segunda-feira, 20 de abril de 2020


      Covid-19/China doa  equipamentos de protecção e combate a pandemia

Bissau, 20 Abr 20 (ANG) – A República Popular da China doou na semana passada no quadro de apoio aos países africanos, equipamentos de protecção pessoal contra o Coronavírus, constituídos de  2.000 máscaras de protecção,10 mil máscaras cirúrgicas, 2.000 macacões descartaveis, 500 termómetros infravermelhos e 2.000 óculos de proteção .
De acordo com um comunicado do Programa Alimentar Mundial (PAM), à que a ANG teve acesso, a organização informa que oferece apoio técnico e logístico para receber os suprimentos em Acra(Gana) e organizar o seu transporte para Bissau e quando a embaixada da China finalizar os trâmites da doação o PAM vai entregar os materiais ao Ministério de Saúde e confirmar as quantidades recebidas.

Entre os materiais doados de acordo com a missiva, contam ainda 10 mil pares de luvas de nitrito descartáveis e 10 mil pares de sapatos descartáveis.

“Não é a primeira vez que o Governo da China e o PAM colaboram para apoiar países onde o Programa Alimentar Mundial desenvolve acções de desenvolvimento e programas humanitárias. Desde 1981, a China começou a ser doadora do PAM e numerosos países tem recebido do Governo da China doações em dinheiro que são combinados com recursos técnicos e financeiros da organização para implementar programas de segurança alimentar e nutrição nos países em vias de desenvolvimento ou em crise humanitária “,lê-se na nota.

No comunicado as duas instituições frisam que foi com prazer que estão a realizar esta acção trilateral especialmente no contexto do Covid-19, para ajudar os profissionais de saúde e as populações mais vulneráveis a prevenirem-se contra a doença.

Salientou que espera-se que a doação seja utilizada de maneira eficaz e eficiente, maximizando o uso pelas instituições de saúde pública ,que necessitam desses materiais para atender os pacientes que tenham a confirmação do covid-19, os suspeitos e as pessoas que tiveram contacto com os infectados .

“A embaixada da China e o PAM  estão a espera do plano de distribuição dos materiais ,que o centro de Operações de Emergências em Saúde preparará em devido tempo”,refere o documento.ANG/MSC/ÂC//SG




Bissau,20 Abr.20(ANG) - O número de casos confirmados com covid-19 na Guiné-Bissau aumentou para 50, disse sexta-feira aos jornalistas o porta-voz do Centro de Operações de Emergência de Saúde guineense, Tumane Baldé

“O número de casos confirmados na Guiné-Bissau é de 50”, afirmou o médico guineense, na conferência de imprensa diária para fazer o balanço da evolução da doença no país.

Segundo Tumané Baldé, os novos quatro casos confirmados são três homens e uma mulher com idades compreendidas entre os 29 e os 51 anos.

“Três casos são de Canchunho e um caso é de Bissau”, salientou.

O setor autónomo de Bissau, que estava sem registo de novos casos há uma semana, volta assim a ter mais um caso.

Em termos de distribuição geográfica, 32 casos foram registados em Bissau, 13 em Canchungo, na região de Cacheu, e cinco na região de Biombo.

Dos 50 casos, três já foram dados como recuperados.

No âmbito do combate à pandemia, a Guiné-Bissau já prolongou o estado de emergência até 26 de abril e endureceu algumas das medidas para combate à prevenção da doença, à semelhança do que aconteceu em alguns países do mundo.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 145 mil mortos e infetou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 465 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Por regiões, a Europa somava hoje 94.021 mortos (mais de um milhão de casos), Estados Unidos e Canadá 34.499 mortos (701.335 casos), a Ásia 6.751 mortos (154.943 casos), o Médio Oriente 5.357 mortos (115.745 casos), a América Latina e Caribe 4.001 mortos (85.237 casos), a África 965 mortos (18 mil casos) e a Oceânia 79 mortos (7.730 casos).ANG/Lusa




Bissau,20 Abr.20(ANG) - A diretora-nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental para a Guiné-Bissau, Helena Nosolini Embaló, considerou no último fim de semana que o "choque" económico da crise sanitária no país pode ser mais profundo do que em outros países da sub-região.

“No conjunto das oito economias da sub-região, na Guiné-Bissau o choque poderá ser muito mais profundo porque a nossa economia tem suas especificidades ou se quisermos ser mais precisos, as suas debilidades que a tornam muito vulnerável”, afirmou Helena Nosolini Embaló, em entrevista à Lusa.

A Guiné-Bissau, que faz parte da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA), que inclui também o Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal e Togo, tem uma forte dependência do processo de comercialização e exportação da castanha de caju, que representa mais de 90% das exportações do país.

“Ora, sendo as incertezas e os riscos quanto à campanha deste ano enormes, haverá consequentemente implicações graves, sendo certo que esta atividade dinamiza quase todos os setores da vida económica nacional”, disse Helena Nosolini Embaló, salientando que a campanha de comercialização de caju é uma “forte alavanca para as finanças públicas do país”.

Segundo a diretora-nacional do BCEAO na Guiné-Bissau, ao cenário de incerteza em relação à campanha de comercialização de caju acresce o facto de quase tudo o que é consumido na Guiné-Bissau vir do exterior.

As restrições no comércio internacional terão um forte impacto e vão afetar um grande número de famílias, sobretudo as que vivem abaixo do limiar da pobreza”, sublinhou.

Helena Nosolini Embaló destacou também que o peso “muito significativo” do setor informal no país pode “dificultar o monitoramento e a aplicação de medidas de mitigação”.

“Com as medidas de contenção implementadas e necessárias todas as atividades serão impactadas e a escala poderá ser maior para as pessoas com empregos precários, principalmente no setor informal”, disse.

Para a responsável, em todas as economias a “perda de empregos será muito significativa e constituirá um grande desafio” para os países da UEMOA.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou na quarta-feira a covid-19 como uma “crise sem precedentes” para o continente africano, prevendo uma diminuição do rendimento ‘per capita’ em 3,9%.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 157 mil mortos e infetou mais de 2,2 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 502 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

Por regiões, a Europa soma mais de 100 mil mortos (mais de 1,1 milhões de casos), Estados Unidos e Canadá mais de 39.165 mortos (mais de 750 mil casos), a Ásia 6.882 mortos (mais de 160 mil casos), o Médio Oriente 5.465 mortos (mais de 121 mil casos), a América Latina e Caribe 4.384 mortos (mais de 92 mil casos), África 1.052 mortos (mais de 20 mil casos) e a Oceânia com 86 mortos (mais de sete mil casos).

Entre os países africanos lusófonos, Cabo Verde lidera em número de infeções, com 56 casos e uma morte.

A Guiné-Bissau contabiliza 50 pessoas infetadas pelo novo coronavírus e Moçambique tem 34 casos declarados da doença.

Angola tem 24 infetados e já registou dois mortos. São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detetar a doença no seu território, tem quatro casos.

Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), estão confirmados 51 casos positivos de infeção.ANG/Lusa


sexta-feira, 17 de abril de 2020

Prevenção contra Coronavírus

Não permita que o Medo, Pânico ou a Negligência te entregue ao Coronavírus. Sair sem necessidade pode te levar a isso. Fique em Casa.

O Cronovírus anda de pessoa à pessoa. Não consegue viver para fazer estragos(matar) fora do ser humano. Evita a contaminação, lavando sempre as mãos bem com sabão.

Beba sempre água para evitar que sua garganta fique seca.

Garganta húmida leva o vírus directamente para o estômago, aí morre, por força de sucos gástrico produzidos pelo estômago.

Evite lugares onde haja muita gente. Afaste-se de alguém que tosse.

Recomendações médicas de Prevenção contra Coronavírus//ANG

Covid-19/ Director do Simão Mendes apela aos familiares do doente fugitivo para diligenciar seu retorno ao hospital

Bissau,17 Abr.20(ANG) – O Director do Hospital Nacional Simão Mendes apela aos familiares de um cidadão nacional diagnosticado com infecção do coronavirus e que fugiu recentemente daquele estabelecimento, no sentido de deligenciar o seu regresso às autoridades sanitárias.

Agostinho Semedo, em entrevista exclusiva hoje à ANG, afirmou que é inadmissível uma pessoa entrar num estabelecimento hospitalar e for detectado de que está infectado com o vírus do coronavirus e depois foge.

“Os familiares do referido doente têm conhecimento do ocorrido e para tal devem fazer diligências para apresenta-lo de novo as autoridades sanitárias, de forma a fazer face a sua situação para evitar que contamine toda a sua família”, explicou.

Aquele responsável sublinhou que, por esta razão lança apelo às pessoas para evitarem  aglomerações, dar as mãos e outros mecanismos de protecção.

Questionado sobre as deligências para localizar o doente em fuga, Agostinho Semedo  disse que é difícil detectar uma pessoa aqui dentro da cidade de Bissau, devido a própria característica dos bairros desorganizados, acrescentando que isso só é possível com a colaboração de familiares tendo em conta que está na sua casa.

Instado a dizer o que estão a fazer para que o cenário da fuga não volte a repetir, o médico frisou que só é possível  através de sensibilização das pessoas porque o Hospital não é uma prisão que pode ser vedado com gradeamentos de ferro para impedir a saída de pessoas.

Perguntado sobre se há equipamentos completos para todo o pessoal de saúde, entre médicos e enfermeiros face a possibilidades de contágio por coronavirus, Agostinho Semedo disse que  estão a trabalhar com os meios que dispõe.

“Nós temos os meios como os grandes paises que actualmente estão com problemas sérios de contágio de covid-19. Temos o mínimo disponível que estamos a usar como batas descartável, óculos de protecção, luvas, máscaras que temos estado a usar para fazer face a pandemia”, afirmou.

Agostinho Semedo sublinhou que normalmente fazem despistagem em tendas de triagem onde as pessoas são diagnosticadas e as que provavelmente padecem com problemas respiratórios são acantonadas e os outros são encaminhadas para os serviços competentes para serem assistidas.

Abordado sobre se até a data presente nenhum técnico de saúde foi infectado com o virus de covid-19, aquele responsável disse que até o momento não, acrescentando que, contudo, há uma necessidade urgente do pessoal de saúde ser submetido ao teste de despistagem, mas que devido a carência do país, não têm meios para fazer esse trabalho à todos os técnicos de saúde.

A Guiné-Bissau regista 46 casos de covid-19, três dos quais recuperados.

Em termos de distribuição geográfica, 31 casos foram registados em Bissau, 10 em Canchungo, na região de Cacheu, e cinco na região de Biombo.

No âmbito do combate à pandemia, a Guiné-Bissau já prolongou o estado de emergência até 26 de abril e endureceu algumas das medidas para combate à prevenção da doença, à semelhança do que aconteceu em alguns países do mundo.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 137 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 450 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.ANG/ÂC//SG
 




        Covid-19/OMS reforça capacidade de comunicação do COES

Bissau, 17 Abr 20(ANG) – A Organização Mundial da Saúde(OMS) procedeu quinta-feira , em Bissau, a entrega simbólica de equipamentos de comunicação ao Coordenador do Centro de Operações de Emergência de  Saúde(COES), Dionísio Cumba, visando o reforço das capacidades de coordenação deste centro.

“Tivemos muita dificuldade na recolha de todas as informações por causa de internet e da comunicação, que neste período é fundamental para o seguimento deste processo de Covid-19”, disse Dionísio Cumba, para quem a  ajuda chegou no momento certo.

Segundo um comunicado à imprensa da OMS enviado à ANG, o apoio constitui-se de 30 routers sem fios 4G, com pagamento incluído de três meses de internet, a serem distribuídos aos hospitais em Bissau e nas regiões, laboratórios nacional e regionais, e direcções regionais de saúde.

A OMS, de acordo com o comunicado, congratula-se em poder reforçar a capacidade de comunicação e coordenação do COES, na medida em que “pode melhorar” a resposta à pandemia da Covid-19 na Guiné-Bissau.

“Estes materiais também vão facilitar a aprendizagem pelos técnicos dos conteúdos que a OMS disponibiliza online sobre a Covid-19”, disse o Representante da OMS em Bissau, Jean marie Kipela.

A entrega simbólica do donativo da OMS fez-se depois de uma reunião entre Kipela e Cumba na qual foram abordados a necessidade de uma  coordenação na resposta à pandemia da Covid-19 no país. ANG/SG


                Covid-19/PR do Brasil nomeia novo ministro de Saúde

Bissau,17 Abr. 20 (ANG) - O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, nomeou quinta-feira o oncologista Nelson Teich para ministro da Saúde, durante a pandemia no novo coronavírus, com ambos a concordarem que não haverá uma "definição brusca" sobre o isolamento social.
Bolsonaro anunciou Teich como ministro ao mesmo tempo em que o antigo responsável pela tutela da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, dava uma conferência de imprensa para confirmar a sua exoneração e garantir que a sua equipa apoiaria o novo governante na luta contra a pandemia.
“O que eu conversei ao longo desse tempo com o oncologista doutor Nelson foi fazer com que ele entendesse a situação como um todo. Sem abandonar o principal interesse, a vida, mas sem esquecer que ao lado disso temos outros problemas, como o desemprego”, afirmou Bolsonaro, numa declaração no Palácio do Planalto, sede do Governo em Brasília.
O novo ministro garantiu que “existe um alinhamento completo” com o chefe de Estado e que não haverá “qualquer definição brusca, radical” sobre o isolamento social, e que o importante é que haja uma “informação cada vez maior sobre o que acontece com as pessoas, com cada acção que é tomada”.
"O que é fundamental é que consigamos ver aquela informação tínhamos até ontem, decidir qual a melhor acção do momento e seguir qual a melhor forma de isolamento e distanciamento. Que isso seja cada vez mais baseado em informação sólida", frisou Nelson Teich.
O Brasil ultrapassou na quarta-feira a barreira dos três mil novos casos diários do novo coronavírus, registando o número recorde de 3.058 infectados e 204 mortos nas últimas 24 horas, informou o executivo.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 141 mil mortos e infectou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 465 mil doentes foram considerados curados.ANG/Angop



Covid-19/ Parlamentares divididos quanto a  proposta de criação de Comissão para angariar fundos

Bissau,17 Abr 20(ANG) - O presidente da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassamá, propôs quinta-feira a criação de uma comissão para angariar fundos e fiscalizar a prevenção e combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus no país.

Entretanto , após horas de debate, os parlamentares não chegaram a um consenso quanto a criação dessa comissão sugerida pelo presidente do parlamento.

Deputados das bancadas do Madem G-15, PRS e APU-PDGB rejeitaram a proposta alegando haver um governo, o dirigido por Nuno Gomes Nabian, que até já se incumbiu da angariação de fundos para esse efeito.

Do lado oposto, deputados do PAIGC e seus aliados(UM,PND,...) , na voz do deputado Hélder de Barros fundamentaram que tendo em conta que o executivo de Nuno Nabian carece de legitimidade, enfrentará dificuldades na angariação de fundos para combate a pandemia junto da comunidade internacional,”que não o reconhece”.

Os mesmos parlamentares chegaram ao consenso para a disponibilização de 25 por cento dos seus salários para fundos de combate ao covid-19, proposta por Cipriano Cassamá.

 “É urgente e prioritário encontrar uma solução consensual sobre a criação de uma comissão de operacionalização, angariação de fundos e fiscalização da luta contra a covid-19, que deve congregar todos os atores nacionais e parceiros internacionais vocacionados”, afirmou Cipriano Cassamá, na abertura de uma reunião da comissão permanente do parlamento.


Acrescentou que as diferencças politicas devem ceder lugar ao interesse público premente, “concedendo assim ao nosso povo a proteção que precisa e o sentimento de segurança de que devemos enquanto seus representantes”.

Segundo Cipriano Cassamá, é um facto que o país atravessa um momento de grande clivagem política”, mas aquela atitude não “abona em nada para o combate ao flagelo mundial”.

“A nossa responsabilidade enquanto deputados é ajudar a encontrar soluções aos problemas colocados ao país ou com medidas legislativas ou com as campanhas de sensibilização, conforme a avaliação que fizermos do problema”, disse.

Cipriano Cassamá salientou também que o “silêncio do parlamento” sobre questões essenciais do país não é animador para as pessoas e que é preciso começar a falar sobre os problemas, tanto políticos como os relacionados com a covid-19.


A Guiné-Bissau regista 46 casos de covid-19, três dos quais recuperados.

Em termos de distribuição geográfica, 31 casos foram registados em Bissau, 10 em Canchungo, na região de Cacheu, e cinco na região de Biombo. ANG/AC//SG


               Covid-19/ Mais de 4 mil mortes em 24 horas nos EUA

Bissau,17 Abr 20(ANG) - - Os EUA registaram 4.491 mortos nas últimas 24 horas devido à covid-19, elevando para cerca de 33 mil o total de vítimas mortais no país, indicou a Universidade Johns Hopkins, na quinta-feira.
Este número, obtido entre as 20:30 (hora local) de quinta-feira, poderá incluir óbitos "provavelmente relacionados" com a covid-19, mas que inicialmente não tinham sido contabilizados.
Esta semana, a cidade de Nova Iorque anunciou que ia acrescentar 3.778 mortes provavelmente causadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) ao número de óbitos locais.
De acordo com os centros de prevenção e de luta conta as doenças norte-americanos (CDC, uma agência governamental), o país contava às 20:00 TMG  31.071 mortos, incluindo 4.141 provavelmente causados pela covid-19, um número ligeiramente inferior ao avançado pela Universidade Johns Hopkins.
Os Estados Unidos são actualmente o país com mais óbitos no mundo, à frente da Itália (com 22.170 mortos), Espanha (19.130) e França (17.920) e Reino Unido (13.729 mortos).
A primeira potência mundial identificou também cerca de 667.800 casos.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou quinta-feira um plano de "reabertura" económica e social para o país, por fases e zonas, e sem um calendário definido.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 145 mil mortos e infectou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 465 mil doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando sectores inteiros da economia mundial.
Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.ANG/Angop


Covid-19/Banco Islâmico do Desenvolvimento apoia a Guiné-Bissau com 15 milhões de dólares

Bissau,17 Abr 20(ANG) -  - O Banco Islâmico de Desenvolvimento vai apoiar a Guiné-Bissau no âmbito do combate à pandemia do novo coronavírus com 15 milhões de dólares, anunciaram as autoridades guineenses.
Vista do Ministério das Finanças 
Numa mensagem na rede social Facebook, o Primeiro-ministro, Nuno Gomes Nabian anunciou que o ministro das Finanças , João Fadia, reuniu-se com o presidente do Banco Islâmico para o Desenvolvimento, "e foi decidido um apoio urgente de um montante de 15 milhões de dólares" para combater a Covid-19.
Nabian salienta também que não têm sido poupados esforços para encontrar soluções médicas e sanitárias e mecanismos que permitam o país aceder a "meios financeiros para aumentar a sua capacidade de respostas na frente comum de combate".
"Fazemos isto pela natureza da nossa missão, pelo nosso povo e sobretudo porque precisamos de apoiar total e incondicionalmente os nossos novos heróis que são os médicos e os paramédicos", sublinha.
A Guiné-Bissau registou até hoje(16) 46 infectados com Covid-19, três dos quais já estão recuperados.ANG/AC//SG



Bissau,17 Abr.20(ANG) – A União Africana (UA) anunciou na quinta-feira o lançamento de uma campanha para atingir um milhão de testes ao novo coronavírus no continente, onde 910 pessoas já morreram e mais de 17 mil foram infetadas por Covid-19.

“Há uma grande falha de testes no continente e queremos distribuir na próxima semana ou semana e meia mais de um milhão de testes para ajudar os países a aumentarem a sua capacidade para testar e identificar as pessoas infetadas”, anunciou o diretor do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças da União Africana (Africa CDC), John Nkengasong.

O diretor da agência da União Africana para a saúde falava  quinta-feira, em Adis Abeba, no encontro semanal com a comunicação social.

O responsável do Africa CDC explicou que a disponibilização dos testes pela União Africana visa dar um sinal e sensibilizar outros parceiros públicos e privados para a necessidade de aumentar “agressivamente” a capacidade dos países para identificar e monitorizar as pessoas infetadas.

“Nos próximos três ou seis meses, provavelmente necessitaremos de 50 milhões de testes para o continente, mas uma caminhada de 100 quilómetros começa com o primeiro metro”, afirmou, adiantando que a capacidade de testagem é ainda muito baixa.

Como exemplos apontou a África do Sul, que com uma agressiva campanha de testagem, conseguiu apenas fazer 8.000 mil testes desde o início da pandemia, a Etiópia, que fez apenas 5.000 testes, ou a Nigéria, que com 200 milhões de habitantes, registou 6.000 testes realizados.

“Se conseguirmos aumentar os testes para um milhão será um aumento significativo, mas requer um esforço concertado”, reforçou.

No encontro com jornalistas, John Nkengasong fez ainda o ponto de situação da evolução da pandemia no continente, adiantando que o número de mortes por Covid-19 subiu esta quinta-feira para 910 num universo de 17.212 infeções registadas em 52 países. O número de doentes recuperados é agora de 3.546.

O diretor do África CDC assinalou que, numa semana, o número de infeções no continente registou um aumento de quase 50% e que a taxa média de letalidade da doença se situa nos 6%. África do Sul, Egito, Argélia, Marrocos e Camarões são os países com mais casos registados da doença.

Sobre a capacidade de resposta médica, apontou que a África do Sul é o país com mais ventiladores (1.500), sendo que em 10 países não existe um único destes aparelhos.

Segundo John Nkengasong, estes países vão receber esses equipamentos através das doações da Fundação Jack Ma, do empresário chinês dono do gigante do comércio eletrónico Alibaba, cujo segundo carregamento de equipamentos médicos está a ser atualmente distribuído pelos países.

O Egito concentra o maior número de camas hospitalares para cuidados intensivos (10.300).

A nível global, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 133 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 436 mil doentes foram considerados curados.ANG/Lusa


quinta-feira, 16 de abril de 2020

Prevenção contra Coronavírus

Não permita que o Medo, Pânico ou a Negligência te entregue ao Coronavírus. Sair sem necessidade pode te levar a isso. Fique em Casa.

O Cronovírus anda de pessoa à pessoa. Não consegue viver para fazer estragos(matar) fora do ser humano. Evita a contaminação, lavando sempre as mãos bem com sabão.

Beba sempre água para evitar que sua garganta fique seca.

Garganta húmida leva o vírus directamente para o estômago, aí morre, por força de sucos gástrico produzidos pelo estômago.

Evite lugares onde haja muita gente. Afaste-se de alguém que tosse.

Recomendações médicas de Prevenção contra Coronavírus//ANG

  Covid-19/Bissau e Biombo sem novos casos positivos durante a semana

Bissau, 16 Abr 20 (ANG) – O Centro de Operação em Emergência Médica(COEM) entidade que actualiza os dados do Corovanirus, informou hoje que nas três regiões afectadas pela Covid-19, só Cacheu concretamente sector de Canchungo teve caso positivo durante a semana.

De acordo com o porta-voz do COEM, não se detectou nenhum novo caso a nível nacional no dia de hoje, uma vez o epicentro de busca e pesquisa mudou para província norte em Canchungo onde se encontra as equipas de laboratório a recolherem amostras dos suspeitos, acrescentando que as colheitas chegaram esta manhã e os resultados só serão divulgados amanhã.

“Na informação de ontem(15) o cidadão indicado como morador de Bairro Militar em Bissau, contraiu a infecção em Cancunho onde estava a residir cerca de um mês por motivos de trabalho ou seja todos os três resultados positivos de ontem foram detectados em Canchungo que já tinha 07 casos mais os 03 de ontem totalizam 10 casos positivos”,explicou.

Tumane Baldé disse que o balanço total da situação epidemiológica no país é o seguinte: a capital Bissau manteve com 31 casos, região de Biombo 05 casos, frisando que todas as subidas verificadas aconteceram em Canchungo que saiu de 02 para 10 casos positivos.

“Ou seja os 08 casos verificados nos últimos três dias são oriundos de Canchungo, por isso, o epicentro de busca mudou para aquela cidade nortenha com a finalidade de, com maior rapidez, contornar esta situação”, explicou.

O porta-voz do Centro de Operação de Emergência Medica felicitou os citadinos de Bissau e Biombo por passarem uma semana sem casos novos ,tendo explicado que não conhecem nenhum caso da morte dos cidadãos guineenses no exterior por causa da pandemia.

Baldé aconselha aos guineenses a se manterem o civismo e cada um a cumprir com as orientações  dadas pelas autoridades sanitárias, uma vez que são componentes de quebra da cadeia de transmissão  ou seja, ficar em casa, manter o distanciamento e lavar as maõs.

Apelou as forças da defesa e segurança a cumprirem com a missão de organizar a sociedade criando distanciamentos e aconselhando os cidadãos de como devem se comportar na rua para evitarem a contaminação do Covid-19.

“Por isso digo, se não conseguimos controlar a epidemia até hoje é por causa do nosso comportamento. Se mudarmos o nosso comportamento, cumprindo as recomendações da prevenção, a situação vai mudar completamente”,disse.

A Guiné-Bissau regista 46 casos positivos do Covid-19 ,sendo que três dos casos já foram declarado curados.ANG/MSC/ÂC//SG




Covid-19/Aumenta para 46  casos positivos na Guiné-Bissau 


Bissau,16 Abr 20(ANG) – Aumentou para 46 o número de infectados por coronavírus na Guiné-Bissau, anunciou quarta-feira o Centro Operacional de Emergência em Saúde.

 “Foram observadas no Laboratório Nacional de Saúde Pública 48 amostras, 45 deram resultado negativo e três deram resultado positivo, sendo dois do sexo feminino e um do sexo masculino”, afirmou o médico Tumane Baldé, do Centro Operacional de Emergência de Saúde, na conferência de imprensa diária.

Segundo Tumane Baldé, dos três novos casos positivos, dois são da cidade de Canchungo, na região de Cacheu, e um do setor autónomo de Bissau, concretamente do Bairro Militar, um dos mais populosos da capital guineense.

“O total de casos positivos é de 46 na Guiné-Bissau”, sublinhou Tumane Baldé.
No âmbito do combate ao novo coronavírus, as autoridades guineenses declararam o estado de emergência, que foi renovado no sábado até 26 de abril, bem como o encerramento das fronteiras aéreas, terrestres e marítimas na Guiné-Bissau, medidas acompanhadas de uma série de outras restrições à semelhança do que está a acontecer em vários países do mundo.

Uma das restrições só permite que as pessoas circulem entre 07:00 e as 11:00 locais.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou quase 127 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 428 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Os Estados Unidos da América são o país com mais mortos (26.059) e mais casos de infeção confirmados (609.516) e, por regiões, a Europa somava hoje 85.272 mortos (mais de 1 milhão de casos) e África 874 mortos (16.285 casos).ANG/Lusa