quarta-feira, 16 de março de 2022

          Moçambique/Arrancou julgamento da ex-ministra do Trabalho

Bissau, 16 Mar 22 A 8ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo começou hoje a julgar 11 réus acusados no desvio de 1,63 milhões de euros do Estado. Entre os réus está a antiga ministra do Trabalho, Helena Taipo, que será ouvida no dia 24 deste mês.  

O julgamento arrancou esta terça feira, no tribunal judicial do distrito Municipal da Katembe, do outro lado da baía de Maputo, com a leitura da acusação por parte do Ministério Público.  

A antiga ministra do Trabalho, governadora de Sofala e ainda embaixadora de Moçambique em Angola, Helena Taipo, está entre os 11 réus acusados de crimes de peculato, abuso de confiança, participação económica em negócio e ainda crimes de falsificação, no uso de 1,6 milhões de euros, retirados das contas da Direção do Trabalho Migratório, entre os anos 2010 e 2014. Para o analista Dércio Alfazema, a justiça dá mais um passo.  

"É um sinal positivo no combate à corrupção. Significa que as instituições estão a trabalhar. O sistema funcionou, foi capaz de detectar esta fraude, no que diz respeito ao combate à corrupção, mas agora entramos numa fase em que a justiça vai ter que trabalhar com vista a reforçar sua credibilidade", explicou Dércio Alfazema.

De referir que a audição propriamente dita dos réus tem início esta quarta-feira, um acto que deverá prolongar-se até ao dia 12 de Abril deste ano, mas sem direito a cobertura em directo pelos órgãos de comunicação social.  ANG/RFI

 

        Justiça/Bissau e Brasília prevém reforço da cooperação  judiciária

Bissau, 16 Mar 22(ANG) – Uma equipa chefiada pelo Procurador-Geral da República(PGR),Bacari Biai manteve, esta quarta-feira, um encontro virtual com a Direção da Agência Brasilieira de Cooperação, visando o reforço das relações na área judicial entre os dois países.

Segundo uma Nota à  imprensa  da Procuradoria Geral da República, enviada  á ANG, o encontro visa obter a assistência da República Federativa do Brasil na capacitação e acompanhamento dos magistrados guineenses em diferentes áreas criminais, tais como  a   luta contra a corrupção, o branqueamento de capitais, terrorismo e seu financiamento, tráfico de drogas e de seres humanos, perda e recuperação de ativos, proteção de crianças e ambiente e na temática de cooperaçaõ internacional judiciária.

O documento indica que as duas partes acordaram  na  formação dos magistrados formadores , em prol duma justiça efetiva na Guiné-Bissau.

Uma delegação brasileira estará  no país até ao final do primeiro semestre do ano em curso para, entre outros, assinar um memmoraando de Entendimento com o Ministério Público guineense, segundo refere a Nota..

ANG/JD/ÂC//SG

 

         Covid-19/China regista maior surto  desde início da pandemia

Bissau, 16 Mar 22(ANG)Na China, quase 30 milhões de pessoas estão confinadas devido ao maior aumento do número de casos de Covid-19, registado nos últimos 2 anos.

A Coreia do Sul também verificou um aumento recorde de casos.

Numa altura em que grande parte da população mundial está já vacinada contra a Covid-19, a China decidiu confinar, esta terça-feira, cerca de 30 milhões de pessoas.

Na origem da decisão está  o registo de 5.280 novos casos da doença nas últimas 24 horas, o maior aumento registado desde 2020, data em que o coronavírus apareceu em Wuhan. Estes dados são avançados pela Comissão Nacional de Saúde da China .

Este aumento do número de contaminações está relacionado com a alta transmissibilidade da variante Ómicron e preocupa as autoridades chinesas que, ao longo dos últimos dois anos, têm tentado adoptar uma estratégia de 0 Covid no seu território.

No país, 13 cidades enfrentam agora um confinamento total e várias outras estão num regime de confinamento parcial, numa altura em que se registam mais de mil contágios diários há 6 dias consecutivos.

De salientar que a província de Jilin, no nordeste do país, foi a província mais afectada desta terça-feira, contabilizando um total de mais de 3.000 novos casos de Covid-19.

Na vizinha Coreia do Sul, também se está a verificar um aumento recorde do número de casos e esta terça-feira registaram-se 293 mortes relacionadas com a Covid-19, o número de óbitos mais elevado no país desde o início da pandemia. ANG/RFI

 


Caju/
Presidente Interino da ANINGB diz que  abandono ao país da empresa MAERSK terá consequências graves para campanha 2022

Bissau, 16 Mar 22(ANG) – O Presidente Interino da Associação Nacional dos Intermediários de Negócios da Guiné-Bissau(ANINGB) afirmou hoje que se a empresa transportadora marítima MAERSK abandonar o país terá consequências graves para a campanha de caju deste ano.

Em entrevista exclusiva à ANG, Lássana Sambú disse que a MAERSK é a  única que conseque transportar maior quantidade de contentores e com um tempo limite máximo de 45 dias para chegar ao destino.

Disse  que  a outra empresa, denominada CMA dispõe de uma embarcação  mais pequena e que leva  mais de 90 dias para fazer a entrega, o que segundo Sambú pode prejudicar a castanha, “porque o  contentor contém um produto chamado “deribaite”, para conservação da castanha mas que dura apenas 60 dias.

Segundo Lássana Sambú, o embróglio começou em  pleno campanha de caju de 2021, quando  o governo  sequestrou o documento de pagamento bancário de um empresário e este moveu uma queixa contra a empresa MAERSK e na sequência  desta queixa,  o Tribunal mandou prender o barco da empresa.

“Entretanto, o anterior ministro dos Transportes e Comunicações, Jorge Mandinga havia ordenado a soltura desse barco e o juiz do processo obrigou a empresa MAERSK a pagar uma caução de mais de cinco mil milhões de francos, mas a MAESK recusou pagara alegando que o culpado pela situação é o governo guineense.

Lassana Sambú disse que o  governo e os intervenientes  da fileira de caju ainda não concluiram  o fecho de balanço da campanha do ano transato,devido à alguns problemas que devem ser ultrapassados.

 “A ANINGB já fez todo seu trabalho de base e está a espera do executivo para podermos  ver a estrutura de custos ou as bases tributárias fixadas, que permitem aos intermediários e empresários fazer as suas contas e determinar os seus  lucros. ANG/JD/ÂC//SG

 

Cabo Verde/Mulheres chefes de famílias e jovens empreendedores com acesso a financiamento a uma taxa mais baixa

Bissau, 16 Mar 22(ANG) – A Bolsa de Valores de Cabo Verde (BVCV) concedeu à Morabi uma emissão de 100 mil contos que vai permitir às mulheres chefes de famílias e jovens empreendedores terem acesso ao financiamento com uma taxa mais baixa.

Segundo o vice-primeiro-ministro, ministro das Finanças e do Fomento Empresarial e ministro da Economia Digital, Olavo Correia, trata-se de “um momento importante e histórico” para o mercado financeiro cabo-verdiano, com o lançamento da primeira emissão social em Cabo Verde e em África, na qual a emitente é uma instituição de micro finanças a nível global.

Olavo Correia explicou que conseguiram mobilizar 100 mil contos para a Morabi garantir “melhores condições de financiamento” àqueles que actuam no sector micro empreendedorismo, sendo que é uma das áreas que “mais sofreu” com a pandemia da covid-19, assinalou, e que está a ter impacto com a mais recente guerra na Europa do Leste.

“Com essa operação, a Morabi, que praticava uma taxa de juro de cerca de 22%, vai praticar agora uma taxa máxima de 12% para beneficiar todos aqueles que actuam no sector das micro finanças e do micro empreendedorismo para que possam ter acesso ao financiamento a um custo mais baixo e empreender”, apontou.

A ideia, segundo o governante, é ter micro, pequenos e grandes empresários com uma economia formalizada, e para tal o Governo quer ajudá-los a ter acesso ao financiamento mais baixo e a entrarem na onda de formalização em que “todos saem a ganhar”.

Avançou que essa emissão tem uma importância particular para o sistema financeiro cabo-verdiana porque teve a participação de várias entidades, como a Bolsa de Valores de Cabo Verde, o Governo, através da Garantia, BCA, que é o banco subscritor, a Morabi, Ernst & Young e o Banco Central.

Nesta linha, assegurou que o Governo está aberto para que mais instituições de micro finanças e instituições sociais que queiram também emitir obrigações, desde que cumpram com as normas e regras internacionais em matéria de governança, transparência e prestação de contas.

Na ocasião, reiterou que o Governo está a trabalhar em vários escalões, sendo que ao nível do plano de retoma existem soluções para os micro empresários com taxa de juro até 13%, existe uma linha de financiamento para instituições de micro finanças, com montante de cerca de 250 mil contos, e em parceria com o Banco Central de Cabo Verde estão a procurar soluções que visam o refinanciamento das instituições de micro finanças.

Por seu turno, o presidente do conselho de administração da BVCV, Miguel Monteiro, realçou a importância desta obrigação, uma vez que, indicou, “é a primeira emissão de títulos sustentáveis no País, a primeira de obrigações sociais no continente africano e a primeira social bond feita por uma instituição de microfinanças a nível mundial”.

“Estamos a trilhar um caminho novo, na realidade estudos indicam que lá fora cerca de 77% dos investidores institucionais pretendem deixar de financiar os instrumentos tradicionais para passar a investir exclusivamente em instrumento sustentáveis, ou seja social bond, green bond e blue bond”, referiu, afirmando que Cabo Verde não foge à regra.

Segundo disse, o valor global é de 100 mil contos para um período de dez anos, com uma taxa de juros de 4%, e vai permitir à Morabi repassar aos seus beneficiarmos melhores condições e fazer com que os cabo-verdianos tenham maior rentabilidade e possam retirar também muitas famílias da pobreza extrema.

Por outro lado, a presidente do conselho da direcção da Cooperativa de Poupança e Crédito (Morabi), Lina Gonçalves, disse que esta emissão vai ajudar a instituição a cumprir com sua missão social, a qual ficou “muito afectada” com a pandemia da covid-19.

Avançou que o sector teve uma perda de cerca de 70% das receitas com a concessão de moratórias aos seus clientes para que pudessem adiar o pagamento da amortização dos empréstimos e ajudar o alívio dos encargos familiares, em plena pandemia.

Neste momento, a Morabi tem uma média de 300 pedidos pendentes no valor de 40 mil contos, segundo a mesma fonte. ANG/Inforpress

 

Cultura/“Um dos meus objectivos é de manter o meu povo sempre alegre, por isso, opto por musicas simpáticas”, diz músico Maio Copé

Bissau, 16 Mar 22 (ANG) - O músico guineense Maio Copé revelou esta terça-feira, em Bissau, que um dos seus objectivos é  manter o seu povo sempre alegre e que, por isso, opta por músicas engraçadas e com significados também.

O artista guineense radicado em Portugal  fez esta revelação à saída de uma visita de cortesia  ao Presidente da República,Umaro Sissoco Embaló, no quadro da sua estada no país para apresentação do seu mais recente album, depois de ter passado 24 anos a viver na diáspora.

“Fiquei parado por muitos anos, muitas pessoas entenderam que deixei a música de lado. Na realidade eu precisava de tempo para surpreender o meu povo, por isso deixei um espaço, de forma exagerada, antes de produzir este meu último album. E não estava enganado, acabei por atingir diferentes faixas étarias”, considerou o músico guineense.

Maio Copé acrescentou que o seu último album fez bastante sucesso e que continua fazendo,assim como fez o seu  Show  recentemente em Bissau , em que, diz, teve uma “acalorada aceitação”.

 “O Povo guineense compareceu ao Estádio Lino Coreia em massa, dançou e cantou com muito entusiasmo”, contou.

Maio Copé disse que já cantou na Igreja(Sê catedral de Bissau) e que pretente cantar numa mesquita com o objectivo de ser sentido em diferentes comunidades da Guiné-Bissau, e  deixar alegria ao povo.

Copé programa deslocar-se para  realizar Shows em diferentes localidades das  regiões do interior da Guiné-Bissau. Para o próximo dia 18 está prevista uma atuação em Buba, Sul da Guine-Bissau,  com a banda musical que o acompanha.ANG/AALS/ÂC//SG

 

 

 

 

 

 

           Ucrânia/ Kiev e Moscovo dão sinais de esperança num acordo

 Bissau, 16 Mar 22 (ANG) – As autoridades russas e ucranianas deram hoje sinais de esperança num acordo que permita pôr fim à guerra iniciada pela Rússia em 24 de Fevereiro, apesar de admitirem dificuldades nas negociações.

Horas depois de o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ter admitido que as exigências da Rússia estão a tornar-se “mais realistas”, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, admitiu que há “alguma esperança” num compromisso.

“Concentro-me nos relatórios que os nossos negociadores nos estão a dar. Dizem que as negociações não são fáceis, por razões óbvias, mas há alguma esperança de um compromisso”, disse Serguei Lavrov numa entrevista à televisão russa RBC TV, citada pela agência espanhola Europa Press.

Representantes ucranianos e russos deverão retomar hoje a sessão negocial que iniciaram na segunda-feira, por videoconferência, para tentar terminar a guerra desencadeada pela invasão russa da Ucrânia, em 24 de Fevereiro.

ANG/Inforpress/Lusa

 

terça-feira, 15 de março de 2022

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Contribuições ao web site FAAPA/“Dedicação é um dos factores que levaram ANG a posicionar no 9º lugar ”, diz seu Director Geral

Bissau, 15 Mar 22 (ANG) - O Director-geral da Agência de Notícias da Guiné (ANG) apontou  hoje a dedicação como um dos factores que levaram este órgão de comunicação social a posicionar-se  no 9º lugar na estatistica das contribuições de 25 países  para o Web Site da Federação Atlântica das Agências de Notícias Africanas (FAAPA).

Salvador Gomes, em entrevista exclusiva à ANG sobre essa  classificação  das contribuições anual das Agências de Notícias Africanas para FAAPA, não escondeu a sua satisfação por  alcançar a referida posição, uma vez que a instituição que dirige carece de meios e a sua área de cobertura, por falta de Correspondentes Regionais, se limita a Bissau.

“Das 25 Agências Africanas membros da FAAPA, a ANG  está  entre seis ou sete  agências que mais carecem de meios para fazer os seus trabalhos. Mas, mesmo assim essas dificuldades são cobertas por   força de vontade e o empenho da equipa de redação, que tem lutado sempre   para não ficar nas últimas posições da classificação”, informou aquele responsável.

Segundo Salvador Gomes as constribuições da ANG poderiam ser maior se todas as peças enviadas fossem publicadas.

“ Verifiquei, por acompanhamento que faço, que nem todas as nossas peças são publicadas. Cheguei de pensar que talvés isso se deve  ao incumprmento das obrigacoes de pagamento das cotas de 1000 dolares/ano da nossa parte, desde 2015”, disse.

Questionado sobre as suas deligências para melhorar o nível da contribuição na FAAPA, o Diretor-geral da ANG respondeu que apesar das dificuldades internas, pede aos profissionais da ANG que continuassem empenhados na produção de notícias que interessam as pessoas e instituições(outros órgãos) que acompanham o dia a dia da Guiné-Bissau através da ANG, em suma aos  visualizadores  da ANG em geral.

Sustentou que, actualmente a América Latina e diáspora de toda a costa ocidental africana   acompanham as notícias da   Agência de Notícias da Guiné através da FAAPA. “Isso deve reforçar a preocupação de todos quanto a qualidade de notícias produzida no órgão”, disse.

Perguntado igualmente da possibilidade de desenvolver novas parcerias, Salvador Gomes disse que, esta em curso a reativação da cooperação com Agência Lusa, através de assinatura de novo acordo para o efeito.

“Já trocamos o texto de acordo. Aguarda-se a marcação da data e do lugar de assinatura do referido acordo, que prevê não só a troca de material informativo mas também formação para técnicos e jornalistas”, revelou.

A ANG, segundo Salvador Gomes, tem acordos de parceria com agências de notícias similares que não estão ser explorados devidamente. Tem com a Inforpress, de Cabo Verde, APS, de Senegal, Xinhwa, República Popular da China.

“Na realidade, quando falamos desse tipo de parceria ou cooperação existem performance, em termos de produção e de qualidade do material objecto de troca, que tem que ser assegurado. Senão, há o risco de se limitar a publicar o que as outras produzem. Não é o que se quer para a ANG. Tem que haver uma contrapartida que interessa a outra parte”, disse.

Acrescentou que falta equipamentos – computadores, viaturas, falta recursos humanos para cobrir as regiões, tal como fazem a Lusa,  APS, Inforpress e  as outras.

A FAAPA, uma rede de 25 agências  africanas tem a sua sede em Rabat, Marrocos, foi criada em 2015, a ANG é membro fundador e beneficia anualmente de duas formações  para capacitação de  jornalistas e  técnicos, sobre diferentes temáticas ligadas a profissão. ANG/AALS/ÂC//SG



Pescas/”Obras de Porto de Pesca Artesanal de Bissau serão concluídas até meados de julho do ano em curso”, diz  Anselmo Mendes

Bissau,15 Mar 22(ANG) – O Director-geral da Administração do Porto de Pesca Artesanal, disse hoje que as obras de construção das novas infraestruturas conexas àquele emprendimento, nomeadamente as quebra-mares serão concluídas, o mais tardar, até meados de  julho do ano em curso.

Em entrevista exclusiva concedida hoje à ANG, Anselmo Mendes disse que as obras de construção do Porto de Pesca Artesanal estão muito avançadas, uma vez que os trabalhos mais importantes e mais complicados já se encontram na fase final.

 “Estamos a referir concretamente a construção de quebra-mares. Sabemos que existem quebra-mar norte que é de 238 metros e de sul com 80 metros, bemo como a reablitação da antiga rampa de acostagem de canoas que igualmente estão em conclusão”, explicou.

Perguntado sobre as vantagens que o Porto de Pesca vai trazer para os pescadores artesanais após a sua conclusão, Anselmo Mendes disse que, a primeira vantagem é que vair oferecer maior segurança às canoas.

“A função dos quebra-mares é de proteger as pirogas dos ventos, em situações de mau tempo. Recentemente tivemos um prejuízo de mais de 30 canoas que sofreram fendas, alguns irreparáveis, devido aos choques causados por ventos fortes”, salientou.

O Director-geral de Administração do Porto de Pesca Artesanal disse que isso demosntra que as pirogas estão expostas aos ventos que a qualquer momento podem estragá-las.

“Penso que, com a construção dos quebra-mares que já estão na fase final, as canoas vão estar mais seguros no Porto”, disse.

Aquele responsável sublinhou ainda que, com a conclusão do Porto, haverá mais celeridade nas operações de embarque e descarga de pescados.

Disse que o Porto será dotado de outras condições, nomeadamente de água potável, maior segurança para os seus utentes e enfim a pesca artesanal no país dará um passo gigantesco.

“Se estamos a falar do Porto não se resume apenas na rampa de atracagem construída na 1ª fase e que está agora a ser reablitada. Existem conjuntos de infraestruturas incluídos no projecto, dentre os quais as margens de protecção da terra, construção de estradas de acesso portuário numa distância de cerca de seis mil metros quadrados”, explicou.

Informou que existe ainda o projecto de compactuamento do terreno portuário  que é dos mais importantes componentes, devido as condições higiênicas que oferece ao Porto, “porque irá acabar com os terrenos em lamaçal que existem actualmente.

Segundo Mendes, está igualmente em curso a construção de um espaço para a comercialização do pescado, que estará a disposição das mulheres vendedeiras de peixes, dos próprios pescadores e dos utentes em geral.ANG/ÂC//SG



             Invasão/Ucrânia e Rússia voltam à mesa de negociações

 Bissau, 15 Mar 22 (ANG) - Ao 20º dia da invasão russa à Ucrânia, as delegações de Kiev e Moscovo voltam à mesa de negociações, um dia após os trabalhos terem sido suspensos.

Negociações difíceis. É assim que Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, classifica a quarta ronda de negociações com a Ucrânia, que irá continuar esta terça-feira. Apesar disso, o responsável russo admite que é positivo que as conversações continuem.

Na madrugada desta terça-feira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também garantiu que as negociações irão continuar, contudo, dirigiu duras palavras a Moscovo, numa mensagem publicada nas redes sociais.

O Presidente da Ucrânia falou primeiro em ucraniano e depois em russo para apelar às tropas russas que se rendam e garantiu que os ucranianos continuarão a resistir, o que irá provocar muitas baixas de ambos os lados.

Este discurso acontece numa altura em que os militares russos continuam a cercar Kiev, bem como outras cidades ucranianas.

Na madrugada de hoje, voltaram a ouvir-se as sirenes de alerta que antecederam fortes explosões na capital ucraniana. De acordo com os serviços de emergência da Ucrânia, há registo de pelo menos dois mortos, após ataques contra edifícios residenciais.

Perante este cenário de violência, o autarca de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou um confinamento de 35 horas que começa às 20 horas locais desta terça-feira e se estende até às 8 horas da manhã de quinta-feira.

Esta terça-feira, Kiev vai ainda ser palco de um encontro entre os primeiros-ministros da Polónia, Mateusz Morawiecki, da República Checa, Petr Fiala e da Eslovénia, Janez Jansa, que viajam enquanto representantes do Conselho Europeu, para se reunirem com os representantes ucranianos. O objectivo: demonstrarem o seu apoio à Ucrânia.

O Conselho da União Europeia adoptou hoje formalmente o 4º pacote de sanções contra a Rússia. Estas novas sanções vão afectar o oligarca russo Roman Abramovich, que tem também nacionalidade portuguesa.

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, disse hoje, numa mensagem publicada na rede social Twitter que este pacote de sanções vai “afectar a capacidade de Putin financiar uma guerra injustificada” e garantiu que a União Europeia e respectivos parceiros irão continuar a exercer pressão sob Moscovo, de modo a tentar travar este conflito.

Esta mensagem acontece no dia em que a Ucrânia conseguiu acordar a abertura de 9 corredores humanitários para permitir a saída de civis das cidades que estão a ser bombardeadas pela Rússia.

A Ucrânia, pela voz do Ministério da Defesa ucraniano, garantiu que, até ao momento, morreram 13.500 soldados russos.

Apesar disso, a Rússia está em vantagem, tanto no que diz respeito ao número de militares, como ao nível de equipamento técnico e, como tal, está a aumentar a sua ofensiva na Ucrânia. A Rússia já garantiu, por exemplo, que controla totalmente a cidade de Kherson.

Por sua vez, o cerco está também a apertar na cidade estratégica de Mariupol, no sudeste da Ucrânia, onde ainda existem cerca de 350 mil pessoas presas. Até ao momento, só cerca de 150 mil pessoas conseguiram abandonar a cidade.

O aeroporto de Dnipro foi bombardeado durante a noite de ontem e parte da estrutura acabou mesmo por ser destruída, de acordo com o responsável regional de Dnipro, Valentyn Reznichenko. Segundo este responsável, o local foi alvo de uma “destruição maciça”.

Na próxima semana, o Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, planeia viajar para Bruxelas para se encontrar com os líderes da NATO com o objectivo de discutir a guerra na Ucrânia, de acordo com fontes norte-americanas ouvidas pela Reuters.ANG/RFI

 

Dia Mundial de Consumidor/Secretário-geral de Acobes pede criação de uma lei que protege consumidores nacionais

Bissau, 15 Mar 22 (ANG) – O Secretário-geral da Associação dos Consumidores de Bens e Serviços (Acobes), criticou hoje que os direitos do consumidor guineense está a ser violada a todos os niveis, tendo pedido a criação de uma lei, por parte do Estado,  que protege os comsumidores e penaliza os comerciantes desleais.

Bambo Sanhá falava por ocasião do Dia Internacional de Direito do Consumidor, que se assinala hoje sob o lema: “Finanças Digitais Justas”.

A celebração deste ano tem o propósito de  apelar às respostas das organizações de consumidores ao apoio a pretensão do direito aos serviços financeiros seguros e justos que todos os consumidores têm.

Sanhá frisou que os consumidores continuam sem protecção no país salientando que, por isso, evocaram algumas situações anormais que estão a acontecer no mercado nacional, para que possam merecer a preocupação dos governantes da Guiné-Bissau, uma vez que, segundo ele, o papel do governo é de trabalhar, essencialmente, em apoio a  população.

Bambo Sanhá  lamentou a passividade da população consumidora, ao contrário de outros países onde existem movimentos sociais que, enquanto eleitores, exigem aos governantes , quando os seus direitos não são respeitados.

Disse que vão continuar a pressionaer para que haja  medidas compensatórias que podiam minimizar o impacto da pandemia da Covid-19 sobre os preços dos   bens da primeira necessidade.

“Ou seja um governo não pode  pensar que pode sobreviver só com taxas e impostos provenientes das Alfândegas, uma vez que tudo o que o comerciante pagar no despacho da sua mercadoria vai descontá-lo no cidadão consumidor para obter o seu lucro”, explicou.

Sanhá lamentou a situação do consumidor guineense e diz que, além de não exigir os seus direitos os mesmos não são respeitados pelas  autoridades competentes.

A título de exemplo, disse que um quilograma de açucar, que devia custar 600 francos  custa entre 700 a 900 francos cfa. Acrescentou que óleo alimentar, farinha e carne todos estão acima dos preços fixados pelo Ministério do Comércio, que não consegue contornar a situação até agora, apesar das deligências da Acobes.

O Secretário-Geral da Acobes disse que a população consumidora guineense está a mercê dos comerciantes, uma vez que o país não dispõe de um laboratório de análise dos produtos que entram de uma forma duvidosa, sem certificados de origem e de qualidade, sem condições de conservação.

Sanhá indicou, a título de exemplo, os casos de  ovos, maioneses e latarias,que são expostos para venda em  mãs condições.

ANG/MSC/ÂC//SG

       Ucrânia/China diz que a sua posição sobre o conflito é “imparcial”

 Bissau, 15 Mar 22(ANG) – A China disse hoje que a sua posição sobre o conflito na Ucrânia é “completamente objectiva, imparcial e construtiva” e acusou os Estados Unidos de espalharem “desinformação” sobre a possibilidade de Pequim prestar apoio militar a Moscovo.

Pequim recusou-se a criticar a Rússia pela invasão da Ucrânia, ou mesmo referir-se ao conflito como uma “guerra”.

Os comentários do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros Zhao Lijian foram feitos depois de delegações de alto nível dos Estados Unidos e da China se terem reunido, em Roma, para abordar a posição da China, entre outras questões.

O embaixador da União Europeia em Pequim, Nicolas Chapuis, pediu hoje também que a China apoie a Ucrânia. “Não pode haver a chamada neutralidade”, disse.

Em conferência de imprensa, Zhao disse que os “EUA criaram e espalharam desinformação”, acrescentando: “Isso não revela apenas falta de ética, mas é também imoral e irresponsável”.

“O que os EUA deviam fazer é refletir profundamente sobre o papel que desempenharam no desenvolvimento e evolução da crise na Ucrânia, e fazer algo prático para aliviar a tensão”, apontou.

A China tem mantido uma posição ambígua em relação à Ucrânia. Por um lado, defendeu que a soberania e a integridade territorial de todas as nações devem ser respeitadas – um princípio de longa data da política externa chinesa e que pressupõe uma postura contra qualquer invasão -, mas ao mesmo tempo opôs-se às sanções impostas contra a Rússia e apontou a expansão da NATO para o leste da Europa como a raiz do problema.

Durante um encontro em Roma, o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos Jake Sullivan procurou que Pequim definisse com clareza a sua posição, e alertou a delegação chinesa, novamente, que a assistência à Rússia – incluindo ajudar o país a evitar sanções impostas pelos EUA e os aliados ocidentais – terá um preço a pagar.

O Kremlin negou relatos de que solicitou equipamento militar à China para uso na guerra.

Zhao repetiu as afirmações de que a China está “profundamente entristecida” com a “situação”. O país está “comprometido” em promover negociações de paz, apontou.

“A posição e as declarações da China sobre a questão da Ucrânia são completamente objectivas, imparciais e construtivas”, realçou.

Zhao também disse que um terceiro lote de ajuda humanitária enviado pela China para a Ucrânia chegou à Polónia na segunda-feira.

Chapuis instou a China a apoiar a Ucrânia e a “ajudar a Europa a parar a guerra”.

“Pedimos a todos os nossos amigos chineses que identifiquem o agressor e apoiem a vítima”, disse o embaixador, durante uma mesa redonda organizada pelo Centro para a China e a Globalização, um ‘think tank’ com sede em Pequim.

ANG/Inforpress/Lusa

 


Literatura
/ “2ª edição do livro Ntori Palan vai despertar consciência do guineense sobre problemas sociais”, diz ministro do Ensino Superior e Investigação Científica 

Bissau, 15 Mar 22 (ANG) – O ministro do Ensino Superior e Investigação Científica disse hoje que o lançamento da segunda edição do livro Ntori Palan vai despertar a consciência dos cidadãos relativamemte aos problemas sociais, culturais e do dia-à-dia do guineense.

Timótio Saba Nbunde falava no lançamento oficial de web site de Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (INEP) e apresentação do  livro ʺNtori Palan na contanu história  di Guiné-Bissauʺ.

Disse  que web site do INEP é uma  ferramenta muito importante que vai contribuir para propagação de conhecimentos seja no espaço nacional assim como no internacional.

Segundo o governante, a obra reflete uma busca pela compreensão da complexidade da sociedade, pelo que se trata duma abordagem transversal.

ʺPara nós é uma satisfação porque o que estamos a assistir hoje aqui é um contributo muito importante para o avanço do conhecimento, a sua produção para sua divulgação. Enquanto governantes, estaremos totalmente abertos para eventos desta natureza”, disse.

Timóteo Mbunde prometeu  exercer a sua influência junto do governo e Presidente da República para que possam avançar na produção de conhecimentos, na investigação e a valorização daqueles que colaboram  e intervém no sector da educação.

O Representante Residente do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento na Guiné-Bissau (PNUD), Tjark Egenhoff considerou que o lançamento da web site do Inep vai colocar  a Guiné-Bissau no mapa de pesquisadores,duma maneira muito importante, dando acesso aos que  estão fora do país.

“O Ntori Palan que colocam a disposição dos guineenses é muito importante mesmo não recolhendo toda a rica história que a Guiné-Bissau tem. É um ponto de entrada e partida para  discussões  sociais, nas comunidades,  famílias, nos meios  politicos e na sociedade civil da Guine-Bissau”, disse. ANG/MI/ÂC//SG    

 

 

Cabo Verde/Presidente angolano pede “maior vigor” nas tomadas de posições a respeito de golpes em África

Bissau, 15 Mar 22(ANG) – O Presidente da República de Angola defendeu “maior vigor” nas tomadas de posições a respeito dos golpes de estado para que a tomada de poder em África pela força das armas não se torne uma “banalidade e normalidade”.

João Lourenço fez estas declarações durante um jantar de boas-vindas oferecido pelo Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, a propósito da visita de Estado que o chefe de Estado angolano efectua a Cabo Verde.

“Permanecem ainda muitos problemas de insegurança no nosso continente, os quais requerem uma abordagem abrangente e concertada por parte da União Africana (UA) e de cada um dos nossos países para que encontremos de forma criativa soluções que possam ajudar a resolvê-los definitivamente”, disse

Para João Lourenço, é natural, neste contexto, que mereça destaque uma reflexão sobre a questão dos conflitos de natureza e causas diversas que assolam várias regiões do continente africano e que comprometem seriamente os esforços de desenvolvimento em que a África está “decididamente empenhada”.  

“Estamos todos cientes de que o impacto negativo dos diferentes cenários de insegurança não se circunscrevem somente aos locais onde ocorrem, pois os seus efeitos nocivos repercutem-se amplamente por todo o nosso continente, por isso mesmo devemos colocar toda a nossa atenção, energia e esforço na busca de soluções para os conflitos que se desenrolam na região do Sahel, os grande lago, na África Austral em que se sobressai o problema do terrorismo, em Moçambique e também no Corno da África”, disse.

A par desses assuntos “preocupantes”,  João Lourenço defendeu que não se pode agir com indiferença às sucessivas mudanças inconstitucionais de governos por via de intervenções militares que vem ocorrendo com “preocupante frequência” em algumas regiões do nosso continente.  

“Desde os anos 60, década em que os primeiros países africanos ganharam as suas independências das potências coloniais europeias, o nosso continente vive ciclicamente períodos de instabilidade política criada por guerras com motivações étnico-tribais, de fundamentalismo religioso, raciais, no caso do regime apartheid, ou ainda de intervenções militares por forças de outros continentes”, lamentou.

Este quadro, que perdura há décadas, disse, é responsável em grande medida pelo atraso económico de África, pelos altos índices de desemprego, pela falta de infra-estruturas e, consequentemente, pelos já frequentes fluxos de refugiados internos e de refugiados que aportam Europa, “onde, em alguns casos, são discriminados e humilhados”.

“África tem sido vítima dos conflitos armados terrorismo e golpes de estados, por isso defendemos a necessidade da sua prevenção ou do fim deles ali onde já existe, sendo por isso que a república de Angola propôs a realização de uma cimeira sobre o terrorismo em África, que decorrerá em Malabo, capital da Guiné-Equatorial, de 28 a 29 de Maio do corrente ano”, anunciou.

João Lourenço explicou ainda que durante o evento haverá a oportunidade de realizar uma “discussão aprofundada” que permitirá identificar e adoptar um conjunto de medidas apropriadas  que concorram para o fim destas “inaceitáveis ocorrências” no continente africano.  ANG/Inforpress

 

 

Hidrocarbonetos/Governo retira quatro licenças de prospeção do petróleo

Bissau,15 Mar 22(ANG) - O Governo retirou quatro licenças de prospeção do petróleo por alegados incumprimentos de termos do contrato de conceção das mesmas por parte de duas empresas estrangeiras, disse à Lusa fonte do regulador guineense de hidrocarbonetos.

De acordo com a fonte da Petroguin, as licenças em causa tinham sido concedidas às empresas ADA Business AG e Loyalty, ambas com registo da Guiné Equatorial .

A lei estabelece que a licença de prospeção de petróleo na Guiné-Bissau só é concedida à empresa que a vai executar em consórcio com a Petroguin, esclareceu a fonte, adiantando que a estatal guineense "acabou por perceber que as duas empresas não têm capacidade necessária".

A Petroguin aponta como incumprimentos da parte da ADA Business AG, que detinha as licenças "Cabra Matu" e "Friantamba", todas no onshore (zona continental), a alegada mudança da designação da companhia para ADA Energy, sem o seu conhecimento, ausência de reuniões diretiva e técnica e ainda o não pagamento do chamado bónus de assinatura de contrato de prospeção.

A mesma fonte da estatal guineense de hidrocarbonetos explicou à Lusa que a lei determina que a companhia deve reunir as comissões diretiva e técnica para projetar ações a empreender, o que, disse, nunca ocorreu, volvidos cerca de 12 meses.

O prazo máximo destas duas reuniões nunca pode ultrapassar 45 dias após a conceção efetiva da licença de prospeção, precisou a fonte.

O chamado bónus de assinatura deve ser pago ao Estado da Guiné-Bissau até 15 dias após a concessão de licença, o que não foi o caso, indicou ainda a fonte da Petroguin.

A ADA Business teria procedido à mudança da designação da empresa para ADA Energy, sem previamente ter informado à Petroguin, e ainda fez "um anúncio bombástico" em como celebrou um contrato com uma companhia dos Emirados Árabes Unidos para explorar três mil milhões de baris de petróleo na Guiné-Bissau.

"Esta informação falsa pesou ainda mais na decisão do Governo" em retirar as licenças à ADA Business AG, sublinhou a fonte da Petroguin.

A outra empresa a quem o Governo da Guiné-Bissau retirou também duas licenças é a Loyalty, que detinha autorização para fazer prospeção no bloco 3 da zona marítima, a licença Raia e o bloco 2 no onshore, a licença Lifanti.

A Loyalty também perdeu as licenças pelos mesmos incumprimentos cometidos pela ADA Business AG, referiu a fonte da Petroguin.

A decisão do Governo guineense, tomada na reunião do Conselho de Ministros na passada quinta-feira, "com caráter irreversível", vai agora ser promulgada pelo Presidente do país, Umaro Sissoco Embaló, e publicada no Boletim Oficial.

Antes, o ministro dos Recursos Naturais e o primeiro-ministro terão de assinar as propostas de decretos de extinção formal das quatro licenças, os quais serão autenticados pelo chefe de Estado para se considerar, finalmente, que as quatro licenças estão livres para novas aquisições.ANG/Lusa

 

            RDC/Balanço de mortos no acidente de comboio  sobe para 75

Bissau, 15 Mar 22 (ANG) - O número de mortos na sequência do descarrilamento de um comboio de mercadorias na província de Lualaba, no sul da República Democrática do Congo (RDC) subiu de 60 para 75, segundo noticiaram as autoridades.

Numa mensagem publicada domingo à noite sua conta da rede social 'Twitter', o Ministério da Comunicação e Media informou que, neste momento, há "75 mortos e 125 feridos, incluindo 28 com ferimentos graves encaminhados a centros médicos especializados".

Também no 'Twitter', o presidente da RDC, Félix Tshisekedi, expressou a sua "tristeza" pela "morte de 75 compatriotas e vários feridos no acidente de comboio" ocorrido em Lualaba, e enviou as suas condolências às famílias das vítimas.

O comboio com 15 vagões, que transportava 113 toneladas de mercadorias, descarrilou a cerca de 10 quilómetros da cidade de Lubudi na noite quinta para sexta-feira passada.

A Companhia Ferroviária Nacional (SNCC), gestora estatal da ferrovia congolesa, disse que os passageiros embarcaram no comboio de carga ilegalmente.

De acordo com o Ministério da Comunicação e Media, a "causa do acidente" foi o "súbito corte na tracção que fez com que o comboio e os vagões deslizassem por um barranco".

O comboio partiu da cidade de Mwene-Ditu, na província de Lomani, e tinha como destino Lubumbashi, uma das cidades mais populosas da RDC e capital da província do Alto Katanga.ANG/Angop

segunda-feira, 14 de março de 2022

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)