Chade/Macron condena violência que provocou dois mortos no
país africano
Bissau, 28 Abr 21 (ANG) -O Chefe de Estado francês condenou "fortemente a repressão" no Chade, onde pelo menos duas pessoas morreram terça-feira, 27 de Abril, em manifestações de protesto contra a junta militar no Chade, que tomou o poder após a morte do Presidente Idriss Déby Itno, na semana passada, disse o procurador local.
"Um homem foi morto em Moundou esta manhã nas manifestações, ainda não temos as circunstâncias exactas da morte, é um jovem de 21 anos", afirmou o procurador da segunda maior cidade do Chade, Moundou, a cerca de 400 km a sul de N`Djamena, Ali Kolla Brahim em declarações à agência de notícias francesa AFP.
Emmanuel Macron lembrou que a França apoia uma "transição pacífica, democrática e inclusiva", sem apoiar "um plano de sucessão" depois da morte do Presidente Déby. Num momento em que o seu filho Mahamat Idriss Déby dirige o Conselho de Transição Militar.
Os protestos tinham sido proibidos na segunda-feira pelo Conselho Militar de Transição (CMT), liderado pelo filho do falecido Presidente, o general Mahamat Idriss Déby.
O CMT revogou a Constituição e dissolveu o governo e a Assembleia Nacional. O general Mahamat Idriss Déby prometeu "eleições livres e democráticas" nos próximos 18 meses, mas assumiu o título de Presidente da República e chefe supremo das Forças Armadas. ANG/RFI
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