sexta-feira, 21 de novembro de 2025


Eleições Gerais
/ Candidato presidencial Umaro Sissoco Embalo promete construir uma universidade em Biombo, caso vença eleições

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) - O Presidente cessante e candidato às eleições presidenciais de domingo prometeu, esta sexta-feira, a construção de uma universidade em Biombo, caso vença as eleições.

Sissoco Embaló falava durante um comício popular no sector de Ondame, região de Biombo, norte do país, no qual defendeu que pertence a geração que concretiza as suas promessas.

 “Estamos a reabilitar as estradas, contruímos escolas e centros de saúde. Mas, perspetivamos fazer muito mais nesta região e para Guiné-Bissau no futuro. Contamos com o vosso apoio e convicção para que, juntos, possamos alcançar o progresso”, disse Embaló.

Sissoco sublinhou que já provou  que pode fazer algo para desenvolver a Nação guineense, e que os régulos de Biombo acreditam nele, por isso lhe deram  o machado que simboliza seu segundo mandato.

O Diretor Nacional de Campanha da Plataforma Republicana Ilídio Vieira Té disse que os populares de Biombo com certeza vão votar em Umaro Sissoco Embaló uma vez que já conhecem as suas capacidades.

Vieira Té salientou que Umaro Sissoco Embaló é um homem capaz de solucionar problemas da Guiné-Bissau ao contrário dos que querem simplesmente seus proveitos pessoais e que procuram roubar do Estado. a todo o custo.

Terminado o comício em Ondame, o candidato Sissoco Embaló de machado ao ombro, coberto de pano vermelho a maneira da etnia Pepel,seguiu direto para o Espaço Verde, do bairro de Ajuda, em Bissau onde realizou o comício  de encerramento da campanha eleitoral.ANG/AALS/ÂC//SG

 

 

Eleições Gerais/ Candidato presidencial Umaro Sissoco Embaló diz  ter moral para pedir a renovação do mandato para mais cinco anos

Bissau, 21 Nov  25 (ANG)- O Candidato presidencial independente ,  Umaro Sissoco Embaló afirmou hoje que, depois de toda  a sua influência feita para desenvolvimento do país, tem toda a moral e dever de pedir ao povo guineense a renovação do mandato no próximo domingo.

E diz que pede renovação do mandato para  “garantir a paz e estabilidade”.

Sissoco Embaló que falava no comício popular de fecho da campanha eleitoral, realizado no Espaço Verde de Bairro de Ajuda, em Bissau, disse que o povo precisa de um presidente da República que tem a noção do Estado e preparado para dirigir o país.

Disse que a estrada que liga Nhacra à Jugudul já está em construção, não pela campanha mas sim, porque o seu governo “promete e cumpre”.

O candidato Embaló sublinhou que não tem necessidade de  provar ao povo,  porque já assistiu e está a assistir a construção dos hospitais, estradas, escolas, aeroporto e outras infraestruturas no


país.

Sublinhou que atualmente o país está a presidir a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e que já presidiu igualmente a CEDEAO, algo que nunca aconteceu na história da Guiné-Bissau.

"Graças a minha chegada na Presidência da República, hoje a Guiné-Bissau  é respeitada no mundo, porque levei o país nos concertos das nações. A partir de segunda-feira nunca mais vão ouvir falar de golpes na Guiné-Bissau e quem pretende o poder tem que ir às urnas,", disse.

Embaló prometeu que, se ganhar as eleições de 23 de Novembro,  a Guiné-Bissau nunca vai parar, porque ele e a sua Plataforma são factores de estabilidade e de união, e diz que “ a partir de segunda-feira vão manifestar a vitória de forma  ordeira, porque a Plataforma Republicana vai ganhar as eleições gerais”.ANG/MI/ÂC//SG

 

Eleições gerais/Campanha eleitoral termina hoje às 00 horas em todo o território nacional

Bissau,21 Nov 25(ANG) – Os 21 dias da campanha eleitoral para as eleições legislativas e presidenciais de domingo(23), vão terminar às 00 horas desta sexta-feira, em todo o território nacional.

A campanha eleitoral iniciou no dia 01 de Novembro e decorreu durante 21 dias de acordo com a Lei Eleitoral guineense, envolvendo 13 partidos e uma coligação bem como 12 candidatos às presidenciais.

O dia 22 de novembro, sábado, será reservado como o “dia de reflexão” antes das eleições.

De acordo com informações fornecidas à ANG pela sua Diretoria de Campanha, a coligação Plataforma Republica “Nô Cumpu Guiné”, que suporta a candidatura do Presidente da República cessante, Umaro Sissoco Embaló, agenda para hoje o seu último comício de “caça ao voto”, no Espaço Verde de Bairro de Ajuda, em Bissau.

O candidato às presidenciais Fernando Dias da Costa, apoiado pelo PAIGC irá realizar o seu comício popular de encerramento de campanha no Campo da Guiné-Telecom, no Bairro Militar, em Bissau.

O candidato independente e antigo Presidente da República José Mário Vaz escolheu a cidade de Canchungo, no norte do país para o fecho da sua campanha eleitoral.

O candidato independente às presidenciais, João Bernardo Vieira, vai realizar o seu último comício na cidade de Gabu, leste do país.

O candidato presidencial, Baciro Djá escolheu a cidade de Bissorã, no norte para encerrar as suas atividades de mobilização de votos. ANG/ÂC//SG

Eleições Gerais/ Presidente da República cessante recebe missão de observadores eleitorais da CPLP

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) - O Presidente da República cessante concedeu hoje em audiência uma missão de observadores eleitorais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Em declarações à imprensa à saída, o chefe da Missão Luís de Carvalho disse que o encontro  serviu para a delegação apresentar os objetivos da sua presença no país durante o período eleitoral.

O chefe da missão explicou que o grupo tem como principal responsabilidade observar e verificar o processo eleitoral, sobretudo a fase final.

 “Estamos aqui para verificar a fase final da campanha eleitoral, do processo de votação e do apuramento dos resultados. Depois faremos a nossa declaração”, afirmou.

Luís de Carvalho disse sentir-se honrado  por liderar a missão da CPLP, lembrando que a Guiné-Bissau é um país irmão, fundador da organização e que atualmente ocupa a presidência rotativa.

“A missão já manteve contactos com outras entidades nacionais, incluindo o ministro dos Negócios Estrangeiros, o ministro da Administração Territorial e Poder Local e o ministro das Finanças”, informou.

 Destacou que a reunião com a Comissão Nacional de Eleições (CNE) foi particularmente relevante, por ser o órgão responsável pela organização do processo eleitoral.

Durante o encontro, conforme o chefe da missão da CPLP, os observadores foram informados sobre o estado dos preparativos e da presença da CNE no território nacional, através das Comissões Regionais de Eleições (CRE).

Com base nos contactos já realizados, Luís de Carvalho concluiu que a Guiné-Bissau reúne as condições necessárias para a realização das eleições no domingo(23) conforme presevisto. ANG/LPG/ÂC//SG

     Nigéria/Sequestro de 25 meninas em idade escolar provoca indignação

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) - A Nigéria enfrenta mais uma vez o flagelo dos sequestros em escolas, após o rapto de cerca de vinte meninas de uma escola pública feminina, o que gerou uma onda de comoção e apoio que se espalhou internacionalmente.

A Escola Secundária Feminina de Maga, localizada no distrito de Danko, no estado de Kebbi (noroeste), ganhou destaque na mídia local e internacional após ser invadida no início desta semana por um grupo de bandidos fortemente armados. Os agressores sequestraram 25 alunas de seu dormitório e as levaram para um local desconhecido, provocando indignação generalizada.

Este incidente reaviva a dor do passado, quando escolas em todo o país foram palco de ataques violentos e sequestros em massa, e levanta sérias questões sobre a eficácia das medidas de segurança concebidas para proteger os estudantes do país.

Mais de dez anos após o sequestro, em 2014, de quase 300 meninas em idade escolar em Chibok, no estado de Borno (nordeste), pelo grupo terrorista Boko Haram, esta nova tragédia levou a esfera política nigeriana e a opinião pública a refletir sobre a dimensão deste flagelo e suas repercussões nocivas na educação infantil, particularmente para as meninas, que pagam o preço mais alto.

Em comunicado, o presidente nigeriano Bola Ahmed Tinubu condenou o sequestro das estudantes de Kebbi e ordenou a mobilização das forças de segurança para reunir as vítimas com suas famílias.

O vice-presidente nigeriano, Kashim Shettima, visitou Kebbi na quarta-feira para se encontrar com as famílias das vítimas e coordenar esforços com as autoridades locais para a sua libertação.

Perante diversas autoridades locais, o vice-presidente nigeriano prometeu mobilizar todos os recursos à disposição do Estado "para trazer estas estudantes de volta para casa e garantir que os autores destes atos hediondos sejam punidos com todo o rigor da lei".

Diversas vozes entre ativistas da sociedade civil e atores políticos se levantaram para denunciar a insegurança enfrentada por estudantes no país e a "impotência" do aparato de segurança diante da ascensão de grupos terroristas e bandidos.

A Agência Nacional de Orientação (NOA) expressou preocupação com o ressurgimento de ataques e da insegurança no país, afirmando que o ato hediondo de sequestro "prejudica os esforços nacionais para promover o acesso à educação, particularmente para as meninas".

“Nenhuma criança em idade escolar deve ser colocada em perigo. As escolas devem permanecer espaços seguros onde as crianças possam aprender, crescer e aspirar a algo sem medo”, insiste a mesma fonte.

A ministra nigeriana para Assuntos da Mulher, Imaan Sulaiman-Ibrahim, exigiu a libertação imediata e incondicional das meninas sequestradas no estado de Kebbi, classificando o ato como "um ataque à sua segurança, dignidade e futuro".

O senador Mohammed Ali Ndume, por sua vez, pediu esforços intensificados para resgatar em segurança as 25 estudantes da Escola Abrangente Feminina do Governo no Estado de Kebbi, que está passando por seu segundo sequestro em massa em quatro anos, após o sequestro, em 2021, de mais de 100 estudantes e alguns funcionários do Colégio Federal de Yauri.

Em um comunicado divulgado pela mídia, a "VIEW", uma coalizão de defensoras dos direitos das mulheres nas regiões do norte da Nigéria, deplorou "a contínua falha das autoridades em proteger as cidadãs mais vulneráveis", explicando que os sequestros em curso destacam os grandes riscos enfrentados por meninas em idade escolar no norte do país.

Apesar dos esforços para garantir a segurança do ambiente escolar, "nossas escolas continuam mais vulneráveis ​​do que nunca e nossas meninas estão desaparecidas novamente", lamenta a coalizão, que pede uma operação de resgate coordenada e estruturada que rompa com as deficiências das intervenções de segurança em tragédias como essa.

A Nigéria tem sofrido recentemente com ataques violentos e sequestros, incluindo um ataque mortal durante uma missa em uma igreja no oeste do país, perpetrado por homens armados, e a perda de um general do exército após seu sequestro no nordeste.

As forças de segurança da Nigéria foram colocadas em alerta máximo pelo Chefe de Estado para lidar com o ressurgimento da insegurança, enquanto o Estado de Kwara (oeste) decidiu fechar escolas em vários distritos, como parte de "medidas de segurança proativas" destinadas a lidar com ameaças à segurança.ANG/Faapa

    

 

      EUA/Plano de paz  inclui cedência de territórios ucranianos à Rússia

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) - O esboço do plano de paz norte-americano já é conhecido
e prevê que a Ucrânia ceda as regiões de Donetsk e de Lugansk à Rússia, que reconheça a anexação russa da Crimeia, que reduza o seu Exército e que se comprometa em não aderir à NATO, propostas que a Ucrânia tem rejeitado, até agora.

O documento inclui, também, um “pacto global de não agressão” entre a Rússia, Ucrânia e a Europa.

Volodymyr Zelensky disse que pretende falar “nos próximos dias” com Donald Trump sobre o plano de paz norte-americano para o fim do conflito com a Rússia. A decisão foi anunciada pelo gabinete do presidente ucraniano, apesar das críticas e de a proposta norte-americana prever que a Ucrânia ceda em questões que até agora Kiev tem rejeitado.

Entre os principais pontos estão o reconhecimento ucraniano de que a Crimeia, Lugansk e Donetsk são regiões russas, enquanto Kherson e Zaporijjia “serão congeladas ao longo da linha de contacto, o que significará um reconhecimento de facto ao longo dessa linha”, explica a agência France Presse.

Outros pontos são um “pacto global de não agressão” entre a Rússia, Ucrânia e a Europa, a redução das forças ucranianas a 600.000 efectivos e a inscrição na Constituição ucraniana de que não aderirá à NATO.

Por outro lado, prevê-se, por exemplo, a reintegração da Rússia na economia global e o seu regresso ao G8, enquanto 100 mil milhões de dólares de activos russos congelados deveriam ser investidos em projectos liderados pelos Estados Unidos para reconstruir e investir na Ucrânia, sendo que os Estados Unidos receberiam 50% dos benefícios.

Esta sexta-feira, a Presidência russa advertiu o Presidente ucraniano de que deve negociar o fim da guerra, sob pena de a Ucrânia perder novos territórios: “É melhor negociar e fazê-lo agora do que mais tarde. O espaço para tomar decisões para ele [Volodymyr Zelensky] reduz-se à medida que perde territórios”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.ANG/RFI

 

Marrocos/ Rabat apela por maior empenho no combate ao fenómeno de crianças-soldado em África

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) – Os trabalhos da Conferência Ministerial Africana sobre Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) de crianças-soldado foram
encerrados, na quinta-feira,  com a adoção da Declaração de Rabat, que sublinha o reforço do compromisso de combater o recrutamento de crianças em conflitos armados em África.

Os ministros e chefes de delegação dos Estados africanos participantes neste evento adotaram esta Declaração, que reafirma o firme compromisso de combater o recrutamento e a exploração de crianças em conflitos armados, descritos como "graves violações do direito internacional e uma afronta à humanidade".

A Declaração expressou profunda preocupação com as contínuas e graves violações contra crianças, incluindo recrutamento forçado, violência sexual, sequestro e obstrução do acesso à educação e à ajuda humanitária.

O documento também enfatiza a prioridade dada à prevenção, considerada a resposta mais eficaz para acabar com o fenômeno das crianças-soldado. As delegações defenderam, portanto, o estabelecimento de ambientes protetores, o fortalecimento da resiliência comunitária e dos mecanismos de alerta precoce, bem como o combate às causas profundas do recrutamento.

Os ministros também enfatizaram que a reintegração de crianças libertadas de grupos armados deve ser abrangente, sustentável e adaptada à trajetória de cada indivíduo, por meio de programas que combinem apoio psicossocial, reunificação familiar, inclusão social, educação e empoderamento econômico. Ressaltaram a necessidade de combater a estigmatização e promover a reconciliação dentro das comunidades.

A Declaração de Rabat também apela ao reforço da cooperação regional e internacional, destacando o papel central das organizações africanas, das comunidades locais e da sociedade civil na prevenção, proteção e reintegração de crianças associadas a forças e grupos armados.

A Declaração também destaca que os processos de paz e pós-conflito devem integrar sistematicamente a proteção das crianças, consideradas não apenas como beneficiárias, mas também como agentes de mudança nas sociedades africanas.

A Declaração de Rabat anuncia ainda o lançamento de um processo para desenvolver um instrumento jurídico africano específico, sob a forma de uma convenção continental dedicada à prevenção do recrutamento de crianças-soldado e à sua reintegração. Neste contexto, os ministros africanos decidiram criar o "Grupo de Amigos para o DDR Centrado na Criança", uma plataforma concebida para apoiar este processo e catalisar esforços conjuntos.

Adotada em Rabat, a Declaração reafirma a ambição comum dos países africanos de construir um continente onde todas as crianças possam crescer livres do medo, da violência e dos conflitos armados, e a sua determinação em contribuir para o esforço global de erradicar definitivamente o fenómeno das crianças-soldado.ANG/Faapa

 

   COP30/Marrocos pede acesso direto ao financiamento para países africanos

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) - Marrocos defendeu , quinta-feira, em Belém, uma “década de implementação” do Objetivo Global de Adaptação (OGA), ressaltando que a eficácia desse marco dependerá, sobretudo, do aumento e do acesso direto ao financiamento para os países africanos.

“Sem financiamento, os países africanos não conseguirão operacionalizar a Abordagem Global para a Adaptação (GGA), nem utilizar a lista de indicadores, o que perpetuará a lacuna entre a ação e o apoio à adaptação”, afirmou Bouzekri Razi, Diretor de Clima e Diversidade Biológica do Ministério da Transição Energética e Desenvolvimento Sustentável, durante o Diálogo de Alto Nível sobre Adaptação em Baku, no âmbito da COP30.

Para Marrocos, a implementação é o teste definitivo de credibilidade. "A nossa experiência demonstra que o sucesso da adaptação depende de um planeamento nacional sério e da cooperação Sul-Sul", afirmou.

Ciente de sua vulnerabilidade, Marrocos alinhou sua NDC atualizada com o Quadro de Resiliência dos Emirados Árabes Unidos e identificou ações que contribuem diretamente para diversas metas globais, particularmente aquelas relacionadas à água, segurança alimentar, saúde e meios de subsistência.

Marrocos, insistiu ele, atribui grande importância à cooperação Sul-Sul e coloca especificamente a cooperação africana no centro de sua política climática.

A este respeito, a Iniciativa Africana de Adaptação da Agricultura (AAA), lançada pelo Rei Mohammed VI na COP22 em Marrakech, foi lembrada como um excelente exemplo desta abordagem.

Uma plataforma de ação continental alinhada com a Estratégia Climática da União Africana e o Programa Abrangente de Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP), que traduz a visão da GGA em prática, ligando ciência, políticas públicas e financiamento, a fim de promover soluções inovadoras como a agricultura climaticamente inteligente.

Marrocos também saudou a Iniciativa Africana de Adaptação (AAI), que descreveu como a "principal plataforma" do continente para fortalecer a adaptação e a resiliência, e apelou a um apoio previsível, baseado em doações, para consolidar a adaptação na trajetória de desenvolvimento sustentável de África.

Apesar desses avanços, o Reino destacou a persistência de grandes obstáculos. O Sr. Razi observou que a África recebe menos de 10% do financiamento global destinado à adaptação. Essa situação compromete a capacidade dos países do continente de atingirem as metas de 2027 e 2030.

Marrocos defendeu o acesso direto ao financiamento para instituições, agricultores e cooperativas africanas através de mecanismos ampliados baseados em doações e condições altamente favoráveis, bem como indicadores robustos de adaptação que garantam rastreabilidade, confiança e transparência. Atingir as metas da Ação Global para a Adaptação (GGA) também exige transferência de tecnologia eficaz e capacitação.

Ele também enfatizou a necessidade de indicadores adequados, transparentes, mas sobretudo flexíveis, não prescritivos e não punitivos, que reflitam a diversidade de vulnerabilidades e prioridades dos países, particularmente em setores como agricultura e água, que são fundamentais para a segurança humana.

O Reino finalmente afirmou que a lista de indicadores da GGA deve ser acompanhada por uma meta financeira robusta, condição essencial para permitir que os países africanos operacionalizem o quadro de adaptação e evitem o aumento da lacuna entre as ambições e a implementação.ANG/Faapa

    

 

     Suíça/Cruz Vermelha Internacional vai dispensar 2.900 trabalhadores

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) - O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que emprega cerca de 18.000 pessoas, vai eliminar 2.900 postos de trabalho até 2026, já que o seu orçamento diminuirá 17%, anunciou hoje a organização.

Estes cortes, que deixarão o orçamento em 1,9 mil milhões de euros, são uma resposta à redução das contribuições dos doadores, apesar do contexto de aumento de crises, com mais de 130 conflitos ativos em todo o mundo, afirmou o CICV, em comunicado hoje divulgado.

"A realidade financeira está a obrigar-nos a tomar decisões difíceis para garantir que podemos continuar a prestar assistência humanitária essencial a quem mais precisa", afirmou a presidente da organização, Mirjana Spoljaric, citada no comunicado.

A responsável do CICV, organização fundada em 1863 e especializada em ajuda humanitária em conflitos, insistiu que existe atualmente "uma perigosa convergência entre a escalada de conflitos armados, cortes significativos na ajuda e uma intolerância sistémica às violações do direito internacional".

No entanto, "o CICV continua empenhado em intervir nas linhas da frente dos conflitos, onde poucas outras organizações podem operar", como o Sudão, Israel e Palestina, Ucrânia e República Democrática do Congo, garantiu a presidente.

O CICV, que já tinha anunciado reduções de pessoal em anos anteriores, esclareceu que alguns dos cortes serão feitos através de despedimentos voluntários e pelo não preenchimento de vagas.

A redução do número de trabalhadores tem sido anunciada por várias agências de ajuda humanitária.

Na quarta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) avançou com a necessidade de eliminar quase 1.300 postos de trabalho por causa da saída dos Estados Unidos e dos cortes das contribuições de outros países, que, em conjunto, criaram um défice de 500 milhões de dólares (432 milhões de euros) na agência.

Os Estados Unidos reduziram, este ano, o financiamento às organizações para ajuda humanitária ao cortar o investimento na Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), alegando fraude e mau uso de recursos.

A posição dos EUA levou vários outros países a seguir a tendência e diminuir os investimentos.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, referiu que mais de 80% dos programas da USAID foram cancelados.

De acordo com um estudo da revista científica The Lancet publicado em julho, a decisão dos EUA deverá resultar em mais de 14 milhões de mortes prematuras até 2030.ANG/Lusa

 

Infraestruturas aeroportuárias/Presidente da República considera de “valiosos” os equipamentos de segurança da Aviação Civil doados pela China

Bissau, 21 Nov 25(ANG) – O Presidente da República Umaro Sissoco Embaló considerou hoje de “valiosos e de grande importância técnica”, os equipamentos de segurança da aviação civil doados ao país pela República Popular da China.

Ao presidir o ato da entrega dos referidos equipamentos, o chefe de Estado disse tratar-se de mais uma demonstração das excelentes relações de amizade e cooperação entre a Guiné-Bissau e a República Popular da China.

“Aproveito esta oportunidade para realçar a grande importância técnica desses equipamentos que são muito valiosos e que passam a integrar o Posto Móvel de Inspeção e de Segurança do aeroporto internacional Osvaldo Vieira de Bissau”, disse.

Embaló sublinhou na ocasião que a relevância da cooperação chinesa neste sector de segurança aeroportuária se explica também pelo facto de o aeroporto internacional Osvaldo Vieira ter passado mais de três décadas sem  intervenção modernizadora, em termos de infraestruturas técnicas.

“Trata-se de um verdadeiro salto qualitativo que hoje estamos a dar, e esse progresso tecnológico é consistente e de elevados patrões de segurança, hoje em dia , exigidos nos aeroportos internacionais”, frisou.

O Presidente da República acrescentou que a Guiné-Bissau passa  a dispor de condições técnicas para  operar com todas as normas recomendadas pela Organização Internacional da Aviação Civil.

Disse o ato se enquadra na ampliação e modernização do aeroporto internacional Osvaldo Vieira, cujas obras estão a ser executadas pela empresa FB Group da Turquia.

Os equipamentos doados pela República Popular da China são constituídos de um Scanner móvel de passageiros, um tomógrafo computadorizado, um scanner de bagagem, e um portal chips de inspeção de passageiros. ANG/ÂC//SG

Eleições Gerais/Conselho Nacional de Comunicação Social diz ter sido “equilibrada” a cobertura da campanha eleitoral pelos órgãos de CS

Bissau, 21 Nov 25 (ANG) – O Painel de Monotorização da cobertura eleitoral pelos órgãos de Comunicação Social, do Conselho Nacional da Comunicação Social(CNCS) concluiu que, de modo geral,  a cobertura da campanha eleitoral tem sido equilibrada.

Esta  avaliação foi esta sexta-feira tornada pública, numa conferência de imprensa, em Bissau, pelo presidente interino do CNCS, Domingos Meta Camará.

O CNCS procedeu a avaliação de todos os órgãos de Comunicação Social sedeados em Bissau e nas regiões, com deslocações de sua equipa de monitorização.

De acordo com Meta Camará, em todos os órgãos da comunicação social tanto públicos e privados visitados, o Painel de Monotorização recebeu informações dos responsáveis dos respetivos órgãos.

Conforme as suas declarações, apesar da disponibilidade manifestada por esses órgãos, as suas direções de informação não receberam as agendas, programas sobre as atividades de campanha eleitoral nem os   projetos de governação ou manifesto eleitoral de candidatos presidenciais.

 “Apesar disso, alguns órgãos conseguiram deslocar os jornalistas para entrevistar os candidatos presidenciais, e os outros  conseguiram por via de telemóveis", disse Meta Camará.

Acrescentou  que no conjunto dos órgãos de Comunicação Social, a Rádio África FM é a ínica que negou assinar o  Código de Conduta Eleitoral e Termo de Compromisso, por alegado compromisso político.

Domingos meta camará aproveitou a ocasião para apelar aos órgãos de Comunicação Social para não publicarem nenhum resultado eleitoral que não tenha sido divulgados pela Comissão Nacional de Eleições. ANG/LLA/ÂC//SG

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Eleições Gerais/Candidato presidencial Fernando Dias promete reconstruir Mercado Central de Gabu, caso vença eleições

Bissau, 20 Nov 25 (NG) – O candidato presidencial Fernando Dias da Costa, promete trabalhar com o governo da Coligação PAI-Terra Ranka caso vença as eleições de 23 de novembro, na reconstrução do Mercado Central de Gabu,  destruído recentemente por incêndio.

Fernando Dias falava, quarta-feira, no comício popular em Gabu, leste do país e disse que vai ganhar as eleições para devolver a governação  à Coligação PAI- Terra Ranka, demitido  por Umaro Sissoco Embaló, em dezembro de 2023.

O candidato afirmou que irá trabalhar com o governo de PAI-Terra Ranka para continuar as obras iniciadas no país.

"O povo de Guiné- Conacri são nossos irmãos, mas existe uma situação que está a passar na Guiné-Bissau que nem vão aceitar em Conacri. Não se pode pôr um filho de Conacri em cima dos filhos da Guiné-Bissau, porque em Conacri não se  aceitam práticas que fazem aqui”, disse.

Fernando Dias defende que o país deve ser construído com  pessoas sérias porque a Guiné-Bissau precisa de mudança, e diz que está a ser   dirigido por pessoas que não entendem o que é Estado.

“O país precisa de ser libertado, porque está cansado. A minha candidatura é um compromisso sério que tomei e cheguei à um acordo com a Coligação PAI-Terra Ranka, para trazer a mudança e promover a unidade nacional para que haja a paz e reconciliação
,   e respeito à Constituição da República”, afirmou.

O líder da Coligação PAI-Terra Ranka, Domingos Simões Pereira sublinhou que, tal como qualquer país no mundo, deve-se proteger o país.

“Acolhemos   todos os que escolheram a Guiné-Bissau como segunda pátria mas devem respeitar a nossa lei”, disse. ANG/MI/ÂC//SG

 

Infraestruturas/PR cessante lança pedra para reabilitação  da estrada Safim/Jugudul

Bissau 20 Nov 25 (ANG) – O Chefe de Estado cessante e candidato as eleições presidenciais de 23 de Novembro, procedeu hoje ao lançamento da primeira pedra para a reabilitação da  via rodoviária que liga Safim à Jugudul,  e disse  que  vai contribuir para o reforço da coesão territorial da região de Oio, com projeção para as zonas norte e leste do país.

Umaro Sissoco Embaló falava no ato do lançamento da primeira pedra para a reabilitação do referido troço, e destacou  que Safim/Jugudul é igualmente uma via crucial para ligar as províncias Norte e Leste do país e o Setor Autónimo de Bissau.

“Este contributo é relevante para a coesão territorial da Guiné-Bissau, a identificação de atividades económicas e o reforço do intercâmbio social e cultural entre os guineenses”, disse.

Segundo Embaló, doravante serão realizados grande progressos, para assinalar que a Guiné-Bissau mudou para melhor, rumo ao seu desenvolvimento.

O Presidente cessante prometeu a construção de  uma escola superior em Nhacra, e o revestimento com alcatrão da via Nhacra-Cumeré e diz que as obras para o efeito devem arrancar de imediato . “Todo o país precisa de mudar à semelhança da capital Bissau”, disse.

Ainda deixou a promessa de  a Esquadra de Nhacra dispor de meios de transporte  e de tratores para o aumento da produção de arroz naquela localidade.

O ministro das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo, José Carlos Esteves explicou que as obras de reabilitação da estrada Safim/Jugudul vão ter um corredor de mais  40 quilómetros com duas faixas de rodagem, para permitir maior mobilidade e maior número de tráfico e mais rapidez no fluxo rodoviário.

“Esta estrada é de capital importância porque é o eixo que liga  o Norte, Leste e Sul do país transportando para o único porto de escoamento dos produtos em Bissau”, salientou.

Esteves disse  que a sua conclusão terá um impacto “muito grande” na economia através da exportação de produtos e nas atividade mineiras que vão iniciar ,em breve, no país, e que deverão  alavancar a economia nacional.

Para o Governador da Região de Oio, Braima Camará,  o lançamento da pedra para as obras daquela via, representa uma satisfação enorme, por se tratar de   uma distância que pode ser percorrida em 20 minutos, mas que as más condições da estrada fazem com que seja percorrida em  muitas horas .

As obras de Safim/Jugudul  serão realizadas pela empresa Areski ,com a duração de 24 meses.

O representante da empresa, Ziad Areski agradecer a confiança na instituição que dirige  e promete realizar  “bom trabalho” .ANG/MSC/ÂC//SG

Eleições gerais/ Iniciada votação antecipada  de militares, paramilitares e viajantes

Bissau, 20  nov 25(ANG) – A Comissão Nacional das Eleições (CNE) abriu  esta manhã as urnas para  votação antecipada de militares, viajantes, paramilitares e funcionários que vão estar em serviço no domingo, dia das eleições gerais.

Em declarações à imprensa, o Presidente da Comissão Regional de Eleições de Bissau, (CRE) , Abubacar Sidico Sambú disse que a capital tem seis  Círculos Eleitorais, e que em todos foram abertas uma Mesa de Assembleia de Voto para atender a necessidade de voto antecipado.

Questionado sobre o número de votantes em causa,   Abubacar Sidico Sambú respondeu que ainda não teriam recebido  todas as  listas de pessoas abrangidas por essa situação.

Disse  que só os eleitores recenseados na capital Bissau é que  têm direito de votar nestas Assembleis de Voto.ANG/JD/ÂC//SG

 

 

 

 

Transportes/Governo lança projeto-piloto de transporte rodoviário com cinco  autocarros  

Bissau, 20 Nov 25 (ANG) - O Governo lançou, quarta-feira, em Bissau, o Projeto-Piloto de Transporte Rodoviário com cinco autocarros em circulação gratuita durante 10 dias.

A cerimónia para o efeito foi presidida pelo Primeiro-ministro, Braima Camará, que falou em “avanço da visão política e estratégica do Executivo”, sob a liderança de Umaro Sissoco Embaló.

Nesta primeira fase, os cinco  autocarros serão colocados em circulação gratuita
durante dez dias, distribuídos por quatro linhas urbanas que abrangem diversos bairros de zonas periféricas de Bissau.

O projeto prevê, no total, a entrada em operação de 21 autocarros, através da  cooperação com Portugal , a criação de 120 paragens modernas e  de mais de 200 postos de trabalho, para  motoristas, mecânicos, controladores e agentes comerciais.

A gestão da frota será feita em parceria com a empresa privada PRIME Investment, considerada pelo Governo um “parceiro sólido e experiente”.

Braima Camará afirmou que a iniciativa resulta de uma governação que planeia mobilizar recursos internos e que coloca a melhoria das condições de vida dos cidadãos no centro das prioridades nacionais”.

O Primeiro-ministro sublinhou ainda que o projeto contribui para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11, relacionado com cidades e comunidades sustentáveis.

Segundo o governante, a modernização das vias urbanas de Bissau, reabilitadas com fundos do Estado tornou possível o arranque deste sistema de transporte público.

O Executivo prevê  a disponibilização de  100 autocarros até 2026, e  levar  o serviço à todas as regiões do país.

O projeto inclui ainda tarifas sociais especiais de pagamento para  grupos vulneráveis: mulheres, crianças, idosos e pessoas portadoras de deficiência.

“Queremos garantir que o desenvolvimento chegue à todos, sem exclusões”, afirmou Braima Camará.

Na cerimónia, o ministro das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo, José Carlos Esteves, que representou o ministro dos Transportes e Comunicações recordou que, no âmbito da cooperação com Portugal, a Guiné-Bissau havia recebido o navio “Centenário de Amílcar Cabral”, destinado ao transporte de passageiros e cargas entre ilhas.

Segundo disse, o navio começou a operar em Outubro de 2024, garantindo melhores condições de mobilidade marítima à população.

Disse que, o país recebeu igualmente 21 autocarros através de um protocolo tripartido assinado em Fevereiro de 2024 entre o Governo guineense, a Câmara Municipal do Porto e a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP).

O ministro destacou que estes marcos se inserem na estratégia da Presidência da República para melhorar a ligação terrestre, fluvial e marítima no país.

As quatro primeiras linhas do projeto-piloto abrangem os  trajetos:

Linha 1: Pindjiguiti – Safim (via Correios, Mãe de Água, Aeroporto) – 18 km, Linha 2: Alfândega – Safim (via Fábrica de Cimento, Antula, São Paulo) – 24 km, Linha 3: Pindjiguiti – Bissalanca (via Aeroporto e Base Aérea) – 14 km, Linha 4: Pindjiguiti – Cumura (via RDN, Meteorologia, Quilele e Bôr) – 14 km

Na fase seguinte, de acordo com o governante  pretende  o serviço vai ser estendido à mais oito linhas, dependendo da melhoria contínua das estradas e da aquisição de novos autocarros.

O Presidente da Câmara Municipal de Bissau, José Anastácio Medina Lobato os preços das tarifas variam entre 200 e 250 francos CFA .

Medina revelou  que estão em curso trabalhos com as autoridades dos transportes e da Polícia de Trânsito  para se encontrar uma solução regulada para os transportes privados e “toca-tocas”, inspirando-se na experiência de países vizinhos como o Senegal, onde estes não circulam no centro da cidade. ANG/LPG/ÂC//SG

Regiões-Eleições gerais/RENARC promove formação para  20 jornalistas sobre processo eleitoral

Cacheu, 20 Nov 25(ANG) -  A Rede Nacional das Rádios Comunitárias (RENARC) promoveu entre os dias 18 e 20 do corrente mês, uma formação para 20 jornalistas da região de Cacheu sobre o processo eleitoral.

Segundo o Correspondente da ANG para a região de Cacheu, , a  Secretária Executiva Adjunta da CNE, Felisberta Moura  Vaz, justifica a iniciativa com a necessidade de garantir melhor preparação dos jornalistas para a missão de cobertura eleitoral.

“Os jornalistas precisam de conhecer os processos eleitorais para que possam ajudar a CNE a resolver os problemas no terreno, nomeadamente, a explicar ao eleitorado a forma de votar, a maneira de agir, os horários do início e fim da votação”, disse Felisberta Vaz.

Codeca Lopes Vieira e Mussa Sanhá, dois dos beneficiários da formação se comprometeram a aplicar na prática os conhecimentos adquiridos para ajudar aos eleitores a exercerem os seus direitos cínicos.

A  formação foi promovida pela RENARC em parceria com a Comissão Nacional de Eleições(CNE) e financiado pelo PNUD.ANG/AG/JD/ÂC//SG

 

Eleições Gerais/Candidato presidencial José Mário Vaz promete melhorar as condições de vida das populações, caso for eleito

Bissau, 20 Nov 25 (ANG) – O candidato presidencial José Mário Vaz prometeu que, caso vencer, irá apostar na agricultura, recuperando bolanhas para os agricultores, fixar  o preço da castanha de caju num valor mais atraente  para os camponeses, e garantir água potável para as comunidades rurais.

O antigo Presidente da República falava num encontro com os anciões de Djabicunda, região de Bafatá, leste do país, no cumprimento de mais uma agenda de campanha eleitoral.

José Mário Vaz disse perante  anciãos e a comunidade de "Djabicunda" que, depois de terminar os seus cinco anos de mandato,  o povo escolheu o Umaro Sissoco Embalo como o novo PR, e que ele  deixou o Palácio da República sem nenhum problema.

"Mas durante a minha ausência no poder, constatei que o país não está a caminhar bem, e o meu povo está a enfrentar a fome e muitas dificuldades, razão pela qual, decidi recandidatar-me para pôr fim à esta situação", disse Mário Vaz.

O candidato acrescentou que durante o seu mandato, a liberdade de imprensa era visível para todos, e que não havia perseguições, raptos.

“A minha candidatura pretende fazer voltar estes valores, caso eu for reeleito", sustentou José Mário Vaz.ANG/LLA/ÂC//SG