quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Diplomacia




Governo angolano congratula-se com o fim da crise política no país

Bissau 14 Out. 15 (ANG) – O embaixador da Angola no país disse quarta-feira que o seu governo se congratula com o fim da crise política que se viveu na Guiné-Bissau nos últimos dois meses.

A saída do encontro com o presidente da república, Daniel Rosa disse que o seu país tem acompanhado com muita atenção e preocupação o desenrolar da referida crise política.

“Felizmente a crise teve um desfecho positivo que foi encontrado pelo povo  e a classe política guineense que demonstrou uma maturidade perante a crise política, não obstante a ajuda da comunidade Internacional”, afirmou.

Disse ainda que a grande satisfação da parte de Angola é porque a tensão política foi resolvida sem qualquer incidente.

Daniel Rosa felicitou as Forças Armadas guineenses que disse ter assumido uma postura louvável igual a de um exército republicano.

“Significa que a democracia na Guiné-Bissau veio para ficar e esperamos que assim continue ajudando no reestabelecimento da confiança interna e internacional”, referiu.

Indagado sobre os interesses angolanos no país, o diplomata disse que  Angola veio para retomar todos os projectos que tinha em carteira.

“O que tem dificultado em alguns casos é a instabilidade política, por exemplo, o nosso projecto de Bauxite que estima ter um valor de custos operacionais muito elevados, por isso, sô pode ser implementado quando há uma estabilidade política”, sublinhou.

Rosa disse que, com a estabilidade conseguida pelo país, e que acredita ser duradoura, o seu país irá iniciar o reestabelecimento dos contatos com a Guiné-Bissau no sentido de ouvir quais são as garantias do governo guineense. 

ANG/FGS/SG

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Novo governo/Reações


PUSD espera um Governo idóneo que priorize combate à corrupção e impunidade

Bissau,14 Out 15(ANG) - O Partido Unido Social Democrata (PUSD), exortou ao Governo de Carlos Correia a privilegiar o combate a corrupção,  impunidade, bem como a criação de condições para a reforma no sector da defesa e segurança e na administração pública.

Em declarações à imprensa à margem da reunião da Comissão Politica do PUSD, realizada hoje, o Porta-Voz do partido, Valdir da Silva disse que congratularam com o actual executivo de Carlos Correia e na esperança de que os dias melhores virão para os guineenses.

Instado a dizer o que motivou o partido a ficar fora do Governo de Carlos Correia, Valdir da Silva sublinhou que o PAIGC como ve
ncedor das últimas eleições, é soberano e tem toda a legitimidade e direito de formar o seu executivo com quem quiser.

"A nossa missão agora é de fazer uma oposição responsável para que haja justiça, democracia e governabilidade no país. Temos ainda de fazer o papel de mediador tanto dos órgãos da soberania como no seio dos partidos políticos", informou.

Fazendo o  balanço  da participação do PUSD no anterior Governo de Domingos Simões Pereira, a testa da justiça, o Porta-voz daquela formação política disse que é positiva apesar de alguns bloqueios que a titular daquele pelouro neste caso a líder do PUSD sofrera.

Aquele responsável afirmou que agora o PUSD vai trabalhar para a implantação de  uma democracia verdadeira no país e para a criação de  um ambiente de coesão dentro do partido e elaboração de estratégias para o eventuais embates eleitorais.

A reunião da Comissão Política do PUSD, que termina ainda hoje, tem como objectivo: análise da actual situação politica do país, a organização interna do partido entre outros. 

ANG/ÂC/SG

Novo Governo/Reaçöes


Cidadãos optimistas quanto ao bom desempenho do novo executivo

Bissau, 14 Out. 15 (ANG) -  Alguns Cidadãos guineenses manifestaram sua confiança no bom desempenho do governo que terça-feira tomou posse, nomeadamente na resolução de problemas como melhorias das vias rodoviárias e em sectores como educação e Saúde.

Ouvido hoje pela Agência de Noticias da Guiné (ANG) o funcionário público, Martinho Bicasse mostrou se satisfeito com o empossamento do novo governo e disse esperar que trabalhassem  para o bem do povo guineense, pedindo a colaboração dos parlamentares em benefício da Guiné-Bissau.

Enquanto isso, a estudante Aissatu Balde pede que o novo executivo construa a estrada de Cuntun Madina que se encontra num estado avançado de degradação.

Baldé lamenta a  recusa  do Partido da Renovação Social (PRS) de participar no actual executivo, razao pela qual solicita a colaboração dos deputados desta formação política no Parlamento.  

Por sua vez a Funcionaria da Escola Nacional da Saúde(ENS), Pequenina Sousa, apela para que  a crise política deste gênero não volte a acontecer

“porque não contribui para o desenvolvimento que o pais tanto almeja”.

O cidadão comum Cau Banora foi igualmente optimista ao considerar que o actual governo vai ser capaz de dar continuidade às ações do anterior governo, tendo em conta o programa de governação aprovado no parlamento.

O novo governo chefiado por, Carlos Correia foi empossado terça-feira e integra 17 ministros e 14 secretarios de estados. Por nomear ainda faltam os ministros dos Recursos Naturais e da Administraçao Interna.

 ANG/ LPG/MSC/JAM/SG

Futebol


"Djurtus" afastados da corrida para Mundial 2018 

Bissau, 14 Oct 15 (ANG) – A Selecção Nacional da Guiné-Bissau (Djurtus), foi derrotada  terça-feira por três bolas a uma (3-1) pela sua congénere da Libéria na partida da segunda mão da pré-eliminatória para o Mundial 2018 a realizar-se na República Federativa da Rússia.

Os Djurtus estiveram a perder por uma bola sem resposta logo nos primeiros nove minutos da primeira parte do jogo, golo apontado por intermédio de Sig Williams atacante Liberiano que actua na segunda divisão do campeonato Espanhol.

Perdendo em casa durante a primeira metade do jogo, a turma nacional mostrou-se pouco confiante de querer dar volta no resultado, pelo menos pela forma como estava a jogar.

O segundo golo da Libéria foi igualmente  marcado por Sig Williams apontado nos doze minutos da primeira parte, deixando assim os adeptos dos Djurtus  ainda mais desesperançados no sonho  para o apuramento para o Mundial 2018.

 Nos restantes minutos da primeira metade do jogo, a turma nacional reagiu sobre o adversário e conseguiu  reduzir o resultado por duas bolas a uma (2-1), golo apontado por Cícero que aproveitou um cruzamento de canto e afastou o esférico de cabaça para o fundo da baliza da equipa adversária.
Apôs o intervalo do jogo, a turma nacional superou-se na qualidade do jogo tendo feito tudo para  dar volta ao resultado.

Nesse esforço a turma guineense viu anulado um golo apontado por Braima Cassama aos 17 minutos da segunda parte, lance que provocou  muitos protestos por parte dos jogadores e dos  adeptos.
A caminho dos  90 minutos Williams voltou a aparecer para fixar o resultado final em 3-1.

No fim do jogo, o Primeiro-ministro, Carlos Correia disse a Imprensa que a equipa nacional necessita de mais preparação para poder estar a altura de participar nas competições internacionais.

“Nem sei dizer o que aconteceu hoje para sermos eliminados em casa num jogo que, no meu ponto de vista, estava ao nossa alcance”, disse Bocundji Cá, o Capitão do conjunto guineense que manifestou a sua indignação pelo facto de ter sido substituído na segunda parte do jogo. "Estive bem durante a partida", considerou.

 Por seu turno, o autor do golo anulado da turma nacional, Braima Cassama criticou a decisão do juiz principal da partida, o nigeriano Edibi Piter, e por outro lado, apela aos adeptos e colegas no sentido de acreditarem na superação desta fase negativa da selecçäo. 

ANG/LLA/JAM/SG      

Investidura de Novo Governo


Presidente Vaz  recomenda melhor articulaçäo entre orgäos de soberania 

Bissau, 14 Out 15 (ANG) - O Presidente da República considerou terça-feira ser urgente uma maior conjugação de esforços e melhor coordenação e articulação entre os órgãos de soberania, no sentido de, mais uma vez, dar provas de  capacidades de ultrapassar dificuldades, mesmo nas situações mais adversas.

José Mario Vaz falava na cerimnia de investidura do novo governo liderado por Carlos Correia.
“Embora tenhamos perspectivas diferentes quanto à configuração do executivo, os interesses superiores da Nação convidam-nos a superar, constantemente, as determinadas opções, em prol dos desígnios da paz, da estabilidade e do bem-estar do nosso povo”, disse José Mário Vaz.

 Mário Vaz garantiu que enquanto cidadão e Presidente da República, assumirá a sua quota-parte de responsabilidades na governabilidade do país.

O primeiro magistrado da nação afirmou que as circunstâncias em que o governo foi nomeado provêm dum resultado de entendimento possível entre o Primeiro-Ministro e o Presidente da República.

Sublinhou que a sua sugestão de  redimensionamento e reformulação do governo tinha como único objectivo  torná-lo mais consentâneas com a realidade económica e financeira do país, por um lado, e por outro, conferir ao governo pressupostos que lhe garantam maiores condições de governabilidade e estabilidade política.

“No contexto do país, sobretudo nas circunstâncias actuais, um elevado número de Ministérios e Secretarias de Estado constituiria um pesado fardo para as finanças públicas, já de si confrontadas com enormes problemas sociais”, afirmou.

O Presidente da República salientou os esforços e o relevante papel desempenhado pelos representantes residentes da comunidade internacional, bem como o papel do mediador designado pela CEDEAO, o ex-presidente, Olosegum Obasanjo, da Nigéria, na busca de saídas para a situação que o país conheceu nos últimos dois meses.

Por sua vez, o chefe do governo, Carlos Correia garantiu que o seu executivo será de “continuidade”, pois assumira a educação e a saúde como prioridades, mas dará uma atenção particular à formação profissional, a cultura e aos desportos, promovendo a empregabilidade dos jovens guineenses.

“Iremos promover fortemente os sectores que sustentam o desenvolvimento, nomeadamente as infraestruturas do país, a exploração racional dos recursos naturais em particular a agricultura, base da nossa economia actual, promovendo ao mesmo tempo a conservação do meio ambiente e das nossas florestas essenciais ao bem-estar do nosso povo”, garantiu.

Correia afirmou que o seu governo pautará, ainda mais, a sua acção pelo respeito máximo aos  direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos.

Salientou que o seu executivo acredita estar empenhado num processo de inclusão útil à Nação guineense, aos partidos políticos nele dedicado tornando a actividade política mais justa, mais eficaz e mais consentânea com os grandes desígnios duma governação transparente, equilibrada, justa e eficiente.

Prometeu promover um clima de bom entendimento entre os órgãos da soberania, condição indispensável à paz e  estabilidade de que o país precisa.

O novo governo é composto por 17 ministros e 14 secretàrios de Estado, estando ainda  por noimear dois ministros para as pastas de Administracao Interna e  Recursos Naturais.
O Presidente da Republica desaprovou os nomes propostos para essas funçöes .

ANG/FGS/LPG/SG

  

Economia

FMI garante continuação de apoios a Guiné-Bissau

Bissau, 14 Out 15 (ANG) - A Guiné-Bissau vai continuar a beneficiar dos apoios do Fundo Monetário Internacional, garantiu terça-feira o representante residente da instituição financeira internacional à saída de uma audiência com o novo primeiro-ministro, Carlos Correia.

“Disse ao primeiro-ministro e ao ministro da Economia e Finanças que podem contar com os apoios do FMI nesta nova etapa do país”, disse Oscar Edgardo Melhado Orellana, que acrescentou ter felicitado a nomeação do novo executivo e reafirmado ao chefe do executivo de que a sua instituição se encontra na Guiné-Bissau para ajudar.

Questionado a identificar as áreas em que o FMI poderá cingir a sua ajuda, o representante residente indicou que cabe ao governo guineense elaborar a sua estratégia de desenvolvimento e apontar as necessidades para que o Fundo possa disponibilizar ajudas.

A audiência ocorreu algumas horas antes da cerimónia da tomada de posse do novo governo, em cuja cerimónia o primeiro-ministro, Carlos Correia, apontou a exploração racional dos recursos naturais do país como uma das prioridades do seu governo.

A Guiné-Bissau encontrava-se há exactamente dois meses sem governo, depois do Presidente José Mário Vaz ter demitido o então executivo dirigido por Domingos Simões Pereira, o que abriu caminho a um impasse politico que agora chegou ao fim.

ANG/JAM

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Futebol

Guiné-Bissau defronta Libéria esta terça-feira

Bissau, 13 Out 15 (ANG) – A seleccäo da Guiné-Bissau defronta hoje a sua congénere  da Libéria no jogo da segunda mão das pré-eliminatórias para o acesso a fase de grupos de apuramento para o mundial de 2018, na Rússia.

O jogo vai ter lugar no Estádio 24 de Setembro, em Bissau, com capacidade para 15 mil expectadores.

Na primeira mão, no sábado, em Monróvia (capital da Libéria), as duas seleções empataram a uma bola.

O selecionador nacional Paulo Torres disse a agência Lusa estar confiante em obter um bom resultado nesse jogo, apesar do atraso de quatro meses de pagamento do seu salario.


"Já dei entrada de uma carta na Federação sobre a situação para que alguém a assuma. Já é uma situação limite. Obviamente que gosto do país, respeito muito a nação guineense, quero o melhor para o país", observou ainda o treinador português. ANG/Lusa
Internacional/FAO

Programas de redução da pobreza e fome consideradas eficazes

Bissau, 13 Out 15(ANG)- A Organização das Nações Unidas para Alimentação e  Agricultura (FAO) defendeu hoje a eficácia dos programas de proteção social para reduzir a pobreza e a fome, que permitiram tirar 150 milhões de pessoas da extrema pobreza desde 2013.
Bandeira da FAO

O relatório anual sobre o estado mundial da agricultura e da alimentação da FAO, hoje divulgado em Roma, apontou que estes programas são “realmente eficazes”.

Segundo o documento, a proteção social “não reduz o esforço laboral”, mas incentiva o investimento na agricultura e em outras atividades económicas.

Para que estes programas tenham êxito, é importante a seleção eficaz dos beneficiários e as transferências adequadas, de acordo com a FAO.

O organismo sublinhou que a proteção social (que incluiu assistência social, bem-estar social e proteção do mercado laboral) não só contribui para aumentar o consumo, mas também para elevar os rendimentos das famílias e a sua capacidade para produzir alimentos.

Em todo o mundo estima-se que cerca de 2,1 mil milhões de pessoas – um terço da população – recebem alguma forma de proteção social, ainda que as diferenças sejam notáveis entre as regiões.

“A maioria dos países, incluindo os mais pobres, podem pagar programas de proteção social potencialmente importantes na luta contra a pobreza”, referiu o relatório, não descartando que em alguns países o apoio de doadores é essencial a curto e médio prazo para os manter.

“Nos países em desenvolvimento, há experiências bem-sucedidas com programas de grande escala que ajudam os mais pobres e vulneráveis, como por exemplo no Brasil, Etiópia, Índia e México, dando um impulso à reavaliação do valor e do papel de tais programas de combate à pobreza e à fome, bem como à desigualdade social e política. Houve uma rápida expansão dos programas sociais e de proteção nas últimas duas décadas”, indicou o documento.

O relatório deu como exemplo o Bolsa Família (programa de transferência de dinheiro), que abrangeu cerca de 14 milhões de famílias em 2015, correspondendo a 24,5% da população do Brasil, e citou as políticas afirmativas para combater a desigualdade de género, que atingem as mulheres, nas zonas rurais.

Com o objetivo de romper o círculo vicioso da pobreza, a organização promove os programas dirigidos às mulheres para que estas disponham de mais tempo e reforcem o seu controlo sobre os rendimentos, tendo em conta que “a má nutrição materna e infantil perpetua a pobreza de uma geração para a outra”.

Além disso, apela ao aumento do poder de compra dos lares beneficiários com transferências de dinheiro, sublinhando que pode ainda haver necessidade de programas complementares para evitar outros obstáculos na produção local, como a inflação.

“A proteção social por si só não é suficiente para tirar as pessoas da pobreza”, segundo o relatório, que aponta a coordenação destas medidas com o gasto público em programas agrícolas para melhorar o desenvolvimento rural e conseguir um crescimento económico inclusivo.

A mobilização permanente dos recursos e o compromisso dos países são necessários para apoiar uma ação coordenada a nível nacional e subnacional, segundo a FAO, que admite que esse tipo de intervenção depende do contexto e das dificuldades.

Mil milhões de pessoas continuam a ser muito pobres e há ainda outros mil milhões de pobres no mundo, sobretudo em zonas rurais, e apesar de a pobreza extrema ter diminuído em muitas regiões como na Ásia oriental e no Pacífico, na África subsaariana avançou-se muito pouco nesta questão.

Um total de 72 dos 129 países estudados pela FAO alcançou a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio da ONU que correspondia a reduzir para metade da prevalência da subalimentação para 2015.

Agora que a nova agenda de desenvolvimento pretende a erradicação total da pobreza e da fome, a ONU recomenda aumento a proteção social e os investimentos nos mais pobres, o que custaria 267 mil milhões de dólares (234,7 mil milhões de euros) anuais até 2030.
ANG/SG





Novo Governo/Reacções

Líder do MDG disse não esperar grande coisa do executivo de Carlos Correia

Bissau, 13 Out. 15 (ANG) – O líder do partido, Movimento Demográfico Guineense (MDG), disse hoje que não  espera grande coisa do novo governo de Carlos Correia cujo elenco foi anunciado na segunda-feira pelo Presidente da República, José Mário Vaz.

Silvestre Alves
Em entrevista exclusiva à ANG, Silvestre Alves sublinhou que o novo executivo  não tem nada de especial na sua composição porque as pessoas nomeadas são pouco recomendáveis e de competências duvidosas.

Adiantou que o PAIGC, em vez de dar exemplo, continuou a bater-se no mesmo teclado colocando no executivo pessoas pouco recomendáveis que ostentam riquezas, bem-estar e efectuam as obras que os seus rendimentos não justificam e deixam dúvidas sobre a proveniência dos fundos e sobre aproveitamento ou não dos cargos que vão ocupar.  

“É fundamental que PAIGC pudesse dar o exemplo fazendo uma composição diferente do executivo o que não foi o caso. Isso não é bom porque pode alimentar os assaltos ao poder “ avisou o líder do MDG.

Aquele politico disse ainda que quem quer criar riquezas que trabalhe como particular, “porque não se pode continuar a misturar a função pública com empreendimentos particulares”, salientando que isso vale tanto para a parte da Presidência da Republica bem como do governo.

Para Silvestre Alves é chegado a hora de dar força ao Ministério Público e aos Tribunais para fazerem os seus trabalhos.

Alves acrescenta que estas instituições foram os maiores protagonistas pela positiva da crise vivida no país nos últimos dois meses e segundo ele devem continuar nessa senda.

“Da minha parte penso que não se pode esperar grande coisa desse governo, porque não tem nada de especial na sua formação vamos continuar na mesma situação. Então devemos ter o cuidado com as privatizações, com os negócios públicos e por isso o Ministério Público como fiscalizador da coisa pública deve fazer o seu trabalho e o governo deve conceder os meios ao Ministério e a Policia Judiciaria", disse.

Falando sobre a não entrada do Partido da Renovação Social (PRS), no governo, Silvestre Alves disse que os renovadores não tinham que fazer parte do executivo de Carlos Correia porque têm o seu programa e um projecto político diferente  do PAIGC.

 "Se o PRS entender que devia fazer parte do Governo na minha opinião é para dividir as vantagens ou para tranquilizar a sociedade através das divisões de vantagens isso seria profundamente incorrecto", disse.

O Movimento Democrático Guineense é um dos partidos sem representação parlamentar. ANG/MSC/SG