeiro-ministro Rui Duarte  Barros, e restantes membros do Governo.

O mesmo documento acrescenta que a partir das 19h e 14 minutos, o Presidente Queniano William Samoei Ruto, receberá por parte do seu homólogo guineense Umaro Sissoco Embaló, um jantar restrito na residência de hóspedes em Bissau.

“Na sexta-feira dia 05, Umaro Sissoco Embaló receberá o Presidente queniano e  sua Esposa na Presidência da República, para tratarem de assuntos ligados a cooperação bilateral ”, lê-se no documento.

A mesma nota acrescenta que haverá, ainda na sexta-feira, encontros bilaterais entre as duas delegações, no Salão Nobre do Palácio da República.

William Samoei Ruto será recebido pelo Chefe do Governo Rui Duarte  Barros no seu gabinete de trabalho, e no mesmo dia(05) efetuará uma visita ao maior centro hospitalar do país, o Simão Mendes.

Ruto visita igualmente o Estado-maior General das Forças Armadas (EMGFA), para depositar coroas de flores no jazigo de Amilcar Cabral e do General João Bernardo Vieira.

William Samei Ruto foi convidado para orar o tema “Integração Africana Avanços e Desafios”, na Universidade Lusófona da Guiné (ULG), quando forem 17h00 da tarde de sexta-feira.

No dia 06 de Abril, a delegação termina a missão, e terá  um jantar oferecido pelo PR Umaro Sissoco Embaló.ANG/LLA/ÂC//SG

Caju/Direção da CCIAS pede colaboração de atores políticos  para um bom sucesso da campanha de comercialização

Bissau,03 Abr 24(ANG) – O Presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços(CCIAS), pediu a colaboração de todos os atores políticos do país  de forma a permitir um bom andamento da campanha de comercialização e exportação da castanha de caju do presente ano.

Mama Samba Embaló falava à em imprensa no final de uma reunião da Direção da CCIAS na qual se analisou  a problemática do processo de comercialização da castanha de caju.

“A direção da CCIAS e o Governo estão a trabalhar, de mãos dadas, no sentido de criar as condições para que a campanha de caju do presente ano tenha  sucesso”, disse.

Acrescentou que, nesse quadro, uma missão aduaneira da República Popular da China se encontra no país, no âmbito dos esforços que a CCIAS e o Governo estão a fazer para encontrar alternativas em termos de mercados para a exportação da castanha de caju.

Mama Samba Embaló disse que a referida missão está no país, em resposta ao convite por eles formulado, no âmbito de uma visita que uma delegação da CCIAS efetuou no mês passado a China.

O Presidente da CCIAS frisou que vão acionar mecanismos junto da Sociedade Civil visando sensibilizar os atores políticos, de forma a alcançar um entendimento e que irá permitir um bom ambiente de negócios no país e atrair mais investidores estrangeiros.

Aquele responsável sublinhou que a CCIAS vai continuar a trabalhar em parceria com o Governo no sentido de fazer com que a castanha de caju seja comprada ao  bom preço.

A campanha de comercialização e exportação da castanha de caju 2024 foi, oficialmente, lançada no passado dia 15 de Março de 2024, e foi estipulado um preço indicativo de 300 francos CFA por quilo.

O Presidente da Associação Nacional dos Agricultores da Guiné(ANAG), denunciou, em entrevista concedida na semana passada à ANG, que a castanha de caju está a ser comprada num valor que oscila entre os 150 à 200 francos CFA, para  dizer que o preço mínimo de compra ao produtor não está a ser respeitado. ANG/ÂC//SG

Migração e Fronteiras/Diretor-geral anuncia construção de raiz de  instalação própria em Bubaque

Bissau, 03 Abr 24(ANG) – O Diretor-geral de Migração e Fronteiras anunciou hoje a construção de uma instalação nova em Bubaque, Região de Bolama Bijagós,no Sul, para albergar os seus serviços nessa localidade.

Lino Leal da Silva  falava depois de receber um Diploma de Mérito do Movimento de Apoio ao Presidente Sissoco Embaló, alegadamente, por ter imprimido  nova  dinâmica  e melhoria  nos serviços de aquisição  de passaportes e controlo nas zonas fronteiriças.

Na ocasião, Lino Leal   disse que sentiu-se honrado com seus funcionários tanto os  da fronteira terrestre assim como os da fronteira  marítima e aérea.

Sublinhou  que os Serviços da Migração está a evoluir  nos últimos tempos e anunciou, para breve, a inauguração da sede construída em Gabu, leste do país, com fundos próprios da instituição, e que contempla uma residência para 20 funcionários.

Lino Leal da Silva declarou  que ele, enquanto  fruto da casa, está focalizada em dar o seu melhor para o bem da nação e encorajou o Movimento a continuar a reconhecer outras instituições que  prestam “bom serviço” para o bem comum.ANG/JD/ÂC//SG



Festas de Páscoa/ Serviço de Urgência do Hospital Nacional Simão Mendes regista dois mortos e oito feridos graves

Bissau, 03 Abr 24 (ANG) – O Director do Banco de Urgência do Hospital Nacional Simão Mendes fez um balanço negativo sobre as festas de  Páscoa, devido ao fluxo de 60 casos que deram entrada naquele estabelecimento sanitário do país, entre os quais dois  mortos e 8 feridos graves.

De acordo com os dados apresentados por Bubacar Cissé, em declarações a imprensa, terça-feira, foram registados  21 casos resultaram de  acidentes  de viação e seis de agressões físicas.

“As duas vitimas mortais são uma idosa de 72 anos atropelada por uma moto  no Bairro de Antula, arredores de Bissau e um jovem transferido de Gabu para Bissau, com trauma crânio-céfalo graves que acabou por falecer”, informou.

De acordo com Bubacar Cissé,  comparativamente  ao ano passado, este ano houve mais casos de acidentes, causados, na sua maioria, por condução sob excesso de álcool .

No ano passado houve 35 casos, sete de agressões físicas e seis casos de acidentes e um morto.

Bubacar Cissé apelou a todos os que utilizam a via rodoviária para darem prioridade a vida, adotando comportamento seguro, para diminuir  a sinistralidade nas estradas do país.

Por outro lado, exorta aos jovens a não conduzirem embriagado e em alta velocidade, e as autoridades a aumentar medidas de segurança para lidar com os acidentes resultantes de condução sob efeito de álcool .

ANG/LPG/ÂC//SG

Nato/Stoltenberg anuncia quadro financeiro multianual  para apoio estável à Ucrânia

Bissau, 03 Abr 24 (ANG) – O secretário-geral da NATO anunciou hoje um “quadro financeiro multianual” de apoio à Ucrânia, sem revelar o valor, para que o país invadido dependa “menos de contribuições voluntárias e haja um compromisso” da Aliança Atlântica.


Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) “vão discutir como é que a NATO pode assumir mais responsabilidade para coordenar a aquisição de equipamento militar com um quadro financeiro multianual”, anunciou Jens Stoltenberg, em conferência de imprensa no quartel-general da organização, em Bruxelas.

Na terça-feira, vários órgãos de comunicação social internacionais, nomeadamente a Reuters e a AFP, revelaram um pacote de 107 mil milhões de dólares (ceca de 100 mil milhões de euros) para apoiar a Ucrânia durante cinco anos.

Questionado sobre o valor, o secretário-geral da Aliança Atlântica preferiu não comentar o valor, que é atribuído a fontes diplomáticas pelas agências de notícias.

Jens Stoltenberg disse esperar “um consenso” sobre este quadro financeiro multianual até à cimeira de Washington, em julho.

“A Ucrânia tem necessidades urgentes e qualquer atraso em prestar apoio tem consequências no campo de batalha, precisamos de mudar a nossa dinâmica, com assistência estável e viável, para dependermos menos de contribuições voluntários e para que haja um compromisso da NATO”, justificou.

Dirigindo-se ao Presidente russo, Jens Stoltenberg disse que “Moscovo tem de perceber que não vai conseguir vencer”. ANG/Lusa


Senegal/Ousmane Sonko primeiro-ministro promete apoiar presidente Faye

Bissau, 03 Abr 24 (ANG)– Ousmane Sonko foi nomeado primeiro-ministro pelo presidente Bassirou Diomaye Faye na terça-feira, a primeira medida tomada pelo novo chefe de Estado do Senegal que tinha acabado de tomar posse.

O antigo presidente da câmara de Ziguinchor, na Casamança, impossibilitado de se candidatar à magistratura suprema, na sequência de condenações pela justiça, tinha sido solto há apenas duas semanas, pelo que tinha impulsionado a candidatura de Bassirou Diomaye Faye.

Ousmane Sonko foi o presidente do PASTEF, Partido dos patriotas africanos do Senegal em prol do trabalho, da ética e da fraternidade, até à sua dissolução em Julho de 2023.

Tornou-se na grande figura da oposição no Senegal durante o mandato de Macky Sall que terminou a 2 de Abril de 2024, mas várias condenações pela justiça acabam por impossibilitar a sua candidatura para as eleições de 24 de Março.

Foi solto da cadeia já durante a campanha eleitoral, tendo sido ele a fomentar a candidatura de Bassirou Diomaye Faye que acabou por ser eleito, logo à primeira volta.

Já tinha também sido candidato presidencial em 2019, ficando, na altura, em terceiro lugar atrás do presidente cessante, Macky Sall, e de Idrissa Seck.

Nas suas primeiras declarações, como chefe do executivo, Ousmane Sonko garantiu a 2 de Abril de 2024 estar já a formar o seu governo. 

"Aquando do comício que encerrou a nossa campanha eleitoral eu disse que trabalharíamos todos em prol da eleição do presidente Bassirou Diomaye Faye.

Está fora de questão deixá-lo assumir sozinho o peso desta responsabilidade !

Gostaria de dizer aos senegaleses: a cada uma e a cada um dentre eles, aonde quer que estejam, que este é o projecto deles.

E que cada um dentre eles deve dar o seu melhor por forma a alcançarmos os objectivos que definimos para o Senegal, e não para o presidente Bassirou Diomaye Faye.

Reitero os meus agradecimentos ao presidente Bassirou Diomaye Faye garantindo-lhe a nossa lealdade, mas também a nossa dedicação.

Seja como for na liderança da equipa que vamos formar daremos tudo o que está ao nosso alcance, sem poupar esforços, por forma a atingir o que prometemos ao povo senegalês.

Ou seja a ruptura, o progresso e a mudança definitiva rumo à direcção correcta."

ANG/RFI


França/Alternativas ao plástico podem gerar mais gases com efeito de estufa que o próprio plástico

Bissau, 03 Abr 24 (ANG) - As alternativas ao plástico podem gerar mais gases com efeito de estufa que o próprio plástico, concluiu um estudo publicado na revista Environmental Science & Technology.

Miguel Brandão, co-autor do artigo, explica que este estudo “compara as maiores aplicações do plástico com os substitutos para perceber os impactos no clima”: “se ao substituirmos um pelo outro há ganhos ou perdas no sentido de mudanças climáticas”.

Os plásticos são responsáveis por 4,5% das emissões globais de gases com efeito de estufa (GEE). Devido à ameaça que representam para a biodiversidade e para a saúde ambiental e pública, a eliminação dos plásticos transformou-se numa urgência dos diferentes poderes políticos.

Os plásticos são controversos devido à sua produção a partir de combustíveis fósseis, às emissões durante a produção e eliminação, à potencial toxicidade e à contaminação do ambiente. Face a estas preocupações é comum apelar-se à redução da utilização do plástico e ao aumento do recurso a alternativas não plásticas. Todavia, estes apelos, muito transformados em leis, vastas vezes ignoram os impactos ambientais dos materiais alternativos.

Acaba de ser publicado na revista Environmental Science & Technology, assinado por Fanran Meng, Miguel Brandão e Jonathan M Cullen, um estudo que revela que na maior parte dos casos, os produtos utilizados para substituir o plástico geram ainda mais impactos no clima. O documento não se debruça sobre o impacto do plástico na saúde ou poluição marítima, avalia única e exclusivamente as emissões de GEE dos produtos de plástico e das suas alternativas ao longo do ciclo de vida.

Miguel Brandão, co-autor do artigo, explica que este estudo “compara as maiores aplicações do plástico com os substitutos para perceber os impactos no clima”: “se ao substituirmos um pelo outro há ganhos ou perdas no sentido de mudanças climáticas”.

O professor de Ecologia Industrial e Avaliação de Ciclo de Vida no KTH Royal Institute of Technology (Instituto Real de Tecnologia) em Estocolmo, Suécia, sublinha que “seria limitativo descartar o plástico sem se ter a noção de que os seus substitutos possam ser piores, pelo menos no que diz respeito ao clima.”

O cientista defende a necessidade de uma visão “holística, sistemática, compreensiva e com base na ciência” que olhe para o ciclo de vida do produto de forma a evitar a troca de um produto mau, por outro ainda pior.

RFI: Peço-lhe que me dê as linhas gerais deste estudo.

Miguel Brandão: O que nós fizemos foi comparar as aplicações mais representativas do plástico com os substitutos mais comuns em cada uma dessas aplicações e estimar o impacto no clima, tanto dos plásticos como das alternativas ao longo do ciclo de vida, para sabermos se ao substituirmos plásticos pelos substitutos haveria ganhos ou perdas no sentido de mudanças climáticas.

Este artigo recentemente publicado demonstra que na maior parte das aplicações as alternativas ao plástico têm um impacto no clima superior.

Nós não defendemos o uso de plásticos, porque aliás há muitos impactos que vão para além das mudanças no clima, como por exemplo, o tema dos microplásticos e da poluição marinha, mas em termos de mudanças climáticas, realmente o plástico parece ser um material bastante eficiente e seria limitativo descartar o plástico sem ter a noção de que os seus substitutos possam ser piores, pelo menos no que diz respeito ao clima.

Portanto, o estudo avalia precisamente o impacto do plástico na emissão de gases com efeito de estufa. Não na questão do impacto do plástico na saúde humana, microplásticos, poluição marinha… mas na emissão dos gases com efeito de estufa?

Exactamente. Portanto, [compara as emissões de gases com efeito de estufa] ao longo do ciclo de vida dos plásticos e dos substitutos.

Em termos climáticos, o plástico parece ser um material menos mau, mas há bastantes impactos adicionais às mudanças climáticas, como por exemplo, os que mencionou [saúde humana, microplásticos, poluição marinha].

Nós, quando fazemos avaliações de ciclo de vida, é normal considerarmos 16 tipos de impactos, as mudanças climáticas são somente um.

É claro que as mudanças climáticas estão a ter um grande foco e é urgente lidar com isso, mas isso não quer dizer que não haja outros impactos urgentes ou importantes.

Nós limitamos a nossa análise às mudanças climáticas, portanto, as nossas conclusões mantêm-se no que diz respeito às alterações climáticas, isto é, na maior parte dos casos, os plásticos são realmente melhor que os seus substitutos, mas se o seu foco for noutro impacto ambiental qualquer ou na saúde humana, aí as nossas conclusões poderiam já não se manter.

Analisaram a questão do plástico e as alternativas em diferentes sectores, como a indústria têxtil, automóvel, construção civil, mobiliário e também na parte das embalagens. Há uma questão que penso que é transversal no artigo e nestas áreas: uma das vantagens do plástico tem a ver precisamente com o peso.

Sim, o plástico é um material bastante eficiente. Se comparar, por exemplo, um uso muito corriqueiro do plástico, o saco de plástico, é óptimo quando comparado com as suas alternativas, por exemplo um saco de pano ou até um saco de papel. O saco de papel pode ser utilizado uma ou duas vezes, se o papel se molhar fica inviável. Já não o pode usar outra vez, tem que deitar fora. E não se esqueça que para produzir o papel é preciso que uma árvore tenha sido plantada, colhida, processada e isso tudo acarreta impactos ambientais.

O saco de plástico, como tem uma longevidade grande comparado com as suas alternativas e é produzido a partir de co-produtos da indústria petrolífera, acaba por ser bastante eficiente. É um material resistente, à prova de água, é bastante leve e ocupa pouco espaço. Portanto, sim, sem preconceitos, acaba realmente por ser um material bastante útil e é exactamente por isso que é usado à escala em que é.

Sobre a retirada dos sacos plásticos do supermercado. Acabou por haver aqui uma política que não olhou para toda a cadeia. Ou seja, não foram feitos estudos suficientes para efectivamente se perceber se havia um benefício ou não para o clima.

É exactamente isso. Eu dou aulas numa universidadee um dos cursos chama-se Análise Ambiental de Sistemas e Tomada de Decisão. Uma das coisas que eu partilho com os meus alunos na minha primeira aula é que aquelas coisas que um leigo - ou um não leigo - pensa intuitivamente serem necessariamente melhor ambientalmente, como por exemplo, alimentos locais ou biológicos ou materiais e combustíveis feitos a partir da biomassa como biocombustíveis serem sempre melhores do que as suas alternativas.

Eu compreendo que assim seja, mas é preciso fazer as contas para informar as nossas decisões, não podemos estar susceptíveis àquilo que é intuitivo.

Aí, vemos que realmente livre de preconceitos, essas alternativas que nós pensamos ser melhor, nem sempre o são.

É isso que nós tentamos fazer: olhar para as coisas de uma maneira holística, de uma maneira sistemática e compreensiva e com base na ciência.

No caso dos plásticos, acho que é daquelas coisas que as pessoas acham que é óbvio, quando não é assim tão óbvio, e acabam por tomar decisões contraproducentes no que respeita pelo menos a alguns impactos. Não todos, porque realmente o problema da poluição marinha é real, não é inventado. Portanto, se quisermos resolver realmente problemas associados à poluição marinha, muito bem, podemos evitar os plásticos desde que tenhamos consciência de que as emissões de gases de estufa aumentarão. Agora, o que é importante é realmente haver essa coerência e não aparentar resolver um problema sem ter noção que criamos outros.

Ou seja, como cobrir um problema com uma manta e há sempre um canto que fica de fora.

Exacto, fica outro problema a descoberto. Não necessariamente o mesmo, mas outro problema, como neste caso as mudanças climáticas. Podemos argumentar que é talvez mais urgente do que poluição marinha. Não há uma maneira objectiva de o dizer, mas o importante é olhar para as coisas na sua extensão total, exactamente para não estarmos a criar problemas sem o saber. Ao menos que saibamos e tomemos uma decisão consciente. Portanto, em vez de pensarmos em banir totalmente e na reutilização, temos também que pensar na substituição.

Por exemplo, se vamos realmente banir os sacos de plástico dos supermercados, estejamos cientes de que os alternativos sacos de pano levem 20 ou 30 anos de uso até pouparem custos ambientais equivalentes aos sacos de plástico.

Nesta questão do plástico e das alternativas. Portanto, neste momento, no estado actual das coisas, pensa que é necessário que os próprios governos repensem a política em relação ao plástico e das possíveis alternativas?

Eu não sei até que ponto é que as políticas possam ser reversíveis, mas acho que temos que ter humildade para mudar de opinião consoante o que nos diz a ciência moderna. Por exemplo, tínhamos objectivos muito ambiciosos para os biocombustíveis que foram sujeitos a alguma reversão porque realmente era uma política contraproducente. Corríamos o risco de acabar por ter mais emissões do que se não adoptássemos essa política, o que não faria muito sentido.

Acho que há espaço para admitirmos falhas e para alterarmos um curso que agora se sabe ser pouco producente. Banir plásticos pode ser uma política exagerada se resultar num nível superior de emissões de gases de estufa (- acho que é óbvio).ANG/RFI