terça-feira, 28 de setembro de 2021

 França/Presidente Macron e Tedros Ghebreyesus lançam academia mundial de saúde

Bissau, 28 Set 21 (ANG) - O Presidente Emmanuel Macron e o director da Organização Mundial de Saúde, Tedros Ghebreyesus lançam na  segunda-feira,em Lyon, no sudeste da França,o futuro centro mundial de formação da referida agência da ONU, actualmente responsável pela gestão global da luta contra a pandemia de Covi-19.       


Equipado com tecnologias avançadas como a inteligência  artificial e a realidade virtual, assim como de um centro de simulação  de emergências sanitárias de nível mundial,a Academia de Lyon da OMS, terá como objectivo formar milhões de técnicos de saúde através do mundo.

Segundo declarou Emmanuel Macron em Maio de 2021, a estrutura, lançada em 2019, e que já começou alguns cursos on-line, está destinada a ser uma estrutura de formação de referência em matéria de saúde pública.

No âmbito do projecto, a França  deverá investir mais de 120 milhões de euros.

A academia de formação em saúde pública será parcialmente financiada pelas autarquias locais e situar-se-á no polo de investigação em biotecnologia de Gerland em Lyon, que abriga o Centro Internacional de Investigação Contra o Cancro, bem  como  laboratórios  farmacêuticos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o campus da futura academia, em Gerland, terá uma  superfície de 11.000 metros quadrados e começará  ser construído no final de  2021, com uma abertura prevista para 2024.

A nova estrutura será parte integrante da Organização Mundial de Saúde e terá como directora a ex-ministra francesa da Saúde, Agnès Buzyn, nomeada para a função por Tedros Adhanom Ghebreyesus em 16 de Agosto de 2021.

De acordo com a OMS,a problemática da actualização dos conhecimentos em  ciências  médicas é sensível, pelo facto de que as matérias duplicam cada dois a três meses e é necessário mais de uma  década para que as práticas e  as orientações normativas  mais recentes sejam aplicadas pela  totalidade dos técnicos de saúde no mundo. ANG/RFI     

 

 

 

Caju/ “As exportações já ultrapassam 200 mil toneladas”, diz ministro do Comércio e Indústria

Bissau, 28 Set 21 (ANG) – As exportações da castanha de caju já ultrapassaram este ano as expectivas  com a venda ao mercado externo de mais de 200 mil toneladas, segundo ministro do Comércio e Industria, Tcherno Djaló.

“Conseguimos ultrpassar ,de longe, as expectativas e bater o recorde de exportação. Estamos já acima dos 200 mil toneladas exportadas”, revelou o ministro ,segunda-feira, à margem da cerimónia de apresentação da Comissão organizadora da II edição do mês de consumo de produtos locais no espaço da UEMOA.

Tcherno Djaló considerou de “muito bom” esse resultado , tanto para os produtores como para a economia nacional.

Até então a fasquia mais alta de exportação desse produto estratégico da economia guineense tinha sido de 200 mil toneladas.

A campanha de comercialização da castanha do presente ano começou, em Março, com algumas perturbações ao ponto de o ministro  Djaló declarar a “salvação da campanha” como sua primeira prioridade, quando assumira as funções.

“Graças a ajuda de todos os funcionários conseguimos esses resultados encorajadores, porque ultrapasamos, de longe,  as expectativas”, disse Djaló.

As previsões  para o ano em curso apontavam para a exportação de  200 mil toneladas de caju.

Entretanto, os serviços de Inspecção do Ministério do Comércio e Industria confirmaram à ANG haver, até esta terça-feira, o registo de 183.316,502 toneladas de castanha de caju declaradas para efeitos de exportação.

As mesmas fontes confirmaram terem sido já exportadas um total de 163.785,848 toneladas de caju.

ANG/O Democrata

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Turismo/Jornada  “Turismo Académico” recomenda maior atenção sobre  problemática de exploração de menores

Bissau, 27 Set 21 (ANG) – Os participantes d
a Jornada Universitária de Turismo Académico que decorreu de 20 à 27 de corrente mês recomendaram, em resoluções,  que a problemática de abuso e exploração de menores  pelos turistas estrangeiros e nacionais, seja  encarrada com maior seriedade pelas autoridades nacionais e organizações de defesa das crianças.

Imagem ilustrativo

Durante sete dias, os participantes da Jornada universitária de Tusrismo Académico abordaram temas como: Impato Socioeconómico do Turismo, Turismo e Cultura:que modelo para a Guiné-Bissau?, O desenvolvimento sustentável do turismo vs Turismo de Tabanca, Guiné-Bissau, um destino ímpar:que modelos de marketing turístico para o mercado nacional e internacional? , entre outros.

Questionado das deligências que a sua instituição está a fazer para banir a situação de abuso e exploração de menores pelos turistas, o Coordenador do Curso de Turismo e Gestão Hoteleira do Instituto Politécnico Nova Esperança(iIP9)Valdir da Silva disse  que enquanto promotores do turismo nacional vão tomar todas as deligências, inclusive abrir um canal de diálogo com o governo e as instituições privadas que trabalham na defesa dos direitos de crianças para resolver essa situação.

“Nós sabemos que há atores ou operadores turísticos que promovem, em conluio, com alguns guineenses da esfera social muito alta,que apoiam e incentivam esta prática ao nível nacional”, revelou, valdir, acrescentando que quando se explora uma criança mata-se o seu futuro, a sua perspetiva de crescimento psicológico e inteletual.

Ao responder a questão sobre o prazo que o IP9, em colaboração com outras instituições determinam para o combate a esse fenómeno de abuso e exploração das crianças, Valdir disse que vai ser um trabalho de médio e longo

Adiantou que no dia 25 de junho de 2022 que também é o dia dos turismólogos do IP9, vão lançar, em todo o território nacional, a campanha de sensibilização contra o turismo sexual implicando  crianças.

Disse  que o IP9 propõe as universidades Colinas de Boé e Amilcar Cabral a assinatura de um acordo de parceria para potenciar a cultuta turística nacional, a fim de divulgar as zonas turísticas e suas potencialidades de todo o território nacional.

 Ainda vão propor ao governo a institucionalização do Dia Nacional do Turismo.

Em relação as infraestruturas, as mesmas  resoluções apresentadas  esta segunda-feira pela Nhimanan Euriza Naiá indicam  que não existem infraestruturas rodoviárias, de transporte aéreo e marítimo sobretudo para a ligação com o arquipélago de Bijagós nem  infraestruturas de comunicação de qualidade.

“Também não há postos sanitários com condições mínimas para socorrer aos turistas, hóspedes e viajantes regular, não existem postos de segurança no interior, centros de informação turística nas fronteiras e muito menos um sítio na internet onde se possa adquirir informações úteis sobre os país, e assim como nã existem instituições académicas e do ensino a cultura turística para os alunos e estudantes”, frisou Naiá.

Hoje celebra-se o Dia Mundial do Turismo, que começou  a ser celebrado desde 27 de setembro de 1980, pela Organização Mundial de Turismo. A data foi estabelecida pela III conferência da Assembleia Geral da OMT, em Torremolinos (Espanha), em setembro de 1979 e este ano é celebrado sob o lema: “Turismo para um crescimento inclusivo”. ANG/DMG//SG

 

 

    

Saúde pública/Parlamento infantil de Bafatá responsabiliza ao governo pela crise no sector sanitário

Bissau, 27 Set 21 (ANG) – O vice-presidente do
Parlamento Infantil da região de Bafatá responsabiliza ao governo por tudo que está a acontecer no sistema nacional de saúde pública neste momento.

Foto Arquivo

Segundo a Rádio Sol Mansi,Sumaila fati fez esta acusação ao executivo, esta segunda-feira, a margem de uma visita que efectuou ao centro de saúde Bafatá.

O boicote levado a cabo no sector sanitário pelos técnicos de saúde ainda se faz sentir naquele centro hospitalar

ʺMuitas camas estão vazias, só se fazem   serviços mínimos, estamos muitos preocupados, o governo, enquanto autoridade competente,  diz que vai servir os mais vulneráveis”, disse Sumaila.

 O vice –presidente do parlamento infantil de Bafatá pede ao Governo  para sentar com sindicato e encontrar   um consenso que ponha fim a paralisação.

“O governo tem toda a necessidade de sentar com o sindicato para pensar nas crianças. Ter greve no sector de saúde põe  crianças e mães grávidas a sofrer”, sustentou Fati.

Técnicos de saúde, médicos, enfermeiros e parteiras de todo o país observaram segunda e terça-feira uma paralisaram que chamaram  de “boicote” aos serviços sanitários.

A Procuradoria-geral da República vai abrir um inqérito para efeitos de responsabilização criminal dos mandantes desse boicote que terá estado na origem de mortes por falta de assitência nos hospitas e centros de saúde do país.ANG/MI//SG  

           
 Covid-19/Guiné-Bissau prolonga estado de calamidade até 10 de Outubro

Bissau, 27 Set 21 (ANG) - O governo prolongou, no domingo, o estado de calamidade até 10 de Outubro devido à pandemia de Covid-19.

 Em decreto, o executivo explica que, apesar de nos últimos dias ter havido uma diminuição do número de novos casos e mortes diárias, a “taxa de positividade” constitui ainda “motivo de preocupação, assim como o número de doentes internados”.

No decreto, pode ler-se que “o nível de internamento está acima de 50% da capacidade nacional”, o que coloca o país “numa situação de ruptura iminente, razão pela qual ainda se revela necessário assegurar a redução da propagação do vírus para um nível controlável, sob pena da situação se descontrolar a qualquer momento”.

Mantém-se, assim, o uso obrigatório de máscara nas ruas, em espaços fechados de acesso público, transportes colectivos de passageiros, escolas e mercados.

O documento recorda, ainda, que certificados de vacinação não substituem os certificados de teste, que continuam a ser exigidos para entrar ou sair do país.

O governo recomenda também aos serviços públicos e privados a dispensar funcionários ou trabalhadores não essenciais, “salvaguardando o seu vínculo laboral e todos os direitos inerentes”.

Desde o início da pandemia, a Guiné-Bissau registou mais de 6.000 casos de covid-19 e 135 vítimas mortais.ANG/RFI

VIH-SIDA/Secretariado Nacional capacita operadores turísticos em matéria de prevenção da doença

Bissau,27 Set 21(ANG) – O Secretariado Nacional de Luta contra a Sida(SNLS), iniciou hoje uma acção de capacitação dos operadores turísticos da Guiné-Bissau em matéria de prevenção do VIH-SIDA aos seus utentes.

Em declarações à imprensa, a secretária executriva do Secretáriado Nacional de Luta contra Sida, Fatoumata Diaraye Djaló disse que a formação terá a duração de quatro dias e que aos participantes serão facultados diferentes abordagens de contaminação do VIH-SIDA.

 “Acreditamos que, se os operadores turísticos adquirissem os conhecimentos nessa matéria estarão mais preparados para abordar e até ajudar a defender os direitos de uma camada da população que não é acessível na nossa sociedade de forma a eliminarmos os tabus, preconceitos e estigmatização relacionados a doença”, explicou.

Perguntad     qual é a taxa actual de prevalência  da VIH-Sida no país, aquela responsável disse acreditar que, com o aparecimento  da pandemia de covid-19,  registou-se o aumento de novas infeções, pelo que há necessidade de se fazer novos estudos,tendo em conta que o último foi feito em 2007.

Fatoumata Djalo acrescentou que as estimativas actuais apontam pela existência de mais de 40 mil infectados.

Disse que, actualmente, o país conta com cerca de 18 mil pessoas seropositivas na fila de tratamento, acrescentando que o número é muito insignificante, se se tiver em conta de que existem  mais de 40 mil infectadas.

 “Ninguém é imune e cada qual deve passar pelo menos duas vezes por ano para fazer testes, para conhecer o seu estado serológico e se não estiver infectado que continue a prevenir-se sempre”, disse.

Por sua vez, o secretário-geral da Associação dos Operadores Turísticos e Similares da Guiné-Bissau(Asopts-GB), sublinhou que a formação será muito útil para os seus associados, frisando que a Sida é um flagelo que durante muitos anos, esteve presente no país, infelizmente um dos países com maior índice de prevalência no mundo.

Orlando da Costa Pinto disse que a Sida é uma das doenças mais ou menos controlada, urge combatê-la mais depressa possível, e por isso deve-se conhecer os métodos e actitudes a tomar.

Durante os quatro dias de formação os partcipantes vão debater  temas como: “Conceitos de VIH-Sida, da Hepatite B, as formas de prevenção e de contaminação”.ANG/ÂC//SG

 

 

CPLP/Acordo de mobilidade  vai entrar em vigor “muito rapidamente” – Santos Silva

 Bissau, 27 Set 21(ANG) – O acordo de mobilidade da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), já ratificado por Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, vai entrar em vigor “muito rapidamente”, disse sexta-feira o ministro de Estado e Negócios Estrangeiros português.

A entrada em vigor do Acordo para a Mobilidad
e da CPLP, que precisa da ratificação de três países para se concretizar, está mais próxima, já que Timor-Leste “tem o processo em curso” e Portugal vai proceder à ratificação “neste outono” (Setembro, Outubro ou Novembro), disse à Lusa Augusto Santos Silva.

“Como Portugal vai ratificar o acordo de mobilidade também muito rapidamente, muito rapidamente ele entrará em vigor”, disse o ministro português, em declarações por telefone à Lusa, após uma reunião informal dos ministros da CPLP, realizada em Nova Iorque, à margem da semana de alto nível da Organização das Nações Unidas.

O acordo de mobilidade foi assinado em Luanda, em 17 de Julho, na XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, na qual Angola assumiu a presidência da organização até 2023.

Em 30 de Julho, o parlamento de Cabo Verde foi o primeiro a aprovar por unanimidade a ratificação do acordo de mobilidade na CPLP, seguindo-se a ratificação por São Tomé e Príncipe, em 17 de Agosto.

A questão da facilitação da circulação tem vindo a ser debatida na CPLP há cerca de duas décadas, mas teve um maior impulso com uma proposta mais concreta apresentada por Portugal na cimeira de Brasília, em 2016, e tornou-se a prioridade da presidência rotativa da organização de Cabo Verde, de 2018 a 2021.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os nove Estados-membros da CPLP, organização formada há 25 anos.

O secretário executivo da CPLP, Zacarias da Costa, declarou à Lusa que, após não ter havido reuniões ministeriais presenciais da CPLP desde 2019, a reunião informal realizada em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, teve vários objectivos de partilha de informações e promoção da coordenação internacional.

Moçambique foi o único país que não teve representação presente na reunião.

“Era importante, particularmente numa altura em que estamos sempre a confrontar-nos com vários cenários de crise, podermos avançar com plataformas e mecanismos de intervenção coordenada”, declarou Zacarias da Costa.

Os mecanismos de cooperação da CPLP em cenários de crise eram um ponto na agenda e o objectivo, segundo Zacarias da Costa é de “robustecer a cooperação multilateral em termos de emergência, totalizando as capacidades de cada Estado-membro e criar sinergias entre as várias instituições para dar respostas mais rápidas e eficazes”.

As três áreas mais importantes para estes mecanismos são a saúde, defesa e administração interna.

A CPLP já tem um Plano Estratégico de Cooperação em Saúde e está a criar um grupo de trabalho sobre capacitação em resposta a emergência em Saúde Pública, que foi anunciado em Novembro, após a III reunião extraordinária dos ministros da Saúde da CPLP.

“Nós só estamos à espera que alguns países indiquem também os seus representantes, mas muito brevemente a reunião desse grupo técnico de trabalho irá ter lugar”, indicou Zacarias da Costa.

O secretário executivo recordou também o mecanismo de acções das Forças Armadas da CPLP, aprovado recentemente, “para a cooperação mútua em situações de catástrofe”, com um “cariz voluntário”.

“Também pedimos para restabelecer o trabalho conjunto e dar continuidade aos trabalhos relativos à criação (…) da plataforma de redução de riscos de catástrofe na CPLP e também de uma rede de formação em matéria de protecção civil da CPLP”, acrescentou o responsável.

ANG/Inforpress/Lusa

 

 

 


Saúde público
/ PR compara boicote de técnicos de saúde a "ato de terrorismo"

Bissau,27 Set 21(ANG) - O Presidente Umaro Sissoco Embaló comparou na sexta-feira o boicote de técnicos que tem paralisado o setor da saúde do país a um "ato de terrorismo" e garantiu que haverá consequências para os responsáveis.

Foto Arquivo 

Em declarações aos jornalistas à chegada ao aeroporto de Bissau, vindo dos Estados Unidos da América, onde representou o país na Assembleia-Geral das Nações Unidas, Sissoco Embaló afirmou que o pessoal da saúde jurou defender a vida e não pode agora boicotar serviços.

"Os médicos juram salvar vidas, agora não se pode levantar e dizer que há um boicote, isso não pode acontecer. Toda a gente tem o direito à vida. Haverá consequências e os responsáveis têm que ser responsabilizados", disse o presidente guineense.

Para reclamar o pagamento de salários e subsídios em atraso, o seu enquadramento no chamado Estatuto da Carreira Médica e ainda a melhoria de condições laborais nos centros de atendimento de doentes com a covid-19, os técnicos da saúde pública guineense deixaram de comparecer nos serviços segunda e terça-feira.

A partir de quarta-feira retomaram os serviços mínimos nos hospitais e centros de saúde após uma intervenção da central sindical (UNTG, União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau), mas, de modo geral, mantiveram o boicote "por tempo indeterminado".

Umaro Sissoco Embaló instou o Governo e a Procuradoria-Geral da República a assumirem as suas responsabilidades perante o que considerou ser "terrorismo por parte de pessoas falhadas"

"Matar pessoas é um ato de terrorismo", declarou Embaló, criticando o comportamento dos médicos que aderiram ao movimento de protesto laboral e frisou que primeiro tinha que haver negociações com o Governo só em último caso poderia haver uma greve, mas previamente comunicada, disse.

Ainda na sexta-feira, o Procurador-Geral da República, Fernando Gomes, ordenou que sejam abertas averiguações para se apurar eventuais responsabilidades criminais dos responsáveis das organizações representativas do pessoal da saúde e o Governo considerou a iniciativa como tendo motivações políticas.ANG/Lusa

 

 CPLP/São Tomé assumirá a próxima presidência  por proposta da Guiné-Bissau

 

Bissau, 27 Set 21 (ANG) – São Tomé e Príncipe vai assumir a presidência da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) entre 2023 e 2025, revelaram  responsáveis diplomáticos à Lusa, indicando que a solução foi proposta por Guiné-Bissau.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, declarou como uma “boa notícia” o “acordo” que se obteve hoje durante uma reunião informal de chefes da diplomacia dos Estados-membros da CPLP, em Nova Iorque, de que a presidência da organização lusófona ficará a cargo de São Tomé e Príncipe, após o mandato atual de Angola.

De acordo com Santos Silva, a proposta partiu da Guiné-Bissau, que também se tinha mostrado interessada em assumir a presidência.

“Não só não houve nenhuma disputa, como houve este gesto de enorme significado que foi ser a Guiné-Bissau a propor a solução que validámos”, sublinhou o ministro português.

O secretário-executivo da organização, Zacarias da Costa, declarou à Lusa, por telefone, que o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, “deixou uma mensagem clara, através da ministra dos Negócios Estrangeiros, Suzi Barbosa, de que veriam com bons olhos que São Tomé assumisse a presidência e depois, então, seria Guiné-Bissau”.

Ambos os países, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, tinham mostrado o seu interesse em estar à frente da CPLP depois da atual presidência de Angola, que termina em 2023.

Na conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, realizada em julho em Luanda, a decisão sobre a próxima presidência da CPLP foi adiada, com o argumento de que estavam em curso eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe.

Após o ato eleitoral, disse Zacarias da Costa, o próprio Presidente eleito de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, manifestou “vontade de São Tomé poder assumir a presidência rotativa da CPLP em 2023 – 2025”.
Hoje, segundo Zacarias da Costa, “houve no discurso da senhora ministra da Guiné-Bissau a saudação da possível presidência de São Tomé e Príncipe”.

ANG/Inforpress/Lusa

 Justiça/PGR ordena inquérito contra líderes sindicais do setor de saúde

Bissau,27 Set 21(ANG) - O procurador-geral da República (PGR), Fernando Gomes ordenou sexta-feira a abertura de um inquérito para eventual atribuição de responsablidades criminais aos líderes  sindicais do setor de saúde que decidiram “boicotar” os seviços de saúde em todo o território nacional e por tempo indeterminado.

Foto Arquivo
Os técnicos, entre médicos, enfermeiros e técnicos de apoio médic
o não comapareceram, segunda e terça-feira nos hospitais e centros de saúde , num primeiro momento sem serviços mínimos, mas após a intervenção da central sindical (UNTG, União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau) voltaram, na quarta-feira,  a dar assistência mínima.

Com o boicote, que paralisou por completo os hospitais e centros de saúde públicos, entre segunda e terça-feira, os técnicos da saúde reclamam o pagamento de salários e subsídios em atraso, o seu enquadramento no chamado Estatuto da Carreira Médica e ainda a melhoria das condições laborais nos centros de atendimento de doentes com a Covid-19.

O Governo considera que a iniciativa tenha  motivações políticas e o PGR vai agora averiguar se há, ou não, matéria para procedimento criminal.

"O procurador-geral da República ordenou a abertura de inquérito para apurar eventual responsabilização criminal de líderes sindicais envolvidos na incitação dos médicos e técnicas de saúde ao boicote dos serviços nos diferentes hospitais e centros de saúde do país", lê-se numa nota do gabinete de Comunicação e Informação da Procuradoria, citada pela Lusa .

As delegacias do Ministério Público em diferentes tribunais do país "têm ordens" para instaurar "os competentes procedimentos criminais" contra os autores de "atos que resultaram em perda de vidas humanas", refere o a nota.

 "O comportamento do género é suscetível de se enquadrar ao tipo legal de crime previsto e punível nos termos do artigo 208.°, conjugado com o artigo 144.°, ambos do Código Penal da Guiné-Bissau”, assinala ainda o documento.ANG/Lusa

 

                    Legislativas na Alemanha/ SPD vence com 25,7% dos votos

Bissau, 27 Set 21 (ANG) - Os sociais-democratas do SPD venceram as eleições legislativas do domingo, 26 de Setembro, com uma pequena margem em relação à democracia cristã da CDU-CSU, que contabilizam 24,1% dos votos.


Os dois partidos têm agora a possibilidade de formar uma coligação, mas precisam do apoio d'Os Verdes e dos liberais.

O Partido Social-Democrata (SPD) venceu as eleições parlamentares alemãs, que marcaram o fim da era de Angela Merkel, com 25,7% dos votos, de acordo com uma contagem provisória anunciada pela Comissão Eleitoral Federal.

A aliança conservadora CDU/CSU, liderada por Armin Laschet, ganhou com 24,1% dos votos, o pior resultado da sua história.

Os Verdes ficaram em terceiro com 14,8%, registam o melhor resultado de sempre e uma grande subida em relação às eleições anteriores, mas com algum amargo por não terem conseguido concretizar a disputa da chancelaria, que a dada altura da campanha pareceu possível. O Partido Liberal Democrata (FDP) obteve 11,5% (10,7% em 2017). Verdes e Liberais podem negociar primeiro entre si.

O vencedor destas eleições terá de conseguir uma coligação maioritária entre pelo menos três formações partidárias, as negociações têm início esta segunda-feira.

Só depois dos membros do Bundestag designarem formalmente o seu sucessor, o que deverá acontecer dentro de várias semanas ou mesmo de meses, Angela Merkel poderá retirar-se do centro da política alemã.

Tal como aconteceu com a coligação Jamaica em 2017, a nova coligação poderá acontecer apenas no Natal. Em 2017, as conversações falharam com Lindner a anunciar que desistia em Novembro. Começou um processo de pressão para o SPD entrar no governo, o que o partido tinha prometido que não fazia, e só em Março é que o partido aprovou, em referendo, a grande coligação com a CDU. ANG/RFI

 
Dia da Independência/PAIGC assinala a efeméride com inicio do atendimento público no seu Posto Médico

Bissau 27 Set 21 (ANG) – O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC) assinalou o dia da independência com o inicio ao atendimento  médico no seu Posto Sanitario instalado numa das dependências da sua sede nacional em Bissau.

Foto Arqquivo 

Em declaraçêes à imprensa o coordenador do projecto, Cadi Seide disse que o dia 24 de setembro é especial, por isso o partido escolheu a data para iniciar a prestação dos primeiros socorros à pessoas com problemas ligeiros de saúde.

“24 de setembro é um dia especial pelo que optaramos por homenagiar os combatentes, militantes e simpatizantes e bem como a população, iniciando a prestação do serviço básico de saúde”, destacou Cadi Seide.

Afirmou que todos os serviços de atendimento básico serão assegurados gratuitamente pelos técnicos de saúde do PAIGC, e que esta e a melhor forma de ajudar aos que não têm possibilidades para custear a assistência médica e medicamentosa.

Cadi Seide disse ser um Posto Médico para o atendimento de primeiro socorro para salvar vidas, enquanto se procura mecanismo para  transferência do paciente, caso for necessário,para uma unidade onde a pessoa pode receber melhores cuidados.

De acordo com Cadi, o Posto abre todos os dias das 10h00 às 16horas de segunda à sexta-feira.

O PAIGC no âmbito das celebrações dos 48 anos da independència assinalada no passado dia 24 de setembro, procedeu entre outros, a deposição de coroas de flores no mausoleu Amilcar Cabral em Amura.ANG/LPG/AC//SG

 

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)


Dia da independência/Presidente da República convida guineenses a reflexão  sobre melhor forma de preservar  unidade nacional

Bissau,23 Set 21(ANG) – O Presidente da República convidou aos guineenses a uma reflexão profunda e permanente sobre a melhor forma  de preservar a unidade nacional e coesão permanente.

Ao celebrarmos o dia da independência nacional, num contexto de estado de calamidade, convido todos os guineenses à uma reflexão profunda e permanente sobre a forma de melhor preservarmos a unidade e coesão nacional”, disse o chefe de Estado na sua mensagem alusiva a comemoração dos 48 anos da independência da Guiné-Bissau que se assinala no dia 24 de Setembro.

O Presidente da República defendeu a preservação da estabilidade política, o fortalecimento das instituições democráticas, a melhoria dos indicadores socio-económicos, nomeadamente os de desenvolvimento humano e de crescimento económico, em prol do bem-estar social da  população.

“É por esta razão que, coloquei toda a  minha energia  ao serviço do povo guineense, com  objectivos definidos por ocasião da minha investidura ao mais alto cargo da nação guineense, fruto da confiança que depositaram em mim. Essa é, e continuará a  ser, a minha nobre missão, enquanto Chefe de Estado, para a qual não pouparei esforços”, salientou.

Umaro Sissoco Embaló sublinhou que uma estabilidade político-institucional e contínua consolidação do Estado de direito democrático,  fazem da Guiné-Bissau um país potencialmente atractivo para o investimento estrangeiro directo, com impacto sobre o seu desenvolvimento social e económico.

“Em 2020, iniciamos um novo ciclo político que coincide com uma clara mudança de geração. De uma geração que enfrentou os fracassos registados ao longo dos 48 anos de independência, para uma geração que, hoje, está determinada em traçar um novo rumo para  a Guiné-Bissau. Não é por acaso que chamei à esta geração- que é minha-  Geração de Concreto”, frisou.

Para o chefe de Estado, hoje, os guineenses estão mais orgulhosos do que nunca, de verem resgatada a credibilidade interna e externa do  país, através de uma plena integração sub-regional, regional e internacional do  Estado, com destaque para a dinâmica da  diplomacia guineense que,  visa aumentar o nível de respeitabilidade e  de  confiança do  país no mundo.

“Temos o dever e a responsabilidade, enquanto cidadãos e patriotas, de preservar as conquistas que vamos alcançando e o respeito que vamos granjeando em África e no mundo, o que requer a implementação de acções mais enérgicas e  eficientes, no plano interno, com especial destaque para a luta, sem tréguas, contra a corrupção e a injustiça”, disse.

O Presidente da República admite que se  assim for, os guineenses, em conjunto e numa sinergia, poderão criar as condições necessárias e indispensáveis  para a promoção e valorização do capital humano, que diz constituir o motor principal para o desenvolvimento dos sectores sociais, como a saúde e  educação, e  infraestrutras, do sector produtivo e da economia digital.

ANG/ÂC//SG



Dia da independência
/Madem G15 afirma que o país está “aquém das espectativas do povo” há 48 anos da sua independência

Bissau,23 Set 21(ANG) – O Movinmento para Alternância Democrática(Madem G15), afirma que os 48 anos da independência do país vão ser comemorados numa etapa particular da sua vida e história visto que o estado actual do seu desenvolvimento está “muito aquém das espectativas do povo”.

Em comunicado enviado à ANG, por ocasião da comeração dos 48 anos da independência da Guiné-Bissau que se assinala amanhã, 24 de setembro, o partido coordenado por Braima Camará declara  que o partido está a confrontar-se com uma situação bastante precária do país.

O Madem G15 indicou  no  comunicado que a política de “terra queimada levada a cabo por alguns atores políticos e sectores do Estado ainda representa o ponto de estrangulamento ao desenvolvimento do país.

O partido refere que o dia 24 de setembro não passará em branco na memória colectiva do povo guineense, embora no presente ano, as comemorações de Estado foram proteladas para o dia 16 de Novembro, Dia das Forças Armadas, tendo em conta o estado de calamidade decretada pelo Governo devido a pandemia de covid-19.

“Temos um território, uma bandeira, um hino, várias etnias, diversas culturas e um só povo, por isso, tendo em conta este mosaico étnico cultural, que faz de nós um povo rico, devemos saber aproveitar essas valências e aceitar as nossas diferenças, como se fez nos primordios da luta armada para a libertação do jugo colonial”, salientou o Madem G15 na nota assinada por Marceano Silva Barbeiro na qualidade  de Coordenador em exercício do partido.

O Madem G15 se compromete a preservar  as conquistas da luta de libertação nacional, a defesa da soberania nacional, o aprofundamento da democracia e, a criação  das premissas para o desenvolvimento socioeconómico e o bem estar para as populações.ANG/ÂC//SG

 


Pescas
/PCA do Instituto Marítimo Portuário diz que o mar da Guiné-Bissau se encontra em estado de abandono

Bissau,23 Set 21(ANG) – O Presidente do Conselho de Administração do Instituto Marítimo e Portuário(PCA), afirmou que a Guiné-Bissau é o único país do mundo em que até hoje continua com o seu mar aberto à pirataria, sem o mínimo de controlo.


A afirmação de Siga Batista foi feita hoje na cerimónia de homenagem ao administrador e representante da empresa de pesca, Shihai Bissau, Fodé Djassi por parte dos marinheiros, sindicatos do sector e associações de pescadores industriais.

“Se o nosso mar continuar em estado de abondono total é porque existem interesses obscuros de pessoas que ganham com essa situação, porque não é difícil para o governo adquirir sinais de satélite para o controlo de movimentos estranhos nas nossas costas marítimas ou comprar apenas dois barcos que serão colocados na zona económica exclusiva, de norte e sul, para fiscalizar os nossos recursos haliêuticos”, disse.

Siga Batista sublinhou que, se os referidos meios foram adquiridos, dentro de um ano, vão diminuir as práticas de pescas ilícitas, os recursos pesqueiros vão aumentar e, automaticamente, as solicitações de licenças de pesca  permitirão  a entrada de  mais meios financeiros para o cofre de Estado.

Aquele responsável, criticou  que, com tanto dinheiro que o país gnaha no sector das pescas, até hoje não há no país uma escola de formação de marinheiros, como nos países vizinhos do Senegal e Guiné Conacri.

“As riquezas que o nosso mar nos dá, poderiam ser investidos para alavancar outros sectores da nossa economia, mas,  não é o caso, porque o nosso mar foi deixado aberto e abandonado”, lamentou.

Para o representante dos sindicatos do sector da pescas, João Cá, a homenagem   demonstra o reconhecimento dos trabalhos que o empresário Fodé Djassi tem feito para o sector marítimo guineense nos últimos anos.

“Nós os intervenientes do sector marítimo, decidimos homenagear o empresário Fodé Djassi de forma a incentivar-lhe a continuar com as suas acções em prol do bem estar dos homens do mar”, disse João Cá..

O Presidente da Associação Nacional dos Armadores de Pesca Industrial, Alberto Pinto Pereira disse  que as acções do empresário Fodé Djassi refletem as aspirações que a sua organização tem para com o sector.

Pinto Pereira recordou que entre os anos 2013 e 2013, trouxeram para o país 12 barcos de pesca russos, tendo sido  embarcado os marinheiros nacionais à custo zero para  além de subsídios entregues às suas famílias.

Aquele responsável sublinhou que, na altura, o governo estipulou o valor de 400 dólares/mês para pagamento de cada marinheiro mas que a sua empresa aumentou esse valor para 700 dólares/mês. ANG/ÂC//SG

 

 

 

 

 

Unicef/Milhões de crianças com menos de dois anos sem os alimentos de que precisam

Bissau, 23 Set 21(ANG) – A metade das crianças com idade entre seis meses e dois anos de 91 países não faz o número mínimo de refeições recomendadas por dia, enquanto dois terços não têm a dieta variada necessária para se desenvolverem adequadamente.

A denúncia é feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), num relatório hoje divulgado.

“Os resultados do relatório são claros: Numa fase em que muito está em jogo, milhões de crianças pequenas sentem a ameaça do fracasso”, declarou a directora da Unicef, Henrietta Fore, citada num comunicado que insta a comunidade internacional a esforçar-se para reverter esta situação.

Fore insistiu que uma dieta pobre em nutrientes durante os primeiros dois anos de vida pode “danificar de forma irreversível o corpo e o cérebro das crianças em rápido crescimento, o que afecta a sua escolaridade, as suas perspectivas laborais e o seu futuro”.

A Unicef divulgou o documento na véspera da realização na ONU de uma Cimeira sobre Sistemas Alimentares, uma reunião virtual que a organização levou mais de um ano a preparar e na qual se esperam compromissos de muitos Governos para transformar o modo como se produz, processa e consome comida.

A directora da Unicef lamenta que se tenha avançado pouco nos últimos anos “para fornecer o tipo adequado de alimentos nutritivos e seguros” de que os mais jovens necessitam, apesar de esta situação ser conhecida há anos.

O relatório adverte ainda de que o aumento da pobreza, da desigualdade, dos conflitos, dos desastres relacionados com o clima e das emergências sanitárias esteja a contribuir para desencadear uma crise nutricional entre as gerações mais jovens “que deu poucos sinais de melhoria nos últimos dez anos”.

Em concreto, a Unicef indica que uma análise realizada em 50 desses 91 países estudados revelou que os padrões de má alimentação dos mais pequenos se mantiveram sem alterações na última década.

Além disso, a pandemia de covid-19 fez com que a percentagem de crianças que consomem o número mínimo de refeições recomendado caísse em um terço em 2020, comparado com 2018.

Como exemplo, o organismo aponta que metade das famílias da cidade de Jacarta, capital da Indonésia, se viram forçadas a reduzir a compra de comida.

“As crianças ficam com as marcas de uma dieta pobre e de más práticas alimentares para o resto da vida. A ingestão insuficiente de nutrientes que se encontram em verduras, fruta, ovos, peixe e carne, que são necessários para sustentar o crescimento numa tenra idade, coloca as crianças em risco de desenvolvimento cerebral deficiente, dificuldades de aprendizagem, baixa imunidade, aumento de infecções e, potencialmente, morte”, alerta a Unicef.

Para melhorar esta situação, a agência especializada da ONU insta, entre outras coisas, a que seja incentivada a produção, distribuição e venda de produtos ricos em nutrientes, para aumentar a sua disponibilidade e acessibilidade.

Propõe igualmente a criação de normas e leis estatais “para proteger as crianças pequenas dos alimentos e bebidas processados e ultra processados que não são saudáveis e pôr fim às práticas comerciais nocivas dirigidas às crianças e às famílias”.

“A Cimeira sobre Sistemas Alimentares é uma oportunidade importante para preparar o cenário necessário para que os sistemas alimentares mundiais possam satisfazer as necessidades de todas as crianças”, sublinhou a directora da Unicef. ANG/Inforpress/Lusa