quarta-feira, 4 de maio de 2022

          UE/Ursula von der Leyen propõe embargo total ao petróleo russo

Bissau, 04 Mai 22 (ANG) - A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu esta quarta-feira,  que os 27 países da União Europeia proíbam as importações de petróleo da Rússia, num sexto pacote de sanções contra Moscovo. 

A Comissão Europeia propôs um embargo total ao petróleo russo, bem como a exclusão de novos bancos russos do sistema internacional de pagamentos bancários SWIFT ,as medidas integram o sexto pacote de sanções do bloco europeu contra a Rússia. 

Durante uma reunião do Parlamento em Estrasburgo, Ursula von der Leyen afirmou que a União Europeia vai eliminar “gradualmente o fornecimento de petróleo bruto, dentro de seis meses, e o de produtos refinados até o final do ano”.

"Será um embargo total a todo o petróleo russo, entregue por via marítima ou por oleodutos, bruto ou refinado", detalhou.

Segundo uma fonte europeia, a Hungria e a Eslováquia poderão continuar a comprar petróleo bruto até ao final de 2023, a isenção visa convencer os países mais relutantes dos 27 Estados membros.

As propostas têm de ser aprovadas por unanimidade para entrar em vigor. A presidente da Comissão Europeia admitiu que conseguir que todos os 27 países membros concordem com as sanções ao petróleo russo “não será fácil”. A medida continua a ter a forte oposição de Budapeste e Bratislava.

A União Europeia procura garantir alternativas à energia russa, dando prioridade às importações globais de gás natural liquefeito de países como Argélia, Qatar e Estados Unidos.

Apesar do desacordo entre os membros da UE sobre novas sanções energéticas, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, prometeu “quebrar a máquina de guerra russa”, afastando os países do continente do fornecimento de gás natural da Rússia.

A União Europeia vai "aumentar consideravelmente" o apoio militar à Moldávia, anunciou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, após os ataques numa região separatista deste país fronteiriço com a Ucrânia, suscitando o receio de desestabilização.

 

"Pretendemos, este ano, aumentar significativamente nosso apoio à Moldávia, fornecendo equipamentos militares adicionais às forças armadas", garantiu Charles Michel numa entrevista conjunta, em Chisinau, com o Presidente moldavo, Maia Sandu. ANG/RFI

 

 

Munícipes/Bissau acolhe  Fórum Internacional sobre a Força do Poder Local

Bissau ,04 Mai 22 (ANG) – A Guiné-Bissau acolhe desde terça-feira o Fôrum Internacional  sobre a Força do Poder Local, com o objectivo  de atrair e fomentar investimentos inovadores em capitais e tecnologias sociais, na cidade de Bissau,tida como principal polo de desenvolvimento do país.

O evento que conta com a participação dos presidentes das câmaras municipais de Lisboa, Oeiras, Rio Maior, Braga, Castelo Branco,, Águeda ambos de Portugal, Praia (Cabo-Verde) e de Dakar (Senegal) decorre sob o lema  “ Um território mais coeso, mais competitivo, mais sustentável, mais conectado e mais colaborativo”.

 Ao presidir o acto de abertura do fórum, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades, em representação do Chefe do Estado, enalteceu que a administração de terrítório e das colectividades locais, representam uma responsabilidade constitucional primordial na promoção de um desenvolvimento sustentavel, atavés de uma política de ordenamento do território racional e eficiênte.

Suzy Carla Barbosa disse que tudo isso deve ser baseda numa lógica que proporciona rigor e coerência da planificação dos investimentos públicos e privados num quadro jurdico institucional favorável a requalificação da vida colectiva local.

“Cabe ao Estado guineense promover, com maior brevidade, se possível, a institucionalização e a funcionalidade das autarquias locais, com base num modelo democrático adaptado a realidade politica, económica e sócio-cultural da Guiné-Bissau, de modo a proporcionar  maior participação cidadã pro-activa na gestão dos municípios, pelo aproveitamento de experiências posítivas demonstradas em outros países lusófonos, casos de Cabo-Verde e Portugal, por isso é necessário uma descentralização administractiva  a escala nacional “,vincou.

Por seu turno, o ministro da Administracção Territorial e Poder Local disse que, no quadro do processo da descentralização administactiva, o Governo guineense tem estado a envidar esforços para completar o ciclo eleitoral previsto na lei ou seja a realização das eleições autárquicas à par das presidenciais e legislativas habitualmente realizadas.

Segundo  Fernando Dias, este Fôrum Internacional irá atrair investimentos inovadores, em capitais e técnologias sociais, nas cidades tidas como principal polo de desenvolvimento da Nação guineense, transformando a edilidade camarária num modelo do crescimento e desenvolvimento local no país .

De acordo com o Presidente da Câmara Municipal de Bissau, entidade organizadora do evento, o  Fôrum Internacional de Bissau visa ampliar e  melhorar o foco do quadro intitucional da edilidade camarária de Bissau,  para que se torne num modelo de gestão urbanístico, dotado de competência e autonomias, na mobilização de investimentos inovadores junto de operadores ecnómicos nacionais e internacionais,  impulsionando a participação activa dos cidadãos, em diversas  esferas de actuação.

O encontro de cinco dias pretende ainda maximizar conhecimentos, valores e experiências para a nova dinâmica baseada no prisma de descentralização administractiva e autarquicas, com vista ao desenvolvimento económico e social da cidade de Bissau, através de uma participação activa dos munícipes.

Participam no encontro, para além de presidentes das câmaras municipais referidos, empresários, associações de bairros e governadores regionais.ANG/MSC/AC//SG

França/CEDEAO tem "falta de legitimidade" para impor condições à Guiné Conacri, diz Fodé Mané

Bissau, 04 Mai 22 (ANG) -  A junta militar na Guiné Conacri, que levou a cabo o golpe de Estado de setembro de 2021, anunciou no fim de semana que o período de transição para a democracia se deverá fazer em 39 meses, indo contra as recomendações da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, a CEDEAO.

Segundo o professor universitário guineense, Fodé Mané, a organização tem "falta de legitimidade" para impor condições à Guiné Conacri, questionando também o envio de uma força militar para a Guiné-Bissau.

"A junta militar [da Guiné Conacri] viu uma determinada falta de legitimidade moral da CEDEAO para poder intervir, devido à sua incoerência e aos desvios dos seus próprios princípios. Então achou que devia assumir inteiramente o destino do país, elaborar o plano de transição e não obedecer à CEDEAO", afirmou o académico em entrevista à RFI.

A CEDEAO queria um período mais curto para a transição, mas o coronel Mamady Doumbouya, que após o golpe de Estado de Setembro que derrubou o Presidente Alpha Condé está à frente da Guiné Conacri, veio afirmar no sábado que o período será de 39 meses.

Fodé Mané, investigador sénior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa da Guiné Bissau e antigo diretor da faculdade de Direito de Bissau, mostra-se preocupado com a actuação dos militares, mas considera que a CEDEAO não tem mostrado coerência na sua actuação.

"A CEDEAO não demonstrou ser uma organização, pelo menos nos últimos tempos, com príncipios, cáracter e dignidade. Havia um princípio da governação que pedia a alteração das constituições dos Estados-membros para limitar mandatos dos chefes de Estado e foi a própria CEDEAO que reconheceu presidentes que têm feito este tipo de violações e esses presidentes assumiram mesmo a liderança da organização", indicou o professor universitário, em Bissau.

Esta actuação da CEDEAO é também visível, segundo o analista, no envio de tropas para a Guiné Bissau, após o alegado golpe de Estado em Fevereiro que fez vários mortos no Palácio Presidencial. Ainda sem mandato oficial, vários relatos de populares na zona de São Domingos, norte da Guiné-Bissau, na semana passada indicavam que elementos da nova força de manutenção da paz da CEDEAO já tinham entrado no país.

"Na segunda-feira passada, o porta-voz do Governo disse que o mandato e as limitações desta força vão ser definidas numa reunião a ser realizada este mês, em Acra. É aí que os chefes de Estado dos países vão definir o mandato, mas a força já está a actuar no país, ninguém sabia quem financia, nem qual é a duração. Isto só acontece na Guiné-Bissau, é uma falta de respeito para com o povo", denunciou.

Ainda segundo Fodé Mané, ao contrário de forças enviadas pela CEDEAO no passado, esta nova força não veio para proteger as instiuições e a população, mas sim para defender o poder instalado no país, com os soldados estrangeiros a misturarem-se com os soldados nacionais, algo que não acontecia nas missões passadas. ANG/RFI

 

 

terça-feira, 3 de maio de 2022

 Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

 
Liberdade de Imprensa/SINJOTECS preocupado com aumento do “jornalismo-militante” no país

Bissau, 03 Mai 22 (ANG)- A Presidente do Sindicato Nacional dos Jornalistas e Tecnicos da Comunicação Social (SINJOTECS )disse estar preocupada com o aumento do jornalismo-militante, na Guiné-Bissau, referindo-se aos profissionais com militância partidária declarada, publicamente, mas que continuam nas redações.

Foto Arquivo

Indira Correia Baldé que falava hoje à imprensa, no âmbito das celebrações do dia internacional da liberdade de imprensa criticou ainda aos jornalistas de terem medo de fazerem o seus trabalhos, por temerem  represálias.

“Na Guiné-Bissau, os jornalistas ou técnicos profissionais de comunicação social sentem medo de fazer um trabalho jonalistico dentro dos padões recomendados, por medo de serem retalhados ou despedidos”, disse Correia Baldé, que criticou que a liberdade de imprensa está a ser ameaçada.

Acrescentou que o fenómeno “jornalista-militante” continua a aumentar na sociedade guineense, e diz que descredibiliza o ser jornalista enquanto fazedor de opinião.

Perante esta situação, a Presidenta da SINJOTECS pediu aos jornalistas a serem profissionais comprometidos com o país, com Lei de imprensa, o Código Deontológico , a  Etica e o Estauto do jornalista, e não com indivíduos ou grupos.

Referindo-se  ao lema da jornada “Jornalismo Digital”, Correia Baldé destacou que a nova tecnologia democratizou o acesso a informação mas que também  impós vários desafios à media tradicional.

Acrescentou que as informações que  são publicadas muitas vezes são falsas e susceptíveis de  criaara conflitos.

“O papel que temos é de informar  para despertar, ajudar a população ou aos cidadãos a compreenderem os processos complicados de governação, e consciencilizá-los sobre como as decisões tomadas podem as afetar”, disse.

No âmbito dessa iniciativa da Sinjotecs,vários jornalistas, da nova e velha geração trocaram impressões sobre a necessidade de se acompanhar a evolução da digitalização enquanto jornalismo do futuro.

ANG/LPG//SG

                Mali/Junta militar rompe acordos de defesa com a França e a UE

Bissau, 03 Mai 22 (ANG) - A junta no poder no Mali anunciou no domingo que rompe os acordos de defesa com a França e os seus parceiros europeus envolvidos na luta contra os jihadistas implantados no país, após meses de um crescente mal-estar com Paris que se agudizou depois de os militares malianos terem tornado a assumir a totalidade do poder no ano passado, alguns meses apenas depois de um primeiro golpe de Estado em 2020.

Numa comunicação na televisão esta segunda-feira à noite, o porta-voz do governo maliano, o coronel Abdoulaye Maïga, anunciou que o executivo "denuncia" o acordo de cooperação em matéria de defesa concluído com Paris em 2014 assim como os Acordos do Estatuto das Forças que fixam o quadro jurídico da presença no Mali das forças francesas Barkhane e da força europeia Takuba.

Ao invocar uma "atitude unilateral" da França quando suspendeu as operações conjuntas com as forças malianas em Junho do ano passado e quando anunciou em Fevereiro a retirada das forças de Barkhane e Takuba, "novamente sem consultar o lado maliano", este responsável acusou a França de "múltiplas violações" do espaço aéreo maliano, apesar do estabelecimento pela junta de uma zona de exclusão aérea em grande parte do território.

"Á luz dessas falhas graves, bem como dos flagrantes ataques à soberania nacional do Mali, o governo da República do Mali decidiu denunciar o tratado de cooperação em matéria de defesa do dia 16 de Julho de 2014", acrescentou o coronel Abdoulaye Maïga especificando que esta decisão comunicada às autoridades francesas ontem à tarde, entra em vigor dentro de seis meses.

Já relativamente aos Acordos do Estatuto das Forças que fixam desde 2013 as modalidades da presença no país das forças Barkhane e Takuba, o porta-voz do governo maliano informou que a sua denúncia tem efeito imediato, isto numa altura em que a retirada da força francesa Barkhane, anunciada em Fevereiro, deve decorrer não de forma repentina, mas sim ao longo de 4 a 6 meses por motivos de segurança.

Isto sucede depois de meses de mal-estar entre a junta militar maliana e as autoridades francesas. Pouco depois do segundo golpe militar ocorrido em Maio de 2021, a França anunciou que pretendia a prazo reduzir os seus efetivos e redefinir a sua presença no Mali. Uma decisão que, na altura, foi qualificada de "abandono" pela junta militar.

Em Fevereiro, o embaixador francês no Mali foi expulso, numa nova expressão do mal-estar entre Paris e Bamaco, sendo que na semana passada as autoridades malianas suspenderam de forma permanente as emissões da RFI e da France 24 no seu território sob a acusação de "cobertura tendenciosa das notícias malianas". Igualmente há dias, a junta militar acusou abertamente as forças francesas de "espionagem" e "subversão" depois do Estado-maior francês ter divulgado vídeos do que afirma serem mercenários russos a enterrar corpos junto da base de Gossi, no centro do país, no intuito de acusar de crimes de guerra as forças francesas que se retiraram recentemente dessa base.

Nestes últimos meses, tanto os Estados Unidos como a França têm acusado a junta militar de recorrer a mercenários do grupo Wagner próximo do Kremlin. Acusações até agora desmentidas pelo Mali que fala de uma cooperação antiga de Estado para Estado. Entretanto, esta terça-feira, o chefe da diplomacia russa, Sergueï Lavrov, confirmou a presença de paramilitares desse grupo tanto na Líbia como no Mali, especificando que "isto nada tem a ver com o Estado russoe que é "numa base comercial". ANG/RFI

 

 

 ONU/António Guterres pede aos militares que devolvam poder ao povo em África

Bissau, 03 Mai 22 (ANG) - O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse no domingo que as juntas militares que tomaram o poder no Mali, Burkina Faso e Guiné Conacri devem devolver o poder ao povo "no mais curto espaço de tempo".

Em Dakar, capital do Senegal, António Guterres afirmou que nos países que viveram golpes de Estado nos últimos anos como no Mali, Burkina Faso e Guiné Conacri a ordem e a democracia devem ser restabelecidos "no mais curto espaço de tempo".

"Consideramos importante continuar com o diálogo com as autoridades efectivas [em Ouagadougou, Conacri e Bamako] para instaurar o regresso à ordem constitucional no mais curto espaço de tempo", disse António Guterres em conferência de imprensa em Dakar.

Este apelo chega um dia depois de a junta militar da Guiné Conacri ter anunciado que o processo de transição para uma situação constitucional normal, com eleições, deverá durar até 39 meses, um prazo que ultrapassa em muito o período recomendado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, CEDEAO.

O secretário-geral das Nações Unidas felicitou ainda Macky Sall, presidente do Senegal e atual presidente da União Africana, pela actuação desta organização internacional, como "modelo de organização regional" e ainda os seus esforços na luta contra o terrorismo.

Neste périplo por África, passando a seguir pelo Níger e pela Nigéria, António Guterres pediu aos países mais ricos que "passem aos actos" e dêm finalmente aos países do Sul os fundos prometidos no acordo de Paris para promover a transição energética neste continente.

Refletindo sobre o atual momento do História coletiva, o líder da ONU disse que África sofre de uma "tripla crise", alimentar, energética e financeira agravada pelos aumentos dos preços gerados pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia, sendo ainda afetada pela pandemia de covid-19, com 80% dos habitantes dos países africanos a não estarem vacinados.ANG/RFI

 

 

 
Festejos 1º de Maio e Ramadão/ Serviço de Urgência do HNSM regista duas mortes e três internados

Bissau, 03 Mai 22 (ANG) O Serviço da Urgência do Hospital Nacional Simaõ Mendes registou durante os dois dias do festejo do 1º de Maio e Ramadão, 79 casos, entre os quais 13 acidentes ,11 agressões físicas, e duas mortes resultantes de acidentes de viação.

De acordo com a enfermeira-chefe deste serviço, Signeia Samira Vaz, num balanço feito hoje à ANG , e comparativamente  ao ano passado, 2022 registou mais casos, tanto de agressões bem como de acidentes.

Signeia  Mendes aconselha a população em geral a fazerem celebrações  com moderação , evitando, o consumo excessivo de bebidas alcoolicas.

que em muita das vezes são maiores causadores das agressões ,brigas e acidentes que acabam ceifando vidas humanas.

ANG/MSC//SG

 Bruxelas/Comissão Europeia impõe novas sanções contra a Rússia

Bissau, 03 Mai 22(ANG) - A Comissão Europeia apresenta esta terça feira, 3 de Maio, o sexto pacote de medidas com impacto na economia em Moscovo. As sanções podem incluir a importação de petróleo.

Prevê-se que haja um embargo progressivo do petróleo da Rússia.

O objectivo desta medida é que a União Europeia deixe de comprar petróleo russo até ao final do ano. O chefe da diplomacia europeia adiantou que uma das novas sanções será excluir mais bancos russos do sistema bancário que permite transferências internacionais.

A Hungria declarou não apoiar a aplicação de quaisquer sanções que impossibilitem o envio de petróleo e gás russo para o país, informou o ministro húngaro dos Negócios Estrangeiros, Peter Szijjarto. O governante acrescentou que os carregamentos de petróleo russo através do oleoduto Druzhba representavam cerca de 65% das reservas de que o país necessita, garantindo não existirem rotas alternativas de abastecimento.

Por outro lado, a Eslováquia anunciou que vai procurar obter uma isenção de qualquer embargo que venha a ser aprovado, pela União Europeia, ao petróleo russo - no âmbito de um novo pacote de sanções contra a Rússia que tem vindo a ser debatido. 

A Itália pretende cortar a dependência do gás russo até o segundo semestre de 2024, afirmou o ministro da Transição Ecológica da Itália, Roberto Cingolani.

"Devemos ser autónomos no segundo semestre de 2024, podemos ficar sem importar gás russo", disse esta terça feira Roberto Cingolani em entrevista ao jornal La Repubblica.

Questionado sobre o mecanismo de pagamento de rublos proposto para o gás russo, Cingolani disse que a Comissão da Europeia tem de tomar uma decisão política "clara e inequívoca" para evitar que a responsabilidade seja transferida para os governos individuais e empresas de petróleo e gás.ANG/RFI

 

 

 
Dia dos Trabalhadores/ UNTG considera  intolerável o nivel da pobreza laboral do país

Bissau, 03 Mai 22 (ANG) – O Porta-voz  da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné(UNTG) considerou de intolerável o nível da pobreza laboral que se regista na Guiné-Bissau.

Em mensagem dirigida à classe trabalhadora guineense,  alusivo ao Dia Internacional dos Trabalhadores(1º de Maio), à que a ANG teve acesso,Malam Homi Indjai   afirma que a pobreza extrema fere a dignidade humana, mina a coesão social e a democracia e que representa  uma vulnerabilidade económica para o desenvolvimento do país.

 “Estamos a celebrar o 1º de Maio num contexto de elevado nivel de desemprego, de salário miserável e sobretudo de ataques à direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. Num contexto de elevada inflação, ou seja elevado aumento de preços de produtos no mercado nacional”, indicou o porta-voz da Central Sindical.

Por isso, disse que  a data não deve ser apenas de comemoração, mas sim de luta, de reflexões e de reivindicação.

Exortou os trabalhadores guineenses a fazerem do 1º de Maio, um dia de reivindicação, de reflexão, sobretudo no que se deve fazer para se encontrar soluções para os desafios que o país enfrenta actualmente.

Malam Homi Indjai acusou a governo de assumir uma  postrura “irresponsável” face aos disafios das dívidas  aos trabalhdores.

Acrescentiou  que executivo tem estado a tomar medidas inapropriadas, de forma unilatreral, para manter um ambiente saúdavel de relacionamento.

O porta- voz da UNTG reafirmou a disponibilidade e o compromisso inabalável de prosseguir com os esforços para o alcance da justiça laboral, paz efetiva e duradoura, que diz serem condições essenciais para o desenvolvimento, através de diálogo franco, aberto e construtivo com todos os segmentos da  sociedade.

Malam Homi Indjai saudou à todos os trabalhadores sindicalistas e lideres sindicais pela  coragem e abnegação e pelo trabalho árduo que fazem e pede que  continuassem empenhados na produção, contribuindo para o desenvolvimento colectivo do país.  ANG/LPG//SG

 Ucrânia/Meio milhão de ucranianos foram levados à força para a Rússia – Zelensky

 Bissau, 03 Mai 22 (ANG) – O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse segunda-feira que meio milhão de ucranianos foram “levados ilegalmente para a Rússia” e que, por isso, os civis que ainda estão na fábrica siderúrgica Azovstal estão com medo de sair.

Em entrevista ao canal estatal de televisão grego ERT, Zelensky referiu que os civis de Mariupol estão com medo de entrar nos autocarros que a ONU e a Cruz Vermelha estão a disponibilizar para retirar as pessoas ainda “presas” na cidade porque têm medo de ser levados à força para a Rússia.

Zelensky sublinhou que o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, garantiu, na sua visita à Ucrânia e encontro com o Presidente, na quinta-feira passada, que as pessoas que seriam retiradas daquela cidade portuária iriam para uma área controlada pelo Governo ucraniano.

“Queremos acreditar nisso”, afirmou.

O Presidente ucraniano admitiu que, apesar de a ONU estar envolvida no processo, a retirada de civis da cidade ocupada “tem sido muito difícil” e lamentou que a evacuação não inclua “soldados nem feridos”.

Um dos exemplos mais palpáveis de que a Rússia não pode ser confiável, disse Zelensky, foi o ataque com vários mísseis lançado contra Kiev durante a visita do secretário-geral das Nações Unidas, que foi à capital da Ucrânia depois de ir a Moscovo para conversar com o Presidente russo sobre a possibilidade de retirar civis das regiões ocupadas.

O líder ucraniano lembrou que há autocarros prontos para levar hoje civis da fábrica Azovstal para a cidade de Zaporijia.

“De Zaporijia em diante temos o controlo, ou seja, a partir daí somos responsáveis e podemos levá-los para um lugar seguro e dar-lhes alojamento temporário até que tenham a oportunidade de voltar”, explicou.

No entanto, até chegarem àquela cidade, a cerca de 220 quilómetros de Mariupol, os civis terão de passar por “um calvário muito difícil”, já que correm o risco de serem levados para território russo, possibilidade que, segundo referiu, explicou a Guterres durante a visita.

O secretário-geral da ONU assegurou-lhe, no entanto, que iria assumir, ele próprio e “a 100%”, a responsabilidade pela situação, adiantando que o acordo com a Rússia prevê que as pessoas retiradas cheguem a território controlado pelo Governo ucraniano.

Zelensky referiu ainda, na entrevista, estimar que os danos causados a infraestruturas pelos ataques russos representem perdas de cerca de 57 mil milhões de euros, valor que contabiliza apenas as áreas controladas pela Ucrânia, já que nos territórios ocupados “não é possível analisar nada”.

A Rússia lançou, na madrugada de 24 de fevereiro, uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de 2.700 civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A guerra causou a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, mais de 5,3 milhões das quais para os países vizinhos.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

ANG/Inforpress/Lusa

sexta-feira, 29 de abril de 2022

   Prevenção contra coronavirus

No plano individual deve-se  manter o distanciamento físico, usar  uma máscara,  lavar as mãos  regularmente e tossir fora do alcance  dos outros. Façam  tudo isso!

A nossa mensagem às populações e aos governos é clara. Façam tudo isso!"

                                        ( Tedros Adhanom Ghebreyesus - DG da OMS)

Turismo/Missão portuguesa em Bissau para promoção das potencialidades turísticas do Arquipélago de  Bijagõs

Bissau, 29 Abr 22(ANG) – Uma missão portuguesa constituída de diferentes instituições, atrizes de telenovelas e revistas promotoras de turismo encontram-se no país para ajudar na divulgação das potencialidades turisticas do arquipélago de Bijagós.

Após um encontro mantido esta sexta-feira com a missão portuguesa, o ministro do Turísmo e Artesanato, Fernando Vaz disse que a Guiné-Bissau vai ganhar muito com a vinda dessa missão.

“Como uma das actrizes afirmou, a Guiné-Bissau, depois de 500 anos da colonização portuguesa, é quase desconhecida, ou seja, a maioria  das pessoas não sabem que existe um  arquipélago de Bijagós com praias fabulosas”, sublinhou o governante.

Fernando Vaz  frisou que o país só tem a ganhar com a divulgação das suas potencialidades turísticas, feitas por actrizes de renome em Portugal e não só.

“Será uma promoção ímpar que vamos ter dos nossos destinos turísticos dos Bijagós e por isso espero que rapidamente sejamos um país de destino turístico, à semelhança daquilo que é Cabo Verde hoje”, salientou.

Fernando Vaz sublinhou  que a Guiné-Bissau tem enorme potencialidade turística, e afirma que em quase tudo é ainda virgem para se aproveitar, acrescentando que é isso que vai ser divulgado e mostrado aos portugueses.

 Caetano Pestana, representante da companhia aérea EuroAtlantic e um dos integrantes da missão, afirmou que viajam para a Guiné-Bissau, há vários anos, quando a TAP deixou de voar para Bissau.

Disse que, na altura se aperceberam  das dificuldades que os doentes da Guiné-Bissau enfrentavam para chegar à   Lisboa.

“Nós entendemos que, primeiro, era necessário ligar Bissau ao Mundo, depois conhecer os Bijagós Foi criado um Fam-Trip de operadores turístico há alguns anos atrás, graças ao dinamismo do actual ministro do Turismo Fernando Vaz”,  disse.

Caetano Pestana sublinhou que nenhum operador turístico português queria vir para a Guiné-Bissau, porque as notícias do país que chegavam à Lisboa eram de insegurança e de outras coisas desagradáveis e nunca do lado bonito do país.

Disse que vão continuar a trabalhar para inverter a situação e  mostrar o lado positivo da Guiné-Bissau.ANG/ÂC//SG

                   

Desporto/Governo promete trabalhar para que o país possa receber em casa alguns  jogos da fase de eliminatória do próximo CAN-2023

Bissau, 29 Abr 22 (ANG) – O Diretor-geral dos Desportos disse hoje, em entrevista a ANG, que o Governo está a diligenciar para que as obras de reabilirtação de relvado do Estádio Nacional 24 de Setembro estejam prontos, para que alguns jogos da eliminatória do próximo CAN-2023 possam ser realizados em casa.

Alberto da Silva Dias  disse que o Governo, através do Ministério da Juventude e Desporto, reconhece que a sociedade guineense, e sobretudo os amantes de desporto, estão preocupados com  notícias que avançam que o país  não vai poder, de novo,  receber os jogos de eliminatória do próximo CAN-2023 em casa, devido a mau estado de relvado do estádio 24 de Setembro.

“As obras de Estádio Nacional 24 de Setembro praticamente já terminaram. O unico problema que o levou  a ser proibido de  não receber os jogos das provas internacionais , tem a ver com o seu estado de relvado, razão pela qual, mesmo demorando um pouco, o Governo pretende ultrpassar essa situação, para que o mesmo possa servir o país, por muitos anos”,disse o DG de Desporto.

 Alberto da Silva Dias  declarou que o Governo está muito engajado para que a reabilitação de relvado de Estádio Nacional 24 de Setembro possa terminar à tempo, acrescentando  que a única dificuldade registado até ao momento, tem a ver com a embarcação dos matériais adequiridos  no estrangeiro para o país.

Quanto a participação da imprensa desportiva na cobertura das  provas internacionais em que Selelção Nacional de Futebol tem participado, aquele responsável defendeu que o governo é consciente de que a população guineense precisa ser informado sobre os assuntos da sua Selecção.

“A grande verdade é que quando se fala do poder financeiro, muitas vezes este fenómino faz com que os planos traçados pelo Governo, por vezes, não se concretizam na sua plenitude. Contudo, a actual Direcção do  Ministério está a trabalhar para que, nas próximas provas internacionais em que o país participa, um certo núcleo da imprensa nacional possa tomar parte, sem quaisquer constrangimentos”, disse o DG dos Desportos, Alberto Dias, em declarações a ANG.

As declarações do DG dos Desportos surgem numa altura em que, segundo fontes da Federação Nacional de Futebol da Guiné-Bissau, tudo está tratado para que Marrocos acolhesse os jogos que os Djurtos deverão realizar em casa, no quadro da eliminatória para o CAN/23, a ter lugar na Costa do Marfim.

Recentemente foi divulgado, nas redes sociais, que provavelmente, os Djurtus vão disputar os seus”jogos de casa” no Senegal.ANG/LLA//SG

 

 

 

  

 

Ensino Superior/Ministro Mbundé admite possibilidades de haver mais formação, em Medicina, para estudantes guineenses, em  Venezuela

Bissau, 29 Abr 22(ANG) – O ministro do Ensino Superior  e investigação Cientifica da Guiné-Bissau admitiu, em declarações ao jornal Nô Pintcha, que o país pode voltar a enviar mais estudantes à Venezuela para formação no dominio de medicina.

Timóteo Saba M´bundé fazia ao semanário estatal o balanco da sua recente viagem a este país Sul americano.

O Ministro do Ensino Superior  Investigação Científica disse que teve oportunidade de conversar com o responsável do Ensino Superior da Venezuela e que há possibilidade de haver mecanismos, a curto prazo, para que as partes possam concretizar parcerias no dominio da formação.

Bissau e Caracas asinaram em 2009 um acordo que permitiu a Venezuela receber estudantes guineenses que formaram em medicina e que hoje esão a dar as suas contribuições em diferentes hospitais do país.

Segundo Timóteo Saba M´bundé a Venezuela pode ser um parceiro estratégico da Guiné-Bissau, porque para além de ser  membro da Organização dos paises Exportadores de Petróleo( OPEO) é um país sul americano muito importante e estratégico com o qual o Guiné-Bissau partilha convicções ideológicas, politicas e históricas. 

O governante guineense esteve em Caracas a  participar na conferencia internacional contra o fascismo, qua assinala o XX aniversáriio do golpe perpetrado contra Hugo Cháves, ente  11 e 12 Abril de 2002, que acabou por não se concretizar, devido a intervenção de uma ala das forças armadas e dos  protestos realizados pelo povo, acabando por  recolocar  Cháves no poder.

Revelou  que nas conversas que teve com o ministro das relações exteriores e o vice-ministro venezuelano para África estes demonstraram  a disponibilidade de seu governo de estreitar relações de cooperação e  amizade com a Guiné-Bissau.

Segundo Timóteo Saba M´bundé , os dirigentes venezuelanos aproveitaram a sua presença para manifestar solidariedade para com as autoridades guineenses, em decorrência da tentativa de golpe de Estado do passado dia 01 de Fevereiro. ANG/ Nô Pintcha

 

 

  ONU/Mais de 3.000 pessoas morreram no mar em 2021 a caminho da Europa

Bissau, 29 Abr 22(ANG) – Mais de 3.000 pessoas morreram ou desapareceram ao tentar alcançar a Europa através das rotas migratórias do Mediterrâneo e do Atlântico durante o ano de 2021, o dobro do número registado no ano anterior, divulgou hoje a ONU. 

“Deste total, 1.924 pessoas foram dadas como mortas ou desaparecidas nas rotas do Mediterrâneo central e ocidental, enquanto outras 1.153 morreram ou desapareceram na rota marítima do noroeste da África, para as ilhas Canárias”, afirmou a porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) em Genebra, Shabia Mantoo.

Em 2020, foram registadas 1.544 mortes nas duas rotas.

“Surpreendentemente, desde o início do ano, mais 478 pessoas morreram ou desapareceram no mar”, referiu Mantoo.

Segundo o ACNUR, é preciso uma nova estratégia para a protecção dos refugiados que fazem viagens perigosas ao longo das rotas para a Europa – através do Mediterrâneo central e ocidental e do Atlântico –, pelo que apelou à doação de 163,5 milhões de dólares (cerca de 155 milhões de euros) para criar rotas alternativas e evitar que as pessoas se tornem vítimas de traficantes.

“A abordagem exige maior assistência humanitária, apoio e soluções para pessoas que precisam de protecção internacional e para sobreviventes de graves abusos dos direitos humanos”, explicou a organização, em comunicado.

O apelo dirige-se a 25 países de quatro regiões diferentes ligadas pelas mesmas rotas terrestres e marítimas que são usadas pelos migrantes, requerentes de asilo e refugiados e incluem países de origem, de partida, de primeiro asilo, de trânsito e países de destino.

De acordo com o ACNUR, a pandemia de covid-19 e o consequente encerramento de fronteiras tiveram impacto nos fluxos migratórios, com muitos refugiados e migrantes a recorrerem a traficantes para tentar chegar à Europa.

A maioria das travessias marítimas são feitas em barcos insufláveis, geralmente sobrelotados e em más condições, adiantou a agência de refugiados das Nações Unidas no comunicado, acrescentando que muitas dessas embarcações esvaziam-se ou acabam por se virar, provocando a morte de muitos ou todos os passageiros.

“A viagem marítima feita a partir de Estados costeiros da África ocidental, como o Senegal ou a Mauritânia, com destino às ilhas [espanholas] Canárias é perigosa e pode levar até 10 dias”, lembrou a porta-voz do ACNUR, referindo que “muitas embarcações se desviam da sua rota e desapareceram sem deixar rasto”.

De acordo com a agência da ONU, as rotas migratórias terrestres também continuam a ser “altamente perigosas”, com a organização a admitir que o número de mortes em travessias feitas através, por exemplo, do deserto do Saara ou por áreas remotas de fronteira poderá ser maior do que o registado nas viagens por mar.

Entre os abusos relatados por pessoas que percorreram essas rotas de migração contam-se execuções extrajudiciais, detenções ilegais e arbitrárias, violência sexual e de género, trabalho forçado, escravatura e casamentos forçados.

ANG/Inforpress/Lusa

 


Sindicalismo
/CGSI-GB propõe ao governo  a redução,  em 50 por cento, dos subsídios de representação e  de membros do executivo

Bissau, 29 Abr 22 (ANG) – O Presidente da Confederação Geral dos Sindicatos Independentes da Guiné-Bissau-Central Sindical (CGSI-GB/CS) propõe ao governo a redução, em 50 por cento, do número de membros do governo e os subsídios de representação, durante todo o período em que prevalecer a Guerra na Ucrânia.

 “A situação que o país atravessa é preocupante, a todos os níveis. Acredito que para a classe trabalhadora  ainda é mais difícil, com  perda de poder de compra, provocada pela pandemia da Covid-19”, frisou Filomeno Cabral no encerramento do seminário de dois dias subordinado ao lema: Desafios do Sindicalismo no Contexto Guineense Atual.

Aquele responsável sindical disse que a recente decisão do primeiro-ministro de reduzir os assessores e conselheiros é insignificante e que deve ser acompanhada de outras acções, nomeadamente, cortes de algumas despesas dos titulares de órgãos  da soberania.

Cabral criticou que em plena crise pandémica as autoridades guineenses tiveram a coragem de acrescentar algumas taxas e impostos no Orçamento Geral do Estado de 2020,  e acrescenta que o mais grave foi, sobretudo, o aumento dos subsídios de representação dos órgãos da soberania, sem no entanto mexer no salário dos trabalhadores.

Apelou ao governo para convocar, com urgência, o Conselho Permanente de Concertação Social para se discutir, entre outras as questões, o aumento do preço dos produtos da primeira necessidade no mercado, do combustível e transportes.

Apela ainda que o governo agilize o processo de pagamento, reembolso e evacuação dos reformados e beneficiários do Instituto Nacional da Segurança Social(INSS), junto das Finanças, e que o novo  Código Laboral aprovado pelos deputados seja promulgado e publicado.

O sindicalista chamou a atenção ao governo que cesse o que diz ser  “perseguições aos órgãos de comunicação social público e privado”.

Defendeu a despartidarização da Administração Pública, para dar primazia ao mérito e  competência e premiar os que merecem.

Por seu turno, a Diretora-geral do Trabalho, Assucénia Seide Donato, em representação do ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social garantiu que o ministério está a reajustar algumas normas integradas no novo Código laboral para se iniciar a sua aplicação prática.

ANG/DMG/ÂC//SG