terça-feira, 19 de janeiro de 2021

 Moçambique/Insegurança alimentar severa deverá atingir  2,9 milhões de pessoas até Março

Bissau, 19 Jan 21 (ANG) - Cerca de 2,9 milhões de pessoas poderão enfrentar uma situação de insegurança alimentar severa em Moçambique até Março deste ano segundo um relatório de previsões de organizações humanitárias e governamentais sobre esta matéria.

São milhares de famílias cuja condição de vida se vai degradar devido à insegurança alimentar que se vai fazer sentir com maior severidade junto de mais de 2 milhões de pessoas em meio urbano, designadamente devido à desaceleração da economia provocada pela pandemia, sendo que o fenómeno também se vai verificar junto de 800 mil pessoas em zona rural, segundo perspetivas de várias organizações humanitárias e governamentais durante o período compreendido entre Janeiro e Março.

As zonas de conflitos armados, sobretudo na província de Cabo Delgado, poderão enfrentar uma situação bem mais grave, o relatório IPC (Classificação Integrada de Segurança Alimentar, sigla inglesa) antevendo que um quinto das pessoas em insegurança alimentar severa elevada venha a estar naquela província do norte do país.

O governo moçambicano olha também com preocupação para a seca que poderá impactar negativamente a vida das populações designadamente nas províncias de Gaza e Inhambane no sul.

Um desafio a ser enfrentado, reconhece a Presidente do Instituto Nacional de Gestão de Desastres, Luisa Meque. “Nós queremos estar atentos pela prevenção, prevenção e prevenção, este é o nosso grande desafio,  vincou a responsável.

A situação da insegurança alimentar em Moçambique cujo relatório contou com o contributo de várias organizações humanitárias e governamentais, tais como o Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutrição (Setsan, entidade estatal), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), bem como o Programa Alimentar Mundial (PAM), Actionaid e World Vision está a ser alvo de debate numa altura também em que se olha para o impacto que a covid-19 poderá ter na vida da população. ANG/RFI

         Covid-19Registados  mais 31 novos casos positivos na Guiné-Bissau

 Bissau, 19 Jan 21 (ANG)- A alta Comissária Nacional de Luta  Contra a pandemia de Covid-19 Magda Robalo Vaz revelou  segunda-feira a  existência de trinta e um (31) novos casos de infeção.

Imagem Ilustrativo
Segundo a Rádio Sol Mansi, a informação foi revelada pela referida responsável numa comunicação que fez à imprensa para informar o povo guineense da actual situação de Covid-19 no país, e alertou sobre a necessidade de se reforçar as medidas de prevenção para evitar com que o pior aconteça.

“De 11 à 17 de Janeiro foram  registados 31 novos casos de infeções e isso significa que estamos perante a segunda vaga de pandemia de Covid-19 no país, de modo que o reforço das medidas preventivas será fundamental para evitar que a situação semelhante aos meses de Abril, Maio e Junho do ano findo volte a acontecer”, aconselhou a comissária.

Segundo Magda,   ao longo do período da pandemia de Covid-19 foram já registados na Guiné-Bissau: 2.510 (dois mil e quinhentos e dez) casos positivos confirmados, 2.405 (dois mil e quatrocentos e cinco) recuperados, 45 (quarenta e cinco) óbitos  e 54 (cinquenta e quatro) casos activos.

Robalo Vaz disse que já apresentou uma proposta ao governo para a proibição  das festividades da maior festa cultural da Guiné-Bissau que é o Carnaval.

Adiantou  que na próxima semana pretendem realizar uma conferência de imprensa para confirmar se o Carnaval será manifestada ou não e caso vai ser manifestada de que forma será organizada para se evitar mais casos de infeções
de Covid-19.  ANG/AALS/ LPG//SG

                       
 RCA/Presidente Touadéra reeleito com 53,16% de votos

Bissau, 19 Jan 21 (ANG)- A presidente do Tribunal Constitucional, da República Centro Africana, Danièle Darlan, proclamou  segunda-feira, a vitória à primeira volta do Presidente cessante Faustin-Archange Touadéra de 63 anos com 53,16% de votos, mas admitiu que a participação no escrutínio de 27 de dezembro foi de apenas 35,25%, ou seja dois em cada três dos 76,31% de eleitores inscritos não votaram.

O anúncio foi acolhido com aplausos por apoiantes do Presidente cessante, mas as ruas de Bangui permaneciam na manhã de segunda-feira quase desertas, pois os habitantes temem novas incursões dos rebeldes. 

Estes resultados, apesar de contestado, surgem após quatro recursos para a anulação do escrutínio apresentados por 13 dos 16 rivais de Touadéra, alegando fraude massiva e a impossibilidade de votar de cerca de metade dos eleitores inscritos, devido à insegurança reinante no país.

A presidente do TC afirmou ainda que "uma parte do povo centro-africano, em guerra, foi impedido [de votar] devido a actos de terror...e apesar disso, o povo enviou uma mensagem muito clara e forte aos que o aterrorizavam, aos que lhe diziam de não votar e ao mundo inteiro".

De recordar que esta eleição decorreu num contexto de insegurança, pois a 17 de janeiro, 10 dias antes da eleição, seis dos mais poderosos grupos armados da RCA, que controlam dois terços do território - e que na sua maioria apoiam o antigo Presidente François Bozizé, cuja candidatura foi invalidada - aliaram-se na Coligação dos Patriotas para a Mudança e a 19 de janeiro, lançaram uma nova ofensiva em direcção à capital Bangui, para impedir a reeleção do Presidente Touadéra e a realização do escrutínio.

Apesar da superioridade das tropas centro-africanas, quer em homens, quer em equipamento e do apoio de cerca de 12.000 capacetes azuis da Minusca, a força da ONU de manutenção da paz e de paramilitares russos, na semana passada cerca de 200 rebeldes efectuaram duas incursões simultâneas às portas de Bangui, que foram repelidas, mas os combates provocaram cerca de 30 mortos rebeldes e a de um capacete azul ruandês, segundo o governo e a ONU. 

A principal coligação de partidos da oposição - COD 2020 - acusou neste domingo, 17 de janeiro, o representante da ONU no país, Mankeur Ndiaye, de ter apoiado o campo do Presidente cessante e reclama um inquérito da ONU à sua actuação, afirmando - embora sem apresentar provas - que o Tribunal Constitucional "foi alvo de pressões para proclamar a vitória de Touédara" por parte do enviado especial de António Guterres, o que o acusado e o TC negam determinantemente.

Desde dezembro de 2020, cerca de 60.000 cidadãos fugiram da violência, que assola a RCA, segundo dados de 15 janeiro do Alto Comissariado da ONU para os refugiados.

Só no dia 13 de janeiro, 10.000 pessoas atravessaram o rio Oubangui, para se refugiarem na RDC. ANG/RFI

                        Função/ Greve da UNTG afeta serviços públicos

Bissau, 19 jan 21 (ANG) – A segunda vaga da greve da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) afeta os serviços públicos do país.

Imagem Ilustrativo
A nossa reportagem constatou esta terça-feira a fraca presença dos funcionários nos Ministérios do Comércio, Justiça e Finanças, e no  Ministério da Justiça verificou-se que os serviços de Identificação e Registo Civil assim como o do Registo Criminal funcionam até as 12 horas.

Em declarações à  ANG,  o  funcionário público Pascoal Insali  manifestou-se contra a decisão do Governo de atribuir subsídios com valores avultados aos titulares de órgãos de soberania.

Insali disse que observa a greve porque entendeu que os seus direitos estão a ser lesados uma vez que os salários dos funcionários são  péssimos.

 “Também temos uma situação que mais nos motivaram a aderir a essa greve. Fomos bloqueados as senhas dos trabalhos e salários que até hoje não foram desbloqueados, o que para nós não está bom”, frisou.

Insali apelou ao diálogo entre as partes para a busca de solução a fim de levantar a greve, que segundo ele,  não  só afeta diretamente aos funcionários públicos como também às suas famílias.

  Nilda Vaz, outro servidor do Estado, considerou de injusto a atribuição dos subsídios aos titulares dos órgãos de soberania, justificando que esses subsídios podiam servir para aumentar os salários dos funcionários que recebem muito mal.

 Dionísio Indeque, por seu lado, diz que a greve está a afetar todos os setores sociais, o que, segundo disse,  “não é bom para o país e pode afundá-lo ainda mais na situação de dificuldade em que  se encontra, em termos de resolução dos problemas sociais.

“Se vejamos, são muitas pessoas que estão a sofrer nos hospitais, crianças que não vão à escola e outros setores que estão paralisados devido a  greve, que para mim é prejudicial para o país Peço ao governo  para diligenciar no sentido de encontrar uma solução para acabar com a paralisação  na administração publica guineense”, disse.

Indeque pediu ao Presidente da República  para vetar o   Orçamento Geral de Estado/2021, justificando que a promulgação desse orçamento é mesmo que dizer ao setor privado para abandonar a sua atividade, “porque não terão condições para suportar os impostos introduzidos no OGE”.

Sublinhou que existe muitas coisas nesse orçamento, exemplificando a taxa de audiovisual, que segundo ele, existem muitas pessoas que não consomem o serviço da Televisão da Guiné-Bissau pelo que não podem ser obrigados a pagar aquela taxa.

Dionísio Indeque disse ter a certeza de que os deputados não estudaram a proposta do OGE de 2021 porque se tivessem lido a proposta não iam votar,  porque, na sua opinião,  “o orçamento não  ajuda em nada, antes pelo  pelo contrário prejudica a sociedade”.

Pediu o governo a se sentar a mesma mesa com a UNTG para negociar, "porque só com o diálogo se pode encontrar  soluções”. 

ANG/DMG/LPG//SG

                  Covid-19/ África inicia hoje programa de pré-encomenda de vacinas

 Bissau, 19 Jan 21(ANG) – Os países africanos podem a partir de hoje fazer a pré-encomenda de vacinas para a covid-19 através da plataforma electrónica para abastecimentos médicos da União Africana, contando para isso com garantias financeiras do Afreximbank, foi hoje anunciado.

Imagem Ilustrativo

“A Plataforma Africana de Fornecimentos Médicos [AMSP, na sigla em inglês] inicia hoje o programa de pré-encomenda de vacinas covid-19 para todos os Estados-membros da União Africana [UA]”, anunciou a organização em comunicado.

De acordo com a União Africana, a plataforma será a “única fonte que permitirá o acesso rápido, transparente e rentável” às 270 milhões de doses de vacinas da Pfizer, Johnson & Johnson e AstraZeneca que a União Africana conseguiu reservar para o continente de 1,3 mil milhões de pessoas.

Através de pré-encomendas, que podem ser feitas a partir de hoje, a plataforma pretende oferecer “acesso equitativo” às vacinas aos 55 Estados-membros da organização pan-africana, de que fazem parte os lusófonos Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Os pagamentos das encomendas serão “facilitados” pelo Afreximbank, que, segundo o comunicado, fornecerá aos fabricantes, em nome dos países, “garantias até 2 mil milhões de dólares” (cerca de 1,65 mil milhões de euros).

“Estes são tempos históricos. Pela primeira vez na história, a África garantiu o acesso a milhões de doses de vacinas no meio de uma pandemia como a maioria dos países ocidentais”, disse Strive Masiyiwa, enviado especial da União Africana.

“Há ainda uma enorme escassez de doses de vacinas e é por isso que esta colaboração continental concebeu uma distribuição justa, juntamente com um acesso equitativo às vacinas covid-19 em todo o continente”, acrescentou.

Benedict Oramah, presidente do conselho de administração do Banco Africano de Exportação-Importação (Afreximbank), sublinhou também a importância de uma abordagem continental na procura de vacinas.

“Ao fornecer garantias de compromisso de aquisição antecipada até 2 mil milhões de dólares aos candidatos a fabricantes, o Afreximbank assegurará que os Estados africanos possam aceder rapidamente às vacinas covid-19, a preços competitivos e de forma atempada, contribuindo assim para salvar vidas e meios de subsistência”, acrescentou.

Para apoiar as operações de vacinação, a plataforma lançou também uma nova categoria de acessórios que ajudará os países a adquirirem equipamentos associados à vacinação, como congeladores de temperatura ultrabaixa, equipamento de protecção pessoal, algodão, seringas e agulhas, entre outros.

“Os maiores desafios no acesso à vacina covid-19 em África têm sido o financiamento das vacinas e a logística da vacinação em escala, mas estamos satisfeitos por esta lacuna estar a ser preenchida pela facilidade de financiamento do Afreximbank”, afirmou o director do CDC África, John Nkengasong.

“A decisão crítica agora é como começar a vacinação para que, uma vez iniciada, não haja interrupções. É aqui que a AMSP desempenhará um papel muito importante”, acrescentou.

A AMSP (www.AMSP.africa) é uma iniciativa sem fins lucrativos lançada pela União Africana como resposta à pandemia de covid-19. ANG/Inforpress/Lusa

 

 

 Diplomacia/Presidente da República condecora  Jorge Carlos Fonseca com medalha  Amílcar Cabral 

Bissau, 19 Jan 21 (ANG) – O Presidente da Guiné-Bissau condecorou o seu homólogo de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca com a Medalha  Amílcar Cabral, a mais alta distinção do país.

 Numa  declaração conjunta, Umaro Sissoco Embaló sustentou que a Medalha Amílcar Cabral, também pertence ao Presidente Fonseca, acrescentando que o povo guineense nunca se esquecerá da visita  do Presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca à Guiné-Bissau.

Disse que esta é a primeira visita de um Chefe de Estado cabo-verdiano ao solo pátrio de Amílcar Cabral [Guiné-Bissau], desde a independência do jugo colonial em 1974 e coincide com a abertura, pela primeira vez, da Embaixada de Cabo Verde no país. 

sissoco Embaló referiu que o governo cabo-verdiano designou, na semana passada, o seu Embaixador para a Guiné-Bissau e que já recebeu “Agreement – Aceitação” das autoridades da Guiné-Bissau.

 Presidente Embaló  reiterou  que  a Guiné-Bissau manterá com países irmãos, uma relação de Estado para Estado e entre povos.

 Garantiu, neste particular, que enquanto Presidente da República, vai assegurar a relação entre os dois Estados e povos.

o chefe de Estado guineense sustentou que a Guiné-Bissau possuí uma história de vários anos e que não há guineense que não tenha primos ou irmãos em Cabo Verde e da mesma forma também com os cabo-verdianos.

“Queria dizer algo em crioulo cabo-verdiano: essa medalha pertence-lhe também, porque várias pessoas dizem que Amílcar Cabral é de Cabo Verde e outras dizem que é da Guiné-Bissau, mas eu não sei, porque não conheço Cabral. Uma coisa sei: Amílcar Cabral é guineense e cabo-verdiano de maneira que tem direito de receber a medalha Amílcar Cabral, que é a maior condecoração do Estado guineense”, disse.

 Sissoco Embalo defendeu que os dois países devem andar juntos na CEDEAO, CPLP, Nações Unidas entre outras organizações com posições bem concertadas. 

O Presidente  Jorge Carlos Fonseca mostrou-se surpreendido com a condecoração com a medalha Amílcar Cabral .

““Nunca me passara pela cabeça ser merecedor de tão elevada distinção, apesar das ambições que me acompanharam nesta visita às terras da Guiné”, disse.

Carlos Fonseca disse que com essa medalha sente-se mais comprometido e engajado como chefe de Estado cabo-verdiano em trabalhar para que as relações entre guineenses e cabo-verdianos sejam cada vez mais fortes e próximas.

“Nós tivemos um passado comum, partilhamos lutas, sacrifícios imensos e cumplicidades no nosso percurso. Houve período da nossa história em que nos aproximamos muito, mas também houve outros em que houve separação temporária, mas na verdade o que nos une é tão forte e profundo”, referiu acrescentando: “somos dois estados soberanos e independentes, dois países que trilham caminhos da democracia a procura do desenvolvimento para o nosso povo, é preciso que nos reaproximemos no sentido de juntar esforços, facilitarmos o caminho que nos leva a um destino comum”, salientou.

O chefe de Estado cabo-verdiano assegurou que o destino comum dos dois povos é vencer obstáculos e trilhar caminhos para que guineenses e cabo-verdianos, todos sem distinção, conheçam verdadeiramente o progresso.

Jorge Carlos Fonseca sublinhou que todas as lutas e empenho dos dois países têm apenas um sentido que é proporcionar às pessoas, aos cidadãos, a liberdade, o bem-estar e a paz. ANG/ o Democrata

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Diplomacia/Presidente da República de Cabo Verde inicia visita oficial de três dias à Guiné-Bissau 

Bissau, 18 Jan 21 (ANG) – O Presidente da República de Cabo Verde Jorge  Carlos Fonseca chegou esta manhã à Bissau para uma visita oficial de 3 dias ao país.

A sua chegada ao aeroporto internacional Osvaldo Vieira foi recebido com  - Honras Militares  pelo seu homólogo guineense Umaro Sissoco Embaló .

 De acordo com o programa de visita, as 16 horas Carlos Fonseca terá um encontro com o  Presidente Umaro Sissoco Embaló, seguido de uma declaração conjunta à imprensa e mais tarde um jantar
 oferecido pelo chefe de estado guineense por ocasião da visita do Chefe de Estado de Cabo-Verde, no Palácio da República. 

No dia 19, conforme o programa,  para além do lançamento do livro - Discursos e Intervenções de Sua “Excelência Presidente da República de Cabo-Verde,Carlos Fonseca estará na Faculdade de Direito de Bissau, onde terá uma conversa aberta com os estudantes sobre a Democracia e o Estado  Direito -Experiência cabo-verdiana.

 Ainda neste dia, agendou um encontro com o primeiro-ministro  Nuno Gomes Na Biam , no - Palácio do Governo. 

“As 13h30- Almoço oferecido pelo Primeiro-ministro em honra da visita ao Palácio do Governo pelo Chefe de Estado de Cabo-Verde. 

Ainda na tarde de terça-feira, o presidente da Cabo Verde vai visitar  a Assembleia Nacional Popular  onde terá um  encontro com seu Presidente Cipriano Cassamá, acompanhado dos lideres das bancadas parlamentares, cerimónia com direito a saudações militares por uma secção da Guarda Nacional . 

 Jorge Carlos Fonseca agendou para as 18h30 e Encontro com a Comunidade cabo-verdiana radicada em Bissau, no hotel onde se encontra hospedado, culminando com um Jantar livre. 

Para  “20 de Janeiro de 2021, segundo o programa, esta reservado aos dois Chefes de Estados a deposição de corôa de flores  no jazigo do saudoso Amílcar Cabral e dos Combatentes da Liberdade da Pátria  no Mausoléu Amílcar Cabral  e uma declaração à imprensa alusiva ao Dia dos Heróis Nacionais. E  de seguida o Presidente da República de Cabo-Verde e a comitiva se deslocam para as ilhas de Bijagós, momento privado da visita, e só regressam à  Bissau no dia 21 janeiro. 

Jorge Carlos Fonseca e a comitiva devem deixar Bissau cerca das 15 horas do dia 21, quinta-feira de regresso a Praia, Cabo Verde. ANG/LPG//SG

 Diplomacia/"Cabo-Verde pretende abrir uma nova página de relação com a Guiné-Bissau" diz presidente cabo-verdiano

Bissau, 18 Jan 21 (ANG) – O Presidente cabo-verdiano disse que Cabo Verde pretende abrir uma nova página na relação com a Guiné-Bissau.

Jorge Carlos Fonseca que falava esta segunda-feira  à sua chegada ao aeroporto internacional Osvaldo Vieira por uma visita de três dias à convite do seu homólogo guineense Umaro Sissoco Embaló.

Na sua breve declaração à imprensa, Fonseca disse que aceitou visitar Guiné-Bissau para mostrar e deixar testemunho de que pretendem abrir uma nova página na relação entre Guiné-Bissau e Cabo Verde, que não é uma relação de anos 70, mas sim uma relação próxima com bases diferentes, laços de dois países que se respeitam, dois países irmãos e amigos que podem cooperar com benefícios mútuas ou dois países que se constituem em democracia  um Estado de Direito.

"Cabo Verde e Guiné-Bissau têm que estar unidos, juntos e próximos, independentemente das conjunturas politicas ou de quem é o presidente, primeiro ministro ou partido que está no poder ou de maioria parlamentar. É o que  interessa para que o Cabo Verde e Guiné-Bissau estejam juntos, porque o que nos uni é a história, a luta, consanguinidade e fraternidade”, enalteceu Carlos Fonseca.

 Acrescentou que é preciso  criar uma base forte, sólida para que Cabo Verde e Guiné-Bissau andem juntos e trabalham para os princípios que são comuns na União Africana, CEDEAO, na CPLP, mais sobretudo também na criação de uma aproximação humana mais forte e intensa entre guineenses e cabo-verdianos.

O presidente cabo-verdiano disse ainda que as pessoas podem divergir em termos da democracia, ter opiniões diferentes, princípios diferentes, adoração política diferente mas que a relação entre os povos é fundamental e não muda.

Carlos Fonseca sugere a criação de uma comunidade forte e sólida pelos dois países e disse esperar que esta visita constitua novo ponto de partida nas relações entre a Guiné e Cabo Verde pelo que conta com o presidente Sissoco, governo e todos os partidos políticos, comunicação social, entre outros ramos da vida social, para preservar aquilo que é fundamental, a história e cumplicidade entre Guiné-Bissau e Cabo-Verde. ANG/MI/LPG//SG
        

 
Função Pública/ UNTG inicia  segunda vaga de greve  de cinco dias

Bissau, 18 Jan 21 (ANG)-  A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) prossegue hoje com a  segunda vaga de greve que terá a duração de cinco dias.

Foto Arquivo
A maior central sindical guineense reivindica o aumento de salário na Função Pública, protesta contra os subsídios atribuídos aos titulares dos órgãos de soberania e cinco novos os impostos introduzidos  no Orçamento Geral de Estado de 2021, entre outras.

Em entrevista exclusiva à Radio Sol Mansi, o  porta-voz de comissão negocial de greve da UNTG Yasser Turé afirmou que a determinação dos sindicatos vai continuar para provocar  “mudanças positivas” na Função Pública guineense.

 Turé pediu engajamento do governo no sentido de dialogar com o sindicato para que, juntos, possam encontrar uma solução de forma a ultrapassar a situação de greve.

Disse que, caso  o governo não demostrar  a vontade de  negociar vão continuar a luta “para o bem dos servidores público”.

 “A paralisação servirá para exigir do Governo o cumprimento do Memorando do Entendimento assinado com as centrais sindicais, no passado mês de Agosto, de 2019. E neste sentido queremos apelar, mais uma vez, aos trabalhadores a redobrarem os esforços na luta para resgatar os seus valores enquanto geradores das riquezas do país “, referiu.

Para o sindicalista, o reajuste feito no ano passado já não é compatível com a realidade do país e nem com o cabaz de compra, uma vez que o nível de vida já mudou ,tendo convidado ao executivo a cumprir as leis do país em relação aos trabalhadores, de modo a poderem ter a mesma vida com os funcionários públicos dos países da sub-região.

A primeira vaga de greve teve também a duração de cinco dias e segundo o porta-voz da comissão negocial, João Domingos da Silva registou uma adesão de  96 por cento dos trabalhadores. ANG/AALS/LPG//SG

 Covid-19/ Vida dos bolseiros do Camões ficou mais difícil nos PALOP e em Portugal

Bissau,  18 Jan 21 (ANG) – Aulas interrompidas e sem ensino à distância, anos lectivos prolongados e abandono escolar foram alguns dos efeitos da covid-19 nas bolsas de estudo que o instituto Camões atribuiu em 2020 a estudantes dos PALOP e Timor-Leste nos seus países.

Questionado pela Lusa, o organismo português referiu que “na maioria dos países existiram impactos significativos, nomeadamente aulas interrompidas durante meses, sem recurso a ensino à distância, anos lectivos prolongados por alguns meses e alunos que desistiram de estudar”.

Em 2020, o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, atribuiu 216 bolsas internas, na sua maioria licenciaturas, mas também do ensino secundário e mestrado.

Em relação às bolsas de estudo externas (licenciatura, mestrado e doutoramento em Portugal), foram atribuídas 194 a alunos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste no mesmo período: 134 licenciaturas, 36 mestrados e 24 doutoramentos.

Segundo o instituto Camões, “apesar de alguns bolseiros terem justificado resultados escolares menos positivos com a situação da covid-19, não se pode afirmar na generalidade que a pandemia terá tido um impacto significativo nas classificações académicas”.

Todavia, o Camões reconhece que os “constrangimentos” resultantes da pandemia “trouxeram, aos novos bolseiros, dificuldades acrescidas ao nível logístico e administrativo, nomeadamente dificuldades na obtenção de documentos locais para apresentação aos concursos ao ensino superior, dificuldades na obtenção de vistos em virtude das restrições no atendimento ao público pelas embaixadas e consulados, dificuldades na realização de voos, dificuldades nas matrículas (apenas por marcação) ”, entre outras.

Para o corrente ano lectivo de 2020/2021, este instituto disponibilizou 279 bolsas internas para benefício de alunos a estudar nos PALOP e em Timor-Leste: Angola (40), Cabo Verde (44), Guiné-Bissau (60), Moçambique (35), São Tomé e Príncipe (60) e Timor-Leste (40).

Para o mesmo período estiveram disponíveis 210 bolsas de licenciatura, mestrado e doutoramento em Portugal para estudantes provenientes de Angola (26), Cabo Verde (36), Guiné-Bissau (33), Moçambique (54), São Tomé (33) e Timor-Leste (24). Foram igualmente beneficiados dois alunos de mestrado do Senegal e dois da Colômbia.

Contudo, o número final deverá ser semelhante ao do ano lectivo passado, uma vez que o concurso do Senegal ficou deserto, a Guiné-Bissau não preencheu todas as vagas e alguns bolseiros não tiveram as bolsas de estudo renovadas por incumprimento do regulamento.

Por seu lado, as autoridades de Timor-Leste, devido à covid-19, entenderam que não estavam reunidas as condições para proceder à abertura de concurso e posterior envio de estudantes para Portugal e não abriram os concursos de bolsas de estudo.

O Camões atribui ainda anualmente cerca de 50 bolsas no domínio da Defesa, a usufruir nos estabelecimentos de ensino militar em Portugal, e bolsas de ensino superior policial (33 bolseiros nos últimos anos, apenas para bolseiros de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau).

A pandemia de covid-19 originou alterações nos procedimentos habituais dos concursos para estas bolsas de cooperação, nomeadamente a possibilidade de os documentos digitalizados passarem a ser aceites pelo Ministério do Ensino Superior de Portugal.

Segundo o Camões, “foi também acautelado que nenhum bolseiro viajaria para Portugal sem ter previamente assegurado local de residência”.

ANG/Inforpress/Lusa

Agricultura/ Guiné-Bissau e Senegal assinam acordo de cooperação no domínio agrícola

Bissau, 18 Jan 21 (ANG) – O Governo da Guiné-Bissau e  do Senegal assinaram recentemente , em Bissau, um protocolo de acordo para reforçar cooperação entre dois estados no setor agrícola .

Segundo o  Jornal O Democrata,  o referido acordo terá a duração de cinco anos, com possibilidade da renovação por igual período.

O semanário refere que os dois países acordaram  fortalecer a cooperação na investigação agrícola no domínio da produção vegetal, da produção animal e da produção florestal, assim como na área de proteção florestal.

As partes ainda se comprometeram em  trabalhar na gestão de pragas transfronteiriças, no sistema de gestão da qualidade fitossanitárias e na comercialização de produtos agrícolas.

Acordaram igualmente trabalhar  na área Hidráulica agrícola, no equipamento, na transformação de produtos, assim como na política, assistência técnica e formação.

Ainda no acordo os dois países comprometeram-se em criar um Comité Misto de seguimento e uma comissão a reunir-se-á em sessão ordinária alternadamente entre os dois países.

Assinaram o acordo o ministro guineense da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Abel Gomes da Silva, e Moussa Baldé, ministro senegalês da Agricultura e do Equipamento.

ANG/O Democrata

Comunicação Social /SINJOTECS exige “levantamento imediato” da suspensão imposta ao jornalista da TGB

bissau, 18 jan 21 (ANG) – o Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (SINJOTECS) exige o levantamento imediata do que diz ser  “inapropriada suspensão” imposta contra o jornalista da TGB, para que este possa regressar ao trabalho.

Em comunicado distribuído à imprensa e às organizações  regionais e internacionais à que a Agência de Noticias da Guiné(ANG) teve hoje acesso, a organização que defende a classe jornalista guineense considera  de “um atentado” à livre exercício do jornalismo a suspensão do jornalista da televisão da Guiné-Bissau Baducaram Imbenque.

O SINJOTECS qualificou de “precipitada e emotiva a decisão de suspender “sem culpa formada e nem a observância de autodefesa por parte da vitima”.

A organização considerou ainda a decisão como “infeliz” e que a mesma é carregada de postura “autoritária e abuso de poder” da parte do Diretor-geral da TGB, Amadu Jamanca, exortando-o a se pautar pelo cumprimento da sua missão em observância às leis da República, sobretudo a Constituição e a Lei de imprensa, e incentivar o rigor e o profissionalismo  no tratamento de acontecimentos na televisão nacional.

O jornalista desportivo da TGB, Baducaram Imbengue foi recentemente suspenso das suas actividades, segundo a Voz de Alemanha, por ordem do Diretor-geral da TGB, Amadu Jamanca, alegadamente por não ter entrevistado o chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló no âmbito de um torneio disputado por órgãos da soberania: Presidência da República, Deputados, Poder Judicial e o Governo. ANG/LPG//SG

 EUA/Washington em estado de alerta a 2 dias da investidura do presidente Joe Biden

Bissau, 18 Jan 21 (ANG) – Nos Estados Unidos de América, a 2 dias da investidura do democrata, Joe Biden, como Presidente dos Estados Unidos, Washington, está estado de alerta máximo, receando que haja violência como aconteceu a 6 de janeiro, quando apoiantes de Trump, assaltaram o Capitólio.

A semana passada, o FBI alertou que a investidura do presidente eleito, Joe Biden, poderá ser antecedida de protestos armados.

Num memorando, da semana passada, o FBI anunciou que existem relatos de manifestantes pró-Trump armados que estão a planear reunir-se no Capitólio e em todas as capitais estaduais e em Washington DC a partir deste domingo.

Pistas nas redes sociais apontavam para a possibilidade de um segundo assalto ao Congresso, bem como a outros edifícios oficiais das capitais.

Perante esta ameaça, todos os 50 Estados americanos estão em alerta máximo. Milhares de soldados da Guarda Nacional foram enviados para Washington para evitar falhas de segurança como aquelas que levaram ao caos do dia 6 de janeiro.

Na sexta-feira, o Pentágono anunciou ter autorizado a deslocação de mais de 25 mil militares para as ruas de Washington, para a proteção de várias zonas, principalmente do National Mall, onde se reúnem os pontos mais importantes da política norte-americana, incluindo a Casa Branca, o Capitólio e outros monumentos emblemáticos.

Washington está em estado de alerta até ao dia seguinte à tomada de posse. As ruas da capital norte-americana estão desertas. Muitas delas, a quilómetros do Capitólio, foram bloqueadas com barreiras e cercas de metal.

O Capitólio está cercado com uma vedação “não escalável” de mais de dois metros e o National Mall, que costuma ficar lotado com milhares de pessoas no dia da tomada de posse, foi vedado e estará encerrado ao público, assim como outros pontos de referência.

Nos restantes Estados estão também a ser tomadas medidas de precaução. Os especialistas alertam que as capitais dos Estados onde os resultados das eleições presidenciais foram mais renhidos, como Wisconsin, Michigan, Pensilvânia e Michigan, correm um maior risco de violência. 

Vários governadores declararam estado de emergência e outros, como o Estado do Texas, fecharam as suas capitais ao público até dia 21, após a tomada de posse de Joe Biden e da sua vice-presidente Kamala Harris.

Estados como a Califórnia, Pensilvânia, Michigan, Virgínia e Wisconsin convocaram a Guarda Nacional para ajudar a proteger as suas capitais estaduais e reforçar as forças policiais locais.

Em Michigan foi erguida uma vedação com cerca de dois metros em torno do Capitólio, na cidade de Lansing. “Estamos preparados para o pior, mas continuamos esperançosos de que aqueles que escolherem manifestar-se na nossa capital o façam pacificamente”, disse o diretor da polícia daquele Estado, Joe Gasper.

A polícia do Capitólio deteve na sexta-feira um homem que tentou entrar no perímetro cercado do centro de Washington com uma acreditação falsa, pelo menos uma arma e mais de 500 balas. A detenção soou todos os alarmes.

O homem, identificado como Wesley Allen Beeler, dirigia uma carrinha com vários autocolantes referentes a armas de fogo, incluindo um em que se lia: “Se eles vierem buscar as suas armas, dê-lhes as balas primeiro”, segundo The Guardian.

Depois da detenção, a polícia apreendeu a arma, mais 509 balas, 21 cartuchos de espingarda e um carregador para a pistola, de acordo com um relatório policial a que a CNN teve acesso.

Em resposta a esta notícia, Don Beyer, membro democrata da Câmara dos Representantes, disse que o perigo era real e que a cidade estava em ansiedade com a aproximação da investidura do presidente eleito Joe Biden.

A cerimónia da tomada de posse de Joe Biden e de Kamala Harris continua marcada para o próximo dia 20, no Capitólio, apesar dos recentes acontecimentos. No entanto, vários aspetos da cerimónia tiveram de ser adaptados, desde logo as questões de segurança. ANG/RFI

 Política/Líder de “PUN” repudia aumento de impostos no OGE para 2021, aprovados pelos deputados 

Bissau, 18 Jan 21 (ANG) - O Partido da Unidade Nacional (PUN) repudia o aumento dos impostos no OGE para ano económico 2021, aprovados pelos deputados, por considerar que a Guiné-Bissau vive um momento de grandes dificuldades económicas, acrescidas pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), sem contrapartidas para a melhoria das condições de vida da população. 

O repúdio do partido liderado por Idrissa Djaló vem imprensa na  nota publicada na  página oficial no Facebook deste , na qual manifesta a sua  solidariedade aos trabalhadores e à população da Guiné-Bissau na sequência da manifestação convocada para sábado, pela União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG), mas  impedida pelas forças de segurança. 

O Presidente do PUN disse que o combate por uma sociedade mais justa e igualitária só terá sucesso com a mobilização e participação de todos. 

“Assistimos a aprovação de medidas  discriminatórias pelo poder vigente, lesivas do interesse e bem estar geral” refere Djalo,  condenando o que diz ser  “aumento imoral de subsídios e benefícios financeiros para um pequeno número de cidadãos, que deveria servir o País e não servir-se dele”.

“A união sempre fez a força face as arbitrariedades e injustiças” concluiu.

O Grupo de 18 Partidos Políticos sem assento parlamentar considera “constrangedor” o Orçamento Geral do Estado (OGE) para ano económico 2021 que aguarda promulgação pelo chefe de Estado e pediu veto de Umaro Sissoco Embaló contra o documento. 

Em conferência de imprensa realizada na quinta-feira (14 de janeiro), Ibraima Djaló, porta-voz do grupo frisou que o OGE de 2021 não contempla medidas corretivas e apoio ao sector produtivo, prejudicado pela pandemia.

“ Ao contrário, criou-se um fundo financeiro denominado Fundo de soberania, sem ter em conta a situação económica que o país atravessa e nem a do déficit orçamental coberto com o apoio externo, ou seja, pelos impostos de cidadãos de outros países”, diz o porta-voz, Ibraima Djaló. ANG/ O Democrata

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

  Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)