terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Migração/Director Geral garante maior vigilância das fronteiras nacionais com atenção especial para zona marítima

Bissau, 30 Dez 25 (ANG) - O Director Geral dos Serviços de Migração e Fronteiras garantiu esta terça-feira uma maior vigilância das fronteiras nacionais com especial atenção para zona marítima, ou seja zona que consideram de maior risco.

Lino Leal da Silva falava à imprensa após encontro que teve com oficiais de Migração com objectivo de lhes transmitir as orientações do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, Tomás Djassi, na reunião que manteve no último fim de semana com os responsáveis de diferentes instituições de Defesa e Segurança do país.

“Normalmente no final de ano, todos os malfeitores aproveitam para executar as suas acções maléficas. Por isso, este ano pretendemos colocar os nossos agentes até nas zonas clandestinas de modo a garantir maior segurança do nosso território”, revelou aquele responsável.

Leal sustentou que, a Guiné-Bissau está ameaçado actualmente, uma vez que, segundo ele,  a  sub-região depara com questões de terrorismo e que muitas pessoas destes países procuram a Nação Guineense  como um país de refúgio.

“No mês de Janeiro vamos iniciar uma rusga para identificar todos os emigrantes que vivem ilegalmente na Guiné-Bissau com o objectivo de expulsa-los”, revelou o Diretor Geral de Migração e Fronteiras.

Sustentou que, têm que ser intransigente, firme e determinada no que tange o controlo das fronteiras, para evitar que, a Guiné-Bissau passa à albergar os traficantes ou malfeitores.  

Por outo lado, Lino Leal da Silva contou ainda que, no 2025 em curso  conseguiram formações de capacitação para seus agentes, 50 bolsas de formação da língua francesa dada por parte da Embaixada de França, 50 jovens estão à fazer curso de informática, entre tantos.

Adiantou que, no ano 2026 próximo vão ter mais atenção com as ilhas para evitar as situações de emigração clandestina e que por isso, vão precisar de apoio dos parceiros internacionais para ter meios necessários que facilitem os seus trabalhos.

“No ano 2025 fazemos 07 operações no qual conseguimos aprender pessoas, só que infelizmente quando entregamos essas pessoas para as suas Embaixadas, outros acabam por ser soltas e continuam a viver aqui. Mas, no ano 2026 vamos fazer de tudo para evitar essa situação, porque o nosso país não é uma lixeira”, garantiu. ANG/AALS/ÂC 

 

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