sexta-feira, 26 de junho de 2020

                         EUA/Democratas aprovam reforma da polícia

Bissau, 26 jun 20 (ANG) - A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, controlada pelos democratas, aprovou na quinta-feira uma reforma da polícia, em resposta ao homicídio em Maio de um afro-americano sob custódia da policia e aos protestos que abalaram o país.

O projecto de lei foi aprovado com 236 votos a favor e 181 contra, um dia depois dos democratas terem bloqueado no senado norte-americano uma lei republicana de reforma da polícia, considerando que não ia suficientemente longe, num contexto de contestação generalizada ao racismo e violência policial nos Estados Unidos.

A reforma aprovada na quinta-feira na Câmara dos Representantes recebeu o nome de George Floyd, o afro-americano assassinado por um polícia branco em Minneapolis, Minnesota, que o sufocou com um joelho durante quase 10 minutos, no final de maio, uma morte que provocou protestos em todo o país e no estrangeiro.

A oposição dos republicanos ao diploma (apenas três votaram a favor) torna muito difícil que a medida receba luz verde do senado, onde o Partido Republicano têm a maioria, sem a qual não pode tornar-se lei.

Entre as múltiplas reformas que o projecto de lei estabelece está a proibição da asfixia como técnica policial, a eliminação da impunidade dos agentes, tornando mais fácil levá-los a julgamento, e a criação de uma base de dados nacional sobre abusos policiais.

"Há exatamente um mês, George Floyd proferiu as suas últimas palavras: 'Não consigo respirar', mudando o curso da história. A Câmara dos Representantes honra hoje [quinta-feira] a sua vida e a vida de todos aqueles que foram mortos pela brutalidade policial", disse a líder democrata da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.

O diploma tem o apoio de organizações de direitos civis, autarcas, artistas como Rihanna e membros da família de afro-americanos mortos pela polícia.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os congressistas republicanos criticaram o projecto, considerando que "enfraquece a polícia".

"O que vai acontecer quando tivermos uma força policial tímida e neutralizada?", questionou o congressista republicano Glenn Grothman.

George Floyd, de 46 anos, morreu em 25 de Maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.

Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, sucederam-se protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais foram palco de atos de pilhagem, um cenário que se estendeu também a várias cidades mundiais. ANG/Angop

Covid-19/Presidente da República diz estar ciente dos impactos dos sucessivos estados de emergência na vida da população

Bissau, 26 Jun 20 (ANG) – O Presidente da República , Umaro Sissoco Embaló, disse que está ciente dos impactos dos sucessivos estados de emergência  para conter e combater o COVID-19  nas populações e em todos os setores da vida nacional.

Em

mensagen dirigida à Nação, por ocasião de mais uma prorrogação do estado de emergência Sissoco Embalo, disse que, para fazer face ao inimigo invisível que resiste em não desaparecer, tem que, a bem da saúde pública e proteção da vida humana, continuar a adotar algumas medidas restritivas dos direitos, liberdades e garantias.

"Tem que ser assim, caso contrário corremos o risco de perder o controlo da situação, deitando por terra todas as conquistas já alcançadas", salientou.

No seu discurso, Sissoco Embalo justificou  que o   parecer do Alto Comissariado da Luta Contra o COVID-19,  o aumento significativo de novos casos de infectados e de mortes pelo novo coronavírus, a expansão da pandemia para novas regiões sanitárias e o início da época das chuvas, são as principais razões para esta sexta renovação do estado de emergência por um período de trinta dias, ou seja de 26 de Junho à 25 de Julho.

Umaro Sissoco Embalo, referiu  que o Governo irá adotar medidas regulamentares, conciliando a prevenção e o combate ao novo coronavírus com a necessidade imperiosa de evitar o colapso da economia e prevenir à fome.

Ainda disse ter constatado com agrado, o uso generalizado de máscaras de proteção individual nos transportes e locais públicos,  o cumprimento das regras de distanciamento físico, e de colocação de produtos de higienização nos transportes e locais públicos.

Por último, apela ao cumprimento rigoroso das medidas que o Governo irá adotar para regulamentar esta sexta renovação do estado de emergência. ANG/CP/ÂC//SG

Kosovo/Presidente Thaci acusado de crimes contra a Humanidade e de crimes de guerra

Bissau, 26 jun 20 (ANG) - O Presidente do Kosovo desde A

bril de 2016, Hashim Thaci foi acusado quarta-feira de crimes contra a Humanidade e de crimes de guerra pelo procurador do Tribunal especial para o Kosovo em Haia, na Holanda.

Antigo comandante da guerrilha independentista albanesa do Kosovo no conflito com a Sérvia no período de 1998-99 e homem forte do país desde que se tornou independente em 2008, Hashim Thaci soube  quarta-feira das acusações que pesam sobre ele.

Suspeito de «crimes contra a Humanidade e de crimes de guerra, incluindo assassínios, desaparecimentos forçados, perseguição e tortura», o Presidente do Kosovo é alvo ao todo de 10 acusações. Igualmente colocados no banco dos réus estão 9 ex-combatentes Kosovares, assim como Kadri Veseli, ex-chefe das secretas do país, actualmente deputado e dirigente do Partido Democrático do Kosovo (PDK).

Ao todo, os suspeitos são acusados de serem penalmente responsáveis de cerca de 100 homicídios de kosovares albaneses, sérvios e membros de outras comunidades, ocorridos entre Janeiro de 1998 e Dezembro do ano 2000, durante e depois de um conflito que provocou mais de 13 mil mortos.

O acto de acusação entregue aos juízes no 24 de Abril e mantido secreto até terça-feira, deve ainda ser examinado para a sua validação ou indeferimento por uma câmara do Tribunal até ao dia 24 de Outubro.

Habitualmente, nesta fase do processo, opta-se por preservar o sigilo, mas o Procurador tornou públicas as acusações, apesar de ainda não ter nenhum parecer dos juízes, por recear interferências.

Com efeito, no seu comunicado, a acusação menciona «repetidos esforços por parte de Hashim Thaçi e de Kadri Veseli para obstruir o trabalho» do tribunal «para não comparecerem perante a justiça».

Oficialmente criado em 2015 para investigar os crimes alegadamente cometidos pela guerrilha independentista kosovar albanesa contra opositores e comunidades rivais durante e depois da guerra do Kosovo, o Tribunal especial dá continuidade a investigações encetadas já em 2011 sobre os presumíveis crimes do actual Presidente do Kosovo e do antigo chefe das secretas kosovares, suspeitos de se terem igualmente dedicado no passado a actividades de tipo mafioso, como por exemplo o trafico de órgãos humanos, armas e droga. ANG/RFI

   

Covid-19/Presidente da República renova pela 6ª vez o estado de emergência  

Bissau, 26 Jun 20 (ANG) – O Presidente da República (PR) Umaro Sissoco Embaló, renovou quinta-feira pela 6ª vez, o estado de emergência por um período de 30 dias, devido ao aumento significativo  de casos de infectados pela Covid-19, em quase todo o território nacional.

A informação consta no Decreto Presidencial divulgado quinta-feira, à que a Agência de Notícias da Guiné (ANG) teve acesso, no qual o Chefe de estado Umaro Sissoco Embaló, considerou que  15 dias de renovação de estado de emergência seriam insuficientes para uma adequada implementação e avaliação da eficácia das medidas durante esse período.

O mesmo documento realça  que, em face do exposto, torna-se necessário reforçar as medidas de prevenção já estabelecidas e outras mais adequadas e abrangentes, que se revelem necessárias adoptar para combater esta calamidade pública.

Acrescenta  que o aumento dos números de mortos, e centenas de casos acumulados e hospitalizados, e possível expansão do contágio de Covid -19 para novas regiões sanitárias, motivam  o reforço de medidas de prevenção e combate à doença.

O mesmo Decreto indica que a medida presidencial teve em conta  o início da época das chuvas, que é o período em que geralmente se regista o aumento de mortalidade da população por  infecções respiratórias e paludismo.

 “Após de ter apreciado o parecer do Alto Comissariado da Luta Contra o Covid-19 e do governo, o Presidente da República Umaro Sissoco Embaló, no uso de prerrogativas que a lei lhe confere, decreta o aumento de estado de emergência por um período de 30 dias, mantendo em vigor, o respeito ao distanciamento social, assim como ao uso obrigatório de máscaras individual,”refere o decreto.

Foi no entanto abolido o recolher obrigatório que vigorava entre as 20h00 e as 06h00 da manhã. ANG/LLA/ÂC//SG

        Tanzânia/Mineiro torna-se milionário com dois pedaços de tanzanite

Bissau, 26 jun 20 (ANG) - Um mineiro artesanal tanzaniano tornou-se milionário após ter descoberto dois dos maiores fragmentos alguma vez encontrados no país de tanzanite, uma pedra preciosa, e de os ter vendido ao Governo do país.

Saniniu Kuryan Laizer, 52 anos, descobriu as duas pe

dras, com pesos de 9,27 e 5,1 quilos, nas montanhas Mererani, do norte do país, numa área que o Presidente tanzaniano, John Magufuli, tinha decidido encerrar em 2018 para controlar a produção e combater as exportações ilegais de tanzanite.

O mineiro vendeu as duas pedras ao Governo tanzaniano por 7,7 mil milhões de xelins (2,9 milhões de euros).

A tanzanite, uma pedra preciosa de cor entre o azul e o violeta e exportada principalmente para a Índia, é extraída apenas nas montanhas Mererani, perto do Monte Kilimanjaro.

Numa cerimónia realizada na quarta-feira na cidade de Manyara para celebrar o evento, o ministro das Minas da Tanzânia, Doto Biteko, disse que as pedras foram as maiores jamais descobertas no país.

"Estamos agora a passar de uma situação em que os mineiros de pequena escala traficavam tanzanite para uma situação em que seguem procedimentos e pagam impostos e taxas governamentais", disse o governante.

O mineiro afirmou que pretende usar o dinheiro para ajudar a desenvolver a sua comunidade local.

"Tenciono construir um centro comercial em Arusha e uma escola perto da minha casa", disse.

O Governo indicou, numa publicação no Twitter, que as pedras seriam mantidas no museu nacional.

Quando o exército começou a erguer um muro com 24,4 quilómetros de comprimento à volta das minas de Mererani em 2018, o Presidente Magufuli estimou que 40 por cento da produção de tanzanite do país se perdia devido ao contrabando.

Desde que chegou ao poder no final de 2015, tem participado num braço de ferro com grandes empresas mineiras estrangeiras que operam na Tanzânia, sendo acusado de subestimar a sua produção de ouro, diamantes e tanzanite em particular, e fazendo com que o país perca dezenas de biliões de dólares em impostos e taxas desde 1998.

Um relatório parlamentar publicado no início de Setembro de 2017 afirmava que a exploração mineira de tanzanite beneficiava principalmente os mineiros e os traficantes, uma situação atribuída à corrupção no setor e a contratos desfavoráveis.

A Tanzânia introduziu nova legislação em 2017 que exige que as empresas estrangeiras dêem ao Estado 16% das suas acções em cada projecto mineiro.ANG/Angop

           

Ensino/ Escolas públicas devem reabrir em julho por dois meses

Bissau,26 Jun 20(ANG) - Os intervenientes no setor do ensino acordaram a retoma das aulas nas escolas do país, para o dia 13 de julho.

As aulas estão suspensas desde março, devido à pandemia da Covid-19.  

A data foi indicada  quinta-feira  na reunião semanal do Conselho de Ministros, liderada por Nuno Gomes Nabiam, e faz parte de um plano de contingência para o setor educativo, que prevê que as aulas funcionem também aos sábados para recuperar os dias perdidos, durante os próximos dois meses.

Mas, de acordo com o que foi acordado na semana passada entre o Ministério da Educação e todos os intervenientes no setor, as aulas só seriam  retomadas nas escolas com condições para o efeito, mediante a aprovação de uma comissão técnica que fará a avaliação dos estabelecimentos do ensino que podem funcionar na época das chuvas.

Consta que há escolas sem condições, em que a água das chuvas penetra nas salas de aulas

.Por outro lado,  persistem  dúvidas sobre se, em apenas dois meses, os professores conseguirão lecionar toda a matéria programada, depois da interrupção da Covid-19 e de sucessivas greves dos professores.

Segundo a DW, o presidente da Confederação das Associações dos Alunos das Escolas Públicas e Privadas (CAAEPP), Alfa Umaro Só, disse estar  satisfeito com a indicação do Governo.

"A intenção era anular o ano letivo totalmente, e nós levámos a proposta de validade parcial do ano letivo, para que o Governo se pronunciasse, para que as escolas que estão em condições retomassem as aulas", afirma.

No entanto, o porta-voz dos quatro sindicatos dos professores guineenses, António João Bico, levanta algumas preocupações sobre a retoma e conclusão do ano letivo.

"Temos dificuldades de infraestruturas escolares e estamos perante a pandemia da Covid-19, que exige, pelos menos, um número reduzido de alunos por turma". No entanto, é difícil encontrar o número suficiente de escolas para ter turmas reduzidas.Sendo assim, a exequibilidade vai exigir também ao Ministério da Educação a criação de condições para construir novas infraestruturas escolares”, disse.

Ouvido pela DW África, o perito no setor de ensino guineense Silvino Ialá reforça que dois meses é pouco para dar aos alunos os conteúdos que restam.

"O fator chuva poderá criar grandes dificuldades. Mesmo três ou quatro meses não serão suficientes”, considerou Ialá. ANG/DW África

   

Covid-19/UA define na próxima semana regras para distribuição da vacina

Bissau, 26 jun 20 (ANG) - A União Africana (UA) e o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC) vão, nas próximas semanas, definir as regras e o enquadramento da distribuição da vacina contra a covid-19.

 "Identificar uma vacina é crítico para diminuir os contágios e fazer voltar a sociedade e a economia ao normal e para o desenvolvimento de África", disse o director do África CDC no encerramento do seminário de dois dias sobre 'Liderança de África no Desenvolvimento e Acesso a uma Vacina da Covid-19'.

"Nas próximas semanas vamos definir as regras e os procedimentos para a distribuição da vacina contra a covid-19", afirmou quinta-feira John Nkengasong.

No comunicado lido no final do encontro, o África CDC reconhece as dificuldades na distribuição da vacina quando ela estiver disponível, mas apela "aos parceiros, aos Estados-membros e aos doadores para garantirem o fornecimento a todos os países africanos".

Para a UA, a distribuição tem de ser "igualitária e rápida não só em todos os países africanos, mas também dentro de cada país, e deve ser disponibilizada a todos, independentemente da classe socioeconómica, do género e das condições de cada um" dos africanos.

"Decidimos que vamos ganhar, mas não conseguimos ganhar sozinho, precisamos de todos os parceiros, Estados-membros e peritos", conclui-se no comunicado final lido no fim da reunião.

O número de mortos em África devido à covid-19 subiu para 8.856, mais 238 nas últimas 24 horas, em cerca de 336 mil casos, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infectados é de 336.019, mais 11.323 casos nas últimas 24 horas.

O número de recuperados é de 160.833, mais 6.663.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egipto em 14 de Fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infecção, em 28 de Fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou quase 479 mil mortos e infectou mais de 9,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.ANG/Angop

quinta-feira, 25 de junho de 2020

       

Segurança/Governo proíbe circulação de viaturas com vidros escuros

Bissau, 25 Jun 20 (ANG) – O governo anunciou esta quinta-feira através de um comunicado  à imprensa do Ministério de Interior, que a partir do dia 26 de corrente mês, entra em vigor a proibição da  circulação de viaturas com vidros escuros, em todo o território nacional.

De acordo com o comunicado, a circulação com viaturas de vidros escuros,constitui uma verdadeira alteração das características registadas no livrete.

O comunicado ainda refere que  em alguns casos a opacidade chega a atingir níveis vertiginosamente incríveis e proporções alarmantes.

A referida nota descreve ainda que, a circulação com viaturas de vidros escuros, vários casos já havidos  é de conhecimento público, entre os quais, tráfico de estupefacientes, espancamentos, tráfico de seres humanos, armas de fogo e entre outros.

“Neste sentido, para continuar a dar garantia a ordem e a tranquilidade pública, e prevenir a prática dos demais actos contrários à lei e aos regulamentos, que previne a criminalidade em geral, urge tomar medidas para atacar os elementos  que facilitem a criminalidade, entre eles, o uso abusivo dos vidros escuros nos carros”, lê-se no documento.

Segundo a nota, em relação às viaturas com vidros escuros originais, os proprietários devem proceder ao registo dos mesmos no Ministério do Interior, através do Grupo Nacional de Trânsito,  com vista a verificação da sua originalidade.

“A violação do presente comunicado implica a apreensão da viatura em causa é aplicação de uma multa de 100.000 FCA”, refere o comunicado.ANG/LLA/ÂC       


Covid-19/Cidadãos se divergem em relação à renovação  do estado de emergência no país

Bissau 25 Jun 20 (ANG) – Alguns cidadãos ouvidos hoje pela ANG para opinarem  sobre o término da quinta fase do estado de emergência decretada pelo Presidente da República, no âmbito de prevenção da pandemia, se divergem sobre o seu prolongamento ou não no país.

Abduram

ane Djalo, vendedor ambulante morador no Bairro de Tchada e estudante na Universidade Lusófona da Guiné,  é de opinião de que o estado de emergência deve ser prolongado por mais 15 dias, uma vez que os casos positivos de coronavírus estão a aumentar de uma forma preocupante na Guiné-Bissau.

“O Estado deve contudo fazer funcionar o país, abrindo escolas, liberando transportes públicos para as regiões e fazer cumprir as regras higiénicas de prevenção. São  as autoridades que fazem os cidadãos cumprir as regras estabelecidas”, disse.

Para Verónica Ié, moradora em Quinhamel,  o estado de emergência deve acabar para que a população, sobretudo do interior de país, possa tornar a sua vida diária normal.

Verónica acha que a população já sabe como se prevenir da doença.

“O maior problema tem são os  transportes privados que levam as pessoas e cobram duas ou três vezes mais do que o preço normal, que era de 500 francos CFA. As vezes andamos à pé quilómetros e quilómetros para poder vender os nossos produtos, em Bissau para o sustento das nossas famílias”, lamentou.

Adiantou que é do conhecimento de todos que é por causa da doença e que ninguém tem culpa disso, mas que o Estado deve acabar com o período de emergência para facilitar a população e controlar o cumprimento das regras que estabeleceu, punindo quem não cumprir.

“Caso contrário vamos morrer de fome e de outras doenças”, disse.

O magarefe, Wilson da Silva, morador em Cuntum Entrada de Caju, disse que o Estado deve se engajar mais para que todos possam cumprir com as recomendações do Ministério de Saúde e do Interior, principalmente no uso obrigatório de máscaras “porque esta doença além de ser grave ainda não tem vacina”.

Da Silva defende  que o estado de emergência deve ser prolongado e que os transportes públicos (táxis e toca-tocas) devem  funcionar das 6 da manha as 21 horas da noite, e os transportes para o interior devem trabalhar das 6 da manha até as 19 horas . Quem violar as regras impostas pelo Estado deve pagar conforme a gravidade do seu acto”, disse.

Nelson José da Silva, estudante morador do bairro de Mindará, é de opinião de que, apesar de tudo, as autoridades nacionais e sanitárias fizeram um trabalho incansável na luta contra a covid-19, uma vez que o número das pessoas infectadas e mortas causados pelo coronavírus podia ser muito superior ao verificado.

“A questão de transportes para o interior é das preocupações maiores das populações, tendo em conta o nível económico dos guineenses. Imagina para deslocar de Bissau para Gabú a pessoa tem que pagar 10 mil francos CFA, se dantes pagava 5 mil Isso é grave e quem sai a ganhar são os proprietários das viaturas privadas”, explicou.

Acrescentou  que os transportes públicos para as regiões estão proibidos de circular e as pessoas mais carenciadas estão a passar grandes dificuldades em todos os sentidos. “Por isso, já chega, o estado de emergência não deve ser prolongado”, sustenta.

Nelson disse que a solução passa pela sensibilização e orientação das pessoas em como lidar com a pandemia , deixando-as livres das 7 da manha até as 19 horas da tarde, obrigando-as contudo a cumprirem as regras de distanciamento, lavagem sempre das mãos e o uso obrigatório das máscaras da protecção, “porque ninguém sabe até quando vai durar esta praga”.

Na opinião do cidadão Bacar Banora, o estado de emergência deve ser levantado de vez.

Segundo Banora esta medida foi tomada para impedir a propagação e na verdade não está impedindo, por isso deve ser pensada uma nova estratégia de combate da pandemia e contextualizada à realidade do país.

Para a cidadã Chelsia Ramos, com início das aulas previstas na primeira semana de julho, vai ser difícil lidar com os impedimentos nas circulações das pessoas devido os diferentes horários dos estudos na escolas e universidades.

Segundo Chelsia deve ser exigido o uso obrigatório de máscaras e impedimento das aglomerações das pessoas com objetivo de entretenimento.

A quinta fase do estado de emergência no âmbito de prevenção da covid-19, termina hoje, ( 25) do c e número de mortos é de 19 em 1556 infectados.ANG/MSC/ÂC//SG

 

 


Brasil/”Jair Bolsonaro está a atrapalhar o combate à covid-19”, diz professor universitário

Bissau, 25 jun 20 (ANG) - O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, teve uma atitude “negacionista” relativamente ao novo coronavírus desde o início, que chamou de “gripezinha”, e o seu comportamento está a “atrapalhar o combate” à covid-19, considera Emerson Servi, professor do departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná, no Brasil.

Na segunda-feira, um juiz de um tribunal do distrito federal de B

rasília determinou que Jair Bolsonaro deve ser obrigado a usar máscaras no espaço público da capital, senão terá de pagar uma multa diária de dois mil reais, cerca de 340 euros.

 A decisão surge numa altura em que o número de mortes por covid-19 no Brasil ultrapassou as 52.600 e há mais de um milhão de infectados.

Desde o início da pandemia no Brasil, houve uma decisão judicial de que os governadores de Estados tinham autonomia para tomar decisões sobre as melhores formas de combater a epidemia de covid-19 em sus regiões. O governador do distrito federal - que é onde está o governo central do Brasil - determinou que todos deveriam usar máscaras enquanto estivessem em locais públicos e isso inclui todos. Mas, o presidente da República, que está no distrito federal, descumpria essa regra permanentemente. Era possível ver, em reuniões públicas, que ele era o único sem máscara e houve uma série de solicitações antes da determinação judicial para que ele passasse a usar máscara e ele não passou. Então, é uma consequência do descumprimento de uma regra do distrito federal estabelecida pelo governador do distrito federal”, explica o politólogo Emmerson Servi.

Não é de excluir que Jair Bolsonaro lute legalmente contra a ordem de colocar máscara: “Nos primeiros dias, ele passou a cumprir, passou a usar as máscaras, mas já houve notícias que a Advocacia Geral da União, que é uma espécie de assessoria jurídica da Presidência – que não deveria ser da Presidência, deveria ser do Estado – que vai recorrer dessa decisão judicial e, pelo menos, legalmente o Presidente vai tentar reverter a obrigatoriedade de usar máscara durante a pandemia. Chega a ser engraçado, mas é o noticiário que a gente tem, comentou Emmerson Servi.

Desde o final de Abril que é obrigatória a utilização de máscara de protecção nos espaços públicos no Distrito Federal de Brasília para conter a propagação do novo coronavírus. No entanto, Bolsonaro apareceu em público várias vezes sem protecção, por vezes, em contacto directo com outras pessoas.

“No fundo, no fundo, tudo isso é um processo de negacionismo por parte dele [do Presidente] da pandemia.

No início, ele disse que não passava de uma gripezinha. Agora, essa necessidade de uma decisão judicial para que ele use máscara apenas demonstra que é a aplicação na prática daquela fala inicial em que ele não acreditava, mesmo com os números oficiais no Brasil indicando que já passámos de 50.000 mortes e mais de um milhão de infectados pelo vírus, continua Emmerson Servi.

Para o professor do departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná, o Presidente brasileiro está a “atrapalhar o combate” à covid-19: Nós imaginávamos que existissem apenas duas possibilidades de actuação de um homem público em situações como esta da pandemia. A esperada era que ele actuasse de todas as formas possíveis para tentar combater o problema e reduzir ao máximo as mortes ou, em casos extremos, ele simplesmente não participaria das actividades de tentativa de combate para tentar se afastar desse tema. No caso do Presidente do Brasil, nós temos uma terceira posição que é: nem ajudar a combater, nem se afastar do tema, mas atrapalhar. Então, quando ele actua ao contrário das determinações das autoridades de saúde, o que ele está fazendo é atrapalhar o combate à doença.

Emmerson Servi sublinha mesmo que há “relatos de casos e mais casos de pessoas que morreram pela covid-19 e que antes negavam a doença” e que “não queriam usar máscara”. “Em boa medida, reproduzindo o discurso de uma autoridade pública.”

O politólogo acrescenta que “a avaliação negativa do Presidente está a aproximar-se de 50%, enquanto a avaliação positiva dos governadores tem crescido”, ao contrário do que é habitual no Brasil. A contribuir para essa queda de popularidade está, também, a detenção, nos últimos dias, de um ex-assessor de um dos filhos de Bolsonaro, considerado peça fundamental numa investigação sobre transacções ilícitas e actos de corrupção que teriam acontecido quando o filho do Presidente era deputado estadual na câmara legislativa do Rio de Janeiro.ANG/RFI

            Covid-19/Disparo do número de casos  no continente americano

Bissau, 25 jun 20 (ANG) - O continente americano e

stá a conhecer um aumento substancial do número de casos de coronavírus, em particular os Estados Unidos e o Brasil que são respectivamente o primeiro e segundo países mais atingidos a nível mundial.

Actualmente, de acordo com o instituto médico Johns Hopkins, os Estados Unidos contabilizam mais de 2 milhões de casos e ultrapassaram os 121 mil óbitos, sendo que por seu lado o Brasil transpôs o milhão de casos e avizinha os 53 mil mortos devido à covid-19.

O balanço da epidemia ultrapassou quarta-feira os 100 mil mortos na América Latina e Caraíbas, sendo que mais de metade dos óbitos foram registados no Brasil.

Para além deste país, contudo, o Peru com uns 260 mil casos e mais de 8 mil óbitos, o Chile com cerca de 250 mil contaminações e 4500 mortos, assim como o México que registou cerca de 191 mil casos positivos e 23 mil vítimas mortais, também estão a encontrar sérios problemas que peritos atribuem a sistemas de saúde deficientes e a uma pobreza galopante que leva o seu forte contingente de trabalhadores informais a desrespeitar a necessidade de manter o distanciamento físico.

Também considerada preocupante é a situação dos Estados Unidos. Ouvido quarta-feira pela Comissão de Energia e Comércio da Câmara de Representantes em Washington, Anthony Fauci, director do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecto-contagiosas, deu conta do aumento vertiginoso do número de casos de coronavírus especialmente nos Estados do sul, como o Arizona, Florida, Texas e Califórnia, ao ponto que os governadores desses dois últimos Estados recomendam à sua população permanecer em casa.

Aquele que tem sido o rosto do combate à covid-19 nos Estados Unidos, julga que a epidemia ainda não está controlada no país e relaciona a subida do número de casos com um desconfinamento que considera ter sido feito sem estratégia de rastreio e monitorização dos casos positivos.

Pouco optimista quanto à eventualidade de se encontrar uma vacina antes de finais de 2021, Anthony Fauci também informou que o ritmo dos testes iria aumentar, contrariando declarações de Donald Trump que em comício em Tulsa no fim-de-semana defendeu a redução do ritmo dos testes, numa lógica de diminuir a identificação de casos. Preconizações que não foram seguidas de um pedido formal neste sentido da Casa Branca, afirmou  Fauci.

Também presente na audiência parlamentar, Robert Redfield, director do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, declarou que a epidemia colocou «a nação de joelhos» e estimou que o combate à doença poderia custar uns 7 mil milhões de dólares ao país.

Outro efeito económico colateral da epidemia, de acordo com a edição de ontem do New York Times, a reabertura progressiva das fronteiras externas da União Europeia a partir do dia 1 de Julho a países que «tenham controlado a epidemia» poderia excluir o Brasil e os Estados Unidos.

Refira-se que aquando do começo das medidas de confinamento na Europa em Março perante a chegada massiva da epidemia no continente, o Presidente Trump ordenou a suspensão das ligações aéreas entre os Estados Unidos e a Europa. ANG/RFI

Defesa e Segurança/ “Transformação das transmissões militares obriga o país a abraçar tecnologias de ciber-guerra”, afirma ministro da Defesa


Bissau,25 Jun 20(ANG)  - O ministro da Defesa Nacional, Sandji Fati, disse que uma das preocupações do executivo é adotar as Forças Armadas de meios necessários e que lhes permitam cumprir as suas missões, sublinhando que a transformação das transmissões obriga o país a abraçar as tecnologias denominadas de “Ciber-Guerra”.

O governante fez estas considerações  quarta-feira, na sua declaração aos jornalistas depois da reunião do Conselho Superior da Defesa Nacional. A reunião desta quarta foi dirigida pelo chefe de Estado, Úmaro Sissoco Embaló, e serviu para analisar o conceito da defesa nacional, considerado “extremamente importante” para definir missões. A reunião serviu também para se debruçar sobre o projeto de lei de programação e assuntos ligados à saúde militar,  entre outros.

O titular da pasta da defesa nacional anunciou que brevemente a instituição colocará em uso testes de aparelhos e que serão capazes de analisar telemóveis e aplicativos das redes sociais, por exemplo, watshapp, de formas a garantir a segurança no país.

Sandji Fati informou que a instituição que dirige está a trabalhar com o intuito de modernizar as forças armadas, dotando-as de meios, nomeadamente: o serviço de transmissões militares e a contra inteligência militar no sentido de cumprirem cabalmente as suas missões.

O brigadeiro-general na reserva disse que na reunião abordaram também a proposta de promoção de alguns oficiais de coronéis a brigadeiros-generais. Sustentou que as pessoas em causa estavam em funções há mais de dez anos com patentes de coronéis, por isso o Comandante Supremo das Forças Armadas aprovou as suas promoções para brigadeiros-generais. 

“Assistiram à reunião do Conselho Superior da Defesa Nacional vários membros do governo, nomeadamente: os ministros dos Transportes, das Finanças, das Obras Públicas, dos Negócios Estrangeiros e do Interior, parte que constituem as componentes efetivas para ter a defesa nacional para  a nossa sobrevivência, enquanto unidade política”, dise Fati que também é jurista.ANG/O Democrata

  Covid-19/Polícias europeias foram racistas durante confinamento”,diz Amnistia

Bissau, 25 jun 20 (ANG) - As polícias europeias mostr

aram um “padrão perturbador de preconceito racial” nas tentativas de fazer cumprir as regras de confinamento no âmbito da covid-19, aplicando violência desproporcional a minorias étnicas e marginalizados, denuncia quarta-feira a Amnistia Internacional.

A actuação da polícia teve um impacto desproporcional em áreas mais pobres, que costumam ter maior proporção de moradores de grupos étnicos minoritários, acusa a organização num relatório denominado “Policiar a Pandemia” e que foi hoje divulgado.

Segundo a Amnistia Internacional, o documento, que abrange 12 países (Bélgica, Bulgária, Chipre, Eslováquia, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Sérvia, Reino Unido e Roménia), expõe “um padrão perturbador de preconceito racial, que está ligado a preocupações com o racismo institucional dentro das forças de segurança e outras questões mais amplas levantadas nos recentes protestos do movimento ‘Black Lives Matter’”.

“A violência policial e as preocupações com o racismo institucional não são novas, mas a pandemia de covid-19 e a aplicação coerciva das regras de confinamento demonstram o quão prevalentes são”, afirmou o investigador da Amnistia Internacional para a Europa Ocidental, Marco Perolini.

“As triplas ameaças de discriminação, uso ilegal da força e impunidade policial devem ser enfrentadas com urgência na Europa”, defendeu.

Como exemplo, a organização humanitária aponta o caso de Seine-Saint-Denis, a zona mais pobre da França continental, onde a maioria dos habitantes é negra ou de origem norte-africana.

Nesta zona, “o número de multas por violação do confinamento foi três vezes superior ao resto do país, apesar de as autoridades locais afirmarem que o cumprimento das regras foi semelhante”, refere o relatório, acrescentando que Nice, um bairro francês predominantemente da classe trabalhadora e com minorias étnicas, “foi submetido a ordens de recolher mais longas face ao que acontecia no resto da cidade”.

Também a polícia de Londres registou um aumento de 22% nas operações de controlo, entre Março e Abril, sendo que, durante esse período, a proporção de negros revistados aumentou quase um terço.

De acordo com o relatório, o Laboratório de Provas da Amnistia Internacional observou 34 vídeos de toda a Europa que mostram a polícia a usar força desnecessária e ilegal.

Num dos vídeos recolhidos pela organização humanitária, depois de ter sido publicado ‘online’ em 29 de Março, vê-se, segundo a Amnistia Internacional, dois polícias a mandarem parar um jovem descendente do norte da África, nas ruas de Bilbao, em Espanha.

Apesar de o jovem não apresentar nenhuma ameaça aparente, um polícia empurrou-o violentamente e bateu-lhe com um bastão, enquanto dois outros o mantinham encostado à parede com as mãos atrás das costas.

Nesse momento, a mãe do jovem apareceu e disse aos polícias que o seu filho sofria de problemas de saúde mental, mas os agentes bateram na mulher e derrubaram-na, mantendo-a no chão.

Alguns dos vizinhos que estavam a filmar a cena foram multados por “recolha não autorizada de imagens de agentes da autoridade”.

Mais para leste, a discriminação começou logo com decisões governamentais, quando foram impostas quarentenas obrigatórias a todos os acampamentos de ciganos da Bulgária e da Eslováquia, sublinhou a organização humanitária.

No caso da Eslováquia, o exército foi mobilizado para cumprir essa ordem, o que a Amnistia Internacional considera uma medida desproporcional.

Na Bulgária, as quarentenas obrigatórias levaram a que mais de 50 mil ciganos ficassem isolados do resto do país, tendo a situação chegado “à escassez de alimentos”.

Neste país, as autoridades da cidade de Burgas usaram mesmo drones com sensores térmicos para medir remotamente a temperatura dos residentes e monitorizar os seus movimentos.

No caso dos refugiados, requerentes de asilo e migrantes que vivem em campos e alojamentos partilhados, as pessoas também foram alvo, segundo a Amnistia Internacional, de quarentenas selectivas, como foi o caso em países como a Alemanha, o Chipre e a Sérvia, além de terem sido registados “desalojamentos forçados” em França e na Grécia.

Na Sérvia, as autoridades impuseram um regime especial que visava selectivamente centros de refugiados, migrantes e requerentes de asilo, colocando-os “sob uma quarentena obrigatória de 24 horas e mobilizando os militares para vigiar o toque de recolher”, denuncia a organização.

“O Estado tem de parar de impor quarentenas discriminatórias e expulsar à força ciganos, refugiados e migrantes de acampamentos. Em vez disso, devem salvaguardar o direito dessas pessoas a terem alojamento e cuidados de saúde”, defendeu a investigadora da Amnistia Internacional para a União Europeia, Barbora Černušáková.

Outra discriminação apontada pela Amnistia Internacional foi feita aos sem-abrigo.

Em Itália, a organização não-governamental Avvocato di Strada apurou pelo menos 17 casos em que pessoas sem-abrigo receberam multas por não conseguirem cumprir as medidas de isolamento e restrição de movimentos, situação que também terá acontecido em França, Espanha e no Reino Unido.ANG/Angop

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Prevenção contra Coronavírus

Não permita que o Medo, Pânico ou a Negligência te entregue ao Coronavírus. Sair sem necessidade pode te levar a isso. Fique em Casa.

O Cronovírus anda de pessoa à pessoa. Não consegue viver para fazer estragos(matar) fora do ser humano. Evita a contaminação, lavando sempre as mãos bem com sabão.

Beba sempre água para evitar que sua garganta fique seca.

Garganta húmida leva o vírus directamente para o estômago, aí morre, por força de sucos gástrico produzidos pelo estômago.

Evite lugares onde haja muita gente. Afaste-se de alguém que tosse.

Recomendações médicas de Prevenção contra Coronavírus//ANG