quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Madem G-15/Secretário nacional  apela aos jovens para dar continuidade às obras de Amílcar Cabral 

Bissau, 23 Dez 20 (ANG)- O Secretário nacional do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15) apelou  terça-feira à nova geração guineense para  dar continuidade às obras feitas pelo pai da nação guineense Amílcar Lopes Cabral, e  aprofundar a sua tese fundamentada na cultura de modo a promover a paz, segurança e o progresso do país.

Tomás Gomes Barbosa falava na cerimónia de abertura do Simpósio Nacional da Cultura, em Homenagem à Amílcar Lopes Cabral, organizado pelos quadros técnicos de MADEM-15 denominado QUADEM, em Cacheu, Norte do país, na data em que foi atribuído ao pai da nação guineense e cabo-verdiana o título de Doutor Honoris Causa em ciências Políticas e Sociais, pelo Instituto de África-Académia de Ciência da antiga União Soviética.

“Hoje em dia, a cultura tem o papel de reconciliar um povo , de promover a paz interna e de unidade nacional. Por isso, temos como o Lema desta comemoração, “Resgatar o Pensamento Filosófico, Político, Cultural e Científico do Fundador da nacionalidade guineense e cabo-verdiana, Amílcar Lopes Cabral”, disse o dirigente do Madem G-15.

Barbosa sublinhou que, na  Cultura, reside os elementos essenciais que podem ditar o sucesso e retrocesso de uma sociedade e que por isso, os factores culturais devem merecer muita atenção por parte dos governantes e da sociedade em geral.

Por sua vez, a Secretária Nacional do Departamento dos Assuntos Sociais, Culturais e Organização de Eventos do MADEM-G15, Nhima Sissé recomendou a sociedade guineense a preservação do património cultural e histórico da nação de Amílcar Cabral.

“Na realidade, a preocupação de Amílcar Cabral sempre residia na formação de quadros, porque, segundo ele, apreender é um processo contínuo que pode ser desenvolvido através das nossas acções do dia a dia, através das leituras, de experiências acumuladas, entre outras”, referiu Nhima Sissé.

Garantiu que com base nos ideais  de Cabral, o secretariado nacional de MADEM-G15 preocupará sempre com as realizações de eventos que vão em conformidade com a linha de pensamento do herói da Pátria.

O  tema “Papel de Música Crioula, Enquanto Instrumento Catalisador no Processo da Luta de Libertação e de Desenvolvimento”, foi orado pelo músico guineense Ernesto Dabó, que defendeu que  vários disciplinas artísticos contribuíram para o processo de libertação nacional, através dos seus conteúdos que eram bastante apreciados  pelos jovens na altura.

“As mensagens dos músicos atingia mais rápido a camada juvenil, em termos  de sensibilização. Podemos dizer que a música crioula conquistou um espaço no diálogo cultural. Hoje em dia são escutadas e apreciadas em quase todo o mundo”, disse  Ernesto Dabó.

No referido evento participaram diferentes membros, simpatizantes e amigos de MADEM-G15. A cerimónia de abertura foi antecedida de entoação do Hino Nacional por  um grupo de crianças denominado “Flôr de MADEM” e de seguida com a actuação do grupo cultural “Netos de Cacheu”  que apresentou diferentes tipos de danças na base de culturas da Guiné-Bissau.ANG/AALS//SG

 

 

Saúde Pública/Nova variante do SARS - Cov 2 obriga vacinação mais rápida

Bissau, 23 Dez 20 (ANG) – Itália, Holanda, Áustria, Austrália e África do Sul já identificaram casos da nova variante do SARS-COV-2, detectada em grande escala no Reino Unido. 


 Em pouco mais de 24 horas, vários países europeus suspenderam ligações com Londres.

O Reino Unido volta a ficar confinado para fazer frente à nova variante do novo coronavírus - que está "fora de controlo”, como afirmou  sábado o ministro da Saúde britânico.

Os 27 Estados-membros da União Europeia discutiram  segunda-feira uma resposta coordenada para enfrentar esta nova estirpe, depois de a Organização Mundial de Saúde ter pedido aos membros na Europa para “reforçarem os controlos” por causa desta nova variante da Covid-19.

Nos últimos dias, o número de infecções aumentou substancialmente no Reino Unido. Nas últimas 24 horas, o país registou 33.364 novos de Covid-19 casos, um dos registos mais altos de sempre.

"Esta nova variante está a propagar-se até 70% mais rápido. É preciso acelerar os planos de vacinação para a travar", afirma Pedro Caetano, director sénior numa multinacional farmacêutica sediada em Oxford.

As autoridades de saúde sul-africanas também anunciaram que a nova variante do novo coronavírus está a impulsionar o ressurgimento de novos casos de covid-19 no país, que regista cerca de um milhão de infecções. "A vantagem do continente africano é ter uma população mais jovem e por isso o vírus não é tão letal", afirma o cientista e fármaco-epidemiologista português em Oxford, Pedro Caetano. ANG/RFI

 

Covid-19/ Guiné-Bissau com mais um morto e sem novos casos na última semana

 

Bissau, 22 Dez 20 (ANG) - A Guiné-Bissau não registou novos casos do novo coronavírus no país, na última semana, mas a doença provocou mais uma vítima mortal, segundos os dados divulgados terça-feira pelo Alto-Comissariado para a Covid-19.

 Os dados, relativos ao período entre 14 e 20 de dezembro, indicam que foram realizados testes a 1.308 pessoas, a maior parte dos quais viajantes, e que não foram registados novos casos positivos.

"Dos novos casos testados, todos os 1.308 revelaram-se negativos e sem nenhum caso positivo para a covid-19", refere o alto-comissariado.

Nove pessoas foram dadas como recuperadas, elevando o total acumulado para 2.386, e foi registada mais uma vítima mortal devido à doença na região de Bafatá, aumentando o número de mortes para 45.

O alto-comissariado indica também que não há pessoas internadas devido à doença e que o número de casos ativos no país é de 10.

Desde o início da pandemia, a Guiné-Bissau registou 2.446 casos de covid-19.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.685.785 mortos resultantes de mais de 76,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
ANG/Lusa

 

Covid-19/ OMS na Europa diz que viagens  essenciais devem seguir mesmo após nova variante

Bissau, 23 Dez 20 (ANG) - O Escritório da Organização Mundial da Saúde, OMS, na Europa disse que cadeias de suprimentos para bens e viagens essenciais “devem continuar possíveis” após relatos de casos da variante "VUI - 202012/01" também conhecida como B117 do novo coronavírus. 

No Twitter, o diretor da agência, Hans Kluge, disse que especialistas vêm acompanhando de perto a situação. 

Kluge destaca que o que se sabe até o momento é que aparentemente esta variante não se espalha mais facilmente que o Covid-19. Por não haver clareza sobre a gravidade, ele realça que “maiores medidas preventivas são críticas”.

Na terça-feira, todos os Estados-membros da OMS foram convocados a discutir estratégias de teste, redução de riscos de transmissão e comunicação.  

Hans Kluge  diz que limitar as viagens não-essenciais para conter a propagação é prudente até que se tenha mais informações.  

Ele elogiou o Reino Unido por partilhar dados e intensificar investigações.  

De acordo cm especialistas britânicos, a variante que seria a responsável pelo aumento de casos no sudeste da Inglaterra não é mais mortal que a Covid-19, mas poderia se espalhar mais rapidamente do que outras formas do vírus num ritmo até 1.5 por pessoa. Ou seja, contaminado uma pessoa e meia a mais que a Covid-19. 

Agências de notícias informaram que o "VUI - 202012/01" é mais frequente em partes do Reino Unido como Kent, Essex e Londres. Uma variante do novo coronavírus também foi encontrada em países como Dinamarca, Holanda e África do Sul. A OMS diz que a descoberta não altera em nada as vacinas atuais contra a pandemia e tampouco é mais letal que o novo coronavírus. ANG/ONU NEWS

 

 

ONU/Relator  pede a Trump para perdoar criador do WikiLeaks Julian Assange

Bissau, 23 Dez 20 (ANG) - O relator especial da ONU sobre tortura e tratamento cruel e desumano pediu ao presidente dos Estados Unidos que perdoe o fundador do WikiLeaks, Julian Assange.

Nils Melzer escreveu uma carta a Donald Trump dizendo que Assange tem sido privado da liberdade nos últimos 10 anos “pela coragem de expor a verdade.” 

No próximo dia 4, um tribunal britânico deverá decidir se Assange será extraditado para os Estados Unidos, para ser julgado. Se condenado pelas acusações de divulgação de informações secretas, ele pode passar até 175 anos na prisão.

Em 2010, o WikiLeaks divulgou imagens de soldados americanos no Iraque e outras informações sem autorização.

Julian Assange está detido na prisão de segurança máxima, Bellmarsh, em Londres desde abril do ano passado. Ele foi retirado à força da Embaixada do Equador, onde havia se refugiado por vários anos.

Na carta ao presidente Trump, o relator especial conta que visitou Julian Assange na prisão com dois médicos independentes que atestam que a saúde do ativista piorou e tem risco de morte. Assange sofre de uma doença respiratória e está exposto a contrair a pandemia no presídio.

O relator explica que Assange não é e nunca foi um “inimigo do povo americano” e que a WikiLeaks luta contra a corrupção em todo o mundo “sendo de interesse dos americanos e de toda a humanidade.”

O especialista em direitos humanos também diz na carta a Donald Trump, que Assange jamais publicou mentiras e que qualquer dano à reputação causado pelas publicações não é por causa de Assange, mas sim por causa das irregularidades que ele expôs na internet.

Um outro ponto do relator é que “Assange jamais hackeou ou roubou a informação divulgada” pelo WikiLeaks. Segundo Nils Melzer, os documentos foram obtidos por fontes da mesma forma usada por jornalistas investigativos. Para Melzer, as publicações não podem ser consideradas crimes.

A carta diz que um processo contra Julian Assange seria incompatível com os valores centrais de justiça, Estado de direito e liberdade de imprensa, refletidos na Constituição dos Estados Unidos e em instrumentos internacionais de direitos humanos, que foram ratificados pelo país.

O relator lembra que o presidente Donald Trump prometeu executar uma agenda de combate à corrupção no governo e que processar Assange seria o equivalente a “atirar no mensageiro”.

Num apelo final, o especialista em direitos humanos diz que o perdão presidencial a Assange representaria o restabelecimento de um homem de “coragem que está sofrendo injustiça, perseguição e humilhação há mais de uma década simplesmente por dizer a verdade.” 

*Os relatores de direitos humanos são independentes das Nações Unidas e não recebem salário pelo seu trabalho.ANG/ONU NEWS

 

 

 

 

 

Justiça/Grupo parlamentar do PAIGC exige demissão do PGR

 Bissau, 22 Dez 20 (ANG) - O grupo parlamentar do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) exigiu terça-feira a demissão do Procurador-Geral da República guineense para responder por alegados "crimes de sangue e de desvio de fundos públicos".

O Procurador-Geral da República, Fernando Gomes, divulgou na sexta-feira um comunicado no qual refere ter emitido um mandado de captura internacional contra o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, no âmbito de um processo-crime, sem avançar mais pormenores.

Domingos Simões Pereira está em Portugal há vários meses e anunciou recentemente a sua intenção de regressar ao país.

"O grupo parlamentar do PAIGC vem, por este meio, condenar veementemente esta instrumentalização política do Ministério Público e da Justiça guineense, exigindo a demissão de Fernando Gomes como Procurador-Geral da República, a fim de poder responder pelos crimes de sangue e de desvio de fundos públicos cometidos".

Num comunicado enviado à imprensa, o grupo parlamentar do PAIGC alega que Domingos Simões Pereira é deputado e, segundo a lei do país, "nenhum deputado pode ser perseguido, detido ou preso por questão criminal ou disciplinar, em juízo ou fora dele, sem o levantamento da respetiva imunidade parlamentar, através da Assembleia Nacional Popular".

"Este vergonhoso comunicado oriundo de uma instituição que deveria pautar-se pelo respeito das leis da República, mas que finge desconhecer os procedimentos legais para prosseguir com os seus intentos inconfessos, só pode ser interpretado como uma tentativa de intimidação e de perseguição a um cidadão e deputado da Nação, que anunciou recentemente o seu regresso ao país", refere o comunicado.

O grupo parlamentar do PAIGC, partido vencedor das legislativas de 2019, mas que não está a governar, diz que a nomeação de Fernando Gomes para o cargo já tinha sido "qualificada de absolutamente repugnante, provocadora e inaceitável pela classe política e social do país, com potencial para agravar ainda mais a profunda instabilidade política e social do país".

Os deputados do PAIGC lembram também que o atual PGR foi ministro do Interior "num dos períodos mais terríveis da política guineense", quando foram registados vários "assassínios políticos", bem como o seu alegado envolvimento em processos relativos a desvios de fundos.


"Por isso, foi sem surpresa que, assim nomeado e empossado Procurador-Geral da República, Fernando Gomes tenha dado logo a conhecer a sua agenda, que se orienta no sentido da queima de evidências incriminatórias dele próprio e dos seus padrinhos políticos, e a tentativa de desvio das atenções contra os seus adversários políticos", salientam.
ANG/Lusa

 

 

Justiça/PGR  acusa PAIGC de  arquitetar “ignomínias” por “medo” e “desorientação”

 Bissau,23 Dez 20(ANG) - O Procurador-geral da República, Fernando Gomes, acusou terça-feira o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) de arquitetar "ignomínias" por "medo e desorientação", e anunciou que vai deixar de ser militante do partido.


Numa carta aberta enviada ao conselho de jurisdição do PAIGC e referindo-se a acusações de que terá estado alegadamente envolvido na morte de uma pessoa e no desvio de fundos, Fernando Gomes afirma que se trata de "puras ignomínias arquitetadas por medo, desorientação e maquiavelismo por quem pretende afastar a atenção" do mandado de captura internacional contra Domingos Simões Pereira, líder do partido.

"Mas, mais estranho e preocupante, designadamente para a democracia, é o facto de eu ter deixado o cargo de ministro da Função Pública, em agosto de 2011, e o de ministro do Interior, em abril de 2012, e nunca o PAIGC ter manifestado qualquer desconfiança, nem qualquer acusação em relação ao meu desempenho no Governo, nem ter promovido qualquer processo disciplinar contra mim", pode ler-se na carta.

Fernando Gomes questiona também a razão pela qual a direção do PAIGC o acusa agora de dois crimes e o designou como delegado do congresso do partido, realizado em 2018.

"Será que já estava consciente de que eu era criminoso e corrupto quando me acolheu nas suas fileiras", questiona Fernando Gomes, na carta.

O Procurador-Geral da República salienta também que se o PAIGC sabia que ele era "criminoso" e "corrupto" deve explicar as razões pelas quais se manteve em silêncio nos últimos oito anos, se é prática do partido "calar e encobrir crimes cometidos pelos seus militantes" ou "fundamentar por que está a mentir e a mando de quem".

"Estranha coincidência esta de a atual direção do PAIGC só agora, quando foi emitido o mandado de captura internacional contra Domingos Simões Pereira, ter-se lembrado de me acusar como criminoso e corrupto", sublinha Fernando Gomes.

Admitindo a possibilidade de recorrer à via judicial para defender a sua "honra" e "bom-nome", Fernando Gomes anunciou também que vai renunciar como militante do partido, por não reconhecer a atual direção e "sobretudo ao seu atual líder, idoneidade, sentido de responsabilidade, de justiça e de serviço público".

O Procurador-Geral da República guineense anunciou na sexta-feira ter emitido um mandado de captura internacional contra Domingos Simões Pereira no âmbito de um processo-crime, sem avançar mais pormenores.

O grupo parlamentar do PAIGC pediu hoje a demissão de Fernando Gomes para responder por alegados "crimes de sangue" e de "desvio de fundos".

 
O líder do PAIGC está em Portugal há vários meses. ANG/Lusa

 


       Moçambique
/Renamo contesta Junta Militar e estratégia do governo

Bissau, 23 Dez 20 (ANG) - As Forças de Defesa e Segurança de Moçambique capturaram três homens próximos do líder do grupo dissidente da Renamo, Mariano Nhongo. 

PR de Moçambique

A Renamo lembra que "sempre se distanciou do movimento da Junta Militar" e que não "apoia o uso de armas para se fazer valer".

"Depois de a Junta Militar da Renamo ter atacado no dia 11 de Dezembro, sem vítimas, as Forças de Defesa e Segurança capturaram, na zona de Mafambisse, em Sofala, três homens da junta, sendo um ajudante de campo de Mariano Nhongo e outros dois seus cozinheiros", anunciou o chefe de Estado, Filipe Nyusi.

Segundo o Presidente moçambicano, os três homens capturados confessaram que fazem parte do grupo dissidente da Renamo, o principal partido da oposição do país, acusado de protagonizar ataques armados no centro de Moçambique.

"Os jovens as Forças de Defesa e Segurança continuam no terreno a vasculhar o inimigo", declarou Filipe Nyusi, lembrando que as tentativas de negociar com a Junta Militar da Renamo fracassaram.

O Porta-voz da Renamo, José Manteigas, sublinhou que a Renamo sempre se distanciou do movimento da Junta Militar, "o Presidente Ossufo Momade e a Renamo sempre se posicionaram de forma a distanciar-se deste movimento. A forma de resolver qualquer problema dentro do pas ou dentro das instituições, como é o caso de um partido político, não é usar as armas para se fazer valer", afirmou.

"A captura destes três homens entristece-nos porque não é esta via que nós gostaríamos que pusesse fim a esta onda de contestação que surge por parte da Junta Militar", defende o Porta-voz da Renamo. A via do grupo de Mariano Nhongo "voltar à razão seria a via desejável", frisou José Manteigas.

A Junta Militar da Renamo, liderada por Mariano Nhongo, exige a demissão do actual líder da Renamo, Ossufo Momade, acusando-o de ter desviado o processo negocial dos ideais do seu antecessor, Afonso Dhlakama, líder histórico que morreu em Maio de 2018. Um pedido é "inconcebível" para José Manteigas, uma vez que "o Presidente Ossufo Momade foi eleito democraticamente em congresso. Se são, de facto membros da Renamo, sabem que na Renamo há órgãos e é nesses órgãos que devem ser apresentados quaisquer inquietações de membros ou simpatizantes"defendeu ainda. ANG/RFI

 

 

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara.Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Justiça/Ministro de tutela e diretor da Faculdade de Direito de Bissau assinam Convénio para elaboração de legislações

Bissau,22 Dez 20(ANG) – O Ministério da Justiça e a Faculdade de Direito de Bissau assinaram hoje um Convénio de cooperação visando a elaboração de conjuntos de diplomas e legislações fundamentais para a edificação do Estado de Direito no país.

Em declarações à imprensa no acto, o ministro da Justiça disse que a revisão e elaboração de instrumentos essenciais, nomeadamente a Lei Orgânica dos Tribunais, os Estatutos dos Magistrados, o Regulamento do Conselho Superior da Magistratura, a Lei Quadro dos Partidos Políticos, Lei Eleitoral, da Comissão Nacional de Eleições entre outros, representam um salto qualitativo para a normalização democrática e o reforço do Estado de Direito.

Fernando Mendonça afirmou que atendendo o contexto do país caracterizado por lacunas ao nível do quadro legal e muitos diplomas obsoletos, desadequados da realidade social, torna-se imprescindível e urgente superá-lo através de formalização de novas opções de nível legislativo.

Acrescentou que a modernização do quadro legal é um dos instrumentos essenciais para virar, definitivamente, a página do sector, reconciliar e restaurar a confiança dos cidadãos na justiça e promover a inclusão social.

“A adequação do quadro legal vem responder a preocupação do Governo no que respeita ao reforço da capacidade do sector e enquadra-se nas suas prioridades de construir uma justiça independente, transparente, eficaz e acessível e que proteja os direitos dos cidadãos e que assegura o desenvolvimento e garante a consolidação dos direitos democráticos”, salientou.

Por sua vez, o Director da Faculdade de Direito de Bissau, começou por agradecer ao Ministério da Justiça pela confiança que, mais uma vez, depositou  na instituição que dirige para elaboração de um conjunto de diplomas fundamentais para a edificação do Estado de Direito no país.

Alcides Gomes assegurou ao ministro da Justiça que  a Faculdade de Direito fará o seu máximo para que os trabalhos que resultassem do referido Convénio sejam os melhores possíveis para servir os interesses da Guiné-Bissau.

Segundo Gomes nos últimos três anos, o Ministério da Justiça tem confiado a Faculdade de Direito um conjunto de tarefas, algumas ainda em curso.

 “E estes pacotes que  assumimos mais uma vez insere-se neste quadro e representa, essencialmente, a confiança que se tem para com a Faculdade de Direito de Bissau, no domínio
da Comissão Legislativa do país”, afirmou Alcides Gomes.ANG/ÂC//SG

 

Covid-19/Agência Europeia Medicamento aprova vacina da Pfizer-BioNTech

Bissau, 22 Dez 20 (ANG9 – A Agência Europeia do Medicamento (EMA) aprovou segunda-feira a utilização da vacina da Pfizer-BionNTech contra a covid-19, que poderá assim começar a ser administrada na União Europeia ainda este ano.

“Apraz-me anunciar que o comité científico da EMA reuniu-se hoje e recomendou uma autorização condicional de mercado na UE para a vacina desenvolvida pela BioNTech e pela Pfizer. A nossa opinião científica abre caminho à primeira autorização de mercado para uma vacina contra a covid-19 na UE”, anunciou a directora-executiva da entidade que regula a aprovação de medicamentos na UE, Emer Cooke.


Numa conferência de imprensa desde Amesterdão, Cooke apontou que a decisão “é válida para os 27 Estados-membros, ao mesmo tempo”, e comentou que a mesma constitui “um passo significativo em frente na luta contra esta pandemia”.

Para que a esta vacina possa começar a ser comercializada e administrada na UE, resta agora a aprovação pela Comissão Europeia, o que deverá acontecer no espaço de 48 horas, permitindo assim que a campanha de vacinação arranque nos Estados-membros a partir de 27 de Dezembro, como anunciara a presidente do executivo comunitário, Ursula von der Leyen.

Reportando-se ao “debate intenso dos últimos meses na praça pública” sobre o desenvolvimento de vacinas contra a covid-19, “com uns a pedirem maior rapidez na aprovação e outros a manifestarem receio de o processo estar a ser acelerado”, a directora-executiva da EMA fez questão de deixar a garantia de que a agência actuou de forma autónoma, orientando-se “pela força das provas científicas, e nada mais”.

“Deixem-me dizer isto muito claramente: embora tenhamos feito todos os esforços para acelerar o nosso processo de avaliação, garantir a segurança da vacina foi a nossa prioridade ‘número um’. Estas vacinas serão administradas a milhões de pessoas na UE, e nós estamos bem conscientes da enorme responsabilidade que temos”, declarou.

Cooke apontou que a conclusão de hoje, que se “baseia em dados de ensaios clínicos em mais de 40 mil participantes e tem em conta informação adicional [fornecida pelas farmacêuticas norte-americana Pfizer e alemã BioNTech], incluindo no fim-de-semana”, é que “a vacina cumpre os exigentes padrões da EMA” e “mostra de forma convincente que os benefícios são maiores que os riscos”.

Apontando que ainda é necessário estudar de forma mais aprofundada a nova variante do SARS-CoV-2 que apareceu no Reino Unido, a EMA apontou, todavia, que “é altamente provável que esta vacina seja também eficaz contra a nova estripe” do vírus.

A vacina desenvolvida conjuntamente pelos laboratórios Pfizer e BioNTech (Alemanha) é assim a primeira a ser aprovada para utilização na UE. Esta mesma vacina já começou a ser administrada em vários países ocidentais, como por exemplo no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Além desta vacina da Pfizer e BioNTech, a Comissão Europeia já tem uma carteira com seis outras potenciais vacinas, desenvolvidas pela AstraZeneca, Sanofi-GSK, Johnson & Johnson, CureVac e Moderna.

Esta última deverá ser a próxima a receber ‘luz verde’ da EMA, estando o parecer da agência europeia provisoriamente agendado para 06 de Janeiro, revelou hoje mesmo Emer Cooke. ANG/Inforpress/Lusa

 

Presente de Natal/ Primeira-dama doa brinquedos e géneros alimentícios à escolas e Centros de Acolhimento

Bissau, 22 Dez 20 (ANG) – A primeira-dama  procedeu segunda-feira a entrega de doações de cinco mil  brinquedos e dezenas de toneladas de géneros alimentícios à  diferentes escolas, Centros de Acolhimento e Jardins da capital Bissau e das regiões do país, no âmbito da celebração da quadra festiva do Natal e Ano Novo.

A acção da Dinísia dos Reis Embaló faz parte da campanha do programa de Natal, que decorre sob o lema: “Juntemos as mãos para ajudar aqueles que mais precisam”.

O acto de distribuição d
os  donativos contou com a presença da  ministra da  Mulher, Família  e Coesão Social, Maria da Conceição Évora e o staf do seu gabinete.

Em declarações à imprensa no final da distribuição dos donativos, a Primeira- dama disse ter um carinho muito especial pelas crianças e que sabe que muitos delas não terão a sorte de ganhar nenhum brinquedo ou presente de Natal. Por isso, apelou à todos para se juntar as mãos na ajuda aos mais carenciados.

Dinísia Embaló considerou de “pequeno gesto de carinho e de amor” os presentes entregues as crianças .

Exorta à todos no sentido de unirem  esforços para a redução dos obstáculos que as pessoas com deficiência  enfrentam para que  possam ter uma vida com plenos direitos, defendendo  que a igualdade de oportunidade deve ser para todos os cidadãos guineenses. 

A Primeira-dama manifestou a sua total disponibilidade de ajudar aqueles que mais precisam e proporcionar-lhes as melhores condições de vida.

Para a Primeira-dama  a inclusão e a igualdade de oportunidades deve ser encarada por todos.

“Porque, “hoje tive a oportunidade de visitar outras instituições que acolhem crianças, jovens e adultos que mais necessitam de  cuidados especiais. Peço a colaboração de todos para que possamos trabalhar juntos para que todos os guineense tenham as mesmas oportunidades”, disse.

Em reação a iniciativa de Dinísia Embaló , a responsável do Centro Dag Center, Luciana Keita Banjai salientou que os presentes  simbolizam um gesto de reconhecimento do governo e sobretudo da Primeira-dama.

Luciana Banjai pediu apoio das autoridades, sobretudo do governo para conceção de um espaço para instalação do centro, devido a falta de capacidade para albergar o grosso número de crianças com deficiência e que precisam de cuidados especiais.

Em nome da direcção do Orfanato Casa Emanuel, Daniel Jovane Baldé agradeceu o apoio e a atenção que a Primeira-dama   deu às crianças  guineenses, oferendo-lhes  brinquedos neste período.

A directora da Casa Bambaram, Maria Linda Gomes Lopes considera de impar o gesto da Primeira-dama.

“Primeira Dama, você não pode imaginar a grande alegria que trouxe para estas crianças, porque, de facto, elas precisam”, afirmou.

Maria Linda Gomes Lopes  aproveitou a presença da ministra da  Mulher Família  e Coesão Social para exortar o governo no sentido de prestar mais atenção à  áreas sociais, principalmente aos
orfanatos.

O mesmo pedido foi feito à Primeira Dama, e ao Presidente da República  foi solicitado que usasse a sua influência junto de outras intuições parceiras para que as crianças que se encontram nos diferentes orfanatos possam beneficiar de mais apoios e carinho.

Em Bissau, o donativo foi entregue ao Centro de acolhimento Dag Centrol, Escola Attadamun, Casa Emanuel, Casa Bambaram, Escola Surdos e Mudos, Jardim Santa Mariana, Associação dos Amigos de Crianças entre outras.ANG/LPG/ÂC//SG

  Portugal/Mais uma denúncia de violência contra estrangeiro nas mãos do SEF

Bissau, 22 Dez 20 (ANG) - O caso da morte violenta em Março de um cidadão ucraniano nas instalações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras(SEF) no Aeroporto de Lisboa está a provocar novas denúncias de abusos alegadamente praticados por agentes daquele organismo.

Gilson Pereira, um jovem cabo-verdiano de 28 anos que foi transportado do aeroporto de Faro para o de Lisboa para ser obrigado a embarcar para Cabo Verde na noite de sexta-feira, refere ter sido vítima de violências por parte de agentes do SEF depois de resistir à sua expulsão.

Em declarações à RFI, o advogado do cidadão cabo-verdiano, José Semedo Fernandes explica que "Gilson estava algemado na altura e foi arrastado no aeroporto pelo chão. Ele até refere que nenhum cão merece o tratamento a que ele foi sujeito. Foi levado para uma sala privada do SEF que não o Centro de Instalação Temporária para os Estrangeiros, onde foi novamente -sempre algemado- atirado ao chão. Um inspector colocou o joelho em cima da cabeça dele e mais dois inspectores, um fazer-lhe "mata-leão" (manobra de estrangulamento) e outro a amarrar-lhe os pés e sentá-lo numa cadeira de rodas", conta o advogado. 

Em declarações à imprensa portuguesa, Gilson Pereira afirma ter ligado naquela altura ao seu advogado pedindo-lhe para requerer o vídeo da actuação dos agentes do SEF assim com à sua namorada, a quem disse temer pela vida.

Em resposta, o SEF que indica ter"usado a força estritamente necessária" alega que Gilson Pereira era“alvo de pena acessória de expulsão de território nacional pelo período de 10 anos decidida pelo Tribunal da Comarca de Faro, foi escoltado de Faro para Lisboa no dia 18 de Dezembro” e a ordem de execução da pena “teve lugar após indicação do Ministério Público”.

O advogado do cidadão cabo-verdiano, José Semedo Fernandes indica contudo que esta "providência cautelar não existe porque ainda não foi decidida". Segundo o advogado que defende que a ordem de expulsão é ilegal sustentando-se no artigo 135 da lei de estrangeiros, que proíbe a expulsão de cidadãos com filhos menores, Gilson Pereira "encontra-se actualmente no CIT (Centro de Instalação Temporária) de Faro a aguardar algum desenvolvimento em relação a esse processo". Oiçamo-lo.

Este caso veio a público apenas um dia depois de um caso semelhante ser denunciado por um cidadão igualmente cabo-verdiano. Egídio Pina, 54 anos a residir em Portugal há vinte anos e a cumprir uma pena de prisão de 7 anos na zona de Sintra por tráfico de droga, alega ter sido esmurrado, pontapeado e algemado a um carrinho de bagagens por agentes do SEF no aeroporto de Lisboa.

De acordo com o interessado, esta agressão que terá durado quase uma hora aconteceu na presença de agentes da PSP e seguranças. O cidadão cabo-verdiano indica igualmente que os inspectores do SEF não o deixaram comer nem beber durante 10 horas, nem tão pouco falar com a advogada.

Estes casos acontecem numa altura em que o ministro da Administração Interna acaba de anunciar há dias a intenção de operar reformas no seio do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, em contexto de intensa polémica depois da morte em Março de um cidadão ucraniano, Ihor Homeniuk, nas instalações do SEF no aeroporto de Lisboa. Depois de uma primeira autópsia ter indicado que o homem de 40 anos tinha sucumbido a um ataque cardíaco, um segundo relatório revelou que a sua morte tinha sido subsequente a uma agressão. ANG/RFI

                           RCA/ Rússia nega envio de tropas para o país

Bissau, 22 Dez 20 (ANG) – A Rússia disse segunda-feira que não enviará tropas para a República Centro-Africana, onde uma ofensiva de grupos rebeldes está a ser encarada como “uma tentativa de golpe de Estado” a dias das eleições previstas para domingo.

“Não enviaremos tropas, respeitamos todas as exigências das resoluções das Nações Unidas [ONU]”, disse Mikhaïl Bogdanov, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, citado pela agência de notícias Interfax.

A posição deste alto representante russo contraria as declarações do porta-voz do governo da República Centro-Africana (RCA), Ange Maxime Kazagui, que anunciou a mobilização para o país de “várias centenas” de soldados russos no quadro do acordo de cooperação bilateral.

“A Rússia enviou várias centenas de homens das forças regulares e equipamento pesado” como parte de um acordo de cooperação bilateral, disse Ange Maxime Kazagui, porta-voz do Governo da República Centro-Africana (RCA), sem especificar o número exacto ou data de chegada.

Apesar de não confirmar o envio de militares, o Kremlin admitiu anteriormente estar “seriamente preocupado” com a crise na República Centro-Africana.

“As informações vindas deste país suscitam sérias preocupações”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas, escusando-se, no entanto, a comentar a alegada presença na República Centro-Africana de soldados russos.

Os líderes dos três principais grupos armados, que ocupam grande parte do território da RCA e conduzem uma ofensiva no norte e oeste do país, anunciaram na sexta-feira à noite a sua fusão e criação de uma coligação.

Os três grupos ameaçaram atacar se detectarem que o Presidente está a organizar fraudes, como já o acusam, para conseguir um segundo mandato.

Segundo fontes humanitárias e da ONU, os grupos armados apoderaram-se de várias localidades situadas nos eixos que servem a capital e ameaçaram bloquear a cidade.

No sábado, o Governo centro-africano acusou o ex-Presidente François Bozizé de uma “tentativa de golpe de Estado.

O partido de François Bozizé negou, no domingo, qualquer tentativa de golpe.

No mesmo dia, o porta-voz da Missão das Nações Unidas na RCA (Minusca), Vladimir Monteiro, disse que os rebeldes foram bloqueados ou repelidos em várias localidades.

A França, a Rússia, os Estados Unidos, a União Europeia e o Banco Mundial pediram, no domingo, a François Bozizé e aos grupos armados que depusessem as armas.

François Bozizé, que liderou o país entre 2003 e 2013 e regressou em Dezembro de 2019, após quase sete anos de exílio, era apontado como o principal adversário ao actual chefe de Estado, eleito em 2016 e que procura um segundo mandato.

A RCA caiu no caos e na violência em 2013, depois do derrube de François Bozizé por grupos armados e, desde então, tem sido palco de confrontos comunitários, que obrigaram quase um quarto dos 4,7 milhões de habitantes do país a abandonarem as suas casas.

O Governo centro-africano controla um quinto do território, sendo o resto dividido por mais de 15 milícias que procuram obter dinheiro através de raptos, extorsão, bloqueio de vias de comunicação, recursos minerais (diamantes e ouro, entre outros), roubo de gado e abate de elefantes para venda de marfim.

Um acordo de paz foi assinado em Cartum, capital do Sudão, em Fevereiro de 2019 pelo Governo e por 14 grupos armados, e um mês mais tarde as partes entenderam-se sobre um Governo inclusivo, no âmbito do processo de paz.

Na antecipação das eleições, a missão das Nações Unidas na RCA apontou que estas são “uma oportunidade para consolidar o processo democrático”.

Portugal está presente na RCA desde o início de 2017 e tem actualmente no país 243 militares, dos quais 188 integram a Minusca e 55 participam na missão de treino da União Europeia (EUTM), liderada por Portugal, pelo brigadeiro general Neves de Abreu, até Setembro de 2021.
ANG/Inforpress/Lusa

 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara.Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Desporto/"Programa desporto para todos será alargado em todo território da Guiné-Bissau”, diz director geral dos Despostos

Bissau, 21 Dez 20 (ANG) -  O Diretor-geral dos Desportos afirmou hoje que o "Programa Desporto para Todos" será brevemente alargado para todo o território da Guiné-Bissau para poder cumprir as suas exigências.


Alberto da Silva Dias  falava  na cerimónia de encerramento de formação dos animadores do desporto, que decorreu durante quadro dias, e culminou com a oferta de materiais para animação de ginásticas, no quadro do "Programa Desposto para Todos".

Disse que o objectivo da iniciativa  é   capacitar as pessoas para poderem dar melhores respostas às demandas do referido programa.

"É muito comum hoje ver as pessoas nas ruas e muitas vezes debaixo de sol  a praticarem o desporto. Estão tendo a consciência da importância que o desporto tem para a saúde, mas se essa importância não for   orientada a um trabalho científico estamos a enganar uns aos outros e a nós mesmos", disse.

Alberto Dias garantiu que vão sempre estar junto dos formandos para lhes dar assistência de que precisam para que a formação ora encerrada seja contínua, no sentido de elevar não só  seu número mais também sua qualidade.

“Estamos a começar a certificação dos nossos agentes desportivos. No futuro ninguém será autorizado a dar exercícios na rua se não estiver habilitado para o fazer”, salientou.

Dias lançou um desafio  aos formandos para que até ao final  de Maio de 2021  seja feita uma grande sessão da ginástica, envolvendo pelo menos cinco mil pessoas, ao nível de Bissau.

Para Cipriano Có, que falou em nome dos formadores, ocurso de quadro dias foi enriquecedor porque não só transmitiram os conhecimentos como também apreenderam algo, no quadro da avaliação  daquilo que cada um pode representar.

Có apelou aos formandos no sentido de acompanharem cada acto desportivo com componente pedagógico do ensino. ANG/MI/ÂC//SG