terça-feira, 9 de setembro de 2025

Ucrânia/ Zelensky acusa Rússia de matar mais de 20 civis em bombardeamento

Bissau, 09 set 25(ANG) - O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou hoje a Rússia de matar mais de 20 civis num bombardeamento sobre uma aldeia na região de Donetsk, no leste da Ucrânia.


"Um ataque aéreo russo brutalmente selvagem sobre a povoação rural de Yarova, na região de Donetsk. Diretamente sobre pessoas. Civis comuns. No preciso momento em que as pensões estavam a ser pagas. Segundo informações preliminares, mais de 20 pessoas foram mortas. Não há palavras... As minhas condolências a todas as famílias e entes queridos das vítimas", disse Zelensky.

O Presidente ucraniano defendeu que "tais ataques russos não devem ficar sem uma resposta adequada por parte do mundo. Os russos continuam a destruir vidas (...). O mundo não deve permanecer em silêncio".

"O mundo não deve permanecer inerte. É necessária uma resposta dos Estados Unidos. É necessária uma resposta da Europa. É necessária uma resposta do G20. São necessárias ações firmes para que a Rússia deixe de causar mortes", acrescentou Zelensky.

Zelensky publicou um vídeo que mostra corpos espalhados pelo chão, próximos de uma carrinha muito danificada que era utilizada pelos correios ucranianos, principalmente para distribuir pensões em zonas rurais.

O governador regional, Vadym Filashkin, indicou que o ataque aéreo provocou "pelo menos 21 mortos" e o mesmo número de feridos.

"Esta não é uma ação militar, é puro terrorismo (...). As equipas de resgate, os médicos, a polícia e as autoridades locais estão na área" afetada pelo bombardeamento, acrescentou Filashkin.

A aldeia de Yarova está localizada a menos de dez quilómetros da linha da frente com a Rússia. Tinha uma população de cerca de 1.800 habitantes antes da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.ANG/Lusa

 

Coreia de Sul/Seul vai enviar avião para repatriar mais 300 trabalhadores sul-coreanos detidos nos EUA

Bissau, 09 Set (ANG) – A Coreia do Sul vai enviar um Boeing 747-8i da Korean Air aos Estados Unidos para repatriar os mais de 300 trabalhadores sul-coreanos detidos na operação de imigração realizada numa Mega fábrica da Hyundai na passada sexta-feira.

O avião partirá o mais tardar esta quarta-feira do Aeroporto Internacional de Incheon com destino ao aeroporto Hartsfield-Jackson, em Atlanta, Geórgia (EUA), segundo fontes da indústria da aviação citadas hoje pela agência de notícias local Yonhap.

Seul já tinha anunciado que os mais de 300 trabalhadores sul-coreanos detidos após uma grande operação de imigração numa fábrica da Hyundai no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, iriam ser libertados e levados para casa.

As autoridades de imigração dos Estados Unidos anunciaram na sexta-feira que detiveram 475 pessoas, a maioria delas cidadãos sul-coreanos, quando centenas de agentes federais procederam a uma inspeção na fábrica da Hyundai na Geórgia, onde a marca sul-coreana tem uma linha de montagem de veículos elétricos.

Os agentes concentraram-se numa fábrica ainda em construção, na qual a Hyundai fez uma parceria com a LG Energy Solution para produzir baterias que alimentam veículos elétricos.

O chefe da diplomacia sul-coreana, Cho Hyun, anunciou no último fim de semana que mais de 300 nacionais da Coreia do Sul tinham sido detidos e que viajaria pessoalmente para os Estados Unidos para tentar acordar com as autoridades norte-americanas uma solução para o caso.

A operação foi a mais recente de uma longa série de inspeções realizadas no quadro da agenda de deportação em massa da Administração do Presidente Donald Trump.

Ainda assim, distingue-se pela dimensão e porque o local visado tem sido apresentado como o maior projeto de desenvolvimento económico do estado da Geórgia.

Por outro lado, a operação também surpreendeu Seul, que é uma importante aliada de Washington. Em julho, a Coreia do Sul concordou em comprar aos Estados Unidos 100 mil milhões dólares (85,37 mil milhões de euros) de energia, assim como fazer um investimento em território norte-americano de 350 mil milhões de dólares (298,8 mil milhões de euros) em troca da redução das tarifas alfandegárias decretadas por Trump.

Há cerca de duas semanas, por outro lado, os dois chefes de Estado encontraram pela primeira vez na Casa Branca.

O episódio voltou a colocar em discussão a denúncia constante das empresas sul-coreanas sobre a falta de vistos adequados para enviar técnicos às suas fábricas nos Estados Unidos. A ausência de autorizações de trabalho adequadas levou muitos trabalhadores a viajar com vistos que não lhes permitiam realizar tarefas nas obras em causa, segundo Seul.

Paralelamente, o recente acordo comercial assinado com a administração Trump inclui compromissos de investimento por parte de Seul em áreas-chave como baterias e semicondutores, o que aumenta ainda mais a necessidade deste tipo de pessoal especializado.

O caso gerou um descontentamento geral na Coreia do Sul, que incluiu protestos em Seul. Uma pesquisa da Realmeter publicada na terça-feira mostrou que quase 60% dos cidadãos se declararam profundamente decepcionados com o governo norte-americano do Presidente Donald Trump devido a medidas consideradas excessivas, contra 31%, que disseram entender a medida como uma ação inevitável das autoridades migratórias americanas.ANG/Inforpress/Lusa


Conflito Médio Oriente/Ministro da Defesa de Israel ameaça destruir a cidade de Gaza

Bissau, 09 Set 25(ANG) - O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, disse hoje que Gaza vai ser destruída se o Hamas não libertar os reféns.

"Hoje, uma poderosa tempestade, semelhante a um furacão, atingirá os céus da cidade de Gaza", ameaçou Katz numa mensagem divulgada através das redes sociais.

O ultimato do ministro israelita ocorreu depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter emitido um "aviso final" ao movimento palestiniano que controla Gaza, pedindo que libertasse todos os reféns.

No dia 07 de outubro de 2023, o Hamas atacou Israel fazendo 1.200 mortos tendo sequestrado 250 pessoas.

A resposta militar de Israel contra o enclave palestiniano fez até ao momento mais de 60 mil mortos, de acordo com o Hamas.

Atualmente decorre uma operação militar israelita concentrada na cidade de Gaza, no norte do enclave.

"Este é um último aviso aos assassinos e violadores do Hamas em Gaza e nos hotéis de luxo no estrangeiro: libertem os reféns e deponham as vossas armas, ou Gaza será destruída e serão aniquilados", acrescentou o ministro da Defesa de Israel na mesma mensagem.ANG/Inforpress/Lusa


Costa do Marfim/Primeiro-ministro lança alerta sobre febre de Lassa que provoca 100 mil mortes anualmente no espaço CEDEAO

Abidjan, 09 Set 25 (ANG) – O Primeiro-ministro da Côte d´Ivoire alertou, segunda-feira, que a febre de Lassa é responsável por cerca de 300 mil  infeções anuais na África Ocidental,  das quais 100 mil resultam em mortes .

Robert Beugré Manbé discursava na Conferência internacional da CEDEAO sobre a febre de Lassa, promovida pela Organizada Oeste Africa da Saúde(OOAS) em Abidjan, na Côte d`Ivoire, em colaboração com  o governo da Côte d´Ivoire e a OMS.

A conferência deve durar quatro dias e reúne  cerca de 500 participantes,  cientistas, investigadores, médicos, decisores políticos, profissionais de saúde de estados membros da CEDEAO. 

O chefe do Governo ivoiriense destacou que até Maio  deste ano, mais de 65 epidemias foram registadas no continente africano, e que só a Cólera provocou cerca de seis mil mortes.

“Face à esta situação temos a obrigação de agir com vigor e rigor para proteger a saúde da nossa população e a assegurar um bem-estar. Neste quadro, muitas iniciativas  em curso merecem ser reforçadas. Tratam-se, nomeadamente, da prevenção, preparação e de resposta à estas epidemias”, disse  Mandé.

Acrescentou que a OOAS se empenha ativamente na gestão de ameaças e as crises sanitárias existentes no espaço CEDEAO, através  de estratégias que estão na origem da realização desta conferência .

Felicitou a OOAS pelas ações de assistência técnica que dispensa aos serviços competentes dos estados da região,  face as exigências sanitárias, não obstante os  raros recursos financeiros mobilizáveis.

“A presente conferência sob o tela “Para além das Fronteiras” vai reforçar a cooperação regional, para lutar contra a febre de Lassa e as doenças infectuosas emergentes”, disse.

Para Robert Beugré Mandé a conferência representa uma ocasião para se aprofundar a  reflexão sobre a segurança sanitária ligada à doenças emergentes no espaço CEDEAO.

Felicitou à todos os peritos e investigadores que deverão debater e partilhar experiências  e sobretudo propor soluções  aos decisores, a fim de diminuir o sofrimento das populações dos efeitos da febre de Lassa e outras doenças emergentes.

O Primeiro-ministro da Côte d´Ivoire disse estar convencido de que é preciso uma nova linguagem e nova visão que recaem, essencialmente, sobre a prevenção e atenuação dos riscos.

Disse que a  cooperação e solidariedade regional devem ser uma saída da luta contra as doenças ditas emergentes.

Robert Mandé sublinha  que cada estado da CEDEAO  deve beneficiar  de apoio multiforme de estados vizinhos , porque os vírus das doenças não têm fronteiras.

“Devemos todos ter o espírito de que uma epidemia localizada num país do espaço CEDEAO é  capaz de propagar para outros países da região. Os  estados  devem se esforçar,  em conjunto, para conter as  epidemias nas fontes, a fim de evitar as suas propagações",. Disse

Reafirmou o engajamento do seu país no apoio à todas as iniciativas que visam o combate as epidemias no conjunto dos países membros da CEDEAO e disse desejar que a conferência seja capaz de produzir soluções concretas a serem submetidos aos decisores dos estados da região .

“Individualmente cada país pode fazer bem mas coletivamente um país pode ser excelente”, vincou.

A frebe de Lassa, de origem animal(rato) é considerado um dos desafios de saúde pública mais persistente da África Ocidental.

Segundo um comunicado distribuído à imprensa, a OOAS e seus parceiros promovem a conferência de Abidjan  para partilha das mais recentes avanços  científicos, e estratégias inovadoras de controlo e abordagem colaborativas, para a prevenção, diagnóstico e tratamento de Lassa- uma febre hemorrágica viral  endémica  em parte de África Ocidental, associada a elevada morbilidade e mortalidade.

Para além de discursos, a conferência ainda contempla  atividades em formatos de  painéis e workshops técnicos, em que são abordados os avanços de desenvolvimento de vacinas e diagnósticos; envolvimento comunitário e estrategas de preparação; vigilância,  resposta a surtos e colaboração transfronteiriça; quadro político para um controlo sustentável e de eliminação das doenças.

A conferência ainda inclui  uma mesa-redonda ministerial, co-presidida pelo Diretor-geral da Organização Oeste Africana da Saúde, Melchior Athanase Aissi, pelo ministro da Saúde  e Bem-Estar Social da Nigéria, Professor Muhammad Ali Pate e pelo ministro da Saúde , Higiene Pública e da Cobertura Universal da Saúde da Côte d´Ivoire, Pierre N´Dimba.

A febre de Lassa, refere o comunicado, representa uma séria ameaça a saúde pública , e uma em cada cinco infeções resulta em doença grave e o vírus afeta vários órgãos, como o fígado, o baço e os rins.

“Para além do impacto na saúde , a inexistência de uma vacina e a ausência  de um medicamento antiviral aprovado acarreta graves consequências socioecónomicas, sobretudo para comunidades rurais desfavorecidas”, lê-se no comunicado.

A Guiné-Bissau é representada  nesta conferência pelo ministro da Saúde Pública, Augusto Gomes.

O DG da OOAS disse que a conferência é um apelo à ação para enfrentar os desafios persistentes associados à febre de Lassa, promovendo avanços na investigação, nos diagnósticos e em soluções  lideradas pelas comunidades, ao  mesmo tempo que reforça as estratégias de preparação e resposta contra  doenças zoonóticas. ANG

(Despacho de Salvador Gomes, jornalista convidado pela CEDEAO para cobertura da conferência)


Eliminatória Mundial 2026
/Guiné-Bissau vence Djibuti por (2-0) e regressa às vitórias

Bissau, 09 set 25(ANG) - A seleção nacional de futebol da Guiné-Bissau(Djurtus), bateu esta segunda-feira (08-09), a sua congénere de Djibuti por (2-0), no jogo da oitava ronda do grupo A, da zona africana de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2026.

O Jogo disputado no Estádio Nacional 24 de Setembro, tendo os Djurtus entrados com muita pressão, encostando os adversários atrás da linha de bola e criaram muitas ocasiões de golo na baliza de Djibuti.

Os Djurtus carregavam sistematicamente e Djibuti só jogava no seu campo, saindo em contra-ataque. Contudo, o conjunto comando por Emiliano Té não tirava o pé no acelerador.

À medida que o jogo prosseguia, só restava a Guiné-Bissau no jogo, porém o caminho de golo era praticamente invisível para os Djurtus com falhanços incríveis, levando o desafio ao intervalo sem golos (0-0).

Partida recomeçou com a mesma intensidade, Guiné-Bissau carregava fortemente e Djibuti manteve a sua estratégia de “ante-jogo”, tentando quebrar o ritmo que os Djurtus imprimiam no jogo. Aos 54 minutos, Iano Simão Imbeni fez levantar todo o Estádio Nacional 24 de Setembro, com uma “bomba” de longa distância e a bola só parou no fundo da baliza.

A Guiné-Bissau segue-se com a supremacia no jogo e público também encantava o desafio nas bancadas com o ritmos tradicionais, revelando claramente a satisfação pelo nível do jogo apresentado pelos comandos do mister Emiliano.

Apesar da desvantagem no marcador, a turma de Djibuti não parava de tentar à baliza adversária, porém foram os Djurtus que acabaram por aumentar a vantagem para duas bolas a zero, desta vez, com assinatura de Fali Candé, aos 82 minutos, valendo assistência de Mamadi Camará.

Mesmo com a vantagem, a Guiné-Bissau não parava de pressionar, chegando cada vez mais na área adversária, contudo, o resultado manteve até ao fim da partida, com a turma guineense a regressar aos triunfos após 10 jogos sem ganhar.

Com este resultado, a Guiné-Bissau alcança 10 pontos na tabela classificativa, mas sem hipótese para qualificar à fase final do Campeonato do Mundo de 2026.ANG/Fut 245

 

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Saúde Pública/Diretor Geral do HNSM perspetiva organizar uma “Jornada de Reflexão” para fazer face aos problemas sanitários  

Bissau, 08 set 25 (ANG) – O Diretor Geral do Hospital Nacional Simão Mendes(HNSM) perspetiva organizar uma “Jornada de Reflexão”, com a duração de cerca de uma semana,  para melhorar a qualidade dos serviços prestados e para fazer face aos problemas sanitários e enfrentar os desafios da atualidade e do futuro.

Em declarações exclusivas hoje à ANG, sobre as dificuldades no funcionamento deste maior estabelecimento hospitalar do país,  e das suas perspetivas, Vito José Henriques Mendes Pereira disse que a proposta para o efeito vai ser brevemente submetida ao governo, através do Ministério da Saúde Pública.

Vito Pereira afirmou que esta melhoria passa pela criação ou elaboração do manual de avaliação do desempenho do pessoal, o reforço do regulamento do funcionamento do Hospital Nacional Simão Mendes, na organização de recursos humanos, na identificação dos seus principais problemas e indicar soluções.

Acrescentou que, estes são entre outros assuntos que serão objectos de discussão na Jornada de Reflexão que se perspetiva realizar sobre o funcionamento do Hospital Simão Mendes.

“Este é o maior Hospital. É um hospital de referência e nele tem que estar bons e melhores técnicos, a começar com critério de seleção e a Jornada servirá para  apresentar um conjunto de propostas que visam melhor o funcionamento do hospital”, assegurou Vito Pereira.

Informou que, o Laboratório do hospital funciona 24h/24h, o Serviço de Urgência melhorou parcialmente em termos de atendimento, apesar de insuficiente, o Bloco Operatório, que outrora deparava com dificuldade no funcionamento, melhorou-se consideravelmente.

Nesta entrevista, o Director Geral do Hospital Simão Mendes disse que assumiu o estabelecimento hospitalar numa situação um pouco “deplorável”, mas com a determinação de promover melhorias, porque na altura os serviços chaves quase não  funcionava.

Vito Pereira reconheceu que o Hospital Nacional Simão Mendes está com falta de recursos humanos em quantidade e qualidade, situação que reflete diretamente no atendimento, sublinhando que são questões que estão a ser reduzidas paulatinamente, com fixação de lista de escalas dos técnicos.

Disse que, a insuficiência dos recursos humanos tem a ver com fuga de quadros, após formação,  para o exterior do país.

Dai que, o Director Geral pediu a celeridade do executivo no processo de colocação do pessoal estagiário para suprir a insuficiência dos recursos humanos que se regista no Hospital Simão Mendes, para garantir a estabilidade emocional e profissional, porque as vezes alegam falta de recursos financeiros para ir ao trabalho.

Em relação as afirmações dos analistas, segundo as quais os serviços do Hospital são assegurados pelo pessoal estagiário, Vito José Henriques Mendes Pereira recusou tais afirmações, informando que o pessoal nesta situação trabalham acompanhados por um médico sénior, com capacidade técnica e experiência comprovada, mas em nenhum momento os serviços são dirigidos apenas por estagiários.

De acordo com o Vito Pereira o pessoal estagiários,  são as que beneficiaram de investimento do Estado e estão a espera de colocação da parte do governo, tendo renovado o seu pedido ou mais atenção do governo no sentido de proceder a sua colocação o mais rápido possível.

Interrogado sobre o número exato do pessoal em falta no Hospital Simão Mendes, Vito José Henriques Mendes Pereira disse que há insuficiências do pessoal em quase todas as áreas, desde enfermeiros, médicos, anestesistas ou seja em termos gerais o estabelecimento precisa no mínimo de 600 técnicos para colmatar as lacunas.

Porque o Hospital conta com 600 camas de internamento, dividido por 40 serviços, que funcionam 24/24 horas, por isso defendeu politica de retenção de quadros.

Em relação ao Centro de Hemodiálises disse que funciona com normalidade.

Quanto ao oxigénio, informou que a fábrica está a funcionar muito bem e o hospital dispõe do oxigênio suficiente para atender as necessidades dos utentes ou seja o hospital nunca teve rotura de oxigênio.  ANG/LPG/ÂC

                 Israel/ Tiroteio em Jerusalém faz, pelo menos, cinco mortos

Bissau, 08 set 25(ANG) - Pelo menos, cinco pessoas morreram num tiroteio em Jerusalém, Israel, esta manhã, que está a ser considerado como um ataque terrorista pelas autoridades.

Os serviços de socorro israelita Magen David Adom (MDA), dizem que as vítimas eram um homem na casa dos 50 anos e três na casa dos 30.

Quanto ao quinto morto, seria uma mulher também na casa dos 50 anos e que, diz o MDA, terá morrido já no hospital.

Pelo menos, sete vítimas estão em estado muito grave (sendo que inicialmente se falava em cinco), duas em estado grave e três feridos ligeiros que terão sofrido lesões dos vidros no local. 

"Foi uma cena muito difícil", disse o enfermeiro Fadi Dekaidek, que trabalha no hospital que recebeu os feridos, citado num comunicado divulgado pelo serviço de emergência.

"Os feridos estavam deitados na estrada e no passeio perto de uma paragem de autocarro, alguns deles inconscientes", afirmou Dekaidek.

O ataque terá tido como alvo um autocarro que passava num importante cruzamento na entrada norte de Jerusalém, numa estrada que conduz a colonatos judaicos localizados em Jerusalém Oriental.

As autoridades reportam que dois "terroristas foram neutralizados"esclarecendo que ambos foram mortos a tiro por um soldado que estaria na zona e armado.

"Um agente de segurança e um civil que estavam presentes no local dispararam contra os terroristas, que foram neutralizados", afirmou a polícia.

O Times of Israel avança que os atiradores seriam palestinianos provenientes de Ramallhahh, na Cisjordânia ocupada por Israel. As identidades dos agressores ainda não foram reveladas pelas autoridades.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já estará a realizar uma "avaliação da situação" em conjunto com os chefes das forças de segurança do país, segundo informou o gabinete do mesmo em comunicado.

Entretanto, o líder da oposição em Israel, Yair Lapid, já expressou as suas condolências às famílias e amigos das vítimas, numa publicação partilhada no X. Lapid mostrou ainda o seu apoio às autoridades "no seu esforço de combate ao terrorismo".

Já o grupo palestiniano, Hamas, saudou o ataque e afirmou que os atiradores eram palestinianos.

"Afirmamos que esta operação é uma resposta natural aos crimes da ocupação [Israel] e ao genocídio que esta leva a cabo contra o nosso povo", disse o Hamas num comunicado citado pela AFP.

O MDA, equivalente israelita da Cruz Vermelha, informou ter enviado equipas de resgate para o local depois de ter recebido chamadas sobre um ataque que deixou várias pessoas feridas em Ramot, um bairro de Jerusalém Oriental na parte ocupada pelos israelitas, segundo a agência de notícias AFP.

Nas redes sociais já circulam alguns vídeos do ataque. Num deles, é possível ouvir o tiroteio que aconteceu esta manhã em Jerusalém.ANG/Lusa

Senegal/Presidente Bassirou Diomaye Faye anuncia remodelação do Governo com três novos ministros

Bissau, 08 set 25(ANG) - O Presidente do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, formou um novo Governo, com a saída dos ministros da Justiça e do Interior e a nomeação de um novo chefe da diplomacia.

De acordo com um decreto lido na televisão pública senegalesa, no sábado à noite, o diplomata Cheikh Niang, antigo embaixador do país junto das Nações Unidas, é o novo ministro dos Negócios Estrangeiros.

Niang substitui Yassine Fall, nomeada ministra da Justiça em substituição do magistrado Ousmane Diagne, que chefiava o departamento desde a formação do anterior governo, em abril de 2024.

O novo ministro do Interior é Mouhamadou Bamba Cissé, advogado do primeiro-ministro Ousmane Sonko.

"Este não será um governo de relaxamento, mas sim um governo de compromisso e de combate. Seremos intransigentes e muito exigentes. [Teremos de] trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, dada a situação que herdámos", declarou Ousmane Sonko.ANG/DW / Lusa

 

Conflito Médio Oriente/AI critica Londres por deter 900 pessoas em protesto de apoio à Palestina

Bissau, 08 set 25(ANG) - A Amnistia Internacional (AI) acusou hoje o Reino Unido de desprezar o direito ao protesto pacífico após deter 900 pessoas que se manifestaram sábado em apoio ao grupo Palestine Action, ilegalizado pelo governo no âmbito da lei antiterrorista britânica.

Num comunicado, a diretora de Campanhas e Comunicações da organização não-governamental, Kerry Moscogiuri, indicou tratar-se de um "número impressionante de detidos", o que "marca um novo mínimo no direito de protesto" em território britânico.

"É completamente ridículo que a polícia persiga e detenha pessoas por se sentarem e segurarem silenciosamente um cartaz. Enviámos observadores aos protestos e podemos afirmar que as palavras da polícia, que garante que [os manifestantes] se tornaram violentos, são uma deturpação", lamentou.

Moscogiuri defendeu que a marcha foi "totalmente pacífica", apesar de alguns manifestantes terem insultado a polícia. 

"Um pequeno número deles tentou impedir que levassem os detidos, mas não parecia ser uma ação coordenada", assegurou.

"Em várias ocasiões, os agentes da polícia mostraram-se agressivos com os apoiantes do protesto. Isto incluiu empurrar violentamente as pessoas e abrir espaço com o recurso a bastões, enquanto os manifestantes eram detidos e levados para carrinhas da polícia", refere o texto da Amnistia Internacional, com sede em Londres.

A organização recordou que o protesto pacífico é um "direito fundamental" e afirmou que as cenas de sábado constituem uma "demonstração impactante de como as leis antiterroristas estão a ser utilizadas no Reino Unido para reprimir a liberdade de expressão".

Estima-se que cerca de 890 pessoas tenham sido detidas na sequência dos protestos em frente à sede do Parlamento britânico em apoio à Palestine Action.

As forças de segurança alegam que a maioria das detenções, 857, foi realizada ao abrigo da Secção 13 da Lei Antiterrorista aprovada em 2000. As restantes estariam relacionadas com outros crimes, como alegadas agressões a agentes da polícia.

Por enquanto, os detidos que puderam ser identificados foram libertados sob fiança para comparecerem quando forem intimados. 

No entanto, aqueles que se recusaram a identificar-se, bem como os que já estavam em liberdade sob fiança no momento da prisão foram transferidos para as celas da Polícia Metropolitana -- estima-se que sejam 519 no total.

A polícia já deteve mais de 500 pessoas noutro protesto em agosto, no qual, à semelhança do que aconteceu no sábado, os manifestantes empunhavam cartazes de apoio ao grupo, que foi proibido em julho após vandalizar dois aviões numa base militar britânica e bloquear a entrada de uma empresa fornecedora de armas para Israel.

Durante o protesto de sábado, onde se ouviram palavras de ordem como "oponho-me ao genocídio, apoio a Palestine Action", ocorreram episódios violentos, nomeadamente em ruas adjacentes enquanto na concentração principal, na praça do Parlamento, os protestos foram pacíficos.

Na véspera, a polícia alertara que expressar apoio a uma organização proibida é considerado crime face à Lei do Terrorismo e que os infratores seriam detidos.ANG/Lusa

 

Conflito Médio Oriente/Costa condena "ataque terrorista" em Jerusalém e pede diálogo político

Bissau, 08 set 25(ANG) - O presidente do Conselho Europeu condenou hoje o ataque terrorista em Jerusalém Oriental, que provocou pelo menos cinco mortos, pedindo a uma solução política para acabar com o conflito israelo-palestiniano.

"A violência no Médio Oriente tem de parar, condeno o mais veementemente possível o ataque terrorista em Jerusalém Oriental", escreveu o português António Costa nas redes sociais.

 O presidente do Conselho Europeu e ex-primeiro-ministro português também apresentou as "sinceras condolências" às famílias das vítimas e insistiu que "só uma solução política pode levar a uma paz duradoura" na Palestina e em Israel.

Dois terroristas palestinianos mataram hoje a tiro seis pessoas e fizeram vários feridos num cruzamento em Jerusalém Oriental, anunciaram os serviços de emergência israelitas.

Um porta-voz da polícia disse no canal 12 da televisão israelita que "dois terroristas foram neutralizados" após terem disparado e causado vários vítimas, sem especificar se os agressores foram mortos.

O ataque visou um autocarro, de acordo com os meios de comunicação israelitas, citados pela agência de notícias France-Presse (AFP).ANG/Lusa


     Ucrânia/ Trump disponível para aplicar novas sanções contra a Rússia

Bissau, 08 set 25(ANG) - O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou este domingo, 7 de Setembro, que está pronto para novas sanções contra a Rússia, após o mais recente ataque aéreo à Ucrânia.


O enviado especial da UE para sanções, David O'Sullivan, discute novas sanções contra a Rússia esta noite, em Washington, após ameaças lançadas este fim-de-semana pelo Presidente dos Estados Unidos.

Questionado na Casa Branca por um jornalista se estava pronto para lançar uma nova fase de sanções contra a Rússia, o Presidente americano respondeu: "Sim, estou".

"Não estou feliz. Não estou feliz com toda a situação", insistiu Donald Trump, mais tarde aos jornalistas que o questionaram sobre o ataque ocorrido na manhã de domingo.

Na noite de sábado para domingo, a Rússia disparou 810 drones e 13 mísseis contra a Ucrânia, segundo a Força Aérea Ucraniana. Este é o maior ataque aéreo desde o início da guerra, lançada em Fevereiro de 2022.

No domingo, o ministro das Finanças americano, Scott Bessent, garantiu que os Estados Unidos estavam “prontos para aumentar a pressão” sobre a Rússia, apelando aos europeus para que fizessem o mesmo.

Por seu lado, a União Europeia, está a preparar um 19.º pacote de sanções, que poderá atingir certos países que compram hidrocarbonetos russos, segundo diplomatas em Bruxelas.

Donald Trump ameaçou nomeadamente atacar os países que compram estes hidrocarbonetos à Rússia, a fim de minar o financiamento do esforço de guerra, e já atingiu a Índia com sobretaxas alfandegárias significativas por essa mesma razão.ANG/RFI

Cooperação/Presidente da República considera de “histórica” visita do Chefe de Estado gambiano  à Guiné-Bissau

Bissau 08 Set 25 (ANG) – O Presidente da República considerou hoje de “histórica” a visita de Estado do seu homólogo gambiano Adama Barrow à  Guiné-Bissau, por ser a primeira desde independência do país.

Umaro Sissoco Embalo fez estas afirmações durante um encontro bilateral entre as delegações dos dois países onde afirmou que desde a libertação da Guiné-Bissau do jugo colonial português esta foi a primeira visita de Estado de um Chefe de Estado gambiano o que segundo afirmou torna o momento especial e memorável .

Embalo salientou que, a Guiné-Bissau e Gâmbia, são países ligados por uma herança comum, pelas tradições culturais, espirituais e pelas etnias, bem como as línguas partilhadas e laços herdados do glorioso império de Gabú.

“Por isso ao trabalharmos hoje para reforçar as relações entre os nossos dois Estados soberanos, devemos lembrar destes raízes profundas da nossa irmandade que unem a Guiné-Bissau e a Gâmbia  e que assim devem permanecer e como líderes temos a responsabilidade de agir sempre juntos pelo bem-estar dos nossos povos", disse Embalo.

O Chefe de Estado guineense salientou que a cooperação bilateral e regional entre estes dois países, são de grande relevância e os dois governos têm mostrado a vontade política de aprofundar esses laços criando mecanismos eficazes que tornem essa parceria mais forte, eficiente e mais benéfica para todos e unidos a Guiné-Bissau e a Gâmbia podem enfrentar em conjunto os desafios do desenvolvimento.

Isso, segundo Embalo, é pela construção de infraestruturas partilhadas e da criação de zonas industriais transfronteiriças, sobretudo no setor do caju e processamento de frutas e legumes, sendo países costeiros, enfrentam impacto crescente das alterações climáticas por isso é essencial continuar na reflorestação dos mangais, na restauração costeira e na proteção do ecossistemas.

Em março do ano passado o país, segundo o Chefe de Estado guineense, conseguiu resultados positivos durante a visita da delegação gambiana a Bissau liderado pelo seu vice-Presidente Moamed Djalo, onde resultou em importantes decisões destinadas a impulsionar a implementação dos acordos nos domínios da defesa, segurança ,justiça, educação, ensino superior, comércio, turismo, pesca, agricultura e a comunicação social .

“Vamos estar juntos na defesa dos nossos valores comuns, na promoção de uma maior integração económica na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e na luta pela paz e estabilidade, desenvolvimento, justiça social em África e no mundo mais uma vez bem vindo a Guiné-Bissau Presidente Adama Barrow que é a sua própria casa", disse.

Por seu turno, o Chefe de Estado gambiano Adama Barrow explicou que desde a independência do seu país em 1965, esta é a primeira vez que um Presidente da Gâmbia faz uma visita de Estado a Guiné-Bissau o que diz mostra os laços comum que ligam os dois países, em termos culturais, linguísticos e no passado as duas Nações pertenciam o Império da Gabu.

Segundo ele, esses laços enraizados entre os dois povos, devem ser vistas cada vez que se unem para falar da situação que tem a ver com o desenvolvimento ou intercâmbio entre eles.

Adama falou na necessidade da construção do troço rodoviário comum, bem como a criação da zona industrial misto para poder acompanhar o sistema de desenvolvimento dos dois países.

Frisou que, que existem muitos acordos assinados entre os dois Estados nomeadamente no domínio da defesa, segurança, agricultura, comunicação social e educação em Junho de 2024 e segundo diz o foco deve ser agora no investimento benéfico para os dois os países.

Barrow salientou que vai apoiar a ideia do Presidente Sissoco Embalo em criar um polo de desenvolvimento entre Guiné-Bissau, Senegal e Gâmbia para facilitar sobretudo as movimentações de pessoas e bens nas fronteiras, realçando que ficou surpreendido com as obras a serem executadas no país depois de muitos anos da independência ,salientando  que ´é tempo de avançar com projetos concretos para descendimento destes países.

De acordo com o Programa, o último dia da visita,  dia 09 de Setembro, terça-feira os dois Presidentes vão visitar a nova fábrica de farinha do MC Group, sita na Zona Industrial de Blola, onde serão recebidos pelo ministro da Indústria, Promoção e e Transfomação de Produtos  Locais, Florentino Fernando Dias, na companhia do seu Administrador.ANG/MSC/ÂC


Cooperação/Presidente da Gâmbia inicia visita de Estado de dois dias ao país

Bissau, 08 Set 25 (ANG) - O Presidente da República da Gâmbia, Adama Barrow, já se encontra em Bissau para a visita de Estado de dois dias à Guiné-Bissau.

Segundo o programa de visita enviado à ANG, pelo Gabinete de Comunicação e Relações Pública da Presidência da República,  o chefe de Estado gambiano aterrou às 10h00 no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, num voo especial, e foi recebido pelo seu homólogo guineense, Umaro Sissoco Embaló.

De acordo com o programa, às 11h00, o Presidente da República da Gâmbia  vai ser recebido na presidência da República para cerimónia de boas vindas com honras militares e Execução dos Hinos Nacionais, em simultâneo com o disparo de 21 (vinte e uma) salvas de canhão.

11h35 Encontro restrito entre os dois Chefes de Estado, 12h00-Início do encontro bilateral alargado as duas delegações 12h35-Declaração Conjunta à imprensa,12h46-Partida da delegação da Gâmbia do Ministério dos Negócios Estrangeiros para a Fortaleza de Amura.

13h00 chegada à Fortaleza de Amura dos dois Presidentes da Repúblicas que vão ser recebidos pelo ministro da Defesa Dionísio Cabi e pelo Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), Biaguê Na NTan e 13h10 deposição de oferenda floral no jazigo do saudoso Amílcar Cabral e do ex. Presidente da República João Bernardo Vieira.

Para o dia 09 de Setembro, Terça-feira os dois Presidentes vão visitar a nova fábrica de farinha do MC Group, sita na Zona Industrial de Blola, onde serão recebidos pelo ministro da Indústria, Promoção e e Transformação de Produtos  Locais, Florentino Fernando Dias, na companhia do seu Administrador.

A referida visita oficial é mais uma, de Adama Barrow à Guiné-Bissau após a visita realizada em outubro de 2020, quando se reuniu com o Presidente da República Umaro Sissoco Embaló no Palácio da República, ocasião em que ambos reafirmaram a importância de estreitar as relações bilaterais.

No dia 27 de maio do ano em curso, os governos da Guiné-Bissau e da Gâmbia assinaram um acordo de cooperação nas áreas da comunicação social, visando a partilha e a divulgação mútua de conteúdos informativos sobre política, saúde, educação e outros domínios estratégicos.ANG/MI/ÂC

Eliminatória Mundial 2026/“Vamos encarar o jogo com Djibuti com a mesma ambição”, afirma selecionador nacional Emiliano Té

Bissau, 08 set 25(ANG) - A seleção nacional de futebol defronta esta segunda-feira (08-09), a sua congénere do Djibuti, em jogo a contar para a oitava jornada do Grupo A da zona africana de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2026.

Na antevisão ao encontro, o selecionador Emiliano Té reforçou a ambição do grupo, sublinhando que a equipa mantém o foco nos seus objetivos e está determinada a conquistar os três pontos.

“Mantemos a mesma ambição e confiança em vencer a partida. Vai ser realmente um jogo difícil, porém não tiramos o foco dos nossos objetivos”, afirmou Emiliano Té em conferência de imprensa.

Apesar do tempo reduzido de preparação, o técnico acredita que os jogadores assimilaram bem as ideias e estarão prontos para corresponder às espectativas dentro das quatro linhas.

“Não conseguimos ter muitos dias de trabalho, contudo, acredito que os jogadores já assimilaram e estarão à altura de fazer aquilo que todos esperamos para este encontro. A única palavra de ordem é a vitória e, isso será visível amanhã”, garantiu.

Emiliano Té admitiu ainda que poderá apresentar um onze diferente, justificando que cada jogo contém a sua própria história.

“Cada jogo tem a sua própria história. Naturalmente, serão necessárias algumas mudanças na equipa e não vamos fugir diss
o
, concluiu Emiliano Té.ANG/Fut 245