sexta-feira, 19 de julho de 2019

Acidente marítimo


Corpos de três marinheiros chineses continuam desaparecidos no mar da Guiné-Bissau

Bissau, 19 jul 19 (ANG) - O governo guineense com ajuda de mergulhadores senegaleses prosseguem as buscas de corpos de três marinheiros chineses desaparecidos nas águas da Guiné-Bissau no passado dia cinco do mês em curso, após um naufrágio de uma embarcação de pesca pertencente a uma empresa daquele país asiático.
Navio de Pesca chinês(Foto Arquivo)

 O naufrágio vitimou seis marinheiros chineses, dentre os quais três corpos foram resgatados e três outros considerados desaparecidos.

A embarcação tinha no total 21 tripulantes, sendo 11 chineses e 10 da nacionalidade guineense que saíram todos com vida.

Em entrevista exclusiva à ANG, sobre as diligências para a recuperação dos corpos dos três marinheiros chineses desaparecidos no mar,  o Coordenador da Autoridade de Fiscalização Marítima(FISCAP), Mussa Mané disse que a sua instituição em conjunto com a empresa chinesa proprietário do navio, “Zhongyu Global Seafood Corporation” e em parceria com o Senegal procederam a busca desde semana passada dos corpos desaparecidos e não obtiveram nenhuma novidade até a data presente.

Aquele responsável afirmou que a sua instituição já apresentou no Conselho de Ministros os resultados preliminares do acidente, através de depoimentos  dos marinheiros sobreviventes do navio naufragado.

Mussa Mané, explicou que, de acordo com os testemunhos, o acidente da embarcação de pesca chinês, foi causado por uma explosão de garrafa de gás, no momento de reparação de um frigorífico do barco avariado.

"Faltam ainda alguns levantamentos no barco afundado para se poder informar o real motivo deste acidente e os trabalhos vão ser concluídos só com a retirada do navio no fundo de mar", explicou o Coordenador da FISCAP.

Mané, informou que a FISCAP irá continuar com as diligências sobre o caso, quando o Governo concluir as análises de Relatório que lhe for entregue, acrescentando  ainda que a empresa chinesa está determinada em concluir a busca e proceder um digno funeral aos marinheiros.ANG/CP/ÂC



Cooperação



Bissau,19 Jul 19(ANG) - O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou esta quinta-feira que Portugal está pronto para alargar o regime de mobilidade que aplica bilateralmente com o Brasil a todos os cidadãos da CPLP, acreditando na possibilidade de alcançar um acordo global até 2020.

Em entrevista à agência Lusa na cidade cabo-verdiana do Mindelo, ilha de São Vicente, na véspera da XXIV reunião ordinária do conselho de ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Augusto Santos Silva assumiu que “a questão central” da reunião de sexta-feira será “o trabalho que tem vindo a ser feito sobre o regime de mobilidade e livre circulação” dentro da organização.

“Estou seguro de que os ministros dos Negócios Estrangeiros e Relações Exteriores aprovarão [na sexta-feira] uma resolução que significará um passo em frente em direção ao acordo que os chefes de Estado e de Governo possam aprovar. Eu estou seguro de que vai haver passos. Qual é a largura desses passos? Isso estou como um célebre jogador de futebol português, que dizia que prognósticos só no fim do jogo”, disse Santos Silva.

O governante garantiu ainda que Portugal está pronto a avançar no regime de mobilidade dentro da organização: “Estamos preparados para a amplitude máxima de passos. Muito simples, em garantirmos o automatismo da possibilidade do direito de residir e circular por Portugal a todos os nacionais da CPLP, por serem nacionais de um país da CPLP”.

Trata-se de replicar “o que já hoje existe na relação bilateral com o Brasil”, explicou.

“Que este direito de um brasileiro trabalhar, estudar ou residir em Portugal e um português trabalhar, estudar ou residir no Brasil, desde que evidentemente não tenham antecedentes criminais, nem constituam perigo para a segurança nacional, nem ameaças à segurança pública, que esse direito (…) se estenda a todos os países da CPLP”, assumiu Santos Silva.

Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

A propósito das expectativas da reunião de sexta-feira no Mindelo, Augusto Santos Silva recordou que os ministros dos Negócios Estrangeiros e Relações Exteriores dos Estados-membros têm “um mandato muito claro”, atribuído pelos chefes de Estado e de Governo da CPLP na cimeira do Sal, em julho de 2018.

“Nos termos desse mandato, nós temos de concluir um acordo que os chefes de Estado e do Governo possam aprovar na próxima cimeira, que é em 2020”, apontou.

O modelo de integração comunitária na CPLP proposto por Cabo Verde, país que assume a presidência rotativa da organização, prevê estadias até 30 dias no espaço da comunidade isentas de vistos e vistos de curta temporada para profissionais, investigadores e docentes, além de autorizações de residência.

A proposta já foi aprovada anteriormente pelos ministros da Administração Interna da CPLP.

O ministro da Administração Interna de Cabo Verde, Paulo Rocha, destacou, em abril, a boa receção da proposta por parte de todos os Estados-membros, referindo que o modelo de integração “é variável” e depende do estádio de desenvolvimento de cada país.

“Dá ampla liberdade a cada país para poder implementar as fases como bem entender, em função dos seus soberanos interesses”, afirmou o governante cabo-verdiano, ressalvando que o modelo dá ainda a possibilidade de o país decidir com quem fazer, quando e em que fase. ANG/Lusa



Saúde pública


   Lançado relatório sobre a “Situação do Direito à Saúde” na Guiné-Bissau

Bissau, 19 Jul 19 (ANG) – O relatório apresentado quinta-feira pela Liga Guineense dos Direitos Humanos sobre a “Situação do Direito à Saúde” na Guiné-Bissau indica que cada um em seis crianças morrem antes de completar cinco anos e a mortalidade materno-infantil é na ordem de 560 por cada 100.000 nado vivos.

Segundo o relatório, estas informações revelam a situação caótica do sistema de saúde guineense, requerendo uma intervenção urgente.

O documento tem como objectivo interpelar as autoridades nacionais de adoptar medidas mais eficazes para a concretização do Direito à Saúde na Guiné-Bissau, e melhorar o acesso à informação analítica sobre a situação do sector, contribuindo para adoção de estratégias profícuas com vista a melhoria da qualidade do sistema de saúde e conta com financiamento da Fundação Suiça para a Cooperação e Desenvolvimento (SWISSAD).

O documento recomenda aos decisores públicos a repensar o Sistema Nacional de Saúde Pública por forma a melhorar os serviços prestados na sua generalidade e melhorar o sistema de acompanhamento, coleta e tratamento dos dados de saúde entre outras.

No acto, o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Augusto Mário da Silva disse que a produção desse relatório serve por um lado para chamar atenção às autoridades nacionais e sociedade civil sobre a precariedade do sistema de saúde guineense e por outro contribuir para definição e formulação de políticas e estratégias que favorecem a edificação de um verdadeira sistema nacional de saúde.

Disse estar convicto que as informações contidas no relatório e recomendações, constituem uma mais-valia na luta pela defesa intransigente da dignidade humana e na promoção efectiva de qualidade da vida das populações. Aliás segundo ele, é o dever do Estado assegurar o direto à saúde a todos os cidadãos como corolário da própria garantia ao direito à vida.

Afirmou que disfuncionamento do Sistema de Saúde, começa desde com insignificante dotação orçamental afecto a este sector, passando pela insuficiência dos recursos humanos em termos qualitativos e quantitativos, pelo degradação das infraestruturas e equipamentos, devido a falta de manutenção adequada, pela desigualdade na repartição dos recursos disponíveis, venda de medicamentos de origem duvidosa, bem como pela ausência de mecanismo de controlo dos profissionais do sector.

Augusto Mário disse que, se ter constado uma gestão inadequada dos serviços de saúde, devido aos sinais evidentes de clientelismo e corrupção, acompanhada com um sistema nacional sanitária de informação deficiente e uma coordenação insatisfatória das intervenções do conjunto dos parceiros.

Indicou ainda ausência de um quadro institucional de resposta rápida coordenada as situações de emergência, nomeadamente a epidemias e catástrofes naturais e deficiência de cobertura de Serviços Primários de Saúde, ausência de meios do diagnóstico e outros equipamentos indispensáveis.

Tudo isso, segundo o presidente da LGDH se associa ao disfuncionamento da Inspeção sanitária, excesso da dependência de apoios do exterior, ausência de um mecanismo legal institucional de integração e coordenação do sector privado e da medicina tradicional, a implantação anárquica dos postos de tratamento médico inadequados, aquisição e introdução de medicamentos no mercado sem qualquer mecanismo de controlo de qualidade.

Em consequência disso, de acordo com Augusto Mário da Silva regista se a maior taxa da mortalidade materna neo-natal na sub-região.

Razão pela qual convidou todos os guineenses no sentido de unirem os esforços em torno dos grandes desígnios nacionais, nomeadamente a estabilidade governativa, a boa governação entre outros para solucionar os problemas crónicos estruturais do Sistema de Saúde guineense.

Por que, conforme ele, não é aceitável num Estado de Direito democrático que os utentes do Sistema de Saúde, na sua maioria com extrema pobreza, continuem a custear a aquisição de matérias bases de tratamento, como sondas, agulhas, cateteres e máscaras de protecção, com agravante nas regiões em as populações a serem obrigadas a arcar o custo de evacuação que oscilam entre 50 à 150 mil francos cfas.

Neste contexto, espera que a ministra da Saúde vai convencer ao governo a eleger o sector de Saúde como uma das suas principais prioridades e consequentemente e elevar a dotação Orçamental aos valores que permitam implementar o Programa Nacional de Desenvolvimento Sanitário.

Sugeriu igualmente a promoção de um debate franca, com a participação dos parceiros nacionais e internacionais, e descomplexada aos graves problemas que afectam o sistema de saúde.ANG/LPG/ÂC

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Sociedade


Populares de Bairro de Empantcha beneficiam de sete furos de água potável

Bissau, 18 Jul 19 (ANG) - Os populares de Bairro de Empantcha nos arredores de Bissau, beneficiam hoje de sete furos de água construídos pelo Embaixador de Boa Vontade e dos Ditreitos Humanos, para minimizar as dificuldades dos moradores local.

José Braima Baldé que falava na cerimónia oficial de entrega dos referidos fontenários de água potável, disse que ter saúde de qualidade faz parte da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

“Fiz estes furos de água potável para minimizar as dificuldades dos moradores de Bairro de Empantcha e sobretudo das mulheres em particular, porque elas são as mais prejudicadas nesse aspecto uma vez que são elas que cuidam da casa e da família”, disse José Braima Baldé.

O embaixador prometeu continuar com os seus contactos no sentido de ter mais apoio de gestos de boa vontade com o objectivo de apoiar os cidadãos em diferentes áreas.

Por sua vez, Quinta Sanca, vendedeira de peixe no mercado de Empantcha louvou o gesto do Embaixador José Braima Baldé e pediu que continuasse a trabalhar para melhorar a situação dos citadinos daquela zona.

“Apesar de estarmos contentes por termos beneficiado dos furos de água potável, mas também queremos ter casas de banhos aqui no mercado do Bairro de Empantcha para que possamos manter higiene local”, apelou Quinta Sanca.

Sublinhou a necessidade da Câmara Municipal de Bissau não resumir o seu trabalho só em fazer cobranças nos mercados, mas sim que faça a retirada do lixo constantemente para evitar as situações que possam provocar doenças.ANG/AALS/ÂC

Saúde Pública


 Ministra de Saúde Pública reitera empenho do governo em assegurar assistência sanitária de qualidade aos guineenses

Bissau, 18 Jul 19 (ANG) – A ministra de Saúde Publica reitera o empenho do governo para que cada guineense tenha cada vez melhor o acesso aos serviços de saúde de qualidade, na base no Programa “Terra Ranka”, que prioriza os sectores sociais.

Magda Nely Robaldo Silva que falava hoje na cerimónia de lançamento do Relatório sobre a Situação do Direito à Saúde na Guiné-Bissau, disse que o documento relatou muito bem aquilo é a situação da saúde no país.

Por isso, apesar de necessitar muito tempo para atingir o nível de qualidade de serviços pretendido e que respeita a dignidade de cada guineense, prometeu para breve dar aos guineense os serviços de saúde que merecem, porque o nível dos cuidados sanitários está aquém do desejado e do que é recomendável.

Relativamente aos constrangimentos revelados no relatório disse que só é possível melhorar o sistema de saúde, se cada enfermeiro, médico, administrador e funcionário do sistema, dos sectores que apoiam a saúde, se sentirem responsáveis e prestarem contas.

Sobre a corrupção que existe na atribuição da Junta Médica indicada no relatório, a ministra afirmou que é a responsabilidade da Comissão de Junta Médica e não do primeiro-ministro nem do titular da pasta de saúde, por isso disse que essas pessoas tem que ser responsabilizadas e que cada cidadão deve saber isso e pedir conta à aqueles que tomam decisões sobre a vida, morte ou saúde das pessoas.

Quanto há ausência de concretização do direto à saúde, da cultura do trabalho  e de uma ausência da cultura de excelência, a governante reconheceu essa realidade, acrescentando que, se um profissional pensa que vai fazer um trabalho minimalista, nunca vamos ter um sistema de saúde ou mudar a situação actual do sector sanitário nacional.

Sobre a excelência de serviços,  disse que as pessoas tem que sentir orgulhosos de fazer bem e ficar tristes quando não se consegue fazer um trabalho de qualidade.

“A título de exemplo, se tenho que entregar um relatório, ele tem de estar bem escrito, constar as coisas necessários e entrega-lo à tempo. Isso sim é excelência, profissionalismo e faz avançar o Estado e neste caso o sistema de saúde”, enalteceu Magda Nely Robalo da Silva.

Disse que, há um baixo nível de fiscalização, fraca capacidade de gestão e uma falta de transparência entre outras e que a mudança deve ser feita a partir das pessoas, porque elas é que fazem a fiscalização e a gerência dos fundos.

Para o coordenador da Fundação Suíça para Cooperação e Desenvolvimento (SWISSAID),  Alfredo Handen,  a solução destes problemas, passa pela sensibilização das famílias para adotar práticas de prevenção, para ajudar o Estado já fragilizado com poucos recursos.

 Pediu para não deixar que o sistema económico liberal desvirtuasse o papel e a essência de um Estado social, que é a protecção dos mais pobres e que deve ser feita na base de redistribuição da riqueza de uma forma equitativa para aqueles que mais precisam possam ter o acesso aos cuidados da saúde.ANG/LPG/ÂC

Islão


Comunidade muçulmana reúne com Chefe de governo para encontrar solução sobre peregrinação à Meca

Bissau 18 Jul 19 (ANG) – A comunidade muçulmana da Guiné-Bissau reuniu-se esta quinta- feira como o Chefe de Governo para analisarem e encontrar solução para a peregrinação do presente ano, dos fieis muçulmanos a cidade Santa de Meca na Arábia Saudita.

Siradju Bari em nome da comunidade muçulmana, afirmou à imprensa depois do encontro  com Aristides Gomes que tem havido muitas especulações sobre a ida ou não dos muçulmanos guineenses no presente ano à cidade santa de Meca para cumprir uns dos pilares do Islão, por isso a comunidade islâmica veio junto ao Governo para saber o que está a passar e qual será a solução.

“Também viemos apelar ao chefe de Governo de que a comunidade muçulmana precisa de ajuda do Governo para que este sonho se torne realidade”, desejou.

Bari disse que Aristides Gomes falou sobre a peregrinação do ano passado, acrescentando que as bolsas demoraram a chegar ao país e uma soma de novecentos milhões de francos CFA, foi tirado no cofre de Estado e entregue ao ex. Comissário para a Peregrinação, Botche Cande, explicando que este montante deve ser reposto para depois diligenciar o desbloqueamento de outros fundos para financiar a bolsa do ano em curso.

Os líderes muçulmanos pediram ao primeiro-ministro, para fazer mais diligências no sentido de fazer os fiéis muçulmanos irem à Meca, salientando que não pretendem a politização do assunto.ANG/MSC/ÂC


Negócios


Empresa Norte Americana quer investir na Guiné-Bissau para apoiar o desenvolvimento económico

Bissau,18 Jul. 19 (ANG) – O Presidente da empresa norte americana denominada “IUNCTURE” que opera entre outros na área da energia, afirmou esta quarta-feira que pretendem investir na Guiné-Bissau com objectivo de ajudar o país a desenvolver economicamente, salientando que, para isso, será preciso uma estabilidade e a segurança dos investimentos.

Robert León que falava a saída de um encontro com o Chefe de Governo, frisou que o primeiro aspecto tem a ver com a questão da segurança dos investimentos o que permitirá que mais empresas americanas investissem na Guiné-Bissau.

“Ou seja, queremos uma garantia que o país terá condições de segurar a capital financeira das empresas e dos empresários ou empreendedor dos Estados Unidos de América que quiser investir na Guiné-Bissau “,frisou.

León disse que sente-se muito seguro no país e o povo guineense é amigo, acrescentando que não foi a primeira visita que esteve na Guiné-Bissau.

Perguntado sobre em que área a sua empresa pretende investir na Guiné-Bissau, Robert León, respondeu que pretendem colocar uma fábrica de transformação da castanha de caju na região de Oio, e também um outro projecto ligado a energia através da biomassa.

“São questões que abordamos com o Primeiro-ministro e informamos-lhe de que pretendemos realizar esses projectos  a curto e médio prazo”, informou.

Robert León disse que o Chefe do Governo deu indicações positivas sobre os referidos projectos tendo-lhes pedido mais detalhes em termos operacionais dessas propostas.ANG/MSC/ÂC

Justiça americana


                                “El Chapo” condenado a prisão perpétua
Bissau, 18 jul 19 (ANG) - O narcotraficante mexicano, Joaquin “El Chapo” Guzman, foi condenado a prisão perpétua por um tribunal norte-americano.
Os advogados do barão da droga já anunciaram que vão recorrer da decisão.
 Joaquin “El Chapo” Guzman foi condenado a prisão perpétua por um tribunal de Nova Iorque nos Estados Unidos. 
As provas que foram apresentadas durante o processo mostram que Joaquin Guzman, foi o chefe do quartel sanguinário do cartel Sinaloa, que dirigiu entre 1989 e 2014, escreveu o procurador federal de Brooklyn, Richard Donoghue.
Considerado como o narcotraficante mais poderoso desde o fim da era do colombiano Pablo Escobar, Joaquin Guzman, agora com 62 anos, teria introduzido nos Estados Unidos pelo menos 1200 toneladas de cocaína em 25 anos.
A acusação provou igualmente que El Chapo mandou matar ou matou ele próprio pelo menos 26 pessoas, entre informadores, traficantes rivais, polícias, colaboradores e mesmo membros da sua família.
Seguindo as requisições do Ministério Público, o juiz Brian Cogan decidiu acrescer uma pena de trinta anos suplementares de prisão pela utilização de armas automáticas.
O Ministério Público pediu ainda que “El Chapo” devolva cerca de 1,3 mil milhões de euros, uma estimativa das receitas de venda de droga.
Exprimindo-se em espanhol, Joaquin Guzman denunciou as condições de detenção e disse ainda ter sido “torturado fisicamente, psicologicamente e mentalmente 24 horas por dia”.
Os advogados do barão da droga já anunciaram que vão recorrer da decisão.
ANG/RFI


Cooperação





Bissau,18 Jul 19(ANG) - O ministro dos Negócios Estrangeiros português anunciou quarta-feira que visitará no final deste mês a Guiné-Bissau, país com que Portugal espera retomar em breve os programas de cooperação.

"No dia a seguir [ao anúncio dos resultados] das eleições na Guiné-Bissau, telefonei para marcar uma visita imediata", explicou Augusto Santos Silva, durante uma audição pela comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.

O chefe da diplomacia portuguesa adiantou que a sua deslocação à Guiné-Bissau decorrerá "entre os dias 25 e 27 deste mês" e terá como objetivo "retomar os programas de cooperação".
ANG/Lusa


Fortuna


        Dono do grupo de luxo LVMH se torna segundo mais rico do mundo
Bissau, 18 jul 19 (ANG) – O presidente do grupo de luxo LVMH, Bernard Arnault se tornou a segunda fortuna mundial, de acordo com o ranking realizado pela revista Forbes e a agência Bloomberg.
O francês desbanca o co-fundador da Microsoft, Bill Gates, mas ainda fica atrás de outro americano, o criador da Amazon, Jeff Bezos, que lidera a lista.
Segundo os números divulgados na quarta-feira (17), a fortuna de Arnault está avaliada em US$ 105,1 bilhões, contra US$ 103,7 para Bill Gates. Há sete anos o fundador da Microsoft oscilava entre o primeiro e o segundo lugar da lista.
Aos 70 anos, Arnault, que já é o francês mais rico do mundo, adicionou à sua fortuna US$ 39 bilhões, apenas no ano passado. Ele beneficia principalmente da boa saúde financeira do grupo LVMH   , do qual detém cerca de metade do capital com sua família.
O conglomerado, que reúne marcas de moda como Louis Vuitton,Dior  e Fendi, mas também as fabricantes de bebidas como os champanhes Moët & Chandon, Krug e Veuve Clicquot, registrou em 2018 um faturamento recorde de € 48,6 bilhões, além de uma progressão de 50% na bolsa apenas este ano.
Porém, tanto Arnault quanto Gates ainda estão longe de alcançar o patrimônio do fundador da Amazon, estimado em US$ 125 bilhões. Bezos, aliás, se manteve na liderança na lista apesar do divórcio com MacKenzie Bezos em junho deste ano. A separação custou US$ 38 bilhões ao marido e fez da esposa a quarta mulher mais rica do mundo.
O ranking dos cinco mais ricos do mundo é completado pelo investidor Warren Buffet e o dono do Facebook, Mark Zuckerberg. ANG/RFI

Cooperação


   Brasil e Portugal declaram disponibilidade para trabalhar com novo Governo

Bissau 18 Jul 19 (ANG) - Os Embaixadores do Brasil e Portugal na Guiné-Bissau manifestaram esta quinta-feira a vontade dos seus respectivos Governos continuarem a colaborar com as novas autoridades guineenses recém- empossadas.

Os dois diplomatas proferiram estas afirmações a saída de uma audiência com o chefe do Governo, Aristides Gomes.

O embaixador brasileiro,Fábio Guimarães Franco disse que o encontro foi protocolar e serviu para se apresentar ao novo Governo, colocar a sua disposição enquanto embaixador do Brasil e falar sobre a cooperação entre as duas Nações.

“Especialmente na área de formação de pessoal. Temos três grandes centros aqui na Guiné-Bissau nomeadamente o Centro de Formação Profissional (SENAI) que já formou mais de quatro mil alunos em diferentes áreas, o Centro de Formação das Forças de Seguranças em João Landim e o próprio Centro Cultural Brasil-Guiné-Bissau, e também o Programa de Educação de Estudante Convénio que já  formou mais de mil e quinhentos estudantes guineenses nas universidades Brasileiras”, frisou.

Guimarães Franco disse que espera poderem  continuar a trabalhar juntos, o que diz ser  importante para o Brasil, de forma a consolidar a cooperação e abrir novas frentes.

Por seu turno, o Embaixador de Portugal no país, António Alves de Carvalho confirmou a vinda a Bissau do Ministros português dos Negócios Estrangeiros para os dias 25 do corrente, para relançar o programa estratégico de cooperação estabelecido pelos dois países para o período 2015/2020.

 “ Abordamos de uma maneira muito global as relações bilaterais entre Portugal e a Guiné-Bissau”, disse.ANG/MSC/ÂC//SG

Saúde pública


                              OMS declara ébola emergência internacional
Bissau, 18 jul 19 (ANG) - A Organização Mundial da Saúde declarou o ébola emergência internacional de saúde pública.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, director-geral da Organização Mundial de Saúde, declarou esta quarta-feira o estado de Emergência Internacional na República Democrática do Congo.
Uma decisão tomada  em Genebra, na Suíça, depois da reunião do Comité de Emergência que decorreu esta quarta-feira. A reunião tinha como objectivo avaliar a evolução da epidemia do Ébola, depois de confirmado um caso de ébola na cidade de Goma na RDC, cidade com 2 milhões de habitantes e que faz fronteira com o Ruanda.
O Ébola já provocou 1.676 mortos, registando 12 novos casos a cada dia.
O surto actual da doença é o segundo mais mortífero na história. Apenas ultrapassado pela epidemia que matou mais de 11.300 pessoas, entre 2014 e 2016, na África Ocidental.ANG/RFI

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Sociedade


Movimento de Sociedade Civil promove ateliê sobre Orçamento Aberto e Participativo

Bissau, 17 Jul 19 (ANG) – O Movimento da Sociedade Civil para Paz, Democracia e Desenvolvimento realizou durante todo o dia de hoje um ateliê de Restituição das recomendações resultantes do seminário que decorreu no em Abril passado, em Dakar, sobre Orçamento aberto, participativo e Responsabilidade Social nas finanças na África Ocidental e Central.

Presidente do Movimento da Sociedade Civil
O evento de Dakar, segundo um documento apresentado  no referido ateliê, teve como objectivos, o intercâmbio das experiências dos engajamentos da Sociedade Civil na matéria das finanças públicas e Responsabilidade Social, das abordagens e dos suportes utilizados pelos diversos actores na região, bem como a identificação dos actores chaves, as respectivas tarefas e responsabilidade, os obstáculos e constrangimentos e as lições apreendidas.

Ao presidir abertura do ateliê, o representante do ministro da Economia e Finanças, Daniel Fernandes da Cunha considerou de legítimas e louváveis as preocupações da Sociedade Civil em relação ao Orçamento Participativo, acreditando que o Ministério das Finanças vai acolhê-las com muita responsabilidade.

O Presidente do Movimento da Sociedade Civil para Paz, Democracia e Desenvolvimento, Fodé Caramba Sanhá disse que o ateliê se enquadra na expectativa de continuar a desenvolver orientações estratégias claras, com destaque para a capitalização e o engajamento do UNICEF em matéria da Responsabilidade Social.

Fodé  Sanhá defendeu a auscultação das comunidades e outras sensibilidades sociais, para  fazer transparecer as necessidades básicas das crianças no Orçamento Geral de Estado na Guiné-Bissau.

No ateliê de Dakar, conforme a representante do Fundo das Nações Unidas para Infância, Ainhoa Jaureguibietia focou-se a criação de uma dinâmica em torno do papel da Sociedade Civil na Responsabilidade Social.

 Por isso, disse que o evento é muito importante para o governo da Guiné-Bissau, UNICEF e demais parceiros, na medida em que proporciona partilha de conhecimentos e experiências sobre o envolvimento da Sociedade Civil nas finanças públicas e na Responsabilidade Social.

“Permitirá igualmente identificar actividades, iniciativas e mecanismos para o reforço e envolvimento da Sociedade Civil e dos cidadãos nas finanças públicas na Guiné-Bissau, entre outros”, assegurou Ainhoa Jaureguibietia.

Por outro lado, salientou  que o orçamento participativo permite  aos cidadãos trazerem soluções para os problemas que lhes dizem respeito e contribuir para as suas comunidades, expondo as  suas ideias. ANG/LPG/ÂC//SG

Cooperação

Trocas comerciais entre China e países lusófonos sobem 11,9% entre Janeiro e Abril

Bissau, 17 jul 19 (ANG) -  As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa atingiram, entre Janeiro e Abril, 46,26 mil milhões de dólares (cerca de 41,19 mil milhões de euros), anunciaram as autoridades chinesas.
De acordo com as estatísticas dos serviços da Alfândega chineses, publicadas no sábado, este valor representou um aumento de 11,99% em relação a igual período do ano anterior.
Entre janeiro e abril, as importações da China de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste cifraram-se em 33,73 mil milhões de dólares, mais 15,89% em termos anuais homólogos.
Já as exportações chinesas para o bloco lusófono foram de 12,53 mil milhões de dólares, um aumento de 2,68% relativamente ao mesmo período do ano passado.
Nos primeiros quatro meses do ano, o Brasil manteve-se como o principal parceiro da China, com trocas comerciais no valor de 34,38 mil milhões de dólares, segundo os mesmos dados publicados no site do Fórum Macau.
A segunda maior economia do mundo comprou ao Brasil produtos avaliados em 24,44 mil milhões de dólares, mais 23,97% do que no mesmo período homólogo, enquanto os brasileiros compraram à China bens no valor de 9,93 mil milhões de dólares, o que corresponde a aumento anual de 1,04%.
Já entre Lisboa e Pequim, nos quatro primeiros meses de 2018, as trocas comercias cifraram-se em 2,12 mil milhões de dólares.
Só em Abril, o volume das trocas comerciais entre os países lusófonos e Pequim subiu 24,19%, face ao mês anterior, para 12,56 mil milhões de dólares.
Neste mês de referência, a China importou dos países de língua portuguesa bens avaliados em 9,24 mil milhões de dólares – um aumento de 32,28% face a igual período de 2018 – e exportou para o bloco lusófono mercadorias no valor de 3,32 mil milhões de dólares, mais 6,15% do que em abril de 2018. ANG/Inforpress/Lusa

Segurança pública

      Novo Ministro de Interior pretende  repor a autoridade de Estado no país

Bissau,17 Jul 19(ANG) – O novo ministro do Interior afirmou que pretende incutir regras de funcionamento naquela instituição, de forma a repor a autoridade de Estado no país.

Juliano Fernandes,em declarações â imprensa após visitas que efectuou hoje à todos os departamentos que compõe o Ministério do Interior, salientou que irá reorganizar as estruturas daquela instituição para que a autoridade de Estado seja uma realidade no país.

“Mas será uma autoridade legal do Estado, porque, antes de mais, é uma autoridade que vela pelo bem estar das populações”, disse o governante.

Juliano Fernandes disse que um Estado sem autoridade, torna-se fraco e consequentemente inoperante.

 “Temos uma palavra a dizer nessa matéria e por isso é importante que organizemos melhor e que respeitemos as normas e tenhamos as condições de trabalho minimamente necessárias para nos capacitar e dar respostas quando fomos interpelados a agir”, frisou.

O ministro do Interior  sublinhou que irão estar presentes em todo o território nacional com patrulhas e vigilâncias no domínio da prevenção e do combate a criminalidade, acrescentando que só isso é que traz as garantias de sossego  à população.

Instado a falar sobre a possibilidade de extinção do Posto de Controlo  de Safim, arredores de Bissau, Juliano Fernandes respondeu que o Governo não está em condições hoje de puder dizer o que pensa daquela Brigada de Controlo assim como dos que existem noutras localidades do país.

“Os Postos  de Controlo são necessários mas devem situar-se onde é preciso. Os Postos são colocados estrategicamente porque é necessário para que a presença do Estado e das autoridades sejam visíveis e estejam onde são  mais úteis, de forma a não atrofiar e nem limitar a mobilidade da nossa população”, explicou.

Juliano Fernandes salientou que é preciso que as pessoas se movam em liberdade dentro do seu território mas em estrita observância e respeito às leis, cumprindo os deveres da cidadania e  que o Estado crie as condições para que as populações possam gozar os seus direitos.

“Portanto, os Postos de Controlo não podem estar para atrapalhar ninguém num determinado sitio, mas sim devem estar onde é preciso para assegurar garantias de que a ordem e a tranquilidade é respeitada e a prática de actos ilícitos devem ser prevenidas e combatidas”, rematou a concluir.ANG/ÂC//SG

 

Saúde pública


      Uso de antirretrovirais reduz em um terço mortes por Aids desde 2010
Bissau, 17 jul 19 (ANG) - O número de vítimas da Aids diminuiu no mundo graças a um maior número de portadores do vírus HIV que utilizam o tratamento com antirretrovirais.
Segundo relatório anual da Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), divulgado  terça-feira (16), 770.000 pessoas morreram de doenças relacionadas ao HIV em 2018, cerca de 30 mil a menos que em 2017.
O Brasil registrou, no entanto, um aumento de 21% de novos casos da doença.
Mais de três a cada cinco soropositivos recenseados no mundo seguem o tratamento com antirretrovirais, o que representa 23,3 milhões de pessoas. Esta proporção é inédita e cerca de dez vezes maior do que nos anos 2000. Quando adotada corretamente, essa terapia reduz a transmissão do vírus HIV. De acordo com o estudo da Unaids, o número de novas infecções pelo HIV permaneceu estável em relação aos anos precedentes: foram 1,7 milhão de novas contaminações no mundo em 2018.
Esses números globais escondem, no entanto, fortes disparidades regionais. O notável declínio no número de mortes e melhor acesso ao tratamento pode ser explicado pelo progresso significativo feito no sul e leste da África, o continente historicamente mais afetado pela Aids. Essas duas regiões africanas concentram a metade da população mundial afetada pelo vírus.
Em outras partes do mundo, alguns indicadores são preocupantes. O Brasil, por exemplo, vai na direção oposta da média mundial e registrou, entre 2010 e 2018, um aumento de 21% no número de novos casos de Aids (contra queda de 16% na média mundial). A progressão no Brasil ainda fez com que a América Latina registrasse, em média, um crescimento de 7% de novos casos de Aids na região no intervalo de oito anos.
Países menores da região tiveram queda acentuada de novos casos, como em El Salvador (-48%), Nicaragua (-29%), Colômbia (-22%) ou Equador (-12%). Apenas Chile e Bolívia tiveram resultados mais preocupantes que o Brasil na América Latina e, ainda assim, por uma margem mínima.
Na Europa de Leste e na Ásia Central, o número de novas infecções aumentou 29% desde 2010, e o número de mortes provocadas pela doença cresceu 5%. No Oriente Médio e norte da África, as mortes relacionadas à doença aumentaram 9% nos últimos oito anos.
A Unaids está preocupada com a queda no financiamento dos programas de prevenção. Em 2018, US$ 19 bilhões foram gastos em programas de combate à doença implementados em países de baixa e média renda. A quantia representa US$ 1 bilhão a menos do que em 2017 e US$ 7 bilhões a menos do que o montante considerado necessário para 2020 (US$ 26,2 bilhões).
A Unaids considera que a luta contra a Aids não está progredindo em ritmo suficiente. A redução dos investimentos na guerra contra a doença é vista como um fracasso coletivo. Todas as fontes de financiamento recuaram, sejam as contribuições internacionais dos Estados, os recursos que cada país empenha ou as doações do setor privado.
Diante desse quadro, a conferência destinada ao financiamento do Fundo Mundial contra a Aids, prevista para 10 de outubro em Lyon, na França, é considerada fundamental pelos atores do setor. A ONU pretende arrecadar US$ 14 bilhões para o período 2020-2022, com o objetivo de alimentar o Fundo, criado em parceria com Estados, organizações da sociedade civil, contribuintes privados e doentes. Os principais doadores são Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha e Japão.
Todos esses obstáculos comprometem a meta fixada pela ONU para 2020: ter 90% dos portadores do HIV diagnosticados, sob tratamento com antirretrovirais e, por consequência, com uma carga viral indetectável no sangue. Em 2018, a proporção dessas três metas no universo de pessoas contaminadas era de 79%, 78% e 86%.ANG/RFI

Ensino


CONAEGUIB defende  melhor controlo ao funcionamento das instituições de Ensino Superior no país

Bissau, 17 Jul 19 (ANG) - A Confederação Nacional das Associações dos Estudantes da Guiné-Bissau (CONAEGUIB) defendeu hoje  melhor controlo ao funcionamento das instituições de Ensino Superior do país com o objectivo de garantir o bem-estar comum.

Vista da Universidade  Lusófona em Bissau
A referida defesa foi declarada pelo Presidente da CONAEGUIB, Bacar Darame, em declarações à imprensa após um encontro com o Secretário de Estado de Ensino Superior e Investigação Científica no qual os dois analisaram a situação do ensino superior na Guiné-Bissau.

“É notável o crescimento das instituições de Ensino Superior na Guiné-Bissau, mas algumas dessas instituições têm dificuldades no cumprimento das suas obrigações. Por isso, é necessário mais controlo nessa área para que os guineenses possam estar preparados para dar as suas contribuições no progresso do país”, disse Darame.

Sugeriu  inspecções  contínuas e credíveis às instituições de Ensino Superior , “para que  o próprio Ministério da Educação Nacional possa estar a altura de estabelecer as suas regras”.

Bacar Darame revelou que  propuseram a constituição de uma equipa de inspectores para inspecionar os conteúdos lecionados nas instituições do Ensino Superior, as infraestruturas e também os currículos dos corpos docentes.

“Existe uma lei que regulamenta o funcionamento das instituições do Ensino Superior, assim sendo, estas instituições devem funcionar na base dessa lei”, disse o presidente da[A1]  CONAIGUIB.

Bacar Darame sustentou  que o país deve preparar os recursos humanos com formação nas áreas de recursos naturais: petrolíferas, fosfato zoológico e minas, de forma a obter  mais benefício para a Guiné-Bissau.

Darame disse que a autorização dos cursos devem ser feitas através da articulação entre o Ministério de Educação Nacional e Ministério da Administração Pública e Modernização do Estado com o objectivo de levar em consideração a questão de reforma dos cursos e de conhecer as necessidades do país.

Aquele responsável acrescentou que deve ser instituída também um Gabinete de Comunicação e Informação para facilitar o ingresso nas instituições de ensino superior aos que terminarem o ensino liceal.

Por outro lado, o Presidente de CONAIGUIB defendeu a necessidade de se adoptar  mecanismos de acompanhamento da emissão de passaportes para evitar  situações de caducidade desse documento por parte de estudantes guineenses no estrangeiro.

A CONAEGUIB é uma instância de coordenação e concertação entre as organizações estudantis ao nível do país e na diáspora, tem como missão a defesa da classe estudantil e apresentação de propostas relativo à situação do ensino na Guiné-Bissau. ANG/AALS//SG






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