sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Caju




Presidente da ANP propõe 300 francos CFA como preço base

Bissau, 20 Fev 15 (ANG) – O Presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, (ANP), propôs quinta-feira que a castanha de caju na próxima campanha seja comercializada, no mínimo, por 300 francos CFA  o quilograma. 

Cipriano Cassama que falava aos populares do Sector de Cossé região de Bafatá, leste do pais, no âmbito da visita que efectua àquela localidade realçou a importância da castanha de caju na economia nacional, por ser o principal produto de exportação  da Guiné-Bissau. 

 Cassama prometeu levar a proposta à ANP para sua eventual adopção pelos parlamentares.
O Presidente da ANP pediu aos populares daquela zona para evitarem de cortes desenfreadas de árvores e queimadas constantes das florestas, para se preservar as riquezas faunísticas do país.

Cipriano Cassamá afirmou que vai apresentar a sua  proposta ao parlamento bem como outras preocupações dos populares da Região de Bafatá.

A visita do Presidente da ANP, iniciado no  dia 18 termina no Domingo. 

ANG/AALS/JAM/SG


Economia



DG das Alfândegas defende continuidade das operaçöes da Bissau-Link

Bissau, 20 Fev 15 (ANG) – O Director-geral das Alfândigas considerou que o problema dos operadores economicos guineenses  reside em “obter lucros exorbitantes e, por isso mesmo, não querem ouvir falar em controle das facturas de origem”.

Em entrevista exclusiva à Agência de Noticias da Guiné-ANG, Francisco Rosa Cá, contrariou a opinião dos operadores econômicos que afirmam que os serviços da empresa Bissau-Link têm estagnado os seus negócios, por lhes exigir as facturas de origem dos produtos importados.

Rosa Cá disse que  a Guiné-Bissau é o país com a mais baixa  taxa de pressão fiscal na subregiäo e que cobra uma ínfima parte das potencialidades existentes.

“Algumas províncias dos países vizinhos arrecadam mais receitas  que a própria Republica da Guiné-Bissau e, isso é inaceitável”, afirmou o Diretor-geral das Alfândigas acrescentando que “o país não  pode se contentar com ao arrecadamento de 20 biliões de francos cfa por ano”. 

Segundo aquele responsável, o arrecadamento das receitas do Estado corresponde ao volume de negócios de um comerciante do mercado de Bandim.

 Cá explicou que  a empresa Bissau-Link, filial de uma empresa ganesa, quando recebe facturas de qualquer mercadoria faz uma prospecção através das suas representações no exterior trazendo um valor médio ou mais ou menos próximo da realidade e com uma insignificante margem de erros.

“Nos países organizados é o  Estado  que impõe um teto aos preços das mercadorias abalizando assim os preços nos mercados”, disse.

Contrariando operadores economicos que se batem pela  suspensao das actividades da Bissau-Link no pais, alegando cobrança injustas e exorbitantes,o Director-geral das Alfandegas defendeu a continuidade dos serviços da  Bissau-Link, empresa contratada pelo governo para controlar fluxo de importações e exportações de mercadorias no país.

“A Bissau Link não veio para maltratar os operadores, pelo contrário os operadores sim é que estão a causar danos à República da Guiné-Bissau”, denunciou.

No seu entender, o Estado tem o direito de solicitar os serviços de quem pode melhorar a sua performance e o seu nível de arrecadação de receitas por isso escolheu a Bissau Link com base nessas preocupações.

Para Rosa Cá, os custos da mercadoria mais transportes e seguros são normas obrigatórias da transação internacional impostas aos operadores por isso declaram as suas mercadorias num valor mínimo para fugirem ao fisco e no mercado aumentam os preços dos referidos produtos.

O DG das Alfandegas denunciou nessa entrevista à ANG que ultimamente tem sido adoptado no país uma nova forma de evasão fiscal justificada com facturas falsas. 

A Bissau LINK é uma companhia vocacionada em avaliação  de preços nas facturas das mercadorias apresentadas bem como os seus ajustes de acordo com o Código Aduaneiro.

Aquela corporação tem um banco de dados que é alimentado por preços existentes nas diversas zonas do mundo.

A empresa prevê a instalação de escâneres em diferentes pontos do país para permitir o controle do fluxo das mercadorias para evitar o tráfico de produtos não permitidos pela legislação da Guiné-Bissau assim como possíveis fraudes.

Os operadores economicos inclusive através das suas organizaçöes de classe têm estado a protestar a nova forma de taxaçäo das suas mercadorias aplicada pela Bissau-Link, alegando aplicaçâo de métodos desajustados que aumentam substancialmente as taxas alfandegarias.

ANG/FGS/JAM/SG

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Carnaval 2015




“Chão de Papel/ Varela foi justo vencedor”, diz Fernanda Pã

Bissau, 19 Fev 15 (ANG) – A presidente do grupo carnavalesco do bairro de Chão de Papel/Varela considerou hoje que o seu bairro foi o justo vencedor do carnaval 2015, “porque trabalhou muito para isso”.

Fernanda Pã fez esta consideração em entrevista a Agência de Notícias da Guiné-ANG.

“O Carnaval não é só trajes étnicos e a tradição, mas também a inovação. Temos jovens com muita criatividade, ambição, empenho e força de vontade de fazer algo de bom para o desenvolvimento do país”, disse Fernanda Pã em declarações exclusivas a ANG.

A Presidente da comissão destacou que o seu bairro sempre foi vencedor do carnaval desde os anos 80, devido aos ensinamentos sobre a matéria recebidos dos seus antepassados e que têm estado a ser transmitidos às gerações mais nova.

Questionado para quando a exposição das máscaras com que venceram o certame cultural, a presidente esclareceu que antes de tudo os membros da direcção irão reunir para tomar uma decisão sobre o assunto.

Adiantou que o Bairro de Chão de Papel/Varela pretende criar um museu para expor as suas máscaras e assim dar a conhecer à geração vindoura os trabalhos de seus antepassados.  

Fernanda Évora Pã agradece à todos os que participaram ou deram apoios morais e financeiros ao grupo, especialmente ao  padrinho do grupo, João Bernardo Vieira. 


ANG/JD/AALS/JAM/SG



Turismo




"Fajac Trainding Tours" prevê criação de frota nacional

Bissau,19 Fev 15 (ANG) - O Director-geral da agência de viagens "Fajac Trainding Tours", recentemente criada garantiu hoje que a empresa tem como perspectiva a criação da sua própria frota de aviões para operar a partir da Guiné-Bissau.

Mussa Candé, em entrevista à Agência de Notícias da Guiné-ANG, disse tratar-se de  um projecto que têm em carteira para implementar, se tudo correr como previsto, dentro seis meses, em colaboração com um  sócio alemão, cujo nome escusou-se a revelar.

Referindo-se à peregrinação este ano à cidade santa de Meca, Candé disse que aquela agência  vai se encarregar da deslocação dos peregrinos guineenses à cidade santa de Meca, Arábia Saudita. 

Candé informou que ao contrario do que tem sido  hábito até aqui, os candidatos  à peregrinação não necessitarão de se deslocar à Dakar para obterem vistos de entrada, porque  a empresa encarregar-se-á de tudo isso.

"As tarifas que vamos cobrar   serão acessíveis e vamos oferecer bons serviços ", realçou.

Instado a estabelecer a diferença entre a "Fajac Trainding Tours" e outras agencia que operam no mesmo sector, aquele responsável explicou que além da venda de  bilhetes de viagens também intervêm no processo de  aluguer de aviões e helicópteros aos seus clientes.

Mussa Candé anunciou que brevemente vai ser aberta uma filial da agência no Aeroporto de Bissau para facilitar o atendimento dos que, por alguma  razäo não podem s deslocar ao centro da cidade para resolver questões ligadas as suas viagens.

A Agência de Viagens, “Fajac Traiding Tours” começou a operar a 09 de Fevereiro de 2015.  


ANG/AC/JAM/SG

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Investimentos




Guiné-Bissau vai dispor de fábrica de portas e janelas de alumínio

Bissau, 18 Fev 15 (ANG) - A Guiné-Bissau vai contar brevemente com uma empresa de construção civil e de fabrico de portas e janelas de alumínio denominada “Aluworld”.

O anúncio foi feito hoje na cerimónia de lançamento da nova empresa, por Cesare Ricchetti, proprietário da empresa italiana ALPAR, da qual a ALUWORLD é filial.


"O objectivo maior da empresa ALUWORLD é satisfazer os clientes com produtos de qualidade do ponto de vista arquitectónico e com preços acessíveis", declarou.

Recchetti assegurou que os seus produtos terão a certificação internacional, resistência e garantia de segurança que satisfazem a qualquer arquitecto de construção civil.


O chefe de gabinete do Presidente da Câmara de Comercio Industria e Agricultura e Serviços da Guiné-Bissau (CCIAS), Saliu Ba considerou importante a vinda desta nova unidade fabril ao pais.

"A Guiné-Bissau é um pais em construção e precisa de tudo. Temos a vantagem de pertencer a zona da UEMOA, e tal constitui garantia aos parceiros ", salientou Saliu Ba.

ANG/AC/JAM/SG