terça-feira, 14 de novembro de 2017

Cooperação



China doa 1.290 sacos de arroz à Guiné-Bissau

Bissau, 14 Nov 17 (ANG) – A Guiné-Bissau beneficiou hoje de 1.290 sacos de arroz, oferecidos pela República Popular da China, no quadro de apoio as “dezesseis” Instituições Sociais de Caridade sedeadas em Bissau.

Durante o acto de entrega, o ministro da Agricultura, Nicolau dos Santos satisfeito com o gesto, disse que o referido donativo reveste-se da importância capital para as organizações sociais de Caridade, sobretudo as Organizações de Famílias dos Agricultores que sofreram prejuízos devido a  inundação e  seca.

Dos Santos acrescentou  que o referido apoio dado ao país, enquadra-se no programa do governo da Guiné-Bissau, que visa fomentar a agricultura, como forma de melhorar as condições  de vida da população, e que conta com o apoio do Presidente da República, José Mário Vaz, através da fundação  “Mon Na Lama”. 

“Gostaria mais uma vez de pedir ao Chefe de Estado, para continuar a acompanhar o Ministério da Agricultura, como sempre tem feito nas visitas realizadas às diferentes bolanhas do pais”, destacou o Ministro.

Aquele governante aproveitou a ocasião para recordar o Presidente da República, sobre a promessa de apoio aos agricultores das regiões de Bafata, Bolama Bijagós, que foram prejudicados pelas  inundações, respectivamente as localidades de Famandinga, Campossa e Bruss.  

Por seu turno, o Embaixador da República Popular da China, Jin Hong Jun referiu  que o apoio prestado se enquadra na boa relação entre a República da Guiné-Bissau e a da China.

De acordo com o diplomata, nesta primeira fase, 1.290 sacos de arroz já foram entregues ao governo guineense, devendo mais apoios chegarem ao pais dentro em breve.

 “Uma das políticas defendidas pela China, é a construção e edificação de uma comunidade de destino comum com futuro partilhado pela humanidade” disse o Embaixador Chinês.

Realçou por outro lado que, anualmente, cerca de 60 técnicos agrícolas guineenses beneficiam de formação ministrada por técnicos chineses , e de material agrícola que a China doa à Guiné-Bissau.

O chefe de missão chinesa assegurou a continuidade do apoio do seu governo às autoridades da Guiné-Bissau.

ANG/LLA/ÂC/SG   


  

Religião



Bispo de Bissau exorta políticos para colocarem suas capacidades ao bem-estar da nação 

Bissau, 14 Nov 17)ANG) – O Bispo da Diocese de Bissau exortou hoje aos políticos para colocarem as suas capacidades ao bem-estar da nação, noticiou a rádio Sol Mansi.

Dom José Camnate Na Bissing  que falava  à margem do segundo dia da  Conferência Episcopal, disse que “o país ora nascido precisa de luz Divina para descobrir a sua verdadeira identidade e construir uma sociedade de irmandade” citando as palavras do falecido Bispo Don Setímio  Ferrazetta.

Pediu à todos,  particularmente aos  responsáveis políticos para entenderem o que é que  Deus espera deles é o que o povo almeja. “ Viveremos como irmãos”, salientou.

Na Bissing disse  que esse encontro visa mostrar que a responsabilidade de  guiar uma Igreja ou Diocese não é de uma pessoa, mas sim de todos, sublinhando  que  pode contar com a solidariedade do  Bispo e dos presentes na Conferência Episcopal.

Acrescentou que existe  uma outra contribuição de costume entre os Bispos:  a partilha de experiência pastoral. 

Disse que  juntos analisarão  todos os desafios que a igreja católica enfrenta, nomeadamente sociais, políticos, económicos e da evangelização.

Afirmou estar convicto de que  a celebração dos  40 anos da Diocese de Bissau será mais uma oportunidade para cada baptizado  e cristão assumir as suas responsabilidades na  busca da consciência que Deus lhe confiou.

Aconselhou à todos  os crentes para se libertarem do  poder, dinheiro e outros vícios, por que muitos pensam que estes são a fonte da felicidade e do prazer.

A Conferência Episcopal iniciada na segunda-feira vai prolongar-se até o próximo dia 19 e realiza-se no quadro das celebrações do 40 anos de existencia da Diocese de Bissau. 

ANG/JD/ÂC/SG

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Economia/finanças


Banco Mundial disposto a apoiar projectos de desenvolvimento da Guiné-Bissau, diz seu Director Executivo

Bissau, 13 Nov 17 (ANG) – O novo Director Executivo do Banco Mundial (BM) para 23 países de África, incluindo a Guiné-Bissau, garantiu hoje em Bissau, que esta instituição  espera do país a apresentação de  projectos “concretos” de desenvolvimento, com vista aos seus financiamentos.

Em declarações à imprensa apos um  encontro com o Presidente da República, Seydou Bouda reafirmou que esta instituição financeira internacional “está ao lado da Guiné-Bissau” na sua luta contra o subdesenvolvimento.

Abordado sobre a razão do encontro com José Mário Vaz, Bouda informou que o mesmo visa conhecer as necessidades do país em diferentes sectores, e apresentar-se como o novo responsável máximo do BM para quase metade dos países de África, incluindo a Guiné-Bissau.

Acrescentou ainda que o Chefe de Estado guineense manifestou-lhe o interesse de o Banco Mundial continuar a apoiar o país, sobretudo nos domínios da agricultura e pescas, para garantir a auto-suficiência alimentar e gerar mais postos de trabalho.

Em relação a situação macroeconómica, Seydou Bouda disse que a Guiné-Bissau “tem nota positiva”, porque, segundo as suas palavras, “conhece, neste momento, melhor crescimento em relação aos anos anteriores”.

Seydou Bouda de nacionalidade burkinabé, antes de ingressar no Banco Mundial (BM) desempenhou vários cargos públicos neste país de África de Oeste.  

 ANG/QC/SG


Crise política



Embaixador de Angola considera Acordo de Conacri “único instrumento” para saída da crise no país

Bissau,13 Nov 17 (ANG) - O embaixador de Angola na Guiné-Bissau, Daniel António Rosa, afirmou que o governo angolano, a semelhança da Comunidade Internacional, considera o “Acordo de Conacri” como o “único” instrumento político-jurídico para a solução do impasse político vigente na Guiné-Bissau.

Daniel Rosa falava no passado dia 11 do corrente mês, perante funcionários da Embaixada e a comunidade angolana residente na Guiné-Bissau, durante um almoço que ofereceu na sua residência oficial, em Bissau no âmbito das celebrações do quadragésimo segundo aniversário da independência de Angola.   

Disse ainda que o seu governo acompanha com preocupação a atual crise político-institucional na Guiné-Bissau, a qual deseja ver ultrapassada, o mais rapidamente possível, para catapultar o país a atrair potenciais investidores estrangeiros para desenvolver a Guiné-Bissau.

Sobre a efeméride, Daniel Rosa disse que constitui o principal marco da história do país, porque foi nesta data que os angolanos se tornaram livres, independentes do regime colonial português, após longos 500 anos de colonização.    

“Unidos nesta perspectiva, saudamos com solenidade os nossos heróis que se baterem para que os angolanos possam hoje viver em liberdade e trabalhar para ajudar Angola a crescer e se desenvolver, almejando atingir patamares de desenvolvimento de outras grandes e poderosas Nações”, assegurou o diplomata.

Rosa recordou que durante o percurso de 42 anos de independência, “Angola obteve várias conquistas, com particular realce para as obtidas após o alcance da paz definitiva em 2002. ]

Explicou que a preservação e a manutenção desta paz têm permitido o alcance do desenvolvimento, do progresso social e do bem-estar do povo angolano nos mais variados domínios da vida nacional, tendo frisado ainda que o mesmo tem permitido o relançamento do país, e que através do qual é possível hoje ver e viver uma “nova Angola”. 

“Neste ano celebramos a tão importante efeméride num novo contexto. Angola realizou em Agosto último as suas 4ª eleição gerais, 3ª consecutiva. Estas eleições, consideradas pela Comunidade Internacional como um exemplo a seguir, consagraram vencedores, o MPLA e o seu candidato a Presidente da República, General João Manuel Gonçalves Lourenço. Foi uma transição política histórica, pacífica e ordeira que consistiu na saída do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos”, enalteceu.

Sobre ausência das autoridades guineenses no evento bem como das personalidades políticas e diplomatas, explicou que a Embaixada decidiu este ano realizar uma atividade restrita para os seus funcionários e extensiva à comunidade angolana residente na Guiné-Bissau, como também aos amigos de Angola.
 
Ainda no âmbito das celebrações do quagragéssimo segundo aniversário da República de Angola, a sua Embaixada na Guiné-Bissau, Senegal e Gâmbia procedeu o lançamento de um portal electrónico para disponibilizar uma plataforma de comunicação a todas as pessoas interessadas em conhecer melhor o país, através do indereço www.embaixadadeangola.gw.

Ao presidir a cerimónia do lançamento do referido portal, no passado dia 11 de Novembro, o Embaixador da República de Angola na Guiné-Bissau, Senegal e Gâmbia afirmou que pretendem que o site seja um instrumento dinâmico de divulgação de Angola nos países da sua área de jurisdição e que aproxime ainda mais esta representação diplomática ao seu público.

ANG/ÂC/SG

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Sindicalismo



 SINTAP anuncia congresso para  22 e 23 de Novembro 

Bissau, 10 Nov 17 (ANG) – O segundo congresso do Sindicato Nacional de Trabalhadores e Técnicos da Administração Pública (SINTAP) vai decorrer entre os dias 22 e 23 do corrente mes, anunciou hoje o Presidente da comissão organizadora .

  Nico Guimarães Té que falava em conferência de imprensa disse que o congresso terá como lema ” Luta permanente para o verdadeiro cumprimento de princípios e regras laborais na administração pública “ , e que contará com 185 delegados vindos de todas as regiões do país incluindo da capital.

 orçado em mais de dois milhões de francos.
O presidente da comissão informou que o periodo de deposição de candidaturas para o cargo de presidente do sindicato decorre de 09 à 14 de Novembro.

Disse que são condições para essa candidatura: ter quota em dia, deposição de uma caução de 100 mil fcfa não reembolsável, ter idade mínima de 35 anos e ser membro do SINTAP.

Acrescentou que o candidato  deve possuir 10 anos de experiencia sindical, 5 anos como efectivo na função pública, remeter uma carta de intenção de candidatura, cópia de bilhete de identidade autenticado, curriculum vitae e não ter nenhum processo criminal. 

ANG/JD/SG